Textron Aviation Defense inicia turnê do jato de treinamento M-346N nos EUA
A Textron Aviation Defense LLC, subsidiária da Textron Inc., deu início na semana passada a uma turnê nacional para demonstrar as capacidades do novo jato de treinamento Beechcraft M-346N, candidato ao programa Undergraduate Jet Training System (UJTS) da Marinha dos Estados Unidos. A aeronave partiu do Beech Factory Airport, em Wichita, logo após ser montada na sede da empresa.
Resultado de uma parceria estratégica com a italiana Leonardo, o M-346N é baseado no consagrado treinador M-346, já utilizado para formar pilotos de caças de quarta e quinta gerações em diversas forças aéreas do mundo. “Esta plataforma está pronta para fornecer hoje uma solução de treinamento avançado e completa à Marinha dos EUA”, afirmou Travis Tyler, presidente e CEO da Textron Aviation Defense.
O Beechcraft M-346N combina um ecossistema de treinamento completo, que inclui simuladores de alta fidelidade, instrução adaptativa com inteligência artificial e arquitetura Live-Virtual-Constructive (LVC), que conecta em tempo real aeronaves, simuladores e forças virtuais. O sistema conta ainda com o Precision Landing Mode, recurso essencial para preparar aviadores navais para operações em porta-aviões.
Mais de 100 unidades do M-346 já foram produzidas pela Leonardo, acumulando mais de 150 mil horas de voo em 20 usuários ao redor do mundo — números que reforçam sua confiabilidade e capacidade para acelerar a formação de pilotos e reduzir riscos de treinamento.
O M-346N é um jato biplace com dois motores Honeywell F124-GA-200, comandos digitais fly-by-wire com quádrupla redundância e moderna interface homem-máquina com Head-Up Display, Large Area Display em ambos os cockpits e controles HOTAS (Hands On Throttle And Stick). O conjunto inclui ainda o sistema automático de prevenção de colisão com o solo (Auto-GCAS).
Com velocidade máxima superior a 590 nós e teto operacional de 45 mil pés, o treinador oferece elevada manobrabilidade e permite que os instrutores, posicionados no cockpit traseiro em nível elevado, tenham excelente visibilidade em todas as fases do voo. A Textron e a Leonardo pretendem apresentar oficialmente a proposta ao UJTS assim que a Marinha publicar o edital de concorrência para a nova geração de jatos de treinamento.■


Com o requerimento de operar em porta-aviões descartado, acho difícil o Boeing T-7 perder essa, pois já está completamente “americanizado” e as modificações para a USN seriam mínimas.
O que deve estar fazendo o almirantado olhar o M-346 com bons olhos, é ele ter 2 motores, pois não é segredo para ninguém que a preferência da USN é essa.
O problema para a Leonardo é o T-7 já ser equipado com um motor naval, o GE F404, que a USN conhece de dentro pra fora e obviamente confia bastante.
35 anos atrás, nem mesmo a mente mais fantasiosa do mundo poderia imaginar que um dia um avião com DNA 🇷🇺 seria oferecido para a US NAVY 🇺🇸 para ser seu avião padrão de treinamento!
Essa vai ser uma disputa acirrada, o M346 tem motores americanos Honeywell F124-GA-200, e com certeza toda a parte de aviônica também será americana!
https://www.leonardo.com/documents/16114715/17989163/Aermacchi+M-346_brochure_ENG_new.pdf/2d58397d-09d9-088c-ba55-fef4e68923ae?t=1602499684962
pensei a mesma coisa, claro que tem a parte italiana do projeto, mas se fizer um teste de paternidade tem um DNA Russo tbm.
Isso é simplesmente uma mentira! A Aermacchi tinha uma longa tradição de treinadores a jato, enquanto a yakolev produzia apenas treinadores a hélice! (Quem sabe sobre aeronáutica sabe que aviões a jato e aviões a hélice não são comparáveis em nada!)O famoso MB326 que a FAB conhece muito bem e tem tido um grande sucesso! E o MB 339 que há mais de 40 anos e com o Frecce Tricolori é considerado o melhor time de show aéreo do mundo! O balão de ar t346 é projetado e construído pelo campeão de Leonardo em aviônica e eletrônica! Os veículos soviéticos… Read more »
Aconselho-o, antes de falar, a ir estudar a longa história da aviação e da indústria aeronáutica italiana, talvez você aprenda algo ignorante, negacionista!
Bom dia, meu medo é a MB inventar de comprar agora… eles estão loucos por um caça novo, e só por ter um naval no nome já chega para eles…
Acho que a MB devia pegar a a aviação de patrulha e abandonar esse negócio de caça naval, a FAB com os recursos da aviação de patrulha poderia se equipar com mais caças e a MB poderia investir em drones de patrulha tanto embarcados no NAM Atlântico como de maior envergadura, devagarzinho aposentas os banderulha e P3 orion e pega uns KC 390 com mansup. ai sim
Esquece o KC390, ninguém no mundo usa um cargueiro militar como MPA
Existem soluções muito mais eficientes e baratas em relação ao KC390
Olha essa notícia : https://www.aereo.jor.br/2025/09/21/japao-estuda-uso-de-drones-seaguardian-para-reduzir-custos-de-interceptacao-de-aeronaves-chinesas/
É disso que precisa a MB: https://www.ga-asi.com/remotely-piloted-aircraft/mq-9b-seaguardian
alguns P-8 cairiam bem. Drones não fazem o ataque.
Precisamos investir num Marine Patrol Airplane nacional, converter o E-175E2 nos traria uma grande oportunidade de desenvolvimento de engenharia e tecnologia nessa área.
Mas o MQ-9B é uma ferramenta indispensável para nossa MB, equipamento com grande autonomia, custo operacional baixo quando comparado a um MPA, e faz exatamente o serviço que prescisamos que é vigilância marítima.
Seria uma dupla dinâmica muito boa MQ-9B + MPA E175E2
Necessitamos de uma aeronave de patrulha marítima, ASW, ASuW, tangível, palpável, real, não um eterno CGI; desesperadamente atrás de um cliente.