OTAN reforça missão de policiamento aéreo após incursão de drones russos no espaço aéreo polonês

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OTAN - Policiamento Aéreo

Ramstein, Alemanha– A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) destacou nesta semana a importância de sua missão de Policiamento Aéreo, após a violação do espaço aéreo da Polônia por drones russos. O episódio levou à decolagem imediata de caças aliados, garantindo a defesa do flanco leste da Aliança e reafirmando o compromisso de proteger “cada centímetro” do território dos 32 membros.

O incidente, ocorrido na semana passada, foi classificado como “um teste à segurança coletiva” pelo comandante supremo aliado na Europa (SACEUR), general Alexus G. Grynkewich. “Enquanto a avaliação completa do episódio ainda está em andamento, a OTAN não está esperando. Estamos agindo”, afirmou em coletiva ao lado do secretário-geral da Aliança, Mark Rutte, no dia 12 de setembro.

Bases e forças em prontidão

O sistema de policiamento aéreo da OTAN cobre 24 horas por dia todo o espaço aéreo aliado. Entre os destaques atuais:

  • Lituânia (Šiauliai): Gripens suecos e Eurofighters espanhóis integram a missão do Báltico.
  • Estônia (Ämari): F-35 italianos cumprem missões de alerta.
  • Romênia (Mihail Kogălniceanu): Eurofighters alemães apoiam a vigilância.
  • Polônia: F-35 holandeses contribuem no âmbito da missão NSATU, ligada ao apoio à Ucrânia e à segurança regional.

Em resposta à incursão russa, a OTAN ativou o exercício Eastern Sentry, que contou com o primeiro alerta aéreo (A-Scramble) de caças Rafale franceses sobre território polonês no último fim de semana.

Reação integrada

Além das operações conduzidas pela OTAN, forças nacionais também reagiram. Caças suecos e dinamarqueses decolaram sob comando nacional para identificar aeronaves russas, incluindo dois SU-30 e um IL-20 de reconhecimento, no sul do mar Báltico.

Para Rutte, a resposta foi exemplar: “O que vimos ontem à noite foi uma reação muito bem-sucedida, com participação não apenas da Polônia, mas também da Holanda, Itália e Alemanha. Mostramos que podemos defender cada centímetro do espaço aéreo da Aliança”.

Defesa integrada contra ameaças múltiplas

Com mais de 60 anos de existência, a missão de Policiamento Aéreo é hoje complementada pela Defesa Contra Mísseis Balísticos (BMD) dentro do conceito integrado de defesa aérea e antimísseis da NATO (IAMD). Essa estrutura multidomínio e 360 graus visa lidar com todo o espectro de ameaças aéreas, do uso de drones até mísseis balísticos, reforçando a dissuasão coletiva.

“O Eagle Eye da NATO está permanentemente ativo”, resumiu Grynkewich. “De drones a caças e aviões de reconhecimento, estamos prontos para agir juntos, a qualquer hora, em qualquer lugar.”■

FONTE: OTAN


 



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George A.

“O incidente, ocorrido na semana passada, foi classificado como “um teste à segurança coletiva” pelo comandante supremo aliado na Europa (SACEUR), general Alexus G. Grynkewich” Geralmente é alarmismo, mas dessa vez ele tem razão, se um enxame de drones no tamanho que alguns relatam voou mesmo sobre o espaço aéreo da Polônia com poucos sendo abatidos a tempo antes de atingirem seus alvos na Ucrânia teve ali uma falha de cobertura bem significativa nas defesas do país, que tem sim equipamentos pra não passar por uma situação dessas. Com o reforço essa lacuna foi temporariamente preenchida, já que a solução definitiva deve… Read more »

José Joaquim da Silva Santos

Mais de 24 horas após publicada, somente agora é que postaram o primeiro comentário na matéria…

Isso diz tudo sobre o que a galera que comenta aqui acha dessa ‘invasão’ de drones à Polônia…!

George A.

Sério? Só vi a notícia hj KKKKKKKKKKKKKKKKK
Bem, a OTAN se importou, os europeus em particular nem se fala.

José Joaquim da Silva Santos

Lógico que vão, foram eles que forjaram isso hehe.

Leandro Costa

Estranho. A negativa do Rússia foi dizer que os drones foram programados para se dirigirem à alvos na Ucrânia, enquanto que a Bielorússia disse que rastreou os drones até a Polônia e acredita que a navegação teve problemas devido à Jamming.

Mas não existe qualquer dúvida que os drones eram Russos. Zero mesmo.

José Joaquim da Silva Santos

Quantos drones russos vc acha que a Ucrania não tem em mãos ? Dá pra montar vários deles só com o estoque de peças de fragmentos abatidos, tá na cara que isso é uma armação do Zé, é só isso que ele faz, auê pra Otan entrar na guerra. E mais, ele sabe perfeitamente que ao ser assinada a paz ele acaba, literalmente.

Leandro Costa

Bicho, você está tentando contradizer fatos com suposições achismos seus baseados em algum tipo de pré-conceito ou visão louca que você tem.

A própria Russa seria EXTREMAMENTE vocal na hora de negar isso e acusar a Ucrânia de usar esse artifício. Ela simplesmente não deixaria passar essa oportunidade de ouro para uma propaganda incrível.

Você está defendendo uma posição insustentável. Nem tenta. Aceita logo a realidade.

José Joaquim da Silva Santos

E qual seria a realidade ? Que a Rússia atacou a fronteira da Ucrania com drones ? Mesmo que fossem decoys, que é o que estãp dizendo ?