GCAP: Japão, Reino Unido e Itália criam consórcio para desenvolver sensores e comunicações do futuro caça
GCAP
Empresas de defesa do Japão, Reino Unido e Itália anunciaram a criação oficial do consórcio GCAP Electronics Evolution (G2E), responsável pelo desenvolvimento do avançado sistema de sensoriamento integrado e comunicações do futuro caça do Global Combat Air Programme (GCAP) — a iniciativa trilateral que busca criar a próxima geração de aeronaves de combate.
O novo consórcio reúne Mitsubishi Electric (Japão), Leonardo UK (Reino Unido) e, pela Itália, Leonardo e ELT Group. A parceria começou a ser estruturada em março de 2023, durante a feira DSEI Japan, e foi formalizada em agosto deste ano, após um intenso trabalho técnico trilateral.
O G2E se prepara para receber contrato da Edgewing — joint venture formada por BAE Systems (Reino Unido), Leonardo (Itália) e Japan Aircraft Industrial Enhancement Co. (Japão) — que atua como integradora principal do projeto do caça GCAP.
A equipe terá a missão de desenvolver o sistema ISANKE & ICS (Integrated Sensing and Non-Kinetic Effects & Integrated Communications Systems), considerado o “cérebro” da aeronave de sexta geração. Esse conjunto integrará sensores, comunicações e capacidades de guerra eletrônica, permitindo processar e explorar em tempo real um grande volume de informações do campo de batalha — um dos diferenciais que deve colocar o futuro caça à frente das plataformas de gerações anteriores.
Além do desenvolvimento, o consórcio também ficará encarregado do Through-Life Support Service (TLSS), serviço de sustentação e suporte ao longo de todo o ciclo de vida do sistema. O centro de liderança do G2E ficará em Reading, Reino Unido, próximo à GCAP International Government Organisation (GIGO) — órgão que reúne os ministérios da Defesa dos três países — e da própria Edgewing, para garantir coordenação direta com os governos parceiros.
Segundo as empresas, o modelo de consórcio garante liberdade de ação e de modificação tecnológica para cada país, além de permitir que os prazos ambiciosos do GCAP sejam cumpridos. O projeto é visto como um marco de cooperação industrial entre Europa e Ásia-Pacífico, com impacto direto no fortalecimento da segurança e no desenvolvimento de competências tecnológicas e industriais nas próximas décadas.
O GCAP, anunciado em 2022, pretende colocar em operação, por volta de 2035, um caça de sexta geração que combinará capacidades furtivas, sensores avançados, conectividade em rede e integração com drones de combate. O novo consórcio eletrônico é considerado um passo decisivo para consolidar a arquitetura de missão que tornará essa aeronave um dos mais sofisticados vetores de defesa aérea do mundo.■

Posso estar enganado, até agora o GCAP é o único conceito de 6 geração que tem design próximo a caças de 5 geração.
O dos Estados Unidos e China lembra muito o ED do filme “Ameaça Invisível”. Futurista.
É único que se parece ser um caça, os outros estão mais para bombardeiros..
E o Brasil 🇧🇷
Cadê os brigadeiro da FAB?
Será que algum ao menos cogitou tentar um contato para tentar entrar em um dos projetos europeus?
Não estamos conseguindo nem adquirir um número aceitável de Gripens…
É como o cidadão que muito mal tem dinheiro para pagar a passagem do õnibus, ao mesmo tempo em que sonha em comprar 1 RAM zero bala e trazê-la de C-5 Galaxy diretamente para sua cidade.
( ) Falta de dinheiro: https://impostometro.com.br/ ?
( ) Falta de boa vontade planejamento?
( ) Falta de conhecimento?
( ) Não temos inimigos?
( ) Chuva ou sol, com aviões ou sem aviões salários estão na conta, isso que importa?
Não tem nem dinheiro para combustível. Dizem que o orçamento da Defesa não tem previsibilidade. Claro que tem, é previsível que haverá cortes, para não ir pensando muito grande.
( ) Falta de dinheiro: https://impostometro.com.br/ ?
( ) Falta de boa vontade planejamento?
( ) Falta de conhecimento?
( ) Não temos inimigos?
( ) Chuva ou sol, com aviões ou sem aviões salários estão na conta, isso que importa?
Olha seu dinheiro do impostometro para o que é aí:
dívida brasileira tá batendo só 90% do PIB.
Faz o “L” Faz “arminha”
https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/09/13/divida-do-brasil-bate-90percent-do-pib-na-medicao-do-fmi-indicador-influencia-juros-veja-a-evolucao.ghtml
Não só esses dois, a lista é grande, governadores, deputados, senadores, vereadores…
Mas eu volto na pergunta original: Algum Brigadeiro ao menos cogitou a participação de um projeto desses?
Militares pensam no futuro ou não?
Militares tem planejamento ou não?
Quando que vamos iniciar um projeto de país e não de governo?
Disseram noutras matérias que isso não é problema…
Rapaz, acorda pra vida, a gente não tá pagando as parcelas do Gripen! Esquece esse negócio de 6G na FAB, provavelmente o Gripen vai voar aqui enquanto o mundo estiver entrando na 7G.
Já acordei faz tempo!
( ) Falta de dinheiro: https://impostometro.com.br/ ?
( ) Falta de boa vontade planejamento?
( ) Falta de conhecimento?
( ) Não temos inimigos?
( ) Chuva ou sol, com aviões ou sem aviões salários estão na conta, isso que importa?
Pergunta do Lule e do Haddad juntos, não temos dinheiro, estão nos sugando até não poder mais, e tu ainda quer parceria num caça 6G?
Não só esses dois, a lista é grande, governadores, deputados, senadores, vereadores…
Mas eu volto na pergunta original: Algum Brigadeiro ao menos cogitou a participação de um projeto desses?
Militares pensam no futuro ou não?
Militares tem planejamento ou não?
Quando que vamos iniciar um projeto de país e não de governo?
cara, cogitar, até eu. Existe um abismo entre cogitar e poder entrar. Cobre seu governante máximo para injetar dinheiro no pagamento dos gripens e não em orçamento secreto, emendas parlamentares e compra de votos conhecidos como bolsa esmola
Ele insiste… Como se os Brigadeiros definissem o orçamento. Eu quero uma Ferrari, só não consigo pagar. Cada raciocínio ingênuo.
Uma hora eles vão conseguir matar a galinha dos ovos de ouro deles e isso não vai ser bom.
só se for para fabricar o trem de pouso de tal aeronave…
Brasil sempre é o cavalo retardatário quando se fala em parceria.
Basta Lembrar faquela parceria na ISS, onde não tivemos a capacidade de entregar um mero componente da estação,e não era algo nem de tamanho considerável que fosse algo complexo.
Esteticamente parece ser de quinta geração, tendo o conceito de sexta geração no PowerPoint dos Estados Unidos e as aeronaves de sexta geração já voando da China.
A Europa sempre esteve um paço atrás dos EUA, não vai ser diferente agora.
Qual aeronave de sexta geração voando na China?
Parece que eles estão dando um passinho de cada vez, e tudo bem nitido e dividido, o interessante, é a Leonardo e MIT juntas, sendo que só uma delas conseguiria fazer tudo, continuo achando que os aviônicos serão diferentes na versão Europeia e Japonesa…. enquanto isso Alemanha e França brigam e a França esconde o que está desenvolvendo para os Alemães não copiarem.
Boto mais fé nesse projeto do que no franco alemão.
O franco-alemão aparentemente vai virar dois, um francês, e outro alemão.