Relatório alerta: Força Aérea dos EUA precisa de até US$ 30 bilhões anuais para recuperar superioridade
Um novo estudo do Mitchell Institute for Aerospace Studies acendeu um alerta em Washington: para recuperar a supremacia aérea que marcou a Guerra Fria, a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) precisará de um aporte adicional de US$ 20 a US$ 30 bilhões por ano.
O relatório, apresentado em 5 de setembro, aponta que apenas investimentos maciços em prontidão, reposição de peças, treinamento de pilotos e expansão da frota poderão garantir a capacidade de enfrentar rivais de peso como China e Rússia.
O documento, intitulado “Winning the Next War: Overcoming the Air Force’s Capacity, Capability and Readiness Crisis”, foi elaborado por John “JV” Venable, coronel reformado da USAF. Segundo ele, o desequilíbrio entre recursos aplicados em pesquisa e desenvolvimento e a escassez de verbas para manutenção e operações enfraqueceram a força. “Precisamos de dinheiro agora”, disse Venable, sugerindo transferir imediatamente US$ 8 bilhões de P&D para aquisição de aeronaves e sustentação operacional.
“Precisamos… começar a nos recuperar o mais rápido possível, porque só conseguimos digerir uma certa quantidade, tão rápido”, disse ele. “Isso é para o primeiro ano. Nos anos seguintes, será necessária a intervenção do Congresso com muito mais verbas para conseguir até 72 F-35, até 20 B-21, até 20 F-15EX, e então fazer todo o resto, em relação à prontidão e recursos humanos. Serão necessários outros US$ 20 a US$ 30 bilhões por ano. Parte disso pode vir do RDT&E, mas o restante do dinheiro precisa vir do Congresso.”
O estudo mostra que, enquanto a frota americana envelhece — com idade média de 26 anos entre caças — a China exibe uma aviação quase toda renovada, com idade média de 8,6 anos e elevada taxa de disponibilidade, estimada em 90%. Já os caças da USAF apresentam índices de prontidão inferiores a 59%, além de um número reduzido de horas de voo para pilotos de combate.
Do final da década de 1980 ao final da década de 1990, os pilotos de combate da USAF realizavam em média 16 horas de voo por mês e eram classificados como “preparados para a guerra”. Esse número caiu para cerca de 10 horas por mês — “preparados minimamente para missões de combate” — em meados da década de 2010. Cinco horas por mês são consideradas “capacidade básica para missões”, e é isso que a maioria dos pilotos de combate tem recebido desde 2020. Venable afirmou que, nesse ritmo, erros e acidentes aumentam e a proficiência em todos os aspectos da missão é prejudicada.
Atualmente, a USAF conta com 750 caças e 121 bombardeiros prontos para combate, distribuídos por diferentes teatros. Para o Indo-Pacífico, seriam cerca de 520 aeronaves, contra 1.142 caças e 197 bombardeiros chineses. “Se tivermos que enfrentar a China, será preciso mobilizar tudo o que temos, enfrentando disparidades que nunca conhecemos”, alertou Venable.
O relatório recomenda encerrar a prática de “aposentar para investir”, preservando qualquer aeronave viável até que novas cheguem à frota. Entre as prioridades, estão o aumento imediato do efetivo de manutenção, a compra de peças, melhorias em sensores, guerra eletrônica e o fortalecimento da cadeia de comando e controle, com destaque para plataformas como o E-7 Wedgetail e mísseis de última geração, como o AIM-260 JATM.
O general reformado Mark Kelly, ex-comandante do Air Combat Command, endossou as conclusões. Para ele, o primeiro passo é restaurar a prontidão da frota atual. “A disponibilidade de aeronaves e a mão de obra de manutenção são a base. Sem isso, não há como falar em superioridade aérea”, afirmou.
A mensagem central do estudo é clara: sem um choque orçamentário de longo prazo, os EUA correm o risco de perder a vantagem que sempre garantiu poder de dissuasão e vitória em conflitos de alta intensidade.■


Too little, too late…
I have to agree, my old friend.
🤣
Que iludidos vocês são
Vocês deveriam se informar melhor e ler uns livros de Geopolítica e História, e estudar a atual situação econômica e demográfica da China antes de falaram baboseiras dessas aqui.
Por favor, indique os livros sobre a China que você está lendo.
Ui, na cara não…!
“situação econômica e demográfica da China”
O ocidente já deve estar uns 20 anos no mínimo esperando uma crise econômica na China. E melhor não contar muito com isso.
Quanto a crise demográfica, boa parte do globo enfrenta o mesmo problema (alguns países e maior proporção, outros menos) com exceção do continente africano e alguns países na Ásia. Sendo um governo oligárquico com um forte projeto de estado, os chineses tem melhores condições de responder uma crise do que as democracias ocidentais atuais.
Alguém anda lendo Seleções
Tão absurdo quanto os que dizem que os EUA são fracos militarmente são os que dizem que eles relatórios são “falsos” apenas pra cavar mais investimentos, e que isso não é a realidade kkkkkkkkkk
Imaginar que há pessoas aqui( com bagagem técnica inclusive) que pregam que somente os EUA podem investir para “dominar o mundo” e o resto, apenas para defesa do próprio território.
Mas isso é uma realidade
mas que teve influencia do partido democrata ( esquerda conspirando a favor da nova ordem mundial, com propagandas pacifistas e enfraquecendo lentamente o poder ocidental) . abdico das armas !!! unilateralmente pois o mundo não terá mais ambição de poder e não haverá mais guerra futuramente !!! só esqueceram de avisar os paises do partido unico ditatorial de esquerda doente por poder como a febre do ouro
Belíssimo argumento!
Com certeza aprendeu essas isso em algum curso da UniZap.
Obs: o comentário acima contém ironia.
Melhor que mind e choquei…que voces tanto apreciam
Também acho isso uma falácia. Eles não colocaram na conta a US Navy, os marines e os aliados, com certeza os números são bem maiores que os que os 750 caças que o relatório mencionou, isso sem contar os aliados na região.
Esse relatório provavelmente deve ter sido financiado pelo lobby da indústria armamentista.
Os americanos deveriam estar focados agora em diminuir a sua divida gigantesca e tentar focar em forças armadas mais modernas e enxutas.
EUA tem mais de 13 mil aeronaves de guerra em seu inventário enquanto a china tem pouco mais de três mil, não dá nem pra começar a brincadeira
Eu discordo. Com um orçamento de cerca de U$ 1 tri ao ano ainda da tempo da USAF fazer as correções e voltar a ter uma frota de caças maior. A compra de apenas 24 F-35A é relativa à 2026, nos últimos anos a USAF vinha comprando 48 F-35A por ano. E parece que ano que vem a Boeing pretende produzir 24 F-15EX por ano. 24 F-35A + 24 F-15EX é realmente muito pouco para conter o rápido avanço chinês. Mas com um orçamento gigantesco os EUA podem mudar isso. Quando ele diz para conseguir até 72 F-35, até 20… Read more »
Acho que faz mais sentido comprar drones porta misseis do que F-15EX, que basicamente tem o mesmo uso. Serão mais baratos, terão manutenção mais rápida e sem precisar manter pilotos nas bases para operação deles.
Salve Henrique! Na minha opinião e um erro eles continuarem a investir em caças de 4.5 geração. Deveriam priorizar a produção dos F-35 e no F-55 e começar a aposentar os caças mais antigos de 4° geração, pois eles consomem muito dos recursos. Algumas células já estão muito degradadas o que prejudica a disponibilidade deles. Em uma guerra contra a China eu duvido que eles façam tanta diferença. Eles não precisam ter mais caças que os Chineses, só precisam ter meios mais modernos e que sejam suficientes para manter uma dissuasão mínima. Drones de alto desempenho também pode ser uma… Read more »
Tem um “detalhe” que está fora dessa equação… A marinha dos EUA também tem uma frota de caças extremamente grande e capaz, inclusive com F35B e C, Super hornets, Growlers, etc…que se for colocado na equação, daí supera em muito a China…
Apesar de a China também ter aviação naval essa nem se compara com a força aérea da Marinha dos EUA
No total EUA tem mais de 13 mil aeronaves militares e a China pouco mais de três mil
Depois da USAF a maior força aérea do mundo é a da US Navy, só depois vem a Força Aérea Chinesa, e logo após já vem a USMC.
Isto é dado da década de 90??
A US Navy tem cerca de 700 caças.
O USMC cerca de 350 caças.
A força aérea chinesa tem cerca de 2.200 caças.
Mais ou menos. A USAF tem cerca de 1.700 caças. Quando soma US Navy cerca de 700 e USMC cerca de 350, o número salta para 2750 caças. A força aérea da China sozinha tem cerca de 2.200 caças. A marinha Chinesa cerca de 120 caças. Da um total de 2.320 aproximadamente. Sim, juntando US Navy e USMC os EUA ficam à frente mas discordo do “supera em muito”. A diferenca é relativamente pequena e com a taxa de produção chinesa é questão de pouquíssimo tempo para igualarem e ultrapassarem mesmo contando as 3 forças americanas. O J-35 esta chegando… Read more »
Enquanto o Ocidente lida com orçamentos em queda, a China nem orçamento tem…
O Ocidente está lidando com orçamento subindo e a China tem orçamento também.
Isso é troco para os EUA, vide o quanto estao gastando na guerra da Ucrânia,ou quanto gastam em ajuda militar para outros países, 350 bilhões de doletas só para Ucrânia já foi gasto. Talvez ,talvez só China tenha essa capacidade de gasto sem quebrar.
A China tem orçamento (é impossível não ter orçamento, não sei de onde você tirou isso) e gasta menos que os EUA. Muito embora o investimento da China tenha aumentado bastante, os dos EUA aumentaram também
A China gasta algo em torno de 250 billhões, os EUA gastam 1 trilhão, e ainda vão aumentar mais.
Queda? Praticamente a OTAN inteira aumentou o orçamento, os EUA pretendem passar 1 trilhão em gastos, isso é 4x mais que a China, a Alemanha irá igualar a China nos próximos anos (pretendem gastar 1 trilhão de euros até 2030), todo o resto da OTAN irá ou dobrar ou aumentar em pelo menos 50% o orçamento, quem diminuiu recentemente foi a Rússia.
Quando dizem “conter a China” o que querem dizer exatamente?
Faze-la desistir de Taiwan, tenho certeza não tem como fazer isso.
Entrar em guerra taco a taco já era…os USA não dão conta.
Tentar limitar a produção chinesa cortando envio de chips…também não deu certo.
A dívida para pagamento de juros dos EUA está, atualmente, em mais de US$ 36,2 trilhões (R$ 196 trilhões), o equivalente a 120% do PIB norte-americano.
Acho que esse estudo tá nasceu furado
“Entrar em guerra taco a taco já era…”
Não fala em TACO senão o Donald fica bravo
“Conter” significa ter poder militar superior para que caso exista um conflito, os EUA tenham superioridade.
Com a alta produção de caças da China, os EUA já perderam a superioridade e precisam rever seus planos para consegui-la novamente.
É isso.
Se a China produz 100 ou 120 caças 5 G e + 150 caças 4G, os EUA deveriam estar produzindo mais que isso para manter a superioridade.
Como estão produzindo bem menos que isso, a China já anulou a superioridade e com o passar dos anos o risco é da China assumir a superioridade frente aos EUA.
Henrique, eu penso que enquanto os EUA não conseguirem se “reindustrializar” novamente, dificilmente irão conseguir acompanhar o ritmo de produção da China. Se tentarem fazer isso sem amplas reformas internas vão acabar quebrando a cara.
O melhor seria por enquanto reconhecer isso e priorizar em forças mais modernas e enxutas.
Hoje pode-se afirmar até um elevado grau de certeza, que a China já superou a URSS em tecnologia e poderio de guerra(soldados, armamentos, etc). O temor que os EUA tinham do Pacto de Varsóvia, era menor do que de Pequim.
Acho que não viu cara,no auge da guerra fria os EUA e a URSS eram equiparadas em poder nuclear, os dois tinham um arsenal gigantesco mas equiparados a china tá longe disso,era dissuasão mútua assegurada,na marinha os EUA ganhavam com folga, na área de navios de superfície principalmente na área de porta aviões, porém a união soviética tinha muito mais submarinos o que igualava a situação nos mares. Os EUA tinham uma força aérea grande mais era do mesmo tamanho da força aérea do país comunista,e na area terrestre os soviéticos ganhavam com folga. Fora que hoje a china não… Read more »
Também acho que a URSS no auge do seu poder era mais poderosa que a atual China. A URSS para época como você mencionou tinha todo uma rede de aliados e uma força terrestre muito poderosa, a única coisa que não tinham (e que levou a queda do seu império) era uma economia robusta igual a China tem hoje.
Até 1970 se tinha a ideia que caso houvesse uma guerra entre o Pacto de Varsóvia e a OTAN, em questão de poucos meses a Europa continental estaria já tomada pela URSS. Acho que a China representa uma ameaça econômica que a URSS nunca representou, mas em questão militar acho que a URSS ainda supera a China, por enquanto.
A China é imparável. Já começa que são 1,4 bilhões de chinas no mundo. Isso, por si só, já é um argumento em si. Aí esses monte de gente, de 40 anos para cá, teve a iluminada ideia de se manter no socialismo mas passar a lutar usando as armas do socialismo somadas às armas do capitalismo. Isso se provou ser uma combinação poderosa. Hoje eu penso que se a URSS tivesse feito o mesmo – e não caído no conto do vigário do Górbi (Gorbachev para os menos íntimos) – estaria de pé até hoje. Eu acho inclusive que… Read more »
Tecnicamente falando, do ponto de vista de emissão monetária, isso é dinheiro de pinga para os EUA, cujos recursos (em dólar) são emitidos pelo Tesouro Americano para quitar gastos públicos sem pudor algum. A dívida atual dos EUA ronda os 37 Trilhões de USD. Os EUA éo único país do mundo capaz de emitir dívida indefinidamente, e ninguém vai reclamar.
Até onde isso irá perdurar… ninguém sabe?
Emitem se alguém comprar a dívida. No momento que não houver quem compre, eles quebram.
Exatamente!
Isso já aconteceu no Japão e sabe quem comprou? O banco central japonês. Ninguém reclamou. O sistema não vai acabar consigo mesmo. A conta fica pros detentores da dívida, que veem seu patrimônio diminuir aos poucos, sem nem perceber. Tenho 54 anos e desde a adolescência escuto sobre a quebra dos EUA…kkkk. Esperem sentados.
Não acho que isso será sustentável a longo/médio prazo. Toda vez que eles imprimem dólares e emitem mais divida, a inflação aumenta, e uma hora a conta vai chegar.
Respondi acima.
Recuperar o que? Eles já possuem a maior força aérea do Mundo, em capacidade, números e poderio. Capacidade para invadir e “dissuadir” países periféricos e de terceiro Mundo talvez? Pois potências atômicas não se invadem, quando entram em “guerra” é no território alheio e com corpos de civis alheios. E se um dia sequer cogitarem em algo do tipo, antes de “superioridade”, vão ter que criar equipamentos capazes de conter verdadeiros enxames de misseis balísticos intercontinentais que irão rumo ao seu território antes de qualquer tiro disparado. Eles criam os próprios inimigos e inventam argumentos para torrar fortunas em armas… Read more »
O primeiro e o maior problema dos EUA é a atual administração, depois o congresso que tb não inspira nenhuma confiança em projetar os rumos do ex. Império. A China tem uma maior capacidade de gerir projetos e de se planejar ao longo do tempo.
A queda acelerada de um império…
No caso do Brasil seriam 3 trilhões anuais para se ter pelo menos uma superioridade aérea
Só há um problema, se começasse uma crise grave entre a China e os USA antes de começarem os combates havia o fim do comercio entre a China e o Ocidente. Onde os chineses venderiam os produtos? O que aconteceria aos milhões de chineses que ficariam sem emprego? Quais seriam os paises que se punham ao lado dos chineses? Todos os paises acham o Trump um louco mas sabem que haverá eleições e o proximo presidente dificilmente seria pior. Agora na China quem virá a seguir ao Xi ? Qual o pais proximo da China irá confiar na China sabendo… Read more »
Se a China entrar em economia de guerra já tá resolvido a questão dos desempregados.
No tempo da União soviética só o caso de serem comunistas e a maioria dos países do mundo serem capitalistas a união soviética já estava na desvantagem, a china é um caso a parte,é um país extremamente capitalista que fabrica de tudo e mais barato do que o ocidente,os outros países dificilmente vai deixar de negociar com a china por causa do Tio sam.
Continua o mesmo problema produzem mais o que? para vender a quem? Vão fabricar armas? É o mesmo que na Russia funciona durante algum tempo mas não funciona para sempre. Porque as armas são feitas hoje para ser destruidas amanha, não há ganho a longo prazo. Mas o problema é que no comercio as pessoas em caso de conflito vão tentar comprar o essencial deixam o que não é urgente para outras alturas e o que os Chineses produzem que é essencial? Petroleo ? Gas? Medicamentos? Comida? tudo isso tambem é importado pela China. Mas se nós olharmos para a… Read more »
“Só há um problema, se começasse uma crise grave entre a China e os USA antes de começarem os combates havia o fim do comercio entre a China e o Ocidente. Onde os chineses venderiam os produtos? O que aconteceria aos milhões de chineses que ficariam sem emprego? Quais seriam os paises que se punham ao lado dos chineses?” Mas quem tá criando confusão é os EUA. Não foi a China que começou a encrencar com coisas já estabelecidas há anos, como o comércio entre as nações e as relações diplomáticas multilaterais. Sem necessidade alguma. Mas respondendo a sua pergunta:… Read more »
Concordo com quase tudo. Mas só acho que a China começou a esticar a corda ao fazer o mapa do mar da china esquecendo as fronteira já aceites internacionalmente.
O engraçado desse livro é que o Papa é Ucraniano.
Sim, o livro é meio profético nesse ponto: foi escrito em 1968 e dez anos depois veio Karol Józef Wojtyła …e o resto é história.
Nossa… meu Deus mano! O problema é que se estourar uma crise que cause a ruptura comercial-politica entre os Estados Unidos é a china, não é só a china que vai sofrer os Estados Unidos também irão, já que a economia americana é dependente da economia chinesa tanto quanto os chineses dependem da economia Americana, quantos milhões de americanos ficariam sem emprego? Aliás a economia chinesa não é voltada para a produção militar é sim para a produção de bens é serviços, outra coisa é quais países a china atacou nos últimos 40 anos?
Os Estados Unidos não podem mais com a China, a China além de ter a grana tem a maior rede industrial do mundo, com a mai8r mão de obra qualificada do mundo e todas as empresas de defesa do país são estatais o que abarateia muito os equipamentos, além é claro de um planejamento de inveja a qualquer nação.
Ué?! E eles perderam a superioridade aérea?!
Superioridade numérica e tecnológica são coisas diferentes, MAS o que ele argumenta faz sentido (porque com o tempo essa superioridade tecnológica pode ser menor). O problema é que em contrapartida existe um esforço bi-partidário em garantir que se gaste melhor, pq lá se gasta muito mal. Isso não quer dizer gastar menos, só menos disperdício. Inclusive o modelo atual de desenvolvimento e pesquisa tem sido constantemente questionado (por ambos os lados) porque favorece atrasos e o que a gente chama aqui no Brasil de “termos aditivos”. O modelo em si dos EUA pra se manter numericamente à frente da China… Read more »
Pois é, inclusive o F-15EX carrega mais armas que o H-6, o bombardeiro estratégico chinês.
Interessante a informação referente às horas anuais por piloto. Aqui na FAB sempre usamos o valor de 150h/ano para pilotos de caça da primeira linha, o que sempre achei pouco. Hoje não voam nem 90h/ano. E, lá nos EUA, voam 120h. Muito pouco pra Força Aérea mais rica do mundo.
Achei estranho esse valor. Em outras fontes dizem que pilotos de combate dos EUA voam entre 180 e 250 horas por ano.
Também achei.
Bora lá ligar a impressora de papel moeda!
Também achei.
O Brasil gasta bem menos que isso por ano, algo em torto de U$ 20 BI em toda estrutura de defesa, isso incluindo os gastos com pessoal ativo, inativo e os jatinhos da FAB exclusivos para autoridades, EUA é uma super potência e está sempre inovando em tecnologia militar, nem mesmo a china é páreo para eles…
30 bi.
Pra nós 50% a mais que todo orçamento de defesa.
Pra eles: aumento de 3% ou menos. Dinheiro de pinga.