Tejas MK-1A

Tejas MK-1A

A Força Aérea Indiana (IAF) se prepara para incorporar três novos esquadrões equipados com caças Tejas Mk1A até o final de 2026, à medida que os gargalos no fornecimento dos motores norte-americanos GE F404 começam a ser resolvidos. A medida representa um passo decisivo na modernização da frota indiana e na substituição de aeronaves antigas, como o MiG-21 Bison.

O primeiro dos novos esquadrões será o No. 3 ‘Cobras’, atualmente sediado na base aérea de Nal, em Bikaner (Rajastão), que está em transição do MiG-21 para o Tejas Mk1A. Um segundo esquadrão também será instalado no Rajastão, provavelmente próximo à fronteira oeste com o Paquistão. O terceiro será ativado em Srinagar, no território da Caxemira, com o No. 51 ‘Sword Arms’ sendo apontado como o provável operador.

Há ainda especulação sobre uma quarta base: Naliya, no estado de Gujarat, onde o Esquadrão No. 18 ‘Flying Bullets’ já opera variantes do Tejas Mk1 e LCA-T Mk1.

O plano de aquisição da IAF prevê um total de 180 caças Tejas Mk1A. O primeiro contrato, assinado em fevereiro de 2021, contempla 83 aeronaves (73 de combate e 10 treinadores biplaces). Um segundo pedido de 97 unidades já foi aprovado e está em processo de aquisição.

A fabricante estatal Hindustan Aeronautics Limited (HAL) está ampliando sua capacidade de produção. O objetivo é passar das atuais 16 unidades por ano para 24 até 2026-27, com a meta de alcançar 30 caças por ano até 2030. Esse aumento é essencial para cumprir os prazos de entrega das duas encomendas.

Cada esquadrão de combate da IAF opera, em média, entre 16 e 18 aeronaves, além de unidades reservas para treinamento e reposição. Com os dois contratos, a Força Aérea Indiana terá caças suficientes para equipar cerca de dez esquadrões — consolidando o Tejas Mk1A como um dos pilares da defesa aérea indiana para a próxima década.■


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juggerbr

Podem não ser os caças de quinta geração que a India precisa urgentemente, mas são aeronaves feitas em casa, sem risco de embargos.

Marcelo

O motor pode sofrer embargo…

Rafael

concordo,mas, a Índia sabe costurar os acordos muito bem, sempre que podem optam pela transferência de tecnologia, então, seria um problema temporário,ate fazer ou comprar um novo motor.

Gabriel BR

O Tejas é recheado de tecnologias estrangeiras e pode sim ser alvo de embargo. Mas risco politico é uma coisa que pode ser administrada e os indianos são PHD nesse assunto.

Jorgemateus77

tendo isso em vista o risco é zero
indianos sabem se relacionar bem com geral
deveriam dar aulas para um certo cupañero e o governo “democrático” dele

adriano Madureira

“deveriam dar aulas para um certo cupañero e o governo “democrático” dele”… Para alguns certamente o mais cômodo e prazeroso deveria ser beijar a bunda do narcisista laranja e ir no reality show do salão oval e receber bullying como o presidente Zé Lensky e o Cyril Ramaphosa. Talvez ver Lula balançando o rabo como uma cadela no cio como o poodle do miliciano evangélico ou do vassalo de El Salvador,seria mais digno. Não meu caro, os estados unidos estão nós incomodando com seu presidente arrogante,“inapto e inepto” . Mas Estamos conversando com outros países,afinal existem outros 191 além dos estados… Read more »

Last edited 6 meses atrás by adriano Madureira
Pedro

se o cupañero no mínimo ligasse para conversar ja seria uma coisa…mas deve dar muito trabalho pegar num telefone….mais do que arranjar novos parceiros….mas acho que ele prefere fazer textão pra galera tb e continuar provocando..

Last edited 6 meses atrás by Pedro
adriano Madureira

Conversar oquê?! Sério que você falou em conversar ou você tem memória seletiva meu caro?! O Brasil se mostrou apto e aberto a conversações,mas ao contrário de nós, a casa branca se mostra hostil as tentativas… Em 11 de Agosto,uma reunião com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, que estava marcada para esta quarta-feira (13), foi cancelada após articulação da extrema direita brasileira. Você acha mesmo que devemos dar uma de palhaços e ficarmos nós humilhando para eles resolverem pensar em cogitar uma audiência entre membros de governo?! “Quem muito se abaixa o rabo aparece”… Não somos… Read more »

Luís Henrique

Nós estamos com a pior taxa porque o que esse governo fez e o STF fez foi enxergado pelos EUA como ditadura do judiciário, atos não democráticos, etc. Basta o governo e o STF pararem com os absurdos e os EUA negociam tarifas mais baixas. Mas o sr. é cego para ver isso. Lula e Temer foram processados na 1a instância após o final dos seus mandatos, pois essa sempre foi a lei. Agora o STF “mudou o entendimento” e estão julgando o Bolsonaro em vez de deixarem para a 1a instância. Existem dezenas de jornalistas que FUGIRAM do Brasil… Read more »

adriano Madureira

“Nós estamos com a pior taxa porque o que esse governo fez e o STF fez foi enxergado pelos EUA como ditadura do judiciário, atos não democráticos, etc”. Meu caro Luis Henrique, irei responder seu texto com uma resposta sutil: Nem com o telescópio hubble e o James webb juntos, o governo americano conseguiria discernir sobre oque é ditadura ou democracia meu caro,simples assim… Quem sabe se você tiver realmente a boa vontade de pesquisar com quem os estados unidos mantém laços comerciais e econômicos, você veria que Washington não tem envergadura moral para questionar os relacionamentos do Brasil com… Read more »

Cristiano GR

kkkkk O metalurgico de 6 meses leu muitos livros kkkk. Ler livros não vai fazer de ninguém um bom governante. apenas por ler livros. Fosse assim os bibliotecários seriam os melhores governantes. “Mas tem gente que tem político de estimação e visão torpe nesse país.” Única parte que dá para levar a sério e concordar no teu texto. Pf! O cara ganha a faca e o queijo na mão para ter o apoio dos EUA para combater e acabar com as facções do país, bastando para isso ele enquadrar elas como terroristas, mas ele, deixando explícito o vínculo e a… Read more »

adriano Madureira

Amigo, o metalúrgico,que ao contrário do miliciano frouxo,que nunca leu um livro e fala isso com orgulho,ao menos se mostra mais capaz do que o Bucho de balão

O miliciano reconheceu e falou:

“Livro eu não leio mais, não dá, não tenho tempo. Sou sincero. Eu tenho rede de Zap e informações”.

Outra pérola do estadista foi quando foi questionado se tinha o hábito de ver filmes. “Não dá. Só vejo futebol”, disse…

Lula não é santo,Lula não é gênio,mas certamente é mais habilidoso do que um vagabundo que passou quarenta anos vagabundeando no parlamento.

Baixo clero raiz!

Rinaldo Nery

O teu anti-americanismo é cômico. Já pediu o “Red card” chinês? Amigo, o Trump foi claríssimo na sua carta: impichem um careca, e o tarifaço acaba no dia seguinte.

Machado

Parabéns

EduardoSP

Pois é, tomaram tarifas de 50% dos EUA.
Como nós.

George A.

Tava lendo os comentários e pensando justamente que a galera tava igonorando isso rsrs.

mauricio

esse tipo de informação não sai na Zap News

Elias

https://youtu.be/q8p_AG6PcIY?si=011VdZ7-Z7M7_XFG
Apesar de falar sobre automóveis, se estende tambem de softer em questão de segurança nacional.
Se IA(inteligência artificial) esta armazenando dados a nível civil , imagine a nivel militar.

J-20

Motor: EUA
Eletrônica: Israel
Assentos ejetores: RU
Mísseis: mix de indiano, russo e padrão OTAN.
Claro que vai sofrer com embargo

BlackRiver

Imagina a cadeia logística disso tudo em um Brasil da vida?

J R

Dificuldade zero, olhas nossos F-5, eletrônica israelense, radar italiano, motor fora de linha, só Deus sabe onde arrumam peças, acento americano, armas israelenses, sem contar o Gripen, onde tem “n” fornecedores de países diversos, isso se faz com planejamento logístico, não é nenhum “bicho de 7 cabeças”.

Last edited 6 meses atrás by J R
Rinaldo Nery

“Acento” dói ao ler. Agudo ou circunflexo? O “assento ejetável” é inglês: Martin Baker.

Luciano

Eles nacionalizaram 60% do avião, nos próximos lotes, pretendem chegar a 75%.

Carlos Campos

Embraer já faz isso,e muito bem, não troca aviônico todo ano

Gabriel BR

O Gripen E nesse aspecto tem o mesmo nível de complexidade

Luciano

O assento ejetor é Martin Baker, britânico.

J L

Como diz o texto, com motores americanos, GE F404.

Gabriel BR

Eu confesso que não sou o maior fã da indústria aeronáutica indiana, mas é impressionante a evolução tecnológica que eles estão conseguindo. O Tejas inclusive terá uma versão naval…

Fernando Vidal

Sem dúvida. Quando falam do Tejas no Brasil sempre penso que seria o avião ideal para a Aviação Naval.

J R

Pra aviação naval acho ele uma boa opção, mas para a FAB acho melhor ficar longe desse cara.

Antonio Ribeiro

Bem ou mal, estão tentando. Podem apanhar, mas estão tentando ser autossuficientes em tecnologia e ter o know how

Vitor Botafogo

Exatamente! E Claramente possuí apoio político para financiar esta curva de aprendizado. Se Conseguirem exportar será uma tremenda vitória.

Kornet

Só espero que não exportem para a FAB rs.

adriano Madureira

Se forem melhores que o A-1 AMX,porquê não?!

O Tejas Mk1A é geralmente considerado um caça superior ao A-1 AMX em termos de capacidades e tecnologia. 
O Tejas Mk1A é um caça de quarta geração, equipado com aviônicos avançados, radares multifuncionais e sistemas de guerra eletrônica, enquanto o AMX é um caça mais antigo,

Last edited 6 meses atrás by adriano Madureira
Fernando Vidal

O Tejas poderia ser uma excelente alternativa aos AF-4 da Aviação Naval, pois qualquer limitação que possivelmente eles tenham ainda assim devem ser muito superiores aos Skyhawk

adriano Madureira

Também poderiam Fernando Vidal ! Lógico que todo brasileiro gostaria de ver aeronaves navais de ponta servindo a MB,belos Rafales ou F/A-18 SuperHornet,o Tejas não é bom,mas não é excepcional. Mas os caças citados são caças embarcados,não temos porta-aviões e portanto acho que seria desnecessário caças navais nato para substituir os A-4 Skyhawk. Poderíamos muito bem adquirir soluções mais baratas e alternativas que podem suceder os caças americanos. Tem o FA-50 Fighting Eagle, que é uma aeronave supersônica,radar AESA e tem versão naval. Pode ser armada com mísseis ar-ar de curto alcance AIM-9 Sidewinder, mísseis táticos ar-solo (AGM) AGM-65 Maverick, Munições Conjuntas de… Read more »

Aéreo

Os indianos com a sua indústria aeronáutica, os brasileiros com a sua indústria espacial, os iranianos com a sua indústria de defesa AA e os australianos com a sua indústria de submarinos disputam para ver quem é mais ineficiente.

juggerbr

Não esquece da indústria nuclear brasileira… Entre muitas outras…

Fernando Vidal

Não entendi. Temos auto-suficiência na produção de rádio isótopos. Produzimos nossas próprias ultra-centrífugas e dominamos todo o ciclo de enriquecimento…Isso sem falar que estamos a caminho de homologar um reator para propulsão naval…

Joanderson

Tira o Irã disso,esse país tá sobre sanções a anos e mesmo assim ainda consegue êxito.

Claudio

Salve senhores camaradas do do Aéreo e Trilogia!

Vejamos destes três esquadrões, quantas aeronaves irão até 2027.

NOTA: ainda tem sites divulgado possível manobra de interesses, no sentido de a EMB emplacar o KC390 em Nova Deli e por sua vez os Hindus largarem pau na FAB com o Tejas.

Sgt Moreno

Fernando Vidal

Ok. Mas por mais limitações que tenham não devem ser inferiores aos nossos AF-5M, A-1M ou F-16A usados. Além disso poderíamos realizar a montagem final no Brasil com a integração de sistemas buscando uma maior integração com os Gripens. Por exemplo aviônica da AEL, integração do míssil A-Darter, entre outras coisas.

Last edited 6 meses atrás by Fernando Vidal
Fernando Vidal

Sempre penso nesse caça como uma boa alternativa para a Aviação Naval, haja vista já possuir uma versão para uso em PA em desenvolvimento… Além disso poderíamos incorporar vários sistemas próprios nesses aviões… Certamente seriam muito superiores aos Skyhawk da Marinha.

Emmanuel

Caça para a Marinha é o Gripen.
Caça que será produzido no Brasil.
E antes de comprar caça a Marinha tem que pensar em comprar navios. No futuro, que será muito distante, quem sabe um lote do nosso Gripen.

Guizmo

Discordo. Tem que pensar paralelamente. Pensar em navios de superfície e não em aviões é mentalidade de 1935

Emmanuel

Foi por ter esse pensamento paralelo que, HOJE, a Marinha não tem nem navios e nem aviões.

Guizmo

Negativo. A MB não tem nada pois é péssima gestora e a estrutura das FFAA é amarrada ao que falamos há anos por aqui.

Se fosse assim, Marinhas de países com o PIB MENOR ou similar ao nosso não teriam o binômio Navio/Aeronaves, a saber: Espanha, Itália, Turquia, Coreia

Emmanuel

O serviço público em geral não sabe gerir seus recursos.

Foi por querer demais que a MB não tem quase nada.
O A-4 foi SÓ mais um erro junto com o São Paulo, submarino nuclear, e por aí vai…
Pensar em caça na atual conjuntura é como achar que é certo ter um submarino nuclear. Mas é só MAIS UM devaneio.

J R

nós perdemos o A-12 quando a soberba da MB venceu a razão e não aceitaram pagar os franceses para reformar o SP, acharam que reformar um monstro daqueles era igual reformar o Parnaíba, deu no que deu, perdemos $$$, vidas, tempo e por fim, a capacidade de operar um PA.

J R

O Gripen não possui e nem possuirá versão naval, a MB bem ou mal, precisa de um avião que consiga operar embarcado, e esses aviões são bem restritos, tirando russos e chineses que dificilmente vamos comprar, sobra Rafale, F-18 e F-35, todos muito caros pra nós, então tem aí o Tejas, vamos operar em pequenas quantidades, a MB não vai perder sua capacidade de operar embarcado e pode treinar ocasionalmente com marinha amigas.

Emmanuel

O Gripen para a MB, num futuro bem distante, não é para operar em porta aviões e sim como os A-4, em terra. Por isso qualquer compra que não seja o GRIPEN, para a MB, é um erro.

Se a MB não tem dinheiro para comprar patrulha imagina caça embarcado sem ter porta aviões.

adriano Madureira

E qual o problema da MB adquirir Gripen-C/D ou E/F para serem operados em terra? Rússia,França,Índia,Reino Unido,Espanha e China tem aeronaves navais baseadas em terra,mas somente o Brasil por causa de frescura de brigadeiros recalcados querem o monopólio dos céus somente para eles… Acho que a FAB levando em consideração que foi uma força nascida por último,com apenas 84 anos de existência,é uma das forças que menos tem autoridade para impor algo ou vetar prioridades de outras organizações militares. A frente dela vem a Marinha do Brasil,com 284 anos nas costas e com muitas cicatrizes e feitos,como o Exercito Brasileiro… Read more »

Rinaldo Nery

Alternativa boa pra MB são navios…

Antônio Márcio Leão

Quando a FAB adquiriu o Gripen E/F, um dos motivos foi o custo de hora de vôo, permitindo o treinamento de pilotos a um custo menor. Toda aquisição de caças envolve três pilares, cada um representando, em média, 1/3 do custo total: custo de aquisição, custo de manutenção/ atualização da aeronave e custo de treinamento dos pilotos/ mecânicos. O ideal seria adquirir outro caça com o mesmo motor do Gripen, a permitir a troca de motores entre as aeronaves distintas. O Brasil é um país que investe pouco em armamentos, por isso a necessidade de maximizar a utilização dos mesmos.

CR Sertão

Parece que o Gripen já ficou no que está mesmo. Não duvido um escambo destes Tejas por KC 390 não.

Emmanuel

O Tejas lembra o Osório. Por fora é nacional, por dentro, nem tanto.

Tejas é um excelente caça para a Índia. Para o Brasil é o Gripen.

Gabriel BR

Caça Naval bom para o Brasil é o Rafale M.

Luciano

O Tejas Mk1A é muito interessante. Especialmente pelo tipo de armas que pode carregar. Por Deus, o aviaozinho pode carregar dois Bhramos NG, só isso já vale preço. A logistica não é mais difícil do que a do Gripen.

Eu acho que quando o Comandante da FAB disse que o Tejas é uma opção de segunda ou terceira linha, ele falou sério. Mas ele não disse quando, e eu acho que tem a ver com observar o Tejas em operação nesses esquadrões indianos, e os acordos comerciais e de defesa do Brasil com a India.

Luís Henrique

O Tejas Mk1A não é um caça top de linha mas é bom. É um caça leve mas tem sensores modernos como radar AESA e armas interessantes. E o que torna o Tejas Mk1A atrativo é o seu custo/benefício. Para países com orçamentos limitados é uma opção interessante. Recentemente a Índia fechou a compra de 26 Rafale M para a marinha indiana por 63.000 à 64.000 crore e o último contrato de Tejas Mk1A custou 65.000 Crore para 97 Tejas Mk1A. Cada Rafale M saindo por + de 2.400 Crore e cada Tejas Mk1A saindo por cerca de 670 Crore.… Read more »

felipe

Acho o JF-17 mais interessante…divide vários items com o J-10C por exemplo e pode levar o PL-15E. Custa apenas USD 25 milhoes e não corre o risco de ser embargado pelos EUA (o Tejas usa motor americano e corre o risco). NMO, seria o substituto ideal dos AMX e seria interessante caso futuramente também pensemos em adquirir os J-10C para complemtar os Gripen (que já nos foi oferecido) e quem sabe o J-35 (poderia ser na versão naval tb, para substituir os A-4). Está na hora de pensarmos no melhor para a nação, sem nenhum viés e os vetores chineses… Read more »

Luciano

Sim, tu tens razão, o avião é e bom. Mas…vamos comprar essa briga? Complicado, tem coisas mais importantes que seriam afetadas por uma aquisição do JF17.

adriano Madureira

E qual o problema em comprar essa briga?!

Se até vassalos dos americanos e europeus compram e usam, por que com o Brasil é algo perigoso de se fazer?!

As vezes as pessoas se levam por alarmismos exaferados…

Luís Henrique

O Azerbaijão comprou recentemente 40 JF-17 Block 3 por U$ 4,6 bi.

O que da U$ 115 mi cada no pacote completo.

Bem distante de U$ 25 mi.

Também é uma boa opção de caça barato, mas não é tão barato assim.

Alexandre Fontoura

O problema é que muita gente faz “conta” de padaria na hora de falar em custo unitário dos caças. Sim, se você dividir o valor total do contrato dos Gripen pelo número de unidades, cada avião sai por mais de US$ 130 milhões. Mas o custo unitário da aeronave, sem os demais “penduricalhos” é de US$ 80 a US$ 95 milhões.

J R

O Tejas só esta em discussão pq a Índia pretende fazer uma compra monstro de KC, se o Paquistão quiser fazer uma compra igual, a FAB pode cogitar o JF-17, caso contrário, ele esta totalmente fora de questão.

adriano Madureira

Eu já não gosto do JF-17,uma aeronave que pode ser até boa, mas que a própria força aérea chinesa,nem operar opera…

Se for para ir de aeronave chinesa,melhor escolher um produto que eles usam:
O J-10C !

Força Aérea do Exército de Libertação Popular: 236 J-10A, 55 J-10B, 220 J-10C, 77 J-10S em 2023.



Fábio Mayer

Em o Brasil adquirindo 36 Gripen, e parando por aí, o que é muito provável, o Tejas é uma boa opção: uns 24 a 36 deles, novos, e a FAB voltaria a ser uma força aérea…

Gustavo

Eu fico pensando, pra quem conseguiu perder 3 Rafales por falta de adestramento, o que será feito com esse projeto de caça.