Operação CHESSMAN: caças britânicos, suecos e poloneses protegem o espaço aéreo no Báltico
A Operação CHESSMAN, liderada pelo Reino Unido desde a 22ª Base Aérea Tática em Malbork, Polônia, reforça o patrulhamento aéreo da OTAN no leste europeu e intensifica a capacidade de resposta imediata a incidentes com aeronaves russas no Mar Báltico.
A missão, iniciada em maio de 2024, reúne aeronaves de três países sob estrutura operacional coordenada. A Royal Air Force (RAF) opera com caças Eurofighter Typhoon FGR4 do II(AC) Squadron, apoiados pela estrutura do 140 Expeditionary Air Wing.
A Força Aérea Sueca, em sua primeira participação operacional desde sua adesão à OTAN em 2024, contribui com Gripens JAS 39 C/D, integrando seu comando à missão. A Força Polonesa emprega MiG‑29 Fulcrum modernizados, atuando como força anfitriã.
Com mais de 460 horas de voo e mais de 20 acionamentos de alerta rápido (scrambles) até agora, Operation CHESSMAN promoveu treinamento conjunto com 13 nações parceiras e reafirma o compromisso de manter prontidão contínua no patrulhamento aéreo da região.
Aeronaves e capacidades envolvidas
- Typhoon FGR4: equipado com radar Captor‑M, sensor infravermelho PIRATE, e sistema de guerra eletrônica. Armado com mísseis AIM‑132 ASRAAM e AIM‑120 AMRAAM, além de compatibilidade com o sistema Link 16 da OTAN.
- Gripen JAS 39 C/D: moderno caça sueco multifunção com radar PS‑05/A, conectividade de guerra em rede e armamento IRIS‑T e AMRAAM.
- MiG‑29 Fulcrum polonês: plataforma legada mas modernizada com comunicações compatíveis com OTAN e atualizações de cabine digitalizados, equipada com mísseis R‑73 e R‑27.
Interceptações e contexto estratégico
Nos últimos meses, os Typhoons britânicos e Gripens suecos interceptaram múltiplas aeronaves russas — incluindo bombardeiros Tu‑95 e Tu‑22M, além de caças Su‑27 — que entraram sem autorização no espaço aéreo da OTAN, sem plano de voo ou transponder ativo.
Esses incidentes reforçam a necessidade de uma postura de defesa aérea robusta e integrada na fronteira leste da OTAN, e destacam CHESSMAN como um instrumento de dissuasão e vigilância permanente.
Interoperabilidade
A operação demonstra a eficácia da integração multinacional, soberania tecnológica e interoperabilidade entre diferentes doutrinas aéreas. A presença simultânea dos três tipos de caças forma um sistema escalonado de defesa, capaz de responder rapidamente a qualquer ameaça aérea.
FOTOS: MOD UK







Em breve isso não será mais necessário pois aqueles pequenos países bálticos voltarão para o seio da Mãe Rússia. Eles pertencem a ela.
Quanto macho para proteger as prostitutas do Báutico…
Para quê que a Rússia vai perder tempo incorporando esses três países?!
Somente para inchar o estado russo com esses três peões da europa?!
Seria somente para arranjar mais problemas…
“Para quê que a Rússia vai perder tempo incorporando esses três países?!”
Aí você tem que perguntar pro Putin.
O governo do Brasil precisa mandar encerrar a operação Tapio que começa agora em agosto com exercícios militares aéreos com forças norte americanas em Campo Grande. Essa operação é para disfarçar um suposto sequestro do ex presidente para leva-lo paea os EUA como asilado político. Diante das ameaças que o país está sendo submetido não se pode confiar nesses caras.
O governo precisa cancelar imediatamente a operação TAPIO que começará no mês de agosto em Campo Grande. Essa operação é um exercício militar em conjunto com a força aérea americana. Diante das ameaças em que o Brasil foi submetido pelo governo dos EUA, há suspeita que esse exercício é para disfarçar e propiciar um sequestro do ex presidente para os EUA como asilado político.