L3Harris revela novos veículos lançáveis Red Wolf e Green Wolf para missões letais e guerra eletrônica
Red Wolf
A L3Harris Technologies apresentou hoje sua nova linha de veículos lançáveis de efeitos múltiplos, batizada de “wolf pack”, composta pelos modelos Red Wolf™ e Green Wolf™, em resposta à crescente demanda do Departamento de Defesa dos EUA por munições avançadas, versáteis e de baixo custo para operações conjuntas em múltiplos domínios.
Os novos veículos autônomos podem ser lançados a partir de plataformas aéreas, terrestres ou marítimas. O Red Wolf é voltado para ataques cinéticos de precisão a longas distâncias, enquanto o Green Wolf atua como uma plataforma de guerra eletrônica, equipada com capacidades de ataque eletrônico, detecção, localização e coleta de informações de sinais. Ambos os modelos contam com software de última geração que permite reorientação em voo, colaboração em rede e operação em enxame com outras aeronaves não tripuladas.
“Nosso ‘wolf pack’ oferece às Forças Armadas uma vantagem estratégica ao encurtar cadeias de engajamento de longo alcance e neutralizar ameaças em ambientes contestados, protegendo ativos vitais,” afirmou Ed Zoiss, presidente da divisão Space and Airborne Systems da L3Harris. “O Red Wolf e o Green Wolf são letais, modulares, acessíveis e prontos para caçar.”
Os veículos foram projetados, desenvolvidos e testados ao longo dos últimos cinco anos, com mais de 40 voos de ensaio já realizados. Um dos diferenciais do projeto é a possibilidade de recuperação dos sistemas, o que permite reutilização e troca de cargas úteis conforme a missão. A L3Harris prevê a produção de dezenas de unidades ainda em 2025, em um esforço de baixa escala que será apoiado por expansão de infraestrutura e automação industrial.

Como é a recuperação de um sistema como este ?
Comprando um novo.
Acho que não. “Um dos diferenciais do projeto é a possibilidade de recuperação dos sistemas, o que permite reutilização e troca de cargas úteis conforme a missão.”
O Red será utilizado para ataque sintético, então não retorna.
O Green para “guerra eletrônica, equipada com capacidades de ataque eletrônico, detecção, localização e coleta de informações de sinais”.
Pelo formato e possível velocidade o Green não será recuperado por cabo ou rede.
Colocar um paraquedas dentro dele ocuparia um espaço muito grande para os sistemas necessários a missão e combustível.
Se o Green “vai e volta” necessitará de muito mais combustível para ter um alcance semelhante ao Red.
Só se utilizarem para missões de curto alcance.
Um trilhão de dólares anuais em defesa, somado ao Foreign Investment Act, implica em um efetivo subsídio à indústria de defesa americana. Além disso, o fato de atrelar o gasto de defesa dos países da OTAN ao percentual do PIB, implica em um vaca leiteira de encomendas garantida, sustentando o Complexo Industrial Militar pela eternidade.
Esse Green aí da medo, imagina ver seus radares tendo interferência de un lado, e depois do outro, te deixando cego, acho que foi esse o Terror Iraquiano na Tempestade no Deserto com o ataque eletrônico antes das antenas serem destruídas, mas desse vez o inimgo tem um RCS ainda menor e pode te atingir ainda mais de longe.
Acho que não de mais longe, mas mais barato. Os tomahawk ficaram muito caros (continuam sendo bons), além dos veículos de lançamento serem caros (mover frota marinha é caro), somando tudo, muito dinheiro e a produção não pode ser tão grande. o problema que esses novos pedidos soluciona (de outras empresas que atendem isso também) é serem mais baratos e serem produzidos em maior quantidade mais rápido. A distância eu acho que vai ficar mais ou menos a mesma, talvez até um pouco menos, o alcance do tomahawk já é muito grande.