Filipinas assina contrato de US$ 700 milhões com a sul-coreana KAI para aquisição de 12 caças FA-50PH Block 20
A Força Aérea das Filipinas (PAF) firmou um contrato avaliado em aproximadamente US$ 700 milhões com a fabricante sul-coreana Korea Aerospace Industries (KAI) para a aquisição de 12 caças leves FA-50PH Block 20. A entrega das aeronaves está prevista para ser concluída até 2030, elevando a frota total da PAF para 23 unidades do modelo, após a perda de uma aeronave em um acidente ocorrido em março deste ano.
O novo lote de caças representa uma atualização significativa em relação às aeronaves adquiridas anteriormente. Os FA-50PH Block 20 virão equipados com radar de varredura eletrônica ativa (AESA), capacidade de reabastecimento em voo por sonda telescópica compatível com sistemas de mangueira flexível e integração para uma gama mais ampla de armamentos ar-ar e ar-solo. Essas melhorias visam aumentar a autonomia, a consciência situacional e a letalidade das aeronaves.
Além das aeronaves, o contrato inclui suporte logístico e serviços de treinamento, garantindo a operacionalidade e a manutenção eficaz das plataformas. A decisão de adquirir mais FA-50PH segue-se à experiência positiva da PAF com os 12 jatos entregues entre 2015 e 2017, que desempenharam papéis cruciais em operações de combate, incluindo missões contra insurgentes no sul do país.
A KAI tem expandido sua presença no mercado internacional de defesa, com vendas recentes do FA-50 para países como Polônia e Malásia. A empresa sul-coreana almeja posicionar-se entre os quatro maiores exportadores de armas do mundo até 2027.


Pense num avião que eu gostaria de ver uns 50 aqui para ataque ao SOLO!
Dos lift parece ser o mais capaz realmente, melhor que f16 usado…
Esse é o F-5 do século XXI!! A Saab é a Boing pode tentar tomar esse lugar se treinador ficar anabolizado e se tiver junto um FMS, ainda acaba o mercado para os concorrentes!!
E um aviãozinho bem esperto, passa sensação de confiança para operar!
58 milhões, por avião. Muito barato. Se forem mais aviões, cai o preço. É opção para a FAB.
No segundo lote cada Gripen deve sair por algo entre 65 e 85 milhões de dólares, por mais que eu seja um fã do FA-50, a diferença não é tão grande e se considerarmos que além de comprar esses caças teremos que fazer uma serie de adaptações (pessoal, ferramental e estrutural) essa diferença cai mais ainda, sem contar que temos uma linha de montagem no Brasil
Se não tiver dinheiro para 70 Gripens, ou se for preciso demorar 10 ou 12 anos para receber mais, o que a FAB deve fazer? Tu sabes que o Brasil é enorme, e precisa ser vigiado por muitos aviões.
O Comandante da FAB já disse o que vai fazer, e não é somente por causa de dinheiro, mas também para ter um sistema de armas de otra origem.
O mesmo dinheiro que compra 70 FA-50 compra 54 ou 55 Gripen produzidos no Brasil, com muito mais capacidade de armamento.
outra que sistema de arma de outra origem, não pode ser sul coreano e sueco, forçando a barra poderia ser francês, que no final é tudo OTAN ou praticamente ocidental, teria que ser chinês ou russo. A única vantagem de ter um caça que não seja Gripen e sendo da mesma geração (4+) é no caso extremo de ser necessário groundear os caças suecos
“…outra que sistema de arma de outra origem, não pode ser sul coreano e sueco, ”
Por que não pode?? E quem compraria 70 FA-50? Se fosse para comprar, seria em torno de 24 unidades, para substituir os A-1M. Mas, duvido muito que a FAB vá adquirir outro vetor.
Concordo. Vão pagar U$ 700 mi para 12 FA-50. No nosso caso estamos negociando de 12 à 15 Gripen E por cerca de U$ 1 bi. Pouca diferença de valor e uma diferença bem grande de capacidades. Um contrato novo de Gripen E deve girar em torno de U$ 150 mi por caça, no pacote completo. O FA-50 custa bem menos, neste caso o Gripen E sairia por 2,5x o preço. Mas como já temos toda a estrutura para produzir os Gripen aqui, novos pedidos são consideravelmente mais baratos, como você disse, entre U$ 65 e U$ 85 mi. Neste… Read more »
Espero estar errado, mas duvido muito que um Gripen E/F saia por 65 milhões de dólares. 85 até pode ser, mas menos que isso é muito difícil.
Esse é um caça barato que mercado em países que não tem orçamento para investir em caças de primeira linha mas querem um caça pequeno com tecnologia de ponta para que tem um excelente custo/benefício, eu vejo mercado na América Latina, África e Ásia, países como Paraguai, Uruguai, El Salvador, Honduras, Guiné e tantos outros países de orçamento pequeno que precisem de uma pequena força aérea mais para policiamento e proteção!
Esse caça poderia num futuro ser um AF-2? Ele ou o M346?
Parece ser mais capaz que o m346
“países que não tem orçamento para investir em caças de primeira linha”
Não estou defendendo a compra do vetor, tanto porque não tenho juízo de valor sobre o mesmo, mas descreveste perfeitamente o Brasil nesta frase.
“Esse é um caça barato que mercado em países que não tem orçamento para investir em caças de primeira linha mas querem um caça pequeno com tecnologia de ponta para que tem um excelente custo/benefício”.
Acho que estamos inseridos nessa sua opinião pessoal, não temos um orçamento seguro e estável, portanto…
Pra países como Uruguai e Paraguai, se quiserem manter uma Força Aérea minimamente moderna e com “poder de fogo” que “caiba no bolso”, um MIX de 12 FA + 20 ST não seria nada impossível…
Não digo nem 12, já que são países que não costumam investir muito, mas que poderiam comprar 6, já alcançariam um nível nunca visto em suas forças. Acredito que esses países nunca voaram supersônico
A Marinha do Brasil, adquirindo uns seis desses para ocupar o lugar dos A-4 SkyHawk,fazendo uma boa negociação com termos vantajosos e até usando moeda própria para a aquisição. A PAF adquiriu as aeronaves com um investimento de aproximadamente 40 bilhões de pesos filipinos, por 12 novos caças leves FA-50. O governo da Tailândia adquiriu seus T-50TH em um primeiro acordo com a Korea Aerospace Industries para o fornecimento de quatro T-50TH TCBMS foi assinado pela Força Aérea Tailandesa em setembro de 2015. Seu custo foi de 3,7 bilhões de bahts (US$ 110 milhões) . O contrato para o fornecimento de mais oito aeronaves… Read more »
Vejam que esse tipo de caça não é tão barato assim quanto se imagina
Se o sr. considerar que é um pacote completo, o Gripen E foi vendido para a Tailândia agora e saiu por cerca de U$ 150 mi cada no pacote completo.
O Rafale M foi vendido recentemente para a Índia e saiu por U$ 284 mi cada no pacote completo.
Um segundo lote para nós não teria o mesmo custo, pq os custos de implementação do caça aqui já foram realizados no primeiro lote
Sim, para nós acho que vale à pena mais Gripen E do que FA-50.
Mas para outros países não deixa de ser uma opção bem mais barato do que caças de maior desempenho.
Esse “mini F-16” é incrível.
Com a experiência que a Embraer obteve no A1 e que a FAB teve no F5, a Embraer, por escolha, medo ou falta de visão, perdeu a chance de ocupar esse lugar do F5 reborn que a KAI aparentemente ocupará. Um caça leve, barato de adquirir e operar, com capacidade tanto de atuar como lift como também para combates de menor intensidade. Se a KAI consegue emplacar vendas dele, imagine uma empresa com a reputação de excelente pós venda como a Embraer.
Só falta um governo que esteja disposto a pagar o programa.
Uma comparação do M-346FA e do FA-50, o FA-50 é mais barato, leva mais carga útil e é monomotor o que deve tornar a manutenção mais barata.
Um monomotor com pós combustão. O M46FA é um bimotor sem pós combustão.
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Acho, achismo mesmo, que o motor do M346 voa com menos stress nos componentes.
Parece que é o contrário. De outra forma o M-346 não venderia.
Gostaria de saber qual dos dois tem a hora de vôo mais barata.
A aeronave é equipada com o General Eletric F-404, o mesmo motor do Gripen C/D,
Os custos operacionais são estimados em cerca de US$ 10.000 por hora de voo, valor inferior ao de muitos outros caças e parecido com o do Gripen C/D, que é de US$ 9.922 dólares.
Cada atualização do FA-50, ele fica mais top. Se integrar a SPICE-250 (que não deve ser muito difícil a essa altura), fica com um mezzo míssil cruise. Outros tb são possíveis (cruises com bom alcance, mas leves), mas colocar cruise de 5+ milhões (10% do valor dele só na munição é brincadeira) pras forças que já tão economizando, acho difícil.
E a lista de “brinquedinhos” que pode ser equipado nele é interessante:
aeronave pode ser armada com mísseis ar-ar de curto alcance AIM-9 Sidewinder, mísseis táticos ar-solo (AGM) AGM-65 Maverick, Munições Conjuntas de Ataque Direto (JDAM) GBU-38/B, Arma de Fusão Sensorial (SFW) CBU-105, bombas de Uso Geral de Baixo Arrasto (LDGP) Mk-82 e Unidades de Bombas de Fragmentação (CBUs).
mas está em planejamento a adoção do AIM-120 AMRAAM, do MBDA Meteor, do IRIS-T e do Python 5,o Spear 3 e o MBDA Brimstone.
Fora que o FA-50 receberá uma atualização e ficará mais mortal com mísseis Taurus 350K-2,que serão integrados a aeronave coreana.