domingo, outubro 2, 2022

Gripen para o Brasil

Flapper e Destinus anunciam acordo para o lançamento futuro de voos de carga movidos a hidrogênio

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Redação Forças de Defesa
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redacao@fordefesa.com.br

Brasil/Suíça – A Flapper (www.flyflapper.com), plataforma líder de aviação executiva sob demanda, assinou uma carta intenção com a Destinus SA (www.destinus.ch), empresa aeroespacial europeia que desenvolve aviões movidos a hidrogênio de alta velocidade. O acordo (letter of intent, ou LOI, em inglês) representa um compromisso de ambas empresas em relação aos planos intercontinentais para abertura de futuras rotas para carga aérea expressa na América Latina e Europa.

Por meio deste acordo, as empresas vão colaborar em uma missão com a intenção de conectar o mundo de forma eficiente e sustentável. Com velocidade cinco vezes mais rápida do que os aviões comerciais mais ligeiros de hoje, a Destinus vai abrir novas possibilidades para o transporte de mercadorias valiosas e críticas. Além disso, as aeronaves vão voar com hidrogênio que libera zero emissões de carbono no ar durante o voo. O segmento de carga é responsável por cerca de 30% dos negócios da Flapper, através do transporte internacional de mercadorias, como peças de reposição de emergência, equipamentos médicos, serviços de banking, produtos de alta renda, mineração e artigos diplomáticos.

“A América Latina é um mercado-chave para nós”, disse Mikhail Kokorich, CEO da Destinus. “A parceria com a Flapper nos ajudará a obter uma visão direta sobre o mercado de carga expressa e explorar novas opções de rotas através do Oceano Atlântico.”

Paul Malicki, CEO da Flapper, diz: “Em situações de emergência, cada segundo importa. A interrupção da cadeia de suprimentos causada pela pandemia colocou permanentemente a aviação na linha de frente das operações especializadas em carga. Usando a aeronave movida a hidrogênio da Destinus, pretendemos encurtar o tempo de entrega das missões de carga de longo alcance existentes para uma fração do que é hoje. ”

Atualmente, a Flapper conta com presença pan-americana com escritórios na Flórida (EUA), Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México. Seus serviços de carga de alto valor se concentram em cinco segmentos: bancos, indivíduos de alta renda, mineração, diplomacia e organizações internacionais e fretes especiais.

Sobre Flapper

Lançada em 2016, a Flapper é a plataforma líder em aviação executiva sob demanda com operações globais. Com sede em Belo Horizonte, Brasil e escritórios locais nas principais cidades da América do Norte e do Sul, a empresa comercializa voos regulares no Brasil e possui mais de 1100 aeronaves seguras disponíveis para fretamentos em seu marketplace. A Flapper possui mais de 310.000 usuários em seu aplicativo e é certificada por ARGUS e Wyvern. www.flyflapper.com.

Sobre a Destinus

Com sede na Suíça, a Destinus é uma empresa aeroespacial com o objetivo de desenvolver aviões movidos a hidrogênio e fornecer a infraestrutura necessária para chegar a qualquer continente da maneira mais rápida possível. Viajando acima da velocidade do som, esses aviões combinam as mais avançadas tecnologias aeronáuticas e espaciais, reduzindo o tempo para transporte intercontinental por uma ordem de magnitude. Eles vão decolar de aeroportos usando motores de respiração a ar e motores de foguetes alimentados por hidrogênio verde para transporte com zero emissão carbono. www.destinus.com.

DIVULGAÇÃO: Flapper

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Luiz Antonio

A utilização de hidrogênio sob alta pressão seria inviável devido à massa dos reservatórios. Resta o Hidrogênio na fase líquida, semelhante aos foguetes de combustível liquido, nestes armazenados em baixas pressões, porém na condição de criogenia e aí é que moram os problemas. Não é possível armazenar por muito tempo, pois a tendência da temperatura aumentar é inevitável (não existem sistemas de isolação perfeita) e as válvulas de segurança dispensando hidrogênio para a “viatura” não explodir. interessante saber que solução vão adotar.

Fagundes

Quem sabe daqui algumas décadas não usam e armazenam o hidrogênio na forma condensado de Bose-Einstein, teria um gasto energético, mas contornaria parcialmente alguns dos pontos que vc levantou.

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