terça-feira, janeiro 18, 2022

Gripen para o Brasil

Força Aérea Helênica trará Rafales para casa em 19 de janeiro

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

A Força Aérea Helênica começará a operar seus caças Rafale após 19 de janeiro, quando seis aeronaves chegam em casa na base aérea de Tanágra.

Dois Rafales bipostos serão acompanhados por quatro Rafales monopostos para o voo de translado.

Nos caças franceses estarão os primeiros oito pilotos gregos, que nos meses anteriores foram treinados na base militar francesa Merkian, perto de Bordéus.

Na base aérea grega que receberá os aviões foi acelerado o ritmo das obras de infraestrutura, manutenção e suporte para os Rafales, para que se tornem imediatamente operacionais. De acordo com informes da Força Aérea, os novos caças precisarão de hangares adequados e novos equipamentos eletromecânicos.

Ao mesmo tempo, estão sendo concluídos os procedimentos pertinentes para a seleção dos primeiros 7 engenheiros da Força Aérea que partirão no início de 2022 para as instalações da Dassault na França a fim de receberem treinamento em manutenção de aeronaves.

Os selecionados ficarão lá cerca de seis meses, depois regressarão à Grécia assumindo o papel de instrutores para os próximos especialistas.

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Gabriel BR

A galera da Dassault deve ter suado a camisa para entregar nesse prazo

Jacinto

Os Rafales comprados pela Grécia são usados.

Wellington Góes

Parte usados, parte novos.

Jagdverband#44

Sultão pira.

Augusto

“Na base aérea grega que receberá os aviões foi acelerado o ritmo das obras de infraestrutura, manutenção e suporte para os Rafales, para que se tornem imediatamente operacionais.”

Enquanto isso, zero gripen operacional em solo brasileiro e entregas postergadas porque a FAB não teve tempo para concluir a infraestrutura da base aérea em 8 anos. Aula de incompetência a la Brasil!

Matheus

É sério isso? Não foram entregues por falta de infraestrutura?

Augusto

Comandante da BAAN, em setembro de 2021, sobre a preparação da infraestrutura para receber os Gripen:

“O nosso maior problema, hoje, continua sendo os reflexos da pandemia de COVID-19, pois afeta a contratação de mão de obra, o aumento de preço do aço, etc.. De maneira geral, os insumos ficaram mais caros e com o lead time maior. Do ponto de vista da engenharia, esses impactos são relevantes (…). Os prazos são ajustados em função dos efeitos negativos da pandemia na cadeia de suprimentos.”

Jadson S. Cabral

Pra incompetente tudo é desculpa.

Pablo

Onde diz isso?

antonio mattioli

senhores (as)
as estruturas das bases da FAB, em pista, são pré moldadas, ficam prontas, em muito pouco tempo.
Sendo necessário executar; fundações, depois a montagem das estruturas e cobrir é muito rápida. Acredito que 120 dias é exequível. há um parentese autorização para trabalhar em área de segurança nacional.

Rommelqe

Prezado Mattioli: eu acredito que não estejamos falando unicamente dos hangaretes, os quais de fato são estruturas extremamente simples. Assim entendo que estejamos falando de instalações tais como oficinas, paiois, alojamentos, instalações de comunicação, sistemas de armas etc. Mesmo assim é indesculpável que estejamos dispondo com aeronaves extremamente necessárias, cada uma das quais custando uma centena de milhões de dólares e não tenhamos providenciado meras instalações “civis” e auxiliares de apoio. Como que podemos querer que algumas unidades possam ser até destacadas para pequenas pistas imporvisadas em rodovias? Uma base aerea como Anápolis não é “menos improvisadas”? Não consigo entender… Read more »

antonio mattioli

Caro Rommelqe, fazendo uma verificação, Ala 2 Anápolis, há muita movimentação de construções por lá, dentro da base aérea, penso que alumas objetivações em comentários, não tem fundamento, inclusive a cidade esta sendo contemplada com um novo aeroporto ao lado do antigo, as margens da rodovia BR 060.

Faver

comprar jaca usada dá nisso, entregam rápido e de qualquer jeito… (comentário modo irônico, e com dose de inveja)…

Felipe

E os nossos gripadinhos ja estão dentro do navio cruzando o atlantico?

Thomaz Alves

Era o caça que eu queria para o Brasil, mas na época chamavam de jaca francesa que não vende e que isso aumentaria o custo operacional.
Agora é um dos caças que mais vendem, a última venda foi um enorme contrato de 80 Rafales para os Emirados Árabes… Que coisa, não?!
O Gripen também é muito bom mas o problema é que o Brasil não apenas comprou mas teve que bancar e esperar o desenvolvimento dele por anos!! Os suecos que agradeçam ao Brasil pois o projeto do Gripen E só andou após eles conseguirem um parceiro estrangeiro..$$$

Nilton L Junior

Pergunta para o governo dos emirados qtos eles vão construir la.

Jadson S. Cabral

E quantos nós vamos construir aqui??? Não é que eu seja contra o Gripen não, muito pelo contrário. O problema é gastar um absurdo pra no fim fabricar 30 unidades aqui e perder toda a mão de obra depois. Sim, pq o próprio comandante da FAB já disse que o número ideal seria algo em torno de 70 aeronaves, isso se vier mesmo um segundo lote e ele for de pouco mais de 30 aeronaves. Aí eu te pergunto: valeu mesmo a pena gastar tanto com transferencia de tecnologia, pagar tão mais caro e esperar tanto por apenas 70 aeronaves?… Read more »

Nilton L Junior

Amigo o problema tem endereço esta ocupando a cadeira de presidente, o acordo é vantajoso pro Brasil, assim como KC, quando o próximo presidente resolver não sabotar o orçamento ai as Forças Armadas terão a conclusão dos seus programas estratégicos.

EduardoSP

O mesmo raciocínio vale para o PROSUB, assim como para a compra dos Caracal

Alberto Ribeiro

Todos ganham! Em breve iremos produzir o nosso próprio caça e espero que tb um bom motor tipo o confiável GE 412 ou 414 tipo o do J-39 Gripen.

Luís Henrique

O Rafale é muito bom, mas pelo preço pedido pelos franceses, acho que o Gripen E foi uma escolha muiiitooooo melhor. O Gripen E oferece capacidades e modernidade no mesmo nível do Rafale, com apenas uma pequena desvantagem na carga de armas que é compensada pelo custo de aquisição beeemmmm menor e também por um custo de operação menor. Além das capacidades militares serem de nível equivalente porém com uma diferença enorme de preço, os suecos também ofereceram o melhor pacote de transferências de tecnologias e participação industrial, que está gerando empregos aqui e desenvolvendo tecnologias aqui no Brasil. Pagar… Read more »

Rommelqe

Concordo totalmente. Só reforço um argumento: teríamos aeronaves realmente operacionais? Ou seria como os nossos Mirages e os Super Etendards argentinos? Receberíamos o armamento comprado em conjunto? E os manuais de manutenção? Teríamos que pagar à parte como ocorreu no passado?

Bruno Vinícius

Se fosse comprar o Rafale a FAB já poderia ter ido de F-35 de uma vez. Os custos de aquisição e operação do Rafale são bem elevados.

Gustavo

esse caça é lindo demais.

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