quarta-feira, janeiro 19, 2022

Gripen para o Brasil

Comandante da Aeronáutica contesta notas publicadas pelo site Defesanet

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O site Defesanet publicou na semana passada três matérias sobre a Força Aérea Brasileira intituladas FAB NOTAS ESTRATÉGICAS (I, II e III).

O Poder Aéreo entrou em contato com o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior, para o esclarecimento do teor dessas matérias e as respostas do Comandante seguem abaixo:

FAB Notas Estratégicas III – Ajuste de curso na FAB

Trecho da matéria do Defesanet: “Um brigadeiro da FAB disse que a Força Aérea já estuda uma outra opção de aeronave para complementar a aviação de caça e não ficar dependente de um único fornecedor. As opções estudadas são a de um avião de combate leve a jato, ou mesmo o F-35, pois a fabricante Lockheed Martin está oferecendo o avião ao mercado internacional por quase o mesmo preço do caça sueco.”

Comentário do Comandante da Aeronáutica: Não acredito que qualquer brigadeiro da ativa da FAB tenha dado esta informação, pois todos sabem que a decisão já tomada pelo Alto-Comando da Aeronáutica (a quem cabe estas decisões estratégicas) é de buscarmos a contratação de um segundo lote de Gripen E/F, decisão esta que já comuniquei em diversas entrevistas, ocasiões formais e ordens do dia. O número estimado para um segundo lote é de 30 aeronaves, ainda não detalhadas entre as versões E e F.

Trecho da matéria do Defesanet: “Um ponto que tem incomodado a FAB é que o cronograma de integrações de armas e sistemas imposto segue os requisitos impostos pela Agência de Armamentos da Suécia, FMV, atendendo às demandas da Força Aérea da Suécia (Flygvapnet). O sócio brasileiro tem os seus interesses postergados.”

Comentário do Comandante da Aeronáutica: Desconheço qualquer incômodo à FAB, lembrando que quem fala em nome da FAB é seu comandante, que conhece bem a execução de projetos de desenvolvimento e os óbices que podem ser encontrados. Sobre a integração de armamentos e outros sistemas, a única novidade é que cancelamos a integração do POD Skyshield, tendo em vista sua obsolescência. Tal capacidade será suprida pela aquisição oportuna de outro POD interferidor, ainda a ser decidido.

Trecho da matéria do Defesanet: “O limitado número de células do F-5M/FM disponíveis e as suas restrições operacionais, pelas horas de voo já alcançadas, torna a entrada dos Gripen na força cada vez mais uma demanda prioritária.”

Comentário do Comandante da Aeronáutica: O phase-in X phase-out de frotas (KC-390 x C-130) e (F-39 x F-5M) é atividade corriqueira da FAB, analisada pelo Alto-Comando da Aeronáutica. Quaisquer atrasos nas entregas (o que pode ocorrer no caso de restrições orçamentárias) serão compensados com o replanejamento da curva de phase-out dos F-5 (ou C-130). Temos completo domínio sobre o suporte logístico das aeronaves F-5.

FAB Notas Estratégicas II – Retira caças da Amazônia e causa alarme

Comentário do Comandante da Aeronáutica: O Poder Aéreo tem características diferentes dos demais poderes [Terrestre e Naval]: Velocidade, Mobilidade, Flexibilidade, Penetração, Alcance e Pronta-resposta. Como base nestas características, não temos necessidade de estarmos na “área de operações” em tempo de paz ….. onde o ESTADO DE ALERTA é ZERO. Chegaremos a quaisquer lugar do território nacional, em menos de doze horas… não há guerra que seja realizada neste tempo.

A operação dos F-5, em Manaus, atendeu a uma diretriz da estratégia Nacional de Defesa (redistribuição de meios na Amazônia) que não se encaixa ao Poder Aéreo, muito menos com F-5 operando de forma altamente restrita, no aeródromo de Ponta Pelada.

Com o phase-out da frota de F-5, já iniciado, não temos recursos, nem é eficiente termos 4 unidades aéreas com poucos aviões…. Será muito mais efetivo tê-los em apenas duas. Também sinto pela desativação da Unidade Aérea na qual me formei Piloto de Caça, mas não podemos gerenciar a FAB com o coração eclipsando a razão.

FAB Notas Estratégicas I – IRIS-T – Integração no F-5 é uma necessidade real e imediata

Neste artigo, o Defesanet parte de uma análise simplista e com base em informações erradas. Logicamente, a integração dos IRIS-T poderia ser feita nos nossos F-5M, mas há que se estabelecer uma relação CUSTO X BENEFÍCIO desta integração, da curva de phase-out da frota, dos tempos e recursos gastos para treinamento de pilotos e manutenção etc.

Como pode ser notado no texto da nota, o site parte da premissa [errada] que todos os mísseis Python IV estão inoperantes ….. esta é uma premissa falsa para todo o raciocínio do articulista.

Neste caso, há sim interesse empresarial para que a FAB faça tal integração, exatamente como ocorreu na Tailândia. O assunto já foi estudado pela FAB e a decisão de não integrar no F-5 já foi tomada pelo Alto-Comando.

Estamos investindo nossos recursos na FAB do futuro. O F-5, por melhor que seja como plataforma, é frota do passado.


O Comandante da Aeronáutica finalizou os comentários citando trecho da Ordem do Dia de 12 de abril de 2021, quando assumiu o Comando da FAB:

“Sou um militar do meu tempo, atento à importância dos diversos meios de comunicação no objetivo maior de manter nossa sociedade bem informada, para que possa desenvolver sua análise crítica da atualidade, propor melhorias nas políticas existentes e aperfeiçoar a participação de cada cidadão.
Nesse sentido, as portas da Força Aérea estarão sempre abertas para informar, com precisão e oportunidade, sobre nossas atividades cotidianas ou fatos excepcionais, mas dentro de uma relação profissional e respeitosa, mesmo que tenhamos, ao final, perspectivas diferentes sobre o mesmo mundo.”

O Brigadeiro Baptista Junior também reiterou que nenhum meio de comunicação sério precisará lançar mão de declarações em “off”, pois sua sala e o CECOMSAER estão permanentemente disponíveis para o que é possível ser informado.

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Joao Moita Jr

Quem sou eu para contestar o comandante, mas esse vazamento pode sim ter algo de peso. Sim, seria muito sensato ter outro vetor para complemento.
Mas ao comandante lhe cabe negar, isso é claro.

Leandro Costa

O problema que vejo com isso é justamente aquele citado pelo Brigadeiro. Orçamento. Vale mais comprometer o orçamento com um segundo lote de Gripen, gerando todos os off seta já implantados na sociedade brasileira do que uma compra de prateleira, por mais que um segundo vetor fosse ser operacionalmente desejado. A nossa vantagem é não termos pressa, mas a nossa desvantagem é entrarmos em um estado de comodidade pela falta de uma necessidade imediata.

Isso tem que ser muito bem pesado. Gostei das notas do Brigadeiro. Foram bastante lógicas.

Bosco

Leandrão,
Só desse brigadeiro caber dentro de um cockpit de caça já passa confiança e seriedade.

Leandro Costa

Bosco, do jeito que o pessoal anda surtado aqui, eu fico feliz e confiante de termos Brigadeiros ao invés de Beijinhos. Odeio côco! 😛

Oráculo

Sejamos justos Bosco.
A maioria dos comandantes da FAB estava em boa forma física durante o período de comando.

Já os Almirantes… bem, pra não falar mal digamos que trocaram a corridinha em Copacabana pelo Chopp no Leblon.

Rinaldo Nery

Muita hora de AT-26, F-103 e F-5. Foi S-3 do 1° GDA.

RENAN

Melhor comentário da década

Carlos

Lamento que você, por alguma razão, pense que ao “ao comandante lhe cabe negar”. Para que você conhecesse a verdade, trouxe-lhe a verdade.
Não posso fazer mais do que isso; só lamentar.
Baptista Jr

Alexandre

Parabéns Comandante, pela resposta da matéria e pelo comentário. Há mais de 15 anos comento por aqui, e é incrível a quantidade de pessoas que nada sabem sobre temas militares, que fazem questão de sistematicamente criticar.
Acho acertado o número de 30 caças em um segundo lote. Depois, se necessário e houver orçamento, podemos comprar um terceiro lote, ou até mesmo partimos para um caça de 5G.
O Senhor acabou com outro mito aqui no site, que dizia que o alto comando de nossas forças não acompanhavam os comentários aqui realizados.
Parabéns mais uma vez!

GILBERT

Eu já acho + 30 caças pouco mas, sabemos que o alto comando não só da FAB mas de toda a nossa FFAA faz o melhor que consegue e só não faz mais ainda porque a classe política se preocupa em se reeleger logo após serem eleitos.

Tamos juntos pelo Brasil
SBAS

Joao Moita Jr

Aqui nos States, 90% de vazamentos que eventualmente provam ser realidade são inicialmente negados pelo alto escalão, pois não querem correr para a afirmativa sem pesar primeiro as consequências e efeitos de tais declarações. É simplesmente a forma responsável de atuar.
Eu lamento que você não tenha entendido o que quiz dizer.

Carlito

Na indústria em geral, especialmente na automotiva, este tipo de “vazamento” é chamado de “rádio peão”. Foram raríssimas as vezes em que a boataria no chão de fábrica acabou não se concretizando.

Nei

Parabéns pela explicação Cmt. Infelizmente, a FAB deveria ter recursos para achar uma base melhor no Amazonas ou construir, onde se daria para utilizar todo o potencial do F-5, mas vemos que realmente por questão de recursos que ele está saindo de lá. Acredito sim que a decisão de colocar o F-5 em 2 bases neste momento, é crucial, mas para nós pagadores de impostos e amantes de aviação, transparece que o nosso Brasil, está casa vez pior, com falta de recursos. Percebe-se que com R$100,00, você não faz mas nem um churrasco (carvão, carne, cerveja), imagina com peças sobressalentes… Read more »

Francisco Dellamora

O que é necessário nós temos: bases de desdobramento na Amazônia, por exemplo, em São Gabriel da Cachoeira. Como explicou o Comandante Baptista Jr, em menos de doze horas podemos ter caças lá destacados.

Marcos Cooper

Lamento que você, por alguma razão, pense que ao “ao comandante lhe cabe negar”.”
É exatamente o que um militar faz. Nunca vai reclamar em público,vai aceitar o que lhe derem e fazer seu serviço. Ficaria assombrado se ele concordasse com as reportagens.
Logo,é serviço do comandante negar!

Saldanha da Gama

Todos os ovos em apenas uma cesta, se a cesta cai…..

carvalho2008

Eu adoro este ditado…mas para se colocar todos os ovos numa mesmas cesta e para se acreditar nisto, voce teria de ao menor encher a cesta até o meio, o que claro , não é o caso…

Não temos sequer 10 entregues….sequer 20 deles, novissimos, foram entregues ainda a Suecia e Brasil, de onde vem está ideia tão prematura? Isto não tem pé nem cabeça…o caça nem secou a tinta de tão novo que é….que papo é este….??

JT8D

Saldanha, isso vem dos fan boys que acham que a FAB tem que ser uma sucursal da USAF. Essa gente não vai descansar enquanto não comprarmos o tatú voador. Não se conformaram até hoje que não compramos aquela jamanta voadora da Boeing, agora querem emplacar o tatuzinho da Lockheed

Last edited 23 dias atrás by JT8D
Bosco

Eu era favorável à jamanta , mesmo porque se a tivéssemos adquirido já teríamos uma frota de caminhão respeitável, mas isso não quer dizer que eu seja favorável ao tatuzinho, nem hoje e muito menos, no passado.
E como tesoureiro da “Associação dos Fanboys Unidos” te garanto que tal desinformação não partiu daqui. Muito provavelmente veio da associação da esquina ao lado que tem uma bandeira vermelha, só para que parecesse vir daqui.

JT8D

Foi mal Bosco kkkk
Na verdade eu nunca te incluiria na categoria “fan boy”

Antoniokings

O que?
É a ‘cheerleader’ do grupo.

Bosco

Quem dera… minhas pernas são muito cabeludas!

Antoniokings

Vivarina nelas!
Essa é antiga.

kkkkkk

JBS

Caro Bosco

Bom Dia

Me desculpe a pergunta – não estou sendo irônico – jamais seria com vc – pq vc é, e sempre foi contra o ” tatuzinho” (acredito que seja o F-35), para o Brasil? Custos operacionais?

Se vc puder, responda por favor

Saudações

Bosco

JBS, O F-35 funciona bem dentro de um contexto totalmente diferente de nossa realidade atual, dentro da chamada “guerra centrada em rede”, onde ele é o nó principal. Um F-35 pode ganhar uma batalha sem disparar um único tiro e sem sequer se apresentar, se mantendo oculto. É um multiplicador de forças que estamos ainda longe de poder aproveitar na sua totalidade. A FAB precisava (precisa ainda já que os F-39 ainda não estão operacionais) de um caça que cumprisse o papel clássico de um … caça , que é prover a defesa aérea e possibilitar implementar missões ar-solo (reconhecimento,… Read more »

Magostu

Mas o F-39 não é o tal Smart Fighter, justamente por ter a capacidade de trabalhar em rede?

Bosco

Magostu,
Sem dúvida o F-39 agrega muito em relação ao NWC mas creio eu que o F-35 está um passo na frente.
O F-35 é um míni AWACS, um mini E-8, um mini EC-130 e um mini EC-135, tujo junto, combinado com uma célula furtiva em um caça supersônico armado.
Ela será vital até para compor a chain kill dos futuros hipersônicos.

Bosco

Magostu,
Te respondi mas o dobermann tem uma certa implicação comigo. Grande parte dos comentários ele leva pra sua casinha e alguns nunca mais voltam de lá. Parece filme de terror.

Bosco

implicação = implicância

André Macedo

De todas as suas conspirações mirabolantes já inventadas, essa da guerra de informação entre fanboys foi a melhor.

Nonato

Falou o seguidor da turma de lá.
Que queria caças chineses….

JT8D

Você não perde uma oportunidade de falar coisas sem nexo

Elias E Vargas

A tecnologia é dinâmica e temos a melhor base industrial do Hemisfério Sul, e cpm o aprendizado adquirido com os Gripen NG, poderemos aplicar em um projeto de uma aeronave complementar como o T-X que a propria Saab está desenvolvendo para os norte-americanos e para frente um projeto de aeronave de 5ª ou 6ª geração. Compras devem vurar coisa do passado.

carvalho2008

Logico que pode….mas so depois de completar 70% do projeto anterior…

Sagaz

Isso é relativo. Em termos industriais que bem conheço muitas indústrias de grande porte têm a sua base estruturada em um restrito grupo de fornecedores. Imaginando agora uma força área, que além de ter X caças têm praticamente a mesma quantidade estocada em peças para suprir a sua demanda, vejo com mais naturalidade ainda restringir fornecedores.

E sem contar que o mundo hoje está com a logística baseada no “Just in time” atrasando produções, obras, projetos, desenvolvimentos etc.

Renato B.

Se houvesse uma guerra iminente, o que está longe de ser real, com certeza não estariam todos no mesmo lugar.

Denis

Interessante é que, quando a mesma ideia diz respeito ao F-35, dizem que ela é boa. PQP.

Meireles

Na minha humilde opinião, eu acho que às forças armadas brasileira deveria demitir metade do seu efetivo, e comprar sim mais equipamentos bélicos, uns 400 caças Gripen NG, uns 100 F-35, olhem a dimensão do Brasil, que país vai conseguir fazer frente ao ataque de uma super potência com 36 caças de quarta geração? Então, vamos enxugar todo esse pessoal desnecessário, às forças armadas tem que parar de servir como cabide de empregos pra muitos, e focar na defesa do país, e essas aposentadorias vitalícias que são recebidas até pelos netos do oficialato, dinheiro o país tem, mas também tem… Read more »

Last edited 23 dias atrás by Meireles
Matheus

Sim, também deveríamos fabricar 11 porta aviões nucleares com EMALS, 2000 Osório III e uma segunda frota de 300 F-35…..

Comentário editado. Favor respeitar os demais comentaristas.

Last edited 22 dias atrás by Alexandre Galante
jose eudes

vamos respeitar os colegas, e suas opiniões mesmo que vc não concorde com elas.

Munhoz

E vc vai a guerra no atlântico com soldados e fuzis ??
Ele tem razão sim !!
O que ocorre é que deveríamos ter uma guarda nacional para a segurança interna que fosse gerida pelo exercito e assim por diante com a MB e FAB
Do jeito que esta hoje somos um tigre de papel !!

Antoniokings

Que guerra no Atlântico?
Acho que a programação da FAB está bem adequada à realidade do Brasil.
Deixe assim.

Funcionário da Petrobras

Não entendo como comentários deste tipo foi aprovado pelos editores.
Já escrevi algo sem insultar alguém e fui censurado

Claudio Moraes

Olá Meireles, você tem razão quanto ao número demasiado grande do efetivo. É claro que para o tamanho do Brasil o efetivo da força deve ser um tanto maior para atender as necessidades regionais. Entretanto há nesse escopo todo de pessoal, uma má administração dos recursos públicos e da gestão de pessoal gerando a mamata corporativista empregativista de cabide tão conhecidas nas esferas públicas governamentais brasileiras. Por outro lado é exagero pensar que se precisa de toda essa monta de tantos caças. O número ideal seria em torno de uns 100 gripens. Agora é de se lamentar mesmo a desativação… Read more »

Agnelo

Verborreia bonita pra quem entende pouco ou está mal intensionado.
Chega a cansar esses comentários se eletivo…. É patético.
É incomparável o Brasil com qq outro q se compare. Em ameaças, em território, em países fronteiriços, em alianças, em missões das Forças Armadas etc etc etc É tanta diferença q chega a ser risível a verborreia.

Renato

Agnelo,
Essa turminha tem a solução mágica para tudo.
A modinha de uns tempos para cá é criticar o efetivo das Forças Armadas.
.
Entendem de tudo: Logística, operações, planejamentos, equipamentos.. E agora são “experts” em recursos humanos também.
E aí de quem ousar criticar.
.
É muito vídeo-game e videozinho de youtube na cabecinha..
.

Claudio Moraes

Olá Renato. Até mesmo um leso vê que a coisa está mal estruturada. Então a esse pessoal que pouco entende cabe o debate para se aprender. Eu creio que muita gente aqui esta aprendendo, porém sabem da realidade. Neste caso a crítica ao efetivo grande e sobretudo a má administração é válida sim! Não sou nenhum especialista, porém entendo muito bem o assunto geopolítica e defesa e um dos espaços que se aprende algo é em lugares de debates como esse, com respeito como base é claro!

leonidas

Esquece Meireles A realidade brasileira é a seguinte: No fim das contas perdemos os AMX e os F5 (o que é natural obviamente) porem para serem substituídos pelo Gripem ( o que faz sentido) só que o número total de F5 e AMX dificilmente será alcançado na compra do caça sueco. O comandante fala muito em logica financeira e isso todos sabemos ser um fato incontornável, ocorre que a lógica financeira brasileira tem como base um desvio absurdo entre o que é gasto com a razão de ser de nossas forças e manutenção de pessoal administrativo. Além do mais estamos… Read more »

Cristiano de Aquino Campos

Se não me falha a memória são, 48 F-5 e 56 AMX, no total de 104 caças.
Termos um lote de 36 F-39 e queremos um segundo de 30, no total de 69 caças.
Falta um terceiro lote de 35 caças para fica 1×1 a substuição. Não e um número absurdo para chegar nesse 3°lote se ele for comprado daqui a 4 ou 8 anos. A não ser que a economia não se recupere nada e ate piore nesse tempo, pois do jeito que esta a FAB quer um segundo lote.

Flanker

56 A-1? Cara, tu não lê comentários aqui no PA há quanto tempo? Saiba que a FAB NUNCA operou 56 A-1, pois 1 dos exemplares desse total foi perdido antes de ser entregue (A-1A 5532). E, dos 55 restantes, a FAB NUNCA operou todos eles ao mesmo tempo. Hoje, são 11 A-1M e ponto final. Nenhum à mais!
São 47 F-5M.
O primeiro lote de F-39 é de 36 unidades. O segundo, conforme falado, pretende-se que seja de 3p. Assim, 36 + 30 = 66. Não 69.

leonidas

Velho quando começou essa novela do FX no governo FHC a previsão inicial era de 120 a 150 caças. Na época eu já tinha certeza absoluta que era tudo lorota, que na hora de comprar ia começar aquela mesquinharia, aquele choro nojento de sempre. O comédia do FHC preferiu passar a bola para o Lula que preferiu ficar cozinhando o galo. No fim se passaram quase 25 anos e agora que estamos recebendo os primeiros de míseros 36 caças e com uma lamúria para conseguir talvez outros 30. Essa nação esta fadada a servidão, porque essa mentalidade cretina reina nas… Read more »

Renato

Me lembro muito bem que era comentado o número de 108 aviões.
120 a 150 eu nunca li ou ouvi falar.

Renato

Além de ter matado as aulas de matemática (No meu tempo 36 + 30 era = 66) se vê que você não entende nada de aviação militar. O Gripen por ser multi role, ou seja poder desempenhar mais de um função na mesma surtida está muito a frente dos AMX e F-5 da FAB. Um único Gripen pode desempenhar a mesma função de dois ou três AMX ou F-5 com folga. Então mesmo com um número menor de aviões a FAB vai ser capaz de cumprir as mesmas missões e de forma ainda mais eficaz. Essa conta vale para todas… Read more »

FERNANDO

kkkk
400 gripen
100 f35
Bem, não podemos desrespeitar.
Mas, acredito que 150 Gripen já fazem a diferença.
Mas, já que estamos falando, senhor comandante da FAB, quando que vamos ter uns chinooks na força?

Elias E Vargas

Falando em demissão de efetivo, uma força, excessivamente elevada é a de fuzileiros navais com cerca de 15.000 efetivos, em um país que tradicionalmente não é beligerante, enquanto a Inglaterra tem um efetivo de 9.000 efetivos. Podetiamos perfetamebnte cortar pela metade o número de efetivos e ainda teramos uma força plenamente viável.

Andre

A unica superpotência que tem capacidade de por em prova nossos céus, quando o gripen estiver ativo com as 36 unidades, é os EUA. Contra eles nem com 400 gripen e 100 f35.

Talvez o reino unido quando o segundo QE estiver pronto e a China quando o j31 estiver em operações. Contra qualquer outro pais 50/60 gripen dão conta do recado.

Antonio Palhares

Até chegar em 400 caças estava indo muito bem…

Aloisio Adib

Os americanos novamente metendo a sua colher… Como somos dependentes desses oportunistas.

Bosco

De onde você tirou isso?
Você tem ouvido vozes recentemente?
Tem visto vultos?
Objetos têm se movido?
Sente frio sem motivo aparente?
Já lançou jatos de vômito verde em alguém?
A cama anda tremendo?
Levitou???
Eu posso dar um jeito de te recomendar uns remedinhos tarja preta mas se for o caso conheço uma exorcista que mora perto de casa que cobra baratim.

Andre

Uma materia sobre o comandante da fab contestando um site brasileiro e vc vem falar de eua metendo a colher?

Isso só pode ser paixão enrustida. Vê americano em tudo…

Nilo

“esse vazamento pode sim ter algo de peso”, ao parceiro de comentários, estamos no Brasil onde os grandes meios de comunicação são concentrados, e os bons, de baixo acesso ao público, que na sua maioria prefere BBB, existem poucas nações em que a importância de uma imprensa independente foi tão intimamente tecida em sua longa história. Esta grande tradição dos EUA de respeito cívico pela verdade e dizer a verdade, é uma realidade em que passamos longe.
Portanto este artigo teve peso efemero, morreu na fonte, quando da publicação da nota da FAB no Poder Áereo.

MMerlin

Nilo, sem querer tomar uma posição nesta questão, o responsável pelo site DefesaNet frequentemente traz informações “de dentro”. Como tal normalmente não divulga suas fontes. Mas foram várias informações que vieram a se tornar realidade. Seu conteúdo teve leve alteração no início da nova gestão mas, aparentemente, já está retornando ao formato habitual. Referente ao artigo original, o mesmo (e também o comentário do João) não denigre em nada o programa Gripen ou a FAB. O que pode estar ocorrendo é uma diferença em como deve ser feita esta transição (para a FAB do futuro), condicionadas as incertezas e problemas… Read more »

Nilo

Congratulações, Merlin são várias questões importantes que foram rechaçadas na Nota da FAB, vejo coerência nas decisões ante a incertezas e problemas orçamentários.

karl Bonfim

Concordo plenamente que outro vetor é muito necessário, afinal temos o AMX A1, tinhamos o mirage e o próprio F-5, sem falar na enorme necessidade de um vetor de treinamento avançado a jato para treinar os pilotos do gripen.

Rodrigo LD

O F-35 na FAB realmente forçou a barra. Depois disso, nem precisa mais continuar lendo o texto. O Gripen veio para ficar e por um bom tempo. A escolha já foi feita para as próximas décadas. Depois de todo o investimento material e humano realizado, nem pode ser diferente.

Lucas

Verdade. O Brasil ir atrás do F-35 agora seria uma decisão muito leviana.
Eu me recuso a acreditar que isso seja verdade.
Porque se for, Deus nos ajude! A coisa só vai piorar daqui pra frente.

Pedro Fullback

Segundo lote de 30 aeronaves? Nós sabemos que é 28, mas na verdade é 26, mas se tratando de Brasil sabemos que será 24. Lamentável a postura da FAB, o certo seria um segundo lote de 36 aeronaves.
Lembrando que se falava em 134 aeronaves, cai para 96, depois passou para 72 e agora será menos de 60 aeronaves.

O ”Ideal” é a FAB possuir no seu inventário 90 aeronaves, com 5 esquadrões com 18 aeronaves.

Jean Jardino

Sonhar nao paga imposto ainda, risssssssss

Pedro Fullback

Não é questão de sonhar, é a realidade. Então deve ser as Forças Armadas que brincam com a segurança nacional e com o dinheiro público.

Todos os projetos das Forças Armadas não são executadas. Por onde se andam os mísseis Piranha? Pq foram cancelados? Quantos milhões foram investidos? Por qual motivo não cancelamos o Kc Trackr na MB? De 28 kc 390 para 15, de 134 Gripens para menos de 60. De 2.044 Guaranis para menos de 900. Não sou eu quem estou sonhando, apenas expondo as contradições dos militares.

Saldanha da Gama

Pedro, boa tarde, que eu me lembre era 1 lote e talvez outro do Gripen, 134, sinceramente não me lembro de ter lido de algum comandante ou do governo….

Claudio Moraes

Saldanha da Gama, realmente. O planejamento que se falava era de 108 caças gripens e não de 134.

Marcos Cooper

108 ou 134,tanto faz,havia até mesmo uma menção à 120 caças na época do Plano Fênix,não irão passar de 60/70 aeronaves. Quem acompanha a história da fab vai reconhecer filme de horror novamente: a redução no total encomendado e uma busca por um caça tampão.
Gostem uns aí ou não,essa é a realidade dessa força aérea,sempre usando a desculpa da falta de verbas,da redução pra readequação que nunca resolve nada. É um circulo vicioso que nunca vai se quebrar.

Adriano Madureira

Seriam 134? Não conheço esse fato…Só lembro que falaram em 108 dividido em três lotes de 36,e mesmo assim ainda é pouco.

JT8D

Parei de ler no 134. De onde saiu esse número, das vozes da sua cabeça?

EVALDO COUTINHO

E eu parei nas 24 aeronaves do comentário anterior.

JT8D

O Piranha foi cancelado porque era uma bos…
Investimento em desenvolvimento de tecnologia nacional é risco. Alguns projetos vingam, outros fracassam. Isso acontece aqui e no resto do mundo. A única diferença é o volume de dinheiro envolvido.
Os militares não fabricam dinheiro. Se o orçamento sofre cortes, não há o que fazer.

Last edited 23 dias atrás by JT8D
Wagner

Pedro, concordo com você. E os “caçadores” de teclado, a galera que sabe tudo, acabaram se esquecendo que 30 cacas sao 20 no ar! Se esqueceram que avião tem que fazer manutencao e sempre havera um numero parado no hangar. E esse papinho do brigadeiro “a gente coloca aviao onde quiser em 12 horas” é bem fuleiro.

Jorge Augusto

Não sabia que existia uma regra onde só permite adquirir dois lotes… Caramba….

Pedro Fullback

Quais dos nossos projetos de Defesa teve continuidade? Qual o segundo lote dos nossos submarinos alemãs? O segundo lote das corvetas inhaúma? Esse que é o problema, a falta de continuidade dos projetos. Os caças de 4g só ganham em países que não podem receber a tecnologia de um avião de 5g.

Felipe Morais

Os ufanistas estão te dando deslike mas seu comentário é totalmente pertinente. Como o comandante comentou em um dos comentários, galera hoje tá esquecendo de falar sobre as coisas extremamente criticáveis das forças armadas. NADA tem continuidade. Nenhum projeto consegue se manter com base na demanda das FA’s. De tempos em tempos eles lançam ENDs e livro disso e daquilo, com mil projetos, mas, para os poucos que conseguem dar andamento, ou não terminam ou não dão sustentação com a demanda antes iniciada. Acabamos de ver isso com o KC390. Aí vem o comandante falar em “segundo lote com 30… Read more »

Flanker

Só uma correção: a Base Aérea de Manaus NÃO vai fechar!! Tem 3 esquadrões da FAB que operam lá – 7⁰ ETA, 7⁰/8⁰ GAV e 1⁰/9⁰ GAV. Do outro lado da pista, existem instalações do EB, onde funciona o 4⁰ BAvEx.

Wagner

Os haters sao incapazes de pensar e de conseguir fazer uma avaliação crítica, Felipe, são capazes apenas de obedecer ordens e repetir coisas.

Renato

Só para te contextualizar um pouco na história (pelo jeito você é novinho) os Mirage III e os F-5 por exemplo, foram adquiridos mais de 2 ou 3 lotes.

Marcos Cooper

Não foram! Não novos. Só vieram mais unidades usadas,da França ou dos EUA.

Jean Jardino

F35 na FAB, risssssssss, nem vale a pena ler o artigo.

carvalho2008

Fiz uma critica do Face onde li pela primeira vez, percebe-se alguns enviezamentos graves para defender a ideia muito estranha… A primeira é que F-35 mesmo a preços de aquisição ficando mais baratos, tem manutenção quase 10 vezes maior…sua incorporação não apresenta redução de custo e sim aumento…..e se o problema é grana , como ele se encaixa?? Outro ponto, é tentar inflingir um fracasso de vendas ao F-39…ele sequer entrou em operação, é novissimo e tem muito tempo a frente….é o unico monoturbina moderno que entrou em produção e somente existe o proprio F-35 como concorrente em que por… Read more »

Last edited 23 dias atrás by carvalho2008
Marcos10

Pagamos pelo Gripen US$ 150 milhões por unidade.
O contrato com a Finlândia, incluindo acessórios e armamentos, nos dá US$ 147 milhões por unidade do F-35.
Custo por hora de voo: o que sabe é que o F-35 tem custo amplamente divulgado é de US$ 36 mil a hora voada. Segundo o próprio poder aéreo levantou, o Gripen C/D da Força Aérea da África do Sul tinha custo de US$ 13.245 por hora de voo (isso de 2013).

Matheus S

Pagamos US$120 milhões por unidade. O preço só foi reajustado por conta da desvalorização da nossa moeda. Se tivermos que fazer uma correção monetária, seria apenas em dólares, o dólar perdeu 17% do seu valor de 2014 até 2021, ou seja, o preço do Gripen se fosse fechado nesse ano, o acordo teria saído por US$140 milhões por cada caça Gripen. Essa comparação também não faz sentido. O contrato do F-35 com a Finlândia não inclui transferência de tecnologia e criação da infraestrutura de suporte, o acordo entre LM e Finlândia inclui o caça, armas e serviços de manutenção. O… Read more »

carvalho2008

Voce pagou este valor para ter uma fabrica de Gripens….não gripens de prateleira….quer comprar uma fabrica de F-35? o preço será diferente….

Flanker

O valor divulgado, à época da assinatura do contrato, foi de 5 bilhões e 400 milhões de dólares. Isso dá exatos 140 milhões decdolates por aeronave. É claro e óbvio que nesse valor tem embutido todos os extras, desde projeto, capacitação e industrialização. Se fossemos considerar apenas as aeronaves, seria um valor muito menor.

Matheus S

É verdade. Confundi os valores, pensando que o contrato na assinatura era um pouco mais de US$4 bi.

Flanker

👍👍

Flanker

150 milhões, não 140. Erro de digitação.

Tomcat4,2

Matou a pau Carvalho2008 !!!

Rinaldo Hora

Esqueceram de contar que, depois do término do apartheid, a corrupção campeou na África do Sul. Não estou relacionando os fatos, apenas mostrando o ocorrido. Estive lá em 2007, e já se falava nisso.

Reinaldo Deprera

A África do Sul que dá certo fugiu para o EUA

carcara_br

Passa por cima china, é necessário, pra isso aqui ter algum futuro.

Oráculo

Principalmente pro Reino Unido.

Dizem que 1 milhão de “Afrikaners” e outros brancos sul-africanos moram hoje nas terras da rainha.

O “exôdo branco”, ainda em curso, causou uma perda irreparável para o país.
Pois devido aos anos de Apartheid, a mão de obra qualificada era praticamente toda branca. Agora essa turma, principalmente seus filhos e netos, estão indo embora aos montes.

O engraçado é que esse vácuo de trabalho qualificado vem sendo preenchido por migrante africanos, árabes, asiáticos e até latinos.

Tá cheio de brasileiro indo tentar a sorte por lá.

Carlos Campos

preferiria muito mais entar a sorte em Botswana

Carlos Campos

Cara é terrível ter que ver a realidade, o fim do Apartheid foi terrível para a África do Sul no sentido econômico, as melhores mentes foram para o UK, EUA, Holanda e ETC. a corrupção tomou conta do país.

carcara_br

Gostaria de ver algumas poucas unidades de F-35 por aqui.
também gostaria de ver sistema de defesa russo antiaéreo e balístico chineses.
Tem um mercado forte por baixo dos panos de eletrônica militar avançada e queria ver o brasil participando disto.

Last edited 23 dias atrás by carcara_br
Saldanha da Gama

Boa tarde, eu gostaria de ver outro vetor, que se completassem

JT8D

Isso não existe. A França só usa Rafale, a Suécia só usa Gripen, a Inglaterra só usa Eurofighter. Você só vai ver essa mistureba em países onde as Forças Aéreas não são sérias e os políticos ganham gordas comissões nas compras militares. Ou em poucas exceções de países que vivem em estado de guerra, como Israel ou superpotências como EUA e China. Até a Rússia tem concentrado sua aviação de caça na família Sukhoi. Um caça multirole é um vetor projetado para suprir todas as necessidades de uma força aérea moderna. Passou o tempo em que era necessário um caça… Read more »

Flanker

Só uma pequena correção: a Inglaterra usa Typhoon e também o F-35.

JT8D

Você tem razão. A Inglaterra entrou nessa mesmo tendo projeto próprio de 5G. Mas não invalida meu raciocínio

Flanker

Sim, não invalida. Por isso, eu disse que era uma pequena correção.

Bosco

A doutrina “high-low mix” surgiu por um simples motivo: possibilitar que uma força aérea tenha grande quantidade de caças a custos razoáveis. Exemplo: não dá pra uma força aérea que precisa de 1000 caças ter 1000 F-15E. Em vista disso ela adquiri 200 F-15E e 800 F-16. Pronto! Tem-se os 1000 caças num valor que cabe no orçamento. Para o Brasil que tem poucos caças não faz sentido termos esse mix entre caças já que não há esperança de termos muitos nem de um, nem de outro. Faz sentido termos caças e aviões de ataque, que no caso seria o… Read more »

Bosco

Ah! Se eu descubro quem me deu esse dislike…. temo que a coisa vai ficar preta pro lado dele.

Flanker

🤣🤣🤣🤣

glasquis 7

E o F 35 inglês que caiu no mar, saiu de onde?

JT8D

Sim, a Inglaterra, como aliado preferencial dos EUA foi obrigada a engolir o tatuzinho, mesmo tendo um projeto próprio de caça 5G

Renato

A França só usa Rafale, a Suécia só usa Gripen, a Inglaterra só usa Eurofighter…”

Concordo que hoje em dia com os multi-role não faz tanto sentido uma salada de caças como outrora.
Mas não se esqueça que esses países citados, também produzem os respectivos caças citados né..
Teoricamente não estão tão sujeitos a um embargo em caso de um conflito.

carcara_br

Melhor complemento seria um UAV, mas a questão operacional é secundária no meu entendimento.

JT8D

Ah amiguinho, muda pra Índia então. Lá você vai ver mig, sukhoi e rafale voando juntos. Em países “normais” isso não acontece

Carlos

Oi Zé Ruelas
, a pouco a F.A.B operava
F-5 , AMX e Mirage 2.000
Então …..

JT8D

Então a FAB está substituindo todos esses vetores pelo Gripen. Entendeu?

AMSS

Exatamente e era uma porcaria!

Três linhas de suprimentos logísticos diferentes para fazer aquilo que o GRIPEN faz com uma só!

Renato

Era uma porcaria???
Fale mais a respeito.. Pois até aonde eu sei a FAB nunca teve problemas com isso.
Pelo contrario, a FAB sempre manteve um índice de disponibilidade de seus vetores em um padrão muito bom.

carcara_br

JT8D,
Os indianos estão numa posição privilegiada, mas arriscada. A questão é ter amostras tecnológicas e desenvolver laços que permitam a comercialização de componentes sensíveis pra aproveitamento local.
Vai uma grade diferença entre o desejo e a execução, em especial uma certa capacidade de barganha e aquisitiva.

JT8D

carcara_br, a Índia é um caso muito particular, pois faz fronteira com um inimigo histórico com capacidade nuclear, o Paquistão, e com uma superpotência hostil, a China. Isso faz com que priorizem seus investimentos em defesa e busquem aliados estratégicos por todo lado. Mas mesmo assim eu acho que eles exageram na diversificação dos seus meios. É claro que isso é apenas a opinião de um leigo

Teropode

As. Pressões externas não permitem que a Índia se comporte como o gigantão latrino , agir com normalidade naquele ambiente e correr o risco de sofrer um boicote durante um conflito seria assinar atestado de burrice , talvez vc assinaria este atestado mas não os julgue por si mesmo , este é o detalhe relevante…..

Last edited 22 dias atrás by Teropode
JT8D

Você poderia dizer tudo o que você disse sem me ofender. Mas isso seria esperar muito, não é mesmo?

Gabriel Oliveira

Também quando havia visto essa matéria sobre o F-35 na FAB achei estranho. Algo totalmente fora da realidade atual ,além de tudo compensa muito mais investir no Grippen que já despendemos uma fortuna do que um outro caça de prateleira. Essa entrevista do comandante foi reveladora em um ponto a FAB já tem um número de caças para o segundo lote, naturalmente acredito que a maioria será biposto,ou seja Grippen F. Quanto a F-35 só acredito na possibilidade de F-35 na MB em um futuro um pouco distante.

Flanker

É Gripen….não Grippen. É com um “p” só.

Matheus

Quando o comandante diz querer mais 30 gripens podem saber que serão no máximo uns 18. Igual fizeram com o KC 390. E pelo que ele disse terão apenas 2 bases com gripped no país, provavelmente Anápolis e Canoas.

Adriano Madureira

um lote de 30 – 6 Gripen-E… Duas bases é algo muito pouco para não dizer ridículo ! Então Anápolis teria 30 caças e Canoas ou seja lá onde for essa segunda base,teria mais trinta de um lote?! Acho que uma base no nordeste com Gripen-E seria muito importante para a defesa da região, especialmente para conter ameaças vindo do oceano, porque se for para depender dessa frota de navio geriátrico e subarmado para defender a costa, estamos ferrados… Há não ser que a brigadeirada ache que F-5 e A-1AMX são aeronaves capacitadas para nós defender de inimigos superiores. E… Read more »

GripenBRA

A notícia boa é “outro” lote!

Francisco Braz

F-35 na FAB?!! Isso é um pesadelo… O FT-jolo de vidro, mesmo na barganha, é caro (atualmente para aquisição e operação), com logística cara, entrega lenta e (ainda) cheio de problemas. A FAB precisa de menos problemas e mais soluções. Se considerar que a versão F está sendo produzida aqui (treinamento e interceptação, o que deixaria a E para superioridade aérea e ataque). O F-5 a muito está fora do jogo, pois, mesmo os melhores mísseis homologados para estes aviões, tem alcance muito menor que os que seriam, atualmente, um risco para nós. Espero que o segundo lote esteja sendo… Read more »

Marcos Henrique

Certamente o Ex. Comandante e sua acessoria estarão vendo os comentarios desta materia, por isso aproveito para fazer uma sugestão a depender da viabilidade tecnica e financeira…
Aproveitar os avionicos (radar, sistemas hotas, obogs, computadores, empregados nos F5M a serem desativados, para serem utilizados para reformar mais unidades do A1 adicionando mais aeronaves ao inventário…

Vitor

O problema do A-1 é o motor que não terá mais amparo das empresas de manutenção/revisão. Com a desativação das unidades da Italia o problema só aumenta. Vamos rodar de canibalismo ate o final da década de 20 quando serão substituídos pelo Gripen, no Provável segundo lote. Os F-5 ainda vão carregar o piano até lá. Após o segundo pote o alto comando precisará avaliar se será sensato manter o Gripen como principal vetor ou se uma nova versão/vetor deverá ser considerado.

Flanker

Meu caro, só eu já escrevi umas 10 vezes, no mínimo, aqui no PA, que os A-1 não vão chegar nem aos 14 exemplares modernizados…..vão ficar nos 11 já entregues e ponto final. Não te motor disponível para mais do que isso. E para que pegar a avionica e eletrônica do F-5M ? O problema não é esse tipo de equipamento. O A-1M talvez não chegue nem ao ano de 2025 em ooperação.

BK117

F35? É que nem BMW usada: o preço pode ser de Civic, mas o custo de manutenção, consumo, ipva, peça, seguro, etc., ainda é de BMW.
Extremamente improvável…
“Um brigadeiro da FAB disse…” Aham, sei.
Muito bacana da parte do cmdt seu empenho em melhorar a comunicação da FAB.

Tomcat4,2

Tbm achei o máximo a postura e presteza do comandante. Seu comentário sobre manutenção de BMW’s vale pra motos tbm viu !!!rs

BK117

Bom saber, entendo muito pouco (quase nada) sobre motos hehehehehe
Abraços!

Antoniokings

Ia comentar exatamente isso.
Comprar F-35 é como carro de luxo usado.
Compra relativamente barata, mas o dia a dia. é só decepção.

Teropode

Vc nunca decepciona , mais uma vez misturando alhos com bugalhos , mantendo a originalidade …..

Jack O.

Realmente a matéria sobre o F-35 foi sem pé nem cabeça! Pode ser que tenha gente com a língua solta e boba demais por aí..
Me preocupa a frase “Estado de Alerta Zero” em “tempo de paz”… não sei se ajuda o Cmte dar vazão à delirios da mídia e fazer disclosure de tantos dados assim.. na minha opinião a FAB deveria estar preocupada sim, especialmente com defesa anti aérea de grande altitude.. ou acham que situações vem com carta de aviso? Preocupante.

Wagner

Eu sou um leigo, e obviamente não tenho toda a informação que o Brigadeiro tem, mas tbm não sou um idiota, e essa justificativa pra retirar os F5s do Norte não foi toda respondida. Prq então não retirar os F5s de Canoas e mover para o Norte? Onde é a região mais problemática hoje para o Brasil? Ou alguém espera uma invasão da Argentina? “Ah mas qq coisa os caças de Anápolis chegam rápido no Norte” Sim pequeno grande cérebro, de Anápolis até o Sul seria praticamente a mesma distância já que estão praticamente no centro geográfico do país não?… Read more »

Flanker

Meu caro, o comamdante falou, no comentário dele, o seguinte: “com F-5 operando de forma altamente restrita, no aeródromo de Ponta Pelada.” A pista da BAMN é curta para a operação full dos F-5M. Um F-5EM não consegue operar totalmente armado e abastecido à partir daquela pista. Abastece totalmente a daí precisa operar com apenas 2 mísseis WVR e pronto. Muitas vezes, o alerta era realizado a parir do aeroporto de Manaus, que possui pista maior e adequada para uma operação full dos F-5. Observe que em nenhum momento o Pacau operou com os bipostos F-5FM à partir de Manaus.… Read more »

César

Caro Wagner, permita-me colocar mais luz nas suas considerações: o problema está na falta de artilharia anti-area de longa distância/grande altitude e na falta de uma força aérea que possa fazer frentes as ameaças externas, principalmente regionais. Afastando os caças de onde vem a ameaça provável, pôde-se colocá-los longe do alcance na força aérea inimiga, incluindo possíveis drones, além de evitar que a base onde estejam os caças seja rapidamente tomando por tropas inimigas, tudo isso tirando a sua força aérea de combate logo de cara. Afastando os caças devido às fragilidades que eu já mencionei pôde-se ter tempo de… Read more »

João Fernando

Faz uns 20 anos que a turma do Defesanet fuma uma erva estragada. Toda semana o comunismo está chegando. Tem que ser mais doido ainda para acreditar naquilo lá.

Fernando Matheus

O primeiro trecho da matéria, onde se lê “um Brigadeiro da FAB disse…” , sem nomear o declarante, é uma estratégia de jornalismo barato e sem credibilidade. Diz-se o que se quer dizer sem atribuir responsabilidade a ninguém. Pena que foi utilizado este artifício enganoso de jornalismo, poderia ter sido uma reportagem de peso.
Jornalismo sério só repassa opiniões ou depoimentos quando se tem a(s) fonte(s) e a(s) repassa ao leitor.
Não se deve dar credibilidade a livros que não contém bibliografia.

Manuel Flávio Vieira

Parabéns ao Poder Aéreo pela iniciativa de esclarecer junto ao Comandante da FAB aquelas notícias do Defesanet.

JT8D

Parabéns ao Poder Aéreo. Nota-se um grande contraste entre a seriedade e profissionalismo da Trilogia e o amadorismo delirante de outros veículos

Last edited 23 dias atrás by JT8D
Bardini

Clima de virada, época de listas e planejamentos futuros, então deixo aqui o que eu penso sobre esse assunto aí: . 60 Gripen E/F e nada de terceiro lote. Somam-se 24 unidades para a linha de produção local, dando continuidade ao dinheiro que gastaram no projeto. Isso é o suficiente para equipar 5 Esquadrões com 12 caças cada. Dentro dessa década, é o que vai ser possível de ser feito. Não tem como escapar disso. . E nada de comprar “caçinha” meia boca para complementar o Gripen. Isso aí é ideia de jerico e sem fundamento. Precisamos é começar a… Read more »

Last edited 23 dias atrás by Bardini
carvalho2008

É uma tese razoavel em se pensando num GDA de F35B…..emobora politicamente muito dificil um GDA embarcar justamente por representar a nata….mas é plenamente válida sim…um esquadrão Sereia….metade metade….homologado em operação terrestre de defesa aerea ou embarcada…

Neto

Colocaria este pretenso esquadrão de F35b em Natal. Dado que lá existe espaço para crescimento e complementaria a defesa na ponta do Atlântico.

Tomcat4,2

Muito bom seu projeto de estruturação deste nicho das forças armadas Bardini ,tenho que concordar contigo.
Agora, se, somente se, a MB ainda for de PA, que tenha a decência de adquirir(após bancar projeto de modificações) o Gripen M para manter escala e aproveitar a logística de manutenção.

Vitor

Estou completamente de acordo! É o que dá pra fazer e dentro das nossas possibilidades.

Satyricon

Bardini, concordo “em termos” com vossa argumentação. Discordo do F-35 na FAB, visto tratar-se de um pacote fechado, de prateleira. A resposta do brigadeiro é esclarecedora quando enfatiza a necessidade de um segundo lote de F-39, o que nos leva a crer que este estará em produção no Brasil até quase o fim dessa década. Faz mais sentido, à meu ver, embarcarmos como minoritários em algum programa em andamento, como o Tempest, cuja conclusão é estimada para 2035. Estaríamos melhor servidos, à meu ver. Para a aviação de ataque do EB, baseada em helicópteros, intriga-me o fato da matéria do… Read more »

Bardini

F-35B faz número atendendo duas frentes: FAB e MB. Racionaliza dento do “mais com menos”. Esse é o ponto chave. É aí que reside o custo x benefício, via integração de operações. . O Gripen tem data de validade. Não fará sentido algum comprar Gripen depois de 2030, tanto é que nem se fala em terceiro lote. . Tempest e FCAS são duas grandes incógnitas, que demandariam um montante financeiro absurdo para fazer parte do time minoritário, que apertaria alguns parafusos e de quebra, não resolveria o problema da MB, sem outro montante absurdo de recursos. Isso sem contar que… Read more »

Carvalho2008

Calma, não é bem assim, Rafales e SU35 também serão encomendados em 2030…

Flanker

Não creio que o Rafale continue sendo produzido depois de 2030. O Su-35, não sei.

Satyricon

Concordamos em um ponto: não faz sentido adquirir Gripen após 2030. Já estamos comprometidos com o programa, logo, o correto é mantê-lo até suprimos as necessidades atuais da FAB. O Tempest (ou FCAS) só faz sentido para as necessidades FUTURAS da força, daqui 20 anos (2035-2040). Mas é preciso se programar para isso, por isso sugeri aderirmos a algum desses programas Discordamos quando sua justificativa para o F-35 é que a MB precisa de caças. Não precisa. Os problemas da MB são grandes demais para uma viagem errada dessas, se me permite. Desviar a pouca verba existente na MB para… Read more »

Bardini

Acho que você não entendeu o simples fato de que a MB não teria caça algum, dentro que escrevi até o momento… . A MB não tem como ter caça, mas precisa de proteção de um caça. A FAB tem condição e necessidade de ter caça. Quem teria caça, é a FAB. . Uma MB sem proteção de caças, poderá ser aracada e derrotada, no emprego de helicópteros e UAVs, por Marinhas pequenas da nossa região. . A RAF voa F-35B e opera embarcada. Na Itália, ocorre o mesmo. E a FAB vai precisar comprar mais caças no futuro. Pq… Read more »

Felipe Morais

“não faz sentido comprar Gripen após 2030”. Estamos, praticamente, em 2022. 5º geração comprovadamente em operação apenas F35 (E com muitos problemas a resolver) e F22, com linha de produção fechada e vedada a outros países. Começam a se falar de projetos de caças de 6º geração, sendo que nem os caças de 5º geração estão totalmente operacionais. O projeto Sueco, pelo visto, ficou de lado, em prol do projeto britânico, que não passa de um projeto. O projeto Franco Alemão, idem. Japoneses falam no caça próprio de 5º geração mas foram de cabeça no F35. Enfim, pra resumir…a 5º… Read more »

Bardini

Faz sentido para a França, comprar Rafale depois de 2030? Faz sentido para o UK, comprar Typhoon depois de 2030? Faz sentido para a Suécia, comprar Gripen E depois de 2030? . Todos tem prazo de validade. É natural. . Quinta geração é uma realidade estabelecida faz mais de uma década. Vários paises ao redor do mundo, já tem caça de quinta geração e o que a maioria deles tem em comum, é o fato de operar o F-35. O F-35 é o “F-16 do futuro”. É um “meio termo” que tem escala e que será certamente superado por coisa… Read more »

Wellington Góes

Começou até bem, mas depois…. rsrsrsrs
F-35B?! Na FAB?! kkkkkkkkk

Bardini

Ao menos argumentei. Quem discorda, que argumente contra. Ideias são ideias.
.
Agora, o sabichão que é sabichão mesmo, não expõe o que pensa. Vive de escrever trechinho curto com chacotas encima daquilo que discorda.

Wellington Góes

É porque, Bardini, não precisava de tanto. A questão era sobre aviação de caça da FAB, só de imaginar F-35A já seria complicado o que dirá F-35B?! E aí piorou…. Navios e aviões à MB, ou helicópteros de ataque e VANTs ao EB… Desculpa, mas acho que o clima festivo de final de ano o está fazendo ficar bem imaginativo. Não é questão de falta de ideias, mas do exagero delas. rsrsrs
Grande abraço!!!

Gabriel BR

A Aquisição do F-35 por parte da FAB não faz sentido algum! a força tem se empenhado em construir uma base industrial capaz de prover autonomia ao Brasil e o F-35 seria ir contra tudo o que fizemos até agora. O caminho certo é comprar um segundo lote de 36 Gripens E somando 72 aeronaves e complementar com a aquisição de aeronaves T-7 Red Hawk.

GUSTAVO

“Chegaremos a quaisquer lugar do território nacional, em menos de doze horas… não há guerra que seja realizada neste tempo.”

…alguns pilotos israelenses que lutaram na guerra dos seis dias a chamaram de guerra dos três minutos. O tempo coordenado para aniquilar seus alvos.

JT8D

Tá bom, mas vamos devagar com as generalizações. Qual o tamanho do território israelense? Um caça voando supersônico atravessa Israel de leste a oeste em poucos minutos. Agora, pense no tamanho da Amazônia. Imagine um exercito invadindo aquela imensidão coberta de selva. Certamente não é a mesma coisa

bjj

Sem falar que Israel vivia em uma tensão permanente com seus vizinhos, o que definitivamente não é nosso caso.

Andre

O nosso colega gustavo não comparou o tamanho de Israel, até prq a guerra dos 6 dias foi decidida fora das fronteiras israelenses. Ele deu um exemplo de uma guerra que “foi decidida” em menos das 12 horas citadas.

JT8D

Tempo de voo de 3 minutos para destruir um alvo significa uma distância curta, certo? Distâncias curtas não existem na Amazônia. Talvez você não tenha entendido o que o colega escreveu

Andre

3min foi apenas um exemplo que o Gustavo deu. O comandante falou em que nenhuma guerra é realizada em 12 horas.

Além do mais, as distâncias na Amazônia já são uma grande defesa. Mesmo os su30 venezuelanos ou rafale franceses teriam dificuldades, saindo da guiana, teriam dificuldades com as distâncias, mas o comentário do Gustavo foi sobre a fala do comandante da FAB, não sobre a defesa da Amazônia.

JT8D

Tudo bem Andre, eu não contestei o que o Gustavo escreveu, só ressaltei que o exemplo que ele usou é muito distante da realidade brasileira. Mas não acho que valha a pena estender essa discussão.
Abs

Last edited 22 dias atrás by JT8D
Isaias

Sabe o tamanho de Israel?

Antonio Palhares

Todos os alvos que Israel atacou eram próximos do seu território.
Tanto é verdade que Israel atacou as forças aéreas inimigas de surpresa. Quando ainda estavam no chão. Do contrário, em poucos minutos os inimigos estariam por sobre o seu espaço e território .

Marcos10

Boa tarde! Fui ao DefesaNet ler os artigos como um todo. Chamam a atenção alguns pontos que parecem sensatos: 1) ”Com a decisão, o Brasil fica sem condições de manter a soberania no espaço aéreo da região norte e também impossibilitado de realizar os chamados voos de alerta de defesa aérea e de patrulha aérea de combate na região de fronteira norte, restando somente condições restritas de policiamento contra avionetas do narcotráfico, missão atualmente realizada pelos esquadrões de aviões turboélice Super Tucano.” Esse é um ponto interessante a ser debatido, pois não se trata de uma preparação de guerra contra uma país… Read more »

JT8D

Concordo com o ponto 1. Já o ponto 2 é indefensável. O F-35 na minha opinião está fora da realidade do Brasil pelos seus custos operacionais e por necessitar uma linha de suprimentos adicional e dedicada. Mas pelo menos o F-35 é um avião de outra categoria, um caça-bombardeiro furtivo. Um outro caça de geração 4+ seria mais absurdo ainda, porque seria totalmente redundante com o Gripen

Last edited 23 dias atrás by JT8D
Marcos10

Acho que a hipótese é de uma caça leve tipo F/A-50 da Kai. É isso que pode ter sido comentado.

JT8D

Seria um LIFT, certo? Poderia ser uma ideia interessante, mas parece que a FAB não é adepta desse tipo de avião, preferindo passar do Super Tucano diretamente para o caça de primeira linha (o F-5 ou o Gripen)

Adriano Madureira

Um Saab T-7 Red Hawk poderia ser uma opção ao F/A-50 ? Eu li que a Saab e a Boeing cogitam criar uma versão de caça leve do treinador avançado deve ser oferecida como alternativa para as forças aéreas que operam o antigo jato Northrop F-5 A intenção já existe há muito tempo, mas o fabricante americano voltou a dar pistas sobre a versão de combate do T-7. Segundo a Boeing, existe um mercado potencial para cerca de 2.600 aeronaves em missões de treinamento avançado, caça leve ou agressor. Embora não tenha mencionado os países que poderiam estar interessados ​​no novo… Read more »

Leandro Costa

É… Ou um LIFT ou um F-35…

Isso não faz o menor sentido.

No ponto 1, os F-5 decolando de Manaus provavelmente não chegam na fronteira. Ainda mais sabendo das limitações de pista. Nem sei se conseguem decolar com carga máxima de combustível em um dia quente. O dia que aquilo for ampliado, seria muito simples destacar Gripens para a região em sistema de rodízio. Não vejo nenhum problema com a desativação do Pacau.

carvalho2008

o que existe estrategico para se defender exceto Manaus? E Manaus está no centro da amazonia….de fato é importante alcançar a fronteira…mas a fronteira é selva apenas….

Leandro Costa

Exatamente, Carvalho!

Junior Souza

Falou uma coisa eu venho berrando a anos, estamos comprando um caça de 4º geração pelo preço do F-35. Estamos pagando por uma transferência de tecnologia para uma indústria nacional de defesa praticamente inexistente, este é um luxo que não podemos manter, dadas as atuais circunstancias das nossas FAA temos que ter o melhor equipamento que o nosso orçamento permitir. Já que compramos caças uma vez a cada 60 anos, que seja o mais moderno e capaz disponível no mercado.

JT8D

A Embraer é inexistente?

Funcionário da Petrobras

Caro Junior.
Caso o MD, hipoteticamente, tivesse escolhido o F-35 ao invés do Gripen E, jamais os F-35 caças sairiam ao mesmo preço unitário dos Gripens, jamais teríamos a transferência de tecnologia que estamos tendo sim, o custo de operação nunquinha teriam o mesmo valor, etc.
Equipamentos desenvolvidos aqui num caça americano (WAD)? Esquece.

Up The Irons

O Brasil vai ter, com o segundo lote, apenas 62 aeronaves de caça em tempos de paz, como diz o comandante. Menos caças que França, Itália, Inglaterra, Espanha, Alemanha… Mas precisamos em tempos de paz de 80.000 funcionários na Força Aérea? 40.000 em tempos de paz dariam conta do serviço, afinal, não estamos em guerra e temos poucas aeronaves pra voar. Por que tantos funcionários numa empresa com pouquíssima produção?

Flanker

36 + 30 = 66, não 62. Não muda muito, mas é o número correto.

Douglas Rodrigues

Esse segundo lote têm diminuído a cada pouco…
Daqui a pouco serão apenas 24, depois, 18…

ZEUS

Dentre as três forças a FAB sempre foi e continua sendo a mais inteligente, coerente e eficaz em termos de aquisições. Acertou em cheio com o extremamente capaz, eficaz, econômico e multimissão Gripen E. Esta insistência em outro vetor para fazer o mesmo que ele faz sob o argumento de não botar todos os ovos na mesma cesta. Estas pessoas realmente não uma noção básica da tolice que defendem. Caças europeus tem componentes dos EUA e caças dos EUA tem componentes europeus. Um embargo que afetasse a operação do F-39 também afetaria qualquer outro vetor adquirido dos EUA ou Europa.… Read more »

Wellington Góes

A força mas inteligente é?! Está mais para “enteligente” isso sim. rsrsrsrs

Flanker

Entre nossas 3 Forças, fazendo uma avaliação dos últimos 20 anos das mesmas, em todas as áreas (efetivo, aquisições materiais, modernizações, disponibilidade de meios, obsolescência, armamentos, desenvolvimento e finalização, ou continuidade, de projetos, etc, etc, etc), qual seria teu ranking (com uma pequena justificativa para cada posição)?

Last edited 21 dias atrás by Flanker