terça-feira, janeiro 18, 2022

Gripen para o Brasil

Autorizada despesa para manter os caças F-16 da Força Aérea Portuguesa

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

O Conselho de Ministros autorizou esta quinta-feira (2/12) a “despesa”, sem divulgar montante, para “aquisição de bens e serviços”, pela Força Aérea Portuguesa, para “sustentação logística” dos caças F-16, para 2022 a 2024.

Segundo fontes militares, em causa está material para a operação diária das aeronaves: após venda de 17 aviões à Roménia, Portugal tem uma frota de 28 F-16. Os caças – que 3ª feira concluíram a missão de policiamento aéreo na Lituânia – deverão ser mantidos pelo menos até 2030.

A maioria das nações parceiras já tem caças de 5ª geração – avanço que Portugal ainda não decidiu.

FONTE: www.cmjornal.pt

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Camargoer.

Olá Colegas. Talvez uma diplomacia mais agressiva do Brasil poderia viabilizar a venda de um ou dois esquadrões de F39 para Portugal, em um contexto que inclua tanto o financiamento, offset brasileiro e sueco para a indústria portuguesa. O problema é que de onde menos se espera, é de lá que nada vem,

Bruno Palma

O futuro caça da FAP será um de 5° Geração, ou seja o F-35,uma das possibilidades é adquirir cerca de 18 F-35’s e atualizar os F-16’s da Peace Altlantis I ,para adquirir os Gripens mais vale atualizar os F-16’s da Peace Atlantis I para a versão Viper.

Leandro Costa

Eu discordo, Bruno. Existem limites estruturais. Mesmo que haja reforço, os F-16 da FAP estão próximos do fim de sua vida útil.

Bruno Palma

Os caças que foram construídos em 1994 têm a vida útil até cerca de 2035-2040 pelo que se fala cá

Teropode

Concordo com vc , Portugal se localiza numa area de importância estratégica para as forças Americanas e da OTAN , portanto reeqyipar suas forças com o que há de mais moderno faz todo sentido a despeito da quantidade , acredito que o substituto natural do Viper não será nada menos do que o F35 , 28 deles darão uma capacidade letal a força , o Gripen é interessante para quem pretende desenvolver sua indústria local e para quem pretende operar um número acima de 60 unidades ou utiliza-lo combinando com um 5G ….

carcara_br

Seria um baita negócio pra todos, totalmente de acordo.

Henrique

O Gripen é um produto sueco no final das contas, quem tem que correr atrás disso são os suecos.

Camargoer

Olá Henrique. Você deixou claro a diferença entre uma diplomacia agressiva e um Deus dará.

Hcosta

O Brasil deve ficar mais a ganhar se for feita a atualização dos F-16.
A Embraer tem uma participação nas OGMA onde será, provavelmente, feita a atualização ou pelo menos em parte. E poderá até fazer o mesmo com caças de outros países.

Art

Portugal deveria fazer igual Taiwan atualizar para o padrão Viper ou comprar um Gripen. É um pais com poucos recursos dentro da OTAN. Atualiza e compra mais por FMS. O Gripen e o F-16 são equivalentes em custo de operação.

Last edited 1 mês atrás by Art
Leandro Costa

Infelizmente eu não vejo a diplomacia muito ativa na esfera bélica. Seria ideal sua atuação junto à Portugal e Espanha na promoção do Gripen.

MestreD'Avis

Camargoer, quando surge essa possibilade, eu gostaria de perceber os motivos. Pode por favor ajudar-me com algumas pergutnas que fiz aqui no forum anteriormente e não foram respondidas? 1- Portugal está com dificuldade em ter financiamento para o upgrade dos F-16 para padrão V, como iria adquirir caças novos nos próximos 5 anos? 2-Portugal seguiu a doutrina da USAF e tem relações próximas com a USAF nos ultimos 70 anos, utilizando caças da USAF. Porque iria mudar toda essa doutrina neste momento e que vantagens isso traria á FAP? 3-Que vantagens apresenta um Gripen E (e existem algumas) sobre um… Read more »

Camargoer.

Olá Mestre. O problema de uma importação simples de material militar é a disponibilidade de divisas. Os países exportadores de petróleo têm a necessidade de ampliar as suas importações para equilibrar as suas balanças comerciais. Países como Portugal e Brasil tem o problema oposto. Precisam compensar as importações de material militar por meio de offset. Neste aspecto, Brasil e Portugal já possuem canais abertos de colaboração em torno do KC390. Estes mesmos canais poderiam ser usados e até ampliados com a participação sueca. Como falei, uma diplomacia mais agressiva seria capaz de costurar um amplo acordo entre os três países,… Read more »

MestreD'Avis

Muito obrigado pela resposta, apesar de se focar apenas num ponto já é uma explicação para eu tentar perceber a fixação deste fórum com o Gripen na FAP. Acho que tentou complicar algo que é bastante simples mas continuo sem perceber porque dois paises membros da UE com deputados e representantes no mesmo edificio em Bruxelas iriam necessitar do Brasil para abrir canais diplomáticos ou que negócio poderia o Brasil em termos de divisas oferecer que fosse melhor que uma troca financiada pelo Banco Central Europeu (que nem é assim tão simples para material militar mesmo entre membros mas enfim…)… Read more »

Hcosta

No KC houve apoio europeu devido à fábrica de Évora…
Terá maior relevância do que o seu cenário? Apesar de ser muito improvável…

Camargoer.

Olá Mestre. Os bancos centrais (europeu, brasileiro, chinês…) cuidam da moeda e da regulação do mercado financeiro. O financiamento da balança comercial é feita por outros organismos. Nos EUA, eles têm o EximBank (export import bank). No Brasil existe o BNDES. A Europa tem um EximBank, assim como a China também tem. A Suécia também tem o SEK. É preciso lembrar que quem oferece o financiamento é o país exportador. Então, no caso de uma venda de F39, o financiamento seria oferecido pelo Brasil ou pela Suécia.

MestreD'Avis

Camargoer, agradeço os seus comentários mas lamento voltar ao mesmo tema a que muita gente parece querer fugir. Sendo Portugal e Suécia ambos membros da UE, e tendo Portugal condições de financiamento dentro da UE muito melhores do que com qualquer parceiro externo, o que faria o Brasil neste caso e, querendo Portugal mesmo o Gripen, porque não seria o negócio feito Portugal-Saab?? Eu percebo toda a escolha do Gripen pelo Brasil e as expectativas em trono de parcelas em negócios futuros mas… não faz sentido! A Saab é uma empresa europeia e Portugal um pais europeu, não faria sentido… Read more »

Camargoer.

Caro Mestre. Se fosse apenas financiamento, taxas de juros e prazos, talvez você tivesse razão. Digo talvez porque as condições oferecidas pelos ExIm-banks de diferentes países são mais ou menos iguais. O objetivo destas instituições é fomentar o comércio por isso há um sistema internacional que coordena as atividades dos bancos de fomento. O financiamento é feito pelo país que exporta. Pode ser na Suécia ou no Brasil (no caso do F39) pois o banco faz o aporte na moeda local para a empresa que produz o produto, recebendo o importador em divisas (dolar ou euro, por exemplo). Inclusive, existem… Read more »

Ten Murphy

Excelente, mestre Camargoer. Sem contar que se o problema fosse a suposta vantagem de Portugal-Suécia serem da comunidade europeia, nada impediria do Brasil usar seu peso diplomático e comercial combinado ao da Suécia, e mesmo que o financiamento fosse sueco, qualquer venda do Gripen é vantajosa para nós. Seria como uma venda por co-produtor, ou por afiliado. Não vejo os problemas que Mestre D’Avis aponta como importantes.

MestreD'Avis

Consegue ver algum problema nos outros 5 pontos que eu referi? Quando se diz “suposta vantagem de Portugal-Suécia serem da UE” fico a entender que o que é a UE e como funciona não é claro para muitos membros deste fórum. Não é uma suposta vantagem, é todo o objectivo de pertencer á UE! Como apenas se vê a compra de caças como Portugal país a necessitar de financiamento externo e se desconhece como funcionam as LPM e as aquisições de equipamentos das Forças Armadas Portuguesas ou o orçamento de estado portugues fica ainda mais dificil rebater estes pontos. E… Read more »

MestreD'Avis

Caro Camargoer, eu tento explicar que as aquisições militares em Portugal são diferentes do que se processa no Brasil, mas enquanto os membros do fórum acharem que o processo é igual e que esse negócio seria vantajoso para o Brasil, não vou conseguir rebater pois continuam insistindo que Portugal iria comprar o Gripen ao Brasil e não directamente á Saab

Gostaria sinceramente de ver toda essa facilidade e vantagem financeira colocada na aquisição de mais 1 ou 2 lotes de Gripen para o FAB, que isso sim seria importante e talvez justificasse o investimento feito pelo Brasil no caça.

Camargoer.

Caro Mestre. Eu também tento explicar que existem três tipos de compras de equipamentos militares, qualquer que seja o país. Existem as compras diretas governo-governo nas quais o importador faz os pagamentos empregando suas divisas sem qualquer tipo de compensação comercial ou financiamento. Também existem as compras que são financiadas por bancos privados ou por agências ExImp do país exportador. E por fim, existem as compras financiadas por bancos privados ou por agências ExImp do país exportador e que envolvem compensações comerciais, que podem envolver o produto adquirido ou qualquer outro setor de interesse do país comprador, como por exemplo… Read more »

Carlos

Por várias vezes tentaram diplomaticamente dizer que os Gripen não são interessantes para a FAP. Vê o vídeo com o título “#realthaw 2016 – 8 anos Real Thaw” e irás compreender o porquê da afirmação “Gripen não são interessantes para a FAP” que por várias vezes já te tentaram explicar. O que a FAP quer são F-35 ou em alternativa os FCAS conforme o custo desde em relação aos F-35 que terão entretanto baixado o custo

Henrique

Os portugueses deveriam modernizá-lo para o padrão V e na próxima década pensar num substituto. Nao acho que os caça de 5a geração vão substituir completamente os de geração anterior, um Gripen E um Rafale F4 ou ainda um F-16 block 72 ainda vão ser bastante capazes.

Last edited 1 mês atrás by Henrique
tsung

eu acho que vão mais de eurofighter

Matheus

O que acontece se não fosse autorizada?
Deixava pegar pó, sem nenhuma manutenção?

Roberto

Off-topic
Um trabalho muito bom de restauração do Gloster F-8 em frente ao CINDACTA II em Curitiba.
O canopy é novo, completamente novo e fiel ao original, excelente trabalho de restauração.

Canopy Gloster (2).jpg
Camargoer.

Olá Roberto. Que bonito. Em S.Carlos temos um AT26, mas está precisado de uma manutenção. Acho que a prefeitura conseguiria dar um banho nele, mas temo que a pintura continuará queimada.

Roberto

A preservação desses aviões quando entregue à administração pública, como prefeituras e governos estaduais, fica totalmente à mercê de outros interesses, geralmente são abandonados.
Sob a responsabilidades de instituições têm maiores chances de uma conservação mais adequada. Esse F-8 Meteor está sob a responsabilidade da Força Aérea Brasileira.

Henrique

Na minha opinião é melhor deixar esses aviões em algum galpão desmontado esperando um museu. Em praça sob o “cuidado” do municipios eles ficam a Deus dará a mercê de vândalo.

Leandro Costa

Na verdade temos tanto Xavantes quanto Meteors (inclusive o 61o camuflado) no MUSAL. Acho que seria muito bom ter mais aeronaves espalhadas por praças ao redor do país. Também acho que as Prefeituras tinham é que dar mais valor à monumentos históricos.

Rommelqe

Camargo: Concordo! A compra do Gripen F39E seria uma grande avanço para a FAP. Quem sabe da onde mais se espera acaba vindo…

Camargoer.

Olá Rommelqe. Sou um otimista. Existem canais de colaboração entre o Brasil e Portugal em torno do KC390. Talvez o caminho seja este.

HLopes

A compra do F39 seria deixar a FAP praticamente na mesma. Por menos de metade do valor modernizavam os F16 para padrão V e ficavam com capacidades iguais. A FAP vai ter um grande avanço quando seguir os passos dos países parceiros e avançar para a compra do F35.

Bruno Palma

É mesmo, ter F-16V ou F-39 é o mesmo, a diferença é que teria de se comprar caças novos e com o F-16 têm se 20 unidades construídas em 1994 prontas a ser atualizadas, a FAP vai ter de comprar o F-35 para não ficar atrás, com uma aquisição do F-39 não iria acrescentar nenhuma capacidade adicional, exceto a reabastecimento com KC-390.

José

Nenhum Gripen vem para Portugal, Só caças Americanos, e o motivo porque não haverá nada em Portugal sem autorizaçao dos Americanos chama.se Base das Lajes.

Hcosta

Pela sua lógica a maior parte do equipamento militar Português deveria ser Americano.
Mas não é.
O F16 é o avião ideal para Portugal e tem mais lógica atualiza-lo para o nível 4,5 do que comprar outro avião e as consequentes despesas de integração. A não ser que fique muito mais barato do que o F16, e como vimos com o KC, isso dificilmente acontecerá.

MestreD'Avis

Caro Rommelque,se o Camargoer não responder ás minhas perguntas, talvez me possa justificar a sua opinião então: 1- Portugal está com dificuldade em ter financiamento para o upgrade dos F-16 para padrão V, como iria adquirir caças novos nos próximos anos? 2-Portugal seguiu a doutrina da USAF e tem relações próximas com a USAF nos ultimos 70 anos, utilizando caças da USAF. Porque iria mudar toda essa doutrina neste momento e que vantagens isso traria á FAP? 3-Que vantagens apresenta um Gripen E (e existem algumas) sobre um upgrade F-16V que justifique a troca de 30 anos de know how… Read more »

Menino do aviao

Portugal comprar o Gripen é andar para trás. O F16 MLU em nada é inferior. A FAP vai avançar para o F-16 Viper Block 72.
Tem toda a estrutura montada para essa transformação

Roberto

Outra foto

Gloster F-8 (2).jpg
Roberto

Com um olhar mais atento, dá para notar que alguns F-16 de Portugal já mostram a idade.
Vários deles têm placas de reforço sobre a fuselagem.
São placas de várias formas, lisas e chatas que ficam presas na fuselagem do avião feitas para dar maior resistência contra à fadiga natural da estrutura.

Last edited 1 mês atrás by Roberto
Bruno Palma

Essas placas de reforço tem haver com atualização MLU, não tem haver com a idade

Roberto

Elas tem a ver com a prevenção da fadiga de estrutura, que, no caso, está diretamente relacionada com a idade da estrutura.
Se houvesse relação direta com uma atualização em si, um F-16 novo de fábrica estaria também ‘atualizado’ com todas as placas presas na fuselagem, o que, obviamente, não é o caso. O fato desse reforço supostamente ter sido feito à época da MLU é algo meramente acidental.

Last edited 1 mês atrás by Roberto
Einon

A matéria está um pouco incorrecta. Longe está a Europa de ter na sua maioria aeronaves de 5ª Geração. A Espanha, França, Alemanha, Áustria, Suécia, Finlândia, Irlanda, República Checa… e muitas mais ainda não têm esses caças nem têm planos de os obter na sua maioria. Para o cenário actual e na actual crise económica causada pelo COVID, o F-16/Gripen/Mirage/Rafale são o suficiente para várias nações. Muito provavelmente as nações mais pobres não irão adquirir os caças stealth por serem um desperdício de capital que poderia ser melhor empregue noutras áreas de desenvolvimento.

Thiago A.

Uma pequena observação. A matéria não afirma que maioria das aeronaves são de 5a geração mas que “maioria das nações parceiras já tem caças de 5ª geração ” . Complementando, eu diria que boa parte das principais forças aéreas europeias já empregam aeronaves de 5a geração ( ainda não em grande números) e as poucas que ficaram fora ( das principais, ou seja França, Alemanha, Suécia, Espanha…) já participam de programas visando a introdução de aeronaves de 6a geração.

Beto

O Einon falou corretamente.
Na europa ocidental, que eu me lembre, quem tem caças de F35 / 5ª geração ativos são a Inglaterra, Noruega, Itália e Dinamarca, onde todos esses países possuem poucas quantidades.

Thiago A.

*Uma minha pessoal consideração sobre o mapa: falta Israel. No obstante não seja uma nação europeia opera em um TO muito próximo, Mediterrâneo/África Setentrional.

Tack - Map - Europe fighter aircraft.png
rui mendes

”E muitos mais não têm 5G”, quais??? Disseste quase todos, até metes-te a Irlanda que não têm caças de todo, assim todos juntos parecem muitos, mas esses que disses-te, tirando a Irlanda, têm Grippen C,D e E, Typhoon , Rafale, depois a Espanha além do Typhoon tem F-18 Hornet MLU, mas está quase a retirar os F-18 e anunciar o substituto, têm também o Harrier na Armada, que também será substituído até 2030, participa no programa do futuro caça FCAS de 6G, A França para além do Rafale têm também o Mirage 2005/5 e lidera o programa do futuro 6G… Read more »

Last edited 1 mês atrás by rui mendes
DSC

*meteste
*disseste

🙂

Einon

Portugal infelizmente não tem capital para adquirir aeronaves novas. Tenho alguns livros da década de 80 que falam com tristeza da aquisição dos A-7P nessa época porque não havia dinheiro nem para comprar F-5s em segunda mão da Noruega. Os F-16 já tinham alguns anos quando chegaram ás nossas mãos em 94 (e os adicionais que vieram depois também eram em segunda mão) e apesar das revitalizações, temos de continuar a mantê-los a voar com o que conseguimos no Orçamento. A Armada já tem várias fragatas encostadas por essa mesma razão. Com a opinião pública manipulada pela Comunicação Social numa… Read more »

Peter Nine Nine

Só dizes merd#… A começar por dizer que os F16 vieram todos em segunda mão… um lote veio de fábrica, o outro veio usado, em carcaça. Os F5 não foi dinheiro, a FAP queria o F5 desde os anos 70, mediante a impossibilidade de ter outro (os americanos não vendiam). Quando os americanos voltaram a confiar em Portugal (aliados, sim, mas, duvidosos aliados, por vezes inimigos, em alguns contextos nas décadas anteriores, nomeadamente no contexto do ultramar, ou do facto de termos tido décadas de regime), viam em Portugal, no contexto NATO, um defensor das ligação marítima entre os EUA… Read more »

MestreD'Avis

A Bartolomeu Dias chegou a Portugal ao fim de 3 anos e vai directa para a doca por avaria num motor. Provavelmente vários meses. A Francisco de Almeida está a ser “modernizada” na Holandam, já tendo ultrapassado bastante a data de entrega Das 3 Vasco da Gama, duas revezam-se em missões Nato e a VdG está parada á espera de peças Sugiro alguma calma ao Peter nas respostas a quem se preocupa com o estado e se diz que alguns tiram as noticias da CMTV, o Peter parece tirar das redes sociais da Marinha onde temos uma frota de fazer… Read more »

Carlos

Nota-se que tu e o Einon gostam muito de determinado partido que tem apenas um deputado e seis assessores. Tudo o que o Peter escreveu é verdade.

MestreD'Avis

Outro forista que cai do céu e começa a desviar as atenções… Partidos politicos??? Não, nem tudo o que ele escreveu é verdade, mas se me conseguir provar que á data de hoje, 6 de Dezembro de 2021: -A Bartolomeu Dias não tem uma avaria no grupo de propulsão e não vai estar fora de acção por uns meses -A Francisco de Almeida não está com a modernização atrasada (vamos a ver quando em 2022 regressa) -A Vasco da Gama não está parada há 4!! anos -A Corte Real está em missão da Nato e a Álvares Cabral espero que… Read more »

Hcosta

Tem algumas coisas erradas mas outras certas…
No Afeganistão tiveram situações dessas. Uros emprestados pelos Espanhóis, os MRAP pelos Americanos, sem falar no GNR que foram para lá em carrinhas…
E a Armada não está na melhor situação…

E não é preciso essa violência…

Carlos

Onde é que o Peter errou? O Peter fez referencia que os Humvee usados pelos portugueses na RCA já serviam os portugueses há alguns anos e tu escreves falsidades pois nunca os espanhóis emprestaram aos portugueses uma viatura e no Afeganistão apenas os primeiros Humvee’s eram alugados aos EUA e no Iraque as viaturas usadas pela GNR eram alugadas aos italianos e sabes tanto quanto eu que os jipes usados pelo exercito português eram os UMM que não eram blindados e foram usados pelos portugueses na Bósnia-Herzegovina juntamente com as Chaimites só te faltou dizer que o General Britânico David… Read more »

Hcosta

Isto foi de memória, mas tinha a ideia de que antes de alugarem e depois comprarem os Humvee usaram por pouco tempo os Uros de 1G. Mas posso estar enganado. Mas isso não invalida que foram para lá sem o equipamento adequado e tiveram que fazer essa compra quase de emergência. E que aconteceu o mesmo com a GNR no Iraque. Mais uma vez, posso estar enganado, mas penso que foram enviadas as carrinhas IVECO que ainda andam por aí e mais tarde perceberam o risco que era. Mas admito que os detalhes estejam errados. Já passaram quase 20 anos.… Read more »

José

Alugados, emprestados, comprados, o que sei é que se não fosse essas missões as forças armadas ainda estavam a chuchar no dedo a espera de material novo.

Hcosta

Exatamente, já disse várias vezes que essa era uma grande vantagem das missões internacionais.
E estamos muito melhor com os Uro, Pandur, SCAR, etc… sem falar na experiência operacional.

Carlos

Esse comentário só por má fé. Os Submarinos têm dez anos, As Pandur II começaram a ser fabricadas em Portugal em 2007, As URO VAMTAC começaram a ser entregues em 2019 e todo o armamento ligeiro do exercito que vieram substituir as velhas, muito velhas Walther P38, as espingardas metralhadoras G3 foram substituídas também em 2019/2020. O dinheiro que o estado tem , não é impresso na Casa da Moeda, é coletado através dos impostos como tal só por ignorância ou vontade de mal dizer

Carlos

É bom que não inventes. A ida de militares portugueses para o Iraque foi bloqueada pelo Presidente Sampaio, e o 1º ministro de então, Durão Barroso teve que se desenvencilhar com um força com uma força policial e como recurso de última hora o governo negociou com os italianos a incorporação da companhia da GNR na força militar italiana e daí o aluguer de veículos da IVECO https://www.facebook.com/GuardaNacionalRepublicana/photos/iraque/265435443554182/

Hcosta

Onde é que estou a inventar?
E tanto no Iraque e Afeganistão tiveram de comprar viaturas.

Carlos

Resumindo, dás os parabéns a este governo por ter adquirido os URO e as SCAR e dás os parabéns a Paulo Portas pela aquisição dos submarinos e pelas Pandur. Não te esqueças que as viaturas utilizadas pelo exercito português eram as UMM construídas no Tramagal, povoação vizinha ao Campo Militar de Santa Margarida que por não serem blindadas não eram adequadas para alguns cenários de guerra e os chaimites estavam em fim de vida, Antes de quereres dizer mal de alguém, informa-te

Hcosta

Está difícil de perceber o seu comentário.
E falei mal de quem?

O seu ponto é que não havia alternativas e o meu ponto é que deveriam garantir os equipamentos adequados ao cenário, nem que sejam em pequenas quantidades e isso demorou a acontecer, pelo menos, de uma forma estrutural.

José

Os parabens ao Paulo Portas não dou e se bem me recordo cada submarino custava 300 milhoes de euros e vinham 3 depois passou para 330 milhoes e no fim esse senhor mandou vir 2 com contra partidas que nunca vimos e pagamos e que me corrija quem souber o valor exacto 1000 ou 1200 milhoes por 2,
Se isto não é um pessimo negocio entao não sei o que poder ser….

Carlos

Vamos separar as águas, com Paulo Portas como ministro da defesa foram adquiridos 12 EH101, Pandur II (não sei a quantidade acordada) e submarinos, as aquisições foram feitas mas o contrato de aquisição dos submarinos foi um fartote porque estava previsto a contratação de serviços e alguns investimentos da Ferrosthaal em Portugal e daí houve muitos empresários a fazer negócios sem nenhum negócio mas o certo é que em Portugal ninguém foi condenado, mas na Alemanha a Ferrosthaal ficou sem os lucros mas o tribunal de Hesse proibiu o envio das provas para Portugal e por isso penso que terão… Read more »

HLopes

As nações parceiras a que o artigo se refere são a que pertencem à EPAF ou seja, Portugal, Belgica, Paises Baixos, Dinamarca e Noruega. À excepção de Portugal todos estes países já avançaram para o F35,

737-800RJ

Portugal é um país com ótima localização, bem longe da fronteira russa. Possui boa relação com os espanhóis. Sei que o momento não é bom para nenhum país, mas penso que estariam muito bem servidos se adquirissem Rafale, Gripen E ou F-16 V. Eles realmente precisam de caças de quinta geração? Quero dizer, a curto e médio prazo, qual território eles precisariam adentrar sem serem detectados? Os caças que citei cumpririam com louvor as missões que a FAP precisa desempenhar na OTAN, seja protegendo seu próprio território ou interceptando SU-35 no Báltico.

Henrique

Portugal é um país desenvolvido, será que não seria capaz de adquirir nem um esquadrão de 16 caças de primeira linha? Seja Rafale, Gripen, F/A-18 ou F-16 um pacote completo não seria muito mais que 1 bi de dólares.

Camargoer.

Caro Henrique. O orçamento militar português para 2021 foi de 2,4 bilhões de euros. Deste valor, 46% foram gastos com pessoal, 16% com custeio e 14% com investimento. São cerca de 25 mil tropas (o que daria um salário médio de $ 3,3 mil euros), o que sugere que estes valores de pessoal sejam apenas do pessoal ativo. Considerando que Portugual comprou os KC390, creio que a FAP só terá condições de adquirir novos aviões de caça após concluir o programa de aquisição dos cargueiros.

Miguel Carvalho

Para realidade Tuga e para os compromissos com a NATO está muito bom. O mínimo dos mínimos. Após o resgate económico de 2012 por parte dos FMI e da UE, Portugal ficou refém de compromissos orçamentais muito rigorosos, não havendo muita margem para gastos militares. Grande parte do orçamento para adquirir material militar foi para o KC390, devido ao investimento da Embraer em Portugal. A marinha portuguesa está transformada numa guarda costeira, com 4 NPO,s, 2 corvetas, uns patrulhas de costa, comprados aos dinamarqueses. As meko não vão ser modernizadas, as Bartolomeu Dias, levaram um upgrade miserável. A única coisa… Read more »

Bruno Palma

Eu até diria que os novos navios patrulhas são autênticos barcos mercantes ou catamarãs , apenas estão armados com duas ou três M2 Browning, as Forças Armadas Portuguesas estão a caminho da penúria.

Last edited 1 mês atrás by Bruno Palma
Carlos

Deves ser apoiante do partido com um deputado e seis assessores e esqueceste que a Espanha tem agora um S-80 mas até ao lançamento deste, tinha um submarino antigo e com condições duvidosas de emersão. A dívida ao FMI está toda paga. Falta pagar ao BCE e à UE, mas parte da dívida a estas organizações já está paga. O condicionamento financeiro não está dependente do resgate financeiro mas sim por fazer parte da união monetária que impõe determinadas regras entre as quais a proibição de deficit superior a 3% e porque as contas estão equilibradas, houve créditos a juros… Read more »

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