sábado, junho 12, 2021

Gripen para o Brasil

USAF pode dispensar jatos F-35 mais antigos como parte da redução da frota de caças, diz general

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

A Força Aérea dos EUA poderia aposentar alguns de seus modelos mais antigos do F-35 Joint Strike Fighter, que são usados ​​para treinamento, na próxima década em favor de adquirir as variantes mais avançadas do jato, de acordo com um general de renome.

Versões mais antigas do primeiro jato stealth podem ser retiradas em vez de receber atualizações caras para mantê-los viáveis ​​para um conflito futuro, disse o tenente-general S. Clinton Hinote, subchefe do Estado-Maior da Força Aérea para estratégia, integração e requisitos.

“Não está em nossos planos agora, mas seria algo que teríamos que levar em consideração”, disse ele em entrevista na terça-feira. “Porque a grande questão é: ‘Vamos voltar e adaptá-los?’

“O custo do retrofit é uma consideração chave para ‘Queremos usar jatos de treinamento que são blocos [de software] mais antigos e atualizá-los para novos blocos?'”, Disse Hinote. “Será que estamos investindo demais em aeronaves de treinamento? Há alguns indícios de que talvez estejamos.”

Hinote estava se referindo à proporção de jatos usados para treinamento para jatos codificados para combate – aqueles prontos para uma missão em tempo de guerra a qualquer momento – nas sete frotas de caça da USAF enquanto se prepara para um conflito contra um inimigo de capacidade similar. A Força Aérea dos EUA conta com a aeronave de apoio aéreo aproximado A-10 Thunderbolt II como parte de sua frota de caças, junto com o F-35, F-22 Raptor, F-15C/D Eagle, F-15E Strike Eagle, F-16 Fighting Falcon e o novo F-15EX Eagle II.

Por exemplo, um terço da frota de caças F-22 de quinta geração não é codificada para combate, com a maioria desses jatos reservados para treinamento de pilotos.

Embora o F-35 seja uma das aeronaves mais novas do Pentágono, alguns dos caças Lightning II mais antigos da frota são usados ​​para fins de treinamento. Eles fazem parte dos primeiros lotes de produção inicial de baixa cadência do fabricante Lockheed Martin.

Raptor vs. NGAD

A USAF deve tomar decisões importantes sobre quais aeronaves e quantas deseja manter por um longo prazo, disse Hinote.

Hinote disse que o serviço ainda vai pedir ao Congresso para financiar atualizações cruciais para a frota de F-22 como parte de sua solicitação de orçamento fiscal para 2022, incluindo modificações nas capacidades do conjunto de sensores do caça.

Mas o F-22 “tem algumas limitações que você simplesmente não pode modernizar”, acrescentou.

Quando o F-22 se aposentar será decidido pela rapidez com que o NGAD pode ser colocado em campo, disse Hinote.

Se a Força Aérea puder garantir financiamento suficiente para o NGAD no ano fiscal de 2022 e orçamentos futuros, e subsequentemente provar a tecnologia antes de 2030, os F-22s começarão a se dirigir ao cemitério de aeronaves, disse ele.

F-35a
Lockheed Martin F-35A

O F-35 é um ‘caso especial’
A Air Force Magazine relatou na semana passada que a USAF está considerando um corte de 10% nas compras de F-35 como parte de seu Plano de Defesa dos Anos Futuros, citando uma necessidade crescente de transição para os jatos mais atualizados assim que estiverem disponíveis.

A CNN informou que alguns oficiais da Força Aérea expressaram o desejo de limitar o número total de F-35s na frota, reduzindo a aquisição projetada de 1.763 aeronaves da variante A de decolagem e pouso convencional para 800 unidades no máximo para dar espaço ao NGAD.

Mas Hinote disse que nenhuma decisão foi tomada.

“A conversa interna sobre a compra total é algo que temos que fazer, mas não tomamos uma decisão sobre isso porque não conhecemos todas as variáveis ​​ainda”, disse Hinote, chamando o F-35 de “caso especial” no inventário de jatos.

“Se conseguirmos obter a compra total, esse seria o futuro que preferiríamos”, disse ele.

A Força Aérea agora tem mais caças F-35 do que F-15s e A-10s. Com 283 jatos, a frota de F-35 é a segunda em tamanho, perdendo apenas para o Fighting Falcon; a Força Aérea tem 934 modelos F-16 C e D.

Mas “o bloco que está saindo da linha de montagem agora não é um bloco que me sinta bem em enfrentar a China e a Rússia”, disse Hinote, referindo-se à configuração atual de software e hardware do Bloco 3F.

As atualizações do Bloco 4, a última atualização de modernização dos sistemas aviônicos e de armas do F-35, começaram em 2018. O objetivo é expandir o tipo de armas que a aeronave pode transportar, incluindo a bomba Stormbreaker de pequeno diâmetro da Raytheon, que tem a capacidade de atacar alvos móveis com mau tempo.

Caças F-35A da USAF

O Pentágono estimou originalmente que a modernização do Bloco 4 poderia ser incorporada até 2024, mas o cronograma do projeto foi adiado até pelo menos 2027, de acordo com uma avaliação do Government Accountability Office – GAO.

Alguns F-35s já possuem elementos do Bloco 4, como o Sistema Automático de Prevenção de Colisão com o Solo, que ajuda a evitar que as aeronaves se choquem com o terreno.

Desbloquear o restante das atualizações do Bloco 4 exigirá o que é conhecido como “Atualização de Tecnologia 3” ou TR-3, que fornecerá à aeronave capacidade de processamento imediato e memória aumentada, entre outras capacidades.

Embora grande parte do TR-3 seja incorporado ao último lote de aeronaves em 2023, seu desenvolvimento ainda está “seguindo 7 meses depois do planejado originalmente”, disse o GAO.

Ambas as atualizações serão críticas em um conflito contra a China no Pacífico, disse Hinote.

Em 2019, a Força voou apenas caças F-35 Bloco 4 em um jogo de guerra porque usar jatos Bloco 3F “não valeria a pena” em um cenário de igual para igual com a China, disse ele ao Defense News.

Existem outros problemas com o F-35, incluindo uma crescente escassez de motores F135, fabricados pela Pratt & Whitney, uma subsidiária da Raytheon Corp. Também há mais trabalho a ser feito em seu sistema de logística abrangente, que é usado para operações de suporte, planejamento de missão, gerenciamento da cadeia de suprimentos, manutenção e outros processos.

Como os custos de manutenção e atualização continuam a aumentar, Hinote disse que a capacidade, disponibilidade e acessibilidade contribuem para o futuro do F-35 com o serviço.

“Teremos que fazer essa decisão um dia … mas não temos que tomar essa decisão no FY22 e, francamente, não precisamos fazer isso no FY23”, disse ele. “Estamos voando com sete frotas de caças agora. Nenhuma Força Aérea no mundo pode lidar com essa demanda tão diferente em sua logística. Precisamos reduzir o número de frotas de caças, simplesmente por questões logísticas.”

FONTE: Military.com

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Tomcat

“Problema” de força aérea rica é outros F-35. As pobres mal podendo com aeronaves de 4ª geração e a USAF já pensando em aposentar alguns de 5ª geração…

Paulo Sollo

Mas “o bloco que está saindo da linha de montagem agora não é um bloco que me sinta bem em enfrentar a China e a Rússia”, disse Hinote.

Acorda pra realidade kid!!
A Jackfruit JAMAIS estará apta para enfrentar sequer os caças 4.5G dos adversários. Quando lançarem o Block 4 com sistema anti colisão com o solo(ainda não tem?!) e outras coisas continuará sendo a mesma JACA FAKE de 800 e tantos problemas incapaz de lutar e vencer, Ponto!

Mayuan

Ponto. Rsrsrs. Acho graça nessa mania de interditar o debate. Não tem ponto nenhum.

Ele afirma que não se sente bem pq a doutrina americana é lutar com ampla vantagem para minimizar as perdas ou nem ter que lutar.

Agnelo

Normalmente, o uso do “ponto” evidencia muita coisa……… kkkkkkkk quase um “pronto, falei”….. kkkkkkkk

Fabio Araujo

Esses mais antigos foram muito caros e já estão precisando de upgrade! É bronca!

RICARDO NUNES BARBOSA

Todo caça depois de 10 anos em operação já precisa de atualização, se outras Forças fazem ou não, se esperam mais tempo ou não, são outros 500.

Paulo Sollo

Amigo, não abuse de nossa inteligência.
Como está muito explícito no relato do oficial americano, não são modernizações, mas estão ainda buscando acrescentar capacidades que permitam que a jackfruit seja capaz de atuar pelo menos em parte do que se esperava dela, ou seja, que pelo menos amenize um pouco seu fracasso.

Vocês fruitboys forçam demais a barra, e a troco de nada…

RICARDO NUNES BARBOSA

Sinto muito se você desconhece o programa e limata-se a atuar como hater. Se conhecesse, saberia que a fase de desenvolvimento se estende até o Block 3F. O Block 4 possui orçamento fora da fase de desenvolvimento e visa expandir a capacidade da aeronave através de um programa de atualização incremental anual até 2028 (mais ou menos a forma como a Saab atualiza seus Gripen). Um exemplo de atualização será o incrementalmento de mais de 10 armas e a capacidade de Guerra Eletrônica Cognitiva (que não existe em nenhum outro caça até hoje).

Paulo Sollo

Sinto muito se você limita-se a uma insana negação da realidade exposta pela própria USAF e insiste em idolatrar algo que eles próprios admitem que vem falhando ininterruptamente. Parece até que não é humano e sim um desses robôs de whatsapp.

“-Fruitdroid RNB-35 informs: Verbal defense protocol for F-35 activated. Defend till self destruction bip, bip, bip…”

Last edited 19 dias atrás by Paulo Sollo
RICARDO NUNES BARBOSA

Para eu negar a realidade você precisa apresentar a realidade, o problema é que você não tem nem o conhecimento mais básico do programa. Logo, o que eu digo atua muito mais como informação para você.

Paulo Sollo

O problema é que você vive numa realidade paralela de tupinicat dos EUA, e o que você diz atua totalmente para mim como alienação negacionista e puxa saquismo de um nível que nem os próprios americanos demonstram.

RICARDO NUNES BARBOSA

Você ainda continua correndo em círculos? Sabe da última? F-35A atingiu a maior disponibilidade da USAF em 2020. Agora sua mente deve bugar de vez..

Paulo Sollo

Excelente notícia para os adversários!
Quanto mais a USAF depender desta jackfruit capenga melhor para eles…

Agnelo

Excelente

Hcosta

A ideia é mesmo essa, ir recebendo atualizações constantes.
O caça já está operacional. O problema é o alto custo de manutenção, não as suas capacidades que são, mesmo sem o software mais recente, mais do que qualquer outro rival possui.

Paulo Sollo

Valha-me Deus, vocês são realmente doentes.

Mas “o bloco que está saindo da linha de montagem agora não é um bloco que me sinta bem em enfrentar a China e a Rússia”, disse Hinote,”

Victor Filipe

Você deve ser muito amigo dos editores pra poder ficar ofendendo e xingando os outros sem receber nenhum tipo de repressão

Hcosta

Pois, em vez de ganhar por 3-0, ele quer ganhar por 6-0.
Está a fazer o seu trabalho ao forçar a atualização mais recente o mais rápido possível.
E enfrentar a Rússia e a China não é só na capacidade dos caças mas também nas defesas AA.

Helio Eduardo

Exato! E, com um pouco de esforço de pesquisa em sites sérios, percebemos que o Programa F-35 está atrasado sim, mas segue as linhas gerais do planejamento.

RICARDO NUNES BARBOSA

Desinvestir os F-35 Lote 1 a 4 liberaria orçamento para manter variantes Block 4 em operação, que é consideravelmente mais capaz. Além disso, iria uniformizar a frota, facilitando o trabalho de manutenção e a disponibilidade. Se o número máximo de F-35s não puder ser alcançado por questões de custos operacionais, o mais lógico é desinvestir as primeiras unidades e adquirir unidades novas Block 4. De certa forma é isso que a França vem fazendo, vendendo unidades usadas do Rafale e adquirindo unidades mais novas e atualizadas.

Teropode

Bateu uma curiosidade ; Quais limitações que o F22 possui que não pode ser modernizada ? O caro revestimento , o espaço interno para novos hardwares e de quebra a limitação para receber a evolução do software , espaço interno das baias ?

Saldanha da Gama

Lobby para o f35….. Abraços

RICARDO NUNES BARBOSA

Basicamente é mais caro de operar e complexo de modernizar, já que é um caça maior, com tecnologia stealth mais antiga e aviônica mais fechada.

DSC

Raio de combate e também os revestimentos furtivos (parcialmente)… São essas as grandes limitações do F-22 que praticamente não dão pra modernizar (só com investimentos massivos de tempo e dinheiro). O armamento e aviônica tem vindo sendo atualizados sem grandes problemas e continuarão sendo modernizados até quase ao fim de vida da frota: https://www.lockheedmartin.com/content/dam/lockheed-martin/aero/documents/f22/FG2100000CF-22FastFacts052021.pdf “…Digital, Dominante, Pronto/Preparado•O F-22 de 5ª geração é o principal caça de domínio aéreo do mundo e um dissuasor estratégico comprovado.• A Lockheed Martin está aproveitando as semelhanças de quinta geração entre o F-22 e o F-35 para construir capacidades de combate.• A Lockheed Martin está… Read more »

Last edited 19 dias atrás by DSC
Hcosta

Sim essa é a proposta da LM, mas acho que li em algum lugar que estão a considerar não fazer esse melhoramento.
Ter um data link que só serve para comunicar entre F22 é algo de muito estranho.

Hcosta

No Binkov’s battlegrounds tem um vídeo a explicar.
Tem algumas limitações que são muito caras de ultrapassar. O facto de já não ser produzido também não ajuda.

Almeida

O hardware dele é da década de 90 e não suporta os software usados hoje em dia. Não se fazem mais upgrades no hardware por não ser mais produzido e qualquer atualização no software é cara e lenta, pois tem poucos técnicos ainda habilitados na tecnologia.

Jacinto

O principal dele é: ausência de necessidade. O F-22 ainda é considerado o melhor caça de 5ª geração e provavelmente permanecerá assim até ser aposentado.

MCruel

Há um verdadeiro milagre ocorrendo nos comentários: 04 comentários e ninguém sugeriu que o Brasil comprasse os F-35 desativados via FMS!

Jacinto

É porque estão esperando o F-22 ir para o estacionamento do deserto. O F-22 seria muito melhor para o Brasil do que o F-35.

Saldanha da Gama

F22 e A10…. Meu sonho dourado….

JuggerBR

A-10 pra qual TO? Enfrentar terrorista de Ak-47 na selva? Tem cada uma…

Leandro Costa

A alegria durou pouco…

GFC_RJ

hehehe
Isso num afã que os EUA autorizariam a venda para o Brasil, assim… só ir lá e dizer “eu quero, me dá?”

Filipe

Oportunidade única para a FAB , operar essa caças F-35 antigos dispensados pela USAF será uma honra… Sendo assim teremos o mix de caças mais temidos do hemisfério sul “GRIPEN NG + F-35”, dois caças monomotores superiores a qualquer caça da atualidade. Espero que a FAB aproveite a boa relação com a USAF, sendo uma Força amiga da FAB e via FMS compre algumas unidades a preço reduzido, pelo menos 12 unidades, o pessoal que contestar dizendo que a hora de voo é mais cara, mas com a compra de pouca unidades não será algo tão pesado no orçamento da… Read more »

Leandro Costa

Cruz credo!

Saldanha da Gama

Se é pra gastar, gastemos no rafale, f15 ou su35…. Teríamos a melhor força do hemisfério…Abraços

FRANCISCO CHAO DE LA TORRE

Andou fumando hidroxicloroquina, foi?

Adriano Madureira

hidroxicloroquina com cannabis estragada…

Rogério Loureiro Dhierio

Amarre uma bigorna em seus pés e se atire ao mar más nunca mais apareça com estas alucinações.

Falando sério. Fiquei com medo quando vc disse que seria uma honra operar o monstrengo.

Abs.

ALISON

Acho que e mais pra felizmente… Pense num projeto cheio de problemas…

Antonio Palhares

Filipe. Tenha dó do seu país. Por mais avacalhados que sejamos, ainda somos dignos da Divina misericórdia

JuggerBR

Única mesmo… Comprar e estocar por falta absoluta de $$ pra operar…

FABIO MAX MARSCHNER MAYER

Meu! O Brasil não sabe nem se conseguirá operar os Gripen, porque os custos são mais altos que os do Forevis 5 e porque não existe orçamento no país. O que existe, é uma peça de ficção renovada anualmente, na qual a única coisa que é certa e inamovível são os salários do andar de cima, aqueles acima dos R$ 35.000,00 mensais. Todo o resto é descartável… inclusive combustível de aviação e peças de reposição.

Antoniokings

Biden está para propor redução do orçamento militar americanos.
Muitos cortes ocorrerão.
Não há como sustentar o nível de gastos atual.
O Orçamento previsto por Trump para 2021 era de 722 bi de dólares.
Biden colocou no limite máximo a 715 bi com possibilidade de queda até 704 bi
A realidade está batendo à porta dos EUA.

GFC_RJ

De boa… Não sei quais são as fontes disso aí, mas imaginando que os dados estejam absolutamente certos…
Vamos combinar que baixar de 722 para 704BB USD não é uma redução, digamos, muito substantiva. Isso tanto no sentido de impactar significativamente a SoD (num orçamento desta idade, uma mera otimização de processos já atenderia tal meta), quanto das necessidades fiscais do governo federal americano.

Antoniokings

É uma redução extremamente significativa se considerarmos que existe a necessidade de contrapor o crescente poderio militar chinês e russo.

Leandro Costa

De Carter até a administração atual, nenhum governo democrata deixou de cortar orçamento militar. Isso era mais do que esperado e surpresa para ninguém.

Antoniokings

Ou então, o pensamento republicano sobre o orçamento militar é fora da realidade.
Depende do ponto de vista.

Renato

O programa F35 cada vez mais se consolida como um dos piores da indústria de defesa americana. Até hoje não atingiu as capacidades exigidas do projeto, custou muito mais do que o orçado, e apresenta as piores disponibilidades de missão da frota, especialmente considerando ser novo! Grande parte da frota entregue não dispõe capacidade de combate sendo relegada a treinamento! Nenhum F35 entregue atende aos requisitos de capacidade do projeto. As atualizações em curso são meramente para aproximar do requisito original e não ampliar as capacidades originais projetadas. Este programa já entrou na categoria “too big to fail” e o… Read more »

RICARDO NUNES BARBOSA

90% de suas afirmações são genéricas, ou seja, retórica que não leva em consideração a realidade operacional de fato do F-35 e outros programas. A título de exemplo, apenas em 1988 o F-16 matou mais de 10 pilotos em acidentes. Provavelmente nesta época vc estaria falando a mesma coisa ou pior do que mostrou-ser um dos programas mais bem sucedidos da história da USAF.

Paulo Sollo

“-Fruitdroid RNB-35 informs: Verbal defense protocol for F-35 activated. Defend till self destruction bip, bip, bip

Hcosta

Realmente, os seus comentários são muito úteis e cheios de informação relevante que contrariam os factos apresentados…

ALISON

Errado… O que ele falou são fatos e é isso que te aborrece… Fatos são iguais a números: não se discute, so se verifica.

RICARDO NUNES BARBOSA

Número que conheço é a disponibilidade de 76% do F-35A. O maior da USAF em 2020. Haters bugando em 3, 2, 1 …

Renato

Não tenho implicância com programas americanos. Pelo contrário considero o F16 um dos caças mais bem sucedidos da história! principalmente comparando para o que ele foi projetado e o uso efetivo que teve. O F16 superou em muito as expectativas. O F35 infelizmente é o contrário do F16. Minhas afirmações são baseadas nas avaliações oficiais americanas sobre o desenvolvimento do programa e sobre o processo interminável de certificação do F35. A realidade operacional é que o F35, a despeito das centenas de caças entregues, não é um caça plenamente operacional (FATO). Ele ainda não completou sua certificação e mesmo o… Read more »

Agnelo

Pois é, Renato
Mas….. o q já faz e o q tem de disponível, quanto significa em Poder de Combate pra USAF?
Essa é a questão.
Em outras palavras, o “ruim” dele é quantas vezes melhor q o “bom” dos outros por aí?

Ou os EUA e aliados estão rasgando dinheiro por lobby? Duvido….

Quem efetivamente vai pra guerra, pensa de outra forma.

Renato

O F35 ainda está, já com anos de atraso, no estágio de IOC, ainda não recebeu a certificação completa. A implicação das deficiências que impedem sua certificação final é que ele atua com restrições operacionais que forçam a sua não utilização em teatros ou missões com oposição “near peer” (China e Russia). Para os demais cenários sua utilização é viável, porém ficou antieconômica e sem sentido devido aos estouros orçamentários, e por isso a USAF prefere usar aeronaves 4g nesses ambientes e inclusive optou por comprar mais aeronaves como F15 e revitalizar o F16, deixando de lado os planos iniciais… Read more »

Hcosta

Discordo.
Se é novo como pode ter a melhor disponibilidade da frota. Quer comparar linhas de manutenção desenvolvida ao longo de décadas com uma que está a ser implementada, ainda para mais com uma muita maior complexidade?

A caça já está operacional e a fazer missões de ataque. As capacidades foram sempre desde o início planeadas para serem feitas desta forma. E veja o que será o block 4 e se acha que irá aumentar, ainda mais, as suas capacidades.

E quantos destes caças não possuem capacidade de ataque?

ALISON

Falou muita besteira hein… Melhor reler a materia de novo… Vc não entendeu o texto.

Hcosta

Desculpa mas está a responder ao meu comentário?
É que o meu não se refere ao artigo.

Renato

Não. O F35 em nenhuma versão está plenamente operacional. Nem o block IV completou sua certificação. O F35 opera com restrições e apenas em cenários menos contestados. Tanto que sua produção ainda está em “low rate”, a ” full rate production” ainda não está autorizada pois as versões existentes possuem deficiências não sanadas que a impedem. Esta é a excrecência desse programa destacada em toda a imprensa especializada americana, já foram fabricadas centenas de unidades que precisarão de retrofit´s para atingir a configuração plenamente operacional, que diga-se de passagem ainda não se sabe qual é, pois nem as versões mais… Read more »

Renato

Sobre a disponibilidade: É claro que aeronaves com menos de 1000 horas de voo (F35) deveriam apresentar disponibilidade muito melhor que uma frota com idade próxima a 30 anos (F15 e F16). Aeronaves velhas exigem muito mais verificações e trocas de peças que aeronaves novas. O problema do F35 foi o completo fracasso do sistema de gestão de manutenção e logística criado especificamente para ele (ALIS) que precisou ser substituído por outro (ODIN) que ainda não está funcionando a contento, resultando em não saber que peças são necessárias quando e onde, e assim deixando aeronaves presas no solo.

Rodrigo LD

Enquanto o F-35 vai pousando, o F-16 voa cada vez mais alto, rumo aos já projetados 100 anos depois do primeiro voo.

RICARDO NUNES BARBOSA

F-35 pousando? A linha de produção deve chegar a uma cadência de 160 aeronaves por ano até o meio desta décadas (lembrando que muitos países nem podem adquirir o caça).

Maurício.

“Versões mais antigas do primeiro jato stealth podem ser retiradas em vez de receber atualizações caras para mantê-los viáveis ​​para um conflito futuro.”
Engraçado, acho que era a Espanha que queria se livrar das primeiras versões do Eurofighter, justamente por isso, seria muito caro atualizar, lembro que muitos malhavam o Eurofighter por isso, agora a mesma coisa está acontecendo com o F-35.

Nascimento

Sim, e o plano era vender para a Colômbia os Typhoons TRANCHE 1.

Rodrigo LD

Que contraste: enquanto nos preocupamos em manter voando menos de 50 caças com quase meio século de uso e não conseguimos verba nem para modernizar projetos nacionais (A-1M), eles tendo que escolher qual das maravilhas terão que deixar em terra.

Max

aahahahahah os F-16 vão voar até 2070 e os F-35 mais antigos vão ser dispensados… Conta outra !!! A verdade é que esses F-35 não param de dar problema e custam um olho da cara…

RICARDO NUNES BARBOSA

Uma coisa não tem qualquer relação com outra. Ou vc acha que em 2070 terá F-16A (produzido em 1980) voando?

Leandro Costa

E é bom lembrar que o F-16C chegou menos de dez anos depois de o F-16A entrar em serviço. E nem por isso o F-16A foi um fracasso. Parece que as pessoas esquecem que o F-35 está indo pelo mesmo caminho.

RICARDO NUNES BARBOSA

Na verdade acho que é muito mais uma questão de desconhecimento mesmo. Muitos não tem nem ideia de como é um programa de desenvolvimento, de como foi no caso do F-16, por exemplo.

Jacinto

É que na época não existia internet então o pessoal não acompanhou como o F16 evoluiu. O F-16 teve block 1, 5, 10, 20, 25, 30/32, 40/42, 50/52, 60, 70/72, sempre com incrementos e nem sempre estes incrementos eram implementados nas versões mais antigas; e tal como acontecerá com o F-35, as versões mais antigas não eram atualizadas e viraram aviões de treinamento ou eram vendidos. Não há nenhuma novidade no que a USAF está fazendo.

Funcionário da Petrobras

Que abacaxi!
E tem gente que ainda almeja esse mico aqui na FAB.

Paulo

Li o título e depois li a matéria, que nada haver, famoso clickbait.

Dod

Caraca!É muita ostentação, só a frota de f-16 deles já é capaz de ter superioridade aérea,e ainda eles discutem quantos f-35 querem ter no inventário.Inveja!!! hahaha.A USAF é braba d+ e muito responsável.

José

Sorte foi a Turquia não abrir mão do S-400 pra ficar com essa jaca.
Quero ver Austrália, Grã-Bretanha, Itália, Dinamarca, Noruega, países baixos conseguirem dinheiro pra atualizar e manter essa jaca e um mínimo decente de horas/ano de vôo para terem pilotos minimamente qualificados.

Wellington R. Soares

Engraçado ver o pessoal falando mal do F35 😂

Antonio Palhares

Enquanto os Estados Unidos tiverem as condições econômicas atuais, mesmo em acelerada perda de espaço para a China. Pode cometer estes atos. O tempo é quem dirá se é acertada ou não. A priori parece um esbanjar de recursos.

JuggerBR

Alguma coisa deu muito errado no projeto do F-35. Isso é fato.

Almeida

“Estamos voando com sete frotas de caças agora. Nenhuma Força Aérea no mundo pode lidar com essa demanda tão diferente em sua logística. Precisamos reduzir o número de frotas de caças, simplesmente por questões logísticas.”

Fala isso pra Índia rs…

Tesouro da mamãe

Ótima notícia…uma bela oportunidade de aquisição de F 35 e F22 para a FAB !!!!!!
Tenho certeza que eles querem vender a para o seu principal parceiro na América do Sul.
Fora a base americana em Alcântara .
Uns 300 caças já está bom

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