sábado, junho 12, 2021

Gripen para o Brasil

Frota global AW101 da Leonardo atinge marco de 500.000 horas de voo

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br
  • A frota global de helicópteros AW101 da Leonardo opera em quatro continentes cobrindo uma série de missões, incluindo Busca e Salvamento (SAR), Recuperação de Pessoal, Suporte Anfíbio, Alerta Antecipado, Transporte Tático de Tropas, Guerra Antissubmarino e Anti-Superfície entre outras
  • Com foco em sobrevivência, o design do AW101 é impulsionado pelas demandas dos clientes para operar em locais e climas hostis
  • Um dos helicópteros multifunções mais avançados, versáteis e capazes disponíveis, existem cerca de 200 aeronaves em serviço hoje

AW 101 da Força Aérea Portuguesa

Roma, 17 de maio de 2021 – A frota do helicóptero global AW101, multifuncional de porte médio-pesado com três motores, ultrapassou mais de meio milhão de horas de voo. Com um operador líder excedendo mais de 7.500 horas em uma única aeronave, cerca de 200 unidades estão em serviço hoje pertencendo a mais de 10 clientes em aproximadamente dez países em todo o mundo. Com aeronaves inclusive na Noruega e Polônia, o alcance global da plataforma se estende desde a América do Norte, Europa, Oriente Médio, África, até a região Ásia-Pacífico.

A Marinha Real usará seus helicópteros AW101 Merlin Mk2 para vigiar a próxima implantação do grupo de ataque de porta-aviões e os mares circundantes, garantindo que os navios e suas tripulações estejam bem protegidos contra submarinos inimigos, navios de superfície, aeronaves e mísseis. O AW101 Merlin Mk4 também fornecerá movimentação e transporte de pessoas e suprimentos, além de manobra aérea anfíbia para operações de navio para costa, se necessário.

Entre os operadores-chave da plataforma então a Força Aérea Italiana, a Força Aérea Real Dinamarquesa e a Força Aérea Portuguesa, que utilizam a aeronave principalmente para missões SAR e/ou de Recuperação de Pessoal. A Marinha Italiana tem usado sua frota AW101 para uma série de funções, incluindo todas as principais missões no ambiente naval. A Força Aérea Real Canadense opera a variante CH-149 Cormorant desde 2001, realizando milhares de missões SAR que salvam vidas nas condições ambientais mais extremas e duras, de costa a costa.

AW 101 da Noruega

A parte interna do AW101 integra um cockpit de vidro totalmente integrado, Sistema Digital de Aviação de quatro eixos, um Sistema de Monitoramento de Saúde e Uso entre outras capacidades, que fornecem à tripulação maior consciência situacional, eficácia da missão e a capacidade de fazer avaliações táticas rápidas dia ou noite.

Focado na sobrevivência, o design do AW101 é impulsionado pelas demandas dos clientes para operar de forma autônoma em locais e climas hostis. A ampla redundância em sistemas críticos de aviação, combinada com a configuração de três motores e capacidade comprovada de transmissão a seco de 30 minutos, garante os mais altos padrões de segurança.

Apesar dos desafios colocados pela pandemia Covid-19 ainda em curso, em abril de 2021, a Leonardo entregou com sucesso o 11º de 16 helicópteros AW101 All-Weather Search and Rescue (AWSAR) ao Ministério da Justiça e Segurança Pública norueguês. A plataforma AWSAR possui uma ampla gama de tecnologias que suportam missões SAR mais seguras, incluindo proteção integral contra gelo, controles de voo automáticos abrangentes, sistemas integrados de display multi-sensor e cockpit. O AW101 foi o primeiro helicóptero do mundo a ser equipado com um radar e-scan aéreo de primeiro plano global, o Osprey, que é produzido na sede de Leonardo em Edimburgo.

AW 101 da JMSDF

No início de 2021, a Força Marítima de Autodefesa do Japão (JMSDF) atingiu um marco de 25.000 horas de voo. A Kawasaki Heavy Industries (KHI) entregou a primeira aeronave AW101 à JMSDF em 24 de maio de 2006. Em 2015, a primeira Operação de Balcão de Minas Aéreas equipadas com MCH-101 foi entregue à JMSDF. No total, o Japão tem 13 AW101s dentro de sua frota – e isso inclui a variante CH-101, que é usada para apoiar as atividades de pesquisa antártica do Japão. O desenvolvimento da variante AMCM do AW101/MCH-101 tem sido liderado pela KHI, como principal contratante, com Leonardo continuando a fornecer suporte técnico. A primeira aeronave entrou em serviço operacional em 2016.

O AW101 fornece aos clientes maior flexibilidade de missão, graças a uma ampla gama de equipamentos que permitem que a plataforma seja configurada para operações de swing. A grande porta deslizante e a rampa traseira garantem entrada/saída rápida de pessoal e carregamento/descarga de equipamentos. A versatilidade da plataforma AW101 permite que os clientes configurem o helicóptero para uma ampla gama de funções primárias e secundárias.

Projetado com aviônicos sofisticados e sistemas de missão, juntamente com longo alcance e resistência, graças à capacidade de usar dois dos três motores para voos de cruzeiro, fornece persistência operacional para todas as missões. Essa flexibilidade de missão torna o AW101 o helicóptero multifunção mais avançado, versátil e capaz disponível hoje. O AW101 é construído nas instalações de Leonardo em Yeovil, Reino Unido.

Sobre a Leonardo

A Leonardo está entre os dez maiores players mundiais em Aeroespacial, Defesa e Segurança. A Leonardo tem uma presença industrial significativa na Itália, Reino Unido, Polônia e EUA. Parceiro canadense de confiança há mais de 50 anos, a Leonardo é um provedor líder de recursos por meio de tecnologias inovadoras e serviços integrados. A subsidiária canadense da Leonardo está sediada em Ottawa. Com o propósito de servir ao mercado canadense, a equipe local da Leonardo tira proveito de toda a força e profundidade da empresa global. A Leonardo coordena todas as atividades comerciais no Canadá por meio da equipe baseada em Ottawa, incluindo as atividades relacionadas a Sistemas de Defesa e Defesa, programas de Aeronáutica para Controle de Tráfego Aéreo, Segurança Cibernética e Automação com foco em soluções para aeroportos, operadoras postais e mensageiros. No país, existem 50 helicópteros civis, militares e para públicos voando ao lado de 40 aeronaves ATR. A empresa possui cinco centros de serviços autorizados para helicópteros. Com 400 pessoas trabalhando em cinco locais no Canadá. A Leonardo está investindo em inovação, transferência de tecnologia, propriedade intelectual, pesquisa e desenvolvimento e relacionamentos e parcerias de longo prazo com o governo canadense, a indústria canadense, incluindo pequenas e médias empresas. Além da pegada da Leonardo, a DRS Technologies Canada Ltd., uma subsidiária da Leonardo DRS, é uma empresa canadense líder em eletrônicos de defesa, com sede em Ottawa, Ontário, especializada em sistemas militares de comunicação de voz e dados; eletro-ótica (EO) e sistemas de busca e rastreamento infravermelho (IRST); gravadores de dados de voo; balizas localizadoras de emergência; engenharia de sistemas aviônicos; e fabricação de eletrônicos de defesa / espaço

DIVULGAÇÃO: Assessoria de Imprensa – Leonardo no Brasil / Approach Comunicação

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Willber Rodrigues

É da mesma categoria que nossos Super Cougar, ou são categorias diferentes?

Phillipe Blower

Mais ou menos da mesma categoria…

Maurício.

Esse sim, um baita helicóptero, na minha opinião, deveria ter substituído o Sea King na MB, e coloca no bolso tanto o Seahawk como o Caracal.

Paulo Sollo

Porque coloca o Caracal no bolso?
Apesar de um peso total de decolagem menor, o Caracal leva um pouco mais de carga útil, leva 3 soldados a mais, é um pouco mais veloz e tem autonomia semelhante.

Paulo Sollo

E o AW-101 utiliza 3 motores contra 2 do Caracal, portanto seu custo operacional deve ser consideravelmente maior.

Peter Nine Nine

Paulo, onde viu que o caracal leva mais soldados ª-ª. De acordo com a Força Aérea Portuguesa, o EH-101 Merlin pode ser configurado para o transporte de 35 soldados de infantaria. Tem um peso máximo à descolagem de 15.600kg. Há números “medianos” e depois há números. A própria Força Aérea Portuguesa é a mesma no entanto que coloca 30 como o número de passageiros, a wiki diz 38, se é que me faço entender (um heli, especialmente o Merlin, tem uma parafernália de diferentes configurações e pode ser maximizado para diferentes funções). De acordo ainda com a wiki: “30 tropas… Read more »

Peter Nine Nine

Quero só adicionar que o caracal, evolução do Puma, é um dos meus helis preferidos. Ou seja, estou só a jogar números e a confirmar dados. Para mim, aliás, tanto o caracal como o Merlin são para mim plataformas geralmente muito melhores para ter do que qualquer variante Hawk que por aí voe. Agora, no tocante a fazer comparações, não vasta recolher dados e comparar, há que ter todos os modelos colocados lado a lado e configurá-los da melhor maneira possível para as mesmas funções e só assim se teria números aceitáveis. Ou seja, eu posso chegar a dizer que… Read more »

Maurício.

Paulo Sollo, eu sempre gostei da família de helicópteros Puma, mas o Caracal é um Puma esticado e melhorado, não é um projeto de helicóptero novo, e ainda dizem que os problemas da MGB continuam, e por mais que eu goste do helicóptero(eu o defendi na última matéria sobre ele aqui no PA), voar com qualquer tipo de restrição é voar no modo gambiarra, e alguns afirmam que ele ainda opera com restrições. Já o Merlin é um helicóptero novo, construído do zero, não um melhoramento de algo já existente, e ainda conta com três motores, o que para você… Read more »

Peter nine nine

Eu acho incorrecto dizer que o caracal é “só um puma esticado” descendente de um projecto velho. Pode ser tudo isso, mas é um dos helis mais capazes na sua classe, com o seu peso e função. Olhe, eu cá não me importava de o ver em serviço na força aérea portuguesa como o heli de evacuação médica em combate que tanto se deseja. Toda a gente sabe que Portugal faz uso de helis, seja para missões de interesse civil no mar, que é vasto, seja nas operações médicas civis que duram o ano todo e que, em Portugal, são… Read more »

JuggerBR

Painel lembra o de um jato comercial…

Marcos 10

Ainda bem que fomos de EC725.
Depois do ToT, agora ja temos capacidade de projetar e construir nossos proprios helis. So nao fazemos por questao orcamentaria.
Dá-lhe Braziu, ziu, ziu ,ziu!!!

Tomcat4,2

Na real, poderíamos sim seguir o caminho que estão trilhando os sul coreanos no desenvolvimento de sua ,basicamente, versão nacional e mais moderna do H-225 M o  KUH-1 Surion que já vai nascer com a versão naval o MUH-1 Marineon.
Concepção do que será a versão dos fuzileiros baseado no MUH-1 Marineoncomment image
Surioncomment image

Peter nine nine

Era essa a visão que tinha para o Brasil, com toda essa história de helibras e um dos maiores mercados para asa rotativa do mundo, o Brasil.

Jadson Cabral

É impressionate como sempre tem alguma coisa pra criticar e quando não tem inventa. Se fosse esse que comprássemos, estaria puxando o saco do outro

João Bosco

Helicoptero moderno, de cabine espaçosa, espaço interno amplo, rampa traseira….
Embora tenha um custo elevado, seria muito interessante para o Brasil, principalmente pela autonomia. baseado no litoral para SAR, como fazem os portugueses e noruegueses.
Quem sabe um dia ……..

Jadson Cabral

Pra fazer a mesma coisa que os H225M já fazem?

rui mendes

EH-101 CSAR Italiano

EH101 ITALIANO 2018.jpg

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