quarta-feira, setembro 22, 2021

Gripen para o Brasil

Loyal Wingman faz seu primeiro voo com sucesso

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O Loyal Wingman, um projeto de aeronave não tripulada executado em parceria com a Royal Australian Air Force (RAAF) e a Boeing, concluiu com sucesso seu primeiro voo.

Foi dito que a plataforma completou com sucesso a rota predeterminada em diferentes velocidades e altitudes.

A aeronave não tripulada, que está programada para realizar missões conjuntas com outras plataformas aéreas tripuladas e não tripuladas, foi produzida durante o período de três anos, desde o projeto até o voo.

No total, até 16 Loyal Wingmans podem operar em equipes com jatos. A plataforma está planejada para ser usada em missões de reconhecimento, vigilância, inteligência e guerra eletrônica.

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Bosco

Só de curiosidade para os editores, a USAF deve testar o AGM-183 esta semana.

Carlos Campos

A FAB bem deveria comprar ele para ser par do F39 e diminuir a compra de F39, ou quem sabe desenvolver seu próprio Drone.

André Macedo

Pra enfrentar quem? Tem que cumprir o básico pra depois pensar em algo mais, isso sem falar que os EUA tem um histórico de nos negar tecnologias, assim como fazem com os “aliados” fora do eixo OTAN.

Carlos Campos

Os EUA não são os únicos que vendem drones no mundo e temos como fazer aqui nossos pr´prios drones com ajuda de algum parceiro, seja Rússia, China, Turquia ou outro

C. Silva

Diminuir a já insuficiente compra do F39 e aumentar os cursos de manutenção da força?

Tutu

Sou completamente contra diminuir a compra de Gripens, o segundo lote é importantíssimo, agora, drones são o futuro e acho perfeitamente válido mais para frente estudarmos um parceiro o F-39.

Carlos Campos

um segundo lote seria o ideal, mas pararia por aí, comprava um drone furtivo armado para atuar junto do Gripen.

Carlos Campos

Diminuir para no máximo mais 36 Gripens,

Almeida

Esse é o futuro, anotem. Nem remotamente tripuladas nem completamente autônomas, mas alas de caças tripulados. Aumentando o alcance de detecção, proteção às tripulações, quantidade de armas carregadas, etc mas sem gastar exponencialmente em novas plataformas tripuladas ainda mais complexas ou deixar de lado a cadeia de comando em tempo real.

nonato

Interessante é que foi desenvolvido na Austrália.
Produto americano desenvolvido na Austrália.
Não é comum.

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