quarta-feira, maio 12, 2021

Gripen para o Brasil

Novo relatório da RAND: A Guerra Aérea contra o Estado Islâmico

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

A RAND Corporation publicou seu relatório de pesquisa sobre o papel do poder aéreo na Operação Inherent Resolve.

Os autores descobriram que, embora o poder aéreo tenha desempenhado um papel essencial no combate ao ISIS, ele sozinho não teria sido capaz de derrotar a organização militante.

Com base na experiência adquirida, o relatório apresenta recomendações para a Força Aérea dos EUA sobre como atender às demandas futuras contra adversários não-estatais e estatais “near-peer”.

Clique na capa do relatório para acessar o site da RAND e baixar o PDF.

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Cássio Silva

Excelente a publicação desse importante documento.
Obrigado!

Vinicius Momesso

Por isso que existem três forças de defesa: Exército, Marinha e Aeronáutica. Nehuma é superior a outra não se ganha uma guerra apenas com uma delas.

MFB

Ganha-se guerra sim somente com o exército. Na Africa existem teatros assim, com países sem costa, força aérea de mentira (quando existe) e só sobra para o povo em terra decidir.

MFB

Uma campanha aérea pode não derrotar terroristas e outros grupos, mas derruba um estado sim.

Zorann

Não há necessidade de ter as 3. Este é um conceito errado.

Hoje os cenários são complexos, e envolvem em qualquer operação, forças no ar, mar e terra. As forças deveriam trabalhar em conjunto, de forma complementar. Mas quanto mais forças armadas estiverem envolvidas, com suas cadeias de comandos independentes, mais difícil é esta interação/cooperação.

Uma força armada única seria mais eficaz em diversos aspectos: provendo uma resposta mais rápida, sendo mais eficiente em suas ações e no gasto de seu orçamento.

Last edited 3 meses atrás by Zorann
Nilton L Junior

Uma coisa é a existência da dos ramos de uma força armada a outra é comando, não há nenhuma complexidade nisso é uma divisão de tarefas bem definida, agora eu concordo com tese de integração estratégicas desses ramos.

Agnelo

Prezado Cuidado para não confundir conceitos e ideias. As forças podem (e devem) ser uma só sob o trabalho do MD, trabalhando sempre Conjuntamente, com os militares conhecendo bem as capacidades e limitações de cada uma das outras forças, sem vaidades. Mas cada Força tem uma filosofia de trabalho completamente diferente da outra. É como formar e “por no mesmo bolo” médico, advogado e engenheiro. Há preceitos inabaláveis ou imutáveis na Armada (pro bem das operações navais) q são o oposto pro Exército, q também os tem como essenciais. Mas, retorno, sob o MD, tem de trabalhar de forma centralizada.… Read more »

Leandro Costa

Já foi tentado, e não funciona na prática.

Rinaldo Nery

Já ouviu falar de comando conjunto? Operações conjuntas / combinadas?

Maurício.

Os americanos estão desde 2001 tacando bombas nas montanhas do Afeganistão e nem perto estão de acabar com o Talibã, pelo contrário, estão até negociando com eles…
Esses terroristas são igual erva daninha, e muitas vezes financiados por tabela pelos próprios americanos, isso nunca terá fim, mas como renovação do arsenal e como campo de testes para novos armamentos, esses locais são “ótimos”.

nonato

Não acabaram porque estão fazendo mal feito além de muitos irem para o Paquistão.
Era só fechar a fronteira com o Paquistão…

Maurício.

Nonato, mas se em 20 anos os americanos não aprenderam a fazer bem feito, então pode largar de mão.

Astolfo

Com todo respeito, mas esse relatório apenas re-descobriu a roda: os americanos já aprenderam no Vietnã que o poder aéreo, sozinho, não é capaz de vencer forças terrestres não tradicionais no estilo “guerrilhas”. Claro que o apoio aéreo é fundamental para combater esse tipo de guerra, mas a única forma de conseguir vitória nesse sentido é através do uso de infantaria. Somente soldados, em terra, são capazes de tomar e ocupar locais dominados por guerrilhas, e mesmo assim há notórias dificuldades. Dito de outro modo: o poder aéreo, sozinho, só é capaz de vencer guerras tradicionais, e mesmo assim há… Read more »

Rinaldo Nery

Exato. É o mesmo paralelo um conflito nas nossas selvas.

Augusto L

A melhor força para se investir é na força aérea seguido de marinha.

Exércitos são relíquias do passado ou para países onde se há uma ameaça terrestre na fronteira. De resto tudo se resolve com bloqueio naval, campanha de bombardeio e ataques cibernéticos.

Agnelo

Vai nessa…… kkkkkkkk

Alex

Meu sentimento.

Leandro Costa

Andou lendo Douhet ou Mitchell recentemente?

Augusto L

Eu li Jullian Cobertt, que é melhor que Clausewitz.

Leandro Costa

Você falar que Corbett ou qualquer outro autor pode ser melhor ou pior que Clausewitz já demonstra que você não entendeu o que leu.

É interessante também entender o contexto dentro do qual esses trabalhos todos foram escritos.

Matheus S

A Estratégia de Modernização do Exército(AMS) de 2019 visa transformar o US Army em uma força que pode operar nos domínios aéreo, terrestre, marítimo, espacial e ciberespaço(ou seja, multi-domínio), até 2035, cumprindo sua responsabilidade duradoura como parte da força conjunta para fornecer a defesa dos EUA e seus aliados e manter sua posição como a potência terrestre globalmente dominante. Ao contrário do que se vê em alguns países, os EUA não brincam de forças armadas.

Augusto L

Os EUA deveria é para de jogar dinheiro fora com o exército e investir em se manter na potência naval dominante

Teropode

Rindo até darem baixa no Álvaro SN , ka ka ka

Ivo

Sério??????? Creio que não é bem assim a realidade. Mas, se vc quiser acreditar nisso, tudo bem.

Mondelo

Você está enganado Augusto L, com exceção de um conflito nuclear, o que garante a vitória e a infantaria ocupando posição do inimigo. O poder aéreo e o poder naval servem para enfraquecer o inimigo, limitando o mesmo de fazer a guerra. Até o momento não tivemos não exemplo histórico que bombardeios e bloqueios navais levaram a derrota por si só em um confronto convencional.

Sds.

Last edited 3 meses atrás by Mondelo
Augusto L

O que eu falei é a mais puramente verdade e é por isso que potenciais navais sempre ganham de potências terrestres.

Atenas era mais forte que Sparta
GB era mais forte que a Franca de Napoleao
Os EUA era mais fortes que a Alemanha nazista e URSS

Poder aero e naval > terrestre, simplesmente a mais pura verdade

Mondelo

Augusto, algumas considerações: Atenas perdeu a guerra do Peloponeso para Esparta. Apesar do império ateniense ser mais forte que a liga do Peloponeso, os atenienses não conseguiam vencer a guerra por não ter condições de dar um golpe decisivo na melhor infantaria da época. Napoleão perdeu a guerra por causa dos erros cometidos durante a invasão da Rússia e da campanha subsequente. A Inglaterra tinha um poder naval superior, mas não era forte suficiente para vencer a França Napoleônica. O poder naval apenas salvou as ilhas de serem invadidas. Os americanos tinham um poder aéreo superior aos alemães, mas com… Read more »

Leandro Costa

Perfeito, Mondelo. Podemos até acrescentar Alemanha vs. URSS nisso aí durante a Segunda Guerra Mundial, que por mais que nenhum dos dois tivesse uma força naval de grande peso, os alemães certamente contavam com uma força naval mais poderosa, e pelo menos no início da campanha no leste contavam com superioridade aérea sobre o campo de batalha.

É interessante porque acabo sempre me lembrando das teorias de Mackinder sobre o ‘Heartland.’

Mondelo

Isso mesmo Leandro Costa, Mackinder dizia que a potencia que dominasse o Heartland ” ilha mundo”, seria a potencia hegemônica, pois com os recursos do continente Euro-Asiatico seria impossível um bloqueio naval eficaz e inviável uma invasão ao coração do Heartland, caso ele fosse dominado por uma única potência.
Hitler vislumbrou isso com os seus devaneios de criar o “Lebensraum”. Se ele tivesse conseguido a Alemanha teria sido invencivel.

Matheus S

A teoria de Mackinder nunca provou ser válida. Se você pensar que na Guerra Fria, quem dominava o “Heartland” era a URSS e quem fazia a contenção dos soviéticos eram os americanos via áreas marítimas que circundavam o “Heartland”, quem prevaleceu foram os americanos. Aliás, essa estratégia de contenção dos americanos na Guerra Fria tinha uma designação: Rimland, teoria geopolítica de Spykman. A política externa de contenção dos americanos na Guerra Fria implementada por George Kennan foi essencialmente baseado da teoria geopolítica de Spykman. O Rimland, acaba simbolizando o poder marítimo. O poder marítimo tem maior conectividade, movimento mais rápido e… Read more »

Mondelo

Matheus, bastante interessante a sua analise. Também conheço um pouco as teorias de Spykman. Geopoliticamente suas teorias estão mais dentro da realidade. Se olharmos a historia, as maiores potencias de cada época dominavam as rotas marítimas e o comercio em seu entorno geopolítico. Mas acredito que a teoria de Mackinder ainda não foi inteiramente implementada. A Russia czarista e a URSS dominaram boa parte do Heartland, mas não souberam explorar de forma eficiente os recursos da região. Digo isso devido a estrutura dos dois regimes eram ineficientes, altamente burocraticas e centralizadoras demais e com lideranças fracas demais (com exceção de Stalin,… Read more »

Leandro Costa

Matheus, não acho que a teoria de Mackinder provou ser inválida. É uma teoria, assim como a de Spykman, que aliás usou Mackinder como base. As duas são complementares entre si. Assim como toda teoria, sua efetividade, aplicabilidade, vão sempre variar de acordo com a ótica na qual se as estuda. Kennan, quando escreveu aquele longo telegrama e propôs (não implementou) as bases da política de contenção (que posteriormente disse que nada tinha a ver com o que ele havia proposto hehehehe) não estava se baseando em Spykman propriamente dito, mas mais em experiência pessoal, embora certamente tenha lido Spykman… Read more »

Mondelo

Concordo com você Leandro, cada teoria pode complementar a outra. E tudo depende do contexto e do momento geopolítico na qual cada ator está envolvido.
Não existem doutrinas perfeitas já definidas, mas muito do que foi teorizado pode ser usadas em conjunto conforme a necessidade do momento. Por isso e bom conhecer todos esses trabalhos.

Matheus S

A teoria do “Heartland” faz sentido quando Mackinder explica que seria uma fortaleza natural inacessível ao assédio do poder marítimo das potências globais e propícia ao desenvolvimento do poder terrestre da potência que dominasse aquela região. Porém, estava errado ao afirmar por conta dessa vantagem comparativa do enfoque terrestre e a limitação da projeção de força naval no Heartland, a potência do Heartland poderia canalizar os recursos da área para a edificação de um poder marítimo, dessa forma confrontando a potência naval dominante, o que não se tornou verdadeiro. Sim, colocando como exemplo, a URSS realmente tinha essas características de… Read more »

Leandro Costa

Como eu havia dito antes, nenhuma dessas teorias será perfeita. Você pode encontrar peças que se encaixam perfeitamente em qualquer ponto de vista que prefira adotar ao mesmo tempo em que irá encontrar casos em que difere violentamente da realidade. De modo que o que eu discordo mais em relação ao seu texto é o fato de que a China já era a principal potência terrestre na Eurásia muito antes de eles começarem à desenvolver seu potencial naval, algo que se acentuou ainda mais com a queda da URSS e a ascensão econômica Chinesa. Não digo em termos de portos… Read more »

Matheus S

Eu discordo do fato da China ser a principal potência terrestre da Eurásia, a Rússia por menor que seja, ainda é a principal potência. A China agora com os projetos de infraestrutura que está segmentando o caminho para a conquista da Eurásia, isso enquanto a China já é a principal nação marítima do mundo. Em termos de hard power, a China não tinha nem poder militar e nem econômico para ser a principal potência terrestre da Eurásia. E se você olhar o histórico naval chinês, verá que eles estão nessa desde os anos 80.

Leandro Costa

Matheus, se você não considera que o exército chinês era o mais poderoso da Eurásia depois de 1991 e que os Chineses apenas passaram à investir pesado (investir e não colher os frutos) em capacidade expedicionária (overseas) à partir de 2000, então não sou eu quem vai te convencer.

Matheus S

Você está pensando apenas em termos propriamente militares, e não numa conjunção de fatores que determinam o poder geopolítico de um país. Antes do poder militar ser realmente exercido, essa nação precisa de poderio econômico e tecnológico para ter a força militar suficiente para fazer frente a outras potências, seja ela terrestre ou marítima. A China desde os anos 80, investe na indústria naval com os gregos exercendo enorme influência no desenvolvimento inicial da indústria naval chinesa culminando no estado atual da China, a maior nação marítima do mundo. O desenvolvimento naval da indústria puxa automaticamente o desenvolvimento da indústria… Read more »

Leandro Costa

Então… não. Como eu disse antes, não sou eu quem vai te convencer de alguma coisa, mesmo que seja óbvio.

Augusto L

A maior potencia naval é a US Navy. A China não tem a tonelagem nem a quantidade de navios de água azuis na quantidade dos americanos.

A mais a marinha chinesa é maior e dai ? A soviética ja tinha mais navios que a americana na decada de 80 e ainda sim os EUA eram a potência naval dominante.

ScudB

Puro delirio.. Deve ser estudado de perto para evitar os erros no futuro. Lembrando que : Atenas perdeu por explorar os aliados e ter mais almirantes que marujos. Império Britânico so foi “forte” graças as Libras Esterlinas alimentando os exércitos dos inimigos de Napoleão. EUA foi mais forte nos bares e restaurantes da Europa pois ninguém (alem de doido Patton e Você , amigo Augusto L) gostaria de enfrentar aquele povo equipado ate os dentes e com quantidade e EXPERIÊNCIA obtida contra alemães. Amigo Augusto! Praticamente todos ja falaram sobre essa sua visão. Bem educadamente. Esquece essa p..caria de RAND.… Read more »

Mondelo

Caro ScudB, não apenas foi falado, como também praticado.

Curtis le May aplicou essa estratégia durante a guerra da Coreia. Ele bombardeou o pais até não sobrar nada, bombardeava tudo, não sobrou pedra sobre pedra e mesmo assim os norte coreanos continuaram lutando. Somente com o avanço da infantaria e que as coisas começaram a mudar no conflito.

Essa dos bares ai você pegou pesado, kkkkkk, faltou os bordeis também, kkkkk. Churchil também teve uns devaneios também a lá Patton. Iam ter que usar muitas bombas atômicas para poder parar o exercito vermelho.

Sds

Leandro Costa

Isso me lembrou de um excelente livro chamado ‘Limits of Air Power’ do Mark Clodfelter.

Mondelo

Leandro, ainda não tive o privilegio de ler esse livro (apesar de já conhece-lo), preciso melhor meu nível de inglês pois ainda não achei uma edição em português desse livro.

Sds.

Augusto L

Tem modelos que mostram que so a minagem dos portos japoneses iriam faze-los se render. Então Mondelo, vocês esta errado.

Mondelo

Augusto, você tem certeza do que está escrevendo? E de consenso que os Japoneses se renderam devido a invasão “terrestre” da Manchúria pelo exercito vermelho e os ataques nucleares americanos. Um pouco mais do que a minagem dos portos não é mesmo?

Os americanos estavam estimando durante a invasão das ilhas principais que milhões de Japoneses iriam lutar até a morte.

Augusto L

É um estudo feito após a guerra. Open source information.

Quanto ao bombardeio da Coreia, naquela época não havia a precisão nem a inteligência que as forças aéreas tinham hoje. Se voce ler os relatos a USAF apesar de reduzir os suprimentos nunca conseguiu impedir 100% a chegada de tropas e armamentos no front. No site o velho general tem um artigo sobre.

Hoje é diferente a tanto a precisão como o kill chain para isso ocorrer.

Mondelo

Augusto, independente da época e da tecnologia empregada, a verdade e que não sobrou nada de valor para bombardear na Coreia do Norte. O pais foi completamente devastado. A diferença se fosse utilizando a tecnologia de hoje, e que o mesmo nível de destruição seria alcançado com menos bombas e em menos tempo.

Mesmo com seu pais ser completamente devastado, isso não impediu os norte coreanos de continuar lutando.

Leandro Costa

E não havia muito o que bombardear de qualquer maneira. A Coréia do Norte não produzia muito além de comida. O que valia à pena ser bombardeado, foi pulverizado. O que isso significa é que naquele tipo de conflito, a interdição do campo de batalha e CAS eram os tipos de ação aérea mais vantajosas, mas sempre alguma coisa irá passar. Isso pode influenciar muito em ações ofensivas e deixar o inimigo eternamente na defensiva, fazendo distribuição dos suprimentos disponíveis conforme necessário. O que se pode fazer, e que inclusive foi muito debatido durante o conflito da Coréia, é justamente… Read more »

Augusto L

Era a interdição e não conseguia deter pq não havia a tecnologia de hoje, simples assim, se fosse a USAF de hoje deteriam todo aquele exercito chines so pelo ar, com uma pequena força terrestre no chão. É a realidade que vocês não querem aceitar. A USAF não conseguia neutralizar as rodovias secundarias que os chineses construíram por falta de precisam das bombas, o que requeria uma enorme quantidade de aeronaves, o que não era sustentável. Vão ler um pouco a dentro sobre as operações ao invés de ficarem falando informações vagas. A campanha de bombardeios americana nem era estratégica… Read more »

Leandro Costa

Qual parte de “O que isso significa é que naquele tipo de conflito, a interdição do campo de batalha e CAS eram os tipos de ação aérea mais vantajosas” você não entendeu? Se quiser eu tento explicar melhor, talvez até com sugestão de leitura. Então, na época não havia visão noturna, infra-vermelho ou bombas guiadas. Se utilizava saturação para fazer interdição muitas das vezes com o que havia disponível. De B-29’s, B-26’s (anteriormente A-26), Skyraiders, F4U’s… o que fosse. Se a tecnologia de hoje estivesse disponível, sim, óbvio que os Chineses seriam surpreendidos se infiltrando no norte da Coréia do… Read more »

Rinaldo Nery

Augusto L pra instrutor da ESG, EGN, ECEME e ECEMAR! Pena que já estou na reserva e não poderei assistir às suas ¨brilhantes¨ aulas…

Augusto L

Ah não me venha com essa, no dia que as forças armadas brasileiras forem profissionais me venha encher com essa ironia barata.

Rinaldo Nery

Sabe tudo de doutrina e estratégia!

pangloss

Acho que o Augusto L declinou de seu convite para a cátedra. Ele só aceita lecionar para forças armadas profissionais, e, pelo jeito, vai esperar gerações até que a MB, o EB e a FAB estejam à altura das aulas magníficas que tem a ministrar para nossos ignorantes militares.

Fernando C. Vidoto

Obrigado por compartilhar!

Mondelo

Espero que essa administração democrata não cometa os mesmos erros da administração democrata anterior. A não ser que o atual presidente queira um Nobel da Paz, igual seu antigo chefe. Da até medo.

Leandro Costa

Infelizmente, aquele último discurso dele não me deu uma confiança de que vai ser melhor que o Obama nesse quesito.

Vilela

fiquei impressionado com a quantidade de missões do super fod@o F-35!
US4F => 0 missões
USN4vy => 0 missões
mas ainda bem que tem os M4rines né… missões do F-35 dos M4rines => 0 !
uai não entendi… não é o super… super? não está operacional? não está dos LHDs e Carrier? ou são supersecretos que nem constam nos relatórios ou não participaram… F22, F18, F16, F15, A10, U2, EA6… todos com muitas missões e muitos seriam substituidos pelo super 35…

Victor Filipe

Você não precisa usar um F-35 custando 25 mil dólares a hora de voo pra soltar uma bomba de mil libras na cabeça de um pé rapado, quando um F-16 e A-10 com (8 e 6 mil dólares a hora de voo) faz exatamente a mesma coisa e com louvor, é tudo questão de custo.

No dia que todos entenderem isso a gente para de ver esses comentários bestas.

Vilela

Nao consta no relatório de aeronaves dos apendices / anexos. Então foi erro deles. Vc não acha que li mais de 500 paginas do documento né? citei que algumas aves serão substituidas, não todas… engraçado seu comentário… quer dizer que usar f22 que é carríssima a hora de voo alem de ser de superioridade aerea para bombardear pode mas usar f35 que é de ataque não pode pq é caro?

Victor Filipe

F-22 ta la pra fazer escolta aérea e monitoramento do espaço aéreo, ele não fica voando o tempo todo e nem foi empregado durante todo o conflito. sendo usado apenas quando as coisas estavam mais quentes e a USAF dividia o espaço aéreo com a Força Aérea Russa constantemente durante a campanha de bombardeiro deles. então o uso do F-22 era algo mais interessante pra USAF. porque ele poderia observar Aeronaves Russas mais perto do que qualquer outra aeronave Americana, ainda assim. ele não ficava no céu 24h por dia.

Andre

Fiquei impressionado com você falando essa bobagem, mais um típico rapaz com muito opinião e com quase nada de informação. O F35 participou sim da campanha e isso está no relatório. O relatório é tão bacana que lista ainda que foi um F35B operado pelos Mariners, a partir do USS Essex, e que foi a primeira utilização em combate do F35, em 2018. Os F35 devem sim substituir alguns dos aviões que você listou, mas de onde você tirou que irá substituir os F22, os A10, o U2, o EA6?. Esse será um processo lento e gradual, como foi com… Read more »

Vilela

Nao consta no relatório de aeronaves dos apendices / anexos. Então foi erro deles. Vc não acha que li mais de 500 paginas do documento né? citei que algumas aves serão substituidas, não todas…

Andre

Consta no relatório sim. Se você não o leu todo, não deveria palpitar. Além disso, errou feio o tempo verbal: muito serão substituídos, sem pressa, como sempre foi, e não “muitos seriam” como você escreveu.

MATHEUS BORGES

Embora não tenha lido o conteúdo, penso que mais uma vez a história se repete: o combate a um inimigo que possui um perfil de “guerrilha” é uma dificuldade a mais para os meios aéreos. Um exemplo deste processo foi o próprio conflito do Vietnam: diferentes meios e tecnologias de ponta para a época, não foram capazes sozinhos de obter êxito no conflito, em boa parte pelas táticas de guerrilha tão bem dominadas por aquele exército. (Claro, que não somente isto, o conflito houve questões mais abrangentes…).

Leandro Costa

É um bom exemplo. Ali no Vietnã o problema era encontrar o que bombardear. Em apoio aéreo aproximado, a coisa é até mais simples. Mas bombardear um país que se encontra engajado em apoiar uma iniciativa de guerrilha e que ao mesmo tempo não conta com um setor industrial que supra as necessidades dessa guerrilha é frustrante até. Por que na verdade não importa o quanto você bombardeie ou até mesmo tente interditar as comunicações até o campo de batalha. Sempre alguma coisa, por menor que seja, vai passar para abastecer os guerrilheiros, que devido à sua própria natureza simplesmente… Read more »

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