segunda-feira, outubro 25, 2021

Gripen para o Brasil

Operação Minotauro: Força Aérea Francesa age longe, rápido e forte

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Realizada em 15 de dezembro de 2020, a Operação Minotauro é uma demonstração de projeção de poder da Força Aérea Estratégica (SAF) da França. Cinco Rafales, acompanhados por aviões-tanque e um E-3F, realizaram um ataque aéreo com duração de mais de 10 horas – e mais de 8.000 km – da França Metropolitana para um ataque simulado à Base Aérea 188 em Djibouti, que foi defendida por oposição realista.

Esta missão, representativa de um conflito de alta intensidade, demonstra as capacidades da Força Aérea e Espacial francesa para agir de maneira rápida, distante e vigorosa.

No início da manhã, enquanto ainda estava escuro, três Rafale do 4º Esquadrão de Caça da base aérea de Saint-Dizier e dois Rafale do 30º Esquadrão de Caça de Mont-de-Marsan decolaram para uma missão extraordinária: chegar rapidamente a Djibouti, localizado a mais de 8.000 km de distância, sabendo que forte oposição ar/ar e densa solo/ar os aguardam na chegada.

Os três Rafale B das Força Aérea Estratégica terão então que penetrar nas defesas opostas para simular um disparo de míssil, enquanto os dois Rafale C fornecerão proteção aérea para o ataque.

A projeção do Rafale da França continental é apoiada por aviões-tanque, em particular pelo novo A330 MRTT Phénix do 31º Esquadrão de Reabastecimento Aéreo e Transporte Estratégico da base aérea de Istres. Esta aeronave tem capacidades excepcionais de reabastecimento e transporte, muito maiores do que os veneráveis ​​KC-135s também envolvidos na operação. Graças ao MRTT, a Força Aérea e Espacial agora pode se auto-desdobrar para o outro lado do mundo.

Uma aeronave E-3F da 36ª Ala de Detecção e Controle Aerotransportado na base aérea de Avord completou o sistema aéreo. Oferecendo maior detecção de todas as ameaças, ela garante perfeito conhecimento da situação aérea às tripulações e ao Centro de Operações FAS (COFAS) que pode monitorar em tempo real – em particular graças aos links de dados táticos Link 16 – o progresso de tal Operação.

Após vários reabastecimentos em voo exigindo extrema concentração e controles finos, o Rafales desdobrados então tiveram que enfrentar forte oposição. Vários Mirage 2000-5s do Esquadrão de Caça 3/11 “Corse” estacionado na Base Aérea 188 de Djibouti, desempenhando o papel de adversários, procuraram impedi-los de entrar no espaço aéreo do Djibuti e lançar suas armas (fictícias). Um esforço perdido para os Mirages!

Levar a cabo combate aéreo de alta intensidade após um voo de auto-desdobramento de mais de dez horas mostra uma capacidade excepcional dominada pela Força Aérea e Espacial.

Poucos dias após a Operação Poker – uma missão aérea de mais de 50 aviões reproduzindo um ataque nuclear sobre o território nacional – esta missão de projeção demonstra mais uma vez a capacidade da arma aérea de agir rapidamente, longe e com força.

A partir de agora, o Rafale B e C, assim como um A330 Phénix, lideram, com o Mirage 2000 de 3/11 da Córsega, uma valiosa campanha de treinamento até 22 de dezembro de 2020. Então, será a vez do Comando da Força Força Aérea (CFA) e Comando de Defesa Aérea e Operações Aéreas (CDAOA), no âmbito dos próximos treinos marcados para janeiro, para aproveitar o cenário excepcional que o território djibuti oferece. A oportunidade de treinar em um ambiente diferente do francês, com missões da Força Aérea exigentes, mas decisivas.

FONTE: Força Aérea e Espacial Francesa

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Bille

Buenas.

Propaganda é a alma do negócio. Não sei qual era a relação de forças entre Rafale x Mirage e ainda os Rafale com 4h-6h de voo (metade do tempo informado) conta muito no cansaço…

Foi oferecido (salvo engano) ano passado um MRTT inglês à FAB mas não sei que fim tomou. Seria uma excelente compra (capacidade de projeção altíssima).

A capacidade REVO de longo alcance dele é diferenciada.

Wellington Góes

O que os comandos anteriores queriam era só se fosse BOEING (especialmente by Jacó)…
Espero que essa posição seja revista… O A330MRTT é o estado da arte quando o assunto é transporte e REVO estratégico.
Mas a pergunta que se faz é, pra quê?! Pro Gripen, o KC-390 é suficiente…
Como já coloquei… A FAB, nos últimos 14 anos antes do atual comando, foi desenhada para ser pequena e perna curta… O A330MRTT é para quem quer ter capacidade estratégica… Não é o caso da FAB (não mais).

Bille

O KC390 não supre os F39. Ele tem pouco combustível pra abastecer muitos aviões por um longo período. Ele pode fazer um revo tatico – apoiar uma incursão longa por poucas anvs… mas pra manter uma área patrulhada, não é muito eficiente.

Faz falta um heavy de respeito, que faça REVO e leve carga/pessoal a longas distâncias.

Wellington Góes

Concordo, Bille, eu mesmo sou crítico dessa falta, mas o que coloquei, se falou bastante por aí, especialmente, por gente da FAB… “Não é preciso um novo avião do porte do KC-137, quando for preciso viagens de longo curso, se contrata de empresas, ou aluga-se como estamos fazendo com o B767″… “Para dar suporte REVO aos novos Gripens, os KC-390, que serão 28, darão conta da necessidade”… “Nosso objetivo é ter capacidade tática, no máximo projeção regional, ou seja, fazer a FAB ter condições de enfrentar possíveis adversários, no máximo, até à América Central e para isso, o binômio F-39… Read more »

Fabio Araujo

Fazer uma missão de ataque simulado contra uma uma base aérea num país que fora a sua base ainda tem bases de vários países inclusive chinesa não é complicado? Não teriam que avisar além do Djibuti os outros países com bases lá e dessa forma correr o risco de vários observadores não convidados colhendo informações de inteligência?

Jefferson Henrique

Entre Paris e Anápolis em linha reta temos 8800km. No nordeste não temos muito o que se contrapor a uma incursão dessas. Não precisa nem considerar essas distância toda se lembrarmos da Guiana Francesa. É de se pensar sério a respeito dessa matéria. Pode parecer simples, mas não é.

sergio ribamar ferreira

Concordo com Sr. Jefferson. Pensei na mesma situação. talvez hipotética ou para mandar recado.. Infelizmente, foram décadas de sucateamento, incompetências e falta de credibilidade em se achar que o Brasil é um país “que só tem amigos”. Chega a ser ingênuo ter um pensamento assim. Um país ‘tigre de papel”. Um país sem uma força de dissuasão decente

Wilson França

De uma hora para outra não temos mais nenhum amigo.

Mayuan

Nunca tivemos. Pessoas tem amigos e mesmo assim se surpreendem negativamente. Países nunca tem amigos. Quando muito, interesses convergentes.

Carlos Campos

minha preocupação também, mas acredito que a FAB com o míssil de cruzeiro já estão pensando em algo, de manaus poderiam decolar e atingir todos os aeroportos da G/Francesa. Defendo que o Brasil devia comprar logo um míssil de cruzeiro enquanto o MICLA não vem.

Leandro Costa

Sério que ainda estão pensando em ‘Agressões’ por parte da França? LOL!

sergio ribamar ferreira

O senhor acredita impossível que uma situação dessas possa se desenrolar? Observe que exercícios são preparatórios para adestramento e em alguns casos mostrar ou dar recados a um possível adversário. Não é nada incomum nesta questão . Tudo é possível. O sujeito só acredita quando dói na própria carne. jamais pensa que pode acontecer algo com este. As probabilidades são inúmeras. À época imaginavam que poderiam conter o avanço alemão sobre a França e esta em quarenta dias foi invadida e dominada. Apenas um exemplo. Temos milhares de situações em que não se acredita ou se desdém opiniões. Existem aqueles… Read more »

Demolidor

Distancia Paris Brasilia 8725km

Paulo Siqueira

E Caiena Brasília?

Defensor da liberdade

E ainda teve uns certos seguidores de um certo presidente dizendo que deveríamos atacar a Guiana Francesa, pelas ameaças de internacionalização da Amazônia pelo presidente francês.

Queria ver só o sacode que a FAB iria levar num cenário destes, com ou sem Gripen. Eu chuto 30 F-5 abatidos, 24 destruídos em solo, contra 4 Rafales abatidos.

Jean Jardino

Mas os Rafales nem iam se aproximar muito, ia ser uma saraivada de misseis de cruzeiro nas bases brasileiras, a defesa aérea ia para o espaço, e pronto, a guerra tava ganha.

Victor Carvalho

O Brasil tem fronteira terrestre com a Guiana. A França por outro lado está à 7000km por mar. A França, mesmo com todos os seus meios, sempre estará em desvantagem estratégica lá se o inimigo for o Brasil. É diferente de um alvo insular, como as malvinas por exemplo, onde você tem uma necessidade de domínio naval. Lá não é necessário, mesmo eles tendo o domínio naval e aéreo sempre estarão em desvantagem pois poderemos deslocar um efetivo terrestre maior e mais rapidamente do que eles.

Leandro Costa

Concordo Victor, porém é sempre bom lembrar das lições da Guerra da Criméia em que os reforços e suprimentos Russos demoravam três meses para chegar no TO, enquanto reforços e suprimentos ingleses e franceses demoravam apenas duas semanas.

Victor Carvalho

Com certeza lições devem ser tiradas de todos os conflitos. Aí competiria as nossas FFAA fazer o dever de casa para valer essa vantagem.

Wilson França

Falou bonito e falou besteira.

Leandro Costa

Então, já que você acha que é besteira, melhor explicar o por que.

Vinicius Momesso

Um país que proíbe o uso de fuzis e armas automáticas por policiais e civis, não merece respeito.

Flanker

Você quer que civis comuns tenham fuzis e armas automáticas? No Brasil? Hehehehe…loucura completa…….

Wellington Góes

A FAB, nos 14 anos antes do atual comando, foi desenhada para ser pequena e de perna curta, então qualquer comparativo com forças aéreas médias, só mostra quanto nossos planejadores militares aeronáuticos foram medíocres.
E o recado dado pela França, não foi direcionado ao Brasil… Para nós, nem é preciso…

Henrique

Então você acha que o Rafale ou o F/A-18 seriam melhores que o Gripen?

Sérgio Luís

Pode ser visto como um “recado” para todas as “direções” lógico que isso inclui nós!

sergio ribamar ferreira

Concordo com o sr. Sérgio Luis. pode ser visto como recado, sim.

rui mendes

Recado único para a Turquia.

Antunes 1980

França mostra força e alta capacidade ofensiva além das suas fronteiras.
Confirma assim ser um grande player global.
Rafale e Mirage 2000 impõe respeito.

sergio ribamar ferreira

De acordo com o Sr. Antunes.

Junior

Macron talvez seja inimigo do Brasil, mas a França é nossa aliada sim.

Peter nine nine

Macron não é inimigo do Brasil, é opositor declarado dos modos de Bolsonaro, apenas isso.
Aliás, fosse o presidente brasileiro outro qualquer, e a troca menos agradável de palavras entre dois líderes seria apenas isso, mas Bolsonaro projectou o discurso que recebia e emitia para apelos nacionalistas, com claro resultado.
O inimigo do Brasil nesta história não é francês, nem europeu.

Victor Carvalho

O Macron iria se posicionar contra o Brasil qualquer fosse o presidente. A questão não é ambiental, é econômica. O posicionamento antagonista do presidente francês, usando como pano de fundo o meio ambiente, se dá pela sua oposição ao acordo de livre comércio entre a UE e o Mercosul. A França é a maior potência agrária da UE. Se fosse o Lula na presidência ele iria atacar o desmatamento no Brasil de qualquer jeito.

sergio ribamar ferreira

O que mais me impressiona é o descaso do Ministério da defesa, relações exteriores com as ameaças impostas por membros da UE e pelo futuro presidente dos EUA. Já era de se pensar na aquisição de caças russos( evidente que ida de técnicos e aviadores para capacitação) Pensar que os gripens podem ser embargados?. Sim , podem. Inda mais pelos componentes americanos utilizados. idem para os novos scorpenes. Isso é que da não fomentar pesquisa, tecnologia, desenvolver e evoluir. Bem!. O futuro esta aí.

Victor Carvalho

O que o Brasil precisa mesmo é adquirir independência tecnológica e industrial, de todos, inclusive dos russos. Precisamos aprender como fabricar motores a jato, assentos ejetáveis, radares, etc…

Rinaldo Nery

Lendo os comentários, lembrei de algumas coisas: o Scorpenne é francês; voamos o Mirage 2000 e oito Jaguares fizeram o curso lá, em Orange; o 2°/6° GAV realiza intercâmbios anuais com o 36° EDCA, em Avord (desde a minha época); os franceses nos ensinaram a combater no padrão OTAN, ministrando cursos para nossos oficiais em Taverny; realizamos as CRUZEX ensinados pelos franceses (com a participação deles); compramos o METEOR, fabricados pelos franceses.
Eles vão nos atacar mesmo? Quando?

Funcionario da Comlurb

Na sua lista só faltou o Nae São Paulo.

Rinaldo Nery

Isso! Esqueci.

Flanker

Concordo….acho a maior viagem na maionese essa história de ataque francês ou algo do gênero….só não esquece das bombas H225M…..foi um ataque traiçoeiro dos croissants…..kkkkkkkk

sergio ribamar ferreira

Tudo é possível: pode fazer exercícios conjuntos, comprar armamentos, assistir a cursos e pode ter problemas com este aliado no futuro. Li e não observei alguém comentando quando os franceses ou os arconianos ou quem quer que seja dizendo quando( em ideia de tempo) seríamos atacados ?Primeiro são sanções, depois pode ter certeza que se o interesse for bom e podendo trazer benefícios se parte para o uso da força militar.. sempre houve entre países intercâmbio. Alemães, japoneses antes da2ª guerra estudavam em academias norte -americanas, temos alunos oriundos de vários países em nossas academias militares. Sobre armamento: isso é… Read more »

Jefferson Henrique

Concordo plenamente com o senhor Rinaldo Nery. Mas observando as suas colocações posso citar o exemplo dos EUA e do Iraque, dos EUA e do Irã, da Argentina e da Inglaterra, ora aliados e envolvidos em negócios de armas, outrora inimigos. A França, seu povo, suas instituições e suas políticas são sim aliadas do Brasil, sem dúvida, porém acredito que o atual governante Francês não pense dessa forma lá no fundo, usando argumentos ambientais e difamatórios contra o Brasil. Ele é líder daquela nação, qualquer movimento bélico necessitária da aprovação de seus congressistas, mas um homem pode fazer a cabeça… Read more »

Leandro Costa

Jefferson, não existe nenhuma intenção Francesa de nos atacar militarmente. Aquelas declarações do Macron na época foram apenas jogada normal de política externa para consumo de seus eleitores Franceses que teriam muito à perder com o acordo comercial entre a UE e o Mercosul. Isso é o dia a dia da política internacional. Se se deixar afetar muito por isso é porque não deveria estar no play brincando com crianças maiores. Segue o baile. Não dá para comparar Macron com a ascenção de Hitler, pelo amor de Deus. São contextos políticos, econômicos e sociais COMPLETAMENTE diferentes, mesmo com pandemia rolando… Read more »

Sérgio Luís

Uai Nery
Pelo fato ser parte integrante no R99 Vc esqueceu de relatar o que vc também deve ter visto no radar da aeronave sobre as intenções do macron de “internacionalizar a Amazônia!”
Acredito que a Amazônia não valha só estes equipamentos militares citados por vc acima!

Leandro Costa

Tá bom… Mas COMO o Macron vai internacionalizar a Amazônia? Diz aí que eu fiquei curioso.

Sérgio Luís

Uai aí vc tem que perguntar é para ele!

Leandro Costa

Quando a gente sente receio de algo que a gente sabe como pode ser possível, é medo. Quando a gente sente receio de algo que não sabemos como é possível, que nem ao menos tem alguma lógica por trás, é pânico.

Nesse caso é pânico porque não há qualquer motivo lógico conhecido que possa fazer qualquer sentido em a França tomar uma atitude dessas que incorrerá em muito, mas muito mais prejuízo, do que qualquer tipo de lucro.

Rinaldo Nery

Essa história de internacionalizar a Amazônia vem de décadas. Foi um dos fatos que usei quando escrevemos os requisitos do A-29, em 1992. As nossas FFAA nunca fecharam os olhos pra essa possibilidade. Mas, todo o mundo sabe que será um preço bem elevado. Ao contrário do que postam muitos foristas, nosso EB está bem preparado pra combater lá. Teoria da Lassidão. Temos dois oficiais generais brasileiros servindo no US Southcom , em Miami. Um oficial da FAB na 12a Air Force, em Tucson. Não seria um ¨passeio¨, como muitos pensam. Não é assim: vou lá e vou tomar. Não… Read more »

Sérgio Luís

O R99 foi atualizado com certeza mas alguns extripulantes não!
Tem que ler mais!
Upgradem-se!

Last edited 10 meses atrás by Sérgio Luís
Rinaldo Nery

Não viaja.

Nascimento

Com todo respeito mas os iraquianos também eram compradores de equipamento da França e dos EUA no oriente médio no início de 1980 e em menos de 15 anos os franceses e americanos se recusavam até mesmo há fornecer peças de reposição e seguir os contratos de assistencia para equipamentos adiquiridos nesse periodo,também tem a Argentina que quando precisou dos Exocet ficou na mão enquanto até Super Entendards eram fornecidos para o Iraque enquanto invadia o Irã no mesmo período, isso para não citar os israelenses que ficaram sem receber os Mirages 5 já pagos porque a França resolveu que… Read more »

Henrique

Os Iraquianos não atacaram um membro da OTAN e quando decidiram invadir outra país violando as leis internacionais não tinha como os garantidores dessas mesmas leis fazerem vista grossa. Comprar armas de outro país sempre vai ser arriscado e dependente da situação geopolítica.

Henrique

Na guerra do Golfo o Iraque tinha uma das maiores e mais bem equipadas forças do mundo, olha só que aconteceu…

Rinaldo Nery

Nunca vi nada disso. Não fumo a erva do capeta.

Denis Peres

É muito preocupante ver a diferença de forças entre o nosso país e as grandes potências!

sergio ribamar ferreira

foram décadas de descaso, de gastos desnecessários, de projetos que não foram a frente. não é só a França que está de “birra’ com o nosso país é um conjunto que inclui Alemanha, Holanda, (inclusive criaram um força militar anti impactos climáticos) mais Noruega e com a ascensão de Biden Os EUA. mas os Grandes entendedores néscios acreditam ser impossível uma investida. inda mais tendo Bolsonaro como presidente. O que estudei e continuo estudando é que exercito sozinho não ganha guerra alguma. Necessita-se de uma boa Força Aérea(caças em quantidade qualidade) e Marinha de Guerra(submarinos como meio de dissuasão) navios… Read more »

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