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FAB e AVIBRAS firmam parceria para desenvolver míssil de cruzeiro MICLA-BR

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O Comando da Aeronáutica participará do desenvolvimento conceitual de um míssil de cruzeiro junto à AVIBRAS

A Força Aérea Brasileira (FAB) e a AVIBRAS Indústria Aeroespacial celebraram, nesta segunda-feira (23), um Memorando de Entendimentos com o objetivo de formalizar a intenção da AVIBRAS em desenvolver mísseis de cruzeiro de longo alcance, com a contribuição da FAB, no que tange ao compartilhamento de expertises e necessidades militares globais para mísseis dessa classe.

O Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, recebeu o Diretor-Presidente da AVIBRAS Indústria Aeroespacial, João Brasil Carvalho Leite. Também estiveram presentes na ocasião o Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER), Tenente-Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno; o Vice-Chefe do EMAER, Major-Brigadeiro do Ar Sérgio Roberto de Almeida; o Chefe da Sexta Subchefia do EMAER, Major-Brigadeiro do Ar Jefson Borges; e o Chefe do Gabinete do Comandante da Aeronáutica, Major-Brigadeiro do Ar Pedro Luís Farcic.

O objetivo deste Memorando foi formalizar a intenção da AVIBRAS em desenvolver uma família de mísseis de cruzeiro de longo alcance. Este projeto conta com a participação da Força Aérea, principalmente no compartilhamento de expertises, de forma a colaborar com o desenvolvimento de um produto confiável, eficiente e de tecnologia avançada, em atendimento às necessidades operacionais da Força Aérea.

De acordo com o Tenente-Brigadeiro Bermudez, a contribuição inicial da FAB no projeto será na área de desenvolvimento conceitual. “É um momento marcante para a Força Aérea, uma vez que este documento sintetiza tudo que foi pensado e discutido e, agora, estamos dando os primeiros passos para colocar em prática”, complementou.

O Tenente-Brigadeiro Damasceno acrescentou: “Nós estamos alinhando, hoje, estratégias e caminhos de ação. Dentro dos projetos estratégicos da FAB, este é um dos mais importantes. Será a concretização de um projeto para uso real de um avião de guerra, que é o F-39 Gripen”, disse.

Segundo o Presidente da AVIBRAS, o trabalho em conjunto com a Força Aérea é de longa data. “A parceria com a Aeronáutica é histórica. É a consagração de um trabalho conjunto que começou em 2004. Agora vamos, de fato, trabalhar em um projeto que vai fazer a diferença para o País e isto nos enche de orgulho”, disse.

Mock-up do míssil de cruzeiro sendo testado no pilone ventral do F-5M

Características do projeto a ser desenvolvido pela AVIBRAS

O MICLA-BR, assim denominado no Plano Estratégico Militar da Aeronáutica (PEMAER), é um projeto nacional de desenvolvimento de um míssil de cruzeiro de longo de alcance, com propulsão baseada em motor a reação, para lançamento a partir de plataformas aéreas.

Com os conhecimentos a serem adquiridos durante o desenvolvimento do MICLA, será possível projetar uma família de mísseis semelhantes, utilizando tecnologia de ponta, para aplicação em variados cenários de conflito armado pelas Forças Armadas brasileiras.

Os benefícios a serem gerados com esta iniciativa vão além do incremento na capacidade de defesa de nossa nação, pois contribuirá para o fomento da Base Industrial de Defesa, gerando empregos, evolução tecnológica, e até mesmo divisas por meio da possibilidade de exportação de produtos tecnológicos de alto valor agregado.

FONTE: Força Aérea Brasileira

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FighterBR
FighterBR
1 mês atrás

Já mudou a cabeça do míssil.

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  FighterBR
1 mês atrás

A Avibrás não tem a menor ideia do que está fazendo. Em quase 60 anos (!!!) de atividade, jamais conseguiu projetar e produzir comercialmente algum míssil! A infinidade de “designs”, “configurações” apresentadas pelo AVMT 300 Matador, já são uma indicação mais do que segura de que NÃO SABEM o que fazem. Pelo jeito o projeto da FAB vai pelo mesmo caminho do projeto do Exército. Mais um sorvedouro de dinheiro público, sem compromisso nenhum com finalização do projeto e produção comercial do míssil. O rol de desculpas acabou. Para mim, são apenas devaneios e incompetência de oficiais tolos, incompetentes ou… Read more »

Helio Val
Helio Val
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
1 mês atrás

Boa noite a todos! Os gripens, em agosto de 1993 caiu e quase resultou em grande tragédia. O Tejas até hj tem problemas. A China até hoje desenvolve seus motores de aviação. O quero dizer é q nenhum deles desistiu de seus projetos por causa de problemas diversos; Resiliência é crucial no setor industrial. E por falar em mísseis não terminados, quem produz os dos sistemas Astros? Sobre a questão de designers variados, talvez seja por causa de acompanharmos o desenvolvimento dos produtos Avibras, enquanto os produtos dos concorrentes são apresentados apenas quando prontos… Espero ver esse míssil integrado ao… Read more »

Nilo
Nilo
Reply to  FighterBR
1 mês atrás

Mais é essa capacidade de alteração, (de mudar) dos sensores e cargas do míssil que possibilita a potencialização do uso tanto pelo Exército, como FAB, e que venha a Marinha (esse míssil de cruzeiro é compatível com os tubos lançadores dos novos sub da Marinha e pode vir a ser das fragatas). Isso é otimizar recursos.

Wilson França
Wilson França
Reply to  FighterBR
1 mês atrás

Daqui 10 anos alguns estarão aqui perguntando: e como está o desenvolvimento daquele míssil micla?

Charles Dobignies
Charles Dobignies
Reply to  Wilson França
1 mês atrás

Batata!

Zorann
Zorann
1 mês atrás

Aí demoram 10 anos para desenvolver e no final compram quantos? nenhum… ou quando muito, meia dúzia. E não faltam exemplos recentes de situações semelhantes.

Eu realmente não acredito. Não consigo nem classificar isto como uma boa notícia.

Boa notícia seria a compra dos mísseis de cruzeiro, em quantidade suficiente para criar alguma dissuasão.Mas isto é um sonho distante.

Zorann
Zorann
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Só completando, este MICLA-BR já tem mais de 1 ano que foi noticiado como “em desenvolvimento” pela FAB e Avibrás.

Alexandre Galante
Alexandre Galante
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Não tinha sido anunciado oficialmente. Quando as primeiras imagens foram divulgadas, negaram que uma versão ar-solo do míssil MTC-300 estivesse sendo desenvolvida.

Last edited 1 mês atrás by Alexandre Galante
Glasquis 7
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Anunciaram que era o desenvolvimento do envelope aéreo do MTC -300. Isso eu lembro.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Não. O mock-up apresentado neste artigo foi fotografado a algum tempo. Tanto a foto quanto a intenção, na época relatada por outro jornalista do meio, foi negada pela FAB, sendo apenas depois de algum tempo confirmado que estavam fazendo uma avaliação (se não me engano, aerodinâmica) para um possível projeto ar-solo. Mas o anuncio oficial do projeto não tinha ocorrido.

Last edited 1 mês atrás by MMerlin
RPiletti
RPiletti
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Isto. Pelo simples fato que a foto não deveria ter vazado.

Helio Val
Helio Val
Reply to  RPiletti
1 mês atrás

Assino embaixo…

Glasquis 7
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

“míssil utilizou o F-5EM apenas para a abertura do envelope em voo supersônico, nada mais além disto…O míssil está previsto para ser lançado de terra, embarcado ou de helicópteros. O resto é especulação”.”

https://www.aereo.jor.br/2019/06/09/missil-mtc-300-no-f-5em-breves-consideracoes/

Como eu disse antes, esse mock-up só serviu pra desenvolver o envelope aéreo do AVTM 300. Neste caso específico, o voo supersónico.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Nesse caso em específico, de certa forma ambos estão corretos, a informação oficial passada é a que você apresentou, o que ocorre é que depois em um vídeo do Ministério da Defesa quando é apresentado os programas existentes, entre eles é apresentado a foto em questão e é feita a menção ao programa MICLA-BR.

É isso que levanta especulações de que esse mock-up tenha sido usado não só para desenvolver o envelope de voo.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Wilson, foi apenas uma mentira pois não queriam revelar a existência do projeto naquele momento. Mas logo depois o MICLA-Br foi apresentado ao Senado como sendo um míssil de cruzeiro. Jamais existiu teste algum de abertura de envelope.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Já foi confirmado que isso ai foi apenas uma mentira. O projeto do Micla-br não estava pronto para ser revelado quando aquelas fotos foram vazadas, então criaram um embuste dizendo que se tratava apenas de uma das etapas de testes do MTC-300. Tanto que segundo o jornalista que as revelou foi criticado por oficiais da FAB, segundo o próprio. Mas meses depois, o projeto Micla-Br foi apresentado a senadores como sendo de fato um míssil de cruzeiro. Então nunca existiu esse tal “teste de abertura do envelope aéreo do MTC-300”, tal coisa nem faria sentido já que o próprio MTC-300… Read more »

glasquis 7
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Entendo mas gostaria de ver o site onde mostra isso. Vc tem link?

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Link do quê? Quem inventou a história do teste do envelope do MTC-300 foi algum oficial aleatório da FAB, meses depois o projeto do MICLA-Br foi apresentado ao Senado, e agora confirmam que a Avibrás está trabalhando no projeto do míssil de cruzeiro ar-solo. Não precisa de link para ligar os pontos. Por que a FAB ficaria p da vida com o vazamento das fotos? Porque não queriam revelar o projeto naquele momento, o que é compreensível já que esse tipo de coisa é segredo de Estado, então simplesmente fizeram o que qualquer força armada faria, mentiram. Aliás, nãoi foi… Read more »

Glasquis 7
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Então vc não tem link, está se baseando na sua “Ligação de pontos”.

Eu gostaria de uma fonte oficial que comprova-se que o militar da FAB mentiu.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Eu já expliquei o que aconteceu e fiz isso me baseando nas fontes oficiais, se você não entende ou não quer dar o braço a torcer, ai já é problema seu. Mas tá aqui o seu link: https://www.aereo.jor.br/2019/09/24/confirmado-fab-desenvolve-missil-de-cruzeiro-de-longo-alcance/ É óbvio que a FAB não vai vir a público para afirmar que o oficial mentiu, até porque esse cidadão nem mesmo falou em nome da FAB. A única manifestação oficial a respeito do tema aconteceu no Senado, onde foi CONFIRMADO a existência do míssil de cruzeiro ar-solo. Agora, você decide se acredita nas palavras dos comandantes de alto escalão da FAB… Read more »

Jef2020
Jef2020
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Kkkk…mas isso me lembrou uma frase iconica do filme mare vermelha….”ninguem põe camisinha se não vai trep..”

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

isso foi a desculpa da FAB para não alardear que estavam testando um míssil de cruzeiro lançador por avião, o jornalista depois que divulgou esse furo, sofreu críticas por parte da FAB, tendo inclusive perdido seus contatos dentro da FAB.

Flanker
Flanker
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Na sua opinião, foi para testes de comportamento aerodinâmico da versão lançada de terra? É isso que vc quis dizer?

Glasquis 7
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Não é a minha opinião. Foi o que foi noticiado e a fonte está aí.

Se é mentira da FAB, ou se sé o militar mentiu ou o Site informou errado, já é outro problema.

Não estou discutindo a veracidade do Micla. Apenas estou lembrando o que foi noticiado.

Flanker
Flanker
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Calma! Eu não estou duvidando de ti. Só tentando entender! Se fosse para testar o envelope aerodinâmico supersônico do missil, eu tenho duvida, pq salvo engano, esse missil é subsônico.

Helio Val
Helio Val
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Exatamente!
Eu fico com as palavras do CEO da Turbomachine: “Se o cliente pede, a gente corre atrás…”

Estranho seria é a Avibras gastar dinheiro em desenvolver algo sem um cliente potencial. Até porque, clientes externos geralmente não compram produtos de defesa que não foram adquiridos por seu próprio país, além do risco de se desenvolver e pra poder exportar devido a condições geopolíticas.
Saudações!

Zorann
Zorann
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Sim… perfeito. Não tinha sido “anunciado” oficialmente. Mas já havia sido “noticiado” a um ano atrás. Veja que usei aspas no “em desenvolvimento”.

Hélio
Hélio
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Camarada, você sabe quanto tempo leva para um projeto dessa complexidade ficar pronto? Queria que o míssil já estivesse pronto?

Zorann
Zorann
Reply to  Hélio
1 mês atrás

Eu disse algo no sentido de que o projeto já deveria estar pronto? Não sabe interpretar o que lê.

Tomcat
Tomcat
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

MTC- 300 esse que o negócio tá beeem lento, não Galante? Nada de teste de nada ainda. Esse e o Mansup tão quase lendas urbanas das nossas FAs…

Tomcat
Tomcat
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Nossas FAs e seus segredos desnecessários. Afe. Vlw Galante.

Hélio
Hélio
Reply to  Tomcat
1 mês atrás

O que tem de desnecessário em proteger informações de armas estratégias?

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Hélio
1 mês atrás

Desde quando um míssil sub sônico de cruzeiro que transporta ogivas convencionais é estratégico?
E desde quando informar se está fazendo ou não o míssil, mostra vídeo e fotos está quebrando o sigilo?
O mundo todo faz isso amigo, e não é tecnologia alienígena!

Cadillac
Cadillac
Reply to  Tomcat
1 mês atrás

a sim, é desnecessário porque um civil aleatório da internet queria ter um orgasmo vendo o míssil voando. E tinha que explodir também e destruir todos os aparelhos de telemetria que otimizariam o desempenho do míssil, porque se não tiver “kaboom” não é bonito né? Nos poupe desse comentário desprovido de inteligência

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Cadillac
1 mês atrás

Meu caro cidadão. Vamos a loja fica de mercado e da vida. A Índia mostrou testes de navegação, vôo, e impacto do Braun s, o mesmo serve para o Taurus Keped, Tomawahk etc etc. Por que o Brasil em sua “super engenharia militar hiper secreta” faria diferente? Sigilo em coisa banal, mas apresentação detalhada do que deveria ter sigilo como a base de submarinos, o centro de inteligência espacial, o SGDC etc pode? Sigilo para algum cidadão aleatório da internet se estimular com algum oficial desmiolado. O que não é apresentado e nem visto não vende, e se não vende… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Só estão formalizando o que já vinham fazendo em “segredo”.
Isso pode sinalizar também que o MT-300 já está pronto e operacional, uma vez que agora a Avibras pode concentrar todos os esforços no Micla-BR.

Helio Val
Helio Val
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Faz sentido.
Vale lembrar que a Avibras encomendou 3 sistemas de controle, os Fieldguard, de até 100km.
Acredito, por lógica, que seja essencial pra finalizar o projeto dos MTC-300.
Além disso, um ano não é nada diante da complexidade do projeto.
Sem contar com o volume e prazo dos recursos liberados pelas forças, que quando não atrasam, são insuficientes.
Saudações!

Helio Val
Helio Val
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Acredito que não haviam nada formal pra a Avibras desenvolve-lo; até porque não faria sentido as assinaturas de hoje.

E um ano pra um míssil não é absolutamente nada. Até os equipamentos de rastreamento de projéteis ão comprados lá fora.
Saudações!

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Concordo. O planejamento da FAB é péssimo, gastaram o recursos no desenvolvimento do MAR-1 e depois desistiram do projeto sem dar maiores explicações, gastaram recursos no A-Darter e ao que parece, desistiram da aquisição dele em favor da compra do Iris-T. Os oficiais não sabem o que querem, mas isso ai é melhor do que nada, quem sabe eles tenham aprendido com os erros, o MTC-300 está quase pronto e já foram adquiridas 100 unidades. O Mansup também está quase lá. Talvez a FAB se inspire nesses bons exemplos. A esperança é a última que morre.

Jef2020
Jef2020
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Exatamente amigo…me lembrei tb do Mar-1….e espero que o A-darter tb não ocorra o mesmo…tenso viu…

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

“A esperança é a última que morre, mas morre!”
Do jornal Casseta Popular.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

O Planejamento da FAB é péssimo? Acho impressionante essa certeza! Voce é especialista em que cara?

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Tenho escrito/falado isso a anos (especialmente nos últimos 15 anos).

Ersn
Ersn
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Lembrando que com a redução da frota de AMX para apenas 14 unidades modernizados a FAB ficará sem meios de ataque dissuativos ,reservando o Gripen para superioridade aérea, talvez a doutrina de ataque stand off com mísseis de cruzeiro esteja nascendo na mentalidade da FAB, a dupla Gripen /MICLA com os mutiplicadores de força KC390/E99M .

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Ersn
1 mês atrás

Não entendo usarem a mesma plataforma tanto para ataque ao solo quanto para superioridade aérea. Isso é colocar todos os ovos em uma única sexta. Se fóssemos um país sério, já teríamos desenvolvido localmente um substituto para os AMX. Mas talvez o Super Tucano possa colocar um desses mísseis no center line e lançá-lo.

Ersn
Ersn
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Desde os anos 80 não existem mais projetos de aeronaves.especificas de ataque apenas adaptações de aeronaves de superioridade aérea para essa função por exemplo:F15E,EA18G,F16CG,MIRAGE2000D além do SU34 e SU30MK.Na minha opinião o TO para qual o AMX foi projetado já não existe mais,naquela época na América do Sul só existia MANPADS e AAA de curto alcance,aeronaves de ataque já não entram de peito aberto em pacotes de ataque contra defesas aéreas estruturadas como em 1991 no golfo e 1999 na Sérvia, hoje elas disparam seus mísseis bem longe das defesas em ataques de saturação e também são capazes de fazer… Read more »

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Allan vocÇe deve ser neófito em Aviação, sugiro que pesquise o que quer dizer capacidade omnirole, na boa!

Hélio
Hélio
Reply to  Ersn
1 mês atrás

Não atoa o Gripen é multifunção.

Matheus
Matheus
Reply to  Ersn
1 mês atrás

Amigo, o Gripen é Multirole, pode fazer o mesmo que o AMX faz hoje 10x melhor.

Hélio
Hélio
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Você é bem chato, camarada, sempre com o mesmo papinho. Pra começar, quem vende mísseis de cruzeiro em “quantidade o suficiente para criar alguma dissuasão”? Isso é uma arma extremamente sensível, isso sem contar que violaria tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário. Míssil de Cruzeiro no mercado internacional só até 300km de alcance, o MTC já se sabe que passa dos mil quilômetros, agora imagine uma versão aerolançada, não existe isso no mercado internacional.
Engraçado que quando o assunto é a baleia branca, AKA KC390, não se vê comentários do tipo.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Hélio
1 mês atrás

Onde você viu que o MTC tem mais de 1000km? O pessoal da Avibras só afirmou que ele tem mais de 300km.

Last edited 1 mês atrás by Allan Lemos
Matheus
Matheus
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

A versão de exportação.
A versão que o EB usará vai muti além.

Zorann
Zorann
Reply to  Hélio
1 mês atrás

Você precisa aprender interpretar texto. Falei que boa notícia seria a compra dos mísseis, não disse nada sobre quem vai fabrica-los ou quem vai vende-los.

Criou caso atoa.

Jef2020
Jef2020
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Essa é minha preocupação…que não termine como o mar-1

GuiBeck
GuiBeck
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Nessa mesma linha aí entra aquele míssil de cruzeiro lançado do Astros…

Flanker
Flanker
Reply to  GuiBeck
1 mês atrás

Mas, esse míssil que vc se refere é exatamente o MTC-300.

Marcos Borges
Marcos Borges
Reply to  Zorann
1 mês atrás

culpa em grande parte dos políticos corruptos que usurparam o dinheiro da nação e enfiar no bucho das nações de ditadores na África e AL.

Rui Chapéu
Rui Chapéu
1 mês atrás

Tomara que vá pra frente!

E que colocaram o fator “vento” nos cálculos…..

Alison
Alison
1 mês atrás

A intenção é boa… mas de nada adianta desenvolver e não produzir em grandes quantidades…

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Alison
1 mês atrás

Mas quando estiver pronto, vamos conseguir compradores externos, a Avibrás tem uma lista de clientes que poderiam se interessar!

Last edited 1 mês atrás by Fabio Araujo
MMerlin
MMerlin
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

A FAB está aprendendo, diferente das demais Forças, que a propaganda é a alma do negócio e que a comercialização externa de seus projetos e produtos ajuda a fomentar nossa indústria quebrando a tão famosa dependência do mercado interno, ou seja, do Estado. As FA precisam expor de modo mais exponencial seus projetos. Misseis como MTC-300 e o A-Darter são estratégicos (ou deveriam ser), mas seus andamentos são tratados com nível máximo de discrição, sem necessidade. Já existem outros concorrentes no mercado. Precisamos de parcerias e outros clientes nestes projetos. Não conseguimos manter a cadência de produção apenas com a… Read more »

Helio Val
Helio Val
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

O bom é que agora tem royalties: Guaranis, KC-390, Super Tucanos…; O que faz reduzir a dependência, mesmo que não tão significativa, do orçamento de Brasília….
Saudações!

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

É mais “se ficar pronto” do que “quando”. Eu já vi o suficiente de projetos de mísseis brasileiros indo, vindo e jamais chegando a absolutamente lugar nenhum.
Foi assim com o MAR, foi assim com a parceria entre nós e África do Sul, provavelmente vai ser assim com o MANSUP(cuja versão mar-mar já beira a inutilidade, necessitando NO MÍNIMO de uma versão para helicópteros e aviões)…

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Sim, agora cita os Projetos que deram certo! O copo pode estar meio cheio ou meio vazio amigo, depende da sua percepção!

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Não existe nada meio cheio quando a gente gasta tanto e tão mal em absolutamente tudo relacionado ao Estado.
Pode falar pra nós você sobre os projetos que terminaram, foram entregues e foram encomendados em quantidades minimamente aceitáveis no tocante a “mísseis”, por favor.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Que bom que esta avançando. Não vejo a hora de vermos os primeiros lançamentos de testes!

Carlson Costas
Carlson Costas
1 mês atrás

Espero que depois de gastar minhões do contribuinte não fique apenas no Projeto igual ao
A-Darter, MAR-1 Míssel anti-radiacão, MAAR piranha e muitos outros misseis nacionais…

Gabriel
Gabriel
1 mês atrás

A iniciativa é muito boa.

Porém, na minha opinião, ao mesmo tempo, junto com o desenvolvimento, deveria ser adquirida uma pequena quantidade de algum míssil de cruzeiro “pronto” para uso.

Justamente para a FAB adquirir a “expertise” e efetivamente desenvolver uma doutrina de emprego.

FighterBR
FighterBR
Reply to  Gabriel
1 mês atrás

A FAB comprou bombas stand-off israelenses.

Flanker
Flanker
Reply to  FighterBR
1 mês atrás

Bombas stand-off não substituem mísseis de cruzeiro. A aquisição de algum míssil tipo o Taurus e tb um míssil antinavio como o RBS-15 são essenciais! De nada adianta ter o vetor, mas não ter o armamento. Isso é bem característico no caso do A-1. A aeronave pode operar mísseis ar-solo e antinavio desde antes da modernizacao,mas nunca foram adquiridos esses armamentos para a aeronave. Um avião que implantou sistemas como CCIP e CCRP dentro da FAB, operou por praticamente toda sua vida apenas com bombas burras e lançadores de foguetes. Apenas há poucos anos foram adquiridas bombas guiadas a laser… Read more »

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Exato são complementares! Sem falar no fato que são nacionais e em caso de necessidade podem ser feitas aqui no número que quisermos!

Last edited 1 mês atrás by Fabio Araujo
Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Para que?
Para ficar bonito no desfile de 7 de setembro?
Amigo Flanker, o Brasil não precisa de nada para ontem, pois nosso histórico é de passividade, submissão e covardia.
Não entramos em guerra ontem, nem amanhã nem nuca.
Temos tempo de sobra para desenvolver e fabricar nossos armamentos.
Mas concordo que temos que ter forças militares modernas, prontas e capazes, porém torrar dinheiro que seria melhor investido no desenvolvimento nacional é idiotice.

Flanker
Flanker
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Respeito sua opinião, mas não concordo. Comprar mísseis de cruzeiro e antinavio é fundamental para uma aeronave como o Gripen. Quando os mísseis nacionais estiverem prontos, compra-se eles….até lá, tem os outros para uma necessidade e para treinamento.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Também respeito sua opinião.
Por mais que não concordamos prevalece o respeito.
Cordial abraço!

Salim
Salim
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Lembro que adarter foi esquecido e trocado por irist. Com piranha , adarter e radar m60/200 daria um belo sistema de defesa ponto. Teríamos volume para produzir e baratear custos e daria uma bela solução exportação e geraria recursos para evolução de uma família completa de mísseis. Se colocar uma nacionalização derby ai fica show.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Gabriel
1 mês atrás

A FAB comprou, ou assinou a carta de intenção, do KPED Taurus 350…

De sena
De sena
Reply to  Gabriel
1 mês atrás

Penso isso o tempo todo. Tem uns 10 anos que escuto falar que as forças armadas estão se modernizando e raramente aparece algo novo ou no estado da arte, normalmente é um monte de projeto que não leva a lugar nenhum e a situação dos nossos meios atuais se deteriorando cada dia mais. Na minha opinião a gente comprava tudo novo (compra de prateleira mesmo) de outras nações e nos próximos 40 anos (vida útil do equipamentos) a gente desenvolvia nossos próprios meios. Assim teríamos tempo para desenvolver alguma coisa sem deixar de possuir condições mínimas de defender o nosso… Read more »

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  De sena
1 mês atrás

Um monte de projetos qunão levaram a lugar nenhum: A-29, KC-390, Prosub, Tamandarés, Guarani, etc, pois é….

De sena
De sena
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Sim esses são casos de sucesso, mas para cada projeto de sucesso deve existir uns outros dois que foram esquecidos ou andam a passos de tartaruga, como por exemplo o SISFRON, A-dater, Vant´s, SISGAAZ, Prosuper, o Mansup, projeto COBRA, o ALAC, etc, pois é…
 

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

Sim , o Brasil é um país de grandes capacidades.

Glasquis 7
1 mês atrás

E tem “espaço” pra desenvolvimento de 2 misseis?
Não existe o risco de um “matar o outro?

Marcos
Marcos
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Uma versão terra-terra para o Exército e a outra Ar-Terra para a Força Aérea. Como um vai matar o outro?

Tutu
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

É mais que dois.
A-Darter, Mansup, MTC-300, MSS-1.2 e agora também o MICLA-BR, todos em estágios diferentes de desenvolvimento ou aquisição pelas três forças.

Obs: Ainda tem a futura versão Ar-superfície do Mansup.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Tutu
1 mês atrás

Com exceção do MSS-1.2, todos com envolvimento da AVIBRAS.
Adicione ainda os projetos e “produtos” do AEB.
É importante analise e observar os atrasos nos cronogramas de alguns citados.

Esta empresa, como não possui concorrentes no país e abocanha todos os contratos no que tangem mísseis e foguetes, aparentemente tem a performance de um órgão estatal.

Inclusive, o voo protótipo do 14-x que seria testado este ano utilizando o foguete VS-50, foi reagendo. Segundo rumores (que estão circulando na mídia especializada), acredite, para 2025, devido a atrasos no S-50.

Augusto
Augusto
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Prezado, à exceção do EUA, todos os países desenvolvedores de tecnologia bélica têm uma única empresa setorial forte e nela concentram seus esforços tecnológicos, otimizando expertise e mantendo mão-de-obra altamente qualificada. Acaba de sair a notícia de que a França iniciará estudos técnicos para um novo patrulha oceânico de 2.000 ton. A empresa naval encarregada da empreitada será, como sempre, o Naval Group! Os exemplos fundo afora são sempre na mesma direção.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Augusto
1 mês atrás

Prezado, isto não justifica os atrasos nos projetos. Vai acompanhar o andamento dos programas espaciais brasileiros e verá que a morosidade não decorre apenas da falta de investimento, mas sim de dois pontos adicionais: organização e atrasos de produção.

Last edited 1 mês atrás by MMerlin
Helio Val
Helio Val
Reply to  MMerlin
1 mês atrás

Sim, mais veja também os atrasos no Kc-390 devido a falta de respasses de verba.
E isso não se pode pôr na conta da Avibras.
E exemplos não faltam: os Guaranis, o prosub, o reator multiproposito…
Saudações!

Helio Val
Helio Val
Reply to  Helio Val
1 mês atrás

Correção: pôr na conta da Embraer…

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Helio Val
1 mês atrás

Atrasos no repasse de recursos podem ter levado a algum atraso no KC390, mas dois incidentes gravíssimos, com dos protótipos sofrendo perda total, são responsabilidade da empresa.

Helio Val
Helio Val
Reply to  EduardoSP
1 mês atrás

Concordo!
Mais faz parte de todo o processo. Até porque a ideia é justamente levar ao limite pra saber até onde pode ir.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Helio Val
1 mês atrás

A falta de verbas não.
Sinceramente, o pessoal técnico da Avibras deve ser mais do que capacitado. A questão que coloco não é essa.
Acredito que o problema deva estar em ser a única no país que atende realmente o segmento. Aí a empresa cai naquela de não querer se indispor com as FA e AEB, somado ainda a vontade de abraça o mundo.
A empresa não deve ser descartada jamais, mas pelo menos o AEB deveria abrir outras frentes. Assim, em 15 ou 20 anos vamos ter outras opções.

Glasquis 7
Reply to  Tutu
1 mês atrás

A-Darter,”

.

“a decisão de cancelamento da produção do A-Darter no Brasil foi tomada pelos comandantes seniores da FAB após atrasos no desenvolvimento do A-Darter, apesar do míssil ter passado nos testes de qualificação e certificação no Brasil em setembro de 2019.”

https://www.aereo.jor.br/2020/08/03/segundo-site-fab-compra-missil-iris-t-no-lugar-do-a-darter/

Isso já foi. revise suas anotações

É por isso que pergunto. Existe um precedente.

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

São da mesma família logo deve compartilhar componentes, não duvido que ocorrerá algum parecido com o mansup

Funcionário dos Correios
Funcionário dos Correios
1 mês atrás

Finalmente as coisas começam a avançar

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Precisamos disso para ontem, e de preferência algo girando em torno de 500 km de alcance!

Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

O lançamento por aeronaves já aumenta bastante o alcance e se sabe, pelas fotos do F-5 com mack-up que o projeto já estava em desenvolvimento o que é bom agora só foi oficializado.

Vitor
Vitor
1 mês atrás

Ficarei feliz quando o Matador estiver operacional e com encomenda do EB.
Quanto a este míssil, espero que não acabe como o MAR-1 ou A-Darter.

Roberto Bozzo
Roberto Bozzo
Reply to  Vitor
1 mês atrás

Outros sites informam que o EB encomendou 100 unidades do MTC.

O EB encomendou inicialmente 100 unidades do míssil, a serem entregues entre 2020 e 2023. Tudo isso consta na PORTARIA Nº 431-EME, de 10 de outubro de 2017, que aprova a Diretriz de Implantação do Programa Estratégico do Exército ASTROS 2020, e a previsão de sua conclusão é para o inicio da próxima década (2023), se os recursos programados forem devidamente destinados.”

Vitor
Vitor
Reply to  Roberto Bozzo
1 mês atrás

Assim espero!

GFC_RJ
GFC_RJ
1 mês atrás

Uma arma por demais estratégica. Que se avance bem seu desenvolvimento.

Conan
Conan
1 mês atrás

Acho que vão remover o estagio de propulsão solida ficando assim mais leve, menor e mais fácil de instalar em uma aeronave.

Marcos
Marcos
1 mês atrás

@OFF-Topic

O jornalista Santiago Rivas publicou recentemente que a FAB adquiriu algumas unidades do míssil RBS-15. Vi a mesma notícia em sites especializados do Brasil. Alguma informação do Poder Aéreo?

“Fuerza Aérea Brasileña comenzará a operar misiles RBS-15 en sus aviones Gripen NG, que se espera que entren en servicio en 2021”

FighterBR
FighterBR
Reply to  Marcos
1 mês atrás

Isso já era sabido.

Tomcat
Tomcat
Reply to  FighterBR
1 mês atrás

Sabido onde? Nunca vi essa notícia…

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Tomcat
1 mês atrás

Também nunca vi.

Vitor
Vitor
Reply to  Adriano RA
1 mês atrás

A FAB tem o Harpoon mas não sei se o mesmo é integrado no F-39.
O Harpoon não é integrado ao A-1.
Ao mesmo tempo, a MB aparentemente integrou o Harpoon nos A-4.
Enquanto isso o A-1 não sei se é certificado para operar seja com o Harpoon , seja com o RBS-15 apenas com o Exocet.

Que salada boa…

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Vitor
1 mês atrás

A Marinha integrou que Harpoon ao A-4? Que eu saiba foi divulgada um notícia dizendo que isto era possível, mas que não foi feito. Até onde eu sei o Harpoon foi comprado pela FAB para os P3 -Orion.

Nilson
Nilson
Reply to  FighterBR
1 mês atrás

Nunca foi noticiada compra de RBS-15 para os nossos Gripen. Só houve notícia da capacidade de operarem. Na compra inicial de mísseis para os Gripen não há anti-navio. Ou seja, é um assunto importante a ser apurado, essa possível aquisição de RBS-15.

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Marcos
1 mês atrás

Estranho já que o RBS-15 é concorrente direto para o míssil de cruzeiro nacional, outro projeto que é capaz de não ir para frente porque a própria fab não vai comprar ou vai adquirir pouca unidades

Flanker
Flanker
Reply to  SmokingSnake 🐍
1 mês atrás

O RBS-15 é antinavio…..seu rival nacional seria a versão ar-mar do MANSUP, que ainda não existe. O rival do MICLA-BR é o KEPD Taurus.

Kemen
Kemen
Reply to  Marcos
1 mês atrás

A FAB até hoje não comprou misseis RBS-15, pode ter manifestado interesse ou até pode ter pedido detalhes técnicos e de capacidades, mas não comprou.

danieljr
danieljr
1 mês atrás

Eu fico feliz por um lado e triste pelo outro. É ótimo o desenvolvimento de um equipamento desse nível na indústria nacional. Por outro, tem grandes chances de isso ser uma versão mais cara do MSS1.2, ficou no projeto, obsoleto e nenhuma unidade disponível para uso. Dinheiro gasto para zero emprego prático. Tem hora que eu penso que é mais viável pegar uma quantia de dinheiro, comprar uma quantidade X de mísseis de algum fornecedor, colocar no estoque e estará lá para pronto uso. Melhor ter algo agora e se tiver o nacional poderá ser o substituto do importado do… Read more »

Antunes 1980
Antunes 1980
1 mês atrás

Quando sair do papel já estará obsoleto. É sempre assim.

Marcos
Marcos
Reply to  Antunes 1980
1 mês atrás

Obsoleto? O míssil praticamente ja esta pronto, vai ser baseado no MTC-300 que vai entrar em operação ano que vem

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Marcos
1 mês atrás

Onde foi confirmado que ele já vai entrar em operação ano que vem?

Marcos
Marcos
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Do próprio ministro da defesa em entrevista recente, de acordo com ele vai ser finalizado o desenvolvimento em dezembro/20, com entrada em serviço para ano que vem.

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Marcos
1 mês atrás

O ministro da defesa, deve acreditar em Papai Noel, ou perdeu sua sanidade! Há quantos anos está previsto que o AVMT estaria pronto? Lembro-me que era para ser testado em Fev/Mar de 2019. Nunca nem confirmaram se este teste foi feito ou não. A gente precisa aprender que este pessoal não é sério! Um bom exemplo é o reator do Labgene. Era para ser comissionado em 2014!

Marcos
Marcos
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
1 mês atrás

Goste ou não estão finalizando o projeto e ano que vem a arma mais poderosa da América Latina estará em operação.

Matheus
Matheus
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
1 mês atrás

Seu imediatismo é uma das razoes de nada aqui dar certo. Quer que os caras tirem o míssil do C* em apenas alguns anos.

Marcos
Marcos
Reply to  Antunes 1980
1 mês atrás

Especialista formado na Wikipédia e no youtube

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Antunes 1980
1 mês atrás

Você quer que a FAB desenvolva um AGM-158 stealth do dia para a noite? Todo mundo tem que começar de baixo.

Ricardo Rosa Firmino
Ricardo Rosa Firmino
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

O problema é exatamente esse: a FAB sempre começa de baixo e nunca sai de abaixo..só fica ali ..

Luis Carlos da Costa
Luis Carlos da Costa
1 mês atrás

Que bom né antes tarde, bem tarde, muito tarde, do que nunca.

Se fosse um cenário de agressão eminente, ai ate justificaria compras aos montes de prateleira, mas não é o nosso caso.
Bora desenvolver e aprender com isso, que é o que faz a diferença lá na frente.

Parabéns as partes envolvidas!

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
Reply to  Luis Carlos da Costa
1 mês atrás

Falou pouco mas falou bem.

Billy
Billy
1 mês atrás

Muito bem Força Aérea Brasileira!! Esqueçam os teco-teco e foquem nos meios para impor a vontade ao oponente, e Mísseis de Cruzeiro são ferramentas excelentes para esse objetivo. Porque não pensar num Bombardeiro Médio e veloz e armado com mísseis dessa categoria ou hipersônicos?

Marquês de São Vicente
Marquês de São Vicente
1 mês atrás

Eu espero que este seja o “projeto da virada”. Aquele momento particular e especial em que deixamos de lado velhos hábitos ruins, vícios que nos prejudicam enquanto nação. Como o alcóolatra ao chegar no fundo do poço e percebe, com auxílio divino, que se não der um jeito na sua maneira de fazer as coisas vai acabar se destruindo. Espero verdadeiramente que o momento seja este. Algo que irá mudar nossos paradigmas de forma verdadeiramente positiva.

OSEIAS
OSEIAS
1 mês atrás

Ótima iniciativa e que bom que a Avibras esteja fornecendo a FAB, é uma empresa sólida com ótimos produtos, serviços e uma boa carteira de clientes para fornecer esse míssil assim como está mencionado na reportagem. Mas acho estranho que isso não seja um consórcio e o não envolvimento da SIATT no projeto, pois a mesma pois grande expertise na área muito dessa paga com dinheiro publico na absorção em programas com o A-Darter, piranha e outros, isso poderia encurtar no desenvolvimento de cabeça de busca coisa que ela praticamente domina. A Turbomachine já é fornecedora da Avibras logo acredito… Read more »

marcos r
marcos r
Reply to  OSEIAS
1 mês atrás

o projeto é uma adaptação ar-terra do mtc300, a usa a turbina Turbomachine, é um missil de cruzeiro, logo destina-se a alvos pre-programados nao utilizando cabeça de busca; essa se tornaria necessario no caso de uma evolução para anti-navio, aai sim poderia caber a interação com a SIATT.

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  marcos r
1 mês atrás

Marcos r, obrigado pela lembrança. Você tem razão, são produtos diferentes. Obrigado amigo, abraço.

Renato
Renato
1 mês atrás

Confesso que não entendi direito a matéria.
Vai se realizar AGORA um entendimento de parceria entres os interessados (FAB/AVIBRÁS) para um programa daquilo que estava hipoteticamente em curso há mais ou menos um ano atrás de testes de um protótipo do dito míssil em Canoas/RGS a bordo de um F-5 tiger?

Nilson
Nilson
Reply to  Renato
1 mês atrás

Pelo que entendi, agora a parceria foi formalizada, provavelmente com deveres de ambas as partes. Foi o casamento. Antes era só o namoro, estudos preliminares, análises de viabilidades.

Renato
Renato
Reply to  Nilson
1 mês atrás

Brasil gastou tempo, dinheiro e pessoal com dois mísseis que não saíram do papel:
– MAR
– A-DARTER
Esse será que vai pelo mesmo caminho?

glasquis 7
Reply to  Renato
1 mês atrás

A-DARTER”

PelamordeDEUS, não fale desse míssil, tem um cara que há uns 5 ou 6 anos vem gritando que o A DARTER Brasileiro vai ter iniciada a sua construção local em 2016.

MMerlin
MMerlin
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Um dos projetos mais obscuros e “secretos” da FAB. Foram lançando uma notícia em cada um dos três últimos anos, apontando que tinha passado pela homologação. Mais provável é que estavam torcendo para o pessoal esquecer o projeto para que não houvessem culpados pelo cancelamento iminente.

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Renato
1 mês atrás

“O objetivo deste Memorando foi formalizar a intenção da AVIBRAS em desenvolver uma família de mísseis de cruzeiro de longo alcance.”
Ou seja, o objetivo foi escrever em um papel, para a FAB, que a Avibrás quer desenvolver mísseis de longo alcance.

“De acordo com o Tenente-Brigadeiro Bermudez, a contribuição inicial da FAB no projeto será na área de desenvolvimento conceitual”
Por enquanto a FAB vai apenas dar pitacos sobre essa família de mísseis de cruzeiro.

Toda a solenidade e o anúncio foram para isso.

Allan Lemos
Allan Lemos
1 mês atrás

Excelente notícia, espero que a FAB se inspire nos bons exemplos do MTC-300 e do Mansup e não abandone o projeto no meio do caminho como já fez com o MAR-1 e o A-Darter.

Entretanto, acho que dizer que esse míssil será de “longo alcance” é forçar um pouquinho de mais a barra, porque com apenas 300km de alcance, oficialmente( por causa do MTCR), a FAB não consegue atingir nenhuma capital da América Latina a partir do nosso território.

João Adaime
João Adaime
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Prezado Allan Lemos Já foi exaustivamente explicado aqui que estes tais “300 km” são apenas para exportação. Para uso próprio, não há limite. Além disso, o MTCR não é um tratado que obrigue a ser seguido. Foi apenas um acordo de cavalheiros, entre os países com capacidade de fabricar tais mísseis, para evitar a proliferação de armas de longo alcance. Os próprios EUA não cumprem isto, pois fornecem à Inglaterra os mísseis Trident para lançar armas nucleares, sob a alegação que é uma transação entre membros da OTAN. Como se pode ver, é o jeitinho norte-americano. E muitos outros países… Read more »

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  João Adaime
1 mês atrás

João Adaime, estou ciente de que o MTCR não limita o desenvolvimento de mísseis com mais de 300km de alcance, desde que seja para uso próprio. Inclusive, pessoas da Avibrás já confirmaram que o MTC-300 tem mais de 300km de alcance. De todo o modo, eles ainda dizem oficialmente que o míssil tem apenas essa capacidade, e chamam-no de “míssil de longo alcance”, quem é leigo acaba acreditando, mas as pessoas mais familiarizadas no assunto, como os visitantes aqui da trilogia, sabem que isso é uma inverdade. Não dá para dizer que um míssil que se for lançado de Aracaju,… Read more »

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  João Adaime
1 mês atrás

Lembro-me o que foi dito sobre esta questão do alcance do MTC300, e sua extensão. O que o oficial general não disse, é que não é coisa tão simples! Afinal, é preciso acomodar tanques maiores de combustível, o peso extra dos tanques e combustível adicionais e como isto vai afetar o desempenho em vôo do míssil. Parece muito fácil dizer que é só por mais combustível e voar mais longe. Estes oficiais são bisonhos! Não sabem o que falam.

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Basta ter um alcance maior que os dos S-300 venezuelanos, que acredito ser de 250 km. De qualquer forma, a versão do míssil lançada do ar deverá ter um alcance bem superior ao da versão lançada do solo. Não vejo motivos para o desenvolvimento desse míssil demorar…

marcos r
marcos r
Reply to  Adriano RA
1 mês atrás

com certeza tem, a turbina tem cerca de 4 h de durabilidade e a 800 km/h, a maior restrição é a quantidade de combustivel disponivel e a capacidade dos sistemas de guiagem

kemen
kemen
1 mês atrás

Excelente, agora deverão dar ênfase ao término do nosso tão esperado missil de cruzeiro, junto com os misseis disponíveis nos F-5 (entre eles 200 Phyton 4 e 150 bombas Lizard) e os Meteor comprados par os Jas-39 (mais de 100), o nossos JAS-39 estarão armados em conformidade.__ Como não sabemos ainda a capacidade e cenários de uso desse futuro missil de cruzeiro, faltaria um missil ar-mar e sua integração, se é que a FAB pretende em utilizar os Gripen para proteção costeira, além dos seus P-3.

Last edited 1 mês atrás by kemen
Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  kemen
1 mês atrás

Como sabe essas quantidades se é confidencial?

Kemen
Kemen
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Quem te disse que é confidencial? Existe um contrôle de venda e compra de armamento se legais por contrato e tudo o que nossas F.A.´s compram é feito de forma legal.

Last edited 1 mês atrás by Kemen
Anfibio
1 mês atrás

Qual seria a quantidade ideal para municiar, e manter estocados, inicialmente, o primeiro lote dos Gripens, levando-se em conta nossa situação geopolítica?

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Anfibio
1 mês atrás

Acredito que umas 100, a mesma quantidade de mísseis de cruzeiro que o EB já comprou. E mais umas 10 unidades para treinamento e aperfeiçoamento de doutrina.

Caique
Caique
1 mês atrás

Eu espero que a FAB compre algumas unidades, que não se repita a palhaçada do A-darter, MAAR 1 e outros, o dinheiro do contribuinte não é vadio.
A MB já poderia pensar em uma versão para os submarinos e navios kkkkkkkk

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Caique
1 mês atrás

Amigo eu quero acreditar que o MAR-01 assim como a Trojano está sendo adquirido secretamente por se tratar de armamento estratégico.
Li em um PDF do MD que o MAR-01 se encontra pronto aguardando encomendas.
E ninguém em sã consciência desiste de algo pronto, até nossos brigadeiros que são lesados, já fariam isso.
Ao menos é o que quero acreditar!

Caique
Caique
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Tanto tempo sem ouvir um pio sobre o MAR-1, mas a esperança é a ultima que morre, com certeza seria fantástico ter míssil como ele integrado ao Gripen e a serviço do nosso país.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Caique
1 mês atrás

Verdade.
Eu quero acreditar nisso, mas no fundo acho que mais uma vez os brigadeiros fizeram essa ca*&%da com o Brasil.

Marcio
Marcio
1 mês atrás

Quanto pessimismo, não esqueçam de quem governou o pais nos últimos 20 anos, agora com o atual governo os projetos começam a avançar em todos os setores, o que não fizeram em 20 anos, atualmente a maioria dos projetos inacabados estão sendo finalizados, apesar dos problemas de saúde pública, ou seja com todas dificuldades o o País começa a dar passos largos rumo ao progresso, como nunca visto antes, dessa forma o momento é oportuno para esses projetos militares serem de fato executados na integra, não por capricho, mas por necessidade devido a ameaça globalista que aos poucos vai destruindo… Read more »

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Marcio
1 mês atrás

Kkkkk quanto ótimismo!
“Agora os projetos começaram a sair” tsc tsc.
Não se esqueça amigo que quem governou o país né s últimos 20 anos aprovou 100 dos produtos de defesa moderna s hoje nas FAAs, inclusive o MT-300.
Hoje o que temos a no poder é governança para a família trololó maliciosa.

Wagner
Wagner
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Muita gente aqui não gosta de ser confrontado com essa realidade…

Ricardo Rosa Firmino
Ricardo Rosa Firmino
1 mês atrás

Mais um projeto natimorto..

Bueno
Bueno
1 mês atrás

Noticia maravilhosa, é melhor esperar oficializar do que passar vergonha igual o anuncio do avião Sherpa.

As imagens ilustrativas da Avibras difere um pouco do mock-up, falando o que o Gripen da ilustração levou 3 MICLA-BR. lançou 2… muito legal!!
Que Capacidade a FAB tera com no Gripen!!

Last edited 1 mês atrás by Bueno
Bueno
Bueno
Reply to  Bueno
1 mês atrás

enganei, são levados 2 MICLA-BR  pelo Gripen, a imagem no canto inferior esquerdo é da maquete na mesa 😉

Foxtrot
Foxtrot
1 mês atrás

Excelente notícia, agora só falta a MB confirmar o desenvolvimento do MT-300 naval. Obs: gostaria de saber qual a expertise que a FAB tem em desenvolvimento e operação de mísseis de cruzeiro de longo alcance? (Seja ele nacional ou importado). Em todos os lugares do globo as forças armadas são incentivadoras e motivadoras do engrandecimento tecnológico do país, só aqui no Brasil é que elas investem pesado em equipamentos e tecnologias de outros países. Espero que o Micla-BR seja o divisor de águas, e que tenha vindo para marcar uma mudança de visão e administração na FAB e que não… Read more »

Jack
Jack
1 mês atrás

A FAB compra de um fabricante de fora “que absurdo, deveriam fazer aqui”. A FAB firma parceria com a indústria nacional para fazer aqui “absurdo, demora muito compram poucos”. A FAB compra um bom número no mercado externo “absurdo, essa tecnologia defasada”. O importante em nosso contexto é que será desenvolvido aqui, de qualquer forma a expertise permanecerá para o dia em que a situação for diferente. Sei o que muitos pensam e eu, pessoalmente prefiro que primeiro se invista na capacidade operacional, possuindo o material necessário à disposição, sempre achei melhor ter, comprado pronto, do que desenvolver aqui e… Read more »

RENAN
RENAN
1 mês atrás

Mais um grupo de estudos, projetos, maquetes dinheiro 💸💸, e nada de encomenda em número satisfatório.

Neste assunto a FAB só desperdiça dinheiro e tempo, o contribuinte não tem como acusar o militar por jogar tanto dinheiro fora.

Se fosse uma instituição seria neste assunto, e todos os mísseis desenvolvidos estivesse em produção industrial com vendas internacionais teria outro pensamento.

Porém a história prova o contrário.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  RENAN
1 mês atrás

Infelizmente sou obrigado a concordar com você em gênero, número e grau. Meu medo, é que mais esse produto seja utilizado para justificar a ineficiência, inércia dos centros de P&D das FAA,s (isso para não falar na falta de integração). Pois os mesmos possuem excelentes linhas de P&D, mas quando chega no produto final, ou se chega, algum brigadeiro, general ou almirante “gênio” resolve que o melhor é importar pois assim se ganha mai$$$$$ “tempo” e “tecnologia”. Mesmo após gastarem uma fortuna nossa, vide exemplo dos programas SNC, DPA, giroscópios a fibra óptica, MAR-01, Marimba, Torpedo pesado nacional, CCT/CPN etc… Read more »

RENAN
RENAN
1 mês atrás

Compra uns 200 mísseis de prateleira, para ter em estoque para dissuadir possíveis inimigos, aí foca no desenvolvimento de um produto nacional, mas com a segurança de ter alguma coisa a pronto emprego.

Glasquis 7
1 mês atrás

Há algo e contraditório nas informações veiculadas.

Após a divulgação da imagem, uma fonte militar se pronunciou, alegando que a mesma mostra que o “míssil utilizou o F-5EM apenas para a abertura do envelope em voo supersônico, nada mais além disto…O míssil está previsto para ser lançado de terra, embarcado ou de helicópteros. O resto é especulação”.”

https://www.aereo.jor.br/2019/06/09/missil-mtc-300-no-f-5em-breves-consideracoes/

Bueno
Bueno
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Nada de contraditorio, em 2019 tinha especulações , hoje tem evidencia e a formalização do projeto, e a Fonte é a Avibras e FAB.
Ponto Final.

Nilo
Nilo
Reply to  Bueno
1 mês atrás

Bueno, congratulações.
Bosco previu um ano antes: Só a FAB pode explicar.
Um ano depois, Você: “esta aí”: “….As evidencias…formalização….

Bosco 🕵️‍♀️🕵️‍♀️🕵️‍♀️
 1 ano atrás
……………….
Tá tudo muito confuso.
Na verdade acho que por conta de alguém querer dar um furo de reportagem, trouxe muita confusão ao assunto e só a FAB poderá explicar o porquê de colocar um mockup semelhante ao MTC-300 na estação central de um F-5.
Todo o resto é elucubração.

Bueno
Bueno
Reply to  Nilo
1 mês atrás

Sim! Os entusiastas tem a seu favor a especulação. Especulo que estavam testando o envelope de voo no F5M antes de formalizar o que já estavam definindo para o F39… O F39 esta em teste de voo do primeiro protótipo FAB, eum armamento novo para integrar vai demorar, algumas células de F-5M vão voaraté +/-2025 e as ex Jordânia até 2030 , a FAB terá um MICLA-BR testado e homologado no F-5M dentro deste período, especulação… ele já saiu na foto com F5M e agora no cartaz do Gripen, indicando que esta avançado os estudos do projeto. Nota 300km para… Read more »

Marcos
Marcos
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

A FAB apresentou o projeto do míssil para o congresso e a Avibras já confirmou. Você quer o que? Desinformar? Essa “fonte militar” errou. O MICLA-BR existe e não é especulação.

Last edited 1 mês atrás by Marcos
Glasquis 7
Reply to  Marcos
1 mês atrás

Você quer o que? Desinformar? “

Eu apenas estou apresentando o fato com a devida procedência.

O resto é invenção sua.

Marcos
Marcos
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Fato, que fato? A de que um suposto oficial disse que não existia uma versão ar-terra? 3 semanas depois a própria FAB foi a público apresentar o o míssil para o congresso. Você usa informações desatualizadas como fato.

Bueno
Bueno
Reply to  Marcos
1 mês atrás

e acham ruim os equipamentos batizado pelos EUA, até youtuber flagram os projetos secretos da Força kkk

glasquis 7
Reply to  Marcos
1 mês atrás

Quem publicou foi o Aereo. Discuta isso com eles. O fato é que foi noticiado há pouco tempo outra coisa sobre a mesma imagem. E isso é contraditório sim.

Se o suposto oficial te parece mentira, no link que postei tem o autor da matéria. Discuta com ele.

Com disse antes, apenas apresento o fato.

glasquis 7
Reply to  Marcos
1 mês atrás

Fato, que fato? A de que um suposto oficial disse que não existia uma versão ar-terra?”

Isso não é um fato?

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Marcos
1 mês atrás

Isso mesmo, Marcos. Aquilo foi só uma mentira da FAB, que não queria revelar a existência do projeto naquele momento. Aliás, não faria nem sentido essa fonte ai falar de míssil “embarcado”, sendo que a MB está concentrada no Mansup e jamais demonstrou interesse nesse projeto da Avibrás.

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

No vídeo de 100 dias do ministério da defesa, aparece aparece essa imagem com a legenda de se tratando da versão ar-solo do MTC-300, depois em setembro durante uma comissão em que foram apresentados 18 programas da FAB entre eles estava o MICLA-BR, tudo isso aconteceu em 2019, hoje temos a confirmação do desenvolvimento desse míssil.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
1 mês atrás

Essas “coisas missilíticas” tupiniquins são parecidas com as notícias da “loira do banheiro”. Creio mais no “chupa-cabras”. Coisa mediocre isso

Teropode
1 mês atrás

Opaáaa que bom , daqui a 30 anos veremos ele em operação .

Almeida
Almeida
1 mês atrás

Adoraria ficar feliz com a notícia, mas depois de Piranha, MAR-1, A-Darter e tantos outros, o histórico de projetos da FAB, indústria e governo não é nada animador.

Airton
Airton
1 mês atrás

Não vai dar em nada. Não me iludo mais com esse tipo de notícia

Alexandre
Alexandre
1 mês atrás

Na realidade, é só um exercício de vaidades, esse míssil já vem sendo desenvolvido há alguns anos na versão sup/sup, então é o AVTM 300 do ASTROS 2020 na versão ar/solo. Só que a FAB e seus Brigadeiros tem que aparecer na foto como um “desenvolvedor” do míssil, então faz um memorando qualquer, diz que está dando algum pitaco e pronto, bate uma foto dizendo que é um dos genitores da criança!

Jef2020
Jef2020
1 mês atrás

Olha seria muito importante para o pais o desenvolvimento desse missil…tomara que vingue…espero que não acabe como o mar-1

Jef2020
Jef2020
1 mês atrás

Amigos tenho uma dúvida e talvez alguem possa me esclarecer…dizendo que tudo dê certo no desenvolvimento do missil, o guiamento do missil por GPS sem ter um sistema genuinamente nacional é seguro? Que saiba os únicos que possuem o sistema de posicionamento global próprio são os EUA e a URSS… ou seja todos os demais paises que utilizem equipamentos orientados por essa tecnologia estariam na mão desses 2 carinhas…necessita de uma rede de satelites para este fim…existe possibilidade de ocorrer qdo do uso do missil algum bug orquestrado na utilização dessa rede a mando dessas 2 nações? Se esse for… Read more »

Paulo HPS
Paulo HPS
Reply to  Jef2020
1 mês atrás

Amigo Jef2020, temos o Beidou Chines e o Galileo Europeu tambem…

Jef2020
Jef2020
Reply to  Paulo HPS
1 mês atrás

Olá amigo…obrigado pela informação…então a china e a europa tb são independentes nesse segmento…esse é o caminho!!!

Helio Val
Helio Val
Reply to  Jef2020
1 mês atrás

Só pra constar, não existe somente 2 sistemas.
A Europa usa o Galileo, a Rússia usa o Glonass, a China uso o BeiDou e a Índia também possui o seu.
Não sei te dizer sobre Israel…
Agora, é óbvio que esses países não investiriam milhões, pu até bilhões (constelação, estações em terra, etc) se não houvesse a possibilidade de interferência nos seus sistemas de armas continentais…
Saudações!

Jef2020
Jef2020
Reply to  Helio Val
1 mês atrás

Ok amigo…obrigado pela informação…não sabia que estes países tb tinham alcançado a independência nesse segmento!!! Valeu!!!

Last edited 1 mês atrás by Jef2020
Capa Preta
Capa Preta
1 mês atrás

Notícia sensacional. Rezar para que não tenha o mesmo fim do nosso míssil anti radiação.
Aliás ninguém perguntou pro comando da FAB porque exatamente o MAR ter sido cancelado? O que acontece?🤷🏻‍♂️

GERSON LUIZ ARMILIATO
GERSON LUIZ ARMILIATO
1 mês atrás

Segundo o mesmo jornalista que deu a notícia em primeira mão lá atrás, o míssil de longo alcance (mínimo de 300km) terá versões para as três armas, será lançado pelos F-39, pelas convertas Classe Tamandaré, Sistema Astros e até pelos novos submarinos Classe  Scorpene a estilo dos Exocet. Quando isso se concretizar nossa defesa mudará de patamar.

Gutex
Gutex
Reply to  GERSON LUIZ ARMILIATO
1 mês atrás

Poderá sim existir uma versão naval, porém ela não será lançada das Tamandaré. As novas fragatas estarão aptas a lançar os Mansup, que compartilha os lançadores dos mísseis Exocet. Os mísseis em questão possuem maior diametro, impossibilitando eles de serem lançados pelos mesmos lançadores que serão instalados nas Tamandarés.

Nunão
Nunão
Reply to  Gutex
1 mês atrás

Gutex,
Basta instalar lançadores específicos para uma versão naval que venha a ser desenvolvida do MTC300.

Havendo espaço e reserva de estabilidade para isso (e parece que existe no caso da Tamandaré, logo atrás do espaço onde vão os lançadores de Mansup / Exocet) não me parece ser nada do outro mundo haver mais de um tipo de lançador convencional para mais de um tipo de míssil.

Gutex
Gutex
Reply to  Nunão
1 mês atrás

Eu sei que “basta instalar instalar lançadores específicos”. Daí, ante a todo seu histórico, acreditar que a marinha irá instalar dois lançadores distintos nas Tamandarés, eu nao creio. Abraços

Alexandre
Alexandre
1 mês atrás

Esse memorando é na verdade uma confirmação do que eu sempre falei, tecnologia é uma escada, e quando vc consegue desenvolver tecnologia, as coisas vão se juntando e outros produtos acabam por surgir.
Já temos a confirmação que esse míssil de cruzeiro terá as 3 versões, está faltando tão somente a confirmação da versão naval, bem como saber se terá um seeker de busca com radar ativo, no caso, o seeker do MANSUP.

Alexandre
Alexandre
1 mês atrás

Fico pensando nos capachos, com que cara estão agora?
Ficavam e ficam sempre dizendo coisas tipo, é de papel, não vai funcionar nunca, não presta, vai demorar 100 anos, é nutela!
Foi assim com o KC 390, ASTROS 2020, Super tucanos, Blindado Guarani, e algumas outras coisas.
E o que vemos hoje?
Todos esses produtos são uma realidade, são excelentes e estão sendo vendidos até para Países da OTAN!

Lúcio Sátiro
Lúcio Sátiro
1 mês atrás

É um míssil de cruzeiro contra alvos em terra ou é um míssil ar-ar?

Flanker
Flanker
Reply to  Lúcio Sátiro
1 mês atrás

Míssil de cruzeiro ar-superfície.

Wilson Lobe Junior
Wilson Lobe Junior
1 mês atrás

Perguntas importantes: Quantos militares aposentados ou por se aposentar vão ganhar verbas de “assessoria especializada” na execução do projeto? Existe o compromisso de fazer um equipamento funcional ou pode ficar no “modelo teórico de estudos” como o sonar nacional? E principalmente… é um projeto de Estado e com apoio integral da FAB ou pode ser esquecido numa mudança de comando ( mesmo depois de enterrar milhões como no caso do MAR-1 e TPN)?

Last edited 1 mês atrás by Wilson Lobe Junior
Sérgio Luís
Sérgio Luís
1 mês atrás

Eu sinceramente gostaria de ter noção de quão longo alcance é esse Micla-br?
Só 300 km nos já sabemos que não deve ser!

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Sérgio Luís
1 mês atrás

já foi dito que para nós a versão MTC-300 terá maior alcance,certamente com o MICLA-Br não será diferente...

filipe
filipe
1 mês atrás

Brasil galera, a Venezuela quer misseis chineses, agora vai se ferrar…

Carlos Campos
Carlos Campos
1 mês atrás

A Avibras recentemente foi incapaz de fazer o motor do foguete que ia lançar o 14X, além de a mesma estar envolvida no Projeto que teve outros erros devido a incapacidade deles, estou com o pé atrás com essa empresa, já faz foguetes, mas na hora de partir para motores mais complexos não teve capacidade, mas espero que dê tudo certo, que além do MICLA, o Matador ganhe uma versão lançavel por sub.

Matheus
Matheus
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Fontes?

Helio Val
Helio Val
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Mais o projeto do motor do 14X não foi para a Orbital desenvolver?

https://www.google.com/amp/s/www.aeroflap.com.br/operacao-cruzeiro-primeiro-ensaio-em-voo-de-um-motor-aeronautico-hipersonico-nacional/amp/.

Será que o amigo não está se referindo ao motor S50, esse sim da Avibras? Esse sim teve problemas e em outubro desse ano foi feita uma avaliação de transporte do mesmo no CLA.
Saudações!