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Inaugurado monumento da aeronave A-1 em Santa Cruz (RJ)

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O Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, presidiu, nesta sexta-feira (20), duas cerimônias na Guarnição de Aeronáutica de Santa Cruz (GUARNAE-SC), no Rio de Janeiro (RJ). Na oportunidade, ocorreram a inauguração do monumento da Aeronave A-1 e, o XXXII Raduno dos Adelphis.

O evento contou, ainda, com a presença do Chefe do Gabinete do Comandante da Aeronáutica, Major-Brigadeiro do Ar Pedro Luís Farcic; do Comandante do III COMAR – Comando Aéreo Leste, Major-Brigadeiro do Ar Luiz Guilherme Silveira de Medeiros; do Chefe do Estado-Maior do Comando de Preparo, Major-Brigadeiro do Ar Raimundo Nogueira Lopes Neto; do Presidente da Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo e Ex-Comandante do Esquadrão Adelphi, Brigadeiro do Ar Sérgio Rodrigues Pereira Bastos Júnior; do Ex-Comandante do Esquadrão Adelphi, Brigadeiro do Ar Reformado Teomar Fonseca Quirico; e do Comandante da Guarnição de Aeronáutica de Santa Cruz, Coronel Aviador Marcelo da Costa Antunes, além de demais autoridades e ex-integrantes (oficiais e graduados) do Esquadrão Adelphi.

A aeronave, que tornou-se monumento, ficou internacionalmente conhecida como AMX na Força Aérea Brasileira (FAB) e assumiu a denominação de A-1. Em 1987, um grupo de Oficiais e Sargentos voluntariam-se para compor a primeira Unidade de A-1 na Força Aérea. Em 1988, criou-se o primeiro núcleo da Primeira Unidade Aérea para emprego da aeronave A-1. Em 1989, foi desativado o núcleo do Primeiro Esquadrão do Décimo Sexto Grupo de Aviação (1º/16º GAV) – Esquadrão Adelphi e ativando o 1º/16º GAV, assim, finalizando a implantação do A-1 na FAB.

Para o Comandante, Tenente-Brigadeiro Bermudez, o momento é de homenagem e reconhecimento. “É um preito este monumento a todos aqueles que aqui serviram e tiveram a honra de poder fazer parte desta Unidade que sempre foi uma referência na Aviação de Caça”, destacou o Oficial-General.

O Comandante da GUARNAE-SC, Coronel Aviador Antunes, disse ser um privilégio ter o monumento em exposição na Organização Militar. “Não inauguramos um simples monumento, mas eternizamos em solo sagrado os valores forjados por uma equipe, uma verdadeira família composta por 93 Adelphis, 33 Capos e centenas de Cardinales, que conferiram vida a essa exuberante máquina”, disse.

XXXII Raduno dos Adelphis

O Comandante participou, também, do XXXII Raduno dos Adelphis, encontro que reúne ex-integrantes do Esquadrão Adelphi (1º/16º GAV). A palavra Raduno, de origem italiana, significa reunião e foi escolhida pelos pioneiros da Unidade Aérea como designação oficial da celebração anual alusiva ao aniversário de criação do Primeiro Esquadrão do Décimo Sexto Grupo de Aviação.

O Adelphi 01, Brigadeiro do Ar Reformado Teomar Fonseca Quirico, comentou sobre a realização de mais um encontro. “Tenho uma honra muito grande de ter iniciado este Esquadrão e essa história. Por tão breve período de tempo, o Esquadrão foi capaz, de efetivamente, marcar sua presença na história da Força Aérea”, finaliza.

FONTE: Força Aérea Brasileira

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Ricardo
Ricardo
2 dias atrás

Ficou muito lindo !
Uma pena as aeronaves estarem servindo para esse objetivo, mas entendo que a FAB sabeo que esta fazendo.
O verniz aplicado deixa a aeronave com um Aspecto diferenciado. Se fosse aplicável também nas aeronaves que estão na ativa acredito que ficariam mais bonitas.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Ricardo
2 dias atrás

Olá Ricardo. O monumento ficou bonito mesmo. O A1 vem cumprindo sua missão e alguns deles já completaram sua vida útil. Viva o A1, viva o A1M, viva o F39E/F.

Fabio
Fabio
Reply to  Camargoer
2 dias atrás

O A1 é um excelente vetor, na minha opinião é um erro ter só 14 modernizados, no mínimo 30 inclusive com uma monitorização, seria um excelente vetor complementar ao F-39, ja pensou o A1M atacando e o F39 fazendo a cobertura? Mas é só um sonho…

Seria uma capacidade ímpar na América do Sul…

Fabio
Fabio
Reply to  Fabio
2 dias atrás

*monitorização = entendam remotorização

Pedro Bó
Pedro Bó
Reply to  Fabio
2 dias atrás

Me recordo de ler, há muitos anos, do oferecimento de uma versão sem PC do EJ 2000 do Eurofighter para substituir as Spey no A1. Só não sei se isso contemplava as aeronaves brasileiras também, ou só as italianas.

Antonio Renato Cançado
Antonio Renato Cançado
Reply to  Pedro Bó
1 dia atrás

Contemplava sim.

Antonio Renato Cançado
Antonio Renato Cançado
Reply to  Fabio
1 dia atrás

Concordo.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Fabio
1 dia atrás

O erro maior foi não terem usado ele como plataforma de desenvolvimento de um vetor nessas linhas, mas 100% nacional. Com o F-5 poderia ter sido feito o mesmo.
Mas enfim…

sergio ribamar ferreira
Reply to  Joao Moita Jr
1 dia atrás

Concordo com o sr. João Moita Jr. Tudo aqui para no meio do caminho…enfim…

Zorann
Zorann
Reply to  Fabio
1 dia atrás

Também acho muito pouco os 14. São tantas células, será que não haviam mais algumas em condições de serem modernizadas?

Estas aeronaves que não foram modernizadas vão fazer falta em curto espaço de tempo se mais Gripens não forem encomendados.

André Luís
André Luís
Reply to  Camargoer
1 dia atrás

Olá, saberia dizer quantos A-1 a FAB tem à disposição?

Flanker
Flanker
Reply to  André Luís
1 dia atrás

À disposição vc diz operacionais ou em vias de ser? Aí são 14, sendo 8 já entregues modernizados e 6 em modernização na Embraer. Os outros todos que ainda estavam operacionais, foram estocados em novembro do ano passado. Portanto, hoje temos 8 A-1M, mais 6 em modernização. Os restantes todos, estão estocados ou viraram monumentos.

Matheus Augusto
Matheus Augusto
Reply to  Flanker
1 dia atrás

Nossa se for só isso então a situação está bem pior do que pensei, de 56 aeronaves originais ter apenas 8 operacionais é um crime.

Danilo
Danilo
Reply to  Matheus Augusto
23 horas atrás

A hora de voo do A-1 em US$ 20,000 não nos permite manter muitos vetores em operação. A modernização não resolve os problemas de obsolescencia que são exatamente a causa desse alto custo de hora de voo, alem de o motor dos A-1 ser beberrão.

Nilo
Nilo
Reply to  Camargoer
1 dia atrás

Camargoer, congratulações, concordo.
F-5 e A1, permitiram (nos prepararam para…) o salto na absorção industrial e de conhecimento do F-39 E/F, a aquisição da tecnologia de estrutura e aviônica nos permite voar mais alto.
É a FAB otimizando os recursos, tirando dela o máximo em retorno a sociedade.

Antonio Renato Cançado
Antonio Renato Cançado
Reply to  Ricardo
1 dia atrás

Será que sabe mesmo?

Salim
Salim
Reply to  Ricardo
1 dia atrás

Triste ver nossa historia ser relegada a este fim, aqui SP tinha proposta de fazer em terreno vazio campo marte museu aeronáutico aproveitando acervo do museu da TAM que estava desativado e poderiam manter estas aeronaves em espaços cobertos em exposição. Pra variar nada anda neste sentido de criar mísseis e feiras dedicada a historia de nossa aviação. Geraria emprego, espirito cívico e divisas com turismo gerado.

Jagdverband#44
Jagdverband#44
2 dias atrás

O AMX Italiano tinha radar e Vulcan. Bem melhor equipado que o nosso, da primeira versão.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Jagdverband#44
1 dia atrás

Em se tratando do radar na versão italiana ok, mas o Vulcan não pode ser utilizado pelo Brasil em virtude de bloqueio por parte dos EUA e tb porque os dois DEFA 554 seriam melhores para a função primaria do A-1 aqui que seria ataque ao solo. Aliãs, os DEFA 554 não são franceses e sim versões israelenses destes.

Carlos Crispim
Carlos Crispim
Reply to  Marcelo Andrade
1 dia atrás

Eu acho essa história do boicote sem sentido algum, isso deve ser fake news, os americanos nos liberam coisas muito maiores, como o Phalanx, como não liberariam o Vulcan, não acredito nessa história mesmo.

Last edited 1 dia atrás by Carlos Crispim
JagdVerband#44
JagdVerband#44
Reply to  Marcelo Andrade
1 dia atrás

Excelente

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Marcelo Andrade
14 horas atrás

Não houve bloqueio algum. A FAB optou pelo 30mm, fabricado aqui pela Bernardini. ToT.

Up The Irons
Up The Irons
1 dia atrás

Ficou muito bonito! Quantos Gripen E seriam necessários para substituir os F-5 e os AMX em um pra um? E qual seria a quantidade necessária pra substituir ambos sem se atingir a proporção um pra um, já que o F-39 é uma aronave multifunção mais moderna e capaz que os dois, sendo, teoricamente, preciso menos aeronaves para fazer o serviço de ambos? Não sei se consegui ser muito claro. Mas obrigado desde já!

leonidas
leonidas
Reply to  Up The Irons
1 dia atrás

E vc realmente acredita que o Brasil irá comprar caças Gripens em quantidade (que já seria baixissima) para substituir o que tinhamos ou temos de F 5 / Mirage / e A 1 ? Quando começou a “Saga FX” a ideia era comprar entre 120 a 150 caças. Isso foi quando meu sobrinho tinha 1 ano, agora ele esta com 23 e de concreto temos 39 com gente já achando muito dificil um novo lote e se este lote for de outros 39 já seria considerado um milagre. Esse pais como já definiu lá atrás Charles De Gaulle não é… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  leonidas
1 dia atrás

36 Gripen, não 39. Você se refere à 23 Mirage III….quando tivemos esse número ao mesmo tempo? Já te respondo : nunca. A FAB operou 32 Mirage IIIE/D, somando-se todos recebidos durante os anos em que operou o modelo…..mas, com as perdas, ia comprando e os substituindo….portanto, nunca chegou a ter 23 aeronaves operando ao mesmo tempo.

Last edited 1 dia atrás by Flanker
Leonidas
Leonidas
Reply to  Flanker
23 horas atrás

Valeu pela correçao!
Pena que foi para diminuir ainda mais a quantidade ne? Rs

sergio ribamar ferreira
Reply to  leonidas
1 dia atrás

concordo com o Sr. leonidas. acrescento o fato que caso Biden vença os Gripens não virão como previsto. Sanções. mostrando de uma vez por todas para os bocós que países não são amigos uns dos outros e sim aliados de ocasião. Melhor fazer como os indianos e entrar em transferências de tecnologia com os russos produzindo nossos materiais de defesa localmente. Grande abraço.

Canarinho
Canarinho
Reply to  leonidas
1 dia atrás

Caro Leonidas, senão me engano, nao foi Charles de Gaulle que disse essa frase. No mais agora, que Biden esta em vias de assumir a presidência dos EUA, e o deep state americano (que é quem de fato manda por lá, formado por lobbistas do conglomerado industrial principalmente do eixo bélico) já sinalizou que precisa das reservas naturais (matéria prima) ao norte da calha do rio amazonas para sua nova guerra fria com a Ásia, o Brasil vai começar a sentir o que a falta de uma classe dirigente digna e preocupada com o pais faz. Nao e preciso ser… Read more »

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Up The Irons
1 dia atrás

Teoricamente, sim, mas é uma conta muito complicada de se fazer. Lembre-se que em tempos de paz, não temos todos os aviões disponíveis em rampa, tem a diagonal de manutenção, etc. O Cmte Rynaldo pode explicar melhor.

leonidas
leonidas
1 dia atrás

Daqui a pouco teremos mais caças em exposição do que realmente operacionais… rs

Flanker
Flanker
Reply to  leonidas
1 dia atrás

Foram encomendados 56….perdidos: 1 que não sei qual A matrícula mais os 5532, 5540, 5656 e 5660. Sobraram 51. Desses, só serão modernizados 14 no total. Sobram 37. Desses 37, sei de pelo menos 5 que já viraram monumentos.

Last edited 1 dia atrás by Flanker
Fernando
Fernando
Reply to  Flanker
23 horas atrás

Vários já foram sucateados (vendidos como sucata). Então não temos mais 37 sobrando. O número é bem menor.

Flanker
Flanker
Reply to  Fernando
22 horas atrás

Você tem alguma fonte da informação dessas vendas de células de A-1como sucata? Quando foram vendidas? Quantas? Fonte?

Fabio Jeffer
Fabio Jeffer
1 dia atrás

Deveria ter um desses em Santa Maria

Flanker
Flanker
Reply to  Fabio Jeffer
1 dia atrás

O A-1A do terceiro lote, matricula 5542, está preservado dentro da Ala 4, em frente aos prédios do Centauro e do Poker. Tem também o 5517 no aeródromo privado Brig. Waldir Vasconcelos, no RJ, o 5530 (Acho que não é a matrícula correta, pois o 5530 verdadeiro foi um dos protótipos do programa A-1M) no Galeão, RJ e o 5528 no Colégio Militar de Curitiba/PR.

Flanker
Flanker
1 dia atrás

Belo monumento…..cuidado nos mínimos detalhes. Muito bem feito. Ao colega que disse que uma pintura assim ficaria mais bonita nos A-1M, o verniz não se aplica em aeronaves de combate….o brilho diminui o efeito de discrição da camuflagem. Uma remotorização foi pensada há muito tempo atrás, e envolveria tanto as aeronaves italianas como brasileiras. Só o projeto de certificação envolveria, nps valores da época, ao redor de 45 milhões de dólares (bem mais que isso nos valores de hoje). Some -se os valores dos motores propriamente ditos e troca de ferramental de manutenção, fornecedores, treinamento, manuais, etc….seriam algumas centenas de… Read more »

Antonio Renato Cançado
Antonio Renato Cançado
1 dia atrás

Acho isso um desperdício…Uma aeronave perfeitamente atual e operacional ser usada como ‘monumento’..Fosse obsoleta e/ou ultrapassada até se entenderia, mas isso? Não dá pra entender…

Matheus
Matheus
Reply to  Antonio Renato Cançado
1 dia atrás

Já passou da vida útil, o airframe já está extremamente defasado.
Quer que pilotos morram só pra seu deleite? Estudem sobre aviação antes de falar uma idiotice dessas.

Flanker
Flanker
Reply to  Matheus
1 dia atrás

Como assim, airframe extremamente defasado?? Em que sentido? A questão principal da modernização do A-1 ser de apenas 14 células refere-se ao motor, com a dificuldade em conseguir seus sobressalentes. Não fosse isso, outros problemas pontuais e menos graves seriam facilmente solucionados e teríamos mais células modernizadas.

Last edited 1 dia atrás by Flanker
leonidas
leonidas
Reply to  Matheus
1 dia atrás

Mas como os americanos conseguem voar B 52 com meio século de idade e nossos A 1 já tem exemplares que apresentam fadiga na célula? Até porque a FAB voa muito menos do que deveria, a menos que seja um protótipo submetido a testes extensivos ou algo assim. De todo modo falta mesmo é vontade e capacidade de gestão com politica de estado para termos algo realmente eficiente. O A1 tinha muito potencial e nos tínhamos e temos muita carência de um número decente dessas aeronaves. Mas na ausência de seriedade só sobre monumentos que nem bem cuidados são na… Read more »

pampapoker
pampapoker
Reply to  Matheus
1 dia atrás

E vc poderia ser mais polido com o colega, vc por um momento pensou qual poderia ser o nível de conhecimento dele, sabe se o cara começou hoje com aviação, não tem como saber das coisas. A parte final estragou seu comentário.

GILMAR FERREIRA
GILMAR FERREIRA
Reply to  Matheus
1 dia atrás

Não vejo sentido no seu comentário. Além de desrespeitoso com um colega, educação é bom e todos gostam, se fossemos levar em consideração o que diz, os pilotos de F-5 da FAB, A-4 da marinha, F-4 do Japão, B-52 dos EUA, Tornado da Itália, entre outros, estariam mortos ou morrendo aos montes. São aeronaves de, como você fala, “airframe extremamente defasados” (prefiro fuselagem, sou brasileiro e falo português) e estão aí voando e servindo as suas respectivas forças. O que dita a aposentadoria ou a manutenção de uma aeronave em operação é a vontade do operador de atualizá-la, levando em… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  GILMAR FERREIRA
1 dia atrás

Gilmar, concordo Com seu comentário! Bem por aí. Só uma pequena correção: das 8 aeronaves modernizadas e já entregues, todas são do primeiro e segundo lotes: 5504 e 5506 (primeiro lote); 5520, 5523, 5525, 5526, 5527 e 5652 (segundo lote)….das seis restantes, o 5530 parece que será um deles, e é do terceiro lote, mas os outros 5 eu não sei quais serão.

Canarinho
Canarinho
Reply to  Matheus
1 dia atrás

Voce poderia ser mais educado com o colega

Flanker
Flanker
Reply to  Antonio Renato Cançado
1 dia atrás

Mas, se doram desativadas e não vão ser modernizada, mesmo….só teriam 3 destinos: ficar estocadas por tempo indeterminado; serem vendidas/leiloadas como material inservível ou preservadas como monumentos. Concordo que o ideal seria mantermos o máximo possível dessas aeronaves operacionais….mas, o motor Spey é o grande problema. Peças sobressalentes para ele são cada vez mais raras. Fora outros sobressalentes que tb estão escasseando.

Danilo
Danilo
Reply to  Antonio Renato Cançado
23 horas atrás

Boa tarde Antonio, a estrutura do AMX foi feita para suportar uma vida util de 4000 horas equivalentes de fadiga, veja não são FH (Flight Hours) e sim EFH (Equivalent Flight Hours). Para o caluclo de EFH considera-se a configuração/massa da e forças G registradas no Fadigômetro da aeronave. Muitas aeronaves estavam se aproximando desse limite de vida útil. Para remediar o problema e manter mais aeronaves voando por mais tempo fizemos um trabalho de troca de asas entre aeronaves. Apesar disso muitas ja tiveram a vida util esgotada. Para a modernização foram elencadas as aeronaves com menor consumo de… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Danilo
22 horas atrás

Você é da FAB ou da Embraer? Serve onde? Qual Unidade?

Danilo
Danilo
Reply to  Flanker
2 horas atrás

Embraer, Engenharia de Estruturas.

Flanker
Flanker
Reply to  Danilo
21 horas atrás

É estranho isso, pois todas as aeronaves modernizadas e entregues até agora tem, as mais antigas, ao redor de 30 anos de operação na FAB (5504, 5506, por exemplo…). Enquanto isso, nenhuma das células do 3⁰ lote foi modernizada ou entregue ainda, sendo que as mais antigas desse lote são de 1998 (5530 – Foi protótipo, mas ainda não foi entregue ao setor operacional), ou seja, 22 anos….8 anos a menos que as mais antigas modernizadas……

Danilo
Danilo
Reply to  Flanker
2 horas atrás

Bom dia Flanker a modernização foi focada no primeiro e segundo lotes pra não afetar a disponibilidade das aeronaves mais novas do terceiro lote. Fez-se isso tbm para aproveitar pra corrigir alguns problemas de corrosão que já afetavam as aeronaves do primeiro e segundo lotes.

Control
Control
1 dia atrás

Srs Considerando a escassez de aeronaves em condições operacionais, seria mais sensato estar se gastando o pouco de dinheiro disponível para colocar mais aeronaves em condição de uso e não eseptando aviões qie ainda poderiam ser úteis, pelo menos para “spare parts”. Afinal as células dos A1 são relativamente novas e poderiam operar um bom tempo a mais. Até parece que temos uma enormidade de aviões de combate. Aliás, pelas ações do comando da FAB, a única atividade de importância da FAB é a de transporte (particularmente o GTE), prioridade claramente exposta na posição que o Brasil ocupa no número… Read more »

EDER DOS ANJOS CALDO
EDER DOS ANJOS CALDO
1 dia atrás

Chances do Adelphi ser reativado em Anapólis?

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
1 dia atrás

Não gosto de anvs no espeto, museus são mais adequados.

Wagner
Wagner
1 dia atrás

Boa parte da cúpula da FAB pra inaugurar um monumento (aviao no espeto+uma pedra com uns aviõezinhos de bronze) e participar de um encontro. É isso aí meu povo.

Leandro
Leandro
1 dia atrás

Muito bom que a discussão aqui é em outro nível…há grupos de aviação no Facebook que se fizermos um comentário lamentando o fato da falta de investimento e que é duro ver um equipamento de milhares de reais “espetado” ao invés de modernizados e voando te censuram
O A1 é um excelente vetor de ataque;uma pena que a FAB prefira pagar salarios e aposentadoria ao invés de investir em equipamento

Ersn
Ersn
Reply to  Leandro
1 dia atrás

Sei não, quero acreditar que a FAB preferiu abandonar o AMX e sua doutrina de uso para se concentrar no Gripen,muitas das missões que o AMX fazia hoje são executadas por drones e misseis de cruzeiro ,para COIN ele e muito caro de operar,para LIFT idem ,para ataque estratégico e interdição e muito limitado em carga de armas e capacidade de autodefesa contra caças ,acho que a era de aviões como o AMX,Tornado,SU24 e SU25 alem de A10 já chegou ao fim assim como chegou para aeronaves fantasticas como o F111,A6,A7,Bucanner e Jaguar . e a FAB sabe disso e… Read more »

Last edited 1 dia atrás by Ersn
Danilo
Danilo
23 horas atrás

Se entrarmos num conflito a FAB vai ter que lançar mão de seus caríssimos monumentos! Nossos militares sendo sempre o que são, políticos!

Danilo
Danilo
23 horas atrás

Eu pessoalmente gostaria que as bases litorâneas da FAB fossem transferidas para a Marinha, passariamos a aviação de patrulha maritima pra MB tambem e desenvolveriamos uma versao do AMX ou do Gripen para ataque Naval com misseis Exocet ou a Versão nacional do Exocet desenvolvido pela SIATT/Marinha. Com a Fab ficariam a caça, transporte e AEW com uma base em cada estado nos moldes da Guarda Aérea Nacional Americana. FOmentria a industria e cada força aplicaria os seus recursos como se deve.

Danilo
Danilo
Reply to  Danilo
21 horas atrás

Os militares brasileiros não aprenderam nada com os perrengues que os Argentinos passaram durante a guerra das Malvinas. Também pudera, são educados para serem politicos e não para serem guerreiros experientes q elaboram estratégias de defesa eficazes. Se gabam do Grupo de Guerra Biologica, Quimica e Nuclear e não fizeram nada pra blindar o pais da entrada do Sarampo, trazido pelos Venezuelanos, e do Covid. Resumo da Ópera (do Danilo? Não pq esse era guerreiro de vdd!): Nossas forças armadas possuem um grau de amadorismo enorme e dominada por vicios politicos. É uma pena!

Roberto Santos
Roberto Santos
21 horas atrás

Impressionante a quantidade de Oficiais Generais na inauguração desse monumento…. É isso que eles fazem direto Whisky e bate papo.

Funcionário da Petrobras
Funcionário da Petrobras
2 horas atrás

Qual motivo da aeronave estar “espetada”? Final da vida útil, fadiga da célula?
E quantos às demais aeronaves A-1, desgastaram bem menos que essa, pois muitas inclusive, foram modernizadas recentemente?
Não entendo como uma aeronave, praticamente da mesma idade das demais, “morre” mais rapidamente.
Sou leigo e já peço desculpas se falei alguma besteira.

Last edited 2 horas atrás by Funcionário da Petrobras