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Airbus e Alemanha enviam oferta do Eurofighter à Suíça

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Eurofighter Tranche 4

A Airbus e o governo alemão apresentaram sua oferta oficial de venda de aeronaves Eurofighter para a Suíça em 18 de novembro. Preparada em cooperação com outras nações Eurofighter e parceiros industriais Leonardo e BAE Systems, a oferta aborda diretamente o novo programa de aquisição de aeronaves de combate (Neues Kampfflugzeug – NKF), que visa substituir a frota atual de F-5 e F/A-18 por aeronaves mais modernas.

Com mais de 660 aeronaves encomendadas, o Eurofighter é, de longe, a aeronave de combate mais amplamente utilizada em funções de superioridade aérea na Europa. Ao oferecê-lo à Suíça, a Alemanha busca fortalecer a parceria militar existente entre as nações, principalmente no que diz respeito ao treinamento conjunto das duas forças aéreas.

Há poucos dias, a Alemanha assinou seu próprio contrato para 38 Eurofighters da última Tranche 4 e está oferecendo à Suíça a oportunidade de lançar as bases para uma cooperação política, econômica e de segurança ainda mais estreita, adquirindo a mesma configuração.

“Com esta oferta, estamos convidando a Suíça como nosso vizinho e parceiro confiável em política de segurança e questões econômicas para proteger seu espaço aéreo com o Eurofighter e para estreitar a cooperação entre nossas forças aéreas. Para a Alemanha, a Suíça não é apenas um cliente, mas um estratégico aliado com quem gostaríamos de intensificar ainda mais a nossa já estreita cooperação. O Eurofighter é a única plataforma desenvolvida e operada em conjunto por várias nações europeias e, portanto, seria uma solução ideal para a Suíça”, explicou o Embaixador da Alemanha na Suíça, Michael Flügger.

“Com a oferta apresentada hoje, queremos mostrar que o Eurofighter é o melhor pacote geral para a Suíça. É o caça mais moderno fabricado atualmente na Europa e atende a todos os requisitos exigidos pela Suíça. Ao fornecer dados de construção e outras informações importantes, a Suíça terá o controle completo e independente do Eurofighter, garantindo total transparência. Com mais de 200 fornecedores na Confederação, a Airbus já é um parceiro forte para a Suíça e esperamos expandir ainda mais essa cooperação”, acrescentou o CEO da Airbus Defense & Space, Dirk Hoke.

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Fabio Araujo
Fabio Araujo
10 dias atrás

Essa vai ser um briga boa, é um contrato interessante!

Antunes 1980
Antunes 1980
10 dias atrás

Onde fica a sede da Airbus? A Airbus é alemã ou francesa?

Luigi
Luigi
Reply to  Antunes 1980
10 dias atrás

Toulouse na França, mas é realmente uma mistura de empresas europeias: Alemanha, França, Inglaterra, Espanha.

DSC
DSC
Reply to  Antunes 1980
10 dias atrás

Segundo a wiki: “…Airbus SE is a European[7] multinational aerospace corporation. The ‘SE’ in the name means it is a societas Europaea, which enables it to be registered as European rather than Dutch. As of 2019, Airbus is the world’s largest airliner manufacturer and took the most airliner orders.[8] Airbus is registered in the Netherlands; its shares are traded in France, Germany and Spain. It designs, manufactures and sells civil and military aerospace products worldwide and manufactures aircraft in the European Union and various other countries. The company has three divisions: Commercial Aircraft (Airbus S.A.S.), Defence and Space, and Helicopters, the third being the largest in its industry in terms of revenues… Read more »

Last edited 10 dias atrás by DSC
Clésio Luiz
Clésio Luiz
10 dias atrás

Para uma força aérea que está tendo que enfrentar internamente um grupo hostil às forças armadas suíças, comprar uma aeronave cara de operar como o Typhoon será contraprodutivo.

Para quem até pouco tempo atrás só fazia interceptação em horário comercial (!!!) para economizar francos suíços, custo baixo é fundamental para derrotar argumentos de grupos desarmamentistas. Estes com toda certeza irão apontar para a situação da vizinha Áustria e seus Typhoons.

Como cometeram o erro de ejetar o Gripen E/F da concorrência, o melhor para eles agora seria o Super Hornet, em termos de custo operacional.

pangloss
pangloss
Reply to  Clésio Luiz
10 dias atrás

Esses suíços ainda vão acabar comprando nossos F-5EM.

Ulisses
Ulisses
Reply to  Clésio Luiz
10 dias atrás

Vão chorar depois que nem a Áustria

Last edited 10 dias atrás by Ulisses
Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Clésio Luiz
10 dias atrás

Concordo. Não faz muito sentido. E o papo padrão de que ‘O <país X> não seria apenas um cliente, mas um aliado estratégico’ pode não soar muito bem com a Suíça, que preza muito pela sua neutralidade.

Acho que os F/A-18E/F tem mais chances ali também.

Márcio
Márcio
Reply to  Clésio Luiz
10 dias atrás

Antes algo bom e caro do que algo barato e que não serve pra nada.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Márcio
10 dias atrás

Essa mentalidade leva muita gente à falência hehehehe

Marcos10
Marcos10
Reply to  Clésio Luiz
10 dias atrás

Acho que eles não tem pensamento desarmamentista, eles não querem é gastar dinheiro.
Os suíços são um dos povos mais armados que existem.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Marcos10
9 dias atrás

Eles levavam a defesa muito a sério até uns 20 anos atrás. Mas aparentemente a medida que as gerações mais antigas, que experimentaram o terror da 2ª GM, não estão mais presentes, os que acham que a Suíça deveria abandonar completamente suas forças armadas acabam tendo sua voz mais evidenciada.

Hoje movimentos desarmamentistas são mais poderosos do que eram antigamente, e esses acabam influenciando os gastos com defesa de maneira destrutiva.