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VÍDEO: A Flexibilidade Logística do Gripen

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Websérie Colaboração Real 3 – Ep. 10

Todo o suporte de logística da aeronave Gripen está sendo feito em conjunto com a Força Aérea Brasileira.

Por meio do caça, a FAB atingirá um desdobramento maior em sua missão, visto que a aeronave pode operar em pistas curtas, ou seja, está apta a operar em qualquer ponto do território brasileiro.

Todo esse trabalho é fruto de uma parceria de sucesso entre brasileiros e suecos – o que chamamos de Colaboração Real!

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RenanZ
RenanZ
20 dias atrás

Excelente!

Difícil mesmo será encontrar algum trecho de estrada neste país que seja reta e não esburacada o suficiente pra receber um caça

Wagner
Wagner
Reply to  RenanZ
20 dias atrás

Em São Paulo tem bastante.

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
Reply to  RenanZ
20 dias atrás

Caro Renan!

Convido o Amigo a anotar o nome “Vilhena” como um dos 1os pontos desse desdobramento.

Funcionário dos Correios
Funcionário dos Correios
Reply to  RenanZ
20 dias atrás

Se o ministro da infraestrutura permanecer no cargo, por mais uns 20 anos, e deixar ele trabalhar como vem trabalhando, essa realidade deve mudar

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Reply to  Funcionário dos Correios
20 dias atrás

Boaaaaa…

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Funcionário dos Correios
20 dias atrás

sinceramente, o melhor ministro do bonoro

Mauro S.
Mauro S.
Reply to  Funcionário dos Correios
20 dias atrás

Isso. Inauguração de trechos de 1 km é com eles mesmo. Isso já deve ser suficiente para operar o Grippen. kkkkkkk

Henrique
Henrique
Reply to  Mauro S.
20 dias atrás

Tu gosta de gente que sauda a mandioca,,,,

Joelson
Joelson
Reply to  Henrique
20 dias atrás

Vraaaaaauuuuuuuuuuuuuuuu!

Alex Rocha
Alex Rocha
Reply to  RenanZ
20 dias atrás

RenanZ depende muito. Talvez você não rode todo o país, mas há uma parcela das estradas que dá sim pra fazer estes desdobramentos. Exemplo a BR 364, que vai até a divida com o goiás e final do acre, boa parte dela dá pra ser usada nestas operações. Pois possuem muitos trechos de retas e com bom asfalto.

Michel C
Michel C
Reply to  Alex Rocha
20 dias atrás

Aqui na SP322 no norte do estado de SP divisa com MG tem trechos de até 30 km de reta,

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Alex Rocha
20 dias atrás

Esqueçam as estradas, isso e válido para países pequenos como a suêcia. No Brasil de mil pequenas pistas de pouso, espalhadas por pequenas cidades e fazendas. Algumas com infraestrutura melhor que muito aeroporto público por ai.
O quê não falta e pista de pouso.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
18 dias atrás

Perfeito Cristiano, comentei que na Amazônia o COMAER já opera Bases de Desdobramento, por exemplo, fora as mais de 4.000 pistas homologadas para Aviação Civil no Brasil!

Camargoer
Camargoer
Reply to  RenanZ
20 dias atrás

Olá RenanZ. Em SP tem muitas pistas excelente, mas o piloto vai ter que levar algum dinheiro trocado (eles pedem para facilitar o troco com moedas…) para os pedágios. Acho que esse será o maior obstáculo.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Camargoer
20 dias atrás

Cola um ‘sem parar’ no canopy e vamo que vamo! 😛

Camargoer
Camargoer
Reply to  Leandro Costa
20 dias atrás

Olá Leandro. Já muitos casos nos quais o motorista confunde “sem parar” com “sem pagar”.. dai toca a sirene e a cancela fica fechada. Neste caso, o Gripen pode acionar o canhão … e vamo que vamo..

Tutu
Reply to  Camargoer
20 dias atrás

Aqui no Tocantins também tem uns trechos interessantes, principalmente nas BRs, retos e o melhor, sem pedágios, kkkk

Tutu
Reply to  Tutu
20 dias atrás

.

250px-Rodovia_BR_153_Trecho_Tocantins_Brasil_01.jpg
Victor
Victor
Reply to  Tutu
20 dias atrás

Comeram o acostamento kkkkkk

Pablo
Pablo
Reply to  Victor
19 dias atrás

Isso ai é uma obra prima perto do que era em quase todo Brasil, no acostamento onde se trafegava mais para nao cair em um canyon no meio da estrada.

Alisson Mariano
Alisson Mariano
Reply to  RenanZ
20 dias atrás

Há alguns anos eu vi uma operação em rodovia na BR – 230, nas proximidades de Campina Grande/PB. Salvo engano chamavam de operação rodopista. Eles interditavam o trânsito por alguns minutos pra permitir o pouso seguro das aeronaves.

Pedro
Pedro
Reply to  RenanZ
20 dias atrás

Têm os 14 km que o governo federal acabou de recapear e fez publicidade como se fosse uma estrada de 3 mil km!

Henrique
Henrique
Reply to  Pedro
20 dias atrás

Coloque seu uno zero para rodar com amigos

Francisco Vieira
Francisco Vieira
Reply to  RenanZ
20 dias atrás

No Distrito Federal só tem buraco nas rodovias e caroços feitos por remendos malfeitos. Se os postes deixarem poderá pousar no Eixo Rodoviário ou Monumental.

fresney
fresney
20 dias atrás

O asfalto vai derreter ou F-39 será assaltado ou pagará pedágio.

Camargoer
Camargoer
Reply to  fresney
20 dias atrás

Olá Fresney. Ali em GO vai ser difícil encontrar um trecho de um quilômetro sem um caminhão de carga pesadão. O piloto vai ter que ter paciência para ultrapassar o caminhão com segurança para acelerar e decolar.

WVJ
WVJ
Reply to  fresney
20 dias atrás

Superados esses detalhes (vamos ser positivos né), essa capacidade pode ser parte da guerra brasilicae num futuro.

Maurício.
Maurício.
20 dias atrás

Se o Gripen tentar pousar em alguma rodovia nacional seria mais ou menos esse o resultado:
https://youtu.be/H7voLYFmuCI

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Maurício.
20 dias atrás

Mas tb aÍ já é exagero, o avião chegou todo atravessado. … iniciando o pouco na capoeira … e ainda queriam que desse certo isso? kkk

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Alexandre Cardoso
20 dias atrás

Acontece de forma regular no Alaska e nas regiões mais ao norte no Canadá. O Canadá inclusive ainda utiliza em certas companhias diversos Curtiss C-46 Commando, Electras (Vários deles Ex-Varig), e Boeing 737-200 (esse modelo específico devido à característica de proteção dos motores que já não existem nos modelos com motores turbofans) para operações de carga/passageiros (configuração Kombi) em áreas remotas, boa parte delas sendo pistas GRVL (cascalho) e com número baixo de acidentes.

Maurício.
Maurício.
Reply to  Alexandre Cardoso
20 dias atrás

Sim Alexandre, eu dei uma exagerada kkk.

sergio ribamar ferreira
Reply to  Maurício.
19 dias atrás

Aterrissagem perfeita. KKKKKKKKKK

Jodreski
Jodreski
Reply to  Maurício.
18 dias atrás

Pra mim não foi nada demais, ele esperou o contato, o contato veio e aí o avião se jogou! Passa superbonder e pode seguir o jogo!

LUIS NATAL
LUIS NATAL
20 dias atrás

Há alguns anos a FAB já havia feito levantamento de trechos de estradas com possibilidade de operação de aeronaves. Além disso, somente na região sul, temos quase 200 aeródromos asfaltados que poderiam suportar operações de aeronaves militares em caso de necessidade. Muitos aeródromos públicos foram ampliados com recursos provenientes do Profaa ou antigo Emaer por indicação da FAB.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  LUIS NATAL
20 dias atrás

Luis, a Secretaria de Aviação Civil está abrindo a mão legal para investimentos em pequenos aeroportos regionais, visando aumentar a malha aeroportuária do país e fomentando novas companhias aéreas regionais. Duas novas companhias inclusive devem passar à operar ano que vem (Nella e Itapemirim, sim, a mesma dos ônibus).

LUIS NATAL
LUIS NATAL
Reply to  Leandro Costa
20 dias atrás

Legal Leandro, mas este tipo de investimento requer muito cuidado na aplicação de $$$ público! Conheço bem esta área! Um investimento em aeródromo tem que estar baseado nos dados econômicos e sociais de uma microrregião! Sem um bom planejamento, podemos investir errado! Antigamente (nos tempos do DAC) tínhamos o Plano Aeroviário Nacional aprovado, resultante de Planos Aeroviários Estaduais, com faseamento de investimentos de acordo com vários parâmetros previamente definidos. Hoje não sei quais os parâmetros utilizados pela SAC e se existe um Plano Nacional estruturado.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  LUIS NATAL
19 dias atrás

Luis, li hoje um post que a própria ANAC está criticando o novo programa do GF para desburocratização da nossa aviação civil. Difícil assim… Esses concursados da ANAC são bem ¨anti aéreos¨. Nunca confiei numa agência de aviação que não está na mão de aviadores. Mesma coisa que dar um CRM pra engenheiros… Quase acabaram com a aviação geral.

LUIS NATAL
LUIS NATAL
Reply to  Rinaldo Nery
18 dias atrás

Rinaldo, como ainda trabalho na Agência não posso fazer comentários a respeito! Tempos difíceis! Mas tu tens razão: não temos nenhum piloto no 1º Escalão (Diretoria) e tampouco no 2º (Superintendentes)!

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  LUIS NATAL
18 dias atrás

Achei que o Bolsonaro fosse dar um jeito nisso, e chamar os ex DAC.

BERNARDO DE ANDRADE BARBOSA
BERNARDO DE ANDRADE BARBOSA
Reply to  Leandro Costa
17 dias atrás

Oi bom dia, Itapemirim nao tinha falido?

JSilva
JSilva
20 dias atrás

Uma pergunta sobre o Gripen E/F: Em termos de engenharia, o redesenho do trem de pouso traseiro para a raiz das asas, permitindo quase 50% de aumento na capacidade de combustível interno, foi uma tarefa relativamente simples ou exigiu alguma solução inovadora? Pergunto isso porque, para um leigo, me pareceu uma solução tão simples que questiono se não foi um erro estratégico da Saab não ter projetado a aeronave desde o início desta maneira.Sei que o projeto foi feito para atender aos requisitos da Força Aérea Sueca, que não necessitava de grande autonomia, mas quantas vendas a Saab deixou fazer… Read more »

Alex Galeno
Alex Galeno
Reply to  JSilva
20 dias atrás

Meu caro, eu acho uma questão de engenharia, em comparação com a versão C a aeronave teve algumas alterações, motor, fuselagem e asas, ficando assim mais pesada, e a impressão que dá é que a aeronave ficou mais baixa em relação ao solo.
Portanto, na minha opinião, nessa posição o trem de pouso fica com o peso melhor distribuído. Aí penso que em um projeto analisando muitas coisas, como, ser desenvolvido inicialmente para a Suécia que não é um continente igual ao nosso, não faz muita diferença. Mas creio que para o GRIPEN F ISSO PODE MUDAR.

JSilva
JSilva
Reply to  Alex Galeno
20 dias atrás

Obrigado Alex!

Luis Carlos da Costa
Luis Carlos da Costa
20 dias atrás

No que Gripão bunito esse da foto. kkkkk

Nilo
Nilo
20 dias atrás

Srs. “..customizar o suporte logístico…” certamente não está considerado pouso aleatório, em qualquer estrada sem ter anteriormente um análise tendo na segurança o foco.

Mazzeo
Mazzeo
20 dias atrás

Temos bons trechos de estrada distribuídos em todas as regiões, pouco mais no sul / sudeste, menos em outras regiões.
Acho que a maior preocupação seria o FOD na utilização de uma estrada e uma boa logística que coloque o material necessário (armas, combustível, peças e principalmente pessoal de terra para operação e segurança) para a operação.

Last edited 20 dias atrás by Mazzeo
Nilo
Nilo
20 dias atrás

Qual será a solução logística da FAB “… para entrega do material …”? via terrestre como a Suécia (pais pequeno) ou outra solução? via aérea (que exigiria novos requisitos)?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Nilo
19 dias atrás

Para entrega aonde? Nas Bases ou rodovias? Se for nas Bases será modal aéreo, como sempre foi feito.

Marquês de São Vicente
Marquês de São Vicente
20 dias atrás

Não entendi. Pequena necessidade de suporte logístico, baixo custo de manutenção/operação e elevada disponibilidade são características indesejáveis em uma aeronave de caça? Não fazem diferença? Você diz ‘vender a xepa’ como se fossem características que não fazem diferença na operacionalidade de qualquer vetor aéreo.

Marquês de São Vicente
Marquês de São Vicente
Reply to  Marquês de São Vicente
19 dias atrás

Pois é, o que eu quero dizer é que não vejo como características que entraram em obsolescência. São muito úteis – diria até fundamentais – hoje em dia.

RENAN
RENAN
20 dias atrás

Não se preocupem tem ao menos 273 aeroportos com capacidade de 800m ( vi em uma reportagem que precisa disso para decolar não sei se é verdade) de pista para o Gripen Não vai falta lugar para operar SIYR Aeródromo Fazenda Rosa de Maio SISO Aeródromo Fazenda Santo Ambrósio SIRI Aeródromo Barra Grande SIVU Aeródromo João Monteiro SJOW Aeródromo Fazenda Guadalupe SIGY Aeródromo Fazenda Guadiana SJWQ Aeródromo Aeroclube de Birigui SNSK Aeródromo Central Ferraz SDRC Aeródromo Fazenda Santana SNZG Aeródromo Fazenda São Benedito SJOD Aeródromo Jordão SIMB Aeródromo Manuel Urbano SIRW Aeródromo Porto Walter SSKT Aeródromo Aeroclube de Santa Catarina… Read more »

Matheus
Matheus
20 dias atrás

O Brasil possui atualmente 2499 aeródromos dos quais mais da metade com pista asfaltada e com tamanho suficiente para operar o Gripen. Não existe tanta necessidade em usar rodovias em vista que a maioria das cidades do interior possui pistas de pouso. Somos o segundo país no mundo em número de aeródromos, diferente da Suécia que precisava usar suas rodovias.

Last edited 20 dias atrás by Matheus
Rommelqe
Rommelqe
Reply to  Matheus
20 dias atrás

Exatamente….

Nilo
Nilo
20 dias atrás

Certamente!!!. Teremos muitas novidades inovadoras na aplicação do Gripen E por parte da FAB…Me faz lembrar do ESQUADRÃO POTI, … desafio de operar a máquina…….desenvolvimento de novas capacidades…e o quão é hoje a diversificação de aplicação do AH-2 SABRE

Clésio Luiz
Clésio Luiz
20 dias atrás

Operação fora da base foi uma prática universal na época da Guerra Fria. Era corriqueiro não só na OTAN, mas países do Pácto de Varsóvia operarem fora da base. Até mesmo a Suíça tinha suas estradinhas prontas para receber aeronaves.

Hoje em dia ainda é solução válida, tendo até mesmo a toda poderosa USAF praticando operações em locais improvisados.

Pedro Rocha
Pedro Rocha
Reply to  Clésio Luiz
20 dias atrás

Mestre Roberto F. Santana saudações! Essa tática sueca foi muito válida até o dia que chegou uma correspondência na residência dos pilotos cujo o remetente fora a KGB assinalando que podemos não saber onde estão os aviões mas sabemos onde você mora! Aquela máxima para toda estratégia sempre surgirá uma contra estratégia

Nilo
Nilo
20 dias atrás
Rommelqe
Rommelqe
20 dias atrás

Desculpe pessoal, mas com tantos aspectos pertinentes e interessantes para tratar a respeito do tema tem gente que fala em buraco e pedágio na estrada? Como seria o pacote da SAAB com os itens essenciais para por exemplo, reabastecer de combustível em bases desdobradas? Como e quais armamentos seriam transportados e distribuidos em cada ponto de apoio? Um KC390 pode apoiar quantos Gripen e em quais aeroportos? Como seriam compatíveis os hubs e os aeroportos terciários? Como seria o desdobramento em aeroportos mais bem dotados, como por exemplo em São Luiz do Maranhão para pelo menos fazer sombra a algum… Read more »

Matheus
Matheus
Reply to  Rommelqe
20 dias atrás

Seria interessante também saber quantas pessoas são necessária para a operação toda. Número de mecânicos por aeronave, transporte do armamento. Pessoal perde tempo com esse papo de buraco em rodovia.

Mayuan
Mayuan
Reply to  Matheus
20 dias atrás

E vocês acham que eles vão deixar de lado o prazer de vir aqui reclamar ou a oportunidade de criticarem o governo que não aceitam?

Camargoer
Camargoer
Reply to  Rommelqe
20 dias atrás

Caro Rommelq. Concordo com você que o tema é complexo e muito interessante. As perguntas que você formulou são as mesmas que eu e muitos colegas também gostaríamos de saber. Contudo, nem a FAB nem a SAAB ainda sabem as respostas. Você sugere o uso do KC390 para levar o apoio logístico para aeródromos. O vídeo da SAAB mostra o apoio logístico por carros e caminhões. Em rodovias distantes, nas quais o KC390 estaria impedido de pousar pelo pesou ou tamanho, talvez seja possível usar helicópteros H36 ou aviões menores como o C95 ou C97. Ainda assim, tudo isso ainda… Read more »

Rommelqe
Rommelqe
Reply to  Camargoer
18 dias atrás

É meu caro, bom humor é essencial. E paciência também. Voce acompanhou toda a história do KC390…ele foi desenvolvido pensando principalmente nisso. Não à toa foi entre outros parametros considerado para o transporte, por exemplo, de um Urutu ou um Guarani. Agora, é evidente que vc não apoia o desdobramento de um elemento de Gripens apenas pelo ar e apenas utilizando um cargueiro padrão KC390.Evidente que vários outros são necessarios, dependendo e/ou alternativos em função inclusive da missão e o teatro de operação. Eu estou cançado de trabalhar por esse brasilzão todo e sei muito bem o que é ter… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Rommelqe
17 dias atrás

Olá Rommelq. Que legal essa história sobre o desdobramento da força aérea suéca. Você lembra se eram muitos caminhões ou coisa assim. Há muitos anos, li uma revista sobre o A-10. Uma imagem que foi marcante era de um avião embaixo de um viaduto, sendo municiado, para em seguida decolar usando um trecho de rodovia. Você mencionou o aeroporto de S.Carlos, que tem uma pista muito boa e um enorme patio (até um hangar). Ele serviria muito bem como base para um grupo de F39 e do seu apoio logístico que viesse embarcado em alguns KC390. Além dos aeroportos regionais,… Read more »

Jaguar Amarelo
Jaguar Amarelo
20 dias atrás

Os cadetes da AFA com certeza ficaram mais motivados com esse som do rasante do Gripen,mas tudo na vida o que é a felicidade para uns…pode ser a tristeza de outros.. este novo caça chegará tarde para alguns caçadores

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Jaguar Amarelo
19 dias atrás

Isso é verdade. Até os da turma do meu filho (Asp 2013) devem ficar de fora.

Antunes 1980
Antunes 1980
20 dias atrás

Com absoluta certeza, foi a escolha ideal para defender nosso país !

O sonho completo será termos a possiblidade de operar cerca de 100 unidades deste pequeno, porém avançado e letal vetor.

Last edited 20 dias atrás by Antunes 1980
Ricardo Araujo
Ricardo Araujo
20 dias atrás

Ler alguns comentários me dá um desânimo danado, uma descrença com o futuro. Tudo converge para política ou besteiras e o foco se perde. Ninguém está dizendo que o piloto sairá por aí e pousará em qualquer trecho de qualquer rodovia. Ninguém faria isso com um avião…..ninguém faz, salvo em uma situação de emergência. Aliás quem conhece o mínimo do Brasil sabe que existem rodovias péssimas mais que também existem rodovias excelentes, as duas situações podem ser observadas em quase todos os pontos do nosso imenso território. A SAAB está falando de algo fantástico e extremamente bem planejado e vocês… Read more »

Luis Marcelo
Luis Marcelo
Reply to  Ricardo Araujo
20 dias atrás

A dificuldade COGNITIVA costuma transparecer nos comentários sem sentido e com o complexo de vira latas elevados à décima potência ! Tipo assim , posso não saber de nada ou muito mas tenho de me “mostrar” . ! gente doente irremediávelmente e perdida ! Descartados…

Nilo
Nilo
Reply to  Ricardo Araujo
19 dias atrás

Se permite!!!…mas também da FAB…”fantástico e extremamente planejamento”. Não é um projeto em si mesmo. Mas…um contínuo…(e dando o direito de errar, aprender, aprefeiçoar..

Nilo
Nilo
19 dias atrás

COMARA da FAB esta sendo mobilizada desde 14 de junho 2020 até 2023, (investimento) para obras de infraestrutura e edificações (demolição, reconstrução, ampliação) para melhorias em aeroportos já existentes na região da Amazônia.
https://www.fab.mil.br/noticias/mostra/35937/INFRAESTRUTURA%20-%20FAB%20se%20mobiliza%20para%20reconstru%C3%A7%C3%A3o%20de%20aeroporto%20na%20Amaz%C3%B4nia

Camargoer
Camargoer
Reply to  Nilo
19 dias atrás

Olá Nilo. É possível ver estas pistas pelo google maps em seu contexto geográfico (basta procurar por “aeroporto regional de coari”, “aeroporto oiapoque” e “aeroporto barcelos”). O mais difícil de ver é a pista de Surucucu, que pode ser localizada por “missão surucucu”, mas a imagem do satélite é muito ruim ali. Acho interessante ver o entorno urbano em torno destes locais (menos Surucucu que é dentro de uma reserva indígena). Novamente como exceçao de Surucucu, as imagens dão a impressão de serem muito boas.

Rommelqe
Rommelqe
Reply to  Nilo
18 dias atrás

Exatamente caro NILO: existem “n” pistas e trechos de rodovias aptas para operar Gripens e Tucanos em uma imensa relação de locais estratégicamente apropriados para diversos teatros operacionais que possam se apresentar à FAB. E também, sim para os KC390 que foram desenvolvidos para operar em pistas rudimentares….É lógico que para cada missão e finalidades específicas voce pode enganjar vários distintos vetores em operação na FAB, incluindo vários modelos de helicópteros e aeronaves de asas fixas, tais como, inclusive hoje, os vetustos Bandeirates, (pousei como passageiro em várias pistas de terra em aviões deste tipo) e outros existentes no inventario.… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Rommelqe
17 dias atrás

Olá Rommelq. Verdade. Os aviões que vão para revisão nas oficinas da TAM (ao lado de onde antes era o Museu) passam sobre a universidade, eventualmente tão baixos que interferem em alguns equipamentos mais sensíveis á vibração.

Nilo
Nilo
19 dias atrás

Guerra da Malvinas, Margaret Thatcher a afirma que a partir do território chileno montou um grupo de inteligência capaz de observar a as decolagem, os tipos de armas e tanques externos, e a direção das missões dos caças argentinos. O que nos leva, como próprio texto afirma, a importância vital da “…flexibilidade do suporte logístico..”, podendo portanto, atingir um “…desdobramento maior em sua missão…”. “..podendo operar a partir de “…pista curtas..”, ou seja, em uma estrada de dezena ou centena de quilômetros, só precisa de 1KM para pouso com segurança do Gripen E, se incluir o suporte do KC 390,… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Nilo
19 dias atrás

Caro Nilo. O contexto de uma guerra contra os vizinhos é menos provável que o de interceptação e defesa aérea, por exemplo. A flexibilidade logística será muito mais importante para as ações da FAB em missões de paz ou de apoio ás tropas brasileiras em missões de paz. Considere um cenário de um conflito na África, o que demanda uma mobilização de tropas da ONU para preservar uma dada região de uma minoria étnica sob ameaça de algum governo genocida. O deslocamento de um batalhão dos fuzileiros, um esquadrão de helicópteros de emprego geral (talvez do EB) e um grupo… Read more »

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
18 dias atrás

Excelente, nem penso em estradas pois a FAB já tem Bases Aéreas de desdobramento na Amazônia, podendo levar todo suporte em aviões C-130 e KC-390.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
18 dias atrás

Gente, tem uma estória sobre a dispersão dos Caças suecos, da época dos Viggen, onde, em caso de guerra, todos os aviões seriam dispersados em estradas. Ocorre que em uma semana dos idos da Guerra Fria, a maioria dos pilotos relatou que receberam a visita de vendedores de livros em suas residências, isto ocorreu em uma semana, ao mesmo tempo! Souberam mais tarde que não eram “vendedores de livros”, eram comandos Spetnaz soviéticos!! Eles disseram “Não sabemos onde estão seus aviões, mas sabemos onde moram seus pilotos!” Ai, pensei, ainda bem que nossos caçadores, moram, a maioria, nas Vilas Militares… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Marcelo Andrade
17 dias atrás

Nem todas as vilas estão dentro das Bases.

Solskhaer
Solskhaer
11 dias atrás

Adivinhem qual o par que já chegou na Ala 1?😎🇧🇷