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Saab entrega segundo GlobalEye AEW&C

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Saab GlobalEye

A Saab entregou o segundo GlobalEye Swing Role Surveillance System para os Emirados Árabes Unidos em 30 de setembro de 2020.

Isso ocorreU após a entrega da primeira aeronave GlobalEye pela Saab em abril de 2020 para os Emirados Árabes Unidos, que encomendou três aeronaves do tipo.

O contrato inicial foi assinado no final de 2015.

“Concluir a segunda entrega GlobalEye em cinco meses é uma prova da experiência interna da Saab como fabricante de aeronaves, fornecedor de sensores e integrador de grandes sistemas. Tenho orgulho de contribuir para a capacidade de vigilância aerotransportada dos Emirados Árabes Unidos com o GlobalEye, que é a solução mais avançada de seu tipo”, disse Micael Johansson, presidente e diretor executivo da Saab.

FONTE: Saab

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Camargoer
Camargoer
2 meses atrás

Olá Colegas. Apesar da semelhança com os aviões da FAB, os Emirados escolheram uma aeronave da Bombardier.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Inegavelmente uma aeronave mais capaz. Fisicamente maior e com praticamente o dobro do alcance.

Como o comprador é a casa do maior operador (142 unidades) da maior aeronave de passageiros do mundo (a Emirates com o A380), chega ser surpreendente que eles tenham escolhido o GlobalEye, ao invés de algo mais caro como o AEW baseado no 737.

Last edited 2 meses atrás by Clésio Luiz
Camargoer
Camargoer
Reply to  Clésio Luiz
2 meses atrás

Olá Clesio. Depende muito de questões de balança comercial. Os países do oriente médio adquirem muitos produtos militares para compensar a venda de petróleo. Isso aconteceu entre o Brasil e o Iraque por muito tempo. O Brasil era um grande importador de petróleo do Iraque, que importava muitas armas, bens duráveis e alimentos do Brasil para reduzir o deficit comercial que o Brasil tinha com eles.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Era uma parceria muito boa.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Minha opinião pessoal é de que ao invés de fazer um “upgrade” para uma aeronave maior, a FAB deveria comprar mais E-99.

O Brasil é grande demais para se cobrir com apenas 5 AEW. Sejam eles baseados no EMB-145 ou num 747.

Jefferson Ferreira
Jefferson Ferreira
Reply to  Clésio Luiz
2 meses atrás

Concordo, ficarei melhor coberto pulverizando o território com uma maior número de aeronaves menores

Glasquis7
Reply to  Jefferson Ferreira
2 meses atrás

Sim mas… e os custos de operação?

Tutu
Reply to  Clésio Luiz
2 meses atrás

Talvez com o P600 AEW isso seja possível, tendo em vista que ele é de baixo custo.

Ricardo
Ricardo
Reply to  Clésio Luiz
2 meses atrás

Concordo. Mas a compra de mais aviões não seria garantia de pulverização. A FAB simplesmente poderia concentrar tudo em uma única base para reduzir custos de operação.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Ricardo
2 meses atrás

Sendo o E-99 derivado de um airliner, eu diria que ele poderia operar desdobrado em outras bases, com menor requerimento de manutenção que um caça, afinal, avião de carreira tem que requerer manutenção mínima entre as viagens, para maximizar o lucro das companhias aéreas.

Eu estava dando uma olhada nos custos de operação das aeronaves da USAF, e foi chocante ver como aeronaves grandes, derivadas de airliners, possuem custo de hora de voo menor que alguns caças. Logo elas requerem manutenção mais espaçada do que um caça supersônico, por exemplo.

ALLAN
ALLAN
Reply to  Clésio Luiz
2 meses atrás

Simplesmente não há demanda para mais unidades, pelo tamanho da cobertura de 1 E99 e pela missão dele essa quantidade é suficiente;
O principal foco de atuação deles é na região amazônica e essa quantidade é suficiente para essa demanda, o resto do pais o ideal é radares de solo, para um monitoramento mais civil, em caso de alguma hostilidade por parte dos vizinhos 3 ou 4 E99 daria conta de uma frente com larga margem de segurança.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  ALLAN
2 meses atrás

O foco não é a Região Amazônica. É o Brasil.

Ricardo
Ricardo
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Raio de alcance. Muito maior que o do R-99.

Glasquis7
2 meses atrás

Além da aeronave, há muita diferença de capacidades com os do Brasil?

kaleu
kaleu
Reply to  Glasquis7
2 meses atrás

A FAB está atualizando os sensores do E-99 para esse novo padrão, com alcance e capacidades bem maiores e eficientes que os atuais

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Glasquis7
2 meses atrás

O GlobalEye faz 3 funções em uma só aeronave: Patrulha, AEW e Reconhecimento. Ou seja, é um P-3, E-99 e R-99 numa mesma aeronave. Não imagino que essas 3 missões sejam alternadas e configuradas conforme a necessidade do momento. Imagino que foi feita para as 3 missões simultaneamente, o que ao meu ver é bem polêmico e uma quebra de paradigma, uma vez que são doutrinas e especializações bem distintas. Especificamente em termos de AEW, o radar Erieye-ER está sendo incluído nos E-99M, ou seja, é o mesmo. O E-99M está aumentando o número de postos de 3 para 5,… Read more »

JSilva
JSilva
Reply to  GFC_RJ
2 meses atrás

“Ou seja, é um P-3, E-99 e R-99 numa mesma aeronave.”

Talvez o Bandeirulha, não? Para fazer a função de um P-3 ele teria que levar misseis ar-mar, torpedos, cargas de profundidade, minas marítimas.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  JSilva
2 meses atrás

Sim, corrigindo, considere o P-95.
P-3, entre outras funções, pode ser armado.

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  GFC_RJ
2 meses atrás

A função do P-3 é feita pelo Swordfish não pelo Globaleye.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  GFC_RJ
2 meses atrás

Impossível fazer tudo ao mesmo tempo, ou na mesma missão. São perfis de vôo totalmente diferentes. Falei lá na SAAB, em 2008 (com o apoio dos gregos) que isso pra nós não serve. Cada um no seu quadrado.

Glasquis7
Reply to  Rinaldo Nery
2 meses atrás

Por gentileza, quais as dificuldades de operação nessas condições?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Glasquis7
2 meses atrás

Uma missão é realizada no FL 200, com 180 KIAS; outra é realizada acima do FL300, com ground speed acima de 370 KT; outra no FL100, com 200 KIAS. Os operadores têm formação completamente diferente. As doutrinas são diferentes. Não cabe todo mundo no avião.

glasquis 7
Reply to  Rinaldo Nery
2 meses atrás

Compreendi Cel. Muito obrigado pelo seu esclarecimento.

Quem sabe, uma plataforma maior mas, pelo que entendi, também tem uma diferença de velocidade entre as missões.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Glasquis7
2 meses atrás

o radar é o mesmo, só o que sei

FABIANO BARBOSA
FABIANO BARBOSA
2 meses atrás

Alguém sabe me explicar, pq esse avião tem tanto mais alcance que o 145? É mais que o dobro, e tem praticamente o mesmo tamanho.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  FABIANO BARBOSA
2 meses atrás

Ele é baseado no Bombardier Global 6000. Embora tenham comprimentos semelhantes, a similaridade acaba aí. O 6000 possui uma envergadura ~40% maior e quase o dobro de área alar. O peso máximo de decolagem também é quase o dobro, logo, a quantidade de combustível transportada também será muito maior.

kaleu
kaleu
2 meses atrás

Sergio Santana é especialista no assunto e pode nos ajudar a entender a possibilidade de complementariedade do Preator 600 AEW com os E-99

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
2 meses atrás

Os Emirados árabes tem tanto dinheiro que poderiam usar um A 380 como AWACS com uma antena que daria para captar até Urano…

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
1 mês atrás

sempre aparecerá novas opções no mercado… O tempo passa a tecnologia avança e componentes se tornam mais compactos…

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