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Esquadrão Joker faz exercício de ataque a embarcações em alto mar

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Objetivo é capacitar os estagiários do Curso de Especialização Operacional na Aviação de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (CEO-IVR) no emprego de aeronaves em missões operacionais

O Esquadrão Joker (2°/5° GAV) participa, desde o dia 22, da terceira etapa do Exercício Técnico Rumba de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (IVR), que acontece na Ala 10, em Parnamirim (RN). Iniciado no dia 17/08, o Exercício Técnico envolve voos de Controle Aéreo Avançado e Ataque. Além do Esquadrão Joker, participam dessa fase o Esquadrão Phoenix (2°/7° GAV), Esquadrão Netuno (3°/7° GAV) e o 3° Distrito Naval (3° DN).

O objetivo é capacitar os estagiários do Curso de Especialização Operacional na Aviação de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (CEO-IVR) no emprego de aeronaves em missões operacionais da respectiva Aviação. Também serve para realizar a manutenção operacional dos pilotos do Esquadrão Joker em missões de Ataque com características diferentes das normalmente treinadas na Unidade Aérea.

As aeronaves A-29 Super Tucano, operadas pelo 2°/5° GAV, decolam da Ala 10 e são guiadas pelas aeronaves P-95BM, que localizam embarcações inimigas figurativas, para realizarem ataques simulados até cerca de 110 km da linha do litoral. Esses alvos podem ser navios patrulhas da Marinha do Brasil ou, na ausência destes, navios mercantes que naveguem pela região e tenham autorização do 3° DN para participação no Exercício.

De acordo com o Chefe da Célula de Doutrina do 2°/5° GAV, Capitão Aviador Leonam Vitorino da Silva Soares Dias, a participação nessa missão permite o estudo, aplicação e análise de técnicas e táticas diferentes das normalmente treinadas na Unidade Aérea, expandindo a gama de conhecimentos dos instrutores, além da troca de experiências com outras Unidades Aéreas, e alinhamento de suas doutrinas de operação.

“A navegação a baixa altura durante grandes distâncias além do litoral, a busca pelos alvos isolados em ambiente com poucas referências e o julgamento para emprego do armamento, considerando o deslocamento dos alvos e as capacidades de autodefesa das embarcações militares, são os maiores desafios desse tipo de missão. Todos esses fatores exigem alto nível de estudo, preparação e conhecimento da aplicação dos sistemas da aeronave”, destaca o Oficial.

O Comandante do 2°/5° GAV, Tenente-Coronel José de Almeida Pimentel Neto, afirmou que o Exercício é um fator de motivação para os pilotos da Unidade Aérea, uma vez que podem participar de uma missão diferente da rotina do Curso de Especialização Operacional na Aviação de Caça (CEO-CA). “Essa é uma oportunidade para busca de novos conhecimentos e incremento da nossa doutrina operacional, buscando sempre a excelência operacional, característica marcante dos pilotos de caça”, completou o comandante.

FONTE: Força Aérea Brasileira

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Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Que tipo de armamento o Super Tucano pode usar para atacar navios?

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Provavelmente a mesma coisa que os A-4 brasileiros: bombas burras.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Eu nunca disse que seria uma boa ideia. Usar um A-4 com bomba burra não é muito menos suicida, ainda assim eles usam só isso no Brasil.
Dito isso, quando o bicho pega, as vezes vale a pena o suicídio.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Se eu fosse o piloto, me asseguraria que o para quedas, assento ejetor e beacon estivessem funcionando. Ah, e o colete salva vidas.

Mayuan
Mayuan
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Que bom que não é né? Nem piloto, nem das FAs brasileiras.

Salim
Salim
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Ate momento nenhum míssil anti navio no paiol FAB ou marinha. E muito bom treinamento contra meios navais, porem precisa treinar com caça e ter armamento condizente.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Salim
1 mês atrás

E o Harpoon dos P-3?

Salim
Salim
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Contra ambiente hostil com cacas tanto P3 como helicópteros seriam facilmente neutralizado. Ataque correto seria caças para defesa aerea e caças com mísseis anti superfície. AMX/F5 nao tem estes mísseis homologados e testados em exercício constante treinamento. Uma frota com cobertura aérea não teríamos como contrapor , lembrando que países com Naes estão equipando seus Pas com caças Quinta Geração, Inglaterra, Itália, Espanha, Japão, China. Só França e Índia com quarta geração e Rafales franceses seriam osso duro pro Gripen.

JCuritiba
JCuritiba
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Deve estar vencido ou perto disso como as bombas burras e a estrutura do P-3

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  JCuritiba
1 mês atrás

Tem certeza? Quem te disse?

ted
ted
Reply to  JCuritiba
1 mês atrás

Harpoon vencido? acabaram de ser comprados.

Kornet
Kornet
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Cel.a FAB jà recebeu?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Kornet
1 mês atrás

Faz tempo.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Salim
1 mês atrás

E os Exocet e os Sea Skua?

José Carlos David
José Carlos David
Reply to  Salim
1 mês atrás

Os helicópteros da Marinha usam o Sea Skua, um míssil antinavio.

ALLAN
ALLAN
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

O Gripen muito provavelmente será equipado com o míssil RBS15 da SAAB como míssil anti-navio.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Esquadrão Joker com ST fazendo guerra naval??? 😳 O único adequado aí é o nome do esquadrão.
Is this a joke???

Camargoer
Camargoer
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Olá João. O Joker é um esquadrão de treinamento. O Joker tem 67 anos de criação. O símbolo é um velho instrutor (representado por um avestruz, que por sua vez se refere aos primeiros pilotos treinados para lutar na Itália, que comiam qualquer rancho) dando um sopapo em um aprendiz (representado por um pinguin). O A29 é usado para treinamento dos pilotos. Ninguém supões que o Joker irá fazer guerra antinavio. Os pilotos formados nele sim.

Silas
Silas
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Podia dormir sem essa.. bela explicação Camargoer…

Thor
Thor
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Impressiona a dificuldade cognitiva…

Salim
Salim
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Se for barco pesca irregular /contrando/ piratas ou espião o ST da conta recado. Achei super valido treinamento. Gostei também bandeirulha vetorando ST.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Salim
1 mês atrás

Exatamente e lembro que os banderulhas tambem usam foguetes.

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Cara, não tem fórum nos EUA pra você encher o saco lá? Ter tem, mas você não deve ser bem aceito né? Afinal brasileiro só se passa por americano no Brasil, certo? Lá eles devem te colocar no seu devido lugar, correspondente a sua insignificância. E além de se enquadrar na definição perfeita da tradução da palavra “Joke”, vemos que a alcunha de “Joker”tbm lhe cabe, na acepção do palhaço fantasiado de algo que não é.

Alexandre
Alexandre
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Sempre é bom estudar antes de fazer certas afirmações. Veja que nossos aviões, sejam A4, A 29 super tucano, AMX ou F5 tem plena capacidade de usar bombas inteligentes. Aqui mesmo no Brasil fabricamos dessas bombas, no caso a Acauã com mais o menos 35 km de alcance e a friuli com cerca de 70 km de alcance, ambas foram testadas em A4, AMX e super tucanos. Mas temos ainda as lizard de origem israelenses também testadas nos nossos aviões. E compramos as Spice, também de origem Israelense com até 100km de alcance, mas no caso serão usadas pelos gripens.… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Alexandre
1 mês atrás

Alexandre, bomba burra ou guiada e utilizada em alvos fixos, alvo movimento ou ataca diretamente, metralhadora, canhão , foguete, BBA burra no curto alcance. O ideal e míssil pois VC atira de longe e o míssil persegue alvo.

Mayuan
Mayuan
Reply to  Salim
1 mês atrás

É perfeitamente possível atingir navios com bombas guiadas.

Salim
Salim
Reply to  Mayuan
1 mês atrás

Sim, se barco estiver parado, se VC atirar visual( ai tanto faz, porem o guiamento sera inútil) ou VC colocar um cara num bote com designador laser. No ataque PEAR Harbor funcionou, porem qualquer instalação naval teria cobertura anti aérea ( MB náo tem ).

Mayuan
Mayuan
Reply to  Salim
1 mês atrás

Cara, não quero ser grosseiro mas dá uma pesquisada que acho, só acho, que você vai mudar de opinião. O designador não precisa estar num bote, pode estar na aeronave lançadora ou em outra. Combinando o tamanho e pouca velocidade dos navios com o cep pequeno das bombas guiadas e atingir um navio nem é tão difícil assim.

Sobre a cobertura AA, a combinação entre o teto de serviço do ST com o alcance das bombas guiadas faz com que ele possa ficar fora do alcance de boa parte delas.

Salim
Salim
Reply to  Mayuan
1 mês atrás

Barcos de guerra tem defesas aéreas razoáveis, uma aeronave para manter alvo iluminado laser estaria na visada do radar navio e com alcance as defesas barco de guerra, acentuo que são bombas em queda livre e a resposta atua dores são restritas , imagine bomba plantando sem propulsão e alvo se movendo em duas dimensões, daí vc verá limitante de uso deste armamento em alvos em movimento. Você poderia colocar um motor e um sistema radar para acompanhar alvo, ai seria um míssil e não uma bomba. Adicione a isto que cada manobra em bomba planadora resulta em diminuição velocidade… Read more »

Glasquis7
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Depende do TO. Em regiões de fiordes acho que seriam muito efetivos.

Se fosse assim, tão “suicídio”, a FAB não gastaria tempo e dinheiro em treinamentos desse tipo.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Mais uma vez falando asneiras. O treinamento é para as tripulações dos P95.

ted
ted
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

P95 serão desativados em breve, mas os ST não.

Glasquis7
Reply to  Funcionario da Comlurb
1 mês atrás

Mas uma vez respondendo asneiras, pois meu comentário foi claro. Não me referi ao treinamento e sim, à possibilidade de ataque a navios com turboélices.

Sempre tem o “fã” de plantão.

Não acrescenta nada ao debate mas faz de tudo pra criar discussão.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

No caso, o navio deve ter sido apenas um simulacro para detecção e mobilização. Em ação real, os alvos devem ser navios pesqueiros ou barcos piratas menores.
O armamento, o mesmo que em ações em rios da amazônia, foguetes e as metralhadoras .50. Pense no estrago de uma .50 em um barco do tamanho de um iate ou traineira feito de madeira, fibra de vidro ou até mesmo aço, já que são navios civis.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Se for um navio de guerra sim, agora se for um pequeiro ilegal, um barco pirata ou um barco com terroristas, sem misseis anti-aéreos e válido. Nós EUA usam helicopteros com .50. Acredito que os aviões usem foguetes e metralhadoras, aliás, os banserulhas usam foguetes

Mayuan
Mayuan
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Conviria dar uma pesquisada pra verificar quais são os armamentos integrados ao Super Tucano e ao A4. Te pouparia o constrangimento.

Pedro
Pedro
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Sim. Estamos treinando como na época da batalha de midway. Vamos pensando que a caserna quer o nosso melhor vai… Farinha pouca, meu soldo primeiro.

pedro freire
pedro freire
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Bodoque

Samuel Castro
Samuel Castro
Reply to  pedro freire
1 mês atrás

Biribinha Atômica.

Cleber
Cleber
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Nao sei amigo , ate porq nem misseis antinavio possuimos , estilingue mesmo .

ALLAN
ALLAN
Reply to  Cleber
1 mês atrás

Então os HARPOON é meramente fogos de artifícios, e o mundo inteiro usa para deixar o mar mais bonito a noite.

Maurício.
Maurício.
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Fabio, não é o ideal, mas o ST pode atacar embarcações com bombas burras, foguetes de 70mm, com suas metralhadoras e até com canhão de 20mm em pod se for o caso.
Claro, isso serve para atacar embarcações desarmadas, caso o contrário, é quase um suicídio.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Maurício.
1 mês atrás

Realmente tem que ser embarcações desarmadas ou levemente armadas caso contrário é virar um alvo!

Alex Tiago Do Prado
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Eu sinceramente acredito que tem misseis no mercado aptos a realizar ataques a navios menos complexos o AGM65 maverike é mais indicado para ataque de estrutura porem poderia atacar navios a 25km tem os misseis bridistone poderia ser utilizados e ate mesmo um par de misseis Sea Venon dentre tantos outros a não ser que tentar colocar um penguin.

Alex Tiago Do Prado
Reply to  Maurício.
1 mês atrás

Eu posso estar enganado mas acho que li que ataque colombiano contra o n 2 das farc foi com bombas inteligentes e de distancia segura do territorio colombiano eliminando os alvos a alguns kms dentro do territorio equatoriano lembro tbm que bombas inteligentes podem ser dispensadas a dezenas de kms quando em caças de alto desempenho suponho que ALX cerca de 15 a 20km seria uma possibilidade mesmo eu achando que serve para treinar mas para essa função concordo com um comentario acima os pilotos que estao treinando estarão la efetuando o ataque mas com outros avioes.

Glasquis7
Reply to  Alex Tiago Do Prado
1 mês atrás

Sem dúvida mas, a 20, 30 50 Km o caça já pode ser abatido. Embora tenho lido comentários que dizem que em alguns casos, casos específicos, turboélices podem ser mais difíceis de atingir devido à manobrabilidade e velocidade mais baixa.

Salim
Salim
Reply to  Alex Tiago Do Prado
1 mês atrás

BBA burra ou guiada serve para alvo fixo, náo se aplica a meios em movimento.

Alex Tiago Do Prado
Reply to  Salim
1 mês atrás

Sim concordo. Mesmo tendo a correção por gps mesmo assim temos os misseis mencionadoa que estao a disposição do Brasil caso queira adotar. Eu acredito que o ataque naval com helicópteros eficiente e nao tem nada contra uma aeronaves igual ao ALX não possa fazer até com mais eficiencia tais ataques uma vez que tem mais alcance e mais velocidade com resursos semelhantes.

glasquis 7
Reply to  Salim
1 mês atrás

Tem notícias de ataques de sucesso, realizados contra navios, usando bombas burras.

https://www.naval.com.br/blog/2013/05/27/o-ataque-a-fragata-hms-broadsword-nas-malvinas/

Salim
Salim
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Sim, A4 atacava diretamente navio, igual ST esta fazendo, esta tática e valida qdo náo tem misseis, veja ataque dos exocet nas malvinas tcom caça super ethandart. Se náo falha memoria 3 misseis lançados 2 navios afundados, agora compare a volume de BBSs burras lançadas, contra pouco sucesso e NR aviões abatidos. Precisamos misseis ataque naval em caça para ataque navios guerra, contra navio pesqueiro, espião, contrabando o ST da conta, embora o treinamento seja para Bandeirulhas vetorar ataque .

glasquis 7
Reply to  Salim
1 mês atrás

Ainda tenho algumas dúvidas.
Acho que a longa distância dá tempo do navio reagir, engajar e abater o inimigo.
Já num ataque de turboélices lançando bombas burras a curta distância, ainda tem sua objetividade pois tira o tempo de reação do alvo.

Salim
Salim
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Glasquis, veja taxa sucesso do ataque misseis versus BBA burra na guerra Malvinas. Ai VC vera na pratica real o que tento descrever.

Salim
Salim
Reply to  Salim
1 mês atrás

Contra navio guerra só míssil ou ataque submarino. Guerra canhões náo e provável que ocarra, antes disso quem tiver míssil mais eficiente inutiliza o oponente.

Glasquis7
Reply to  Salim
1 mês atrás

Sem dúvida alguma, misseis tem um percentual de acertos muito maior mas, em condições especiais, tal vez seja mais apropriado usar bombas burras.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Busca aí no YouTube vídeos dos Stukas atacando a Royal Navy no Mediterrâneo.

Salomon
Salomon
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

É impossível não pensar em kamikazes.

Lala Croft
Lala Croft
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Aprendi em Red Tails que calibre 50 dá conta do serviço.

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Lala Croft
1 mês atrás

Contra navios desarmados ( sim ) ou levemente armados ( talvez ), em navios bem defendidos ( Puro desperdício de recursos humanos e materiais ). Como o Observador disse, deve ser para desenvolvimento de doutrina.

TeoB
TeoB
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

bombas guiadas a laser, foguetes e até misseis, estão agora criando uma doutrina e é questão de daki em diante planejar e providencias os meios para o melhor emprego. e além disso vejo um mercado enorme para ele paises pequenos mar para patrulhar com costa a defender teriam uma solução barata.
acho que hellfire já faz uns estragos em uma embarcação pequena pra media.

Mayuan
Mayuan
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Mísseis, foguetes ou bombas mais inteligentes que os comentários de alguns colegas aqui:

https://defense.embraer.com/br/pt/super-tucano

https://pt.wikipedia.org/wiki/Embraer_EMB-314

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

AGM-65 Maverick.

Cleber
Cleber
1 mês atrás

A MB nao vai ficar de mimimi com isso ?

Guto
Guto
Reply to  Cleber
1 mês atrás

Cleber normalmente que cria caso é a FAB, se voa é dela não faz diferença se é avião, drone ou até aviãozinho de papel!

Last edited 1 mês atrás by Guto
Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Guto
1 mês atrás

Sei não,a MB também é ciumenta e gosta de criar caso,esse é justamente o motivo de não termos uma guarda costeira. Mesmo operando pouquíssimos navios,os comandantes não querem dividir o mar com nenhuma outra força armada.

Maurício.
Maurício.
Reply to  Cleber
1 mês atrás

Cleber, não é de duvidar, afinal de contas a FAB ficou de mimimi com os Sherpa que o EB queria, por mais que alguns queiram negar, ainda existe ciúmes entra as forças armadas, nos EUA também tem disso.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Maurício.
1 mês atrás

Olá Mauricio. Ainda vem que a FAB trouxe o “gato gago” porque a aquisição dos Sherpa era um desperdício.

Maurício.
Maurício.
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer, você considerava a aquisição dos Sherpa um desperdício? Confesso que não lembro da sua opinião sobre esse assunto, você considerava a aeronave ruim ou muito velha? Ou não concordava com a utilização deles pelo EB?

Camargoer
Camargoer
Reply to  Maurício.
1 mês atrás

Olá Maurício. Eu comentei na época que se o EB estava com problemas de transporte aéreo, sairia mais barato contratar uma empresa privada de transporte para abastecer os pelotões de fronteira do que comprar aviões velhos que demandariam uma nova cadeia logística. Segundo alguns colegas, os batalhões de fronteira são servidos por pistas pavimentadas que são usadas pela FAB. A FAB tem os C98, os C95, os C105 que podem fazer o abastecimento dos batalhões. A FAB informou que tem meios disponíveis mas que precisava de recursos para a manutenção das aeronaves. Portanto, caberia ao MinDef fornecer os recursos para… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargo, tiveram que avisar ao EB… Meu filho faz isso toda semana no 1°/9°.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Olá Cel.Nery. Pois é. Eu lembro da discussão, inclusive sobre o acidente com o C105 devido a inclinação da pista.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Agora o visual de Surucucu foi adicionado ao simulador, e os pilotos treinam no simulador a operação na localidade. Eu mesmo estive em Manaus, e meu filho me ¨deu um instrução¨ de pouso em Surucucu. Pista complicada. Pra gente grande!
Quanto ao tema, muitos comentaristas postam sem informações completas de como é a operação na Amazônia e como é o apoio aos Pelotões. Devia se informar melhor antes de postar. E nunca pisaram nem em Manaus, quiçá num PEF… O mais perto que chegaram da Amazônia foi via National Geografic Channel!

Salim
Salim
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer, VC esta misturando tudo. Transporte para centro distribuição já e feito, agora para batalhão avançado selva ou lugar ermo e difícil. Ressalto que quando teve ataque no acampamento rio trairá quem foi lá foi aviação exercito, saíram Taubaté no recém criado batalhão asas rotativas. Veja video de pessoal avançado selva ou catinga a dificuldade extração doente ou abastecimento. Lá na ponta FAB ou aviação civil náo aparece. EB tem que ter estrutura básica para manutenção destas atividades. FAB serve para abastecimento/deslocamento pesado.
.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Salim
1 mês atrás

Acho que você não leu o que eu escrevi ou não entendeu. Meu filho voa C-105 no 1°/9° GAV, em Manaus, e VAI TODA SEMANA PROS PELOTÕES DE FRONTEIRA. Quando não é o C-105 são os C-98 ou C-97 do ETA-7. Eu servi 4 anos em Porto Velho, e conheço vários Pelotões de Fronteira. TODOS têm pista asfaltada pela COMARA.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

¨Lá na ponta¨ a FAB aparece. Sempre!

Camargoer
Camargoer
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Olá Cel.Nery. Verdade. Tinha esquecido do C97. Eu lembro quando era pequeno das reportagens na TV das motoniveladores saindo dos C130 para fazer a preparação das pistas de fronteira… eu ficava pensando no peso do rolo compressor sendo levado de C130 para o meio da selva.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Cel., à total título de curiosidade de um mané completamente leigo que está lendo as RBAC 154 e 153 somente agora, qual a classificação das pistas de lá dos pelotões, mesmo sabendo que não é a ANAC que regula as atividades da FAB, mas em matéria de pavimentação de pista a FAB segue o mesmo padrão sempre que possível ou é algo diferente? Imagino que muitas vezes as necessidades de determinadas localidades (OM’s isoladas, etc.) se sobressaiam às padronizações da ICAO (também, uma organização civil que não ‘manda’ nada, só recomenda).

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

A COMARA obedece à legislação de construção de aeródromos. Sempre que possível.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Obrigado, Cel. Era uma dúvida recente. 🙂

LUIS NATAL
LUIS NATAL
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Leandro, o cumprimento da legislação da ICAO é “obrigatória” somente para Aeródromos Civis (Públicos ou Privados). Aeródromos militares são adequados à cada operação e a FAB busca construir de acordo com os padrões adequados de engenharia.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  LUIS NATAL
1 mês atrás

Leia toda a pergunta que verás que essa parte eu já achava meio óbvia. Até porque a sigla ICAO já diz que é uma organização civil (que é internacional e NÃO faz legislação pois NÃO tem poder de lei em lugar algum, caso contrário seria quebra de soberania nacional) que apenas tenta regular as normas aeronáuticas internacionais para os países signatários, cabendo assim as agências reguladores de cada país implantarem o que achar que devem, normalmente por uma série de motivos.

Salim
Salim
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Caro Rinaldo, respeito muito sua opinião, pois vc viveu e vive esta realidade, minhas observações São baseados em meu parco conhecimento do ambiente amazônico e com o fato que EB não está contente com serviço prestado pela FAZ, isto é fato e se efetuaram compra Sherpa devem ter argumentos convincente para ter conseguido autorização desta compra.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Salim
1 mês atrás

Pior é que não tem argumentos convincentes. O EB é muito ¨espaçoso¨. Se deixar querem assumir tudo.

Fernando EMB
Fernando EMB
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Rinaldo, o pessoal comenta sem ter conhecimento da realidade… A falam como se tivessem pleno conhecimento.
Sou contra o EB possuir estes transportes. O Min da Defesa não precisa duplicar estruturas e queimar dinheiro.

Satyricon
Satyricon
Reply to  Fernando EMB
1 mês atrás

Quanta bobagem.
O EB precisa ter os equipamentos que julga necessário, sem essa de uma força dar pitaco na outra.
Quer dizer, se a FAB lançar um requerimento para a compra de armamento para a defesa de aeródromos o EB agora tem o direito de dar o pitaco, e dizer que é desnecessário?
Esse é aquele pensamento retrógrado dos anos 60 que dizia que só a FAB podia ter aeronáves e helicópteros.
As modernas forças mundiais operam de tudo, helicópteros, aviões e drones.
Mas nós, atrasados que somos, vamos mantendo o feudo da FAB.
Lamentável

Satyricon
Satyricon
Reply to  Fernando EMB
1 mês atrás

Pelo seu raciocínio podemos dispensar imediatamente TODA a infantaria da FAB, pois já existe no EB e, portanto, trata-se de duplicação de estrutura e gastos.
Quando a FAB precisar, é só solicitar (e pagar pelos quadros e equipamentos) ao EB.
Que coisa, não?

Camargoer
Camargoer
Reply to  Fernando EMB
1 mês atrás

Olá Fernando. Pois é. O MinDef pode criar uma coordenação conjunta de logística para atender tanto as necessidades dos forças armadas quando dos outros ministérios. Inclusive, é fundamental coordenar as instituições de ensino superior, de pesquisa e de saúde diretamente sob a alçada do MinDef. A despeito do fato do Gen.Azevedo e Silva ser um general de exército, ele foi promovido em 2017, enquanto o Gen.Pujol foi promovido em 2015. Há um conflito de hierarquia militar e hierarquia de governo porque o ministro é superior ao comandante do EB, mas o comandante do EB é mais antigo no cargo. O… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Fernando EMB
1 mês atrás

Fernando, náo estou opinando sobre EB ter asa fixa. De algum modo ( convincente ou náo ) EB quer asa fixa e só vejo a justifica que FAB náo atende ( também náo da pra afirmar se e verdade ). O regente desta celeuma e o MD.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Meu pai trabalhou a maior parte de seu tempo na ativa fazendo isso. Soltava um militar de paraquedas ou de hidro-avião, derrubava as arvores no machado e depois na motoserra, ai mais equipamento descia de para-quedas para desobistruir a area de detritos, o suficiente para um C-47, depois um bufali e por ultimo um hercules com tratores para asfaltar a pista..

Camargoer
Camargoer
Reply to  Salim
1 mês atrás

Caro Salim. Sherpa serve para carregar carga. Missão tática de combate é com helicóptero ou com o A29. Sherpa (o nome já indica) é para transporte de carga. Acho difícil imaginar que um Sherpa irá fazer coisas que nenhum avião da FAB faria. Se o EB quer manter uma aeronave orgânica nos pelotões, certamente seria um modelo bem menor que um Sherpa (um C98 ou C95). Cabe ao MinDef manter uma coordenação conjunta de aeronaves de transporte (alias como tem os EUA e os países da OTAN).

Salim
Salim
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer, veja bem, se EB conseguiu justificar compra Sherpa, deve ter argumentos suficientes para justificar esta compra. Isto e a realidade, ninguém chega e compra aviões se FAB estivesse atendendo EB.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Salim
1 mês atrás

Caro Salim. Os argumentos colocados pelo EB foram desmentidos pela FAB, tanto que a compra foi cancelada porque a argumentação era fraca. Na época eu comentei com.o o MinDef se submeteu a hierarquia do comando do EB mas também foi incapaz de se contrapor ao comando da FAB.

Carlos
Carlos
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Manda essa fonte aí pq até esse dias o dinheiro pra compra ja tava alocado no orçamento e não saiu nada desmentindo a compra

Last edited 1 mês atrás by Carlos
Salim
Salim
Reply to  Carlos
1 mês atrás

Tambem não vi nada respeito cancelamento.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Salim
1 mês atrás

Olá Salim. Em 08 de março, o PA publicou uma noticia com o título “Bolsonaro revoga permissão para Exército ter aviões“.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Carlos
1 mês atrás

Ola Carlos. “Bolsonaro revoga permissão para Exército ter aviões“, notícia aqui na trilogia em 08 de junho de 2020.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Salim
1 mês atrás

O pelotão do Tríira, na epoca não tinha pista de pouso, tanto e que, quem chegou lá para inspecionar o local e tem videos no you tube, foi a aviação do exercito de helicoptero. Hoje a maioria dos batalhões tem pista de pouso e os que não tem por serem pelotões de fronteira, são acessiveis por barco ou helicoteros apartir dessas pistas. Aliás, se não estou enganado, depois do Traira, a doutrina do exército mudou um pouco, todos os batalhões de fronteira tem pistas de pouso preparadasz que atendem as localidades próximas e os pelotões ficam a uma distância do… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Cristiano, se EB conseguiu autorização pra compra Sherpa e porque tem deficiências atendimento, não é opinião e fato.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Salim
1 mês atrás

O exército não recebeu autorização porquê precisa do meio, recebeu autorização pois não havia ilegalidade na compra e tinha verba disponivel. Diga-se, verba própria do exército.
Se fosse assim, era mais jogo, comprar mais helicopteros pois o exército tambem precisa e muito.
Outro exemplo e a marinha que precisava mais de escoltas e submarinos mas recebeu autorização para comprar PA velho e com problemas.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Caro Cristiano. O EB não tem “verba própria”. A administração dos recursos passa pelo ministério da economia, que faz as liberações mês-a-mês em função dos impostos recolhidos. Os comandos levam a demanda para o ministro da defesa, que chancela a demanda junto ao ministério da economia, que pode aprovar ou consultar a presidência. Dependendo da operação financeira, é preciso passar pelo Senado. Se o EB priorizou o Sherpa ao invés de helicópteros, isso é uma decisão do comando do EB. A FAB mostrou que os argumentos usados pelo EB estavam equivocados ao ponto da aquisição dos aviões obsoletos ser cancelada.… Read more »

Satyricon
Satyricon
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer, fique tranquilo, pois pau que dá em Chico, dá em Francisco.
A defesa cibernética, pela END, está à cargo do EB. O sistema de controle e defesa do espaço aéreo brasileiro, à cargo da FAB, precisa de defesa cibernética, 24h por dia. Pelo seu raciocínio, a FAB não pode criar seu próprio núcleo de defesa cibernético. Precisará contratar com o EB, que apropriará o custo disso, e mandará a conta para a FAB pagar.
E, quando essa conta chegar (e vai chegar), a FAB vai desejar ter transferido um esquadrão de transporte inteiro pro EB…

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Satyricon
1 mês atrás

Você não sabe o que fala.

Satyricon
Satyricon
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Com todo respeito, lógica de ocasião não dá.
Só porque não gosta do resultado dela (ou não esteja alinhada com sua noção de verdade), não quer dizer que esteja errada.
Doa a quem doer…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Satyricon
1 mês atrás

Caro Satyricon. Acho um equívoco pensar nas forças armadas como instituições independentes e descoordenadas. Assim como é preciso um orgão de coordenação de transporte logístico para a alçada do MinDef, a defesa cibernética também deve estar acima dos comandos militares. O MinDef precisa contratar uma consultoria externa para revisar o seu organograma…

Satyricon
Satyricon
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Caro Camargoer, com todo o respeito, acho que vc deveria repensar seu nick, pois provavelmente algo como “contradiçãoer” seja mais adequado. Você advoga por submarinos nucleares sucessivos para a MB (ou seja, gastos exorbitantes e desenfreados) e, ao mesmo tempo, prega a não aceitação de uma DOAÇÃO para o EB de aeronaves, sob a alegação de contenção orçamentária. Quer dizer, na sua ótica, a MB pode tudo (A12, Traders, SubNuc, etc) e o EB nada? E olha que 2/5 dos submarinos eletrodiesel precisaram passar para a reserva por falta de verba para devolve-los à operacionalidade ( e o restante segue… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Satyricon
1 mês atrás

Olá Satyricon. Acho que há mais de uma década uso o mesmo nome. Tarde demais para esquecer. O fato de uma despesa ser grande ou pequena nunca pode ser tomada como justificativa para uma despesa. Um programa caro como o ProSub é prioritário em relação ás necessidades estratégicas. Uma despesa menor (como o Sherpa) é injustificada considerando que a FAB tem todos os meios disponíveis, mais modernos e que já estão pagos. Evitar desperdício do dinheiro público é uma obrigação que nada tem a ver com “contenção orçamentária”. São coisas muito diferentes. O orçamento público é algo bem diferente do… Read more »

Satyricon
Satyricon
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Caro Contradiçãoer, macro e micro-economia estudei na faculdade. Entretanto, você ainda não explicou como advoga por gastos excessivos numa força, e penúria na outra.
Se a FAB tem tantas horas sobrando em sua frota, reduza-a adequando-se à demanda, preferencialmente as aeronaves mais antigas (bandeirantes?). Afinal de contas, o objetivo é otimização de custos. Ou essa é apenas a desculpa da ocasião?

Camargoer
Camargoer
Reply to  Satyricon
1 mês atrás

Caro Satyricon. A FAB tem aviões disponíveis, novos e modernos, pagos e quitados e tripulações treinadas e competentes que já fazem parte da despesa fixa do MInDef (voando ou em terra, estas tripulações receberão o soldo). Segundo a FAB, a sua frota de aviões de carga tem voado um número abaixo de sua capacidade anual porque faltam recursos para despesas de custeio. Segundo alguns colegas aqui do PA, os postos de fronteira do EB têm pistas pavimentadas em em condições de receber desde os C98 até os C105. Portanto, cabe ao MinDef disponibilizar os recursos de custeio para que as… Read more »

LUIS NATAL
LUIS NATAL
Reply to  Salim
1 mês atrás

Salim, posso te garantir que tu estas enganado! A FAB, enquanto houver recursos disponíveis, vai atender o EB sim!

Salim
Salim
Reply to  LUIS NATAL
1 mês atrás

Luis, vai atender sim, sem duvida, porem EB , para aprovar sherpa, náo esta feliz. O que seria correto e MD gerenciar esta demanda, porem já vimos este filme, EB passou operar helicópteros, agora asa fixa, marinha também tem helicópteros e asa fixa ( os tracker só terão uso para transporte agora sem PA. Isto e o que esta acontecendo, a fronteira entre atribuições de cada força esta se amoldando a nova realidade. MD tem que gerenciar esta nova realidade. Pelo comentário do Sr Rinaldo EB teria uma situação privilegiada no MD e isto náo e bom.

Salim
Salim
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Lembro que no evento Rio traíra helicópteros saíram Taubaté pois esquadrão de asas rotativas EB era recente.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

E hoje em dia e o que mais tem. Outro exemplo e comprar, 767 para transporte de carga e tropas em longas distâncias para operar em aeroportos. Melhor alugar se necessário. Revo já teremos 30 kc-390.

Salim
Salim
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Kc390 atende o que se tem hoje. Porem se almejamos segurança Atlântico sul avião maior capacidade e autonomia e imprescindível, tanto para revo como transporte tropa e suprimentos.

Flanker
Flanker
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

KC-767 e A330 MRTT são de outra categoria, superior ao KC-390……procure por transportes táticos e estratégicos……vai entender a necessidade um vetor como o citado 767.

Claudio Moraes
Claudio Moraes
Reply to  Maurício.
1 mês atrás

Olá pessoal, o exército ainda não desistiu dos sherpas, acho provável que ainda venham.

Welington S.
Welington S.
Reply to  Cleber
1 mês atrás

Amigo, mimimi entre as forças sempre existiu.

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Welington S.
1 mês atrás

Cada vez que leio história de mimimi entre as forças, penso que seria bom, mandar todos esses ” crianções ” para uma creche infantil, para aprenderem a dividir os brinquedos. Pois parece que enquanto eram crianças, nenhum deles aprendeu a fazer isso. Obviamente me refiro a mimimi entre as forças de qquer país ..

Last edited 1 mês atrás by Alexandre Cardoso
Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Alexandre Cardoso
1 mês atrás

A questão é mais profunda do que isso,não tem a ver com a criação que tiveram,mas sim com a cultura corporativista que reina em todas as áreas do funcionalismo público brasileiro,onde cada categoria olha apenas para o próprio umbigo,e a falta de senso de coletividade inerente ao povo brasileiro.

Claudio Moraes
Claudio Moraes
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Concordo plenamente com seu comentário. Infelizmente isso é uma realidade do nosso país.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Caro Allan. Uma pessoa que ingressa no serviço público por concurso está POR LEI ás funções descritas em para o seu cargo. Um fiscal da receita tem suas obrigações e responsabilidades claramente definidas em torno de sua função. Ocorre o mesmo para o profissional da saúde, o professor, o militar. Tudo que é permitido a um servidor público deve estar descrito na lei. Todo o resto é vedado. Existe inclusive limites para um servidor federal atuar naquilo que é da alçada dos servidores estaduais ou municipais. Contudo, o servidor público é por excelência, aquele com maior senso de coletividade. Espera-se… Read more »

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer,eu não estou falando nada fora da realidade. Durante a reforma da previdência,ficou definido que todos precisariam fazer a sua parte,mas o que os militares fizeram?Atuaram para fazer a própria reforma,onde incluíram de forma sorrateira uma revisão de carreira e por isso a economia foi mínima. O funcionalismo público é sim repleto de corporativismo e pessoas que só se importam com a própria categoria e dane-se os cofres públicos. Há determinadas características que ficam mais restritas a certos povos por razões culturais. Em países como o Brasil,as pessoas não têm senso de coletividade,se quiser verificar isso,é só passear pelas ruas… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Caro Allan. O contexto da reforma previdenciária ocorreu em um governo que tem um discurso de privilegiar o setor militar (basta ver o número elevado de militares ocupando cargos nomeados, a iniciativa de elevar o número e colégios militares, a proposta de aumentar o orçamento militar por meio da redução dos orçamentos dos outros ministérios). A “reforminha” da previdência militar deve ser creditada mais a uma iniciativa da presidência do que de um movimento de categoria. Ao mesmo tempo que os militares foram poupados, foi elevada a contribuição dos servidores civis e modificação das condições para aposentadorias, isso sem falar… Read more »

Mauro S.
Mauro S.
Reply to  Cleber
1 mês atrás

Pensei a mesma coisa. rsrsrs

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Cleber
1 mês atrás

Dinheiro para opear um turbo-helice de longo alcance não tem e nem quer ter, más para opear caça a jato e PA já e outra história.

ALLAN
ALLAN
Reply to  Cleber
1 mês atrás

Na vdd é bom para ambos os lados, nao é sempre que a tripulação de um navio tem a chance de treinar uma defesa contra ataques aéreos, nesse caso ambas as doutrinas são testadas e aperfeiçoadas.

Maurício.
Maurício.
1 mês atrás

Montagem do ST com radar de patrulha:
http://sistemasdearmas.com.br/ca/p29-3.jpg
Uma possível configuração para ataque naval:
http://sistemasdearmas.com.br/ca/p29cargas.jpg

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Maurício.
1 mês atrás

Eu lembro desta proposta.

Acho que ela seria muito interessantecomment image

Salim
Salim
Reply to  Maurício.
1 mês atrás

Acredito ser ótima solução para patrulha tempo paz, baixo custo, resposta rápida e condizente com ameaças tempo paz. Imagino patrulha com um elemento radar/inteligencia e dois elementos com metralhadoras .50. Artrisco ate um torpedo no ventre do ST ou exocet, seria muito mais eficiente que helicoptero, seria rápido e mortal.Para frota sem cobertura de caças seriam bem uteis.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Salim
1 mês atrás

Um A-29 com pequeno radar em casulo pode ser um bom patrulha para o Mar e nossa ZEE. Possui autonomia e tempo de voo; Biposto onde o segundo pode revezar e auxiliar no esclarecimento e operação; Baixo custo de hora de voo e já perfeitamente integrado a cadeia logística operacional; Por ser relativamente acrobático, pode sombrear e assessorar grupos da MB em inspeções e abordagens mais quentes, dando rasantes de advertência e caso necessário, suporte de fogo com uma grande variedade de armas; Um A-29 flanqueando uma embarcação com rasantes e tiros de advertência é difícil de não ser visto… Read more »

Salim
Salim
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Tivemos ataque barco pesca chines a barco brasileiro a pouco tempo, para ilustrar raciocínio. Apos pedir socorro, teríamos dois ou trés ST no cangote Chines , se o recalcitrante náo atender aviso de apreensão era só metralhar motor e enviado opv ou ate napa500 pra trazer China e dar uma dura neles.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Maurício.
1 mês atrás

comment image

Hipoteses de area de cobertura e patrulha maritima usando casulo radar

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Área coberta pelos P-29 baseado num raio de ação de 1000km. As quatro bases aéreas do 7o Grupo de Aviação (em vermelho): Belém, Salvador, RJ e Florianópolis podem dar cobertura a toda costa relacionada com a ZEE e mar territorial. As áreas de patrulha dos esquadrões podem ser divididas em zonas menores

Flanker
Flanker
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

As bases dos esquadrões do 7⁰ GAV são em Belém, Santa Cruz e Canoas (3⁰, 1⁰ e 2⁰/7⁰ GAV, respectivamente).

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

comment image

TeoB
TeoB
1 mês atrás

Excelente noticia!
sempre quis ver um patrulha naval do Super Tucano.

IBIZ
IBIZ
1 mês atrás

Acho que a FAB nunca levou muito a sério a missão de deter ataques inimigos vindo do mar. Nem se deram ao trabalho de integrar algum míssil anti-navio aos AMX, que são uma opção melhor para esse tipo de missão do que os super tucanos. Vamos esperar pra ver se com a introdução do Gripen e do míssil de cruzeiro nacional em desenvolvimento isso venha a mudar. Vale lembrar também que historicamente a disputa por orçamento e ego entre FAB e MB impediu a formação de uma força aeronaval minimamente decente no nosso país (os A4 modernizados da marinha, adquiridos… Read more »

curioso
curioso
Reply to  IBIZ
1 mês atrás

Essa deveria ser a principal função do Ministério da Defesa, não? Arbitrar os ciúmes, negociar uma direção comum a ser obedecida por todos e impedir que batam cabeças além da conta.
(alguma rivalidade e disputa por orçamento ninguém vai impedir que exista, mas rixa institucional entre marmanjos fardados e armados é coisa de país subdesenvolvido).

Last edited 1 mês atrás by curioso
Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  curioso
1 mês atrás

Isso e centralizar as compras militares de forma a padronizar reduzindo os custos, diminuir a redundância de funções, aumentar a interação entre as forças e melhorar a eficiência. Nada saiu do papel.

sergio ribamar ferreira
Reply to  curioso
1 mês atrás

Concordo com o sr. curioso.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  IBIZ
1 mês atrás

A FAB vá lá. E a Marinha? Comprou os A-4, nunca moveu um dedo para equipar eles com Harpoon ou alguma versão do Exocet. A FAB ofereceu os P-3 e eles recusaram. Mas dinheiro para sonhar com porta aviões sempre aparece.

Salim
Salim
Reply to  Clésio Luiz
1 mês atrás

Sim e muito estranho posição MB, compra Ar4, moderniza com radar superior F5 e não compra nenhum missil. Estranho mesmo.

Satyricon
Satyricon
Reply to  Clésio Luiz
1 mês atrás

Clésio, uma alternativa mais em conta para os A4 da MB seria integrar o míssil Penguin, usado nos SH-16 seahawk, cuja versão MK 4 pode ser lançada de aeronaves de asa fixa. Fica mais em conta que harpoon ou Exocet. Se analisarmos que a defesa costeira do país é inexistente, pois basea-se em armamento de tubo, quinquilharias da IIGM, e a gigantesca extensão do nosso litoral, realmente passa a fazer algum sentido investir em vetores aéreo como os A4 para essa defesa. Em questão de horas podem estar em qualquer ponto do litoral brasileiro (com tanques externos/ REVO). Mas minimamente… Read more »

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  IBIZ
1 mês atrás

No caso da FAB, avaliação era de que os nossos maiores problemaa viriam de terra, só quem poderia vir pelo marz se fosse da região, a marinha dava conta com seus navios e submarinos e se viesse de fora da região,(soviéticos) a ideia era pedir ajuda dos EUA e da OTAN. Caso fosse desse nossos aliados, a estratégia era usar diplomácia e arregar apenas o suficiente para ficar legal.

Heinz Guderian
Heinz Guderian
1 mês atrás

Impressão minha ou as Forças armadas no geral têm realizado vários Exercícios e treinamentos do que antes não costumavam fazer?
Gostei dessa ideia do super tucano realizar ataques navais perto da costa, mas temos algum tipo de míssil anti-navio que possa ser lançado por eles? O AMX não seria mais ideal para esse tipo de missão?

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Heinz Guderian
1 mês atrás

Tem sim, e as vezes treinamentos em conjunto e isso é muito bom!

cwb
cwb
Reply to  Heinz Guderian
1 mês atrás

Olá colega, também fiquei curioso se o A-29 teria essa capacidade de lançar mísseis anti navio.Se os helicópteros lynx e a versão naval do h -60 podem lançar o sea skua ( que já é antigo)
acho que poderiam ser integrados no A-29.
Isso que escrevi acima não tem base técnica nenhuma, apenas acho que o envelope de um helicóptero e do A-29
são média velocidade o que habilitaria o avião a poder ter essa capacidade.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  cwb
1 mês atrás

Capacidade ele tem.

Basta integrar.

O maverick ja seria um dupla função…terra e mar…

Um Penguin tambem caberia….

SDB´s tambem….

cwb
cwb
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Obrigado mestre pela sua atenção!

Salim
Salim
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Exocet também daria.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Salim
1 mês atrás

exocet é pesado, não lembro da capacidade dos pilones…este é um missil da categoria dos 600-700 kg…fora o pilone necesitar aguentar este peso, tem de ter sobra de carga para radar e tanques…acho missil muito caro e estratégico no contexto para o A-29…embora o H-225M tenha sua previsão de uso eficácia justificada para tal…tem missil menor e bom para tal…pois os poucos exocets e mansups devem ser dedicados aos caças mais eficazes para garantir o ataque (F-39)….

Salim
Salim
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Caro Carvalho, náo verifiquei viabilidade técnica, porem citei como opção. Poderia ate lançar torpedo. Estou apenas comentando sem compromisso tecnico. Exercitando criatividade. O suficiente e logico para época paz seria o casulo radar proposto por você e metralhadoras do ST. Só aviso para ligar transponder e rasante com tiros em paralelo embarcação já teríamos resultado pratico bem eficiente, barato e desencorajador para aventureiros.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Salim
1 mês atrás

O caso do torpedo é emblemático… Um torpedo novo é caríssimo, mais que um missil de ponta… Podem existir estoques antigos, mas a doutrina de uso tambem é antiga demais, o avião tem de estar lento o que o torna presa facil principalmente em mar aberto. Os chineses ainda usam e tem um jato para isto, acho que é o ultimo avião torpedeiro do mundo…mas deve ser de um uso bem especifico…acho que as Flaklands foi a ultima oportunidade perdida para isto…era o ambiente ideal… Existia uma tatica americana para defesa de ilhas/terra, na qual o avião vinha da terra… Read more »

Salim
Salim
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Caro Carvalho, como falei estou exercitando criatividade, você tem razão, geralmente custo torpedo e mais caro e tem menor eficiência que míssil, porem e uma opção, com seu comentário VC torpedeou minha sugestão esses.
Em empresas usamos Brain storm, as vezes de umas idéias malucas sem compromisso sai solução.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Salim
1 mês atrás

Foi apenas uma breve analise do vicio de gerente de projetos…rzrzrz… mas sem duvida, se existe no arsenal, é obrigatorio ter testes de ensaio e doutrina de uso para ele…

Na guerra, nunca se tem certeza do cenario….

Veja, as pessoas fazem e desfazem do Super Tucano, baixa densidade, pessimo sobrevivente, mas bab e ficam boquiabertos com os videos de drones meia boca arrasando tanques e estações antiaereas…vai entender…um aeromodelo sem criptografia de radio pode…um turbo helice de 1500 kg de carga e eletronica de F16 não pode…hummmm, haja paciencia…

João Bosco
João Bosco
1 mês atrás

Se não fosse tanta briga de ego dentro das forças armadas, esses treinamentos poderiam ser conjuntos, essas aeronaves poderiam utilizar armamento padrão em suas funções . Como alguem disse nos cvomentários abaixo, os A-4 modernizados nem armamento tem, mas poderiam treinar em conjunto com a FAB – que acha que só ela pode ter aviões,mais ninguém – esse tipo de missão.
Isso mostra a falta de pulso dos Presidentes que passaram pelo comando do país -no qual ele é o chefe das forças armadas – com relação aos comandos militares nestes quesitos.
(opinião pessoal).

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  João Bosco
1 mês atrás

Nada a ver… Se o VF-1 quiser atacar sendo vetorados pelos P-95BM (essa é a missão da matéria, emprego dos P-95 como PDATAR), é só solicitar.

Vitor
Vitor
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

O João Bosco esqueceu que os Aviadores Navais da Marinha são formados também na FAB. Não duvido que ali tinha um aviador naval passando por este treinamento.

Vitor
Vitor
1 mês atrás

Pessoal, não considerem que o A-29 irá fazer este ataque no futuro. Estão fazendo isso pois a hora de vôo do A-29 é uma fração da hora de voo do A-1 e A-4, porém os procedimentos de coordenação com os Badeirulhas e Navegação a baixa Altura são procedimentos semelhantes entre o A-29 e A-1/A-4. Hoje os A-1 e A-4 operam apenas com bombas burras. Não se sabe se o Harpoon esta homologado ou integrado a operar com essas plataformas. Como a versão do F-39 inicial virá apenas com pacote de Superioridade aérea, acredito que a tarefa de ataque naval seja… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Vitor
1 mês atrás

Olá Vitor. Pois é. Eu também entendi que isso faz parte do treinamento dos pilotos, afinal o Joker é uma unidade de formação de pilotos. Mais barato que o A29 só o simulador. Em nenhum momento o texto diz que os A29 do Joker serão usados para atacar navios em caso de conflito. Aliás, quando ouço “Joker” eu lembro do soldado “Pile” no banheiro do pelotão, com uma arma carregada com “762 full metal jacket” no filme do Kubrick, “Hello Joker….”. Segundo, adoro o Bandeirulha.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Sim, é somente treinamento…

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Vitor
1 mês atrás

Já postei lá embaixo. A missão é para os estagiários do 1°/5° GAV, operando o P-95BM. Não é para os estagiários do 2°/5°. São somente apoio à instrução.

Marco Antônio
Marco Antônio
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Quando querem apenas desmerecer os atos das forças armadas, até algo bom e importante que é o treinamento dos novos operadores recebem críticas totalmente equivocadas.

Carlos Roberto Correa
Carlos Roberto Correa
1 mês atrás

“”novos conhecimentos e incremento da nossa doutrina operacional, buscando sempre a excelência operacional, característica marcante dos pilotos de caça”, completou o comandante.””

Rindo muito, Olhos aberto para o proximo navio russo.

Nilo
Nilo
1 mês atrás

Excelente desenvolvimento de doutrina….que ver a mesma doutrina pra helicopteros como capacidade de reabastecimento, H-36 Caracal ou AH-2 Sabre ou H-60?, a partir de terra, com um dentes a mostra. Uma abordagem dessa no gatuno seria  paradigmático???
Pirataria na A.Sul (Argentina – Equador…).
Nos falta olhos?…Satélite…Antena: o Radar de Apertura (opá to falando espanhol..rsrsrrs,,) Sintética..Banda L
Petróleo despejado no mar atinge 50 cidades de oito estados……MISTÉRIO……rsrsrsrsrsr.

Nilo
Nilo
Reply to  Nilo
1 mês atrás

Não requeçam de levar os meninos pra diversão.

Nilo
Nilo
Reply to  Nilo
1 mês atrás

SisGAAz..planejamento..quinta fase: sensoriamwento acústico submarino. sexta fase: utilização de radares de longo alcance “OTHR”. Vant…

Salim
Salim
Reply to  Nilo
1 mês atrás

Muito devagar mesmo, incluindo ai Sisfrom, deveria ser prioridade do MD.

Reginaldo
Reginaldo
1 mês atrás

Excetuando-se a questão do “avião AEW”, esse tipo de exercício, basicamente, mostra que já podemos atacar navios como se fazia na Segunda Guerra. É isso mesmo gente

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Reginaldo
1 mês atrás

E ja ta otimo, 2/3 de uma esquadra invasora pode ser de mercantes e navios de apoio…sem comida ou combustivel, soldado não luta ou avião não decola…

Carlos Campos
Carlos Campos
1 mês atrás

Rapaz o povo acha estranho, mas se der para colocar um MANSUP, ou Exocet, Penguin ou qualquer míssil no A29, por mim tá de boa. não importa quem lançou, se acertar o alvo no mínimo o navio sai de combate.

RENAN
RENAN
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Parabéns pelo seu comentário

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Desejamos a Enterprise, mas na falta dela, luta-se com uma colher e bombril.. O A-29 serve muito bem para a manutenção de doutrina da MB; Pode realizar patrulha no mar e muito bem se versionado de forma parecida ao P-29 hipotético, já tem flir e painel que simula o radar, é só pendurar casulo radar; Pode ter algum papel junto aos fuzileiros; pode atuar na guarda costeira, bastando a doutrina de apoio com os meios de superfície em caso de algum pesqueiro desmiolado atentar contra a segurança de RIBs ou barcos da MB…ele pode sombrear para por respeito e em… Read more »

Salim
Salim
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Complementado seu comentários, os fuzileiros analisaram uso ST para CAS em ambientes mais permissíveis, ate st caiu em teste, se náo falha memoria, era piloto da marinha.

glasquis 7
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

“…O A-29 serve muito bem …  Pode ter algum papel junto aos fuzileiros…”

Seria a função CAS. Acho que foi desenvolvido pensando que essa seria uma de suas funções.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Sem duvida, faz quase tudo que um heli de ataque faz…e ja lembrando aos opositores, no oriente medio ja ficou patente que heli de voo pairado tem um taxa de abate assustadora versus o mesmo heli em constante movimento…

Antunes 1980
Antunes 1980
1 mês atrás

S-U-I-C-Í-D-I-O um ataque naval com metralhadoras 12.7 mm, foguetes e bombas burras.

RENAN
RENAN
Reply to  Antunes 1980
1 mês atrás

E se for um navio mercante trazendo equipamentos militares para um inimigo?
Ou um navio mercante levando comida para um inimigo? O a29 está apenas sendo usado para treinamento, porém em caso de necessidades nada empede que com dois casulos de tanque extra vá 1000km a dentro e destrua um navio logístico do inimigo, ou mesmo um caça minas desgarrado.

Antunes 1980
Antunes 1980
Reply to  RENAN
1 mês atrás

E se esse navio tivesse marinheiro operando um MANPAD?

Ataques navais devem ser feitos a longas distâncias.
Estamos no século 21.. Não é mais Pearl Harbor ou a Guerra do Pacifíco.
Somos a oitava maior economia do mundo, merecemos equipamentos e armamentos de ponta para defender nossos interesses comerciais em nossa costa.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Antunes 1980
1 mês atrás

Lembrais Digníssimo Mestre Antunes do alcance do Manpad de 5 a 8 km…enquanto reles foguetes 70 a 127 mm chegam a 12km…se tiver guiagem a laser a taxa de acerto é enorme…bombas guiadas tambem possuem alcance muito maior…

Nao seriam bombas burras…num cenario de guerra…

Salim
Salim
Reply to  RENAN
1 mês atrás

Veja caso Ira abastendo Venezuela, Bandeirulha e ST poria a pique estes navios facilmente.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Salim
1 mês atrás

Caro Salim. No caso brasileiro, a FAB e a MB iriam PROTEGER os navios que se aproximassem do nosso litoral para abastecer o país de petróleo ou produtos comerciais estratégicos.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Mesmo nesta hipotese e apenas num exercicio imaginario para treino, nao se esqueça que a Venezuela está no litoral de interior do Continente. Ou seja, o navio para chegar lá tera de passar aqui proximo bem antes…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Caro Carvalho. A Venezuela deve ser tratada como aliada do Brasil, independente do regime político. Eu defendo que a democracia deva ser restabelecida na Venezuela por meio de eleições gerais e livres (qualquer outra solução é ilegítima) mas a Venezuela deve ser tratada sempre como uma legítima parceira do Brasil. Qualquer navio com destino á Venezuela, ou para a Argentina, ou outro país latino americano que passe próximo ás aguas territoriais brasileiras ou por águas internacionais diz respeito apenas á estes países. Aliás, li uma entrevista com o ex-embaixador dos EUA no Brasil que condenou a visita de Pompeu á… Read more »

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Não foi uma analise politica, foi uma analise tecnica do ST

Camargoer
Camargoer
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Olá Carvalho. Entendi. Há algum tempo tenho defendido que a patrulha naval precisa ser feita com com drones e por imagens de satélite, e processadas com sistemas de inteligência artificial para pré-selecionar as embarcações suspeitas que seriam então acompanhadas pela aviação de patrulha e se fosse o caso, interceptadas por barcos da MB. Este mesmo protocolo seria capaz de detectar com antecedência navios militares que ingressassem no Atlântico Sul a partir do norte ou do sul, permitindo que os submarinos os interceptasse e os acompanhasse de modo furtivo. Uma força tarefa agressora seria imediatamente detectada por um sistema assim até… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer, seria preciso de 3 a 4 satélites estacionários para cobrir costa, mais pessoal treinado para trabalhar 24 horas pra valer a pena e uns 12 anos pra implantar. ST temos e produzimos aqui, radar naval também podemos comprar rápido. Lembre estamos em paz, para patrulha a meios náo militares com velocidade baixa, 2 ou trés missões de 3 horas diárias dariam conta . E somente sugestão época paz, sem transponder ou atitude suspeita ST funciona. Melhor seria bandeirulha e P3, porem e solução muito mais cara para epoca paz.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Salim
1 mês atrás

Olá Salim. Provavelmente você tem razão sobre o tempo necessário para implementar um sistema de vigilância remoto. O Brasil já possuiu a tecnologia de satélites de coleta de imagens e de sistemas de IA para processamento destas imagens, como aqueles que a Embrapa e o Inpe desenvolveram. O uso de inteligência artificial reduz muito o trabalho do pessoal técnico. Os satélites podem ser construídos no Brasil, os drones também. O custo de operar um sistema de vigilância remota é muito menor do manter os meios tradicionais, que devem ser usados apenas nos casos selecionados pelo sistema de inteligência artificial.

Salim
Salim
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer, sistema vigilância não excluem meios necessários a dissuasão. Rápido , barato, eficiente em época de paz seria ST. Com tempo teremos mais gripens e avião patrulha Brazuca e satélites. O que vejo hoje e uma paralização na defesa de nossas fronteiras, esperando, gripen, satélite, mais patrulhas, etc… Se Sisfrom e Sisgazz estivessem operacionais e em época de paz utilizarmos meios capazes para esta condição já estaria bom pra começar. Nossas fronteiras estão vulneráveis devido a novos meios transgressão. Se for bem vigiada fronteira e primeiro passo para evitar agressão.

glasquis 7
Reply to  Antunes 1980
1 mês atrás

Depende do TO e do alvo atacado. Se for um navio de desembarque tipo Batral ou um navio de suprimento ou carga seria efetivo, e em lugares de muitas ilhas, canais e fiordes também seria muito efetivo.

angelo
angelo
1 mês atrás

Bela a terceira foto…..

willhorv
willhorv
1 mês atrás

“Objetivo é capacitar os estagiários do Curso de Especialização Operacional na Aviação de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento”
Mas mesmo assim, acredito que outra plataforma mais apropriada seja necessária. O ST não foi concebido para tal. Sob o solo é outra coisa…

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  willhorv
1 mês atrás

É pra capacitar os estagiários do 1°/5° GAV nessas missões, operando o P-95BM. Não é pra capacitar os estagiários do 2°/5° no A-29. São missões de ataque empregando o conceito PDATAR (Posto Diretor Aerotático no Ar). Os P-95 vetoram os A-29 para o ataque. O A-29 é só uma das ferramentas da missão.

cwb
cwb
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Coronel Nery boa noite!
Já foram feitos treinamentos da fab contra unidades da marinha usando as plataformas emb -145 vetorando os p -3 ou caças a jato?
Tipo simulação para enfrentar uma grande ameaça tipo bloqueio naval,ou ameaça ao nosso litoral?

Obrigado pela atenção!

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  cwb
1 mês atrás

Já. Eu era o Operações do Esquadrão à época.

Trathanius
Trathanius
1 mês atrás

Piada…

Maximus
Maximus
1 mês atrás

Uma curiosidade que tenho, lá do reino da maionese kkk

Na 2GM, os antigos porta-avioes não tinham catapultas, e os antigos turbo hélices decolavam e aterrusavam nos mesmos.

Assim, considerando o nosso atual super tucano poderia, em tese, decolar/aterrissar no nosso PHM Atlântico?

Agradeço a resposta desde já, para quem souber responder.

Abs

lobe
lobe
Reply to  Maximus
1 mês atrás

O A-29 precisa de bem mais pista para operar com segurança, principalmente no caso de pouso,

Maximus
Maximus
Reply to  lobe
1 mês atrás

Obrigado

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  lobe
1 mês atrás

O A-29 não, pois não é um STOL….

Mas Drones ou similares STOL….pode ser…mas o vetor precisa ser criado e desenvolvido…

https://www.youtube.com/watch?v=eKTOgTaUwqs

Jorge Lee
Jorge Lee
Reply to  Maximus
1 mês atrás

Maximus, boa tarde. Na 2GM não havia ainda turboélices. Havia os motores à pistão radiais (preferidos pela USN e USMC) usados nos P-47, F4F Wildcat , F6 Hellcat, F4U Corsair, Focke-Wulf FW 190, dentre outros; os motores à pistão refrigerados à água usados no Bf 109, Spitfire, P-51 e outros; e, por fim, o início dos motores jato com o Me-262, Ar 234, He 162, o Gloster Meteor F.Mk.3, o Bell Airacomet e P-80 Shooting Star. Os porta-aviões na 2GM tinham sim catapultas, principalmente, para auxiliar as primeiras levas que decolavam, pois não havia disponível muito espaço no convôo. As… Read more »

Maximus
Maximus
Reply to  Jorge Lee
1 mês atrás

Caramba, não sabia nada disso. Muito obrigado pela verdadeira aula de história e aeronáutica amigo. Saudações

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
1 mês atrás

Essa matéria está muito mal escrita. Dá a impressão que a missão é do 2°/5° GAV. Não é! Quem tem instrução IVR são os estágiários do 1°/5° GAV. Utilizam a aeronave P-95BM em missões PDATAR (Posto Diretor Aerotático no Ar), vetorando os A-29 pro ataque. É só um aproveitamento, e os A-29 (suporte) realizam uma missão diferente. A MB não tem nada a ver com isso, nem mimimi. Aliás, como está na matéria, o Distrito Naval (que possui Navios patrulha) apóia a missão.

Zezão
Zezão
1 mês atrás

Qual intenção? Mandar alguma mensagem? Porque não fizeram esse treinamento quando venezuelanos e iranianos despejaram óleo em nosso litoral?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Zezão
1 mês atrás

A intenção é formar os estagiários do 1°/5° GAV em missões PDATAR. Você foi alfabetizado?

Ricardo
Ricardo
1 mês atrás

Usar bombas burras não dá. Tem que pensar em misseis como o Hellfire, o Maverick ou o Penguin,

Bille
Bille
Reply to  Ricardo
1 mês atrás

Leia as histórias das falklands aqui no blog…

glasquis 7
Reply to  Bille
1 mês atrás

Mas isso foi em 82, há quase 40 anos. Hoje seria mais difícil

glasquis 7
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Difícil mas não impossível…

Respondendo a mim mesmo KKK

João Adaime
João Adaime
1 mês atrás

Senhores editores
Os cavalheiros vão publicar algo sobre a ITA Transportes Aéreos, a caçula do grupo Itapemirim?
Cordiais saudações

ANDRE DE ALBUQUERQUE GARCIA
ANDRE DE ALBUQUERQUE GARCIA
1 mês atrás

É impressionante a falta de entendimento (de alguns) do assunto tratado aqui. O esquadrão Joker é uma unidade de treinamento. Vale o entendimento e compreensão da doutrina e as avaliações feitas antes e depois de cada missão. Quanto aos mísseis antinavio, embora tenhamos o Harpoon no inventário da FAB e o Exocet e Sea Scua da MB, creio que nosso inventário (incluindo os vetores) é ainda muito insuficiente para um conflito mesmo que regional. Basta ver que não temos hoje um único caça, seja da MB seja da FAB, que esteja capacitado (incluindo mísseis ar-mar) para a missão de combate… Read more »

Matheus
Matheus
1 mês atrás

Off Topic

Dois estojos de Flare se soltaram de um caça F5 e atingiu uma casa no interior de Góias.

https://www.instagram.com/p/CF2qRx8lbzY/?igshid=13o7c54uk6zi0

Jef2019
Jef2019
1 mês atrás

Uma pergunta aos amigos…o vetor mais adequado para esta opeeacao nao seria o AMX? Ja entendi que trata-se de treinamento mas nao seria mais logico realizar isso com vetores capazes de realizar a missão? Pois como ja mencionado usar ST nessa missão não tem lógica…em se tratando de amx na concepcao de projeto o exocet estava no leque de armas que poderiam ser integradas ao avião, porém isso nunca ocorreu, nem nos modelos modernizados…seria tb com bombas burras mas o avião aguentaria o exocet se integrado ao aparelho…enfim essas coisas nunca entendi em nossas Faas, moderniza mas não integra armamwnto… Read more »

Cadillac
Cadillac
Reply to  Jef2019
1 mês atrás

“Ja entendi que trata-se de treinamento” nao entendeu nao, o Rinaldo Nery fez uma explicação perfeita alguns comentários acima. É um treinamento para os operadores dos P-95 e não para as aeronaves atacantes.

Jef2019
Jef2019
Reply to  Cadillac
1 mês atrás

Amigo,não havia visto esse comentario, mas não é o que diz na matéria, o que me levou, não somente a mim como a maioria aqui a deduzir que tratava-se de treinamento para o ST. Obrigado por alertar para esse detalhe. Mas a duvida permanece, porque a FAB não usou o AMX ao invez do ST para alem de treinar os operadores do P-95 treinar tb doutrina de ataque com vetores mais indicados? Enquanto o gripen nao chega os A1 da fab nao seriam os mais indicados para essa missão?.pq nao temos nenhum vetor com misseis anti navio imtegrados? Digo caças… Read more »

RENAN
RENAN
Reply to  Jef2019
1 mês atrás

Custo da hora de vôo, se coloca no alto comando da aeronáutica, você usaria um caça com a hora de vôo em 4 mil dólares ( chute não sei o valor da hora do amx) Ou usaria um super tucano com 1 mil dólares. Lembra você precisa pagar seus banquetes caros, precisa deixar dinheiro para suas gratificações, existe muitos benefícios para você receber, então fica fácil a matemática. Logo logo você chegará a conclusão que é melhor não usar nem o super tucano e treinar somente em simuladores já está ótimo. Afinal de contas temos que garantir os banquetes e… Read more »

Jef2019
Jef2019
Reply to  RENAN
1 mês atrás

É amigo….se for para lançar bombas burras vai de ST mesmo!!! Ou T27 mesmo, em caso de combate tira algum do museu poe querosene e manda para o abate

sergio ribamar ferreira
1 mês atrás

Boa noite. deveria existir interoperacionalidade entre as forças e não celeumas por conta de uma situação ou outra. Houve um bom período de trabalho em conjunto entre FAB e EB . Picuinhas de gabinete. da mesma maneira FAB e MB. As Forças devem e podem se quiserem trabalhar em conjunto buscando entendimentos. O MD serve para agir como moderador e dar soluções que atendam as Forças armadas num todo. Chegará o momento que as forças armadas deverão priorizar tudo em comum acordo. principalmente Logística fora a tão sonhada modernização. Abraços a todos.

Carlos
Carlos
Reply to  sergio ribamar ferreira
1 mês atrás

Isso só vai acontecer o dia que passarem um trator no comando das três forças e remodelarem elas

Atleta lá vc vai ter FAB se jogando no chão pq eb quer ter um avião e pq a MB tem asas fixas e não deixa a FAB andar de navio se não ela troca tiro com todo mundo

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Carlos
1 mês atrás

O que um treinamento de estagiários tem a ver com o MD? Meu Deus…

Emmanuel
Emmanuel
1 mês atrás

Engraçado essa galera…um helicóptero, que é muito mais lento, pode atacar um navio com mísseis, um turbo hélice não.
Vai entender.
Pior do que isso só os devaneios de Kings.

Nilo
Nilo
Reply to  Emmanuel
1 mês atrás

Da minha parte. Destaco que entendo que é um treinamento com ST. Até porque quando se fala em combater pirataria, navio civil, atirar, exige uma doutrina, já aplicável em terra para combate ao narco, inimaginável uso de um missel ou bomba. Quanto ao helicoptero, lento??? em que?, em relação a navios?, ou lanches? que agem no litoral. Heli, velocidade 250Km/h ( fácil )com capacidade de abastecimento. Qual o preço de um helis com autonomia de 300km com capacidade de abastecimento? Qual o preço de um navio-patrulha NPa 500-BR? e de P120 – “Amazonas” Ocenico? Temos navios patrulhas suficentes? Temos Helis?… Read more »

Nilo
Nilo
Reply to  Nilo
1 mês atrás

Em nenhum momento disse: helis pode atacar misseis ou bomba…ST não. Alhos não é bugalhos. O artigo não foi laaaaaaa….
Quanto ao devaneio dos outros a mim não pertence.
rsrsrsrr.

Nilo
Nilo
Reply to  Nilo
1 mês atrás

…iiii…a GRUMEC…..mas ai já é outra história….outro nível rsrsrsr
Operações Especiais
Guerra não convencional
Contra-terrismo
Resgate de reféns
Guerra Irregular,
Conflitos Assimétricos. 

carvalho2008
carvalho2008
1 mês atrás

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carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

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Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
1 mês atrás

Cara, lendo a maioria dos comentários cheguei a conclusão que o brasileiro está com um sério problema de interpretar o que lê! Como ninguém lê mais nada e a Educação Fundamental e Média não incentiva, estamos no meio de muitos analfabetos funcionais!!! Impressionante!! Tem gente mesmo achando que os ST vão ser usados para combate anti navios!!!!

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Bom comentário. Um dos poucos que entenderam.

Salim
Salim
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Caro Rinaldo, domingo fui ver YouTube e tem canal de dito ispicialista que noticiou que FAB vai colocar ST patrulha marítima baseado nesta noticia, uma coisa e comentar possibilidade aqui, porem colocar como certo esta posição ai complicou. Ai concordo com voce em grau e gênero.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

A maioria entendeu, mas a imagem sempre fala mais forte.

Por outro lado, se o mundo ja presenciou C-130 acertando bombas burras em dois petroleiros, seria algum absurdo um A-29 t tendo algum papel do gênero se os recursos forem escassos como sempre o são num conflito?

Astolfo
Astolfo
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Acertar petroleiros sem escolta de navios de combate ou qualquer tipo de defesa não é nenhum tipo de problema. Seja com A-29, Seahawks ou o que quer que seja, isso as FFAA brasileiras conseguiriam fazer com sobras.

Flanker
Flanker
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Vi uma proposta em fazer uma versão do A-29 para patrulha. Missões de patrulha maritima são longas e cansativas….imagina voar por horas amarrado num assento ejetavel numa cabine apertada. Não é sem motivo que praticamente todas aeronaves de patrulha são bimotores ou maiores ainda. Além de poderem carregar mais combustível e sensores, são mais confortáveis para a tripulação nas missões que são, quase sempre, demoradas. Não vejo nexo em uma versão assim para o Super Tucano.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Flanker
1 mês atrás

é bem mais desconfortavel…provavel o kit santario ser usado toda missão…

mas o nexo é que ele já é um patrulheiro…..já está pronto….ja existe, implantado e com toda a cadeia logistica….interoperabilidade e multimissão ( acrobatico, escolta, patrulha, treinador, Ataque leve) sobre outro dedicado…então o custo vale bem a pena…

Já tem o flir e só faltaria o casulo radar…
Segue antigo comparativo:comment image

Flanker
Flanker
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Caro Camargo, respeito sua opinião, mas vc percebeu que o único aparelho do porte do ST nessa tabela é ele mesmo? Fazer voos de 1 ou 2 horas patrulhando os céus do centro -oeste e norte é uma coisa….passar 5 horas ou mais voando sobre o mar é outra bem diferente. Mesmo que tenha esses “projetos” de internet, não deixa de ser algo totalmente exótico e sem propósito. …..minha opinião, claro…..

Last edited 1 mês atrás by Flanker
carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Flanker
1 mês atrás

bem…o amigo sabe da enorme lista de monomotores das marinhas…antigos e modernos..

Ele foi feito para a Amazonia, acredita que na Amazônia a ocorrencia seria diferente? Vai ejetar do mesmo jeito…agua pode estar fria? sim…dependendo da correnteza sim…mas cair de paraquedas na copa das arvores é um pesadelo…a pancada é grande e um dos maiores motivos de traumatismos…

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Não sei o que é pior….acho que são equivalentes…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

E ele foi desenhado exatamente para isto, tempo de voo de até 6 horas, por cima de mato e floresta, o mar não é azul, mas é verde e mais aspero…se cair, so heli chega lá….e novamente, cair de para-quedas na copa da árvore acho mais arriscado que no mar…

Ele foi feito para isto

A MB é que esta dormindo…ja deveria ter uns 12 para entender como usar o bicho

Flanker
Flanker
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Monomotor de patrulha naval? De caça, ataque, etc tem muitos……

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Flanker
1 mês atrás

comment image

O pC12 eagle spectre da tabela acima é mono

O Alize é mono
comment image

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Flanker
1 mês atrás

comment image

O pC12 eagle spectre da tabela acima é mono

Flanker
Flanker
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Pra ser sincero, nem olhei a tabela direito. O PC-12 permite funções completas de patrulha , como botes infláveis e kits de sobrevivência.. ……além de ter espaço pra tripulação descansar

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Flanker
1 mês atrás

A menção foi sobre a eterna critica do bi ou mono motor sobre operações no mar, ele faz sendo mono…

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Flanker
1 mês atrás

comment image
Alize é mono

Flanker
Flanker
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Coisa antiga….e era operado embarcado, não?

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Uai, de onde decola faz diferença na discussao sobre operar longas horas distante no mar?

Salim
Salim
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Veja bem, patrulha naval em época paz e mais simples, meio naval e lento. Colocando 2 ST a cada 800 km daria 20 ST para cobrir nossa costa com raio 800 km patrulha e com radar razoável em 3 horas patrulha cumpre missão. Você praticamente fecha nosso mar territorial. Custo baixo operacional e efetivo para época paz. Dai tem P3, c295, bandeirulha e quem sabe erj195 naval.

Flanker
Flanker
Reply to  Salim
1 mês atrás

Você e o Carvalho pensam do mesmo jeito, mas esquecem que patrulha naval serve, e muito, para salvamento no mar. Os P-3 e P-95 levam botes infláveis para lançamento para náufragos, lançam kits de sobrevivência, etc……faria isso como, com um ST? O Carvalho citou que ele foi feito para voar por até 6 horas sobre a Amazônia. Eles fazem isso nos esquadrões do 3⁰ GAV? Duvido. Operam muito mais em missões de acionamento para interceptar voos ilícitos. Missões como as cumpeidas pelo 3⁰ GAV tem duração muiro diferente que as0 cumpridas por aeronaves de patrulha naval. O ST não foi… Read more »

Salim
Salim
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Flanker, exato , opinioes. A realidade técnica, bem avaliada, dara resposta. Parabéns a sua tolerância a idéias diferentes.

Flanker
Flanker
Reply to  Salim
1 mês atrás

Exato….é tb agradeço à vcs 2 pela educação no debate.

Salim
Salim
Reply to  Salim
1 mês atrás

Lembro também que estamos aplicando ST em missão vigilância e patrulha armada. SAr e Csar fora da spec. Custo beneficio ST em patrulha época paz e bem vantajoso.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Salim
1 mês atrás

SAR o A-29 não faz. C-SAR está na spec. O A-29 foi inspirado no A-1 Skyrider, empregado no Vietnã. E, lá, o A-1, o que mais fazia , era escolta em C-SAR. Falo com propriedade, pois quem escreveu os ROP do A-29, em 1992, fomos eu e o 02 da minha turma.

Salim
Salim
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Exato , Csar dando cobertura extração. Legal.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Um casulo para lançar bote?

Flanker
Flanker
Reply to  Carvalho2008
1 mês atrás

Quanto se vai gastar com todas essas adaptações que vocês propõe? Casulo com radar, o radar em si, casulo para lançar bote, etc….comprar, integrar e homologar tudo isso……muito melhor e vantajoso colocar um pouco mais de dinheiro e comprar aeronaves de patrulha de verdade!Não adianta, vocês podem falar horas sobre um ST de patrulha…….vou sempre considerar um desperdício de dinheiro adaptar essa aeronave para isso, uma tortura para os tripulantes em missões demoradas e cansativas, não terá desempenho de uma aeronave verdadeira de patrulha, etc…..

Salim
Salim
Reply to  Marcelo Andrade
1 mês atrás

Marcelo, estamos apenas exercitando na pratica esta opção, que e valida, lendo o texto e claro o intuito do treinamento ( embora titulo foi dúbio ). Nada impede comentários, pois os mesmos, ate os mais extravagantes, podem trazer uma abertura de horizontes náo avaliados. Leia sobre soluções fora da logica na época para equipamentos e doutrina Alemã segunda guerra e sobre Malvinas onde Harriers enfrentaram caças de ataque com sucesso. Se VC náo gosta, simples, pule o comentário e deixa o resto exercitar criatividade ou protesto. Esta abertura e que traz sucesso deste espaço, veja quantidade de postagens de variados… Read more »

Helio Eduardo
Helio Eduardo
1 mês atrás

Gostaria de fazer uma pergunta objetiva.

Cenário 1: defesa do mar territorial e da costa contra uma marinha de guerra sem apoio aéreo.

Cenário 2: defesa do mar territorial e da costa contra uma marinha de guerra com apoio aéreo de 1 único NAe.

Gostaria de saber os meios aéreos e respectivas armas disponíveis para cada cenário, porque ninguém vai usar P-3 contra uma esquadra, ou vai?

Salim
Salim
Reply to  Helio Eduardo
1 mês atrás

Helio, pergunta complicada, da uma tese doutorado rsss. Basicamente, sem cobertura aerea vc perdeu. Navio nao sai porto se oponente tem cobertura aerea. Defesa ficaria limitada a capacidade de manter caças no ar em quantidade e full time. Com PA você levaria guerra para longe da sua Costa, desgastando força naval inimiga. P3 e aviao patrulha anti superfície e submarino.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Helio Eduardo
1 mês atrás

Caro Helio. Acho que é preciso aumentar as variáveis, por exemplo incluindo uma frota de submarinos convencionais ou a presença de um ou dois submarinos nucleares de ataque. Isso obrigaria a força naval agressiva empregar mais meios de superfície de proteção e se posicionar mais distante do litoral (é uma das discussões que fiz no PN sobre a vantagem de ter uma pequena frota de submarinos nucleares). Outra questão é a existência de uma força aeronaval equipada com mísseis antinavio baseadas no continente (como a Argentina tinha durante a Guerra das Malvinas) que pode ser guiada empregando um avião-radar, como… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Mestre Camargoer, Uma força aeronaval ou terrestre de um pais litoraneo já tem por obrigação a no mínimo dispor de misseis contra navios que invadam suas aguas. O problema é que mesmo tendo o missil antinavio ( que já é sua obrigação possuir), a mesma distancia que lhe torna possível alcançar o navio inimigo é a mesma que o inimigo tem para alcança-lo…ou seja, uma força continental já de partida não cobre o principio de barrar o adversário antes que ele alcance o telhado de nossas casas… Na realidade é até pior, pois quando o inimigo desejar, ele aproxima e… Read more »

glasquis 7
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

a mesma distancia que lhe torna possível alcançar o navio inimigo é a mesma que o inimigo tem para alcança-lo…ou seja, “

Mas o Harpoon tem 275 Km de Alcance, a FAB com apoio de AWACs poderia atacar uma frota com seus Harpon. O sistema de defesa dos navios poderia atingir apenas os misseis. Dificilmente atinge os P3.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Mestre Glasquis…pondere…uma frota de P-3 que irá barrar a aproximação de uma esquadra aeronaval??

Um ato isolado….isolado é…e de eficiencia duvidosa…uma andorinha não faz verão…um missil tambem não representa muito…uma esquadra com força aeronaval já deve ter isto contabilizado não?

Glasquis7
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Nesse caso, os P3 não operariam sem escolta.

Se os P3 não fossem efetivos em guerra anti superfície, a FAB não gastava com integração de Harpoon nos P3.

Principalmente em se considerando o possível Inimigo imediato de uma guerra contra o Brasil que seria Argentina, Colômbia ou Venezuela.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Caro Glasquis. O cenário de conflito contra a Colômbia ou Venezuela é pouco provável. É mais provável que a MB/FAB participem de uma missão de paz em algum território na África ou América Central, por exemplo. Acho improvável até que seja necessário atuar em uma missão de paz na América do Sul. Outra possibilidade remota mas até mais provável que um conflito com um vizinho seria a participação de uma coalização em um conflito no oriente médio, África, ou sudeste/leste asiático. Talvez mais provável seja a necessidade da FAB/MB elevar o estado de alerta em caso de um conflito na… Read more »

Glasquis7
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

O cenário de conflito contra a Colômbia ou Venezuela é pouco provável.”

Vc não entendeu a colocação.

Esses são os países com fronteira naval e Marinha de guerra, em condições mínimas de criar algum tipo e problema, mais próximos à águas territoriais do Brasil. Por isso são a primeira hipótese de conflito. O treinamento e a construção de capacidades da Marinha está dimensionada a isso

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Glasquis7
1 mês atrás

Ok, considerando que cada P-3 pode levar ate 4 Harpoons…

Salim
Salim
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Acredito que P3 contra navios desgarrado ou sub superfície ainda vai, mais contrapor frota ataque acredito ser bem difícil.

glasquis 7
Reply to  Salim
1 mês atrás

Se considerarmos os Vizinhos que seriam os “possíveis inimigos”, 3 P3 protegidos por F5 BR e com o apoio de um AWACs, conseguiriam realizar um ataque de saturação (considerando que cada P3 porta 4 Harpoon) a uma distância acima dos 200 KM. E acho que não há nada na região do Atlantico Sul Americano, que possa repelir esse ataque. Os Argentinos não tem como escoltar por ar a sua Frota, assim como os Venezuelanos tampouco. Ficaria então apenas a Colômbia que seus vetores estão capacitados pra REVO e tem um AESA que serviria muito pra “intimidar” a ameaça. Mas veja… Read more »

glasquis 7
Reply to  Helio Eduardo
1 mês atrás

“porque ninguém vai usar P-3 contra uma esquadra, ou vai?”

Numa guerra se usa o que se tem. Os P3 estão preparados pra lançar Harpoon com +/- 275KM de alcance. Por que não os usariam?

Salim
Salim
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Na guerra vale tudo, porem P3 custa bem mais que um caça e muito mais ST.