domingo, maio 9, 2021

Gripen para o Brasil

Aviação de Patrulha da FAB incorpora aeronaves remotamente pilotadas IAI Heron I

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O mês de agosto de 2020 marca a história da Aviação de Patrulha na Força Aérea Brasileira (FAB): o Primeiro Esquadrão do Sétimo Grupo de Aviação (1º/7º GAV) – Esquadrão Orungan, com sede na Ala 12, incorporou o Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP) – Heron I. As modernas ARP’s, fabricadas pela Israel Aerospace Industries – IAI, denominadas na Força Aérea Brasileira como RQ-1150, são usadas por cerca de 20 países ao redor do mundo para dinamizar as operações de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento.

A Polícia Federal do Brasil e o Comando da Aeronáutica (COMAER) firmaram um acordo de operação compartilhada de duas unidades do Heron I, proporcionando o aumento da capacidade operacional mútua. Para isso, foi publicada, em agosto de 2018, a DCA 11-114 – Diretriz de planejamento para a operação conjunta do Sistema ARP Heron, em proveito da Força Aérea Brasileira e da Polícia Federal.

Ainda nesse sentido, o Comando de Preparo (COMPREP) publicou, em 17 de outubro de 2018, a Portaria Nº 169/SCAD-30 criando o Grupo de Trabalho Sierra – GT Sierra, designando os militares responsáveis pela implantação e desenvolvimento da doutrina de operação desse vetor na Ala 12. Em novembro de 2019, ocorreu o primeiro voo da aeronave envergando a matricula da Força Aérea Brasileira – FAB 7820. A decolagem foi realizada a partir do aeródromo de Santa Cruz (SBSC), totalizando 40 minutos de voo.

Incorporação pelo Esquadrão Orungan

Em agosto de 2020, o GT-Sierra foi extinto e os seus meios materiais e recursos humanos foram incorporados ao Esquadrão Orungan. Com essa incorporação, foi ativada a Esquadrilha IVR (Inteligência, Vigilância e Reconhecimento), no 1º/7º GAV. A função da Esquadrilha será disseminar conhecimentos e doutrinas relacionados ao emprego dos sensores imageadores aeroembarcados nas aeronave P-3AM e RQ-1150 Heron I.

De acordo com o Comandante do 1º/7º GAV, Tenente-Coronel Aviador Marcelo de Carvalho Trope, o compartilhamento doutrinário entre os militares oriundos do GT-Sierra e do Esquadrão Orungan representa excelente oportunidade de desenvolvimento das atividades de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento. “Também possibilita uma melhoria no resultado das missões e nos Produtos de Inteligência fornecidos pela Unidade Aérea”, explica.

Atualmente, o Esquadrão Orungan realiza diversas missões IVR com a aeronave P-3AM. Porém, a formação básica de seus tripulantes advém da Aviação de Patrulha. A criação de uma Esquadrilha IVR no 1º/7º GAV trará desenvolvimento do Esquadrão nessa vertente do emprego. O compartilhamento de expertises com os Oficiais e Graduados oriundos da Aviação de Reconhecimento poderá representar, inclusive, uma melhor utilização dos sensores aeroembarcados na aeronave P-3 Orion, incrementando a capacidade do Esquadrão na obtenção e interpretação de imagens, bem como auxiliando a confecção dos relatórios oriundos das missões realizadas pela Unidade.

Por outro lado, os militares que atuavam no Grupo de Trabalho Sierra passam a contar com toda a estrutura administrativa e operacional de uma Unidade Aérea. Além disso, os atuais operadores de equipamentos especiais do 1º/7º GAV também poderão ser utilizados no Quadro de Tripulantes do SARP Heron, compartilhando com os novos integrantes os conhecimentos adquiridos durante os 9 anos de operação da aeronave P-3AM no Brasil.

FONTE: Força Aérea Brasileira

- Advertisement -

77 Comments

Subscribe
Notify of
guest
77 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Pablo

Espero que assim abra espaço para projetos nacionais, como atobá e falcão (quando estiverem plenamente prontos) por exemplo, acredito que ajudará muito nossas industrias nesse ramo.

Fabio Araujo

Algum planejamento de drones armados para as nossas Forças Armadas?

Rinaldo Nery

A PF não teve competência pra operar o Heron e passou pra FAB. Já havia postado noutra matéria, há tempos, que o futuro do esclarecimento marítimo (diferente de Patrulha Marítima) são as ARP. Parece que a FAB já começou a se mexer.

Pedro Rocha

Cel. Rinaldo Nery saudações! O senhor que possui um conhecimento maior do que o meu, acerca da FAB saberia me dizer se as missões de Patrulha, Esclarecimento e principalmente ASW / ASuW estão sendo discutidas para transferência para a MB ou como eu gostaria serem realizadas com armas combinadas? Eu gostaria muito que a FAB e a MB operassem em pool com o P-8 !

Rinaldo Nery

Ao EMAER cabe esse estudo. Não sei se está em curso. Já houve. Acredito que a MB não tenha recursos, agora, pra assumir. Operadores de sonar da MB tripularão os P-3. Um dos motivos da transferência pra Santa Cruz.

Jorge F

Sim, existe uma discussão sobre a capacidade da FAB se opor às forças de superfície marítimas. A questão seria mais simples se a WWII não tivesse ocorrido e a FAB nunca tivesse sido usada na campanha do Atlântico. Temos poucos recursos e investir em uma força aérea dedicada a marinha, capaz de patrulha marítima e ataques num Teatro de Operações Marítimo e outra dedicada à superfície seca é um campo de dissonância e debates pois tanto a FAB quanto a MB não dispõe dos recursos mas são impelidas por lei. Por fim, P-8 para a MB ou para FAB é… Read more »

MMerlin

Lembro do comentário Cel. Nery. Uma pergunta. Esta aeronaves não seriam melhor aproveitadas se fossem direcionadas para as alas 4, 5 ou 7, uma vez que fica mais próximas de regiões fronteiriças.

Rinaldo Nery

O 1°/12° já cumpre essas missões no território nacional. Controlados pelo nosso SGDC.

Carlos Campos

isso seria muito bom, reduziria o numero de navios de patrulha, além de que encontrado uma ameaça um heli poderia investigar melhor. ou despachar um navio para area, seria fazer mais com menos.

Bille

Buenas. Acredito que se o trabalho do PBC for bem feito pelo MD (EMCFA), a possibilidade da aviação de patrulha voltar para a MB é grande, talvez até natural. Só que os P3 já são aeronaves velhas. Nesse caso, pensando principalmente em ASW (que precisa de plataformas que tenham condições de identificar e atacar submarinos), talvez os ARP não dêem conta (ainda). Nesse nicho, uma futura versão ASW do 190E2 ou do próprio KC390 seria uma excelente pedida, utilizando os conhecimentos adquiridos dos P3, aos cuidados da MB. Mas a MB mesmo não tem interesse em ter a aviação de… Read more »

Bardini

Tu ouviu dizer isso faz muito tempo então, pq a MB já definiu o Scan Eagle e está em processo de aquisição…

MMerlin

Na verdade já foram adquiridas algumas unidades. Até gerou uma certa polêmica devido a aquisição de uma única plataforma de lançamento.
A MB esclareceu depois que o objetivo inicial seria desenvolver a doutrina.

Bille

Por “increça que parível” ouvi há menos de 1 mês, só que era um aspecto muito mais ligado a doutrina. O como tratar a informação e fazer percorrer a cadeia decisória oportunamente é que tá pegando.

Bardini

“isso seria muito bom, reduziria o numero de navios de patrulha, além de que encontrado uma ameaça um heli poderia investigar melhor.”
.
Isso aí não tem fundamento nenhum. Um não excluí o outro. São complementares…
.
NPa impõe a presença de Estado. É visto. É barato e tem capacidade de realizar dezenas de inspeções em um dia de Mar.

Carlos Campos

Sim São complentares, Nunca disse que um substituí o outro, mas torna nosso patrulhamento melhor. Mais rápido e barato

Flanker

Pelas imagens, os dois exemplares tem configurações diferentes entre eles….não são iguais.

Diogo Luiz Bizatto

2? Isso é suficiente?

Leonardo M.

Como sempre, para criar “Doutrina”

Santiago
Wellington Góes

O Hermes 900 é do porte do Heron, mas não tão competente, não é a toa que o Heron é operado por grandes forças da OTAN, por exemplo, já o Hermes 900… Agora o Hermes 450, é um VANT com capacidades mais táticas… Este sim seria mais adequado ao que a PF queria…. O problema foi querer dar o passo maior do que a perna…

Last edited 7 meses atrás by Wellington Góes
Willber Rodrigues

Considerando-se o tamanho de nossas fronteiras marítimas e terrestres, esse é o tipo de equipamento que as FA’s deveriam ter em grande quantidade, pra melhorar o patrulhamento fronteiriço

uBurg

Willber concordo 100% – estamos atrasados mas finalmente chegamos

Wagner

Sim, estamos atrasados. Mas nunca chegaremos… não vão passar de duas unidades que em pouco tempo estarão encostadas para serem “modernizadas” (o que vai tomar uns 19 anos de idas e vindas e promessas) e nunca mais voarão. Daí, um tempo depois, a direção da fab resolve comprar outras duas por um preço milionariamente absurdo, fecha setor, abre setor, realoca recursos, empaca na burocracia e usa as aeronaves ate o processo se repetir. Já passou da hora de abrirmos os olhos e enxergarmos que as forças armadas do Brasil são uma piada, com meia duzia de oficias intermediarios como exceçoes,… Read more »

Rogério Loureiro Dhierio

Concordo, e de preferência nacionais.

cwb

salve amigos foristas: Desculpe a pergunta: sabendo que todo ano temos queimadas na amazônia e pantanal, não seria interessante criar um cenário para emprego dessa capacidade no próximo ano? vou mais longe:porque para cada kc 390 incorporado um c-130 não é convertido em avião bombeiro?Teríamos aviões ativos e outros como suprimentos de peças, equipe de pilotos e mecânicos. Acho que a metodologia de lançamento de suprimentos é igual a jogar água, respeitando o deslocamento de carga no avião. Outra coisa seria aproveitar quem não quer se alistar para fazer treinamento para brigadista, se o circunscrito consegue em um ano aprender… Read more »

Flight_Falcon

CWB
Os C-130 já estão fazendo hora extra na FAB.
Os mais antigos já foram desativados e os que tinham melhores condições, foram modernizados até a chegada do substituto deles.
Creio que a FAB não queira mais investir nessa aeronave, visto que o 390 vai ter essa capacidade, após o desenvolvimento da doutrina.

Wagner

Sua ideia é ótima e funcionaria num país sério. Mas não vai rolar no brasil.

Satyricon

Olha CWB, sua ideia de uma frota aérea dedicada ao combate a incêndios é muito boa mas, a meu ver, vc só errou no modelo. Os C-130 estão surrados, e mantê-los em condições de vôo vai custar uma fortuna. Mas temos vetores novos, que cairiam como uma luva nessa função, chegando para … a MB. São os S2 Tracker, que um dia talvez tivessem alguma serventia, mas hoje representam apenas um embaraço para a força.
Talvez a MB até agradeça se alguém der um destino para essas aeronaves…

Salomon

Nossa! É mesmo…estão esquecidos e, acredito, meio parados..seria ótimo seu aproveitamento para bombeiro, caso seja possível tecnicamente. E livraria a Marinha de uma mala sem alça.

Flanker

Parados, eles estão com certeza. Os C-1Trader estão em processo de revitalização e modernização nos EUA. Talvez, em 2021 entreguem o primeiro para a MB.

Rommelqe

Cada um dos C130 da FAB é um bombeiros, visto que o kit de combate a incêndios pode ser montado em qualquer um deles. Logico que alguns itens requerem algumas adaptações por isso certamente há uma ou duas aeronaves que seriam preferencialmente as plataformas utilizadas (até porque as tripulações temn que ser especificamente treinadas). Até onde eu saiba a FAB só tem um kit….(lembrando que a propria USAF tem “apenas” quatro kits…).
Estou muito ansioso para ver o KC390 já certificado para esta função.

cwb

Obrigado aos amigos pelas respostas.Quando vejo essas situações de calamidade,principalmente contra a natureza, parece má vontade de todas as partes em resolver. Será que o dinheiro repassado para as ongs todos esses anos não seria melhor aproveitado em aviões e brigadas contra incêndios? Acho que um avião é pouco pelo tamanho do Brasil. Se as forças armadas quisessem treinar seus efetivos, o interior dos parques nacionais seriam um bom local, e as vezes esses veículos aéreos não tripulados poderiam fornecer imagem de ilícitos como corte de madeira e crimes ambientais.Muitos vão dizer que não é função das forças armadas, mas… Read more »

Carlos Campos

Por mais que goste dos produtos israelenses o Brasil poderia fazer algo melhor em casa, basta vontade, mas em vez disso quer fazer um novo avião de transporte pequeno. Um avião como esse economizaria dezenas de milhões por ano com navios patrulhas, que daria para se focar em fazer corvetas e fragatas e não um monte patrulheiros meia boca.

OSEIAS

Veja o Atoba e o Falcão. Para mim o Atoba é mais indicado pois é mais robusto e com maior carga paga e alcance. Mas cada produto tem sua função especifica.

Salim

Vant com grande alcance e capacidade carga tem tecnologia ponta, acredito que ainda sera demorado desenvolver aqui. Os vante nacionais são bem menores. O sobrevoo de vant só serve alerta, quem garante soberania e barco patrulha ou avião armado que pode neutralizar invasor, porem terá que ser enviado Baco patrulha para escolta retorno.

Carlos Campos

Sim. Os canta enxergam mais longe. Percorrem mais áreas. Assim eles seriam sensores dos navios trabalhando em rede. Imagina que um barco estrangeiro tá a leste de um navio patrulha. Esse navio tá fazendo pesca ilegal ou até mapeando nosso subsolo marítimo. O navio patrulha da seguindo para Oeste. Ele nunca veria essa irregularidade. Com o drone ele seria avisado. O navio poderia despachar um helicóptero para expulsar o navio estrangeiro para águas internacionais

Freitas

Praticamente estamos sem aviação de patrulha, a FAB deveria ter um planejamento robusto de aquisição de aeronaves de patrulha, não há previsão nenhuma, a nossa Amazônia Azul e a Marinha Brasileira esquecidas, vislumbro que a mentalidade de Brigadeiros e Estado Maior há muito deixam a desejar quando se trata de presença efetiva da FAB, neste teatro de operações. Muitas mudanças, fechando bases e parcela insignificante de caças e de aviões de patrulha marítima. Agora ponto e aplauso para a eficácia do CECONSAER, que mantém a ilusão de quê se está tudo bem. Conto e espero que haja uma intervenção profunda… Read more »

Leonardo M.

E os P-3 em salvador?

Fabio Jeffer

Isso ainda é herança das Forças Armadas em querer concentrar tudo no RJ

Rogério Loureiro Dhierio

Está concentração eu sinceramente não entendo.

Freitas

Hoje, a FAB conta com uma frota de nove P-3 AM Orion (muitíssimo pouco) sediados no esquadrão Orungan, em Salvador (BA), isto é se estiverem todos operando ao mesmo tempo. O avião possui um dos mais modernos sistemas para identificação por radar e dispõe do mecanismo Forward Looking Infra-Red (FLIR), que complementa as informações dos tráfegos marítimos, fornecendo imagens nítidas e claras mesmo no período noturno. A aeronave permite localizar, identificar e repassar todo o cenário do tráfego marítimo para embarcações da Marinha do Brasil e direcionar a atividade de policiamento para as áreas mais críticas. As aeronaves são operadas por uma tripulação… Read more »

Last edited 7 meses atrás by Freitas
Bardini

Legal o Ctrl C e Ctrl V e a babação no final, mas o Orungan foi transferido para Santa Cruz já faz mais de 2 anos…

Salim

Sim, inclusive acima tem comentários sobre isto.

Wagner

Bardini, concordo. Incrível como brasileiro gosta de tampar o Sol com a peneira. Sempre aparece uma justificativa para o injustificável! E quando li “…fazemos isto uma FAB revitalizada na qualidade e quantidade…” deu até coceira em mim, tanto pelos erros crassos de português quanto pela falácia.

Flanker

Concordo com tudo que vc escreveu ….. só que não é tampar o sol….é, tapar o sol….

Nunão

“Hoje, a FAB conta com uma frota de nove P-3 AM Orion (muitíssimo pouco) sediados no esquadrão Orungan, em Salvador (BA)“.

Já faz um tempinho que se mudaram para Santa Cruz, no Rio de Janeiro, e tem outros comentários, postados antes do seu, falando sobre isso.

Last edited 7 meses atrás by Nunão
Flanker

Nossa…com todo respeito, mas que encheção de linguiça. Todos danos das capacidades e utilidades dos P-3AM. Colocar vetores em todo o território nacional é algo praticamente impossível . O que se precisa é capacidade de operar deslocado, em qualquer ponto do território, sempre que for necessário. a centralização de meios jisrifoca-se pela economia de manutenção e guarda desses meios aéreos.

Flanker

O que tem? Há alguns anos eles foram transferidos para o RJ. Mas, sempre que precisar podem operar de qualquer ponto do território nacional.

Gilson

eu acho muito bem vindo esse tipo de equipamento na FAB, para patrulhamento marítimo, apesar do atraso, mas particularmente acho que deveria ser usado pela Marinha também. Outro ponto aproveitando a reportagem é que até o momento eu não vejo nem um plano do Brasil, de adquirir ou desenvolver drones armados com mísseis e bombas guiadas, enquanto que o mundo desenvolve e aperfeiçoa este tipo de armamento que é cada vez letal ao inimigo.

RENAN

Um pequeno paço na direção correta
O futuro será de muitos ARP e drones, reduzindo o gasto bom pessoal e com arenoves muito caras.
Parabéns antes tarde do que nunca

Fábio Mayer

Penso que, com a quantidade de queimadas e incêndios que acontecem no Brasil, afinal somos uma nação de crjminosos ambientais, que destroem mata para vender soja e carne baratas para a China, a FAB deveria ter um esquadrão de aeronaves de combate a incêndios, prontas para atuar em todo o território nacional:
.

Wellington Góes

Aleluia!!! Sem querer, a coisa está avançando no rumo que deveria e com o VANT apropriado à missão… Porque se dependesse dos planejadores no Aeroclube….. Rsrsrsrs

Last edited 7 meses atrás by Wellington Góes
schneider

Suponho que essas aeronaves sejam aquelas que a Polícia Federal tentou operar, mas que foi impedida pela ciumeira da Aeronáutica. O equipamento teria muito maior uso nas mãos da PF do que da Aeronáutica. Brinquedo caro só nas mãos das forças armadas.

Rinaldo Nery

Não teve nada a ver com ciumeira. Não faça coro ao Wellington postando bobagens. A PF não teve COMPETÊNCIA pra operar. Operacional ou logística, não sei.

John Armless

https://istoe.com.br/88385_BATALHA+AEREA/
Aeronáutica ameaça derrubar vants.

Last edited 7 meses atrás by John Armless
Wellington Góes

O comando deste senhor foi um verdadeiro furacão nas capacidades de planejamento, desenvolvimento tecnológico autóctone e capacidade ofensiva da força… Hoje a FAB não passa de um aeroclube… Usou do posto para favorecer empresas estrangeiras como a BOEING e ELBIT, não a toa tantos contratos com dispensa de licitação nos anos de seu comando… Vale lembrar que essa estória de negociação da Embraer com a Boeing começou durante seu comando, em 2012… E isto não sou eu quem está escrevendo… É só dá uma “Googlada” para confirmar… Picuinhas constantes com outros órgãos (esse caso do VANT foi só um), negociações… Read more »

schneider

Rinaldo, é bom lembrar você que blogs e redes sociais demandam respeito a opinião dos outros.
Como eu disse antes, este episódio tratou de ciúmes da Força Aérea que não estava operando o equipamento milionário. Se não estou enganado, na época, os boçais da Aeronáutica até mesmo ameaçaram a derrubada dos drones. Não creio que envolveu incapacidade da Polícia Federal, pois isto passa por treinamento. Sabemos que, na média, o pessoal da Polícia Federal é incomparavelmente mais capacitado que o das Forças Armadas.
 

Agnelo

Hahahahahahahahahha
É sim
Hahahahahahaha

Flanker

“Sabemos que, na média, o pessoal da Polícia Federal é incomparavelmente mais capacitado que o das Forças Armadas.”
Se for para prender bandido, seguir pistas de crimes e fazer trabalho de polícia, o mínimo que se espera é que os servidores da PF sejam melhores que os militares….
Se for para realizar missões militares, incluindo desenvolver manuais, procedimentos e doutrinas de operação de equipamentos aéreos, incluindo VANT’s, a capacitação da FAB é incomparavelmente maior que a da PF.
Então, seria bom você substituir o “sabemos” por “Eu sei”….no caso, sua opinião….

MMerlin

Concordo. Cada um no seu quadrado.
Mas fiquei curioso com o “…incomparavelmente mais capacitado…”.
Sou adepto das estatísticas. Com números não se discute.
Então @schneider, se puder apontar ou especificar de onde veio esta conclusão, agradeço.

Rinaldo Nery

Agnelo, vou fazer coro! Hahahahahaahahahahahaha.

Wellington Góes

Houve ciumeira da FAB sim, está sendo corporativista em querer encobrir isto… Fato que foi muito discutido na época, com informações de bastidores…
Agora é fato, também, a falta de competência da PF em fazer um planejamento descente, de escolher um VANT adequado a sua missão constitucional (o Heron está muito acima da sua necessidade e capacidade), bem como consequentemente, estrutura de equipagens e pessoal aptas a operar o VANT, ou seja, deu passo muitíssimo maior do que a perna…
Então sem esse papinho de postar desinformação e me culpar pelas patacoadas do Aeroclube…

Rinaldo Nery

Conversas de bastidores? De quem? Você serve em Brasília ou é um civil? Não pára de postar bobagens. Impressionante.

Wellington Góes

Quer dizer, então, que tem que ser militar para falar a verdade dos fatos?! Faça-me o favor!!! Se não gosta da verdade, paciência, mas isto não a mudará… Gostando dela ou não…

Bardini

A Marinha de Israel substituiu os seus Sea Scan 1124 MPA por Heron alguns anos atrás.
.
Creio que tanto esse quanto o Hermes 900, dariam excelentes substitutos para os Bandeirulhas…
.
Será que não é o caso da FAB colocar uma grana encima e fazer o upgrade para equipar as aeronaves com um radar e fazer Patrulha com equipamento mais performante na coleta de dados?
.comment image
.

Satyricon

Bardini, penso exatamente o mesmo.
Mas acredito que isso deveria ser atribuição da MB, como um primeiro passo na transferência da patrulha aeronaval da FAB para a MB. Ou talvez um programa de operação conjunta.
Pelo visto, o trem já partiu da estação.

Wellington Góes

A MB quer o Heron, inclusive incentivou que uma empresa nacional se associasse à IAI, para montá-lo no Brasil.

Wellington Góes

Converse com qualquer da aviação naval e eles te dirão que o Heron sempre foi a opção da força naval, quando o assunto é usar VANTs na patrulha marítima… Advinha qual a outra força que sempre jogou contra a adoção do Heron, por causa de um outro produto israelense?! Uma dica, é um produto da dona de uma subsidiária brasileira no RS….

MGNVS

Outra excelente aquisicao para o Brasil pois vai agregar e aumentar bastante nossa capacidade de vigilancia. Porem, apesar da renomada tecnologia israelense, no lugar de comprar o Brasil deveria aprender a fazer para ter.

Salim

Um nao impede o outro, tem que suprir a carencia atual equipento e desenvolver nacional. Porem planejamento tem que ser detalhado e executado, lembro que planejamento muda no Brasil sem nenhum pudor. Ai temos tot Tikuana vs scorpene, classe Barroso e Niterói esquecida para novo tot. AMX para Gripen, adarter por Iris, sikonta contra novo sistema europeu, se colocar mísseis e napa/opv, …. falta foco Faas faz décadas.

MGNVS

Salim… concordo plenamente. O problema é que o Brasil nao tem projetos de Estado que tenham continuidade independente de qual Governo esteja no poder. Aqui temos apenas projetos de Governo que so levam em consideracao interesses proprios e isso é pessimo para as Forças Armadas e para outros setores tbm. Deve haver uma reforma politica e partidaria urgente, principalmente para acabar com esse maldito foro privilegiado e com a reeleicao. Politico nao é profissao para um cidadao ficar 24 anos no poder. Deve haver apenas um mandato de 6 anos. Foi eleito e cumpriu o mandato entao fim… so disputa… Read more »

Alem

Os drones da PF ainda estão proibidos pelo STF?

rodrigo

A PF deveria repassar o helicóptero AW139 adquirido em 2012 que não deve ter nem 10 horas de vôos para a FAB. A PF fez torrou alguns milhões no últimos anos com aquisições sem sentido. Mesma forma que algumas PM adquiriram helicóptero sem o minimo criterio. Exemplo PM do Maranhão e Ceara com EC145, São Paulo com AW 109 Grand New, pois os valores pago nesse modelos adquiria no minimo 2 modelos mais simples que atenderiam a mesma função.

M65

Estes aparelhos citados e de outros estados (RJ), foram verbas federais.

Rodrigo

Sim…mais cada os governos estaduais eram responsáveis pela licitação e escolha do modelo.

Wagner

Poxa, mas pra dar um rolê com as gatinhas o modelo mais caro é melhor!

Salomon

Puxa! Porque será hein..

Reportagens especiais

Mock-up do AMX, fabricado pela empresa Aermacchi em 1984, apodrece em ferro velho em São Paulo

O fotógrafo Anderson Kindermann registrou ontem imagens do "mock-up" do jato de ataque AMX, fabricado pela empresa AerMacchi em...
- Advertisement -
- Advertisement -