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Sérvia apresenta drones comprados da China

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A Sérvia exibiu publicamente seis novos drones militares comprados da China pela primeira vez.

O presidente sérvio Aleksandar Vucic esteve presente no dia 4 de julho no aeroporto militar de Batajnica, perto de Belgrado, onde oficiais militares exibiram os drones estacionados na pista, enquanto os jornalistas tiveram a oportunidade de fotografar a aeronave.

“Eles têm um longo alcance, podem atirar em alvos a uma distância de 9 quilômetros e gravar o terreno, objetos de interesse para a Sérvia nas profundezas do território inimigo”, disse Vucic, segundo a televisão sérvia N1.

Vucic disse a repórteres em entrevista coletiva que a Sérvia concordou em cooperar com especialistas chineses no desenvolvimento conjunto de tecnologia para que a Sérvia pudesse desenvolver suas próprias aeronaves não tripuladas de classe semelhante.

No entanto, a Vucic se recusou a responder à pergunta da RFE/RL sobre o custo do equipamento militar, dizendo que todas essas aquisições são secretas, não apenas as feitas com a China.

Juntamente com os seis drones CH92-A, a Sérvia comprou 18 mísseis para as aeronaves, alguns dos quais foram exibidos ao lado deles na apresentação. Eles devem ser usados ​​para treinamento e exercícios.

As compras de armas da Sérvia, especialmente as da Rússia, causaram desconfiança em Bruxelas e Washington. No entanto, os drones CH92-A não estão na lista de sanções, de acordo com a Sérvia.

FONTE: Radio Free Europe / Radio Liberty

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Jodreski
Jodreski
4 meses atrás

Que a China já é um grande exportador de armamentos já sabemos e ela tem muito a crescer nessa área, porém me questiono se ela também usará a dependência dos seus clientes para com os seus armamentos como maneira de influenciar suas políticas como os EUA o fazem. Os armamentos dos EUA são excelentes, o que não é excelente é o contrato que vem junto com eles aonde vc é obrigado a dançar conforme o DJ Ianque manda, qualquer descompasso e lá se vai o apoio logístico, outro descompasso e vc fica sem peças sobressalentes. Turquia que o diga, resolveu… Read more »

Machado
Machado
Reply to  Jodreski
4 meses atrás

Depender de terceiros é uma grande merd…

Last edited 4 meses atrás by Machado
Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Jodreski
4 meses atrás

E tu ainda pergunta?

Zé de Mundinha
Zé de Mundinha
Reply to  Jodreski
4 meses atrás

Politica atual do Brasil. Na minha opinião suicida. Deveríamos desenvolver tecnologia. O que geraria empregos, renda e independência.

Zé de Mundinha
Zé de Mundinha
Reply to  Jodreski
4 meses atrás

Opinião americanoide. Basta ver como fala dos turcos.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
4 meses atrás

Olá Senhores!

Eis um complemento ideal para a vigilância de longa permanência de nossas extensas fronteiras terrestres e marítimas.

Evidente que não digo que devemos adquirir material chinês (longe deles), mas bem eu me refiro ao projeto Falcão originalmente da Avibrás, depois foi para as mãos da Harpia, uma empresa formada pela sociedade entre Embraer Defesa e Segurança, que detém 51% das ações, Avibras e AEL Sistemas, subsidiária da israelense Elbit Systems…(salada mista hein!)

Me parece que o aparelho em linhas gerais tinha ou tem autonomía de 16 horas e pode carregar cerca de 150 quilos de equipamentos

CM

sergio ribamar ferreira
Reply to  Claudio Moreno
4 meses atrás

Concordo com o Sr. Claudio Moreno.” Um complemento ideal para a vigilância de longa permanência de nossas extensas fronteiras terrestres e marítimas” Realmente, Dependendo do valor por que não se pode adquirir o material ou melhor dizem o projeto chinês mas se pode ser feito localmente melhor ainda. A máxima: em equipamento militar dificilmente se inventa algo. Tudo se copia ou evolui. Grande abraço.

sergio ribamar ferreira
Reply to  sergio ribamar ferreira
4 meses atrás

Desculpe: …por que não se pode adquirir material oo melhor dizendo o projeto chinês…? Faltou a interrogação. Grande abraço.

Augusto L
Augusto L
Reply to  sergio ribamar ferreira
4 meses atrás

Pq somos ocidentais. Quem adquire equipamento chines é pais q ta do outro lado.

Como a Servia que ainda vê a Otan, UE e o ocidente com desconfiança.

É claro q aqui alguns saudosistas da era Vargas, Gaisel e Brasil PuThencia vai se debater, eles não gostam do ocidente.

Lu Feliphe
Reply to  Augusto L
4 meses atrás

Não tem nada haver em ser ocidental,
já que há nações ocidentais utilizam que equipamentos chineses. O problema está relacionada a peças de reposição, e principalmente as políticas de pós venda os Argentinos são um exemplo. Essa de nós contra eles é conversa de mesa de bar.

Last edited 4 meses atrás by Lu Feliphe
Augusto L
Augusto L
Reply to  Lu Feliphe
4 meses atrás

Não sei quais.
Paises que compram equipamentos chineses são os que não tem relacionamento muito bom com o ocidente.

Ou não é ocidental ou é mas tem uma desconfiança.

sergio ribamar ferreira
Reply to  Augusto L
4 meses atrás

Sr Augusto. a questão não é ser ocidental ou oriental. simples. Não há interesse em melhorar nada. Nossas forças são pífias. Nossa FAB só terá 36 aeronaves ao todo em 2025 e olhe lá.? Nosso EB com material obsoleto, MB nem se fala. Não há interesse. poderíamos compra alguns caças chineses , sim. Estudá-los, sim. A Turquia tem o seu próprio F 16 . A Coreia do Sul idem. Aqui, Gripen, excelente. Vai ter continuidade? O pavor de muitos é chamada engenharia reversa. Podemos ter Aeronaves, Naus, MBTs. Basta estudá-los ao comprar e dar prosseguimento com pequenos lotes. Investimento, Gestão… Read more »

Willy
Willy
Reply to  sergio ribamar ferreira
4 meses atrás

Parabéns. Análise irrepreensível. Enquanto isso nossas Forças Armadas focam em cargos comissionados na Administração Pública Federal, penduricalhos para alto oficialato (até merecido mas sem a mesma proporcionalidade para o baixo e médio oficialato) e orgulho em adquirir equipamentos de segunda mão “modernizados” cujo custo de aquisição é prejudicial a longo prazo em geral. Não é questão de ideologia ou crendices toscas, nossa mentalidade generalizada é de subdesenvolvimento.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Lu Feliphe
4 meses atrás

Acho que o problema Argentino em relação a peças de reposição e manutenção e grana, ou melhor, falta dela.
Ai não importa se e Chines ou Americano, fica dificil.

Lu Feliphe
Reply to  Lu Feliphe
4 meses atrás

*Que utilizam.

Zé de Mundinha
Zé de Mundinha
Reply to  Augusto L
4 meses atrás

Opinião de colonizado por americanos. Veja o que os usamerica pensam de nós. Acho que é capacho, a palavra correta.

O útil é desenvolver tecnologia, traz independência, emprego e renda. Claro, se os usamérica deixarem.

Lu Feliphe
Reply to  sergio ribamar ferreira
4 meses atrás

Envolve principalmente peças de reposição, política de pós venda entre outras muitas coisas.

Last edited 4 meses atrás by Lu Feliphe
Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Lu Feliphe
4 meses atrás

Tudo resolvido com dinheiro, organização e metodo. Vários países compram material de defesa Chines e Russo no ocidente e não tem problema. Obs. A China vende de tudo para todo mundo, não acredito que eles tenham problemas de lógistica.
Acho que o problema de quem reclama, tipo a Argentina e fakta de grana, organização e metodo.

Lu Feliphe
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
4 meses atrás

Sim, o orçamento é o principal fator.

Roberto
Roberto
Reply to  Claudio Moreno
4 meses atrás

Eu ainda prefiro olhar para um aliado militar estratégico. Eu ainda dou preferência ao livre comércio, mesmo que com determinadas restrições a longo prazo e se tornar detentor do projeto, como no caso do acordo aéreo com a Suécia. Eu sou totalmente favorável ao desenvolvimento das atuais tecnologias e a introdução do estudo em novas tecnologias e parcerias (EUA, Israel, UK,).

Gabriel BR
Gabriel BR
4 meses atrás

O tempo em que o material bélico chinês era inferior ao Ocidental está ficando cada dia mais distante.

sergio ribamar ferreira
Reply to  Gabriel BR
4 meses atrás

Concordo com o sr. Gabriel BR

Sagaz
Sagaz
Reply to  Gabriel BR
4 meses atrás

Material bélico ocidental já se mostrou o eficiente em combate, o material chinês apenas na “imprensa” chinesa.

Carlos Campos
Carlos Campos
4 meses atrás

Nós temos como fazer um igual aqui. Problema é a turbina e as câmeras

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Carlos Campos
4 meses atrás

Se por ocasião do programa AMX, houvesse dado continuidade no programa de investimentos na Celma (na epoca produzia paletas do RR MK807) …

Mas nem tudo está pedido, o colega Campos, se esqueceu que temos a Polaris, fundada em 1999 por engenheiros vindos da Embraer, a companhia localizada em São José dos Campos, no interior de São Paulo, criou a primeira turbina aeronáutica brasileira a ser fabricada em série. Batizada de TJ-1000, trata-se de um modelo de pequeno porte, para uso em mísseis ou em aviões não tripulados.

CM

sergio ribamar ferreira
Reply to  Claudio Moreno
4 meses atrás

Sr Claudio Moreno. concordo com sr. na questão do AMX e sua continuidade. E sobre a turbina , parabéns, de coração. Já tinha lido sobre. Porém querido colega, uma gota no oceano de desinteresses que nos rodeiam. Grande abraço. Temos de continuar. Sou daqueles que vejo pensamento positivo quando alguém coloca mais uma oportunidade para desenvolvimento. Reitero saudações.

Peter nine-nine
Peter nine-nine
4 meses atrás

Não é habitual ver drones tão pequenos armados com mísseis,