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E-Jet de número 1.600 da Embraer é entregue à Helvetic Airways

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São José dos Campos – SP, 1º de julho de 2020 — A Embraer celebrou hoje a entrega do seu E-Jet de número 1.600, do modelo E190-E2. A Helvetic Airways, da Suíça, recebeu a histórica aeronave. Companhias aéreas e empresas de leasing de mais de 50 países adicionaram os E-Jets da Embraer às suas frotas desde que a primeira geração destes jatos entrou em serviço, em 2004. A extremamente eficiente segunda geração da família de E-Jets, os E-Jets E2, entrou em operação em 2018.

“É uma honra como novo Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial entregar esta simbólica aeronave. É um imenso marco para o programa de E-Jets e para a história da Companhia”, disse Arjan Meijer. “Ao longo dos anos, estive pessoalmente muito próximo da Helvetic e de seu projeto de planejamento de frota de E-Jets. Todos na Embraer estão extremamente orgulhosos de ver uma companhia aérea tão renomada voando com nosso E-Jet de número 1.600.”

A Helvetic Airways está atualmente em transição de uma frota da primeira geração de E-Jets para os E-Jets E2. A companhia aérea recebeu o primeiro E190-E2 em outubro de 2019 e desde então adicionou mais quatro unidades como parte de seu programa de renovação de frota. A Helvetic configurou suas aeronaves com 110 assentos de classe única em rotas domésticas e internacionais. A companhia aérea tem pedidos firmes para 12 jatos E190-E2 e direitos de compra para outros 12 aviões do mesmo modelo, com direitos de conversão para o E195-E2, elevando o total potencial de pedidos para 24 aeronaves E2.

“Estamos especialmente orgulhosos em receber uma aeronave E2 durante um período desafiador para nossa indústria”, disse Tobias Pogorevc, CEO da Helvetic Airways. “E é um privilégio genuíno compartilhar este momento especial com a Embraer. Recebemos muitos comentários positivos sobre o E190-E2 de nossos passageiros e tripulações desde que o introduzimos em nossa frota. Não poderíamos estar mais felizes com o desempenho da aeronave. O consumo de combustível é ainda menor do que esperávamos, o que torna o avião ainda mais ambientalmente amigável. Estamos ansiosos para retomar as operações em breve – com nosso histórico E190-E2 também.”

Por quase duas décadas, a inovadora família de E-Jets da Embraer tem transformado a aviação comercial. Esta é a linha de jatos de passageiros de maior sucesso da indústria projetada especificamente para o segmento de 70 a 150 assentos. O programa registrou mais de 1.900 pedidos até hoje, de mais de 100 clientes. Mais de 80 companhias aéreas voam atualmente com E-Jets da Embraer. A frota global de E-Jets acumula mais de 30 milhões de horas de voo, com uma taxa média de conclusão de missão de 99,9%. Os versáteis aviões estão voando com companhias aéreas regionais, de baixo custo e tradicionais.

O E190-E2 é um dos três modelos da segunda geração da família de E-Jets. Comparado ao E190 de primeira geração, o E190-E2 consome 17,3% menos combustível. Isso coloca os E-Jets E2 como a família de aeronave de corredor único mais eficiente do mercado.

Sobre a Embraer

Empresa aeroespacial global com sede no Brasil, a Embraer possui 50 anos de atuação nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança, Aviação Agrícola. A Companhia projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer Serviços & Suporte a clientes no pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

DIVULGAÇÃO: Embraer

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angelo
angelo
1 mês atrás

Falar o que? Um dos poucos orgulhos dos quais podemos nos vangloriar neste país de tantos problemas e limitações…parabéns Embraer.

Sagaz
Sagaz
Reply to  angelo
1 mês atrás

Há muito o que se orgulhar nesse país, deixa de lado a pedagogia do oprimido e faz uma terapia.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Que legal! Boa noticia!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Eis um case de sucesso que criou o mercado para essas aeronaves, tanto que trouxe a concorrência. Que venham outros tantos clientes e E-jets.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Embraer torna-se majoritária na empresa de cibersegurança Tempest

https://www.istoedinheiro.com.br/embraer-torna-se-majoritaria-na-empresa-de-ciberseguranca-tempest/

Filipe Prestes
Filipe Prestes
1 mês atrás

Tomara que a Embraer possa tirar do baú aquela versão de vigilância marítima do E-2 que cogitou-se, se é que os boatos eram verdadeiros.

Fernando EMB
Fernando EMB
Reply to  Filipe Prestes
1 mês atrás

Se alguém pagar o desenvolvimento a empresa faz.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Fernando EMB
1 mês atrás

Justamente. E é sobre esses boatos que a FAB teria estudado a questão com a Embraer sobre uma plataforma naval baseada no E-2. Houve algum mínimo entendimento ou mesmo sondagem da FAB á Embraer nesse sentido?

Fernando EMB
Fernando EMB
Reply to  Filipe Prestes
1 mês atrás

Boatos? Nunca ouvi.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Fernando EMB
1 mês atrás

E qual aeronave que a Embraer tem, que a FAB comprou, que não foi bancado pelo governo?! É óbvio que o governo sempre banca… Só não vem com aquele papinho de que a Embraer não depende do governo para fazer o que bem entender, inclusive a estúpida atitude de provocar a própria morte da empresa (by o ex-CEO Paulo César).

Fernando EMB
Fernando EMB
Reply to  Wellington Góes
1 mês atrás

Legacy 600, Legacy 500, Phenom 100, ERJ145 e E190, etc…. Todas aeronaves que a FAB comprou e não tiveram seu desenvolvimento pago pelo governo.

Já na aviação militar, esse é o padrão, pois o governo contrata a empresa para desenvolver uma aeronave segundo suas especificações.
Então o governo paga o projeto, e é dono dele… A propriedade do projeto é do governo.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Fernando EMB
1 mês atrás

Ah é, é?! Rsrsrsrs
Tá “serto”….

JuggerBR
JuggerBR
1 mês atrás

Muita coragem manter investimento em aquisição em período tão complicado, boa sorte aos suíços!

Funcionário dos Correios
Funcionário dos Correios
1 mês atrás

Excelente !!!

Mateus
Mateus
1 mês atrás

Embraer não precisa se vender por míseros 4 bilhões de dólares para a Boeing, essa empresa tem capacidade suficiente para ameaçar o duopólio Airbus-Boeing, na verdade, é a única que possui. Obrigado Deus, pelo fracasso na compra da Embraer.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Mateus
1 mês atrás

Há males que vem para o bem.

Fernando EMB
Fernando EMB
Reply to  Mateus
1 mês atrás

Pode até ter capacidade técnica, mas não tem capacidade financeira e infraestrutura para fazer frente aos gigantes.

Jadson Cabral
Jadson Cabral
1 mês atrás

Eu li na matéria do Airways que a Embraer é a empresa que mais vai se beneficiar no setor, porque 70% dos voos entre 70 e 150 lugares (onde a Embraer é líder) se mantém em operação e depois da retomada, é provável que a Embraer é quem vai estar a frente no número de encomendas.

Flanker
Flanker
1 mês atrás

Avião bonito esse E2. Com os motores maiores e o novo desenho das asas na junção com a fuselagem, ficou com aparência de força e robustez.

GUPPY
GUPPY
1 mês atrás

Esse exemplar fez hoje o voo de entrega ao cliente, de Natal a Genebra, sem escalas, tornando-se o voo mais longo já efetuado por uma aeronave não executiva fabricada no Brasil. Li em outro site.

José Vitorino Mortari Justo
José Vitorino Mortari Justo
1 mês atrás

Boa noite, adoro aviação, mas sou leigo totalmente. Leio em várias publicações, que Embraer pretende desenvolver um avião turno hélice. Então eu gostaria de saber de algum dos Srs. Haveria a possibilidade de usar a fuselagem e asas do E175 com motores turbo hélice?