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Esquadrão VF-1 da MB apoia Curso de Ensaios em Voo da FAB

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Pilotos e engenheiros do Curso de Ensaio em Voo da FAB e instrutores do EsqdVF-1
Pilotos e engenheiros do Curso de Ensaio em Voo da FAB e instrutores do EsqdVF-1

Nos meses de maio e junho, o 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1) apoiou o estágio de Avaliação Final do Curso de Ensaios em Voo (CEV) do Instituto de Pesquisas e Ensaios de Voo (IPEV) da Força Aérea Brasileira (FAB). O curso visa a formação de pilotos e engenheiros qualificados para planejar, executar e gerenciar atividades de testes e ensaios relacionados com voos experimentais de desenvolvimento, modificação, avaliação ou certificação, tanto para aeronaves quanto para sistemas embarcados.

A Avaliação Final do Curso, prevista para ser executada no exterior, não pôde ocorrer, devido à pandemia da Covid-19. Assim, atendendo à demanda da FAB, a Marinha disponibilizou o esforço aéreo necessário para a conclusão do curso nas aeronaves AF-1B e C, com o apoio de instrutores de voo do VF-1, em 12 horas de voo distribuídas em inúmeras surtidas, simples e duplas, a partir do Aeródromo Tenente Jorge Henrique Möller, da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia-RJ.

Durante os voos, os alunos (pilotos e engenheiros) testaram os limites aerodinâmicos das aeronaves, avaliaram os parâmetros de manual dos sensores modernizados, além de realizarem ensaios no sistema de emprego de armamentos e navegação inercial, consolidando, em relatórios detalhados, alguns dados importantes também para a avaliação operacional dos AF-1.

Diante do cenário atual, durante o curso foram cumpridos os protocolos estabelecidos para a prevenção de contaminação das tripulações envolvidas, como o uso de máscaras e esterilização das aeronaves pelos militares componentes da Unidade de Descontaminação Volante da Esquadra em São Pedro da Aldeia.

Conclusão do Curso de Ensaios em Voo, da FAB, com apoio de pilotos e aeronaves do EsqdVF-1, da Marinha
Conclusão do Curso de Ensaios em Voo, da FAB, com apoio de pilotos e aeronaves do EsqdVF-1, da Marinha

FONTE: Marinha do Brasil

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J C LARA
J C LARA
4 meses atrás

Quantos AF1 estão operacionais atualmente na MB? Alguém sabe?

Adriano alves da Silva
Adriano alves da Silva
Reply to  J C LARA
4 meses atrás

Eu acho que em torno de 20 A-4 Sky Hawk.

Lucas
Reply to  Adriano alves da Silva
4 meses atrás

Não chega a 20. Deve ser por volta de 10. Foram modernizados 5 e um deles foi perdido no mar junto com o piloto (que Deus o tenha). Só tem 4 modernizados, e os não modernizados devem estar sendo canibalizados para se manter os melhores. Não tenho informações precisas, mas eu acredito que não deve ter mais de 6 ou 7 não modernizados em funcionamento.

Mauro
Mauro
Reply to  Lucas
4 meses atrás

Só tem um voando, parece.

Bardini
Bardini
Reply to  Mauro
4 meses atrás

Se só tem um voando, como é que tem dois nessa imagem?

Last edited 4 meses atrás by Bardini
Zorann
Zorann
Reply to  Bardini
4 meses atrás

Os aviões estão voando na foto? Hehehe…

Bardini
Bardini
Reply to  Zorann
4 meses atrás

a Marinha disponibilizou o esforço aéreo necessário para a conclusão do curso nas aeronaves AF-1B e C, com o apoio de instrutores de voo do VF-1, em 12 horas de voo distribuídas em inúmeras surtidas, simples e duplas”

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Zorann
4 meses atrás

É a tecnologia de ponta da FAB. Aparentam estar no solo, mas estão voando. Brazilian Super Stealth.

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Adriano alves da Silva
4 meses atrás

Se tiver uns vinte a Marinha tá fazendo milagre. Numa boa, é muito triste e vergonhoso ver a nossa “Força Aeronaval”, usando os vetustos A-4 até o osso.

nonato
nonato
Reply to  Karl Bonfim
4 meses atrás

Não existem mais a venda em outros países para compra de oportunidade?
Esse avião pode ser antigo mas não é de se jogar fora.
Até versão naval tem.
Poucos caças têm versão naval…
E deve ser barato.

Flanker
Flanker
Reply to  nonato
4 meses atrás

O A-4 não possui “versão” naval…ele É uma aeronave naval…..opera e operou em muitas Forças Aéreas, como o F-18, mas é uma aeronave naval….

Antonio Ribeiro
Antonio Ribeiro
Reply to  J C LARA
4 meses atrás

Infelizmente estão fazendo o que eu fiz com meu Fiesta Street 2003: Comprando peças no mercado livre para um bem que não vai valorizar com os upgrades que eu fiz…

E olha que tentei deixar o mais original possível…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Antonio Ribeiro
4 meses atrás

Olá Antonio. Ganhei. O meu FS é 2002. É o faz tudo aqui de casa.

Vitor
Vitor
Reply to  J C LARA
4 meses atrás

5 Aeronaves modernizadas já entregues + 1 em modernização chegando a um total de 7 aeronaves.
Destas 7 aeronaves modernizadas, 1 foi perdida em acidente e 1 foi acidentada ano passado e deve estar passando por reparo.
Destas, provavelmente 2 ou 3 estão 100% operacionais em condições de vôo.
As demais aeronaves estão estocadas sendo utilizadas como fonte de peças.

Wilson França
Wilson França
Reply to  Vitor
4 meses atrás

5 + 1 = 7

Flanker
Flanker
4 meses atrás

20? 10?……nem perto disso…..A MB recebeu os seguintes AF-1 modernizados: N-1001 = acidentou-se em colisão aérea com o N-1011. Conseguiu retornar para Macega. Ficou estocado bastante tempo, depois iniciou um processo lento de conserto e está prestes a voltar a operar; N-1004 = em modernização na Embraer. Previsão de entrega em 2021; N-1008 = operacional no VF-1; N-1011 = acidentado, com perda total, em colisão aérea com N-1001. O 1011 será substituído pelo 1004; N-1013 = entregue no ano passado e acidentado pouco mais de um mês depois, ao decolar da Macega. Ao abortar a decolagem, varou a pista e… Read more »

Gutex
Gutex
Reply to  Flanker
4 meses atrás

Matou a cobra, e mostrou o pau… Parabéns!

Flanker
Flanker
Reply to  Gutex
4 meses atrás

Hehehe…obrigado! O pessoal deveria ler mais….eu escrevi isso de cabeça, mas essas informações estão todas na internet…é só procurar.

Ersn
Ersn
4 meses atrás

Só de saber que a Nova Zelândia tinha A4 muito melhores e preferiu fazer panela deles por acharem eles inúteis já no início dos anos 2000 ,bate um desânimo,fica parecendo aquelas forças aéreas daqueles países pobres da africa que aparecem voando até hoje Mig21 e su17 em pleno século 21,fazendo de conta que serve para alguma coisa além de missões de COIN.

Bardini
Bardini
Reply to  Ersn
4 meses atrás

“Só de saber que a Nova Zelândia tinha A4 muito melhores e preferiu fazer panela deles por acharem eles inúteis já no início dos anos 2000″ . Não são “muito melhores” que as aeronaves modernizadas da MB. . Nova Zelândia não “despachou” os Skyhawk por achar eles inúteis. O que eles “despacharam”, foi sua aviação de caça como um todo. Os Skyhawks permaneceram estocados por anos, sendo mantidos em condições de operar, até que praticamente uma década depois de serem retirados foram vendidos para a Draken, que os voa até hoje, vendendo alguns pacotes de missões que a MB pode… Read more »

Mauro
Mauro
Reply to  Bardini
4 meses atrás

Entra no espírito de desinformar e meter o malho em tudo, é assim que as coisas funcionam por aqui. Pare de fazer reparos, aumente a desinformação, você será mais feliz assim.

Vitor Bruno Fonseca Rodrigues
Vitor Bruno Fonseca Rodrigues
4 meses atrás

Brasil, um país de disparidades e contrastes. A Marinha possui aviões a jato, mas não possui um Navio Aeródromo, a Aeronáutica possui bases aéreas e é responsável pela defesa e superioridade aérea, mas não possui aviões a jato…

Last edited 4 meses atrás by Vitor Bruno Fonseca Rodrigues
Lu Feliphe
Reply to  Vitor Bruno Fonseca Rodrigues
4 meses atrás

Aviões a jato nós já temos, o que não temos atualmente são plataformas modernas, coisa que irá mudar quando os f 39 quando chegarem.

Last edited 4 meses atrás by Lu Feliphe
MMerlin
MMerlin
Reply to  Lu Feliphe
4 meses atrás

Se lá na frente utilizarmos a mesma plataforma (não aeronaves devida as características diferentes) em ambas as forças (FAB e MB) eu tiro meu chapéu para o intermediador.

Jorge Knoll
Reply to  MMerlin
4 meses atrás

Defendo que cada FFAAs (FAB, MB e EB, tenham sua força aérea independente, pois devem antes de tudo ter mobilidade, agilidade, e poder de resposta pronta e à altura do que se exige de uma FFAA

Jorge Knoll
Reply to  Lu Feliphe
4 meses atrás

Quando chegarem, já estarão superados, obsoletos, pois levar quase 2 (duas)´décadas para entregarem míseros 36 caças para um país de 8.516.000 km², numa extensão da ordem de 16.886 quilômetros com nove (9) países (Uruguai, Argentina, Paraguai, Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, Guiana e Suriname, e com o Departamento Ultramarino Francês da Guiana), e, 7.491 km de litoral (fronteira marítima), não interessando se voam mach 1.5 ou 2.0. Complicado

GripenBR
GripenBR
4 meses atrás

O Brasil tem praticamente o mesmo orçamento militar da Itália, más estamos muito distantes em termos de equipamentos e capacidade. O Gripen será uma evolução colossal espero que venham os 36. 

ROBSON FERREIRA DE OLIVEIRA
ROBSON FERREIRA DE OLIVEIRA
Reply to  GripenBR
4 meses atrás

Nosso orçamento vai tudo pra folha, precisamos diminuir o efetivo e aumentar a a eficiência.

Jorge Knoll
Reply to  ROBSON FERREIRA DE OLIVEIRA
4 meses atrás

Se perdeu oportunidade única na Reforma da Previdência, terminar com muitos pendericalhos. O que se viu foi um “trem da alegria”, que reajustou os salários dos militares, apoiados pelo capitã0 reformado, da reserva, ou desligado, ou expulso do EB, até hj pouco divulgado o que realmente ocorreu, na época que o EB era comandado pelo saudoso e competente, General-de-Exército Leônidas Pires Gonçalves.
Agora, resta a Reforma Administrativa para mexer na carreira militar e diminuir o peso da folha de pagamento no orçamento.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Jorge Knoll
4 meses atrás

Vai no site do STM e procura o processo dele. Está disponível. Verá que ele não foi expulso.