Home Aviação Comercial Embraer busca parceiros e estuda desenvolver turboélice

Embraer busca parceiros e estuda desenvolver turboélice

4747
81
O EMB-120 Brasília foi o último turboélice comercial feito pela Embraer

O presidente da Embraer, Francisco Gomes Neto, disse à Reuters que a Embraer está aberta a novos parceiros de negócios após a Boeing ter desistido de um acordo de 4,2 bilhões de dólares.

Mas que qualquer novo acordo será menor em escopo do que aquele que vinha sendo negociado com a Boeing e que foi encerrado em abril.

Uma nova aeronave turboélice que a Embraer deseja desenvolver, mas não tem mais dinheiro para financiar, pode potencialmente gerar um acordo, disse ele.

A Reuters informou na sexta-feira que China, Índia e Rússia estavam avaliando possíveis parcerias com a Embraer.

“Não temos negociações em andamento no momento, mas sem dúvida são parceiros em potencial”, disse Gomes Neto sobre esses países. “Estamos avaliando esses mercados neste momento … mas ainda está em um estágio embrionário”.

O novo turboélice da Embraer, se for levado adiante, deverá disputar o mesmo nicho dos aviões ATR (acima) e Dash 8 Q-Series (abaixo)

Bombardier Q400

Subscribe
Notify of
guest
81 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Foxtrot
Foxtrot
1 mês atrás

“Novo” Turbo hélice rsrs.
Retrocesso ou a Embraer não aprendeu nada com o tempo ?
Eis a questão!

EVERTON SBRISSE
EVERTON SBRISSE
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Embraer é uma empresa que tem objetivo de ser lucrativa, se vender Turbo Hélice torna esse objetivo possível, não vejo retrocesso ou falta de aprendizado em vendê-los.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  EVERTON SBRISSE
1 mês atrás

Respondi a todos mas barraram o posto.
Calma gente, não estou afirmando e sim questionando.
Só achei interessante essa guinada de rumo da Embraer depois do fracasso do acordo com a Boeing.
Quem sabe ler entendeu meu post, quem não sabe lamento !

FernandoEMB
FernandoEMB
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Fala besteira depois vem dizer que TODOS não sabem ler?

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  EVERTON SBRISSE
1 mês atrás

Exatamente Everton.

Há um certo preconceito , especialmente em países menos desenvolvidos culturalmente que um avião turboélice é menos seguro ou inferior a um jato. Ignorância.

A Embraer para sobreviver precisa e ao meu ver está com esse projeto, voltando as suas origens.

O ATR é um competidor excelente e líder nesse segmento. Vai ser difícil.

FernandoEMB
FernandoEMB
Reply to  Luiz Galvão
1 mês atrás

O país onde existe o maior preconceito com relação aos aviões comerciais turboélice se chama Estados Unidos.

Luiz Galvão
Luiz Galvão
Reply to  FernandoEMB
1 mês atrás

Perfeito.

Só reforça o que disse.

Culturalmente o americano médio é medíocre.

Pergunta para um americano comum se , por exemplo, ele sabe onde fica o Chipre.

Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Meu caro, agora é que turbo hélices serão muito mais lucrativos para os vôos domésticos.

Renato B.
Renato B.
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

A situação muda e o mercado também, tudo normal.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

tanto a P&W quanto a RR tem estudos de novos motores turbo helices mais economicos e ate com capacidade de geracao eletrica mais elevada (para propulsao hibrida). Entao isso eh longe de ser um retrocesso, muito pelo contrario !

Lu Feliphe
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Errado, o mercado de aviões turbo hélices ainda é muito lucrativo, e a Embraer não vai ficar fora desse mercado, ainda mais com os motores híbridos eletrônicos.

Last edited 1 mês atrás by Lu Feliphe
Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Foxtrot; se um turbo-hélice representa um “atraso”… diante de sua forma de pensar o A-400M da Airbus é um retrocesso? Segue a vida e não menospreze a inteligencia de mercado da Embraer.
 
Vai uma dica: a Embraer vem a décadas fabricando inúmeros aviões que são os melhores em sua categoria. Eles não retrocederam jamais, e são referencia para o resto que vem atrás.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

o A400 é tão buchado que é um retrocesso kkkkk

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Esqueceu do C-130J.

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Pensa escritor de bobagens…

Karl Bonfim
Karl Bonfim
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

“Foxtrot”, não é retrocesso e a Embraer aprendeu muito com o tempo! Pelo contrário, aprendeu tanto que se tornou a terceira maior indústria aeronáutica do mundo, atrás apenas da AIRBUS europeia e da Boeing americana. Acontece que a EMBRAER cresceu se especializando em explorar nichos de mercado. Ela deve ter estudos que mostram que os a aviação regional, deve retornar primeiro que a aviação de médio e longo curso.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

E mais facil um avião eletrico ou hibrido com helice do que um com turbina.

Gripen BR
Gripen BR
1 mês atrás

“Não estamos procurando uma parceria da dimensão que a gente tinha com a Boeing”, (Gomes Neto). “Nós achamos que seria muito mais rápido e eficiente parcerias por projeto”. Embraer deve obter financiamento de BNDES e bancos privados de R$ 3,3 bilhões em junho.

A “aposta” nas ações da EMBRAER a seis dias atrás por insistência de um amigo superou qualquer expectativa e toda minha incredulidade.

Pedro Rocha
Pedro Rocha
1 mês atrás

Olá senhores! Eu acredito que a melhor aposta nesse segmento sejam os híbridos elétricos ou mesmo os puramente elétricos! Eu também acredito que a provável cooperação BRICS não vingará para a Embraer. Quem sabe a Suécia, Japão ou mesmo a Coreia?

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Pedro Rocha
1 mês atrás

Penso o mesmo, Pedro. Suécia e/ou Coréia do Sul seriam os parceiros ideais. No entanto já não creio que nenhuma empresa japonesa tenha interesse no nicho. Depois do MU-2L a Mitsubishi não produziu nenhum avião comercial turboélice.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
1 mês atrás

Anos atrás a Hyundai tinha demonstrado interesse no segmento numa associação com a KAI que queria ingressar no mercado civil. Poderia ser bom para a Embraer se aproximar de ambos agora. O mesmo poderia ser dito da SAAB que depois do 340 deixou o mercado civil. Para todas essas companhias seria excelente ter a Embraer como parceira num projeto destes.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

É um nicho de mercado em que a Embraer teve sucesso e pode voltar a ter sucesso.

EVERTON SBRISSE
EVERTON SBRISSE
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

é principalmente Lucro néh

Satyricon
Satyricon
1 mês atrás

Se é para voltar aos turboélice nesses tempos de grana curta, a Embraer deveria revisitar o CBA e desenvolver um baseado no e-series. Tipo um E-173
Viagem…

Marcelo
Marcelo
Reply to  Satyricon
1 mês atrás

nao eh viagem nao. Uns conceitos que vazaram na web mostram a fuselagem do E175 com nova asa e motores turbo helice.

Maurício.
Maurício.
1 mês atrás

“China, Índia e Rússia estavam avaliando possíveis parcerias com a Embraer.”
Vish, a Embraer está louquinha para se meter em uma nova “parceria” caracu 20/80, que na verdade era uma aquisição por debaixo dos panos.
Uma parceria tem que ser no máximo 50/50, passou disso é conversa fiada.
Espero que a Embraer não entre em uma nova roubada, com esse covid, acho que melou até para aquele projeto de mini aew da Embraer.

Falken
Falken
Reply to  Maurício.
1 mês atrás

China é a maior fria. Vão se apoderar do knowhow e depois chutar a Embraer. Não são confiáveis. Suécia, India ou Coréia do Sul podem se mostrar parceiros razoavelmente interessantes. Russia não sei se interessaria. Ucrânia e os Tchecos se interessariam, mas não tem cacife. Veremos o que o tempo nos reserva.

Last edited 1 mês atrás by Falken
Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Falken
1 mês atrás

Eu acho que você não sabe, más a EMBRAER já tem uma fabrica a todo o vapor na China a anos e lá e o maior mercado atualmente.

Joaquim Batista de Araujo
Joaquim Batista de Araujo
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Já teve, mas fechou há uns 3 ou 4 anos atrás. Fabricou algumas unidades do ERJ145 e do Legacy600.

Falken
Falken
Reply to  Joaquim Batista de Araujo
1 mês atrás

Ops, acho que ele (Cristiano) é que não sabia Joaquim, boa…

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Já teve uma fabrica na China, investiu milhões, ensinou os chineses a fazer avião bom e depois, quando quis estreitar a parceria, recebeu o silencio do governo chinês. E depois que resolveu fechar as operações por lá a China apresenta uma avião com características semelhantes ao E-JET.

Falken
Falken
Reply to  Jadson Cabral
1 mês atrás

Exatamente por isso que disse que não são confiáveis.

Falken
Falken
1 mês atrás

Pra mim a Embraer nunca deveria ter abandonado este nicho, tinha expertise de sobra, e demanda tb, creio que faltou financiamento pra isso, imaginar que um avião turbohélice é menos “tecnológico ” como alguns dizem, é pura besteira. Tanto que a tecnologia mais recente, a motorização elétrica se dá praticamente apenas em aviões a hélice. Uma motorização nunca excluiu a outra. Poderíamos estar batendo fácil nos ATR´s da vida.

Zorann
Zorann
1 mês atrás

So lembrando que ha um memorando de entendimento entre a FAB e a Embraer para o desenvolvimento de uma aeronave que possa substituir o Bandeirante

Satyricon
Satyricon
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Intrigante
Pq não há nada do portifólio atual nem remotamente capaz de carregar o piano como este

Falken
Falken
1 mês atrás

Uma parceria da SAAB, se utilizando de um desenvolvimento em cima do projeto do SAAB2000, economizando nos custos, seria o ideal na minha opinião.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Falken
1 mês atrás

A fuselagem do Saab 2000 eh muito limitada (no diametro). So possibilita a configuracao 2+1, a mesma do ERJ-145. A fuselagem dos E-Jets eh mais adequada (2+2) se for para reaproveitar algo. Se fosse para ousar, iria para uma fuselagem maior (2+3) pois ai poderia ser utilizada em um futuro jato tambem, da categoria do C-Series/A220.

Falken
Falken
Reply to  Marcelo
1 mês atrás

Vão ter que achar um ponto de equilíbrio na quantidade de pax. Pra não canibalizar uma categoria dos E-jets. Mas a idéia é boa.

Gustavo Henrique
Gustavo Henrique
Reply to  Falken
1 mês atrás

Também acho. Pega a fuselagem do SAAB 2000 e faz atualizações profundas para melhorar o projeto. Eu creio que sairia uma bela aeronave turboélice entre a EMBRAER e a SAAB.

EduarsoSP
EduarsoSP
1 mês atrás

O mercado de turboélices não é grande. Há apenas um fabricante relevante de aeronaves de grande porte no ocidente (ATR), e o volume de produção é relativamente baixo.
De médio porte (20 a 50 lugares) nem sei se existe algo sendo fabricado.

EVERTON SBRISSE
EVERTON SBRISSE
Reply to  EduarsoSP
1 mês atrás

por isso é um bom nicho de mercado, não tem muita concorrência e tmb não exigi muito investimento.
 

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  EduarsoSP
1 mês atrás

Os Q-Series da Bombardier também tem uma boa fatia do mercado. Mais empresas no nicho sempre são bem-vindas para primeiro, quebrar o monopólio e oferecer uma nova opção de aeronave no mercado, além de estimular a concorrência. E segundo, para a Embraer significa se reinventar (ou revisitar o que deixou para trás) e estratificar o ramo de atuação.

Zorann
Zorann
1 mês atrás

Uma pergunta: Sera que nao existe mercado para uma versao moderna do Emb Brasilia? Que poderia inclusive atender as necessidades da FAB e do EB por uma aeronave de transporte?

Marcelo
Marcelo
Reply to  Zorann
1 mês atrás

o mercado estava (antes da Covid) requisitando avioes maiores, ou seja, no Embraer turboprop seria na casa de 80 a 90 assentos. Agora nao sei…mas acho que 30 lugares eh pouco.

Lu Feliphe
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Pois já é uma aeronave antiga, e pode levar menos pessoas do que os aviões do mercado atual.

Rodrigo
Rodrigo
1 mês atrás

Anotem e me cobrem, a India vai ser a parceria da Embraer. E num futuro próximo se tornara nosso maior parceiro comercial…

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Rodrigo
1 mês atrás

Lembrando que o Presidente atual esteve na Índia a 90 dias atrás e voltou maravilhado com as possibilidades comerciais.
 
Segue avião… volta Cloroquina… desculpa não resisti…

Salim
Salim
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Daqui a pouco vai ter cloroquina na merenda escolar kkk

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Rodrigo
1 mês atrás

Mas qual seria a empresa parceira? A HAL não tem experiência no mercado de aviões comerciais.

Gustavo Henrique
Gustavo Henrique
1 mês atrás

O negócio é tentar jogar umas ideias na SAAB. Um turboélice EMBRAER/SAAB seria tudo de bom.

Athos Franca
Athos Franca
1 mês atrás

A parceria tem que ser com estrangeira ou com uma estatal de outro país?
 
Não pode ser com empresas nacionais como Weg, Positivo, Gerdau, Agrale, Avibras ?
 
Por que o governo não pode ter uma participação acionária maior através do BNDES?
 
Por que não entra no ramo de fabricação de automóveis, drones, robôs humanoides e foguetes já que se diversificou em aviação de defesa, executiva, satélites, veículos aéreos (taxi) e agora navios?

Lu Feliphe
Reply to  Athos Franca
1 mês atrás

A parceria vai ser com uma empresa que possa ter um desenvolvimento conjunto, no qual obviamente empresas estatais não estariam presentes.
A Embraer já tem um motor elétrico em desenvolvimento com a primeira empresa nacional citada, mas não sei se a Embraer vai tentar desenvolver esse motor elétrico no novo avião turbohelice.
A Embraer também não desenvolve esses produtos, pois não tem clientes interressados no desenvolvimento, a única coisa possível que ela possa desenvolver são os drones e foguetes.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Athos Franca
1 mês atrás

1) A “parceria” pode ser tanto no desenvolvimento como aporte.
2) Todas essas empresas não tem expertise aeronáutica, nem recursos financeiros para aporte.
3) Poder, pode, mas há limites, se não você transforma a empresa em estatal novamente.
4) Porque o ramo de automóveis exige um expertise que ela não tem. Se ela tivesse recursos sobrando poderia até investir comprando alguma empresa, o que não é o caso.

Anfibio
1 mês atrás

Talvez seja a hora de concorrer diretamente com o Lookheed Martin C-130…

Lu Feliphe
Reply to  Anfibio
1 mês atrás

O c 390 já faz isso.

Anfibio
Reply to  Lu Feliphe
1 mês atrás

Eu quiz dizer com um Turbo Helices

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Anfibio
1 mês atrás

O KC é tão economico quanto, é mais rápido, leva mais carga, ele bate fácil o C130, mas o Brasil não bate a influência doEUA

Lu Feliphe
Reply to  Anfibio
1 mês atrás

Na realidade, ambos são da mesma categoria o fato de turbo hélice não muda isso.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Um dos grandes méritos da Embraer foi “saber ler o mercado” que esta por vir.
 
Fica a esperança que continue acertando a mão.
 
Novo parceiro?! Que case de vez com a SAAB

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

Torço para que seja mesmo com a SAAB

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Ricardo Bigliazzi
1 mês atrás

SAAB é estatal e vive basicamente de aviões militares.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
1 mês atrás

O EMB-120 é uma aeronave muito bonita…
 
 
 
 comment image
 
 

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 mês atrás

Assim como o projeto CBA-123…
 comment image

Falken
Falken
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
1 mês atrás

Ele e o xingu tem o design turbohelice civil mais bonito de todos.

Joaquim Batista de Araujo
Joaquim Batista de Araujo
1 mês atrás

Se houver parceria, acredito que a Índia seria a opção mais promissora, uma vez que a China já tem projeto de turbo hélice em desenvolvimento, assim como um competidor a jato na faixa do E175. Já a Russia tem um jato na classe do E190. Assim as sinergias com a industria aeroespacial desses países se limitaria aos projetos de maior porte em andamento para competir com A320 neo e B737 Max. Em contrapartida, a Índia tem maior expertise na industria da defesa, mas tem pretensões na área civil, tanto num turbo hélice, quanto jatos de médio porte, sem esquecer a… Read more »

Nelson Daher Junior
Nelson Daher Junior
Reply to  Joaquim Batista de Araujo
25 dias atrás

Parceria com a Índia poderia possibilitar a construção de navio aeródromo e também caças embarcados. Abre novas possibilidades para a nossa indústria aeronáutica e naval.

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

Com as tecnologias de isolamento acústico de hoje , os turbo hélices são uma alternativa competitiva no nicho da aviação regional. Temos que lembrar também das novas tecnologias inerentes as pás que maximizam a eficiência e baixam a emissão de ruídos.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
1 mês atrás

Se for realmente parceiro e não dono ótimoooo. Nas crises é que se cresce e parece que a EMBRAER vai descortinar um novo nicho de mercado, tomara e que dê muito certo.

Allan Lemos
Allan Lemos
1 mês atrás

Deveriam tomar vergonha na cara e começar a desenvolver aeronaves militares,um novo ST,um substituto para os AMX,talvez até um motor a jato nacional para eliminar a dependência do país nessa área.Ficar apenas fazendo aeronaves civis não leva a lugar nenhum.

Fernando EMB
Fernando EMB
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Melhor nem comentar…

Lu Feliphe
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

O Super Tucano não necessita de uma grande modernização, já é bem moderno e não necessita de uma evolução do projeto.
Nós não precisamos de um novo caça bombardeio, pois a plataforma sueca é multifunção e pode fazer as mesmas coisas por um preço menor do que desenvolver e operar um.
A Embraer não desenvolve motores, grandes empresas de aviação não fazem a parte eletrônica nem mesmo os motores ela faz o esqueleto do avião, isso é trabalho de outras empresas que fornecem esses equipamentos e materiais.

Matheus
Matheus
1 mês atrás

Pessoal esqueceu que a Embraer e WEG estão desenvolvendo um motor hibrido?

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
1 mês atrás

No seguimento militar, há um nicho comercial que pode ser explorado com a futura desativação dos C-23 e C-95. Atenderia ao EB e à FAB, no mínimo.

Lu Feliphe
Reply to  Alexandre Esteves
1 mês atrás

A Embraer já tem um MoU para o desenvolvimento de uma aeronave para a Força Aérea.

Ricardo
Ricardo
1 mês atrás

Seria uma boa eles entrar no mercado de aviões anfíbios ? Eles pode ter sucesso nessa parte também

Wellington Góes
Wellington Góes
1 mês atrás

Acho até interessante essa possibilidade, entretanto, o mundo está necessitando de novos projetos na casa dos 150 a 200 pax… Os que estão ai ou são projetos que não dão para terem suas vidas esticadas, caso da família B737, ou estão se aproximando de uma relação custo benefício duvidosa nos próximos 20 a 30 anos…, caso da família A320.. Os projetos russo (MS-21) e chinês (C-919) parecem ser interessantes, mas ainda sim terão muito trabalho pela frente, para serem reconhecidos como viáveis e confiáveis no mercado ocidental (terão chances nos mercados poucos confiáveis, ou sob a esfera de influência política… Read more »

Tiago Silva
Tiago Silva
1 mês atrás

É um dos mercados mais promissores da atualidade e faltam modelos para competir com os modelos da ATR que dominam esta faixa de mercado, sempre fui um questionador de o porque a Embraer não tinha um turboélice para fazer frente ao fabricante europeu e assim abocanhar uma boa parcela das encomendas.   Sim sabemos que a prioridade foi focar nos jatos da família ERJ-145 que foi muito acertada e tudo mais, mas depois esta lacuna ainda não tinha uma previsão de ser fechada com um turboélice e agora vamos torcer ai para que isso ocorra. Quem já operou o ATR… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Tiago Silva
1 mês atrás

Eu fui instrutor/checador de ATR72-600 na Azul. Acho um excelente avião, mas, tem uma série de remendos. Concordo com você. Me parece que o DASH é bem superior. No ATR falta uma APU. Esse Hotel Mode é uma gambiarra que não funciona no nosso clima tropical. Estive na fábrica, em Toulouse, em 2011. Fiz o curso do 200 lá, depois retornei para o curso de diferenças do 600. Aproveitando a presença lá, trasladei o PR-ATG pro Brasil.
O mercado necessita de uma aeronave acima de 70 pax, talvez entre 80 e 90. O ATR é um ótimo alimentador de HUB.

Marcelo M
Marcelo M
1 mês atrás

O risco é a obsolescência para as aeronaves hibridas e depois totalmente elétricas que invariavelmente surgirão. Mas tenho certeza que a Embraer tem essa carta na manga e que as experiências com o Ipanema elétrico vão render frutos.

Nelson Daher Junior
Nelson Daher Junior
25 dias atrás

Este novo turboélice civil pode ser base para aviões com outras funções (civil e militar) como: carga, patrulha, salvamento, vigilância, transporte militar e uma versão desenvolvida para a aviação embarcada com funções de alerta antecipado, transporte e outras funções militares.

F5Bravo
F5Bravo
20 dias atrás

O mundo é uma bolinha pequenina, bem redondinha, como diz o ditado mais certo do universo: o mundo dá volta! Lembro bem quando a Embraer, com diretores embusteiros, de nariz a pino, recusaram a visita de um secretário ou ministro de assuntos estrangeiros da Rússia na Embraer, sendo até muito mal educados com ele. Na época esse adido russo disse que teria projetos interessantes para com a Embraer, que os levaria para o Nordeste dada a falta de educação dos anfitriões. Alguém se lembra? Agora a Embraer, desposada, abusada e repudiada volta com o rabo entre as pernas, tentando flertar… Read more »