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Saab adquire a empresa brasileira Atmos Sistemas

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A Saab firmou um contrato para adquirir a empresa brasileira de defesa Atmos Sistemas Ltda. Os documentos da aquisição foram assinados em 06 de abril de 2020. Os procedimentos normais de fechamento se aplicam, e a conclusão é esperada para 30 de abril de 2020.

No dia 06 de abril de 2020, a Saab celebrou contrato para adquirir 100% da Atmos Sistemas, que tem operações em São Paulo. A Atmos é uma empresa de serviços especializados que fornece equipamentos eletrônicos, como radares climáticos e serviços avançados de manutenção e suporte aos mercados civil e de defesa brasileiros. A empresa foi criada em 2004 e possui 16 funcionários.

“Essa aquisição está alinhada ao objetivo de longo prazo da Saab de crescer no Brasil. A Atmos Sistemas é uma empresa inovadora com habilidade de desenvolver novas capacidades de suporte nos mercados civil e de defesa. Esta foi uma excelente oportunidade para estabelecer a área de negócios de Suporte e Serviços da Saab no Brasil e significa que agora podemos oferecer um escopo mais amplo de produtos e serviços no domínio civil e de defesa no Brasil”, diz Ellen Molin, vice-presidente senior e head da área de negócios de Support and Services.

A Atmos Sistemas também é uma das beneficiárias do Programa Gripen brasileiro, responsável pela manutenção de componentes dos sistemas de sensores da Gripen, como radar e equipamentos de guerra eletrônica.

“Esse é um forte compromisso com a capacidade de suporte do Gripen durante seu ciclo de vida. Reduz os riscos no âmbito do Programa Gripen brasileiro, aumentando a disponibilidade de peças de reposição e diminuindo os prazos de entrega. Isso ajudará a garantir uma solução de manutenção econômica para o Gripen no Brasil, bem como um excelente nível de disponibilidade para o sistema completo de armas ”, acrescenta Molin.

O nome legal da empresa mudará de Atmos Sistemas para Saab Sensores e Serviços do Brasil (Saab Sensors and Services Brazil) e permanecerá como uma entidade legal separada, integrada aos serviços e suporte da área de negócios da Saab.

“Do ponto de vista da Atmos, estamos muito felizes em fazer parte da família Saab. Nossas capacidades e equipe altamente qualificada, combinada à sólida e extensa experiência da Saab, permitirão a Atmos expandir e crescer “, diz o atual CEO da Atmos, Fabio Fukuda.

Fukuda permanecerá na empresa como consultor sênior, mas deixará o cargo de CEO. Ele será substituído pelo novo Diretor, Fabricio Saito, atualmente Gerente de Contas Principais no Brasil, dentro da unidade de negócios Gripen Support.

A aquisição está prevista para 30 de abril de 2020. A transação não terá efeito material ou financeiro relevante nos resultados da Saab em 2020.

DIVULGAÇÃO: Saab / MSLGROUP Publicis Consultants

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Barba
Barba
5 meses atrás

Sou totalmente leigo, mas acredito que a SAAB seja uma Empresa séria, com conhecimento em diversas áreas que seriam importantes ao Brasil(Apesar de ele não ser muito grande comparando com outras Empresas do mesmo ramo).
Seria muito interessante o Brasil procurar estreitar ainda mais os laços com a SAAB…

marcos paulo
marcos paulo
5 meses atrás

Muito bom! Para o FX2 significa transferir tecnologia para si mesmo.

Rui Chapéu
Rui Chapéu
Reply to  marcos paulo
5 meses atrás

Mas isso é óbvio.

Vão transferir deles pra eles mesmo.

Igual os helicópteros da Eurocopter / Helibrás.

Enfim, acredita quem quiser em TT e paga a conta quem tem CPF e CNPJ.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Rui Chapéu
5 meses atrás

Rui Chapéu,não é bem assim,se tá no contrato que a empresa vai transferir a tecnologia X,então ela tem que transferir e ponto final.O problema é que o governo não incentiva as empresas usarem essa tecnologia em prol do desenvolvinento de outros produtos. O governo incentivou a Embraer a usar o conhecimento adquirido com o Xavante para o desenvolvinento de um caça a jato de projeto nacional?Não. Incentivou o AMRJ a desenvolver um submarino nacional com base no conhecimento adquirido da construção dos Tupis?Não. Vai incentivar a Marinha a começar um novo projeto de submarino 100% nacional para substituir a Classe… Read more »

Daniel Ricardo Alves
Daniel Ricardo Alves
Reply to  Allan Lemos
5 meses atrás

Bem lembrado: oficiais. Simplesmente desanimador a falta de interesse em fazer alguma pressão para mudar as coisas para que esse conhecimento seja realmente brasileiro e aproveitado em novos projetos.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Allan Lemos
5 meses atrás

Cara, você está meio desinformado: O Xavante era um avião italiano feito sob licença, já o AMX ajudou sim a Embraer a desenvolver os E-jets! A MB construiu 4 Tupis no AMRJ e só não ficou com o U214 porque os Alemães não tinha a tecnologia para cascos nucleares que a DCNS tem, fora outros problemas que tivemos com eles. construir um produto que já existe também ajuda a industria nacional, a qual participa do projeto. O nosso problema é a perenidade. Os Projetos terminam e as empresas perdem sua expertises ou se arrastam por anos, tonando-se defasados. Temos que… Read more »

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Marcelo Andrade
5 meses atrás

O que a Embraer aprendeu tanto com os Xavante,como com o AMX deveriam ter ajudado a empresa a desenvolver um caça nacional. Depois que os Tupis foram conatruídos,o AMRJ deveria ter começado um projeto de submarino nacional,e não ter ido atrás de uma empresa estrangeira.Desenvolvendo a tecnologia que não tem. As empresas só perdem a expertise porque não há demanda,só que essa demanda deveria ser criada pelo governo. Agora estamos adquirindo tecnologia do Gripen e dos Riachuelo,só que esses conhecimentos não servirão para absolutamente nada,daqui há 30 ou 40 anos estaremos atrás de outro país para nos vender submarinos e… Read more »

Augusto Mota
Augusto Mota
Reply to  Allan Lemos
5 meses atrás

Concordo em gênero, número e grau.

Control
Reply to  Marcelo Andrade
5 meses atrás

Jovem Marcelo
Qual a diferença de um casco de subnuc de um de um sub diesel elétrico?

ROBERVAL PEREIRA ROSA
ROBERVAL PEREIRA ROSA
Reply to  Allan Lemos
5 meses atrás

Não Alan o fato do governo nao investir em uma politica de defesa nacional, não tem nada a ver com a transferência de tecnologia de sí para si mesmo, quandos e fala em transferenciad e tecnologia se fala da capacitação da industria nacional mediante o recimento de expertise de terceiros, no caso da SAAB ou da Airbus Helicopter o que aconteceu foi que a indúistria que receberia a tecnologia ou era de propriedade da própria cedente ou foi adquirida pela cedente de tecnologia, assim me explica como você pode ceder tecnologia de você para você mesmo, isso so tem uma… Read more »

Augusto Mota
Augusto Mota
Reply to  Rui Chapéu
5 meses atrás

Rui Chapéu, BINGO! Acertou em cheio. Só o Brasil e uns outros páises trouxas pagam 3X mais por TT, no final não dá em nada, os exemplos são inúmeros, mas quem compra não está preocupado com isso, quer levar o seu percentual…

RENATO VARGAS
RENATO VARGAS
Reply to  Augusto Mota
5 meses atrás

Concordo, e quando compra é tamanho tão reduzido que acaba saindo mais caro que produtos no estado da arte. Tenho certa suspeição nesses contratos de TOT.

carcara_br
carcara_br
Reply to  marcos paulo
5 meses atrás

Vale lembrar que a Saab não está aqui no brasil porque achou uma ótima ideia gastar dinheiro, este investimento está inserido no contexto do FX-2 e não faz sentido pagar pra uma empresa investir e não se exigir que se cumpram as condições contratadas.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  marcos paulo
5 meses atrás

Mas acho que a tecnologia dos radares do Gripen não é da Saab,então ela não poderia transferir o que ela não tem.

Teropode
Reply to  marcos paulo
5 meses atrás

Quem possui condições técnicas, tradição e liquidez para absorver os ensinamentos passados pela SAAB ? Talves EMBRAER que certamente vai cair no colo chinês. Sinuca de bico gente !

Rui Chapéu
Rui Chapéu
5 meses atrás

Nós pagamos tão caro no Gripen que a SAAB saiu comprando “nossas” empresas!

carcara_br
carcara_br
Reply to  Rui Chapéu
5 meses atrás

Espero que a SAAB não se coloque na condição de termos de escolher entre uma empresa brasileira e outra 100% sueca…

Dr. Mundico
Dr. Mundico
Reply to  carcara_br
5 meses atrás

Entre 100% brasileira ou 100% sueca, eu prefiro uma empresa 100% operativa, produtiva e lucrativa.

carcara_br
carcara_br
Reply to  Dr. Mundico
5 meses atrás

A menos que ela venda um radar capaz de detectar aviões a 400 km de distância, guiar um míssil até lá e anular sua própria força aérea ou fazer seus aviões desviarem de uma tempestade de forma mais segura, eficiente e barata, aí, você precisa ver, analisar muita coisa direitinho…

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Rui Chapéu
5 meses atrás

A participação das empresas brasileiras tem sido uma grata surpresa para a SAAB, isso deve ter feito ela ter interesse em adquirir algumas dessas empresas!

Wilton Feitosa
Wilton Feitosa
Reply to  Rui Chapéu
5 meses atrás

O mercado que manda meu caro $$$ .. Os caras não passando o rodo na surdina, estão fazendo a luz e olhos de todos … Mas onde estão os visionários brasileiros? Onde estão os investidores nacionais? Quem quer correr riscos com seu próprio capital? A Engesa tentou e se fu… O empresaria brasileiro esta acostumado a ter o colo do estado, e podemos ver isso na prórpia Embraer .. AMX, Tucano, KC, Grippen … se não tiver uma tonelada de grana do POVO BRASILEIRO, os caras não correm riscos .. E gostem ou não, os maiores investimentos na Embraer veio… Read more »

Canarinho
Canarinho
Reply to  Wilton Feitosa
5 meses atrás

Cara a GM recebeu bilhoes do Obama em 2008 o cluster aeroespacial norte americano ira receber mais algumas dezenas de bilhoes do Trump esse ano e voce vem falar isso

Morais
Morais
Reply to  Rui Chapéu
5 meses atrás

E os suecos? pagaram caro ou barato pelo “nossa”empresa?

Chevalier
Chevalier
Reply to  Rui Chapéu
5 meses atrás

Haha, ou seja, vc paga mais caro pela TT e fica sem TT…

Dr. Mundico
Dr. Mundico
5 meses atrás

Que pena, mais uma que poderia ter sido estatizada….

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Dr. Mundico
5 meses atrás

Ê Mundico…

Daniel Ricardo Alves
Daniel Ricardo Alves
Reply to  Dr. Mundico
5 meses atrás

Ficou louco? Nós precisamos diminuir a maquina pública e não aumentá-la!

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Daniel Ricardo Alves
5 meses atrás

Caro Daniel. O tamanho do Estado depende do tamanho da necessidade. As duas afirmações são equivocadas “estado mínimo” ou “estado máximo”. No caso brasileiro, a carga tributária do Brasil foi 34% em 2018, igual ao valor médio dos países da OCDE (ver “Tópico Especial: carga tributária no Brasil e nos países da OCDE”). Contudo, o Índice GINI do Brasi é 0,515 enquanto que da OCDE é 0,320. Isso mostra que o desafio agora é reduzir a desigualdade social, mas redistribuição de renda só se faz com ação do Estado (por exemplo por meio do bolsa-família). Em média, os impostos sobre… Read more »

Augusto Mota
Augusto Mota
Reply to  Daniel Ricardo Alves
5 meses atrás

Daniel, é ironia.

Augusto Mota
Augusto Mota
Reply to  Dr. Mundico
5 meses atrás

Kkkkkkkkkkk… rindo muito. gostei do sarcasmo.

Sergio
Sergio
Reply to  Dr. Mundico
5 meses atrás

…..que lixo de comentário !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Gil
Gil
5 meses atrás

Nem USA, nem China, o legal seria a Embraer fazer uma grande parceria em todos os ámbitos com a SAAB, poderiam passar a desenvolver novos projetos em comum (inclusive acoplar se uns e outros em projetos recentes dentro do possivel), priorizar o uso de peças de fornecedores de ambos paises para suas respectivas industrias, ou seja propiciar todo tipo de sinergia possivel. Eles deveriam de comprar (o KC-390) e a gente confirmar de uma vez o segundo lote de NG, entre outros muitos produtos que poderiam entrar nessa troca de figurinhas. Considero que inclusive poderiamos buscar criar um bom cluster… Read more »

Barba
Barba
Reply to  Gil
5 meses atrás

Concordo com uma possivel parceria com a SAAB

Lucianno
Lucianno
Reply to  Gil
5 meses atrás

A Colômbia vai comprar caças do seu grande parceiro e importante aliado: os USA. Brasil e Suécia são irrelevantes para os colombianos e também em um contexto geopolítico mundial.

Daniel Ricardo Alves
Daniel Ricardo Alves
Reply to  Lucianno
5 meses atrás

O problema é que os americanos financiam os seus próprios produtos para prender o comprador (vulgo FMS). Nem a Suécia e muito menos o Brasil tem condições de competir com essa prática de negócios.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Daniel Ricardo Alves
5 meses atrás

Sim Daniel, pior é que depois acusam os europeus de concorrência desleal por tentar fazer o mesmo via outros procedimentos….

leonidas
leonidas
Reply to  Daniel Ricardo Alves
5 meses atrás

Pois é colega, ou seja tem ESTADO nas costas, sua colocação vai contra seu próprio argumento dizendo que precisamos de menos estado.
A real é que em nenhum pais sério o estado se OMITE do setor da defesa, a razão é tão obvia que seria absurdo ter que me prolongar sobre isso…
Obs: Com a proteção que a Dassault tem do Governo Francês, que a Aibus tem da comunidade Europeia, que as empresas Yankees tem via orçamento de defesa americano, QUALQUER empresa poderia brincar de ser “privada” … rs

Augusto Mota
Augusto Mota
Reply to  Daniel Ricardo Alves
5 meses atrás

Sim, Daniel, vc tem razão, mas a gente tem que pensar a longo prazo, não é cortar o cordão umbilical de uma vez, tem que planejar e fazer as coisas programadas.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Gil
5 meses atrás

Seria bom, a EMBRAER precisa de saúde financeira para concorrer com as duas gigantes do setor que entrarão no mercado da EMBRAER para complementar a sua atuação.

Para os Suecos seria um passo adiante e importante para sua Indústria Aeronáutica.

Augusto Mota
Augusto Mota
Reply to  Gil
5 meses atrás

Concordo plenamente, já escrevi isso aqui, se escolhemos os suecos como parceiros, então a gente tinha que entrar de cabeça, esquecer EUA e China, eles fazem tudo que precisamos, o Brasil tinha que escancarar as portas pros suecos (e suecas tb…), eles tem tecnologia, educação, civilidade, desenvolvem tudo sozinhos, imaginem se o Brasil mandasse centenas de estudantes para estudar lá todos os anos? Abrir as fronteiras, isentar impostos, acabar com vistos, já pensaram? Imaginem uma parceria séria e a longo prazo? Pra mim, esse é o caminho do meio.

Anderson Rodrigues
Anderson Rodrigues
5 meses atrás

Brasileiro vende tudo só pagar, dessa forma sempre vamos ficar no mesmo lugar, daqui a pouco a Saab compra a Embraer, pior que eles utilizam o dinheiro que nós pagamos para a transferência de tecnologia, ou seja pagamos para desenvolver uma tecnologia e nunca teremos.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Anderson Rodrigues
5 meses atrás

Aliás a SAAB é uma grande interessada na área Comercial da Embraer!! Prefiro eles aos chineses!

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Marcelo Andrade
5 meses atrás

Dois ! Desde que seja um acordo mais justo do que o da Boeing,certamente seria melhor uma aquisição sueca…

Quem sabe até mesmo isso seria bom para a embraer que poderia ter suas aeronaves usadas como aeronaves AEW&C e MP.

Sabemos bem oque pode acontecer em mãos chinesas…

Camaergoer
Camaergoer
5 meses atrás

Se é atmos então é ótmas (que é velho vai lembrar dos brinquedos da Atma). Eu sempre prefiro que os estrangeiros invistam construindo uma fabrica nova, ampliando a capacidade industrial do país. No caso da Embraer, eu temia que a Boeing encerrasse a produção de aviões comerciais no Brasil. No caso da Atmos, tenho a impressão que essa aquisição deixa a empresa exatamente do tamanho que tinha antes.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Camaergoer
5 meses atrás

AUtorama com mudança de pista……

Camargoer
Camargoer
Reply to  Saldanha da Gama
5 meses atrás

Troll, bom motivo para se criança.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
5 meses atrás

A ATMOS tem participação no projeto SABER aqueles radares com projeto do EB? Se sim pode ser que com a SAAB participando possamos exportar também!

Tutu
Reply to  Fabio Araujo
5 meses atrás

Acho que o projeto SABER é da Bradar, uma subsidiária da Embraer.

Rafa_Positronn
Rafa_Positronn
Reply to  Fabio Araujo
5 meses atrás

Isso

Os radares do SISFRON e principalmente o M-200 são fruto de parceria da Embraer e do CTEX

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Rafa_Positronn
5 meses atrás

Até aonde sei, o projeto do M-200 é da Orbisat (só dela, CETEX não tava nessa), antes da venda pra EMBRAER. Isso é que o que me disse o CEO da ORBISAT, Eng João Moreira Neto (é isso mesmo?), em 2009, lá na COPAC. João é o ¨papa¨em radar de abertura sintética no Brasil.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Fabio Araujo
5 meses atrás

Não, o SABER é da Bradar, que pertence à Embraer Defesa e Segurança!

Marcos
Marcos
5 meses atrás

A Atmos sendo uma EED não é vetado esse tipo de negociação?

Delfim
Delfim
5 meses atrás

Concordo totalmente com o Rui Chapéu acima.
Pagamos o ToT.
Aí a Saab compra a empresa que receberia o ToT… com o $$$ do ToT.
Conclusão : a Saab ficou com o $$$, com a Atmos e reteve a tecnologia. O BR pagou o pato.
.
PS não creiam que americanos, russos, chineses, israelis e europeus em geral fizessem diferente.
O BR que acha que dá para ser “softpower”.

Space jockey
Space jockey
5 meses atrás

O Brasil nos seus derradeiros dias rumo ao fundo do poço, um país caminhando para 0% de industrialização, onde vários atores assumiram o governo cada um com uma idéia diferente, com uma epidemia, com capacidade de defesa débil, que Deus tenha piedade. SN, VLM, MICLA… qdo acordarem do sonho espero que a cama não esteja molhada.

Luiz Alberto Mezzomo
Luiz Alberto Mezzomo
Reply to  Space jockey
5 meses atrás

Faz um ano e meio que estamos com um governo voltado ao Brasil e não para projetos globais. Um ano e meio sabotado e mesmo assim já apresentou resultados positivos mas não demagógicos. A área da defesa terá a sua vez, assim que os sabotadores e traidores forem vencidos!

leonidas
leonidas
Reply to  Luiz Alberto Mezzomo
5 meses atrás

Isso ai é conversa Luiz, governo que quer faz.
Vamos parar de passar pano para governo F$#@ que só esta voltado para defender os filhos, como nossa oficialidade só quer saber de gabinete com ar condicionado e muita firula.
Tem países com um terço do nosso orçamento que nos dariam uma surra em um encontrão.
Nosso problema é ficar babando ovo e gastando vela com defunto ruim…

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Luiz Alberto Mezzomo
5 meses atrás

Impossível vencer os sabotadores na democracia Luiz. estamos num país tão livre, tão servido de democracia que hoje ninguém sequer sabe quem está governando, quem manda.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Space Jockey
5 meses atrás

Caro Space. Quem são os “sabotadores da democracia” e por quê? Quero entender.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Camaergoer
5 meses atrás

Ja respondi vc Camargo, mas censuraram, são exatamente quem vc imagina que eu iria responder.

Camaergoer
Camaergoer
Reply to  Luiz Alberto Mezzomo
5 meses atrás

Caro Luiz. O ano de 2020 é atípico, mas o ano de 2019 mostrou que o atual governo está de voltado de costas para o Brasil (não sei para qual lado ele olha).

Pedro
Pedro
5 meses atrás

Suecos, sabem que estão sozinhos no mundo, e estão a todo custo a manter uma parceria em todos os seguimentos conosco, ainda acreditam na gente. Brasil precisa dar certo, independente do gabinete do ódio lá instalado.

Augusto
Augusto
Reply to  Pedro
5 meses atrás

Estava indo bem até teclar a asneira do gabinete aí.

Maurício.
Maurício.
5 meses atrás

Vai ser uma aeroeletrônica 2.0

Trathanius
Trathanius
5 meses atrás

Pensando aqui… já que o negócio com a Boeing fracassou não seria boa hora para tentar emplacar uma fusão da Embraer com a SAAB, como não são concorrentes diretas me parece que seria bom para ambas. O que acham quais são os pros e contras?

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Trathanius
5 meses atrás

50 / 50 – excelente

Karl Bonfim
Karl Bonfim
5 meses atrás

Alguém por favor, pode avisar aos suecos da SAAB que uma parte da EMBRAER estar a venda!
Quem sabe não rola um grande negócio da China para os suecos!

Wilton Feitosa
Wilton Feitosa
5 meses atrás

Embraer e SAAB…

SAAB quer?…
O que a Embraer tem de tecnologia ou produto que eles não tem?
Jatos regionais?
Vão entrar nesse mar de tubarões?
Bombardier com logo da Airbus tá vendendo igual chuchu na feira…
A Mitsubishi tá chegando…
Os russos estão estão…
Os Chinas estão chegando…
E tem outra, céu escuro se avizinha…
Com esse governo que adora é adota a política liberal, esqueçam grandes projetos com aportes públicós…

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Wilton Feitosa
5 meses atrás

A Airbus está em dificuldades financeiras amigo,não estão nadando em mares calmos…Perderam muito dinheiro usando de forma inadequada,está com varias aeronaves paradas,e diminuirá em muito a sua produção. ninguém está respirando direito,tanto que o governo francês poderá intervir para ajudar a Airbus,e no caso da americana Boeing,o negócio pode ser pior que o esperado: Falaram em USD60BI de ajuda mas recalcularam os valores para cima. A Boeing está gastando cerca de USD3 bilhões em dinheiro todos os meses. A empresa americana poderia gastar cerca de US $ 29 bilhões em dinheiro este ano,e a boeing necessita de uma ajuda de… Read more »

FRANCISCO CHAO DE LA TORRE
FRANCISCO CHAO DE LA TORRE
5 meses atrás

Como eu seria feliz, se a Saab comprasse o Brasil…

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  FRANCISCO CHAO DE LA TORRE
5 meses atrás

Então seriam 2…. Imagina poder estar perto de uma bela sueca…

leonidas
leonidas
5 meses atrás

Então a gente paga um valor bilionário para comprar Grippens ao invés de caças como F 18D alegando que isso se deve ao pacote de transferência tecnológica.
Ai os caras vão e compram barato uma empresa pequena Brasileira e deixa tudo em casa.
Grande negócio, alias até a Embraer já tinha ido embora não fosse a própria Boeing devolver pra gente.
Essa é a tal transferência de tecnologia de gringos para gringos tão elogiada e usada para justificar o valor unitário do caça?
Esse pais é um puteiro mesmo…

RENATO VARGAS
RENATO VARGAS
Reply to  leonidas
5 meses atrás

Concordo 100% com seu argumento. Essas TOT tem de ser revistas.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  RENATO VARGAS
5 meses atrás

2

Esteves
Esteves
Reply to  leonidas
5 meses atrás

Bota ToT no papel para atender a legislação, os sindicatos, os partidos e os chatos. Na prática, as empresas nacionais não tem grana para nacionalizar. Precisam comprar as ferramentas, os direitos, contratar gente, treinar gente, encontrar fornecedores nativos, importar com o dólar à 6…e vender quantos para quem? Não haverá volume. Não existirão contratos futuros. Precisaria existir retenção do conhecimento e da mão de obra, pesquisa, ciência, tecnologia, evolução, continuidade. Não existe. Para de fazer oferenda a esse deus ToT. Larga dessa retórica de nacionalização. Isso só encarece o contrato. Compra toda a linha de produção tipo jointventure com quem… Read more »

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  leonidas
5 meses atrás

Acordo entre Boeing e Embraer proibia desistência em caso de pandemia, diz agência.
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Foxtrot
Foxtrot
5 meses atrás

Menos mais uma kkkk.
Será que o empresariado nacional nunca ouviu falar em parceria sem venda de ações?
E junta-se a isso um governo incompetente e desinteressado com a defesa e soberania nacional e militares que agora com certeza irão comprar da ex empresa nacional produtos desenvolvidos com nosso dinheiro e que agora os lucros irão para a Suécia.
Sinceramente o Brasil cansa a gente !

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

Os caras devem ter ficado com medo da falência com tudo paralisado, dória vai quebrar SP completamente. A Suécia não paralisou a economia, devem estar fazendo a festa comprando tudo bem barato.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  SmokingSnake 🐍
5 meses atrás

A covid-19 aumentou na suécia devido a restrição branda.

“A Suécia, país que apostou em uma linha menos restritiva para combater a pandemia do novo coronavírus que outros países europeus, superou nesta quinta-feira (23) os 2 mil mortos pela covid-19, segundo os últimos dados oficiais.
O último relatório divulgado pelo governo sueco mostra 16.755 infectados, 751 a mais do que na quarta-teira, e 2.021 mortos, 84 a mais. No entanto, esse crescimento foi menor do que em dias anteriores”.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
5 meses atrás

Se demorar muito o Gripen vai virar Opala e a FAB manterá a defasagem. Em qualquer mercado existem fabricantes e consumidores. Para ser fabricante tem que possuir recursos, se não tem é melhor ser consumidor e assim se manter. Não adianta investir tanto dinheiro para ficarem na mesma. Estou começando a reavaliar as “vantagens” do FX2. O tempo dirá.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Luiz Antonio
5 meses atrás

Luis Antonio, o Gripen-E não é um fusca ou um Spitfire que se fabrica rapidamente…

Apesar da linha de produção em Linköping ter a capacidade para construir 24 aeronaves por ano,as vezes as coisas não são tão fáceis como queríamos que fosse.

As vezes depende de vários fatores,sejam eles políticos,tecnicos ou econômicos.

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Edu
Edu
5 meses atrás

Ou seja, a TT era pegadinha do malandro. Se aceitarmos numa boa, significa que o máximo que merecemos é transferência de tecnologia de espremedores de frutas, de motosserras, de ração pra gado. Nosso vira-latismo não consegue valorizar e reter talentos, que dirá fabricantes de aeronaves e de radares.

Marcos10
Marcos10
5 meses atrás

A Suécia tem 10 milhões de cidadãos contra 210 milhões de um amontoado de gente no Brasil. Apesar disso projetam e fabricam caças, submarinos e navios e uma infinidade de equipamentos militares, entre outras coisas. Somos uma vergonha de pais. Temos uma extensão gigantesca de área, sol o ano todo, riquezas no subsolo que não acabam mais. Os EUA sofrem com nevascas, tornados, furacões e terremotos. A China tem mais de um bilhão de bocas para sustentar, parte de seu território não dá para ser aproveitado. A Rússia sofre com um inverno rigoroso. O Brasil deveria ser a potência que… Read more »

Mercenario
Mercenario
Reply to  Marcos10
5 meses atrás

Botou o dedo na ferida e escreveu várias verdades.

Destaque para a última afirmação: educação é muito ruim. Professores estão reclamando da diminuição do número de bolsas não pelos projetos científicos, mas essencialmente por perderam a mão de obra de bolsistas pagos pelo Estado.