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Alemanha encomendará 45 caças da Boeing

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Boeing F/A-18E Super Hornet
Boeing F/A-18E Super Hornet

A Alemanha encomendará 45 caças à Boeing Co. para substituir os jatos Tornado da Luftwaffe, informou a revista Der Spiegel no domingo.

A ministra da Defesa Annegret Kramp-Karrenbauer enviou um e-mail a seu colega dos EUA, Mark Esper, na quinta-feira para informá-lo da decisão, disse a revista, sem identificar a fonte de suas informações. A Alemanha encomendará 30 F/A-18 Super Hornets e 15 EA-18G Growlers, acrescentou a reportagem.

O ministério alemão não pôde ser encontrado imediatamente fora do horário comercial. O Pentágono em Washington se recusou a comentar.

“Enquanto continuamos aguardando um anúncio oficial, continuamos comprometidos em trabalhar em apoio aos governos alemão e norte-americano nesta importante aquisição”, escreveu um porta-voz da Boeing em Chicago por email. Uma combinação de Hornets e Growlers “é ideal para atender aos requisitos de aeronaves de combate e de guerra eletrônica da Alemanha”.

As ações de Kramp-Karrenbauer podem perturbar os social-democratas, parceiros juniores da coalizão governista da chanceler Angela Merkel, já que ela não os informou antes de tomar sua decisão, disse a Der Spiegel.

A antecessora de Kramp-Karrenbauer, Ursula von der Leyen, havia oferecido um compromisso ao SPD, segundo o qual a Alemanha compraria uma combinação de caças dos EUA e o Eurofighter Typhoon fabricado pela Airbus SE, de acordo com a Der Spiegel.

EA-18G Growler

FONTE: Bloomberg

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filipe
filipe
2 meses atrás

O Brasil teve a sua chance , mas escolheu o Gripen, deveriamos ter escolhido o melhor caça da short List, a Alemanha fez a melhor escolha , uma lição ao Brasil, hoje teriamos uma linha de montagem da Boeing em São Bernado dos Campos e estariamos nessa cadeia de abastecimentos… Sendo que o Super Hornet poderia atender as necessidades da FAB e da MB, não é o suposto Gripen Marine ou Sea-Gripen, que nem existe viabilidade, escolhemos mal , deveriamos ter optado pelo Super Hornet… Se fosse na altura o Bolsonaro já já teriamos os F-18 Super Hornets na FAB… Read more »

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  filipe
2 meses atrás

Já que a “desculpa” é “atender as necessidades da FAB e MB”, e considerando-se que a MB não vai ter NaE a curto, médio e ( talvez ) longo prazo, pra quê precisaríamos de SH ou Sea Gripen, se um Gripen “normal” pode fazer o mesmo papel, já que vai decolar a partir de bases terrestres mesmo?

Camargoer
Camargoer
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

Olá Wilber. A MB não participou do FX2 então não teria sido possível saber quais eram os requisitos que o caça deveria ter para atende-la. Como o SH F18 foi feito para a USN, é provável que ele atendesse também á MB, o que o Rafale M também faria. Acredito na importância da MB ter uma aviação de caça naval mesmo que baseada em bases costeiras (a FAB e a MB podem compartilhar) porque seria ótimo que a MB tivesse a capacidade de levar mísses antinavio para interceptar frotas distantes do litoral. A cada dia que passa, fico mais convencido… Read more »

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Caro Camargoer, Willber e Filipe, o vetor que a FAB escolher, não será o vetor que a Marinha terá, isso posso apostar.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Saldanha da Gama
2 meses atrás

Havia um papo antigamente que a Marinha investiria no mesmo vetor que a FAB escolhesse no FX-2, mas nada disso foi confirmado.

Se a MB escolher algo diametralmente oposto ao que a FAB escolheu, só me falta comentar ‘que falta faz um ministro da Defesa…’

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Saldanha da Gama
2 meses atrás

E eu posso apostar que a MB não vai comprar caça nenhum, e que vai continuar voando com meia dúzia de A-4 modernizado por uns 10 anos.

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Nae não é uma arma para impor força ofensiva, é um aeroporto naval, facilitando operações a longas distâncias. O Brasil com o tamanho da costa que tem, necessita muito de pelo menos um Nae de porte pequeno, para umas 10 aeronaves e uns 4 helicópteros, um Nae conseguiria fazer o serviço de vigilância e defesa do Território marítimo brasileiro ser algo fácil, oque hoje em dia é impossível ser feito. Pense em uma seguinte possibilidade, duas fragatas, um submarino e um porta aviões, o porta aviões em si daria a possibilidade das aeronaves fazer vigilância em quase todo o território… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Italo Souza
2 meses atrás

Pois é, Italo, mas o caso é que um porta-aviões não fica no mar 100% do tempo e nem muito menos suas aeronaves. Acho que seria muito mais barato de operar algumas aeronaves de patrulha espalhadas pela costa, e nesses mesmos aeródromos pode ser feito uso de aeronaves de ataque marítimo numa boa em caso de necessidade e isso custaria apenas uma fração do valor de um único navio aeródromo, que dirá então dois navios-aeródromo.

José Luiz
José Luiz
Reply to  Italo Souza
2 meses atrás

Fico pensando se alguém vai ler o que vou escrever, mas aí vai: Creio que apesar de teoricamente parecer correto caro Italo, sua ideia não daria muito certo, mesmo na época do saudoso Minas Gerais ele ficava meses, as vezes anos parado em reformas e quando se fazia ao mar era com a esquadra, aliás coisa bonita de se ver, quando vinham a Santos faziam o porto parecer uma Pearl Harbor. Nae é muito caro de operar e de manter, bem como demanda muita manutenção, coisa de país com muito dinheiro para gastar. Para serviço de vigilância aérea do nosso… Read more »

Leonardo Gama
Leonardo Gama
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Seria possível a criação de uma base aérea em Fernando de Noronha?

Camargoer
Camargoer
Reply to  Leonardo Gama
2 meses atrás

Olá Leo. Apenas supondo, a MB pode manter seu esquadrão ou esquadrões aeronavais em S.P.Aldeia e desloca-lo para uma base da FAB que esteja perto na região onde irá operar. Se for necessário estar no sul, tem Canoas ou Floripa. Se for preciso estar ao sul do Rio de Janeiro, tem Santa Cruz. Tem Natal e Belem. Acho que até em F.Noronha tem pista que poderia ser usada quando necessário. Não há necessidade da MB ter mais de uma base continental mas sim capacidade de desdobramento nas bases da FAB

Salomon
Salomon
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Concordo integralmente. Sempre leio os seus comentários com atenção.

Leandro
Leandro
Reply to  filipe
2 meses atrás

Não tem nada haver… O Grifo NG é uma coisa nova dos últimos timos 08 anos de desenvolvimento que está saindo do forno agora e terá desenvolvimento nosso com acesso do código fonte que nunca teríamos com o Super Hornet que desde o seu desenvolvimento, lançamento até aos dias de hoje já chega aos 35 anos, a situação da Boing ainda está complicada, e se fosse para optar por caça multifunção nos dias de hoje com a aliança que temos seria muito melhor o F35… A Alemanha está substituindo um caça antigo sendo que o Eurofhigter continua sendo a sua… Read more »

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Leandro
2 meses atrás

Coisa nova nada, o primeiro voo do gripen já faz 31 anos e o formato ainda é o mesmo. É como pegar um super hornet e atualizar, não tem diferença nenhuma.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  SmokingSnake 🐍
2 meses atrás

Então o primeiro vôo do Hornet fazem 46 anos…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

Olá Leandro. Concordo com você. Se o F39E/F teve origem no Gripem “A” de 1987, o SH F18 E/F teve origem no F18A de 1983 e o Rafale teve origem em 1986. Todos têm praticamente a mesma idade.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Exato. E eu estava contando com o primeiro vôo do YF-17 ‘Cobra’ em 1974.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

Olá Leandro. Acho que se considerar 74 ao invés de 83 acho que dá no mesmo. Ou se considera o ano da primeira versão ou se considera o ano da versão atualizada. O SF 18E/F é de 1995, o Rafale C é de 1991 e o Gripen E é de 2020.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Todo esse debate meio que dá no mesmo, já que estaria seguindo a lógica do snake acima. Mas acho interessante que o YF-17, que deu origem ao F/A-18 ter voado em ’74, e o F-18 ter voado apenas em 1978 e o F/A-18A ter entrado em operação em ’83. Tem muita gente reclamando do tempo de desenvolvimento do Gripen E/F, mas vejam quanto tempo o F/A-18 levou para sair do seu projeto básico de 1978, que por sua vez já era baseado no Northrop YF-17. Nem vou entrar no mérito de que as origens do YF-17 remontam ao F-5 senão… Read more »

Juarez
Juarez
Reply to  SmokingSnake 🐍
2 meses atrás

A diferença, Smoke e que o DlSH está plenamente operacional e testado em combate, fato.

Juarez
Juarez
Reply to  Leandro
2 meses atrás

Não sei qual o teu problema com o vetor americanos, mas elsr tu acessar as notícias aqui mesmo, a Boeing só foi para o short list porque concordou em abrir os códigos fonte, que era condição pétrea para o processo.
Não gosta dele ok, mas não conta história da carochinha..

Juarez
Juarez
Reply to  Juarez
2 meses atrás

DISH não, SH. Maldito corretor.

Fabio Mayer
Fabio Mayer
Reply to  Leandro
2 meses atrás

Os Gripen AB correspondem, a grosso modo, ao Hornet. O Gripen NG, corresponde, na mesma linha, ao Super Hornet.

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Leandro
2 meses atrás

Para o Brasil esqueça F35,
O Ideal seria 40 Gripen e 20 Rafale or Su35.

Isso para ter uma maior gama de defesa a baixo custo

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Italo Souza
2 meses atrás

Só Gripens. Misturar outra aeronave na mescla é pedir para torrar dinheiro à toa.

Leonardo M.
Leonardo M.
Reply to  Italo Souza
2 meses atrás

Sonhos de uma noite de verão

Oséias
Oséias
Reply to  filipe
2 meses atrás

Se minha vó tivesse três rodas, seria um triciclo.

Camargoer
Camargoer
Reply to  filipe
2 meses atrás

Caro Filipe. O melhor caça era o Rafale que também poderia ter unificado a aviação naval com a FAB. Também seriam fabricados no Brasil e a FAB teria acesso ao código fonte. Contudo, segundo o que a FAB divulgou na época, os 3 caças da shorlist cumpriam requisitos técnicos e estava habilitados para equipar a FAB. Isso significa que tecnicamente, a FAB tem o que precisa, o que tornou indiferente qual caça seria escolhido (em desempenho). A questão financeira é outro fator que foi discutida após a escolha. O F18 viria por FMS no qual o pagamento é feito diretamente… Read more »

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

O Rafale era a melhor opção desde o começo, devido a incentivos, mas houve muita perseguição.

No final oque fez o Rafale perder foi seu custo ser maior que o Gripen, mas com certeza o Brasil não estaria mal servido se tivesse usando o Rafale.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Italo Souza
2 meses atrás

Olá Ìtalo. O Rafale era o meu favorito, mas eu achava que o F39 seria a melhor escolha para a FAB. No FX, eu torcia pelo F39C mas achava que o M2000 era mais bonito. Não gosto do F16. Suporto o F18. Continuo fã do velho Lightining inglês

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Italo Souza
2 meses atrás

Lembro dos seguintes valores: Rafale U$ 8,2 bi Super Hornet U$ 5,4 bi Gripen NG U$ 4,5 bi No final, quando assinamos o contrato o Gripen saiu por U$ 5,4 bi. Mas o contrato foi assinado em moeda sueca, alguns meses depois ou poucos anos já tinha caído o valor para U$ 4 bi porque a moeda sueca perdeu valor. O Rafale é muito bom, mas muito caro. Não compensa. Não acredito que seja superior ao Gripen E em modernidade, somente possui algumas vantagens em carga de armas e alcance, devido ao porte um pouco maior e à potência cerca… Read more »

filipe
filipe
Reply to  Luís Henrique
2 meses atrás

Custo de aquisição maior pode significar custo de operação menor.

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  filipe
2 meses atrás

Custo de operação menor, do Rafale? Jamais. O custo de operação era o maior dos três, sem comparação!

Juarez
Juarez
Reply to  Italo Souza
2 meses atrás

O Rafale atrás era um avião perneta, com problemas de alimentação elétrica e sem oferta de radar AESA e com custos de aquisição e operacionais na estratosfera.
No que ele era melhor????

carvalho2008
Reply to  Juarez
2 meses atrás

tecnicamente era melhor, ja estava construido e não era promessa…mas a diferença de custo era inversamente proporcional ao beneficio desde adicional de qualidade…era melhor, mas a diferença de preço não justificava nem de perto,,,era melhor, mas não tanto tanto…era melhor mas com preço de F-35… No final o gripen F (minha 1a opção) saiu e parece que não irá dever em nada ao Rafale…beneficio natural de ser um projeto mais novo entre os novos… Minha segunda opção era o SH, com vistas a esta uniformização com a MB…mas sei lá..velhinho….sei que ainda põe um senhor respeito…mas… Sei lá…tudo tão enrolado… Read more »

Control
Reply to  carvalho2008
2 meses atrás

Jovem Carvalho
O Rafale possui maior capacidade como avião de bombardeiro pela sua maior capacidade de carga, porém a FAB precisa, antes de tudo de um caça para defesa aérea e nisto o Rafale até perde pata o Gripen que tem maior velocidade máxima e capacidade “supercruise”, sem contar com a capacidade de operar em pistas curtas e improvisadas.
Não é visível nos dados técnicos de desempenho qualquer superioridade do Rafale sobre seus oponentes no FX2. Isto sem entrar no mérito dos custos o que o colocava no último lugar.
Sds

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  carvalho2008
2 meses atrás

Carvalho, se a FAB tivesse escolhido o SH, era bem capaz da MB começar a pensar no Seagripen. Concordo com você. O Gripen foi a melhor escolha. Quem critica a decisão, vive reiterando algumas questões ligadas ao desempenho. O fato de ser monomotor, o menor alcance, menor autonomia, menor carga etc. Mas o gripen irá cumprir, da mesma forma, 99% das missões. Ainda mais se armado do Meteor, que é sim um fator relevante a se considerar. Fora isso, nenhum dos outros modelos iria garantir a presença de técnicos brasileiros nos processos de fabricação e desenvolvimento. Grau de nacionalização do… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Lob dos petralhas e melancias.

filipe
filipe
Reply to  Italo Souza
2 meses atrás

Se for o suposto custo de operação do Rafale em detrimento do Gripen NG, é meio estranho , o Gripen NG nunca foi operado por nenhuma Força Aerea do Mundo, já o Rafale já na versão C entrou em operação em 2013, bem antes no anuncio final do vencedor, lembrando que o anúncio do vencedor foi em Dezembro de 2013, mas já se sabiam os verdadeiros custos do Rafale e do Super Hornet, o Gripen NG é capaz de entrar em operação em 2021 ou 2022 se calhar no meio de uma recessão ou depressão económica e com uma cadeia… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

Para mim, o melhor era o Su-35S. Um caça pesado de superioridade aérea e longo alcance, em vez de caças Leves ou Médios multirole. Entregava mais por menos, teria nos custado Menos de U$ 4 bi ou poderíamos adquirir quase o Dobro de aeronaves se analisarmos os preços pedidos pela Boeing e pela Dassault. Em termos de armamentos, poderíamos solicitar o R-37 logo de cara, ou fazer isso alguns anos mais tarde, o que daria uma capacidade BVR difícil de ser igualada pela concorrência. Já, na shortlist, acho que fizemos a melhor escolha, apesar de no início eu ter ficado… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Luís Henrique
2 meses atrás

O problema é que a Rússia negou qualquer tipo de transferência de tecnologia. Teriam vindo Su-35’s de prateleira. São aeronaves enormes e beberronas, com logística totalmente diferente de tudo que operamos. É uma aeronave fantástica, mas não para o Brasil.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

A Rússia disse que para somente 36 aeronaves a linha de montagem era anti-econômica. Somente isso. Eles indicaram a produção de 90 Su-35 para viabilizar a linha de produção. E aguardavam a assinatura de um importante acordo estratégico para poderem compartilhar informações sigilosas conosco. A FAB estranhamente Antecipou o anúncio da shortlist, que era esperado para Após a assinatura desse acordo. E indicou que o Su-35 estava fora porque a logística seria um pesadelo, que os russos não compartilhavam tecnologias e, pasmem, que o alcance da aeronave não agradou. Rss. Não dá para tirar conclusões positivas dessas desculpas. Os russos… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Luís Henrique
2 meses atrás

Luís, eu realmente não me lembro de a FAB ter dito qualquer coisa em relação à alcance não ter agradado, até porque era o melhor em todos os concorrentes iniciais, embora sem necessidade. Se a Rússia disse ser antieconômico para produção de apenas 36 aeronaves, então é porque eles realmente declinaram em seguir as diretrizes que nós estabelecemos e por si só já era motivo de desqualificação. De qualquer forma, estou feliz por não termos escolhido o Su-35. Eles seriam as maiores (literalmente) rainhas de hangar entre os caças operados pelo Brasil. Simplesmente não teríamos como ter a quantidade de… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Luís Henrique
2 meses atrás

Nada do que você postou é verdade. EU estava na COPAC à época. Os russos nem quiser falar de ToT. Por isso foram excluídos da short list. Simples assim. Não poste o que você não sabe. E essa história da concorrência do FX-2 já deu, encheu o saco. Já falaram disso aqui milhares de vezes. E sempre aparece alguém com NOVIDADES, como você.

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
Reply to  Luís Henrique
2 meses atrás

Só esqueceu de dizer que seria um pesadelo para a logistica da FAB em mantê-los voando.
Acordo com os russos é igual a pacto com o capeta.

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
Reply to  Camargoer
2 meses atrás

“… e a FAB teria acesso ao código fonte…”

Camargoer, bom dia.

Dúvido que os franceses cumpriria essa cláusula se o Rafale vencesse o FX-2. A experiência em se trabalhar com os franceses, desde os tempos da Thompson no Cindacta 1 comprova.

O problema do Rafale é seu custo para operá-lo, elevado até para os franceses. Gostaria de saber como anda a disponibiidade desses vetores lá no Egito.

TOM
TOM
Reply to  filipe
2 meses atrás

Sabe de nada inocente! Kkkkkk

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  filipe
2 meses atrás

Se é para atender a um Multi propósito, o Rafale era o melhor.

Anfibio
Reply to  filipe
2 meses atrás

I tipo de transferencia de tecnologia que a os USA permitiam nao contemplava linha de montagen fora de seu territorio… e era pifia se comparada ao que obteve-se com a Suecia…
Provavelmente nem com esse acordo entre Embraer e Boeing aconteceria ja que Defesa&Seguranca ficou de fora…

Juarez
Juarez
Reply to  Anfibio
2 meses atrás

A e, então chama toda a Copac, porque segundo a tua opinião eles passaram por cima de uma das cláusulas pétreas do RFP

filipe
filipe
Reply to  Anfibio
2 meses atrás

Eu acho que não Anfibio, veja a exemplo da transferência de tecnologia que os EUA fazem com algumas nações amigas, por exemplo a Coreia do Sul no caça T-50 (copia do F-16), do Japão no Mitsubishi F-2 (copia do F-16) , de Israel no F-16 I Sufa (50% dos avionicos foram desenvolvidos localmente por Israel), no caso mais recente do F-35 da Turquia, os EUA são os melhores parceiros nisso, a prova é que o Gripen NG usa uma turbina americana o GE F404, e os EUA deixaram os Suecos fabricarem uma versão da Volvo o RM12 copia licenciada do… Read more »

Adriano silva
Adriano silva
Reply to  filipe
2 meses atrás

Desculpa! FILIPE , o Brasil escolheu o Grinpens… o menor custo de hora de Voo, e Transferência de Tecnologia . Até parece que os Americanos, iriam Fornecer Tecnologia do F/A- 18 Super Hornet.

Juarez
Juarez
Reply to  Adriano silva
2 meses atrás

Tu não leu RFP, não passaria quem não tivesse liberado código fonte

Marcos Cooper
Marcos Cooper
Reply to  filipe
2 meses atrás

Como é?
“Escolhemos mal?”
Vc participou do processo de escokha? Não!
A FAB entende um pouquinho mais que vc sobre aviões, então ela escolheu o que lhe convinha.
Desde quando esse lixo de presidente faria algo diferente? Vai sonhando.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  filipe
2 meses atrás

Tirando as razões ideológicas dessa “coisa” que hoje esta Presidência da República, no mais eu concordo contigo filipe. O F-18 Super Hornet era melhor escolha pensando na capacidade comprovada de combate que o mesmo tem e porque já estamos sem o tampão F-2000. Fora dizer que o governo Barack Obama ofereceu um 747 presidencial com todos os itens já existentes no 747 mais moderno. Enfim… Que venha o Gripen NG.

Nilton L Junior
Nilton L Junior
Reply to  filipe
2 meses atrás

Tai um sujeito que entende custo e operação de caça

Falcon
Falcon
Reply to  filipe
2 meses atrás

Filipe, a escolha do Gripen foi a melhor no cenário de Brasil. No pacote do Gripen esta incluído o desenvolvimento conjunto com a Embraer e todo os códigos fontes abertos, isso possibilita a integração de qualquer armamento sem pedir aos Suecos. No caso do F18 pode até ser mais capas mas as transferências tinham um limite. No conjunto total o Gripen foi mais negocio. Nada impede uma compra de Super Hornet num futuro.

Kaleu
Kaleu
Reply to  filipe
2 meses atrás

SH é um belo caça, mas não é melhor que o Gripen, ademais não teríamos uma fração do acesso à tecnologia que a escolha do Gripen proporciona, consequentemente teríamos grande dependência na manutenção e integração de armas, ou seja teríamos para misses que os americanos permitissem, ademais com o grande envolvimento da Embraer no Gripen temos total autonomia de atribuição de requisitos para nossa futura aeronave naval que sairá das fábricas da EDS

Salomon
Salomon
Reply to  filipe
2 meses atrás

Na MB jamais, mas teria sido uma atitude inteligente ter uns F-18 e suas “consequencias”, mas naquela época seria impossível.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
2 meses atrás

“As ações de Kramp-Karrenbauer podem perturbar os social-democratas, parceiros juniores da coalizão governista da chanceler Angela Merkel”.
Arinal, é uma compra confirmada, que só falta mesmo a notsa oficial e o contrato assinado, ou isso ainda pode ser melado pela Merkel e pelo lobby da Airbus?

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Willber Rodrigues
2 meses atrás

Acho que tudo que não está assinado, pode ser melado. Mas não vejo como o lobby da Airbus possa reclamar muito, afinal de contas, estão adquirindo mais Typhoons. Custaria uma fortuna para adaptar os sistemas do Typhoon para integração à armamento nuclear e essa grana não iria toda para a Airbus, então, ao invés disso vão adquirir mais Typhoons Tranche 3. Acho que, por causa disso vai acabar passando. Se fossem apenas adquirir Super Hornets, aí escutaríamos o bate boca daqui. Devem haver algumas reclamações, mas meramente protocolar. Valeria à pena o custo de integração caso a Inglaterra embarcasse nessa… Read more »

Kemen
Kemen
2 meses atrás

Super Hornet ? Excelente compra !
E também esta bem para a Boeing que vai mal.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Kemen
2 meses atrás

Vão agradar um pouco os americanos e um pouco os próprios europeus.
Dá um pequeno fôlego à combalida Boeing e praticamente dá um tiro fatal nas pretensões dos EUA e L.M. de empurrar o F-35 para a Alemanha.

MFB
MFB
Reply to  Antoniokings
2 meses atrás

Seu exercício de chutologia é comovente Tonho.

willhorv
willhorv
2 meses atrás

15 pacotinhos de ataque….com capacidade de entrar e sair cumprindo a missão. Interessante a forma como os lendários Panavia Tornados serão substituídos…que por si só já tinham uma certa capacidade ECM. Acredito que ocorrerá uma diminuição em número desta capacidade, mas nesta atualização, se ganha em qualidade e efetividade. Também chama a atenção mais um país, que não possui PA assim como Canadá e Austrália, a operarem um caça que foi concebido para meios navais. Sob esta óptica, fica a questão de não haver atualmente algo similar para operar nas forças aéreas e o atraso demasiado do F35 em estar… Read more »

Juarez
Juarez
Reply to  willhorv
2 meses atrás

O resumo da opera e o seguinte:

O contribuinte alemão se cansou de pagar a conta dos projetos inoperaveis, impagáveis e que não funcionam da estatal eurobambi.
A 400, Tiger, Typhoons tudo com custos operacionais na casa do chapéu.
Bolso com dono e com responsabilidade tem fundo.

Kommander
Kommander
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Acho paia esses caras falando eurobambi, sendo que o país que ele mora nunca se envolveu numa guerra de verdade, nunca mandou tropas pro Oriente médio, África, enquanto isso, a Europa luta nessas frentes a décadas.

Rodrigo Martins Ferreira
Rodrigo Martins Ferreira
Reply to  Kommander
2 meses atrás

Certeza que lutam ? Eles estão sempre a sombra dos americanos, quando não diretamente logisticamente.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Rodrigo Martins Ferreira
2 meses atrás

Só dizes merda, lutam e não é como vós, só participam se for de capacetes azuis, podes mentir o que quiseres, mas todo o mundo sabe, quem está sempre lá, desde sempre, basta ver que as línguas Europeias são línguas oficiais, em todos os continentes. Entao na América-Latina, é
de alto a baixo. Por aí bem o ódio aos Europeus.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Kommander
2 meses atrás

Você desconhece a história do Brasil, ou só está com a cabeça quente na hora de responder a trollagem dos outros?

Lucianno
Lucianno
Reply to  Clésio Luiz
2 meses atrás

Não me lembro do Brasil na Guerra do Golfo, nem no Afeganistão, nem na Bósnia, nem na Síria, nem na Líbia, nem no Mali, nem em nenhum conflito em que a ONU autorizou o envio de tropas estrangeiras.
Acho que a ultima participação em combate da FAB foi na segunda Guerra Mundial.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Lucianno
2 meses atrás

Eu lembro de pelo menos dois membros do EB que foram inclusive feitos prisioneiros na Bósnia. Pelo menos acho que foi na Bósnia.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

O EB não esteve na Bósnia. Pode pesquisar.

Tutu
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

Nos tivemos observadores nessa guerra.

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
Reply to  Tutu
2 meses atrás

Sim, mas eram oficiais da FAB.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

Eram turistas.

Kommander
Kommander
Reply to  Lucianno
2 meses atrás

Luciano
É disso que eu tô falando, mas os “inteligentes” não entenderam a mensagem.

Tutu
Reply to  Lucianno
2 meses atrás

O Brasil já participou de mais de 50 operações de paz e missões similares, tendo contribuído com mais de 50 mil militares, policiais e civis. O país prioriza a participação em operações em países com os quais mantemos laços históricos e culturais mais próximos, como nas missões realizadas em Angola, Moçambique e Timor-Leste, e, mais recentemente, no Haiti e no Líbano. Atualmente, o Brasil participa com cerca de 275 efetivos em oito operações de paz das Nações Unidas (dados de fevereiro de 2019): UNIFIL (Líbano) UNMISS (Sudão do Sul) MINURSO (Saara Ocidental) MINUSCA (República Centro-Africana) MONUSCO (República Democrática do Congo)… Read more »

Tutu
Reply to  Tutu
2 meses atrás

Se eu não me engano a primeira missão de paz que o Brasil participou foi em Israel, defendendo a fronteira com o Egito.

Kommander
Kommander
Reply to  Clésio Luiz
2 meses atrás

Clésio
Estou falando de conflitos modernos, não dá época do império e nem da segunda guerra. Haiti nem pode ser considerado campo de batalha, só faltam dizer que GLO no Rio é guerra. Kkkk
Podem dar deslikes a vontade no meus comentários, chorões, isso só prova o quanto tô certo.

Tutu
Reply to  Kommander
2 meses atrás

Cenepa é guerra?
Timor Leste?
Da uma lida sobre as interferências eletrônicas que Israel faz com a unifil.

Tutu
Reply to  Kommander
2 meses atrás

Alguns desses conflitos só existem por culpa deles, que lutem.

Juarez
Juarez
Reply to  Kommander
2 meses atrás

Tu quer dizer apanham a décadas nestes TOs, e só não foram humilhados porque tem o Tio Sam segurando a escada.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Pois pois, o que safou o Chade, o Mali e a república centro africana, foram Europeus, os Americanos não estão lá. E na Líbia, tiveram uma participação menor, já se calhar no Afeganistão e Iraque, foram os Americanos que não saíram de lá humilhados, porque os Europeus ajudaram, mais, tu falas Americanos como se fosses americano, mas tu és Brasileiro, que só entra em missões de paz, logo bambi és tu.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Juarez
2 meses atrás

É isso ….

Leonardo Gama
Leonardo Gama
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Mais do que nunca a palavra de ordem na Alemanha é austeridade.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  willhorv
2 meses atrás

Pode incluir Suíça e Finlândia nisso aí também, como operadores do Hornet.

Mas de fato isso já ocorreu bastante antes. A própria USAF utilizou aeronaves que foram concebidas para operarem embarcadas, assim como diversas forças aéreas ao redor do mundo quando optaram pelo F-4 e A-7, por exemplo. A Venezuela operou o T-2 Buckeye por muito tempo também.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  willhorv
2 meses atrás

A quantidade será resolvida com a aquisição de 90 Eurofighter. Metade deles (45) para substituir os Tornados. Portanto serão 45 EF + 30 SH + 15 Growler. E os outros 45 EF para substituir os Tranche 1 que serão vendidos. Sobre a escolha do SH um caça naval, se deve por alguns motivos. 1) a Lockheed Martin é odiada, é o grande concorrente que está ganhando em todos os lugares e segurando as vendas do EF. 2) eles estão desenvolvendo o FCAS, futuro concorrente do F-35A e de seus sucessores. 3) o F-15 é mais caro para comprar e para… Read more »

Oséias
Oséias
2 meses atrás

Parece que os europeus realmente não acreditam em caça stealth. Os alemães poderiam comprar F-35, mas vão ficar no F-18.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Oséias
2 meses atrás

Oséias, os Alemães optaram pelo F/A-18 porque sairia mais barato do que adaptar os Typhoons para integração de armamento nuclear. Eles estão desenvolvendo uma aeronave Stealth.

Oséias
Oséias
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

O F-35 também possui capacidade nuclear, não?

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Oséias
2 meses atrás

Sim, possuem. Motivo pelo qual os ingleses não entrariam na empreitada de adaptar os Typhoon para a tarefa. Mas o F/A-18 é tão mais barato heheheheh

rui mendes
rui mendes
Reply to  Oséias
2 meses atrás

Será??? Itália, UK, Noruega, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Polónia, todos são Europeus, e compraram o f35, além que França-Alemanha-Espanha estão a desenvolver um avião de 6 geração, e o Uk-Italia estão a fazer o mesmo.

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
2 meses atrás

Uma pena que a Alemanha tenha escolhido praticamente “emplodir” sua indústria aeronáutica apos a WWII.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Vinicius Momesso
2 meses atrás

Hmmm… não, não implodiram não.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Vinicius Momesso
2 meses atrás

Já imaginou? A Alemanha já estaria no X-wings enquanto o resto do mundo ainda em F-16 e equivalentes.

Leandro
Leandro
2 meses atrás

Vai ser um duro golpe ao Eurofighter, nem os próprios europeus estão apostando mais neste projeto.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Leandro
2 meses atrás

A Alemanha vai comprar mais Eurofighters além dos Hornets.

Juarez
Juarez
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

Por pressão e não por opção técnica. Já sabem as limitações, eprincipalmente os impagáveis custos operacionais desta aeronave, bem como a “Babel logística” que impede que a diagonal de manutencao consiga colocar aeronaves suficientes na linha de voo. Não e a toa,aqui mesmo assistimos a lenga lenga com disponibilidades abaixo dos 30%.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Para a Alemanha, talvez. A RAF está bem satisfeita com os Typhoons deles. Então o que me leva à crer que há algo de errado nas políticas de Defesa alemãs, ao invés de algo primordialmente errado com a aeronave em si. Mas sim, é uma aeronave cara de operar, mas não é muito diferente de aeronaves como o Rafale e o F-35, por exemplo.

Juarez
Juarez
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

Aonde tu leu que a RAF está bem satisfeita com os seus Typhoons???
Foram os Eles que voar na Líbia?
Foram eles que voaram na Síria???
Foram eles que operaram no Iraque???
Não né, mas a RAF adora eles. Tá bom. E a mesma história British Army com o LMV da Iveco, adoravam, mas vai desativar todos.
Deve ser birra.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Birra com o que? Você que parece que tem birra com equipamento europeu. Typhoons foram usados tanto na Líbia quanto na Síria e no Iraque.

A minha fonte é um ex-piloto da RAF que ainda tem amigos na RAF e presta consultoria à ela, e a sua? Te garanto que você pode ler à respeito se procurar direitinho ao invés de ficar com birra hehehehehe

Juarez
Juarez
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

A e, então pergunta para ele porque que depois de meia dúzia de missões, enviaram os Tornado para fazer o serviço na Libia????
Aonde que a RAF usou Typhoons no Iraque???,
Na Síria??
As anvs que estavam no Chipre de alerta eram os Tornado
Porque????
Porque eles viram em um deslocamento em emprego real o staff necessário para manter e OPERAR meia dúzia de Typhoons era impagável e inviabiliza a a diagonal de manutenção.
Está Anv tem custos insuportáveis

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Juarez
2 meses atrás

https://www.gov.uk/government/news/update-air-strikes-against-daesh

https://www.gov.uk/government/news/raf-typhoons-return-from-libya-operations

Toma. Leia com atenção.

A RAF está muito satisfeita. Ainda mais agora com as Tranche 3 podendo fazer uso do Storm Shadow e Brimstone. Entenda que Reino Unido NÃO é Alemanha. Não estão nadando em dinheiro, mas sabem separar a grana necessária quando optam por alguma coisa para poderem operar à contento.

Acho até que a Luftwaffe também deve estar satisfeita com a performance da aeronave. Só não devem estar satisfeitos com a baixa prioridade com a qual o governo Alemão vem encarando a Defesa. Isso sim é temerário.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Onde?? Eu digo, revista militar britânica Air Forces montly, e a Espanhola FAM fuerzas militares del mundo ou mesmo a francesa DSI hors-serie. Sim os britânicos estão super satisfeitos com o Typhoon. E voaram na Síria e na Líbia também, embora na Líbia só na patrulha do espaço aéreo líbio, que foi fechado aos aviões militares do Kadafi, e nessa altura usavam o tornado para bombardear, pois o Typhoon nessa altura, ainda não tinha muitas bombas e mísseis ar-terra integradas, como têm agora o Typhoon centurion.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Juarez, pau que dá em Chico também dá em Francisco. Governo que despreza as forças armadas, mantém elas em estado decadente independente da origem do material.

Pode apostar que boa parte da frota vai estar no chão depois de alguns anos de operação, assim como aconteceu com o Typhoon.

Juarez
Juarez
Reply to  Clésio Luiz
2 meses atrás

Clesio, eu estive com o pessoal da Luftwaffe e com o pessoal da Força Aérea Austríaca em 2010.
O Rafale e caro mas hoje entrega o que promete, o Typhoon e impagável segundo eles e não entrega.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Pois, o Typhoon centurion entrega tudo que os britânicos usavam no tornado, e mais pois têm o Meteor integrado. Basta ler as revistas que entrevistam os pilotos mesmo a explicar tudo.

Vitor
Vitor
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Juarez, como esta a situação dos nossos A-1 lá em Santa Maria ? Cada vez eu vejo mais células sendo espetadas. Temos ao menos 24 unidades operacionais? Dos 5 modernizados agora só ficamos com 4?

Juarez
Juarez
Reply to  Vitor
2 meses atrás

Tá uma m……total, o pepino e motor.

Vitor
Vitor
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Até ano passado tinham plano de manter 14 aeronaves A-1M sendo que algumas seriam Entregues ano passado e as restantes em 2020. Só que a reforma demorou a passar e não sei se os recursos foram liberados. Foi pra frente isso? Ou o Poker e Centauro vão ficar pernetas com 5 aeronaves Modernizadas? Até onde sei tem o 5506, 5520, 5525 (incendiado), 5526, 5530 (Servindo de referencia pra varios espetados por aí) e o 5652 biplace. Ficariam as demais celulas estocadas no PAMA-GL pra servir de fonte de peças. Com a desativação dos AMX da AMI conseguimos alguns motores de… Read more »

rui mendes
rui mendes
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Os UK, Italianos , Espanhóis e Alemães dizem que só que é o melhor caça da geração anterior. Lê revistas militares credíveis, e já saberás o que dizem dos caças Typhoon e Rafael. E realmente isso da disponibilidade é mesmo lenha lenha.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Leandro
2 meses atrás

Os 90 Tornados serão substituídos por 3 aeronaves:
45 Eurofighter + 30 Super Hornet + 15 Growler.

A Alemanha vai adquirir 90 Eurofighters Tranche 3, metade para substituir Tornados e a outra metade para substituir Eurofighters Tranche 1 que serão vendidos.
São 38 Eurofighter tranche 1.
A Alemanha está vendendo estes caças e vai adquirir 45 EF tranche 3 com radar AESA no lugar.

Antunes 1980
Antunes 1980
Reply to  Luís Henrique
2 meses atrás

Estes 38 Eurofighter tranche 1 irão acabar parando aqui na Colômbia ou no Peru.
Argentina deveria aproveitar esta mudança na Luftwaffe.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Antunes 1980
2 meses atrás

A Inglaterra vetaria Eurofighter para Argentina, mesmo usados da Luftwaffe, aliás como já tem feito há muitos anos em outras oportunidades de negócios. Motor, radar, trem de pouso, acento ejetável, quase tudo é inglês, como os argentinos irão dar manutenção sem o apoio inglês.
A Argentina também não iria querer porque não dispõe de orçamento militar para operar o Typhoon.
A Colômbia vai de caça americano devido a parceria de longa data como os USA.
O Peru? difícil saber, mas as forças armadas peruanas estão com um orçamento reduzidíssimo. Apostaria em caças russos usados.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Lucianno
2 meses atrás

Sim.
A Argentina tem 2 opções excelentes: Rússia ou China.

Com a economia combalida, essas opões, além de fugirem do veto inglês, entregam caças com excelente relação custo/benefício.
Para quem esta com a economia estragada, cada centavo conta.

Façam uma avaliação completa entre capacidades e custos entre:
J-10C, JF-17 Block 3, MiG-35 e Su-30.

Comprem um dos quatro e padronizem toda a força com isso.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Luís Henrique
2 meses atrás

Adquirir os MiG-35 e o Su-30 podem até conseguir, mas operar não vão conseguir mesmo.

Marcos
Marcos
Reply to  Luís Henrique
2 meses atrás

A Argentina tem uma única opção: FMI Block 70 bilhões de dólares

Tutu
Reply to  Antunes 1980
2 meses atrás

Esses Tranche 1 são uma bomba, não é atoa que os alemães nem vão ousar modernizalos, assim como os ingleses, espanhóis….
Por esse mesmo motivo foram oferecidos a preço de banana para Colômbia.

Juarez
Juarez
Reply to  Tutu
2 meses atrás

Não vão vender para ninguém.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Leandro
2 meses atrás

Inglaterra e Itália irão concentrar esforços no Tempest e no F-35, portanto não tem mais interesse no desenvolvimento do Typhoon.
A Alemanha não tem como bancar esta conta sozinha, por isso esta opção por comprar o SH. Não deixa de ser uma derrota para indústria europeia. Pessoalmente acredito que essas parcerias de vários países para produzir um único avião (A400 / Typhoon) traz mais problemas que soluções.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Lucianno
2 meses atrás

Não mintas, tanto a Itália como o UK, têm 2 caças de primeira linha, o f35 e o Typhoon. Dito por os mod’s das 2 forças. Aliás dizem que o Typhoon será o caça que vai experimentar sistemas para o tempest, e o Typhoon está previsto ser retirado em 2040, assim como o Rafael na França. Isto é a verdade, chega de virem para aqui enganar as pessoas. Basta ler Air Forces montly e no caso das Marinhas Warships igreja.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Leandro
2 meses atrás

Mentes mal e á descarada, Espanha e Alemanha estão praticamente comprometidos com aquisições novas da versão mais recente, e tomara muitos caças venderem o que o Typhoon já vendeu.

GFC_RJ
GFC_RJ
2 meses atrás

Pelo que eu vejo, o Typhoon tenderá a ter seu desenvolvimento bem devagar, senão suspenso.
A Alemanha necessita de 2 capacidades específicas (ataque nuclear e ataque eletrônico) e não o utilizará para tal. Virá de Vespões e o foco dos investimentos em desenvolvimento ficará para o FCAS.
Inglaterra e Itália, que já operam F-35, focarão esforços no Tempest.

Conclusão… Os Typhoon ficarão parados no tempo.

Abraços.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  GFC_RJ
2 meses atrás

Não é bem isso. Os 90 Tornados cumprem 3 missões : ataque, ataque nuclear com bombas americanas e guerra eletrônica com a versão ECR. A missão de ataque não será passada totalmente para os SH, a Alemanha vai adquirir 45 Eurofighters para essa missão. Além de adquirir outros 45 para substituir os EF tranche 1 mais antigos. E estes também terão capacidade de cumprir missões de ataque. Os 30 Super Hornet virão principalmente para serem usados na missão de ataque nuclear. E os 15 Growler para missões de guerra eletrônica. Qualificar o EF para operar com bombas nucleares americanas, custaria… Read more »

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Luís Henrique
2 meses atrás

Amigão, considerei tudo o que você acabou de listar.

A questão que falo não é investimento em aquisição, mas em desenvolvimento.
Não estou vendo o menor interesse dos proprietários do projeto em desenvolver o Typhoon muito além do nível atual. Por isso falei que ele tende a parar no tempo.

Abraços.

Wellington Góes
Wellington Góes
2 meses atrás

Por incrível que pareça, é até irônico falar isso, a Alemanha está pagando por sua irresponsabilidade de não efetivar a sua própria independência… Foi incompetente… A muito já se sabia que seria preciso fazer alguma coisa em relação a dotar sua força aérea com um vetor com capacidade de lançamento de bombas nucleares… A muito se sabia que o Typhoon, do jeito que está, não tem esta capacidade, mas não fez absolutamente nada para mudar este quadro, não investiu um único centavo para dotá-lo, foi empurrando com a barriga até ter que decidir por continuar sua dependência dos EUA… Este… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Wellington Góes
2 meses atrás

No caso dos Alemães não havia outra opção à não ser seguir nessa ‘dependência’ dos EUA. Afinal de contas os artefatos nucleares com os quais precisam, por força de tratado, serem aptos à utilizarem, são americanos.

Por que isso não ter sido incorporado no projeto do Typhoon desde o início é onde repousa o mistério e a falta de visão, na minha opinião. Agora que os ingleses não precisam dessa capacidade no Typhoon, os alemães teriam que bancar isso sozinhos, o que se tornou proibitivo. Enfim, estão colhendo o que plantaram.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

O Eurofighter já custa mais de U$ 100 mi, enquanto o Super Hornet custa cerca de U$ 65 mi. O custo de desenvolvimento poderia ser pago pelos alemães, eles são ricos. Mas o EF já é absurdamente mais caro que o SH. Ocorre que não é só isso, existem problemas políticos. Os EUA são o grande aliado e os donos das bombas nucleares. A Alemanha quer sair da Otan? Quer perder a proteção dos EUA e se virar sozinha com os russos? Querem o guarda-chuva nuclear oferecido pelos EUA mas insistem em uma política protecionista e não compram 1 centavo… Read more »

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
Reply to  Wellington Góes
2 meses atrás

Se a Alemanha virar as costas para os EUA como muitos querem, iriam começar a sofrer altas intimidações e chantagens dos russos. Lançar bombas nucleares apenas de caças não seria suficiente para dissuadir a Rússia (que tem território grande), a Alemanha teria que ter muitos ICBMs e submarinos nucleares.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  SmokingSnake 🐍
2 meses atrás

A idéia não seria exatamente essa, mas sim de atacar centros de suprimentos do exército vermelho, localizados em alguns pontos no leste europeu. Exército vermelho este, que nessa altura do campeonato estariam transbordando pelo passo de Fulda…

Lucianno
Lucianno
Reply to  SmokingSnake 🐍
2 meses atrás

A principal fonte de renda da Rússia é a venda de gás para Alemanha. Os alemães precisam do gás russo para não congelarem no inverno. No fundo ninguém na Alemanha acredita em uma guerra com o a Rússia. Se acreditassem as forças armadas alemãs não estariam totalmente sucateadas como se encontram atualmente.

Mauro
Mauro
Reply to  SmokingSnake 🐍
2 meses atrás

kkkk Boa rio alto da sua conclusão.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Wellington Góes
2 meses atrás

Concordo W G, me parece que a Alemanha trata a defesa como algo pouco importante, é só verificar a escolha dos ministros da defesa, sempre um político que não entende nada do assunto, o cargo é utilizado como barganha para agradar partidos menores e conseguir apoio no parlamento.

Wilson
Wilson
Reply to  Wellington Góes
2 meses atrás

Alemanha não teve a opção de fazer diferente. Lembre das condições impostas no pós guerra.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
2 meses atrás

Uma boa opção para a Alemanha, a dupla F-18 E/F e EA-18G são opções bem interessante.

Ivan
Ivan
2 meses atrás

Ótima escolha! Racional, sensata e inteligente.

Ivan
Ivan
2 meses atrás

Ótima escolha! Racional, sensata e inteligente.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
2 meses atrás

Tem a cara da Marinha Brasileira…..

Maurício.
Maurício.
2 meses atrás

Eu tenho uma revista tecnologia e defesa de 96, e nela tem uma reportagem que chama o Eurofighter de elefante branco, na época o Su-37 se apresentou e logo depois o Eurofighter.
Na verdade, eu acho que eu não tenho uma opinião formada sobre o Eurofighter, as vezes eu acho ele um excelente vetor, e as vezes eu acho ele um elefante branco também.
Acho que não faz muito sentido a Alemanha optar pelo SH, a não ser que o Eurofighter realmente seja um elefante branco…
Em tempo, que caça lindo o SH!

Juarez
Juarez
Reply to  Maurício.
2 meses atrás

Tu tens alguma dúvida que ele seja um grande elefante branco, caro, inoperavel e impagável???

Maurício.
Maurício.
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Juarez, eu ainda tenho dúvidas no quesito performance mesmo, que ele é caro, e sua manutenção deve ser mais cara ainda, disso não tenho dúvidas.
Só um detalhe, essa apresentação que eu mencionei antes, foi na farnborough de 96.

Juarez
Juarez
Reply to  Maurício.
2 meses atrás

De lá para, só piorou em termos de custos e avançou pouco operacionalmente.

Antunes 1980
Antunes 1980
Reply to  Maurício.
2 meses atrás

O Eurofighter já está em operação a 25 anos e em constante evolução tecnológica.
Já são 565 produzidos para mais de 8 países. Com previsão da aquisição de mais 40 unidades só este ano.
Cada um que me aparece aqui !

https://youtu.be/v92yvo7M-XY

Juarez
Juarez
Reply to  Antunes 1980
2 meses atrás

E daí??? Vendeu 80% para os patos que pagaram a conta e tiveram que entubar e o resto para árabes corruptos,
Qual a Força Aérea de ponta que comprou fora do consórcio???
Nenhuma.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Percebes nada, nada mesmo, ou então és só mentiroso.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Antunes 1980
2 meses atrás

Mesmo, digo o mesmo.

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Maurício.
2 meses atrás

O Eurofighter é caro sim, mas já foi essa época que seu custo operacional era impagável. 10 ou 15 anos atrás o Euro chegou a valer muito mais que o dólar, 50% mais, 60% mais. Hoje está 9% mais. Os custos dos caças europeus eram sempre majorados em 50 ou 60% mais quando analisados em dólares americanos. E no início da introdução em serviço de um caça novo, os custos são sempre bem maiores. Igual ocorreu e ainda ocorre com o F-35, nos primeiros anos era um absurdo de caro, hoje já está bem mais barato, mas ainda com custo… Read more »

zézão
zézão
2 meses atrás

Qual? O tijolão??

Juarez
Juarez
Reply to  zézão
2 meses atrás

O tijolo voa, treina, opera e combate em dis TOs mais difíceis, o aero embarcado. Já foi testado em combate.
O Typhoon além de ter quebrado o orçamento das forças aéreas europeia, e o que mesmo?????

rui mendes
rui mendes
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Aprende, e depois fala.

GILBERT
GILBERT
2 meses atrás

Bom vamos lá Eu particularmente gosto muito do F-18 mas, acho que o único equívoco da FAB foi não ter incluído na compra um lote adicional de Gripen JAS-39C para atender a demanda da FAB até a FAB ter um esquadrão completo de Gripen 39E/F mas vai sabem se o governo não havia prometido um caça de transição e depois deu para trás! Ainda da tempo da adquirirem uns 32 F-18 usados para MB usar até que descidão que NAe comprar e mais alguns anos até homologar os Gripen Mariner, vai ainda uns 10 anos pelo menos isso com sorte.… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  GILBERT
2 meses atrás

Houve uma tentativa de leasing de JAS-39C’s para a FAB enquanto as versões E/F não eram recebidas. Porém custaria caro e eventualmente a Suécia determinou que precisava de todas as células disponíveis, então acabamos ficando sem os C/D. Acho que seria uma besteira da MB adquirir F/A-18’s, até porque as versões Legacy dos Hornets (A/B/C/D) disponíveis no mercado estão razoavelmente bem usadas. Mas também acho que seria uma besteira danada de cara se investir qualquer coisa nos Gripen-M, visto que provavelmente não teremos NAe dentro de qualquer horizonte futuro previsível. Seria muito mais fácil a MB simplesmente optar por utilizar… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

Os Hornet C/D do Kuwait estão com pouco uso. Operaram poucas horas e não operaram embarcados (o que estraga muito mais). Sendo um caça beirando os 30 anos, custariam uma fração do valor de um caça novo. Algo que a MB poderia pagar, caso houvesse um interesse real. São 34 Hornets. Como exemplo de custos: O Canadá comprou 25 Hornets da Austrália por U$ 90 mi. 18 virão para operar e 7 como fonte de peças. Os 34 Hornets do Kuwait poderiam ter um preço parecido. A MB poderia adquirir 18 por MENOS de U$ 100 mi. Não seria um… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Luís Henrique
2 meses atrás

Sim, com certeza, mas o custo de operação é que seria alto demais. Já nem conseguimos bancar os A-4, que dirá os F/A-18. Embora mais modernos e bem mais capazes, para os Legacy Hornets já existe problemas de suprimentos. Seria uma dor de cabeça em pouquíssimo tempo, comparada à dor de cabeça que tivemos com a manutenção dos A-4. E para não operar em porta-aviões, então seria mais lógico seguir de Gripen mesmo.

paddy mayne
paddy mayne
2 meses atrás

Acho que o unico racional para essa escolha é ter a mesma plataforma para ataque e “guerra eletronica”. Se é para ficar na quarta geração, o F-15E seria a máquina. Ia ter o maior quebra pau entre os pilotos alemães para ficar com os strike Eagles.

Almeida
Almeida
Reply to  paddy mayne
2 meses atrás

Também pensei nisso, o diferencial foi o Growler. Se fosse apenas para ataque nuclear, o F-15QA ou F-15EX seriam melhores opções.

Magost
Magost
2 meses atrás

Irão ter pilotos para estas máquinas?????

USS Independence
USS Independence
2 meses atrás

Vai ficar lindo nas cores da Luftwaffe.

Rogerio Loureiro
Rogerio Loureiro
2 meses atrás

Fui fornecedor de mobiliário para o novo escritório da Boeing em SP. Tive de ir lá para alterar a configuração interna de alguns armários que a empresa tinha vendido. Chegando, conversei com uma americana muito simpática e o facilities da empresa que me atendeu muito bem. Na recepção tinha uma réplica em escala do Super Hornet com bandeira brasileira no suporte. Perguntei quando sairia o contrato e se estavam confiantes. Ele respondeu que só faltava a Dilma passar a caneta. Não entendi se essa passada de caneta se referia fechar o contrato com a Boeing ou, finalizar o processo com… Read more »

ivanildo
ivanildo
2 meses atrás

a compra do hornet e para substituir o tornado, e essa serve apenas porque o caça de fabricação europeia não está homologado para ataque nuclear. e seria muito dificil o tio sam permitir que uma outra aeronave usassem os seus artefatos nucleares que estão estocados na alemanha.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  ivanildo
2 meses atrás

O Tornado é Europeu e estava homologado para utilização de artefatos nucleares americanos.

Vitor
Vitor
Reply to  Leandro Costa
2 meses atrás

Esse é o FOU!

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Vitor
2 meses atrás

Shhhhhh! Estou incognito! 😀

Jagderband#44
Jagderband#44
2 meses atrás

Esse Growler é uma belezinha hein.

Felipe Maia
Felipe Maia
2 meses atrás

Minha opinião? Não teríamos “la plata” pra manter os SH em operação e esses caças seriam as verdadeiras rainhas de hangar da FAB. Gripen está de bom tamanho e de acordo com o nosso orçamento.

Juarez
Juarez
Reply to  Felipe Maia
2 meses atrás

Vamos ver quando tivermos um ciclo de manutenção fechado para saber qual será o custo de hora viada.
Na te esquece, escala de produção e tudo.

Caloro
Caloro
Reply to  Juarez
2 meses atrás

São dois motores, mesmo com uma escala maior, NUNCA se comparará com o custo de um monomotor! Quem é da logística do meio aeronáutico/Defesa sabe disso!

Juarez
Juarez
Reply to  Caloro
2 meses atrás

Ahh e, então vou te contar uma novidade:

O F 5 M que tem dois J 85, tem um custo de hora voada inferior ao S 1 com um Spey, e aí, explica aí a tua tese?????

Juarez
Juarez
Reply to  Caloro
2 meses atrás

Ahh, te mais um:
Durante a operação dos M,irage 2000, o PAMA CM gerenciava a manutençãoao deste e de outras anvs, com o F 5 M, e ele M 2000 abocanha a sozinho ,50% do orçamento do PAMA.
E aí “especialista”,, seriamdois casos abdução alienígena???

Guilherme Poggio
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Juarez, numa frota de 36 Super Hornet são 62 motores para se fazer overhaul e numa frota de 36 Gripen são 36 overhaul. Nem entrei na questão do consumo. Por á já se vê que o custo seria maior para o SH.

Ivanmc
Ivanmc
Reply to  Guilherme Poggio
2 meses atrás

É isso mesmo, Guilherme Poggio, a manutenção dos motores dos Super Hornet demandam muito mais tempo e dinheiro, comparado ao Gripen NG. Para a FAB esse aspecto é decisivo. Até para disponibilidade de operar fica mais complexo. Sem dúvidas.

Juarez
Juarez
Reply to  Guilherme Poggio
2 meses atrás

Poggio, eu não afirmei o contrário, eu apenas prefiro aguardar para ver.
Citei o cado A 1 acima, poderia citar o caso do M 2000 que mais escancarado ainda.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Gaudério, vai ficar abaixo de 10 mil dólares. Vai na fé…

Juarez
Juarez
Reply to  Rinaldo Nery
2 meses atrás

Troco de nome coronel e passo a me chamar Maria José se der menos 15.000.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Olha! Vou cobrar! kkkkkk

Guilherme Poggio
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Juarez, eu também vou aguardar para ver. Operar Gripen será muito mais caro do que operar F-5. É outro patamar de aeronave e, por consequência, um outro patamar de gasto.

JSilva
JSilva
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Com todo respeito a um dos melhores comentaristas, na minha opinião, desse blog, que eu admiro por ter os pés no chão e ver sob a ótica da operação. Mas é muito difícil acreditar que um caça médio, bimotor e naval, mesmo considerando a escala, seja mais barato que operar que um monomotor que segue a mesma linha do seu antecessor. O Gripen foi planejado para ter baixo custo operacional, o modelo C/D também não tinha escala e seu custo operacional é conhecido por ser abaixo dos 10 mil dólares. É bom ressaltar que o motor do Gripen E/F é… Read more »

Felipe Maia
Felipe Maia
Reply to  JSilva
2 meses atrás

Exatamente. Aprendi aqui mesmo no blog: ter não significa operar. Com o Gripen podemos suprir com custo menor todas as necessidades da FAB. É um caça com capacidades e desempenho muitos semelhantes ao F-16, o benchmark do caças. Não há porquê duvidar do seu desempenho. Alguns até podem afirmar que ele seria menos “ofensivo” que o SH em razão do seu playload. Mas já foi dito aqui inúmeras vezes, a FAB quer caças para (i) subir com 6 mísseis AA e algum estoque de combustível, (ii) jogar 2 bombas de 1000 lbs a 1500km, e (ii) atacar navios com 2… Read more »

Ivan
Ivan
Reply to  Felipe Maia
2 meses atrás

É por aí, Felipe Maia, os custos do Gripen NG são bem inferiores ao F/A-18 SH. Pelo fato do Gripen NG ser mono reator. Espero que o NG entregue o mínimo ao qual foi proposto, sendo que a qualidade do Super Hornet é indiscutível. O F-18 SH acumulou mais de 1 milhão de horas de voos, sendo que mais de 168.000 horas em combate, conforme o site da Boeing. O Gripen NG tem capacidades equivalentes ao F-16 Block70, em tese. A qualidade do Gripen C/D também é indiscutível. Com tudo, eu creio que o Gripen NG deverá atender as aspirações da… Read more »

Juarez
Juarez
Reply to  Ivan
2 meses atrás

Ivan, tu não pode afirmar que os custos operacionais são inferiores a qualquer outro pelo simples fato de que não temos ainda .ciclo de operação e manutenção fechado.

Ivanmc
Ivanmc
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Isso, Juarez. Penso assim, mas me baseio pelo valor em tese da hora voo do Gripen NG tal foi a decisão do FX, em relação ao Super Hornet. Até disse em outro comentário: espero que o Gripen NG entregue o mínimo ao qual foi proposto. Sabe-se que um dos aspectos de mono reator ser mais em conta o overhaul do que um bi reator. Englobaria mais pessoal de manutenção, disponibilidade de iteroperabilidade, disposição de peças…
Mas, vc tem razão não temos o ciclo de manutenção fechado.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Juarez,

Lucianno
Lucianno
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Juarez, o pessoal acredita naquela fake news que se espalhou que o custo de manutenção do Gripen E é U$ 4.000,00 hora/vôo. Ninguém sabe de fato qual será este custo. Eu acredito que será acima de U$ 10.000,00. Os Gripens C da Africa do Sul tem um custo de U$ 7.800,00, a versão E por ser mais sofisticada com certeza será mais cara.

Juarez
Juarez
Reply to  Lucianno
2 meses atrás

Multiplica por dois.

Juarez
Juarez
Reply to  JSilva
2 meses atrás

O M 2000 e mono motor. Pergunta para o chefe do PAMA CM quanto custava a brincadeira.

Vitor
Vitor
Reply to  Juarez
2 meses atrás

O Motor do Gripen E não é o mesmo do F-18E ? Não vamos ter acesso igual ?

Gabriel BR
Gabriel BR
2 meses atrás

Acertei novamente.
Sem duvidas a melhor escolha possível…

Carlos Campos
Carlos Campos
2 meses atrás

VERGONHA, fazem Typhoon e vão comprar caça americano, não que o FA 18 seja ruim, mas pra Alemanha isso é vergonhoso.

Paulotd
Paulotd
Reply to  Carlos Campos
2 meses atrás

Querem agradar o Trump e Otan, por isso estão comprando o SH. Além do mais Typhon não carrega a ogiva nuclear da Otan que os Tornado podem levar, o SH tem essa capacidade, daí o motivo da compra!

Quanto a MB, que piada, mal tem dinheiro pra patrulha da classe Macaé e querem comprar SH que custa 35 mil dólares a hora de vôo

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Paulotd
2 meses atrás

Aí é que tá os Alemães, passaram os últimos tempo, falando da OTAN, que a Europa tinha que se defender, quando o Trump joga na cara deles que eles não conseguem se defender, eles ficam irritadinhos, falam em Euroexército, mas agora vão comprar um caça dos EUA, os Alemães estão passando vergonha, se o motivo for o ataque nuclear então pior ainda, melhor um míssil balístico ou de cruzeiro, pelo visto o Trump latiu e a Alemanha colocou o rabo entre as pernas.

Augusto L
Augusto L
2 meses atrás

Não é a opção ideal mais foi a escolha mais sensata e realista.

Conseguem vetor que cumprira a missão de alerta nuclear, vai ajudar a restaurar a capacidade de missão da Luftwaffe para termos aceitáveis e eles ainda podem usar os Growler como um diferencial, ja que mesmo com F-35s na OTAN vão precisar de aviões eletrônicos dedicados.

Nilton L Junior
Nilton L Junior
2 meses atrás

Interessante essa compra vamos ver se concretiza, ou sera uma escaramuça comercial?

Guss
Guss
2 meses atrás

O Brasil escolheu o gripen pelo simples fato dele ser mais barato de operar… O hornet seria um excelente vetor… mas falta dinheiro nos cofres da FAB para manter um bimotor!

Luiz Floriano Alves
Luiz Floriano Alves
Reply to  Guss
2 meses atrás

A Alemanha escolheu um ótimo vetor. Na quantidade necessária não compensa produzir em uma linha de montagem que tenha programa de fabricar menos de 400 exemplares. O SH também integra todo o arsenal USA/NATO o que é um diferencial. Não ficarão com intermináveis testes de adaptação de armas e sensores.

Juarez
Juarez
Reply to  Guss
2 meses atrás

Conta para nós por favor o custo de hora voada do NG

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Guss
2 meses atrás

Errado, tudo apontava para o SH, mas aí veio o Snowden e melou tudo, bem feito para os EUA, não que o Brasil fosse a ultima bolacha do pacote, mas perder alguns bilhões de dólares que pareciam certos deve ser triste, o Gripen é o mais barato, mas o SH é um caça barato também, a boeing chegou a vender para a marinha por 64 milhoes cada caça pelado,

Arthur
Arthur
2 meses atrás

Como diz o ditado: “a grama do vizinho é sempre mais verdinha.”
Não adianta… FAB escolheu o Gripen mas ainda tem gente que fica se remoendo pois “deveríamos ter escolhido o SH ou o Viper”. Se a FAB tivesse escolhido um destes, ficariam dizendo que “a FAB escolheu mal, pois o Gripen tem a operação mais barata”.
Em resumo: pessoal gosta mesmo é de reclamar.

Juarez
Juarez
Reply to  Arthur
2 meses atrás

A FAB não escolheu, escolher para ela.

Luiz Floriano Alves
Luiz Floriano Alves
Reply to  Juarez
2 meses atrás

Tem a história de que a Dilminha ficou puta que escutaram as maracutaias do Alvorada. Mandou o Obama para a PQP e comprou qualquer outra coisa. Isso que no pacote do Obama estava incluído um lote de usados para o período de transição. Até Viking para a MB estava na lista. Depois tem a transferência de T. (tutu).

Paulotd
Paulotd
Reply to  Luiz Floriano Alves
2 meses atrás

O Gripen foi uma ótima opção, achei somente que ele saiu um pouco caro, mas é um vetor muito capaz SH é caro de operar. O pacote da Saab foi muito vantajoso em transferência de tecnologia e financiamento, foi a melhor opção não tem do que discutir!

Juarez
Juarez
Reply to  Paulotd
2 meses atrás

176 milhões de dólares na”panaderia” 3 caríssimo, agora sem saber o custo de operação dele lá e achismo.