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EUA, Japão e Austrália realizam o Cope North 2020

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Aeronaves e triuplações reunidas na abertura do Cope North 2020. Clique na imagem para ampliar

BASE DA FORÇA AÉREA DE ANDERSEN, Guam – Mais de 100 aeronaves sobrevoam a Comunidade das Ilhas Marianas do Norte e os Estados Federados da Micronésia enquanto forças dos EUA, Koku Jieitai (Força Aérea de Autodefesa do Japão ou JASDF) e da Royal Australian Air Force (RAAF) colaboram durante o exercício COPE NORTH, de 12 a 28 de fevereiro.

Aproximadamente 2.000 militares aperfeiçoarão suas habilidades para aumentar a prontidão de combate e a interoperabilidade durante o exercício anual de treinamento em campo trilateral. Os exercícios de assistência humanitária e de socorro a desastres e o treinamento de missão de ataque foram realizados durante a primeira semana, enquanto as táticas de combate aéreo e um treinamento de emprego de grandes forças na segunda semana.

“Este exercício é uma oportunidade exemplar para nossos países participarem de treinamentos de classe mundial e expandir compromissos para fortalecer nossa interoperabilidade”, disse o coronel Scott Rowe da Força Aérea dos EUA, diretor de exercícios do COPE NORTH. “Ele valida novas maneiras de desdobrar e manobrar pessoas e ativos, o que acaba aprimorando nossa capacidade e capacidade de promover um Indo-Pacífico livre e aberto”.

As equipes enfrentam vários desafios durante o evento de 17 dias, concentrando-se na integração e aprimoramento das melhores práticas para coordenar táticas, técnicas e procedimentos aéreos combinados.

Parte do cenário de treinamento HADR é uma evacuação médica de Rota para Guam, com médicos e equipes de evacuação aeromédica. As três nações trabalharão juntas durante o cenário de resposta à crise para fornecer comando e controle aéreo, saltos de combate, controladores conjuntos de ataques terminais e treinamento bilateral com os cães de trabalho militares e as forças de segurança.

“Programas de treinamento, como o exercício COPE NORTH, oferecem oportunidades inestimáveis ​​para testar tripulações aéreas e terrestres operacionais ao mais alto nível”, disse o capitão do Grupo RAAF, Mark Larter, comandante da Força-Tarefa Multinacional. “Pela primeira vez, as Forças Aéreas do Pacífico dos EUA convidaram a Força Aérea Real Australiana a liderar a missão HADR para demonstrar prontidão de combate, procedimentos de assistência humanitária e interoperabilidade entre as forças dos Estados Unidos, Austrália e Japão.”

O COPE NORTH – originalmente um exercício trimestral entre as forças aéreas dos EUA e do Japão em Misawa, Japão – foi transferido para Guam em 1999. A RAAF ingressou em 2011 para fortalecer as relações trilaterais e integrar ainda mais as operações HADR e um exercício de emprego de grande força. O exercício agora anual é projetado para promover a estabilidade e a segurança em todo o Indo-Pacífico e continua a evoluir ao longo dos anos.

“Eu participei do COPE NORTH como jovem piloto há cerca de 17 anos”, disse o coronel Kats Jieitai Katsushi “Kitty” Hashimoto. “Fico agradavelmente surpreso ao ver o quanto esse exercício evoluiu ao longo do tempo. Isso literalmente mostra a evolução de nosso já forte relacionamento entre EUA, Austrália e Japão.”

Este ano marca a primeira vez que a Força Marítima de Auto-Defesa do Japão está trazendo uma aeronave anfíbia ShinMaywa US-2 para realizar missões de salvamento de pessoal.

“Estou muito confiante de que este exercício aumentará ainda mais nossa capacidade de combate e fortalecerá nossa aliança mais do que nunca”, afirmou Hashimoto.

FONTE: U.S. Pacific Air Forces

35 COMMENTS

    • Desculpe-me, mas não vejo Japão, EUA, ou qualquer outro país do pacífico, metendo-se numa guerra com a China por causa de Taiwan. É só ver os movimentos chineses para ver que isto logo será inevitável. Ninguém vai entrar numa guerra total contra a China por causa de uma província rebelde.

      Tem a galera que adora achar que o Ocidente, liderado pelos EUA, vai meter o pé na porta e peitar a China. Ou torcem para o circo pegar fogo. Eu, sinceramente, duvido. Nem preparados para uma ação desta magnitude no pacífico, estes países estão.

      A China vai acabar retomando Taiwan, com o protesto de muitos, uma rusga aqui, outra ali… e é só.

        • Smoking Snake, os EUA não vão dar ogivas nucleares para taiwan, se fosse simples assim eles já teriam feito isso. Não fizeram isso nem com Israel que teve que desenvolver suas próprias ogivas. Nenhum país vende ou ” da ” ogivas nucleares para outro, mesmo sendo um país aliado ou simplesmente apoiado pelos EUA

    • Vc acha eles vai entra na briga sem tem retorno de valores?caso haja a guerra China e taiwa apena guerra civil, não tem como externo botar os pés.

      • Errado Zorran a China q não vai entrar numa guerra global por causa de Taiwan.

        É a mesma situação da defesa da Alemanha ocidental e da Coreia do Sul ate hoje, se os EUA defendeu e defendes eles, vão defender Taiwan tbm.

        • Dessa vez é diferente. A China está criando uma formidável plataforma anti-acesso no Mar do Sul da China, algo que inibe qualquer operação expedicionária dos EUA em volta de Taiwan. Essa plataforma que os chineses estão criando é um enorme escudo em volta de Taiwan, em um alcance que se estende de Taiwan até Singapura, cobrindo assim quase todo o Mar do Sul da China.

          Isso é um enorme contrapeso na capacidade da USN de operar na região, como eu disse há alguns dias atrás, aquilo que se viu na Terceira Crise de Taiwan, onde o USS Nimitz navegou livremente entre o Estreito de Taiwan e os líderes militares chineses reconhecendo que não poderiam fazer nada, não se repetirá mais.

          A questão é até que ponto os EUA irão defender Taiwan de uma subjugação chinesa, haja visto os enormes passos que os chineses estão dando para atingir o objetivo de conquistar sua província rebelde. No passado em plena Guerra Fria, a Alemanha e Coreia eram áreas importantes para a política de contenção comunista, e desde sempre os americanos interviram a favor de manter estes territórios, mesmo com a mudança de governo da Casa Branca, onde existia uma política bem definida para questões externas, independentemente de quem estivesse no poder, mas todos os presidentes seguiram a política de acordo com suas regras de engajamento.

          Desde a queda da URSS não existe uma política bem definida sobre o que fazer, como fazer e quando fazer, o que inevitavelmente gera impasse na condução da política externa, sendo assim sempre alterando suas definições assim que um novo governo chegasse ao poder e isso pelo que eu tenho visto não mudará pelo debate totalmente polarizado nos EUA, onde um novo presidente desfaz completamente tudo o que o anterior construiu.

          O que estou querendo dizer?

          Os EUA reagiram tarde demais na questão de Taiwan, e isso não foi culpa só de Obama, mas também de governos anteriores.

          • Matheus, concordo. Acho que também temos que nos perguntar se, a ascensão da China como potência global, colocando seus interesses regionais na mesa, bem às claras, não pode gerar uma uniformidade maior na política externa americana. Concordo que a ausência de uma ameaça real à nível global para os EUA nas décadas imediatamente após à Guerra Fria, gerou uma convulsão interna que os governos desde Clinton vem ajudando à reciclar, polarizando cada vez mais a sociedade americana. Caso haja um senso de propósito único, as coisas podem voltar à entrar nos eixos de forma como estávamos acostumados. O fato é que a polarização ainda é muito grande, e essa uniformização pode demorar à aparecer e essa demora conta à favor da China e suas ideias em relação à Taiwan.

            Se não demorar, vai ser uma nova queda de braços como a bastante tempo não víamos.

            Seja lá como for, vamos ter uma boa indicação do que pode acontecer com o Mundo no longo prazo, à partir do que acontecer em Taiwan.

          • Correto. O que pode mudar essencialmente tudo envolvendo a política externa americana é a sociedade americana. Mas é difícil fazer uma revisão do que pode acontecer, até porque o nível do debate da sociedade americana é altamente polarizado, principalmente depois da eleição de Trump.

            Eu acho que as coisas só vão mudar mesmo depois que eles perceberem a ameaça que se cria na Ásia, mas não em relação à sua segurança nacional, mas de seus vizinhos como aconteceu depois da SGM. Assim a sociedade americana perceberá que existirá um adversário tão ou mais poderoso do que a União Soviética foi em seu auge, o que implicaria em um engajamento maior na contenção dessa ameaça.

            O problema é o tempo que isso levará para perceberem dessa ameaça, e na minha modesta opinião, já é tarde demais para a salvação de Taiwan.

          • Matheus os EUA sempre que enfrentaram uma outra potência nunca tiveram liberdade de empregar um modo de guerra eficaz e eficiente e certeza que iriam ganhar, isto so ocorreu após a queda da URSS e agora com a ascensão da China voltou a como era antes, a ideia de uma longa guerra de alta intensidade era algo comum antes de 91 e agora voltou a ser, simples assim.

            Assim como nunca desistiram antes não desistiram hoje, simples assim.

            E a vantagem é americana, eles não tem que invadir a China, o status quo é favorável ao Ocidente, é a China que tera que fazer o primeiro movimento depois de refletir se vale a pena peitar meio mundo é a mesma situação que os soviéticos enfrentaram sobre a questão de Berlim.

          • Os EUA sempre que tiveram a chance de empregar meios militares para solução de problemas no mundo, empregaram. Uma potência rival nunca foi motivo para restringir a liberdade de ação dos EUA, até mesmo porque em sua raiz geopolítica está o conceito de conquistar, independentemente de quem seja o adversário. Os EUA sempre confiaram no seu poder militar, por isso essencialmente a política externa americana foi agressiva – principalmente se formos considerar o período pós-guerra, enquanto que a política exterior da União Soviética foi mais restringida em termos de ação militar mundo afora, por não ter a mesma confiança que os americanos depositavam em suas forças armadas. Os soviéticos só conseguiram se equiparar com os EUA no final dos anos 70, ou seja, a desconfiança que os soviéticos tinham em relação à equiparação de poder militar com os EUA terminou com a invasão do Afeganistão.

            E você parece desconhecer totalmente o conceito de guerra de longa intensidade. Não basta mudar a doutrina, como se isso mudasse do dia para noite. Pelo jeito que você fala, parece que mesmo após a mudança da doutrina, de um ano para outro o Exército americano se transformou de um exército capacitado para combate de longa duração em intensidade baixa para um combate de curta duração em intensidade alta. Não é assim que o mundo funciona.

            A doutrina certamente é o passo inicial para o direcionamento da função de um Exército, mas doutrina não muda as respectivas capacidades logísticas para alcançar um objetivo definido. Deixe-me me dar só um exemplo de como opera hoje a USAF em Guam e você me diz se isso é uma Força Aérea capacitada para um combate de intensidade alta.

            Na base aérea de Guam, existe uma disponibilidade de cerca de 6 bombardeiros. Pois bem, é um importante centro de operações aéreas dos EUA na região, porém carece de infraestrutura adequada para uma operação aérea imediata e de intensidade alta.

            Nos bombardeiros existe um compartimento chamado de “Common Strategic Rotary Launcher” (CSRL), são lançadores rotativos para o uso de mísseis de cruzeiro e bombas. Existe toda uma logística para pré-carregar esses lançadores para que possam ser instalados mais facilmente nas aeronaves, porém em Guam, não existe tal logística. Ao invés de ter uma instalação para pré-carregar esses lançadores tudo em uma única vez e assim armazenar na aeronave, nessa base o carregamento é feito para um míssil de cada vez, com isso para carregar completamente uma aeronave leva quase meio dia para ser concluído, especificamente 11 horas.

            No orçamento de 2021 da USAF, está um orçamento solicitado de US$56 milhões para resolver essa lacuna. Em outras bases da USAF, a duração média de um carregamento de um bombardeiro dura cerca duas horas e meia, por ter a logística necessária para instalar uma CSRL pré-carregada.

            Então não é uma coisa comum mudar completamente a doutrina de emprego das forças armadas, é necessário também visualizar o treinamento e a logística de todo um Exército.

            A questão de Taiwan já disse anteriormente.

          • Matheus os EUA nunca deixaram de ter uma doutrina e logística para um guerra de alta intensidade, o que mudou após 91 foi a criação do American Way of War, que advoga para uma guerra ofensiva de curta duração independente da intensidade mas sempre estiveram preparados para esse tipo de intensidade.

            O que a China e a Russia fizeram com sua doutrina A2/D2 é negar a Washington seu consenso por meio do American Way of War, isso não quer dizer que os americanos não podem negar os chineses e russos através da noção de que seus movimentos os levaram a uma terceira guerra mundial.

            E se voce pegar a China e Rússia nenhuma aguenta algo a mais logística e militarmente falando do que uma guerra de curta duração.

            Então o jogo ta meio que empatado nenhum tem capacidade de aplicar seu WAY OF WAR no outro, mas os EUA tem a vantagem por que o status quo o favorece, não é ele que precisa de invadir Taiwan ou o Báltico para cumprir seus objetivos e interesse.

            Quanto a questão histórica, os EUA nunca conseguiram impor sua vontade a URSS no campo militar, conseguiram para-los mas impor não, venceram no plano geral por uma estratégia militar, econômica e política superior, mas todas as crises em que havia possibilidade de confronto o desfecho era a 3GM e não havia a mínima mentalidade que uma guerra seria curta eficiente e eficaz, se voce pega o teatro europeu mas específico o da alemanha ocidental, a OTAN ate os 80 estava na inferioridade militar convencional, incapaz de parar o exército vermelho sem o uso de armas nucleares táticas.

            Resumindo, confrontaram e peitaram os soviéticos porque era o que se tinha q fazer e não pq tinham expectativa de vitoria.

          • Há fatos que comprovam que a logística dos EUA para uma guerra de alta intensidade está aquém da realidade, e o exemplo que eu citei foi um de vários outros exemplos. A própria indústria de defesa dos EUA também não é mais a mesma do século passado, eles perderam o vigor depois da queda da URSS, e isso foi tanto na indústria como no próprio meio militar com a doutrina e logística.

            Uma coisa a se dizer é que a doutrina dos russos não é baseada em A2/AD, ela é derivada dos chineses em seu emprego de negar o acesso aos americanos no Mar do Sul da China, não há qualquer menção na estratégia dos russos em que se baseiam em A2/AD, mas isso é assunto para outra hora. Portanto, a estratégia dos russos e chineses são diferentes, embora ambos ainda empreguem algumas semelhanças.

            Pelo TO ser há mais de 10.000 Km de casa, a vantagem de uma guerra de curta duração favorece aos chineses e russos. Você mencionou que a OTAN estava em inferioridade militar convencional até os anos 80 no TO da Europa, pois bem realmente estava, mas as forças da Europa era uma resposta de emprego imediato para barrar o avanço soviético até a chegada dos reforços vindo dos EUA, Canadá e Reino Unido, o que mudaria a balança a favor da OTAN, o exercício anual Reforger foi criado justamente pensando nessa estratégia, então afirmar que a OTAN não barraria os soviéticos sem o uso de armas nucleares táticas é negar a importância do Reforger.

            A questão histórica abre espaço para diversas interpretações. Você tem que se perguntar, por qual razão a política externa dos EUA foi agressiva, enquanto que a URSS foi mais contida até a década de 80?
            Se você mesmo afirmou que a OTAN era inferior a União Soviética até os anos 80, por qual razão nos anos anteriores a política externa da URSS foi contida? Certamente gostaria de ouvir sua resposta, até mesmo porque já dei minha opinião sobre o assunto.

          • Quanto a Guam, os bombardeiros americanos não precisam partir de la para atacar a China ou qualquer outro alvo no pacífico.

            O baseamento em Guam é so um recado, uma mensagem política, uma estratégia de custo benefício em tempos de paz do que realmente de uma logística guerra.

            Na guerra real eles saíram de bases no continente americano.

          • “O baseamento em Guam é so um recado, uma mensagem política, uma estratégia de custo benefício em tempos de paz do que realmente de uma logística guerra.”

            OK

          • Fala como se Taiwan fosse um pobre,pequeno e indefeso país. Taiwan tem 24 milhões de habitantes, tem uma poderosa Força Aérea e Exército e a China poderia conquistar Taiwan mas com elevados custos humanos e materiais que não estão dispostos a suportar. Também não me parece que o Vietnam, Filipinas, Malásia, Indonésia entreguem de mão beijada aos chineses o que é seu por direito. Os americanos vão continuar a navegar nos estreitos por um motivo, porque podem, porque têm a mais poderosa e temível Armada do mundo e não vão respeitar qualquer plataforma chinesa. Taiwan é um dos quatro tigres asiáticos e é de facto um país independente desde 1949.

  1. O primeiro avião(da direita para a esquerda) parece com o nosso KC 390. Ver de perto essas máquina é o sonho de qq entusiasta da aviação. Parabéns ao PA pelas lindas fotos.

    • Franklin,

      Aquele aviao da direita para a esquerda que se parece ao KC-390, se nao estou enganado, e um cargueiro projetado e produzido pela Mitsubishi.

      • É um Kawasaki C2 Japonês. Na verdade o KC-390 se parece com o C2 pois o C2 entrou em operação primeiro (2016). É de uma categoria acima, um cargueiro estratégico mais comparável ao A400 em alcance, payload e preço. Na minha opinião, uma excelente opção mas a constituição Japonesa apenas recentemente deu autorização para a exportação de material militar e vai ser dificílimo para eles competirem no mercado internacional.

  2. Impressionante o tamanho do A-330 MRTT frente ao B707 (modelo americano ao lado usado com AWACS), que tínhamos aqui no país conhecido como Sucatão.
    Precisamos de uma aeronave de grande porte assim para nossa Força.

  3. Nossa tive que fechar porta para ninguém ver o que eu estava vendo, pura pornografia aérea, os caças Japoneses parecem que a pintura deixar eles mais “sexy” aquele F16 naquele tom de azul mexe com a minha cabeça…….. esse exercício para treinar ataues conjunto contra a China, para quem pensa que os EUA vão enfrentar a China sozinhos, sinto muito, não vão a China vai enfrentar Taiwan, Japão, Austrália, CS, Índia e EUA, façam as somas de quantos PA tem nesse grupinho

    • Olá Carlos, só um pouco de preciosismo, não é um F-16 e sim um F-2 que é um caça japonês obviamente baseado no F-16 (algo maior e com maior autonomia). O F-2 não é uma simples cópia, é um “novo” caça montado pela Mitsubishi com apoio da Lockheed.
      Abraços

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