segunda-feira, maio 17, 2021

Gripen para o Brasil

Airbus oferta Eurofighter Tranche 3 à Colômbia

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Caças Eurofighter Typhoon da Espanha

A Airbus Defense & Space (DS) ofereceu formalmente o avião de combate Eurofighter Typhoon à Força Aérea Colombiana (Fuerza Aérea Colombiana: FAC) para substituir sua velha frota de Kfirs das Indústrias Aeroespaciais Israelenses (IAI).

Iván Gonzalez, chefe de campanhas de aeronaves de combate do Airbus Group, disse ao Jane’s em 20 de fevereiro que a empresa ofereceu 15 aeronaves Tranche 3 (12 monopostos e três bipostos) para a Colômbia.

Segundo Gonzalez, o Eurofighter seria a melhor opção para a Colômbia por várias razões: “O país precisa de um caça multirole avançado e o Eurofighter é a aeronave que melhor atende a esse requisito. Além disso, o Eurofighter possui uma superioridade ar-ar inigualável diante dos outros concorrentes, bem como superioridade ar-solo já demonstrada em operações reais”.

“Além disso, é importante considerar que, caso a Colômbia optasse por uma frota de Eurofighter, ingressaria no maior programa de defesa europeu, o que também permitiria ao país aproveitar os benefícios tecnológicos e econômicos associados a esse programa”, disse ele.

Atualmente, a FAC está avaliando e examinando propostas de vários países e fabricantes para seu programa de substituição de caças de superioridade aérea. De acordo com a força aérea, o Eurofighter, o Lockheed Martin F-16V Block 70/72 e o Saab JAS 39 Gripen E/F foram selecionados como um substituto potencial para seus Kfirs.

A substituição dos 23 caças israelenses Kfir, que a Colômbia comprou há três décadas, pode custar mais de US$ 1 bilhão, segundo fontes do governo. Apesar das limitações orçamentárias, o presidente Ivan Duque disse que é a favor da modernização do equipamento militar do país.

Como parte de seu discurso, a Airbus está propondo três pilares principais de cooperação: Compartilhamento de conhecimento que permitirá à indústria nacional apoiar os programas estratégicos de defesa da Colômbia, apoiar o desenvolvimento da indústria de defesa colombiana com base na experiência que a Airbus tem com a Corporacion de la Industria Aeronautica Colombiana (CIAC); e fornecendo as capacidades necessárias para aumentar a autonomia e independência da indústria aeronáutica do país.

FONTE: Jane’s

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Ferreras

Tem aviões que de graça são caros, não pela capacidade do mesmo e sim pelos custos operacionais.

Leandro Costa

Acredito que o Eurofighter se enquadre nessa categoria.

Chris

Particularmente duvido que seja o escolhido…

Mas é curioso… Todo fabricante diz ter o melhor avião ! heheh

Fabio Araujo

Concordo, é um grande caça e muito capaz, mas para a economia de uma país sul-americano o custo de operação complica muito.

Luiz Trindade

De acordo

Luiz Floriano Alves

Se o custo é fundamental vamos nos equipar com cópias de PA-18. No banco de trás fica um tripulante com um FAL e um RPG. É bem econômico. Não considerando a capacidade de combate é a melhor solução. Só não sugiram isso para nações com doutrina de combate. Para elas a vitória não mede custos. Vale mais quem ganha. Não hás vices no Dogfight.

Leandro Costa

É… vamos fingir que o Mundo é lindo e ideal, e que só é necessário imprimir dinheiro para comprar brinquedos novos.

Camargoer

Caro Leandro. De fato, o sistema econômico mundial está longe da idealidade ou do equilíbrio. Inclusive, os EUA são praticamente o único Estado que pode imprimir dinheiro sem qualquer lastro (seria bom pensar em como uma moeda sem lastro se torna lastro de outras moedas). Imprimir ou não dinheiro deixou de ser problema há décadas. O problema é qual o impacto que essa liquidez terá sobre a economia doméstica. Considerando uma taxa de ociosidade de 30% na industria, um desemprego maior que 11%, como elevação da taxa de informalidade como fonte de renda, com um crescimento do PIB trimestral estagnado… Read more »

Diogo Luiz Bizatto

Verborréia

Camargoer

Caro Diogo. Fiquei curioso em saber qual seria o seu contra-argumento.

Antonio Palhares

Luiz.
E na hora de pagar a conta ?

Tomcat4.0

Se forem de Typhoon vão morrer na nota pra manter. Se prós europeus já saí caro🤦🏽‍♂️😰

Leandro Costa

Aeronave de operação cara. Imagino que a Colômbia vá de F-16 ou Gripen.

Minuteman

Nenhum nem outro, eles não tem dinheiro, só papo, igual os hermanos…

Leandro Costa

É uma possibilidade. Mas a possibilidade de que o temor de a Venezuela entrar em desespero e fazer algo impensável também existe. O Brasil, devido à sua extensão, pode esperar, já a Colômbia não pode esperar tanto assim e talvez só contar com a presença Americana não satisfaça setores da sociedade Colombiana. De qualquer forma, acho que quem conseguir aparecer com o melhor financiamento, acaba levando. E isso, eu acredito que os Americanos podem fazer e acabar por pressionando os Colombianos nesse sentido, o que seria perfeitamente natural. Ao mesmo tempo, o desfecho pode muito bem ser aquele que você… Read more »

Camargoer

Caro Leandro. Acho que é necessário avaliar a Venezuela por outro ponto de vista. Ela continua tendo uma das maiores reservas de petróleo do mundo. Agora pode ser parte do problema mas no futuro poderá ser parte da solução. O impasse político na Venezuela ocorre em torno de Maduro. É possível que ele permaneça no poder mais alguns anos, mas em algum momento ele será substituído. Poderá ser um golpe da oposição, um golpe dentro do próprio grupo que apoia Maduro hoje, é possível que o país chegue a um acordo político e convoque eleições gerais, pode ser que após… Read more »

Leandro Costa

Camargoer, eu considero que essa seja uma possibilidade sim, mas infelizmente temos muitos exemplos de líderes que encontraram em conflito externo uma forma de se unificar a população e calar críticos. O fato de que a maioria, senão todas, essas aventuras terminaram de maneira trágica não parece impedir muitos deles de ainda acontecerem. Seja como for, uma defesa preparada é sempre prudente e serve inclusive para acalmar qualquer tipo de temor por parte da população ou alguns setores da mesma, e de quebra ainda beneficia a persuasão e ajuda a tranquilizar a região como um todo, já que afasta ainda… Read more »

Camargoer

Olá Leandro. Todos os cenários são possíveis, mas apenas alguns são mais prováveis. Geralmente, os ditadores que iniciam os conflitos por ato de agressão escolhem alvos fáceis ou menos armados. A Venezuela está em condição de desvantagem para um ataque, mas tem toda a vantagem tática da defesa. Uma ação de agressão levaria a um enfraquecimento da sua posição interna, podendo ser o estopim para uma revolucao financiada e apoiada externamente. Seria difícil uma potência estrangeira apoiar um ato de agressão venezuelano. Por outro lado, se a Venezuela sofrer a agressão, seria mais provável que a oposição interna a Maduro… Read more »

Leandro Costa

Oh sim, eu concordo totalmente que são apenas hipóteses, e que é melhor focar nas mais prováveis, mas eu acho que sempre vou pecar pelo ‘melhor prevenir do que remediar’ ainda mais quando temos um elemento instável, que já fez questão de ultrapassar a linha do bom senso para com seu próprio povo. De qualquer forma, esses caras tendem à se apegar mais ao poder, e qualquer agressão à vizinhos seria uma forma de acelerar sua queda final, o que seria um contrassenso. Ainda assim eu não gosto de variáveis instáveis que, por mais decadentes que estejam no momento, ainda… Read more »

Camargoer

Caro Leandro. Acho que um dos fatores de desestabilização tem sido a postura do Itamaraty, que comprometeu a legitimidade da diplomacia brasileira de conduzir o processo de negociação entre a oposição e governo na Venezuela. Infelizmente, as ações do governo brasileiro prejudicaram muito encontrar uma solução negociada. Ao apoiar Guaido, o governo brasileiro acabou excluído do processo de negociação e amarrado a uma aposta fracassada.

MMerlin

A país o fez devido a situação calamitosa da Venezuela, deixando de fechar os olhos, como fizeram as gestões anteriores, e se posicionado contra um déspota, assim como fizeram outros 56 países de forma oficial.
E a posição vai muito além de Guaidó.

Camargoer

Caro MMerlin. Geralmente, o resultado é péssimo quando se faz relações exteriores pensando em política interna. Foi o que o Itamaraty fez com a Venezuela. A Venezuela faz fronteira com o Brasil, portanto os interesses brasileiros são bem diferentes dos países europeus, asiáticos, africanos, das Américas central e do norte. A solução pacífica e negociada seria a que mais interessaria ao Brasil principalmente se ele estivesse á frente ou participando das negociações, já que as decisões tomadas irão necessariamente afetar os interesses brasileiros. Guaido tentou um golpe de estado, fracassou e deixou o Brasil fora de qualquer negociação presente ou… Read more »

MMerlin

As atitudes do Maduro e a forma com que mantém o poder deslegitimizam qualquer ato constitucional que venha do mesmo. Assim com Guaidó, que era Presidente da Assembleia e mediante provas de manipulação eleitoral anulou o processo, deu um “golpe” (o que discordo totalmente), o que Maduro faz, mantendo o cargo a base de ameaças e apoio de países que pensam apenas no petróleo venezuelano e não em seus cidadãos, não é golpe (o que também discordo). Referente a “tirar vantagem” de países administrados por ditadores e déspotas, neste ponto colega, discordamos totalmente. Uma coisa é tirar vantagens comerciais de… Read more »

Camargoer

Caro Merlin. Em um comentário logo abaixo respondendo ao Leandro, fiz um resumo do que aconteceu na Venezuela nas últimas décadas. A ascensão de Maduro é o resultado de um processo anterior ao Caracazo. Li há pouco um artigo “A mão e a luva: a China anti-reacionária e a Doutrina Nixon” de como a aproximação entre a China e os EUA foi um processo pragmático. O atual impasse político na Venezuela teve início na interrupção das negociações entre o governo e oposição para a convocação de eleições gerais em 2018. Seria incorreto ignorar na decisão da oposição venezuelana na crise… Read more »

MMerlin

Acredite Camargoer, entendo este lado comercial e conheço bastante as armadilhas, mesmo em menor escala, com negociações internacionais. E, infelizmente, as maiores oportunidades estão em países pobres, aonde a riqueza está concentrada em um número bem menor de pessoas. Assim, o investimento é menor e o lucro é maior. E com menos esforço! É quase mágica se não fosse trágico. Mas aí meu amigo, vai contra minha moral e ética profissional. Perco o negócio, mas mantenho a consciência. O problema é conciliar isto em momentos de crise. Neste caso, só existe uma solução. Trabalho, trabalho e mais trabalho. Faz parte… Read more »

Camargoer

Olá Merlin. Entendo bem esse dilema moral (por isso escolhi o caminho mais fácil que foi virar cientista). Lembro de uma reportagem na Veja sobre um rapaz que intermediava a venda de ônibus urbanos para a África na década de 80 e minha indignação com a foto dele em uma limusine branca (baseada no Ford Landau) abrindo uma garrada de champanhe. A questão da Venezuela foi esquecer o principal (colocar a oposição e o governo para negociar uma transição que levasse a Venezuela a estabilidade institucional que permitisse a recuperação econômica) por um debate ideológico contrário ao interesse brasileiro e… Read more »

MMerlin

Cientista caminho mais fácil é de ferrar hein Camargo. O que o Brasil mais precisa, depois de um ensino básico e fundamento de qualidade, é do fomento a pesquisa e desenvolvimento.
Para ser cientista no Brasil, antes de mais nada, é necessário coragem.

Camargoer

Olá MM. Acho que cientista é onde os improdutivos conseguem produzir alguma coisa socialmente valiosa. No caso de dar errado, não dá para culpar ninguém.

Leandro Costa

Sim, e não, Camargoer. De fato a diplomacia Brasileira está comprometida a muito, muito tempo. Estamos à várias décadas (exceto por um ou outro breve período) tentando repetir a política pendular da era imediatamente anterior à Segunda Guerra Mundial sem um objetivo nacional claro. A política externa Brasileira tem alguns princípios básicos, e feliz ou infelizmente estamos nos atendo à eles e esse caso da Venezuela não mudou isso. De fato o que mais precisamos na política externa brasileira é um direcionamento geral, um norte, ao invés de apenas ‘formas.’ O Itamaraty foca mais em protocolo do que no direcionamento… Read more »

Camargoer

Olá Leandro. Acho um erro ignorar os últimos 50 anos de política interna da Venezuela. Na década de 70, a exportava petróleo e importava bens de consumo, sem desenvolver sua industria e avançando em um processo desigualdade social que culminou com o Caracazo, desestabilizando o país até a tentativa de golpe liderada por Chavez. O golpe fracassou mas consolidou a liderança de Chavez que ganhou a eleição presidencial. A crise diplomática com os EUA começa com a tentativa de golpe em 2002, que voltaram à normalidade com durante o governo Obama. Maduro ascende ao poder após a morte de Chavez,… Read more »

Chris

Fica tranquilo… A vida real não é um video-game. Russos e americanos se respeitando de todas as formas possíveis na Siria, que o diga !

Colombia nunca será atacada pelos Venezuelanos…

Sabem muito bem que serão pulverizados em horas… Se isso acontecer. Pois os americanos só esperam um motivo!

Barbosa

Aí eu vejo coerência no comentário.

Carlos

F16 operação cara também
muito problema em ingestão de FOD.
pistas tem que ser limpas antes de cada operação

Carlos

Eu espero que o Gripen vença assim o Brasil possa participar em conjunto com a Saab na montagem e entrega da aeronave…

Cristiano de Aquino Campos

Não vejo o porquê, já que a maioria das peças do gripen a americana.

Mário SAE

Ersn, bom dia. Esses caças F16 por você citados, estão mais rodados que putas da Vila Mimosa (Rio de Janeiro). Já nos foram oferecidos e técnicos da FAB atestaram o que estou reproduzindo aqui. Os caças Eurofighter Typhoon são ótimos, porém extremamente caros de adquirir e de operar. Particularmente torço para que a FAC olhe com carinho para o Gripen, pois seria muito bom produzirmos e exportamos para um vizinho com quem mantemos um bom relacionamento. Talvez a equipe econômica pudesse se envolver no negócio, viabilizando o financiamento.. O Gripen é mais barato de adquirir, de operar e poderíamos desenvolver… Read more »

ADRIANO MADUREIRA

Fora que um negócio com os colombianos seria bom,eles constroem navios patrulhas de qualidade…

Mário SAE

Boa tarde, Adriano. Certamente, se a compra vier a ocorrer, será muito bom. Podemos tentar incluí-los na cadeia de produção de componentes da aeronave, ajudá-los a desenvolver um centro de manutenção para seus Gripens, além de estreitar o relacionamento com um vizinho. Uma série de oportunidades de negócios podem surgir a partir de uma venda como essa, todavia, mesmo eles possuindo expertise na construção de navios patrulhas, esse é um campo que temos trabalhado para dominarmos o ciclo e produzir em casa, caso contrário teríamos aceitado a oferta da BAE Systems e adquirido o OPV classe River Batch 1, o… Read more »

MMerlin

Países que precisam de atenção na AS: * Colômbia e Peru: Estão em acensão politica, administrativa, industrial e turística (este já estabilizado). Futuramente podem ser ótimos parceiros; * Bolívia: Acena para uma bem vinda mudança política. Mas melhor esperar para ver; * Chile: Sem comentários. Mesmo com os últimos acontecimentos, o país mais avançado da AS. Podem ser um grande parceiro unilateral no segmento de agronegócios; * Paraguai: Atenção mais urgente. O avanço de organização criminosas do Brasil podem conseguir um salvo conduto baseado no domínio politico do narcotráfico; * Argentina: Acena para uma infeliz mudança política, que antes era… Read more »

Fabio Araujo

Eu acho que devem ir de F16 por conta do bom relacionamento que existe entre as Forças Armadas dos EUA e da Colômbia! Mas uma coisa é certa tanto o Brasil quanto a Colômbia precisam para ontem de caças modernos, no nosso caso é só uma questão de tempo para recebermos os primeiros Gripens, mas no caso deles com o processo de compra ainda não foi fechado ainda vai demorar para eles receberem os primeiros.

Argos

Se optarem pelos F16, não. Pagou, levou!

Camargoer

Olá Argos. O FMS consiste em um acordo governo para governo. O governo dos EUA adquirem o armamento do fornecedor e o revende para o governo interessado. Eles podem vender no mesmo preço ou até vender a um preço menor do que eles pagaram para subsidiar a venda. Concordo que fica na base do pagou levou .. mas também se não pagar perde tudo e nunca mais.

Carlos

O EUA deve oferece o F-16 via FMS
A entrega rápida e um bom custo benefício deve ser um dos requisitos para o caça colombiano.

Minuteman

Quem acredita em papai noel, acredita em Eurofighter na Colômbia.

Rommelqe

Meu caro nem tanto aos oito (segundos) nem tanto às oitenta (horas). Além de ser um país em franco desenvolvimento, a Colômbia enfrenta, há anos, como vc sabe, situações concretas que requerem ações muito objetivas e com prioridades bem definidas. Por isso acho que vão decidir logo por quais serão os vetores que substituírão os Kfirs. Espero que sejam Gripens.

Fabio Araujo

Por conta da Venezuela se o Gripen vencer a Colômbia poderia arrendar alguns Gripens C/D até a chegada dos E/F e com isso já ajudaria os pilotos na adaptação à nova plataforma e ainda reforçaria significantemente a capacidade de defesa da Colômbia. Não sei se no caso do Eurofighter e do F16 existiria esta possibilidade de arrendamento de caças de uma versão anterior até a chegada dos caças mais recentes!

nonato

A Suécia não se desfaz dos gripen C.
Ameaça russa.

Camargoer

Olá Nonato. Lembro de alguma coisa sobre usarem algumas células de F39C para serem modificadas para o padrão E

Jeff

Também acho que o F16 leva essa.

Willber Rodrigues

Os colombianos já foram informados do custo de hora-voo e de manutenção dessa criança?

Naamã

É claro que não.O consórcio Eurofighter só mostra isso quando o comprador já não tem como pular fora.Ex : Áustria.

glasquis 7

Anteriormente, a Espanha tinha oferecido seus eurofighter Tranche 1, excedentes nós seus estoques. Até plantaram a notícia falsa de que o Chile tinha aconselhado a não comprar MLU por “presuntos problemas operacionais” mas, mesmo com tudo isso a Colômbia declinou desse caça. Um ôtimo caça de combate mas muito caro de operar em tempos de paz.
A Colbia vai de F 16. Tem um ôtimo relacionamento com EEUU e um ôtimo parceiro no Chile.

Silvano

A Colômbia compra que tipo de material de uso militar do Chile? sabe informar?

Tutu

Esses Tranche 1 são furada, eurofighter só vale a pena no Tranche 3.

Luiz Henrique

Caça excelente porém com um custo operacional altíssimo fora da realidade para os colombianos.

Plinio Jr

Tendo os venezuelanos ao lado, tentando buscar encrencas, acredito que os colombianos façam aquisição de algo, deve ficar entre F-16 ou Gripen….

Diego

Considerando a proximidade com os EUA, a necessidade de não ficar sem um vetor, vão de aeronave americana, acho que o F16, talvez até o F18, novos ou de segunda mão. Gostaria que fossem de Gripen e acredito que fora de fornecedores americanos é a escolha mais próxima. É puro achismo de quem não é da área de defesa, mas considerando o restante do material de emprego militar colombiano é a escolha mais óbvia.

Clésio Luiz

Me surpreende a ausência do Super Hornet nessa reta final, no lugar do Eurofighter. Talvez os colombianos estejam jogando o velho jogo de buscar concorrentes, para baixar o preço da aeronave que eles realmente querem. Na Áustria, esse joguinho acabou com o consórcio Eurofighter oferecendo um lote de Typhoon Tranche-1 desdentados, rejeitados pela Luftwaffe alemã. O preço era tão baixo que desbancou o Gripen, imaginem vocês. Aí os austríacos cresceram o olho e acabaram mordendo a isca, inclusive acusando os suecos de aumentarem o preço do Gripen, por ele ser substituto natural dos Draken operados pela Força Aérea Austríaca e… Read more »

Sérgio Luís

Fora da realidade colombiana!

Gus

Entusiasta Militar

Eu acredito que o melhor seria o caça F-16 pela proximidade com os EUA.

Luís Henrique

Se eu sou o presidente colombiano eu compraria o F-35. Mas, como parece que não foi oferecido ou não o estão considerando, o melhor custo/benefício provavelmente será o Super Hornet. A Colômbia pode operar sim o Eurofighter, na verdade não têm caças de alto desempenho, baratos de operar. Até F-16 e Gripen E são caros de operar. O Eurofighter e o Rafale eram bem mais caros de operar, alguns anos atrás no início de suas incorporações. Hoje, continuam caros e sim, são mais caros que o Gripen ou o F-16, mas as diferenças não são tão grandes. Porém para adquirir… Read more »

Lucianno

O pessoal acredita na Fake News que o custo de operação do caça sueco é de apenas U$ 4.500,00 por hora de voo. Segundo a Africa do Sul o custo é bem maior que isto, em torno de U$ 7.800,00 por hora de voo, no caso o Gripen C. A versão “E” com certeza terá um custo maior porque é mais sofisticada.
Fonte:
https://www.flightglobal.com/paris-south-african-air-force-boosts-gripen-availability/124498.article

Rinaldo Nery

É isso mesmo. Valores abaixo de 10 mil são possíveis de suportar. A FAB consegue. E acho que a Colômbia também. NENHUM avião de combate de quarta geração pra cima tem custo operacional abaixo de 7 mil dólares.

Camargoer

Olá Colegas. É preciso levar em conta que a Colômbia irá comprar aeronaves de prateleira, algo parecido ao que a Polônia fez com o F35. Acho que tanto o F39 quanto o F16 são mais baratos de operar e adquirir. O Typhoon só faz sentido para os países que estão envolvidos no projeto de desenvolvimento do caça (ou que esteja cheio de petrodólares e precisa equilibrar a balança comercial importando produtos de luxo e equipamentos militares caros). Talvez seja possível que a Colômbia cancele a aquisição de caças novos e decida por F16 modernizados excedentes dos EUA. Imagino que as… Read more »

Mauro

O mais provável é que comprem F-16 usados, “fabricados” no AMARG (o nome lembra mesmo amargura, deve ter uma amargura danada num piloto saber que vai receber um caça desse local), e sejam modernizados e atualizados, com a promessa de compra futura de aviões novos. O Gripen E seria o ideal, mas com a influência dos EUA sobre a Colômbia, se torna difícil, e dada a realidade orçamentária, creio que os F-16 usados sejam a solução “temporária.” Com um bilhão de dólares não dá para comprar muita coisa, se comprar cinco E.F. pelados é muito, então tem mesmo que apelar… Read more »

vitor hugo

E tudo isso por causa de um louco chamado Maduro.

MadMax666

O revendedor Lamborghini tb me ofereceu uma, diz que da ate os tapetes e umas calotas novas. E pode levar na autorizada todo mes para lavar de graca.

nonato

Você não foi louco de recusar, né?

Carlos Campos

Acho que se o Brasil e a Suécia entrarem nessa juntos temos chances de vencer F18 ou F16, os EUA não saíram perdendo pois o Gripen tem recheio americano

Antunes 1980

O que tem de brasileiro com inveja da Colômbia.
O Thyphoon colombiano será um divisor de águas na América do Sul.
Caso se confirme está aquisição, parabéns ao bravo povo da Colômbia!

Rinaldo Nery

O trinômio Gripen/Raven/Meteor já é ¨O¨ divisor de de águas da América Latina.

Camargoer

Olá Cel.Nery. O conjunto F39/Raven/Meteor estaria restrito ao caça. Ao combinar esse trinômio ao quanto vértice que seria R99, esse divisor de águas seria ainda mais amplo? E o CINDACTA, seria o quinto vértice?

Rinaldo Nery

Nem levei em consideração o E-99 + datalink. Quanto aos CINDACTA, a maioria dos países (exceto Argentina, que é muito mal servida de radares) possui algo semelhante.

Camargoer

Olá Cel.N. Entendi. Obrigado.

Daniel

Antunes.
No lançamento do programa do Su-57, o Brasil estava na lista de fazer parte do projeto.
Entre especulação e realidade há diferença gritante, portanto, não há motivo pra “inveja”.

Roberto Medeiros

É um excelente avião. Mas o custo de manutenção é pesad -por vezes proibitivo – para seus operadores, como a Áustria, que está se desfazendo dele. Devido aos fortes.laços com o Tio Sam, creio q quem vai levar essa é o F16 (só não sei calcular de qual versão).

Gus

Acho engraçado como os comentaristas de internet sabem mais do que o próprio governo colombiano sobre a “realidade” da Colômbia. Lembrem-se, caríssimos, que o orçamento das FFAA brasileiras é consideravelmente maior do que o orçamento das FFAA da Itália ou de Israel. Seguindo os argumentos de vocês, Itália está fora da realidade ao operar quase 100 Eurofighter e Israel está louca ao operar F-15, F-16 e F-35…

Paulo

A diferença é que nos outros países não há o enorme gasto com salários e aposentadorias como aqui.

Leandro Costa

Acho engraçado que você desconsidera as diferenças econômicas, sociais e geopolíticas de cada país desses que você citou como base para a sua crítica, meio que nivelando todo Mundo em números absolutos.

Gus

Prezado, se tivéssemos FFAA pequenas, racionais e voltadas unicamente à sua atividade-fim – que é cuidar da paz estando prontas para a guerra -, poderíamos ver nossos guerreiros operando equipamentos no estado-da-arte.

Se a Colômbia tiver essa filosofia, então poderá operar os caças que quiser.

Lucianno

A Colômbia solicitou um orçamento de Typhoons com o objetivo de negociar um preço menor com os americanos. Com certeza irá de caça made in USA, devido a parceria de longa data com os americanos. Pode ser F-16 ou F-18, novos ou usados, mas será um caça americano.
Engraçado ver comentários de que o Gripen é favorito, a Colômbia sequer solicitou uma proposta do Gripen, a SAAB que por conta própria ofereceu o caça, aliais como habitualmente o faz, e sempre com a promessa de que vai ser o mais barato, só que ninguém quer…

Aurio

Para as necessidades e desafios da Colômbia o F16 tá de bom tamanho

Gilson

A melhor situação para Colômbia, seria uma parceria com a EMBRAER, para futuro próximo e promever sua industria de defesa aeroespacial com os GRIPEN F-39, talvez isso poderia estar em curso, deque adianta comprar Eurofighter, e não poder fabricar um parafuso se quer. Já uma parceria com a EMBRAER, os Colombianos teriam uma chance única em suas vidas de talvez produzir alguma coisa do avião. Ex, Portugal.

JuggrtBR

Seja lá qual for a aeronave, se os americanos puserem um AWACS sobrevoando o Caribe não tem Sukhoi que levante vôo.

Fabio Mayer

Leio os comentários, quase todos falam do custo operacional do Eurofighter. Sim, é alto. O problema é que caças modernos têm custos de caças modernos, naturalmente mais altos. O que pouca gente não atenta é que, mesmo no Brasil, o Gripen terá um custo operacional muito maior que o dos F-5, porque caças modernos tem custos naturalmente mais altos. Ou seja, as forças aéreas terão que se adaptar. E a partir disto, a escolha de cada uma é que vai prevalecer, porque ninguém compra avião para deixar em exposição ou guardado no hangar. Assim, eu não descarto o Eurofighter na… Read more »

Rinaldo Nery

Nós compramos o que podemos manter. Esse planejamento já existia na seleção do FX-2. Por que será que o Gripen venceu? Na COPAC não tem amador.

Camargoer

Olá Cel.Nery. Lembro que além dos dados de custo e manutenção, o fato da FAB ter total acesso ao código-fonte do F39, o que não era garantido para o F18, também favoreceu a escolha do Gripen. Também lembro que o fato do F39NG ser uma proposta para desenvolvimento enquanto o F18 e Rafale serem aeronaves em operação também pesou a favor do F39. Creio que se houvesse um quarto participante, que oferecesse a possibilidade de desenvolvimento, acesso ao código-fonte e um desempenho superior ao Gripen, teria sido mais difícil para o COPAG chegar a uma decisão, mesmo que essa quarta… Read more »

Rinaldo Nery

O processo de escolha do FX-2 foi extremamente complexo, e gerou um relatório final de milhares de páginas. Eu estava na COPAC. Não foi uma ida à concessionária comprar um carro novo. Utilizamos a mesma metodologia empregada pela USAF.

Camargoer

De fato. Lembro de muitas discussões aqui na trilogia sobre o processo de escolha, inclusive de uma explicação sua que “qualquer um dos três caças escolhidos na short list (Rafale, F18 e F39NG) cumpriam as exigências de desempenho exigidas pela FAB e que a partir daquele ponto, seriam considerados outras questões (creio que tinha a ver com ToT, offset, financiamento e garantia de acesso ao código-fonte). Não foi isso?

ADRIANO MADUREIRA

Dizem que o Gripen C/D havia nós sido oferecido no primeiro FX, e venceu o primeiro programa em 2002.

A FAB com certeza já devia ter visto que ele seria uma boa escolha caro Rinaldo Nery.

Em 2000,eles já tinham dado uma passada por aqui,na BASC e no BACO.

Camargoer

Olá Adriano. Acho difícil comparar o FX com o FX2. No primeiro, a ideia é adquirir um ou dois esquadrões de caças para Anápolis no limite de US$ 700 milhões. Lembro do acordo entre a Embraer e a Dassault para forçar a aquisição do Mirage2000-9 e da participação do F16 ao invés do F18. Lembro que eu acreditava que o F39C/D seria a melhor escolha e torcia por ele, apesar de achar o M2000 o caça mais lindo (Já no FX2, eu torcia pelo Rafale mas tinha certeza que o F39NG era a melhor opção)

Ilan

Com todo respeito, Sr. Cel Nery, venceu o Gripen por causa do Snowden. É um caça mais módico, mas não era o escolhido.

Fabio Mayer

O Super Hornet não foi descartado em razão da arapongagem dos EUA contra Dilma?

Enfim, a questão independe da aeronave. É certo que o COPAC buscou escolher as aeronaves mais adequadas ao “bolso” brasileiro e o escolhido foi o Gripen.

Mas é fato: a hora-vôo do Gripen é maior que a do F-5.

E estamos no Brasil: não sabemos o efeito disso na FAB!

Rodrigo Maçolla

Não a duvida que o Eurofighter Typhoon é realmente um grande caça, Mas e para manter ?
E é chover no molhado dizer que Bom pro Brasil e para a Suécia era a Colômbia ir de Gripen NG também.

Elintoss

Máquina excelente!
Porém, muito dinheiro no ralo.
Pulem fora!

Antonio Oliveira dos Santos Junior

O Brasil quando escolheu o Gripen olhou para custo/benefício, para a indústria de defesa e para o futuro. Se fosse olhar para performance teria que ser no mínimo o Rafale, ou abrir um FX3 com F-35 e Su-57. Acredito que as motivações da Colômbia são diferentes do Brasil. Eles estão bem mais pertos de uma compra de prateleira.

Oséias

Aposto no F-16.

MGNVS

Seria muito interessante para o Brasil que a Colombia tambem optasse pelo Gripen. No caso especifico da Colombia ainda existe a vantagem do Gripen ser multi-funcao e ter a capacidade de decolar de pistas nao preparadas. Isso diminuiria os custos de producao para ambos os países o que facilitaria a aquisicao de mais celulas. Se o Mercosul se unisse, poderia-se tambem aventar a abertura de credito para uma compra conjunta de mais Gripens tanto para o Brasil, como para Colombia, e colocando na lista Uruguay (18 uni), Paraguay (18 uni) e talvez ate Argentina, isso é claro, dependendo dos embargos… Read more »

Camargoer

Caro Colega. Concordo com você em quase tudo. Creio que não haveria necessidade de envolver o Mercosul porque a Colômbia não faz parte, mas claro que o BNDES poderia financiar essa aquisição. Existem dois problemas. O Posto Ypiranga (PY) acha que o Mercosul não serve e um monte de gente acha que o BNDES serve para financiar comunista.

MGNVS

Camargoer Saudações Sim… sobre o BNDES infelizmente vc tem razao em relacao a esse “monte de gente” que ainda vive na epoca da guerra fria. Citei o Mercosul pq uma compra conjunta poderia aumentar o numero de celulas para diminuir os custos. Seriam os provaveis 108 caças Gripen para o Brasil, umas 18 unidades para o Uruguay, umas 18 unidades para o Paraguay e se nao houvessem embargos, entao uns 36 caças para Argentina. Some-se a isso tbm os caças para a Colombia, logico se o Gripen for o ganhador. MAS… tudo isso nao passa de suposiçao da minha parte,… Read more »

Ricardo Bigliazzi

Acabaria com o gargantismo de um certo Ditador vizinho da Colombia.

Nilton L Junior

Aqui a pouco vão dar desconto.

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