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F-16 israelenses praticam ‘dogfight’ com Rafales franceses

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Exercícios no sul de Israel simularam combate três a três, com pilotos israelenses nos F-16 e os Dassault Rafale do porta-aviões francês na costa israelense

Por Judah Ari Gross 

Pilotos de caça franceses treinaram ao lado da Força Aérea Israelense esta semana como parte de um exercício conjunto focado no combate ar-ar, disseram os militares em um exercício que permitiu aos pilotos praticar a coordenação com forças estrangeiras – e seu inglês.

O exercício foi realizado na segunda e terça-feira nos céus do sul de Israel. O exercício contou com “dogfights” três a três , com um grupo de pilotos – o “time vermelho” – encarregado de realizar um ataque aéreo, enquanto o segundo grupo – o “time azul” – tentou impedi-los, um dos pilotos israelenses participantes disse ao The Times of Israel.

Três caças franceses Dassault Rafale participaram do exercício, voando para o sul de Israel a partir do porta-aviões Charles de Gaulle na costa. Os pilotos israelenses, do 107º Esquadrão Aéreo, voaram jatos F-16I a partir da base aérea de Ovda, ao norte de Eilat.

Esse tipo de exercício conjunto, com os multinacionais de maior porte, permite aos pilotos israelenses a oportunidade de aprender táticas e técnicas de outras forças aéreas e aprender a trabalhar em conjunto com pilotos e aeronaves desconhecidas, algo que eles poderão fazer operacionalmente no futuro.

Em um nível mais estratégico, esses exercícios também permitem que Israel mantenha fortes laços militares com países de todo o mundo, independentemente de tensões diplomáticas ou políticas. Em alguns casos, os pilotos israelenses até participaram de exercícios ao lado de países que não reconhecem formalmente o Estado de Israel, como o Paquistão e os Emirados Árabes Unidos.

Para forçar ainda mais os dois países a trabalharem juntos, em vez de cada país se enfrentar, as duas equipes incluíram pilotos israelenses e franceses.

“Isso nos permitiu voar com eles e contra eles, tentando todas as opções”, disse Cpt. “Ayin”, que por razões de segurança só pode ser identificado por seu posto e pela primeira letra hebraica de seu nome.

Isso também forçou os pilotos participantes a se comunicarem em um idioma comum: o inglês.

Ayin disse que isso às vezes é difícil para os pilotos israelenses, que estão menos acostumados a trabalhar em inglês do que seus colegas franceses, que o fazem mais regularmente como parte de seu treinamento e operações na OTAN.

F-16I e Rafales

“Você não pode ficar parado pensando em como traduzir uma palavra por cinco, sete segundos, porque depois de cinco, sete segundos a situação mudou”, disse Ayin, falando por telefone.

Para se preparar para o exercício, Ayin e seus colegas pilotos praticaram as frases e os termos em inglês que eles esperavam precisar.

“Algo como 70% da comunicação é algo que você sabe que terá que dizer, como ‘estou disparando um míssil'”, disse ele. “Então, examinamos os termos, palavra por palavra, sob diferentes situações. Dessa forma, fica mais fluente.”

Diferentemente da maioria dos exercícios internacionais da Força Aérea, os pilotos franceses que participaram do exercício desta semana não ficaram em Israel, mas voltaram ao seu porta-aviões no final do treinamento de cada dia.

Segundo Ayin, isso representava um desafio logístico no exercício, pois os aviadores franceses tinham que seguir um cronograma rigoroso devido às restrições de voar de e para um porta-aviões.

“Eles tinham horários muito mais específicos – um avião tinha que decolar em um determinado horário e retornar em um determinado horário”, disse ele. “Conseguimos ser muito mais flexíveis, mas também exigia de nós muito mais flexibilidade”.

Além disso, como a equipe francesa nunca pousou em terra firme, os pilotos israelenses e franceses nunca se encontraram pessoalmente antes do exercício, apesar de falarem por telefone, disse Ayin.

Porta-aviões Charles de Gaulle

Ele disse que isso acrescentou uma dimensão de mistério ao treinamento.

“Você não sabe quem voa melhor, quem voa pior ou o que eles farão”, disse ele. “Você entra no exercício completamente neutro, com quem está no seu time e contra quem está lutando”.

Entrar em um exercício com uma “lousa limpa” significa que os pilotos tinham que assumir que os do outro país eram de alto nível, disse Ayin. “Você não pode assumir que a pessoa é mediana, ou ele vai derrubá-lo”, disse ele.

Na quarta-feira, os pilotos israelenses foram levados de helicóptero para o porta-aviões Charles de Gaulle.

“Foi a primeira vez que vi uma coisa gigante como essa. Foi fascinante e enriquecedor”, disse Ayin.

Ele descreveu o exercício como tendo sido bem-sucedido em geral, com cada lado aprendendo com o outro.

“Agora estamos pensando em como fazer um exercício mais desafiador”, disse Ayin.

FONTE: The Times of Israel

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Bille
Bille
7 meses atrás

Buenas.

Esse tipo de exercício é muito bom, até porque Israel tem vetores atualizados e pilotos muito bem treinados – mas normalmente combate com pilotos da região, que tem sua cultura, modismos e jeito de pensar (da pra estimar uma Tatica após a primeira curva do oponente).

E nesse caso, para os dois países, força a sair da caixa, porque deixa de lado um pouco as táticas soviéticas e introduz surpresas, até mesmo quanto as capacidades do rafale.

Para o Brasil, falta aeronaves mais capazes para tocar e evoluir esses exercícios. Tomara que o F39 resolva essa lacuna.

tomcat4.0
tomcat4.0
Reply to  Bille
7 meses atrás

Creio eu que as Cruzex serão lendárias após a entrada dos Grifos em operação na FAB e idem para participações na RedFlag.

Maurício Vaz
Reply to  tomcat4.0
7 meses atrás

torço muito por isso irmão…

Teropode
7 meses atrás

Certamente ambos aprenderam bastante neste exercício, o Brasil poderia convidar a IA/DF para o próximo cruzex , .

nonato
nonato
Reply to  Teropode
7 meses atrás

Não precisa esperar a cruzex.
Faz um desses aí.
Dogfight…

Flamenguista
Flamenguista
7 meses atrás

Acredito que a força aérea de Israel deva ter uma reverencia especial no tocante a aeronaves francesas, devido aos conflitos passados.
Na minha humilde opnião, o Rafale é o mais belo caça em produçao.

Flanker
Flanker
Reply to  Flamenguista
7 meses atrás

Falando apenas em beleza e estética, o Rafale está em primeiríssimo lugar, sem dúvidas! Um design de mais de 30 anos e permanece com linhas atuailissimas! Ninguém pode negar que a Dassault sabe fazer aviões bonitos.

Tallguiese
Tallguiese
Reply to  Flanker
7 meses atrás

Pois é flanker, eles fazem naves lindas, carros franceses são maravilhosos e design lindo, mas o costume de ser caro pra caramba e o mesmo. Queria muito ter um Peugeot mas vou de golzinho mesmo que faz a mesma coisa e mais barato…

Flanker
Flanker
Reply to  Tallguiese
7 meses atrás

Como você deve ter ler percebido, eu escrevi:”Falando apenas em beleza e estética”. Preços de aquisição, manutenção, modernização……São outra história!

Anselmo da Costa Andrad
Anselmo da Costa Andrad
Reply to  Flamenguista
7 meses atrás

Sem dúvidas, o Rafale é um dos mais belos caças já produzidos mas a sonda de reabastecimento fixa destoa do conjunto limpo e harmonioso.🤷‍♂️

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Anselmo da Costa Andrad
7 meses atrás

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Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Flamenguista
7 meses atrás

Das em produção é o mais bonito, depois vem o J20, SU 35, Gripen, SU 57,… de todos os tempos o P51 e o F14

Galeao
Galeao
Reply to  Flamenguista
7 meses atrás

se nao fosse aquela verruga no nariz, tambem acharia, um caca lindo daquele sem retracao da dispositivo de abastecimento.

sds
Galeao

tomcat4.0
tomcat4.0
Reply to  Flamenguista
7 meses atrás

Sem dúvida alguma o Rafale é o mais belo caça em produção. A Dassalt sabe dosar a mão em suas aeronaves viu.

WashingtonLuiz de Oliveira
WashingtonLuiz de Oliveira
Reply to  Flamenguista
7 meses atrás

Realmente é muito bonito,mas igual ao F22 Raptor não tem igual!!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
7 meses atrás

Será que algum dia os dados dos confrontos serão divulgados? Acho que por parte dos franceses não teria problema, mas Israel é bastante cuidadoso em revelar informações estratégicas. Mas seria bem interessante ver os números, saber quem foi melhor nos combates simulados!

Sérgio Luís
Sérgio Luís
7 meses atrás

Nada de Kills???

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  Sérgio Luís
7 meses atrás

Ta achando ruim do quê?!?!

tomcat4.0
tomcat4.0
7 meses atrás

OFFTopic – Saiu matéria falando sobre provável venda dos Mi-35 da FAB pra Libia .

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  tomcat4.0
7 meses atrás

Fui o primeiro a comentar aqui e apagaram ou travaram meu comentário. Acho que não gostam de quem dê as notícias primeiro kkk

Kemen
Kemen
Reply to  tomcat4.0
7 meses atrás

Caso seja verdade, aposto que o Peru ou a Venezuela estariam interesados.
Depois dos sub,agora os MI-35, tem quem acredite que não precisamos mais de armas, nunca seremos atacados ou invadidos, nunca havera guerrilheiros nas selvas do pais.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Kemen
7 meses atrás

“Nunva havera guerrilheiros nas selvas do pais”
Para isso está aí o EB, um exercito que sempre foi equipado e adestrado para a contra insurgência.

Kemen
Kemen
Reply to  Joao Moita Jr
7 meses atrás

Tudo bem, confio no nosso exército, mas lembro que na Colombia (que tem o melhor exercito comprovado atual anti guerrilha na America Latina treinado por acesores norte americanos), um golpe fatal na guerrilha foi dado por um S. Tucano, da FAC. A atuação conjunta das 3 forças militares é fundamental para atuar contra qualquer guerrilha de peso, me refiro a guerrilha com 10.000 ou mais combatentes, que era o caso da Colombia.

Washington Menezes
Washington Menezes
7 meses atrás

Delta canards e duplo motor, certeza que deu Rafale

tomcat4.0
tomcat4.0
Reply to  Washington Menezes
7 meses atrás

Não teria tanta certeza viu!!!

Carlos
Carlos
Reply to  tomcat4.0
7 meses atrás

Parece que nunca chegam os GRIPEN.
Kkkk Parece que vou morrer de lombrigas kkkkk .
Não estou a reclamar , mas estou querendo que chegue logo , feito criança a espera do aniversário . Kkkkkk

Kemen
Kemen
Reply to  Washington Menezes
7 meses atrás

Contra F-16 é possivel, mas não esqueçamos que tem israelense pilotando os F-16 eles tem um treino muito intenso em pilotagem e taticas.
Alem do mais não são Mig-21. KKKKKK

Bosco
Bosco
Reply to  Washington Menezes
7 meses atrás

Washington,
Talvez a comparação mais apropriada seja entre o Python V e o Mica-IR e entre o Topsight e o DASH.

Anthony
Anthony
Reply to  Washington Menezes
7 meses atrás

Sera?

Do Pais que o M2000 “tomou pau” de Mirage III…. (Sic)…

Peter nine nine
Peter nine nine
7 meses atrás

Off topic: alguém por aí também leu que a FAB poderia vir a vender os seus helis de ataque?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Peter nine nine
7 meses atrás

A manutenção ficou inviável.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Rinaldo Nery
7 meses atrás

Eu sou daqueles que dificilmente aceita a desculpa de problema de manutenção, mas é possível. No entanto, existe fonte oficial da FAB a reclamar da manutenção ou da ausência do devido suporte?

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Peter nine nine
7 meses atrás

Peter, a FAB geralmente noticia que está sempre tudo bem ou simplesmente deixa de falar sobre alguma coisa. Já ouvi muita crítica sobre o AH-2 de diversas fontes ligadas à FAB, mas pessoalmente nunca ouvi nada em primeira mão.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Leandro Costa
7 meses atrás

Ainda assim, tal não representa a posição oficial do ramo aéreo brasileiro. Por mais, vendê-los para um general, cuja legitimidade é duvidosa, num país como a Líbia, via EAU, ainda mais se afasta do jeito brasileiro de fazer as coisas.

Flanker
Flanker
Reply to  Peter nine nine
7 meses atrás

Se forem vendidos dessa maneira, vai ser no mesmo estilo que esses helis foram comprados.

Junior
Junior
Reply to  Peter nine nine
7 meses atrás

Peter, todo mundo sabe que a logística russa não é lá essas coisas, países que não estão habituados a usar armamentos russos sofrem mais ainda por estarem acostumados a lidar com a logística de países ocidentais que é diferente, e tem um agravante para os MI 35 da FAB, os motores são da motor sich ucraniana, bom não preciso nem dizer que depois do corte de relações entre Rússia e Ucrânia, a mesma ficou sem seu principal cliente que era a Rússia e praticamente faliu, agora estão americanos e chineses se estapeando pelo seu espolio

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Junior
7 meses atrás

Junior, a razão para ter dito que é uma desculpa que não aceito, prende-se no facto de que ah pouca coisa que dinheiro, papel e caneta não resolva. Muitos dos países que vejo reclamarem de equipamento russo, ou o equipamento está velho e a ficar inviável, ou o país já tem fama prévia de falhar nessa área, seja por razões económicas seja por outra qualquer. No caso brasileiro, temos também o assunto dos motores ucranianos, que tal como o senhor disse, tem de se ter em conta. Ainda ontem li um artigo de um aclamado autor em que refere precisamente… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Peter nine nine
7 meses atrás

Peter, o próprio fabricante se negou a realizar as grandes revisões (aqui chamamos IRAN), pois alegou que nossa frota é ¨pequena¨. Como o Juarez já postou inúmeras vezes, nossa frota (12) é composta de 3 lotes distintos. Além de o motor ser ucraniano, como já foi afirmado. Nem limite de vida útil tem nos manuais. Operacionalmente, é uma excelente máquina, sem dúvida. O EMAER, ano passado, ativou um Grupo de Trabalho para definir o destino do projeto.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Rinaldo Nery
7 meses atrás

Exacto Rinaldo, mas tudo isto são obstáculos a serem previsto e devidamente tratados pelas entidades responsáveis antes que constituam problema. Se não o foram, não se pode pôr a culpa só no fornecedor.

Kornet
Kornet
Reply to  Rinaldo Nery
7 meses atrás

Cel. é vdd essa notícia? Se for como vai ficar o 2/8º,digo pois foram transferidos pro norte pra combater os voos ilegais e patrulhar a região,vão voltar a usar o Esquilo?

Vitor
Vitor
Reply to  Kornet
7 meses atrás

Super Tucano ou vao buscar Heli de ataque ocidental

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Kornet
7 meses atrás

Não sei. Mas, certamente, não será Esquilo.

Flanker
Flanker
Reply to  Rinaldo Nery
7 meses atrás

Desde que essas aeronaves foram recebidas, eu comentava na época, no Forum Base Militar/Alide. Sempre falei das dificuldades de manutenção e pós-venda dessas aeronaves. Tenho um amigo, hoje SO, que serviu nos antigos Esquadrões de Suprimento e Manutenção em Santa Maria e após, em Porto Velho. Ele estava em PV qiando esses helis chegaram. Ele contou “maravilhas” do treinamento dado pelos russos. Inclusive, um militar de manutenção da FAB acionou, sem saber, o sistema de ejeção das portas traseiras de um desses helis. Questionado, o russo que estava na Base para dar o treinamento, disse que achava que aquilo não… Read more »

Delfim
Delfim
Reply to  Peter nine nine
7 meses atrás

Uma pena pois é um heli pesado de ataque com capacidade de transportar tropas, mas a forma como foi introduzido na FAB e as dificuldades de manutenção o limitaram.
Tomara que cheguem os Viper, ou uma versão de ataque dos BlackHawk.

737-800RJ
737-800RJ
Reply to  Delfim
7 meses atrás

Amigos, suponho que não somente o alto comando da FAB esteja acompanhando isso de perto, mas também o pessoal especializado dentro do governo federal. Essas aeronaves podem sair, mas virá coisa boa pra substituir!

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Delfim
7 meses atrás

Eu já vi esses helicópteros em ação, e são muito robustos, confiáveis e com uma suíte eletrônica e de armas extensiva. Infelizmente, assim que chegaram ao Brasil eu sabia que simplesmente seriam muito mal aproveitados. O Peru por exemplo os utilizaria muito melhor.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
7 meses atrás

Se os franceses forem com todo o gás Israel perde…

Flanker
Flanker
Reply to  Defensor da liberdade
7 meses atrás

Hehehehehe …sabe tudo!! Kkkkkkkkk

Agnelo
Agnelo
Reply to  Defensor da liberdade
7 meses atrás

Hahahahahahahahhahahahahahaha
De Napoleão pra cá…. q França não ganhou NADA!!! Nem com e nem sem gás…..

JuggerBR
JuggerBR
Reply to  Agnelo
7 meses atrás

E Napoleão nem francês era… heheh

Delfim
Delfim
7 meses atrás

Lembrando que alguns vizinhos de Israel, a começar pelo Egito, utilizam Rafales, é bom para Israel saber de seu desempenho.

Carlos Eduardo Broglio Gasperin
Carlos Eduardo Broglio Gasperin
7 meses atrás

Será a França nossa maior ameaça?

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Carlos Eduardo Broglio Gasperin
7 meses atrás

Noup

Kemen
Kemen
Reply to  Carlos Eduardo Broglio Gasperin
7 meses atrás

Niet

Lucianno
Lucianno
Reply to  Carlos Eduardo Broglio Gasperin
7 meses atrás

Nie

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Carlos Eduardo Broglio Gasperin
7 meses atrás

Não. A maior ameaça do Brasil…
É o Brasil!!!

Kemen
Kemen
7 meses atrás

Os pilotos israelenses estão tendo a posibilidade de se engajar em combates simulados, contra caças que seguem doutrinas da OTAN. Excelente exercicio, os caras não são bobos não! He, he, he a Turquia faz parte da OTAN e com os problemas recentes nas aguas de Chipre por causa do gas …

André Luís
André Luís
7 meses atrás

Off-topic – A tal proposta de venda dos nossos AH-2 Sabre foi DESMENTIDA. Os sabres ficam.

Denis
Denis
7 meses atrás

Fui surpreendido com algumas das declarações. Sempre pensei que os militares israelenses falassem inglês fluente, e que tivessem conhecimento de quase todo tipo de equipamento ocidental e oriental, e o capitão disse nunca ter visto um porta-aviões daquele tamanho. Às vezes, acreditamos nos mitos que nós mesmos construímos.

Diego
Diego
Reply to  Denis
7 meses atrás

Não existem muitos porta aviões no mundo, nenhuma das declarações me estranhou.

Denis
Denis
Reply to  Diego
7 meses atrás

Bem, pelo menos num filminho ele deveria ter visto; afinal, não é um recruta, mas um oficial com uma senhora patente.