Home Aviação de Ataque Os F-5EM da FAB no Red Flag 08-3

Os F-5EM da FAB no Red Flag 08-3

9116
54

Em julho de 2008, caças F-5EM do 1º Esquadrão do 14º Grupo de Aviação (1º/14º GAV) da FAB foram até os Estados Unidos para participar do exercício Red Flag 08-3.

Além de seis F-5EM do 1º/14º GAV, a Força Aérea Brasileira também enviou uma aeronave Boeing KC-137 do 2º Esquadrão do 2º Grupo de Transporte (2º/2º GT) para o reabastecimento em voo, e um C-130 Hercules como apoio ao traslado.

Foram 86 militares brasileiros participando da operação, entre pilotos, mecânicos e Estado-Maior, responsável por todo o planejamento, coordenação e execução das atividades.

Pela segunda vez em sua história, a Força Aérea Brasileira (FAB) participou do maior treinamento aéreo de combate do mundo. Realizada na Base Aérea de Nellis (NLAFB), o Red Flag é um exercício de responsabilidade do Air Combat Command (ACC) da Força Aérea dos EUA (USAF), concebido para proporcionar treinamento num ambiente simulado de combate para o pessoal da USAF, com participação de Forças Aliadas.

No exercício de 2008, além do Brasil, participaram também a Turquia, a Suécia e o México.

Treinamento de US$ 1 milhão

Até os Estados Unidos, foram 12 mil quilômetros de voo com escalas em Anápólis (GO), Boa Vista, Barranquilla (Colômbia) e Mérida (México). Entre cada trecho, os aviões fizeram reabastecimentos durante o voo. Somente entre Mérida e Las Vegas, foram três procedimentos. Para os brasileiros, o deslocamento já era considerado uma operação. Em território americano, os pilotos brasileiros fizeram 200 voos (cerca de 10 voos diários) totalizando 500 horas de treinamento.

O custo da participação brasileira foi de US$ 1 milhão (R$ 1,6 milhão). Foi a segunda vez que o Brasil participou do Exercício Red Flag, realizado desde a década de 1970. A outra foi em 1998, com os AMX.

Para o treinamento de 2008, parte do território do Estado de Nevada foi dividida em dois países, A e B. Foram simuladas a invasão do país B pelo país A, o ataque a alvos militares e a defesa feita pela força de coalizão. O México participou apenas como observador, sem aviões.

Como parte do exercício, foram utilizados equipamentos para causar interferência em rádios e GPS.

A participação da FAB no Red Flag 08-3 teve boa repercussão, devido ao bom desempenho dos aviões, pilotos e pessoal de terra.

Operações como essa trouxeram conhecimentos inestimáveis à Força Aérea Brasileira, na área de combate BVR (além do alcance visual), operações de REVO (Reabastecimento em Voo), coordenação com AWACS e C3I (Comando, Controle, Comunicação e Inteligência).

Caças F-5EM decolando com pods ACMI (Air Combat Maneuvering Instrumentation) de telemetria

Subscribe
Notify of
guest
54 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Kommander
Kommander
5 meses atrás

Conhecimento nunca é demais…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Kommander
5 meses atrás

Olá Kommander. Acho melhor tocar a campainha ou bater na porta antes de chegar mais cedo em casa. riso. Sobre a FAB, concordo que esses exercícios são importantes. Aliás, as duas últimas Cruzex foram em 2013 e 2018, Antes elas ocorriam a cada dois anos. A última edição da Salitre foi em 2014.

Kommander
Kommander
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Camargoer.
Recursos cada vez mais escassos e aviões cada vez mais velhos, já tenho pena dos pilotos de F-5. Espero que o Gripen chegue logo.
Abraço

Camargoer
Camargoer
Reply to  Kommander
5 meses atrás

Olá Kommander. Concordo que está difícil ser otimista com o presente. Meu medo é que a gente só consiga ser otimista com o passado.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
5 meses atrás

Se a FAB fez isso com o F-5, imagine quando o Gripen tiver 100% operacional…

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Willber Rodrigues
5 meses atrás

Wilber. Falou e disse.

Fresney
Fresney
5 meses atrás

Gostaria de ver exercícios como estes aqui no Brasil mas só com a fab e a mb explorando ao máximo o Elta 2032 dos A-4

Camargoer
Camargoer
Reply to  Fresney
5 meses atrás

Olá Fresney. A FAB organizava as operações Cruzex e o Chile as Salitre. Acredito que a MB já tenha participado de algumas Cruzez, mas não sei se ela já foi até o Chile. A última Cruzex foi em 2018. Talvez ano que vem ou no outro, mas deve ocorrer novamente em Natal ou Anápolis. Não sei se a FAB voltará a organizar operações no sul/sudeste.

Bille
Bille
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Buenas

A Marinha participou da última Cruzex fazendo as mesmas missões do A-1. Tem algumas reportagens por aí. Eles parece que gostaram (sofreram um pouco com o ritmo e a doutrina que era pra eles um pouco nova – mesmo com a maior parte dos pilotos formados no joker).

Quero ver quando o EB vai participar. Pra eles eu acho que o choque vai ser maior.

Diogo de Araujo
5 meses atrás

Parece que a gente tá preso na déc. de 60 em um looping eterno

Bille
Bille
Reply to  Diogo de Araujo
5 meses atrás

Buenas.

Em termos de doutrina até que não.

O mais crítico são aeronaves e equipamentos. $e (quando) tiver um incremento dos meios, em termos de doutrina a gnt não tá mal não.

Nossa frota que é velha e cara. Não tem datalink, Comunicação segura (funcionando com todo mundo), MAWS/CHAFF/FLARE (para atender todos os vetores), REVO de grande capacidade, etc etc… e isso basicamente se resume a investimento $$$

Cleber
Cleber
5 meses atrás

Pena q nao conseguimos voltar mais por falta de verba , o ganho operacional seria enorme , pois tempos em tempos muda se as doutrinas : Vants , Drones armados ja fazem parte do teatro de operacoes .

Camargoer
Camargoer
Reply to  Cleber
5 meses atrás

Olá Cleber. Acho que a USAF não convidou mais. Talvez quando a FAB estiver com o F39E/F operando, os EUA a convidem novamente. Acho que a FAB teria condições de disponibilizar uns R$ 5 milhões nem que seja cortando outras coisas no Brasil. O orçamento da FAB deve ser da ordem de R$ 30 bilhões por ano, sendo 10% a 15% para custeio (algo entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões). Uma operação dessas custaria entre 0,5 e 1% do custeio. Continua sendo muito dinheiro, mas a FAB teria condições de organizar suas despesas para incluir uma operação dessas.… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

30 bilhões? Só se for na USAF…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Rinaldo Nery
5 meses atrás

Olá Cel. Nery. O orçamento do MinDef é de R$ 100 bilhões (um pouco mais um pouco menos). 1/3 disse seria uns R$ 30 bilhões (um pouco mais um pouco menos). 80% do orçamento comprometido com pessoal ativo e inativo (um pouco mais um pouco menos). 10% para custeio (um pouco mais um pouco menos), o que seria em torno de R$ 3 bilhões para custeio… então o custe de enviar um grupo para um redflag seria algo entre 0,5 ou 1% do orçamento de custeio (um pouco mais um pouco menos).

Luciano
Luciano
5 meses atrás

US$ 1 milhão = R$ 1,6 milhão! Bons tempos!

Camargoer
Camargoer
Reply to  Luciano
5 meses atrás

Olá Luciano. Estou treinando para acreditar que a melhor parte da vida é hoje (mindfulness + 300 mg de bupropiona).

MMerlin
MMerlin
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Bupropiona é um pouco fraco Camargo, sendo utilizado bastante por quem quer parar de fumar ou está sofrendo um pouco com stress. Se o problema já for depressão ou um nível alto de stress (tipo tocar 3 empresas…), pense em algo um pouco mais forte. Mas não sem antes descobrir se você tem alto ou baixo nível de serotonina. Para pessoas que sofrem de depressão, cuidado com técnicas meditativas. Principalmente as que trabalham a mente em curtos períodos de tempo. Ficou comprovado que a melhoria real existem em técnicas acima de 30 minutos. Abaixo disso, existe uma chance alta de… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  MMerlin
5 meses atrás

Olá MMerlin. Essa mistura de química, ilusão e sugestão da mente é coisa de mago. Obrigado pelas sugestões. Um grande abraço. Um patz sublingual e bom descanso.

Kommander
Kommander
Reply to  Luciano
5 meses atrás

Nem fale, nessa época eu até sonhava em viajar pra fora do Brasil. Mas tanto faz, com dólar mais caro ou barato, os preços aqui continuam exorbitantes. Tudo aumenta, menos o salário! Rsrs

Carlos Campos
Carlos Campos
5 meses atrás

Quero muito ver o desempenho do Gripen na RedFlag. O Brasil devia treinar com os russos e os chineses

William Duarte
William Duarte
Reply to  Carlos Campos
5 meses atrás

Dificilmente o Brasil treinaria com os Russos, a Suecia não iria gostar da gente mostrando para os Russos o que o Gripem pode fazer e localizar seus pontos fracos, a mesma coisa vale para os Chineses. Uma coisa é ter bom intercâmbio comercial e cultural, com os Russos, Chineses,Persas, Árabes, com o mundo inteiro, outra é estratégia militar, em saber em que time você vai jogar ou torcer discretamente na hora do vamos ver realmente (que tomará a Deus que nunca aconteça)

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
5 meses atrás

Me perdoem a falta de conhecimento, mas como nos saímos atuando contra e ao lado de caças top of top dos eua, os gripens da suécia e f16 da turquia? Será que os f-5zinhos estão tão defasados assim, que merecem a aposentadoria ou desmanche e não poderiam ser usados em outros tipos de missões até seu esgotamento final, após o recebimento do gripen?

Diego
Diego
Reply to  Saldanha da Gama
5 meses atrás

Tem algumas informações na Net, com dados completos não, é questão reservada, se considerar a América Latina, não estamos mal, usamos alerta aéreo antecipado, datalink, combatemos além do alcance visual, o F5 BR foi uma ótima escolha para a FAB, eles vão voar bastante, o gripen será, como sempre é, entregue aos poucos, aqui em Anápolis vão receber o gripen no 1/16 o GDA vai continuar com o F5 por enquanto.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Diego
5 meses atrás

Diego, obrigado!!! E tomara que não o aposentem e o remetam ao desmanche. Ainda acho que mesmo após a chegada do gripen, ainda podem nos ser útil por muitos anos, principalmente atuando em operações junto ao ST. Abraços

Flanker
Flanker
Reply to  Diego
5 meses atrás

As entregas começarão pelo 1⁰/16⁰ GAV, pelo que li. Provavelmente, como normalmente acontece, quando tiverem sido entregues uns 50% das células para o Adelfi, começarão as entregas para o GDA. Mesmo assim, a dotação completa de F-39 nos 2 esquadrões de Anápolis influenciará pouco a dotação de F-5 na Força, no que se refere ao número de células, pois no Adelfi não ocorrerá uma substituição de vetores, visto que o esquadrão está inativo hoje em dia. A substituição ocorrerá somente no GDA, que mesmo assim opera um número pequeno de celulas do F-5 (entre 8 e 10). Então, como oficialmente… Read more »

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Flanker
5 meses atrás

Parece que a ideia da fab era manter pelo menos 24 f5 e 15 ou 16 A1 junto com os F39. Pelo menos foi o que eu li

Plinio Jr
Plinio Jr
Reply to  Flanker
5 meses atrás

Resumindo, a FAB vai precisar de outros lotes de F-39s para substituir os F-5s e A-1s

Camargoer
Camargoer
Reply to  Plinio Jr
5 meses atrás

Caro Plinio. O segundo e terceiro lotes do F39E/F é praticamente uma certeza. A dúvida será se a FAB vai ficar com menos ou mais do que 80 aeronaves.

Alex Faulhaber
Alex Faulhaber
5 meses atrás

Os americanos devem ter pensado que era um novo esquadrão Agressor

Osvaldo serigy
Osvaldo serigy
5 meses atrás

Os militares Brasileiros tiram leite de pedra. Sucesso! Vamos aguardar um treinamento desses com os Gripen! Vai ser sensacional!

carvalho2008
carvalho2008
5 meses atrás

Em 2008, os sistemas eletronicos do F-5M estavam extremamente atuais.

Não era o melhor do mundo, mas muito bem atualizados e bem posicionados.

Bom, todo mundo sabe como a eletronica funciona…basta comparar com seu NoteBook novo mesmo que mediano, ele dá um ralo nos melhores modelos de 5 anos atras….a vida assim, sai da loja…já tem outro mais valorizado ou melhor…

Hoje, o pacote do F-5M ainda é muito bom, e o avião ainda tem um desempenho melhor ou igual aos mais modernos LIFTs MB-346, Yak-130, FA-50 etc….

Glasquis7
5 meses atrás

Sempre desconfiei desses “resultados favoráveis” das FA da região frente aos americanos. No Chile, também com F5, os resultados foram mais impressionantes ainda, isso com 12 F54 contra uma frota composta por Tomcat e F16… Acho que os americanos estão mais interessados em deixar as nossas Forças Aéreas irem até o limite para descobrirem e analisarem as nossas capacidades, do que se esforçarem e demonstrarem pra nós as suas reais capacidades de combate. Penso desta maneira pois sempre, em exercícios contra forças da nossa região, os americanos saem mal, com equipamento muito melhor e com pilotos com maior disponibilidade de… Read more »

Ersn
Ersn
Reply to  Glasquis7
5 meses atrás

Os americanos se equipam e treinam para conquistar e manter superioridade aérea no primeiro dia de combate mas quando a situação impõem restrições de atuação o enfrentamentos aéreos ficam mais equilibrados como na operação Rolling thunder e linebaker 2 alem dos combates na allied force.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Ersn
5 meses atrás

Não dá para comparar a USAF em matéria de caças antes da Rolling Thunder e Linebacker com a USAF de depois dessas operações. É completamente diferente e é o motivo principal de a Red Flag e exercícios brutais com países amigos acontecerem. Também é impossível comparar a USN de hoje em dia com a USN da Rolling Thunder. Os resultados da diferença entre Rolling Thunder e Linebacker com a USN já são completamente diferentes entre si.

carvalho2008
Reply to  Glasquis7
5 meses atrás

Mestre Glasquis, Sim, pode até ser que os americanos não venham com todo o apetite e isto é logico inclusive a todos, pois ninguem quer demonstrar seus extremos e segredos…isto ocorre com todos. Mas vocês foram os primeiros a entrarem em ação com F-5 modernizados e atualizados e aí, uma eletronica boa e nova comparada a outra já com 10 a 15 anos de vida propicia um equilibrio razoavel, ainda mais nas regras de engajamento deste tipo de exercício…voces fizeram isto uns 10 anos antes da FAB…e naquele momento, o pacote de voces estava muito bom naquele cenario….daí a supresa… Read more »

Glasquis7
Reply to  carvalho2008
5 meses atrás

Grande Carvalho, Mesmo que a sua analise tenha certa coerência, acho impossível os americanos ter se acostumado a sair com seus caças pra perder. Se eu fosse comandante deles, já teria dado uma solução. Então, ainda acho que nesses exercícios, os americanos estão muito mais preocupados em descobrir as nossas capacidades do que em vencer.

Nenhuma Força que tenha o orçamento deles, se acostumaria a perder pra F5. Se os resultados com nossos F5 fossem assim tão bons realmente, eles parariam de produzir F 16, 15 e voltariam a produzir os F5 numa nova versão não acha?

carvalho2008
Reply to  Glasquis7
5 meses atrás

Sim e não….

Os treinos simulam situações…..e são situações controladas….

E de fato, ninguem entra na arena emitindo o radar no máximo…

Acho que um pouco de cada…. e no geral, quem entra na arena com eletronicos e radares de 2a. linha, normalmente acaba ajustando para emitir mais do que o cara com a ultima palavra no equipamento….e isto acaba sendo normal…justamente porque o a primeira linha é secreta…e a segunda não…não tem tantos segredos a divulgar…

Talvez algo assim….

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
5 meses atrás

A missão principal dos nossos F-5 lá foi combater os ¨leakers¨, ou seja, os F-16 e F-15 que passavam pelas PAC das FAOR (Fighter Area of Responsability). Sim, houve algumas vitórias. O que ficou claro foi a fraca motorização do F-5: enquanto o nosso Pampa estava se dirigindo para a ¨regenerate area¨, o F-15 já tinha ido e voltado! E a necessidade forçou nossa Guerra Eletrônica a atualizar os ¨library¨dos RWR dos F-5. Queríamos ter ido junto (2°/6° GAV), mas o COMGAR/III FAE achou que um AEW nosso lá não seria necessário. Não faríamos feio, pois já conhecíamos combate BVR.… Read more »

Luís Henrique
Luís Henrique
Reply to  Rinaldo Nery
5 meses atrás

Caro Rinaldo,
Já era de se esperar. Afinal o F-4 já é 3 x mais potente que o F-5. E o F-15 Tem quase o Dobro da potência do F-4. A diferença para o F-15 É abismal.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Rinaldo Nery
5 meses atrás

Cmd Rinaldo Nery, quando analisado os pilotos brasileiros ficamos devendo alguma coisa em relação aos americanos? O “gap” era grande? Aprontamos alguma que entrou para a historia?

luiz antonio
luiz antonio
5 meses atrás

É..vão passar décadas até a FAB voltar a Nevada, pelo andar da carruagem. Quando pensamos que as coisas estão ruins, não imaginamos que podem ficar piores. Os anos passam e a distância do Brasil em relação aos países desenvolvidos vai aumentando em progressão geométrica. A não ser por algumas “bolhas”, vamos nos juntar a países sem nenhuma expressão e pior, sem nenhum respeito.

JSilva
JSilva
Reply to  luiz antonio
5 meses atrás

Provavelmente voltaremos na segunda metade desta década com o Gripen.

Leopoldo
5 meses atrás

Alguém tem ideia o número de vitória e derrota nos combates?

Fabio Araujo
Fabio Araujo
5 meses atrás

Espero que voltemos a participar destes tipos de exercícios no exterior, o nosso CRUZEX é muito bom, mas quanto mais participarmos de exercícios no exterior melhor para complementar as experiências adquiridas no CRUZEX!

Pablo
Pablo
5 meses atrás

Não sei se foi a pedido meu, pois na reportagem sobre o A-1 no Red Flag eu havia pedido uma matéria a respeito da participação e das vitórias e derrotas da FAB contra os agressores.
Agradeço a reportagem.

André
André
5 meses atrás

Boa noite, sou apenas um entusiasta e acompanho as noticias aqui do site… com a chegada dos Gripens seria possível utilizar os F5 com agressores em simulações de combate ?

Emanuel
Emanuel
5 meses atrás

A falta que o KC 137 faz deve ser inestimável…. até quando teremos nossas forças sofrendo baixas desnecessárias por falta de recursos.?! Lastimável

Flanker
Flanker
Reply to  Emanuel
5 meses atrás

Com certeza, uma aeronave da categoria do KC-137 é imprescindível. Não é sem motivo o interesse da FAB em adquirir 767 convertido em cargo/Revo. Quem negativou teu comentário deve pensar que o KC-390 substitui o KC-137….ledo engano…..o KC-390 substitui o C/KC-130…..ponto!

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Flanker
5 meses atrás

Vamos lá positivá-los!!!

Foxtrot
Foxtrot
5 meses atrás

Além da camuflagem ridículo dos F5-M, não posso deixar de comentar a falta que está nos fazendo um avião reabastecedor.
Ainda bem que os KC-390 estão entrando em serviço para sanar essa demanda.
Espero também que eles tenham esse padrão de cinza dos KC-137,e que ainda mantenham a sonda de reabastecimento , pois a versão C-390 Melleniun ao que parece não terá essa sonda.

Flanker
Flanker
Reply to  Foxtrot
5 meses atrás

Cada vez que aparece uma foto de um avião da FAB, vem essa encheção de saco sobre camuflagem! Pare e que avião militar é pintado por questão de estética!
O KC-390 não irá substituir ou fazer a função que o KC-137 fazia. Por que tu acha que a FAB trocaria a pintura dos seus KC-390 para cinza? Os protótipos e mais os dois já entregues ao Grupo Kilo/ 1⁰GTT ostentam a camuflagem tática padrão da FAB….Quanto à sonda REVO, ela pode ser colocada ou não, conforme o cliente desejar. Todos os da FAB contarão com a sonda.

Flanker
Flanker
5 meses atrás

Alguns detalhes a mais sobre essa operação: – saíram de Canoas, com destino a Nellis, 8 F-5EM: 4824, 4844, 4863, 4865, 4869, 4871, 4873 e 4875. Na eacala em Boa Vista/RR, a última no Brasil, o 4863 e o 4869 ficaram lá. Eles seriam os reservas, em caso de ser necessário substituir algum dos outros 6. Todas eram células do Pampa, com exceção do 4824, célula pertencente ao 1⁰ GAVCA. – O KC-137 (2404), além de reabastecer os F-5 na ida e na volta, também tomou parte no exercício, como reabastecedor. – O C-130 foi o 2475. Fonte: livro “Northrop… Read more »

Victor
Victor
5 meses atrás

Se foi em 2008, alguém sabe por qual motivo não foram enviados os Mirage 2000 ao invés dos F-5BR?