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VÍDEO: Embraer realiza primeiro teste com motor elétrico da WEG

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Botucatu-SP, 23 de dezembro de 2019 – A Embraer realizou na última quinta-feira (19) o primeiro teste estático com o motor elétrico da WEG, após concluir com sucesso a integração do novo sistema que será usado no avião de demonstração da tecnologia de propulsão aeronáutica 100% elétrica.

Nessa fase da campanha de ensaios, o protótipo utilizou-se de uma fonte externa de energia para alimentar o sistema elétrico de alta tensão e acionar o Powertrain (motor e inversor) que foram instalados na plataforma do avião. O ensaio ocorreu na unidade da Embraer em Botucatu, interior de São Paulo, onde a aeronave está sendo fabricada.

Nas últimas semanas, as equipes de pesquisa da WEG, com sede em Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, e da Embraer avançaram nessa importante fase do desenvolvimento da aeronave. Está prevista para o início de 2020 a chegada do conjunto de baterias de alta voltagem que permitirá os avanços dos ensaios em condições de operação real e primeiro voo do protótipo.

Sobre a cooperação tecnológica

A proposta de desenvolvimento tecnológico para eletrificação aeronáutica, formalizada num sistema de cooperação entre Embraer e WEG, anunciado em maio de 2019, é um instrumento eficaz e eficiente para a capacitação e maturação das tecnologias antes da aplicação em produtos futuros.

A parceria, no âmbito de pesquisa e desenvolvimento pré-competitiva, busca acelerar o conhecimento das tecnologias necessárias à utilização e integração de motores elétricos visando o aumento da eficiência energética dos sistemas propulsivos de aeronaves inovadoras.

Para os ensaios será utilizada como plataforma demonstradora uma aeronave de pequeno porte monomotor, baseada no EMB-203 Ipanema, que realizará avaliação primária das tecnologias de eletrificação.

O processo de eletrificação faz parte de um conjunto de esforços realizados pela Embraer e outras empresas do setor aeronáutico que visam atender seus compromissos de sustentabilidade ambiental, a exemplo do que já vem sendo feito com biocombustíveis para redução de emissões de carbono.

Ao estabelecer parcerias estratégicas por meio de mecanismos mais ágeis de cooperação, a Embraer estimula redes de conhecimento que permitem um significativo aumento de competitividade do país e a construção de um futuro sustentável.

Sobre a Embraer

Empresa aeroespacial global com sede no Brasil, a Embraer completa 50 anos de atuação nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança, Aviação Agrícola. A Companhia projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer Serviços & Suporte a clientes no pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

DIVULGAÇÃO: Embraer

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kevinbuenuu
5 meses atrás

Muito boa essa iniciativa de desenvolvimento de propulsão elétrica. O principal desafio nessa área são as baterias, que ocupam muito espaço e conservam pouca quantidade de energia, comparado a outras fontes. Mas levando em conta que a pouco mais de cem anos estávamos ainda engatinhando na tecnologia, não só na aviação, mas em termos gerais, acredito que isso não deva ser um problema que durará muito.

Felipe Alberto
Felipe Alberto
Reply to  kevinbuenuu
4 meses atrás

Além de concentrar pouca energia (J/Kg), é um peso constante. Carregada ou cheia a bateria tem um mesmo peso.
Mais autonomia -> mais bateria -> mais peso -> mais potência -> mais consumo. Assim, existe um limite no total de autonomia.
Falando e combustível ‘verde’ ou ‘limpo’, aposto mais no hidrogênio (para motores elétricos) ou biocombustíveis .

ivo
ivo
5 meses atrás

Eu não acredito na aplicação de motores elétricos em aviação.
Embora já exista protótipos que voaram não acho que sejam eficientes quanto a durabilidade da bateria e peso das mesmas.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  ivo
5 meses atrás

eu também não, mas acredito que água que seria transformada em hidrogênio seria melhor.

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Carlos Campos
5 meses atrás

E de onde viria a energia pra fazer a eletrólise???
Esse tipo de conversão é muito ineficiente.

Felipe Alberto
Felipe Alberto
Reply to  Jadson Cabral
4 meses atrás

De fontes renováveis e a conversão não é tão ineficiente. Creio que há mais eficiência energética no sistema à hidrogênio que no sistema à querosene

João Souza
João Souza
Reply to  ivo
5 meses atrás

Essas suas dúvidas são as mesmas da indústria aeroespacial. Tudo será superado com pesquisa e desenvolvimento. Os motores a jato já não foram viáveis lá pelos anos 40 pela baixa autonomia que ofereciam.

Samuca cobre
Samuca cobre
5 meses atrás

Parabéns a Embraer que continue sempre em busca de novas tecnologias!!!

Salim
Salim
5 meses atrás

Parabéns todos envolvidos, muito bom.
Vai ficar melhor qdo funcionar sem fio na tomada ( não aguentei a tentação piadinha kkkk )
Felicidades e saúde a todos.

cerberosph
cerberosph
Reply to  Salim
5 meses atrás

No segundo estágio de desenvolvimento eles colocam um gerador a gasolina atrás do piloto aí ele decola

Camargoer
Camargoer
Reply to  cerberosph
5 meses atrás

Olá Cerbe. Acho que se a energia elétrica for obtida de uma célula combustível, há uma chance real da fonte de energia ser um hidrocarboneto, talvez metanol. Fico pensando o que seria mais leve, baterias ou um sistema de célula combustível.

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  Camargoer
5 meses atrás

Acredito que usem uma combinação dos dois, como em um automóvel híbrido, no ar não dá para confiar em algo sem as backup!

Matheus
Matheus
5 meses atrás

Alguém sabe se.o desempenho foi divulgado?
Estou curioso para saber alcance, velocidade Máxima e de cruzeiro, por exemplo.

Marcelo
Marcelo
Reply to  Matheus
5 meses atrás

Gostei do comentário …

Camargoer
Camargoer
Reply to  Matheus
5 meses atrás

Olá Matheus. Acho que o protótipo ainda é para avaliar o conceito. É impossível estimar o desempenho agora. Há um longo caminho ainda até o sistema ser homologado.

Jânio
Jânio
Reply to  Matheus
5 meses atrás

Ainda está ligado na tomada né, pra saber velocidade de cruzeiro ainda vai demorar!

Antunes 1980
Antunes 1980
5 meses atrás

Só não podem fazer igual a ANEEL está fazendo atualmente no Brasil, taxando até a energia solar.
Aqui na terra brasilis as energias renováveis são punidas com tributação fora da realidade mundial.
Parabéns a Weg e à Embraer, o caminho é este mesmo.

Hélio
Hélio
Reply to  Antunes 1980
4 meses atrás

Amigo, a ANEEL está punindo a energia limpa por determinação política do governo, que quer estimular a energia suja, vide o gás natural e o petróleo, tudo por alinhamento político com os lobbystas do Trump.

DOUGLAS
DOUGLAS
5 meses atrás

Vamos supor que um a gasolina custa 100 mil, se for como fazem com os carros, ele vai custar 200 mil. kkkkk

Rodrigo
Rodrigo
5 meses atrás

Toda Iniciativa é valida nessa área, mas não seria melhor/mais seguro começar com um drone elétrico? Pelo menos assim poderia desenvolver o motor e baterias melhor antes de colocar alguém no avião.

Caerthal
Caerthal
Reply to  Rodrigo
5 meses atrás

Considero uma grande sacada pensar no emprego na aviação agrícola, 100% racional, 100% Embraer. Ela já tem expertise no segmento, o Brasil tem mercado interno significativo, é um segmento com demanda de potencia e alcance reduzidos ie energia/vôo. Equipamentos com pouso e decolagem vertical demandam muita energia. Ótima aplicação inicial. O passo seguinte é transformar o aparelho em drone, pulverizando por GPS ou seja casando tecnologias que avançam rapidamente.

OSEIAS
OSEIAS
5 meses atrás

Ao assistir o vídeo, fiquei esperando o velho barulho do motor, até lembrar que é elétrico. kkkkkkkkkkkk

nonato
nonato
Reply to  OSEIAS
5 meses atrás

Mas é barulhento também…

Camargoer
Camargoer
Reply to  nonato
5 meses atrás

Olá Nonato. O barulho é gerado pelas ondas de choque criadas pelo movimento em alta velocidade das hélices (similar ao estalo do chicote).

JuggerbBR
JuggerbBR
5 meses atrás

Precisa por umas telas de energia solar pra ajudar na carga das baterias…

nonato
nonato
Reply to  JuggerbBR
5 meses atrás

E aerogerador eólico também.

Camargoer
Camargoer
Reply to  nonato
5 meses atrás

Caro Nonato. É preciso lembrar das leis da termodinâmica. Como a energia é conservada, o sistema não pode gerar mais energia pelo movimento do que ele usa para se movimentar. rComo o sistema realiza trabalho (movimento pela ação de forças), o sistema precisa de energia. Contudo, como o sistema é irreversível há geração de entropia, a eficiência precisa ser menor do 100%. Portanto, a fonte de energia tem que estar fora do sistema. Um “catavento” que gira devido ao seu movimento não pode gerar energia para manter o seu movimento.

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  nonato
5 meses atrás

Se você coloca painéis solares tbm precisa adicionar conversores, controladores de carga e toda uma parafernália que no fim só aumentará o peso e talvez não compense a carga extra na bateria.
Na mesma acontece com um aerogerador, que geraria arrasto aerodinâmico e portanto demandaria mais energia para se manter no ar.

arcanjo
5 meses atrás

Excelente notícia! Parabéns a todos os envolvidos. Abs.

João Adaime
João Adaime
5 meses atrás

A Itaipu e a Copel (empresa de energia do Paraná) estão desenvolvendo uma bateria de sódio, com financiamento da Finep e da própria Itaipu, com apoio de uma empresa suíça. Ela promete ser mais segura, mais barata e de menor tamanho. Utiliza basicamente níquel, ferro, óxido de alumínio e cloreto de sódio (sal de cozinha), matérias-primas abundantes.
Claro que muitos anos ainda vão se passar para que atinja um estágio comercial, principalmente para veículos, mas todos os inventos exigem um tempo para sua maturação.

MMerlin
MMerlin
Reply to  João Adaime
5 meses atrás

As baterias de sódio não tem a mesma
eficiência das baterias a
base de lítio, mas são muito mais baratas.
Atualmente, as baterias representam até 40% dos custos de um veículo. Então a tecnologia pode ter viabilidade.
Importante que os veículos de teste da parceria também utilizam motores da WEG.

Camargoer
Camargoer
Reply to  MMerlin
5 meses atrás

Olá MM. Acho que são pelo menos três tecnologias que precisam ser desenvolvidas simultaneamente. A primeira é construir uma estrutura mais leve possível (fibra de carbono, ligas de alumínio, intensivo uso de sistemas digitais ao invés de analógicos, espumas. aerogéis, etc). A segunda frente de trabalho é criar motores elétricos de alta potência com materiais leves (alumínio e polímeros). Por fim, desenvolver baterias que seja leves mas que possam acumular muita energia em pequenos volumes e apresentem altas taxas de liberação de eneegia

Marcos R.
Marcos R.
Reply to  MMerlin
5 meses atrás

A Weg hoje é um dos grandes players globais em motores elétricos, tanto que os franceses se recusaram a transferir a tecnologia dos motores elétricos principais do PROSUB para não fortalecer um concorrente.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Marcos R.
4 meses atrás

Sim. E implementando a metodologia da YKK no que tange sustentabilidade. Fabricante de zíperes que domina 80% do mercado mundial. As melhores marcas, principalmente fabricas de equipamentos de aventura e sobrevivencialismo utilizam o produto devido a qualidade. Seu lema sempre foi entregar o melhor produto possível pelo menor custo possível. Também pregam a melhoria da comunidade na região com a sustentabilidade baseado na cadeia de fornecedores, prestadores de serviço, consumo, etc. A Weg transformou Jaraguá do Sul. Implementou mudança no ensino (inclusive público), segurança, infraestrutura e saúde. Quem puder de uma pesquisada e verifiquem o quanto uma grande empresa, combinada… Read more »

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  João Adaime
5 meses atrás

O futuro das baterias é o grafeno. Tem uma grande fabricante de celulares que acabou de desenvolver uma bateria de grafeno que consegue armazenar uma determinada carga utilizando cerca de 75% tô espaço de um a bateria de lítio

SN-10 Álvaro Alberto
SN-10 Álvaro Alberto
Reply to  Jadson Cabral
5 meses atrás

Sim a Samsung já prometeu celulares com essas baterias .

SN-10 Álvaro Alberto
SN-10 Álvaro Alberto
Reply to  João Adaime
5 meses atrás

Eletrificação é o futuro , na Austrália tbm foi anunciado uma nova bateria com dobro de capacidade das atuais e mais rápido no carregamento . Tá todo mundo investindo nisso . Que bom saber dessa aí que você citou, não sabia .

EdcarlosPrudente
EdcarlosPrudente
5 meses atrás

Amigos até podemos fazer piadas e chacotas no momento, no entanto, prevejo que até o final da próxima década veículos de passeio e aeronaves leves com motorização elétrica serão uma realidade sem volta.

Saudações!

Foxtrot
Foxtrot
5 meses atrás

Palhaçada para abocanhar verbas do GF.
Agora ela (Embraer) que procure a Boeing para financiar seus projetos!

Carlos Miguez - BH
Carlos Miguez - BH
5 meses atrás

Acredito que na aviação (leve e média) haverá um NOVO padrão que será bem SEMELHANTE, ou até igual, ao sistema automotivo da Nissan chamado E-Power: o motor à combustão, acoplado a um gerador, funciona SEMPRE na condição de melhor torque; a energia gerada é armazenada em bateria de pequena capacidade, que alimenta um motor elétrico. Simples, mais econômico e com melhor distribuição de pesos. Trata-se de algo parecido com a motorização de uma locomotiva diesel-elétrica. Apenas demonstrando as qualidades deste novo sistema, no Japão o veículo mais vendido é o Nissan Note E-power: a motorização é formado por um motor… Read more »

kevinbuenuu
Reply to  Carlos Miguez - BH
5 meses atrás

Trinta e sete! Não duvido que se tornasse comun no Brasil, o preço da gasolina subiria umas 10x para conpensar o “preju” das produtoras de combustível.

SN-10 Álvaro Alberto
SN-10 Álvaro Alberto
Reply to  Carlos Miguez - BH
5 meses atrás

O Golf GTE híbrido plug-in esta fazendo 90km litro , o problema sempre é o mesmo aqui no Brasil o preço 200 mil . Mas um dia ficará acessível isso sempre acontece .

EdcarlosPrudente
EdcarlosPrudente
Reply to  Carlos Miguez - BH
4 meses atrás

E se esse motor fosse uma turbina?!

Saudações!

Robsonmkt
Robsonmkt
5 meses atrás

A Embraer já lançou o Ipanema movido à etanol e agora investe na eletrificação. A Nissan desenvolveu um sistema no Japão – em estudos para ser lançado no Brasil – de um motor elétrico que usa etanol não como um motor híbrido, mas como fonte de geração de energia elétrica para as baterias. Pode ser uma possibilidade interessante para a aviação agrícola.

SN-10 Álvaro Alberto
SN-10 Álvaro Alberto
Reply to  Robsonmkt
5 meses atrás

Interessante, vou pesquisar . Seria um motor elétrico movido a baterias que seriam carregadas a etanol ? Que doideira .

carvalho2008
5 meses atrás

Uma coisa é certa…fica silencioso pacas…..voce so escuta o zunido da helice…

Jadson Cabral
Jadson Cabral
5 meses atrás

Excellent! A Embraer está no caminho certo já que os motores elétricos serão o futuro.

SN-10 Álvaro Alberto
SN-10 Álvaro Alberto
5 meses atrás

Embraer e WEG que parceria meus caros, isso é o futuro ! Parabéns sigam em frente com isso , tô na torcida !

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
5 meses atrás

A Embraer tem que colocar uma bateria de Nióbio.

Rommelqe
Rommelqe
5 meses atrás

A WEG hoje é simplesmente o maior – e um dos melhores fabricantes – fabricante de motores elétricos do mundo. Mas não só isso, fábrica uma linha enorme de inversores, seja simplesmente para empregos muito simples (por exemplo pra instalações de geração fotovoltaica em potências pequenas, da ordem de, por exemplo, poucas centenas de kWp), seja em aplicações um ”pouco maiores “ ( por exemplo, para compensadores síncronos de 300 MW, com os quais trabalhei). Há menos de um ano, os motores para automóveis puramente elétricos (os híbridos estão em extinçao…) utilizavam por volta de 7200 Vcc (só pra ter… Read more »

João Bosco Furtado
João Bosco Furtado
5 meses atrás

Esse motor da weg tem muita tecnologia na faixa de potência de 240 kW já que o motor do Ipanema tem 320 cv a etanol.. pela foto se vê que o motor ocupa pouco espaço no cofre do motor, ele é relativamente pequeno. A weg certamente deu um grande passo na tecnologia de motores elétricos porquê além de potentes eles precisam ser leves para equipar aeronaves com vantagens.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
4 meses atrás

A julgar pelos comentário, o pessoal não está acreditando muito nessa levada. Estão parecendo os jornais britânicos, achando um absurdo uma locomotiva andar mais rápida do que um cavalo. Acostumem-se!

O que faltava era apenas isso, interesse financeiro. Se houver dinheiro para pesquisa, a coisa avança.

Chary
Chary
4 meses atrás

Ótima notícia, um Brasil que dá certo, mais dia ou menos dia fontes renováveis ou menos poluentes serão a base dos meios de transporte e produção, considerando o rápido avanço da ciência acredito que será rápido, espero que nosso pais siga na vanguarda dessas novas tecnologia, parabéns as empresas e a todo pessoal envolvido nesse projeto em questão e em todos os outros no Brasil.