segunda-feira, agosto 2, 2021

Gripen para o Brasil

16 anos do Embraer A-29 Super Tucano

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

A aeronave de ataque leve e de treinamento Embraer A-29 Super Tucano foi entregue pela primeira vez para a Força Aérea Brasileira em 18 de dezembro de 2003.

Em agosto de 1995 foi assinado o contrato entre a Embraer e o então Ministério da Aeronáutica para o desenvolvimento de dois protótipos do ALX, aeronave de ataque leve requisitada pelo Estado Maior da Aeronáutica para cumprir missões de treinamento básico e avançado de pilotos, vigilância de fronteiras e missões antiguerrilha.

Descendente do T-27 Tucano, o ALX Super Tucano originou-se de um modelo aperfeiçoado, o EMB-312H, projetado para disputar duas concorrências internacionais, o JPATS nos EUA e o NFTC no Canadá.

A partir dessa plataforma, modificada segundo os requisitos da FAB, surgiu o ALX.

O A-29 Super Tucano é o resultado da combinação de um potente turboélice com aviônica, sistemas com filosofia HOTAS (Hands on Throttle and Stick) e armamentos de quarta geração.

O A-29 acabou sendo selecionado também por outras forças aéreas e atualmente é operado ou está prestes a operar no Afeganistão, Angola, Burkina Faso, Chile, Colômbia, República Dominicana, Equador, Ghana, Honduras, Indonésia, Líbano, Mali, Mauritânia, Nigéria, Filipinas, Senegal e Estados Unidos.

Protótipo YAT-29

Cockpit do A-29
Cockpit do A-29

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DOUGLAS

Conheço seu barulho de LONGE! Um avião que ainda vai voar por no mínimo 30 anos… Fico imaginando qual seria o avião substituto para ele…

Leonel Testa

Tambem me faço essa pergunta . Na minha opniao acredito num aviao mais rapido e com maior alcance mas bem mais em conta que os gripens

Fabio Araujo

Um sucesso de vendas e que reabriu o mercado para aviões de ataques turboélices!

JuggerBR

O avião militar brasileiro de maior sucesso, em uso em diversas forças aéreas mundo afora.

Mauro

Outro dia estava em casa, faz umas duas semanas, acho que era um sábado a tarde, não tenho certeza, então ouvi um barulho bonito de um turbo hélice diferente aqui em Congonhas, pois moro pertinho, abri o flightradar para ver o que era e vi que era um Super Tucano fumaceiro dando voltas ao redor do aeroporto e da pista, voando baixo, ainda saí na garagem para ver se o via mas estava nublado, de qualquer forma só aquele ronco de motor já valeu a pena. Ontem a tarde um Pantera verdão do EB passou rasgando aqui por cima em… Read more »

OLIVETE DA SILVA

Olha…para nos brasileiros é um orgulho fazer um caça turbo-helice…já é um começo…um dia faremos um a jato…melhor que o russos e americano…sonhar é nos permitido..e gira o globo.

Clésio Luiz

Olhando para o gráfico de armamentos, infere-se que: o pilone central e os internos das asas são para 340kg/750lb, por causa das bombas M117 e os externos das asas para 227kg/500lb por causa das mk.82, distribuindo assim a carga total de 1.500kg que foi o único dado divulgado.

Isso é mais que o total que o P-47D levava (embora pouco mais).

Carlos

Quem sabe um dia veremos nosso ST lançando Hellfires ou similares, vida longa ao Tucanão

Fabio Araujo

Já estava sendo feita a integração para que o A-29 que os americanos usam e vendem possa usar o Helfire, não sei se já concluíram, mas essa integração sendo feita seria mais fácil negociar com os EUA a compra de helfire e aplicar nos nossos A-29 esse upgrade!

Plinio Carvalho

Esse avião é a demonstração do potencial do Brasil. Orgulho!!
“O brasileiro sera o novo ateniense se não cair na tirania de estado”
Jose Bonifacio “Patriarca da Independência”

Fabio Araujo

16 anos de sucesso do A-29, mas o sucesso começou muito antes com o T-27 que teve tanto sucesso tão grande quanto o A-29 que surgiu dele!

Elden Degen

Seria possível o Super Tucano para o Exercito e Marinha? Quais poderiam ser as possíveis missões? – No EB não seria possivel missões de ataque ao solo e anti-tanque com um custo menor, no lugar dos helicópteros de Ataque tão cobiçados? – Na MB não seria uma opção para complementar o VF1 (que enfrenta o desgaste com a idade) desde o treinamento até patrulha costeira passando tbm para ataque naval? Seria possivel equipa-lo com o Sea Skua? *** Por favor não me esculachem se for ideias absurdas, mas todas as possibilidades (positivas) são benéficas para qualquer desenvolvimento em qualquer área.… Read more »

Émerson Gabriel

O Sea Skua é grande e pesado demais para ele, na marinha não faria muito sentido, mas no exército sim, com uso dos helfire, mais leves e mais baratos. O exercito dos EUA usou por muito tempo o Turbo-hélice OV-10 Bronco e o Ov-1 Mohawk.

Rinaldo Nery

Que tal uns Guarani, Leopard e Scorpenne pra FAB? Amigo, cada um no seu quadrado!

Pablo

A primeira foto do Super Tucano é show! vi outra em uma revista uma vez, se não me engano era dois Super Tucanos com o A-99 em formação

Luiz Trindade

Avião espetacular vindo de um outro sucesso estupendo que foi o AT-27. Parabéns ao A-29 Super Tucano. Avião leve, barato e que atende com excelência os requisitos para qual foi projetado.

Ten Murphy

O Brasil fabrica o motor aqui com peças nacionais? Acho estratégico nacionalizar cada vez mais as peças e fabricar sob licensa o que for possível, mesmo saindo mais caro devido a falta de escala. Outrossim, penso que as forças armadas deveriam parar de mendigar dinheiro e fazer o possível com o que tem. Exemplo: ao invés de priorizar aeronaves de transporte vip, a FAB poderia se desfazer da maioria deles e priorizar aviação de combate. Anualmente cerca de 5 a 10 bilhões de dólares é cortado ou contingenciado. Com 1 a 2 bilhões por ano para cada força já é… Read more »

Ten Murphy

*licença

Émerson Gabriel

A quantidade de aviões Vip não é tão grande sem contar que são muito mais baratos que aviões de combate. Não é esse tipo de corte que vai salvar a aviação de combate. Tem que cortar é na folha de pagamento. Para se ter uma ideia o efetivo da FAB é de 75 mil militares, e o da Suécia é 10 mil; Holanda que chegou a ter 216 F-16 tinha 20 mil militares na sua Força aérea; Israel nos anos 1980 tinha 75 F-15, 160 F-16, mais de 200 F-4, quase 100 Kfir com um efetivo de 25 mil militares.

Rinaldo Nery

O livro escrito pelo João Paulo Moralez, publicado pela Harpia Publishing, conta toda a história desse formidável avião. Não era pra estar no 2°/5° GAV.

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