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Suíça planeja enviar seus velhos F-5 de volta para os EUA

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Northrop F-5E da Força Aérea Suíça
Northrop F-5E da Força Aérea Suíça

A Bloomberg noticiou que os Estados Unidos esperam comprar 22 caças F-5E da Suíça, país que está tentando modernizar sua força aérea há anos.

Representantes dos EUA e da agência de compras de defesa suíça Armasuisse discutiram o negócio em julho e espera-se que o contrato seja assinado tão logo o orçamento de defesa dos EUA de 2020 seja aprovado.

Donald Trump quer US$ 718 bilhões para o Pentágono em 2020, dos quais US$ 39,7 milhões estão reservados para os F-5 suíços.

Atualmente os EUA empregam outros F-5 para simular adversários em combate aéreo simulado.

Em 2008 os EUA concluíram uma compra de 44 aviões F-5 da Suíça para a US Navy, onde foram designados F-5N.

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Rodrigo medeiros
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Rodrigo medeiros

Não sou especialista no assunto e sempre aqui para aprender, mas hoje quero deixar uma pergunta: essas máquinas – os F5 – devem ter algum valor no combate aéreo; eu sempre vejo notícias que os EUA estão atrás dessas aeronaves pelo mundo, mesmo que seja para serem usadas como agressores.

Francisco Herês
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Francisco Herês

É barato, de manutenção fácil, como fosse um fuscão, que todo mecânico sabe mexer. Além disso, serve para pilotos de provas, pilotos mais velhos para passear, astronautas e para a NASA, ou seja, é um faz tudo, mas pra combater de verdade não dá nem pra saída, é muito fraco, quase inútil, embora muitas pessoas achem que ele serve.

paddy mayne
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paddy mayne

Nossa, você está confundindo F-5 com T-38. Quanto às limitações em combate do F-5, se voce não explica ninguém saberia.

Ten. Escovinha
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Ten. Escovinha

serve para impor respeito a bolivia, paraguai, uruguai e outras provincias latinas..

já é uma função..

Satyricon
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Satyricon

Black Friday FAB?

Joao Moita Jr
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Joao Moita Jr

Não. CyberMonday…FAB Bogo special. Buy one, get one free!!!

Matheus
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Matheus

Devem estar moídas até o osso.

Call Raddi
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Call Raddi

Boa noite,esses aviões são “melhorados” nos EUA para o fim que se destinam ?

Ramon Grigio
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Ramon Grigio

Talvez algum equipamento de auxílio a navegação e pouso instrumentado, apenas para aumentar a segurança da operação.
Em termos de sistemas voltados ao combate aéreo, não.
São usados como adversários em combates aproximados e para isso o radar e diretor de tiro originais já servem.
Possivelmente também algum gravador de vídeo e dados para auxiliar no debriefing da missão. Tudo para auxiliar no aprendizado dos pilotos das outras aeronaves.
Ao buscar fotos do cockpit do F-5N vai ver que ele conta com 02 rádios digitais e um MFD no lugar do Scope radar original. De resto é “igual”.

Call Raddi
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Call Raddi

Obrigado

Delfim
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Delfim

Aí não se compra pq poderia prejudicar um segundo ou terceiro lote de F-39… mas esses lotes acabam por não sair… se fica sem um e sem outro.

Ph4nt0m
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Ph4nt0m

Chega de negócio de F5 cara, pelo amor de Deus.

Maurício Veiga
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Os Ingleses tinham o Spitfire e o Hurricane o Brasil terá o Gripen e o Tiger, seguimos a mesma lógica que é válida para os tempos atuais, a hora de vôo do Tiger é sensivelmente mais barata que a do Gripen oque faz dele (f5) um excelente “patrulheiro” a defesa e superioridade aérea ficará por conta do Gripen…

Renato B.
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Renato B.

O raciocínio faz sentido, mas quem faz o papel de patrulheiro na FAB é o Super Tucano.

Maurício Veiga
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Não Renato, o ST faz a interceptação de aeronaves não identificadas voando a baixa velocidade e em rota suspeita, visando o combate ao narcotráfico, patrulha aérea é outra doutrina, o ST não foi projetado para esta finalidade.

Renato B.
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Renato B.

E você acha que o Tiger faz? O Tucano atua como o “carro de polícia” da FAB há tempos justamente por ser mais barato.

Sejamos mais claros, o que você quer dizer com patrulha?

Leonel Testa
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Leonel Testa

Eu ficaria com pelo menos uns 12 F5 E/F. Principalmente ate a chegada do segundo lote dos F39 . Ainda da conta do recado no nosso TO bem como manteria como segunda linha , ate atingirmos pelo menos os 60/72 que e o que eu acho que teremos de Gripens .

Flanker
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Flanker

A FAB precisará ficar com o máximo possível de F-5, pois 36 F-39 é um número absolutamente insuficiente para reequipar a aviação de caça da FAB. Ainda mais que haverá mais um esquadrão, com a reativação do Adelfi, em Anápolis. Hoje, há 4 esquadrões de F-5 e 2 de A-1. Se os 2 de A-1 forem fundidos em 1 só, ou 1 deles passar a operar UAV, mesmo assim o número de 6 esquadrões se manterá, pois o Adelfi voltará. Se considerarmos o número mínimo de 12 aeronaves por esquadrão, teremos 6 x 12 = 72. Então, faltam 36 F-39,… Read more »

marcus
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marcus

Na minha opinião o F39 vai ser testado por 2 anos pelo menos, se for uma aeronave de qualidade, compra-se um lote único para completar 120 aeronaves, que ainda é pouco para o tamanho do Brasil.
Bancos internacionais ou ate mesmo da Suécia financiam esse tipo de compra, por um juro vergonhosamente baixo.
Financiar em 20 anos, seria uma boa opção>

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

Que pena…acredito que tem país na AS que ficaria doido por esses F5 ( o Brasil não é um deles, que fique bem claro )

Filipe Prestes
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Filipe Prestes

Argentina que o diga

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

Argentina ( principalmente ), Uruguai, Paraguai, Bolívia ou países da América Central.
Na Argentina, um F-5 padrão BR seria infinitamente melhor do que qualquer coisa que eles tenham agora.

paddy mayne
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paddy mayne

olha, mais dois anos desse novo governo argentino neoperonista e a força aérea deles será toda de aeroboero…

Eduardo
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Eduardo

No Uruguai com seus seis A-37 Dragonfly e no Paraguai, que nada há, seria um salto tecnológico um F-5M.

Eduardo
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Eduardo

*uns…

paddy mayne
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paddy mayne

Verdade. O Uruguai ficou com os nossos M-41… Tão velhos que nem tivemos coragem de cobrar. Mas os F-5M seria demais. Deixa por aqui mesmo.

Kemen
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Kemen

Sem dúvida, os 5 SEM é o melhor que eles tem. O que eles querem nem eles mesmo sabem, recusaram os F1 espanhóis desativados, estiveram pensando nos Kfir israelenses e no fim a muito custo compraram 5 SEM desativados da França e sem armas. O novo governo prometeu melhorar as Forças Armadas, criando um fundo para isso, muito blá blá blá politico.

Carlos Franco
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Carlos Franco

Ou então comprar F16 portugueses, em lugar de irem para Romênia

Camargoer
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Camargoer

Colegas. Este é um exemplo que o que e bom os EUA não e necessariamente bom para o Brasil. Que tal a FAB oferecer os cascos jordanianos para os EUA? Temos que limpar a garagem

Fernando Pereira
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Fernando Pereira

Está aí uma excelente oportunidade para a FAB entrar na briga da negociação e após comprados elevar ao padrão F5BR+ e assim aumentar a nossa frota de caças… Antes que me xinguem até a 3a geração é apenas para descontrair gente, afinal o nosso Gripen vem aí. Vamos deixar os F5 para os outros. Saudações a todos !!!

Ramon Grigio
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Ramon Grigio

Tínhamos 08 células de F-5E jordanianas sobressalentes e não modernizamos pois a FAB não viu custo-benefício nessa empreita. Inclusive alguns deles já tinham sido revitalizados no PAMA e mesmo assim não foram pra frente.

Se houvesse essa necessidade já teriam feito com as células que tínhamos. Usaram para retirar alguns itens e transformaram alguns em monumentos.

Como disse o (Brigadeiro Saito?) “Já temos F-5 demais”. Basta ver o resultado do último treinamento com aquele Nae da US Navy. Perdemos TODOS os combates BVR contra o F-18C/E.

Então não adianta gastar dinheiro com F-5. E olha que eu gosto muito do bichinho.

paddy mayne
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paddy mayne

Certíssimo. F-5 Ajudou, mas agora é concentrar esforços e grana no Gripen. Nem um centavo a mais em F-5.

Carvalho2008
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Carvalho2008

É o que sempre de digo…,

Avião bom, é avião que voa….

Debaixo de sol e chuva, poeira ou asfalto, com dinheiro ou sem dinheiro…voa e continua voando onde outros deixaram de voar

Nunca foi o top, mas sempre foi útil

Hoje, a medida que outros foram surgindo, ele foi caindo ma escala de eficiência.

Mas não se iludam mesmo os mais modernos Lifts (light fighter trainer) não superaram o desempenho dele.

Não se pode cuspir no F5 e ambicionar um MB346, L15, yak130 ao mesmo tempo

Flanker
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Flanker

Exatamente!

Jhon
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Jhon

Quem aqui acredita em segundo e terceiro lote do Gripem Ng? Galante sabe a resposta!

Adriano Luchiari
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Adriano Luchiari

Estou certo que teremos o segundo lote, já o terceiro…

pgusmão
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pgusmão

Uma coisa que nunca entendi foi por qual motivo o Brasil não adquiriu aviões T-38 para treinar os pilotos da AFA, uma vez que seria a transição para os F-5 ou outros vetores, como foram os xavantes, mas não sou especialista no assunto e não sei a metodologia de trabalho da FAB.

Leonardo M.
Visitante
Leonardo M.

Pq tínhamos o xavante

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Pgusmão, T-38 na FAB seria um avião para instrução especializada de caça e não tem nada a ver com a formação ministrada na AFA, que é anterior à especialização. Seria o caso (hipoteticamente) se fosse considerado necessário, na primeira metade dos anos 70, de se equipar o 1º/4º GAv (Pacau) com o T-38 ao invés do Xavante, para elevação operacional para a primeira linha e curso de líderes de esquadrilha, servindo assim como transição do Xavante para o F-5 ou Mirage. Mas, na prática, a FAB operou no 1ºGAvCa, para essa transição, um avião que na prática era muito parecido… Read more »

Ariel Blanco
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Ariel Blanco

Os F-5 são aeronaves extremamente manobráveis, são utilizados, como Aggressors, para simulações de “Dog fight” combates aproximados, nos EUA. Além disso possuem, uma manutenção mais econômica, do que outros modelos de caças.

Carlos Eduardo
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Carlos Eduardo

Vou ser negativado e e xingado por isso, mas segue a minha opinião. A FAB e a EMBRAER deveriam sim fazer uma parceria para comprar estas aeronaves, não para uso domestico, mas para modernização e revenda ou aluguel para países menores sem condições de comprar novos. Nesse negocio, a FAB entraria com o treinamento e armazenagem, e a EMBRAER com a modernização. Talvez até mesmo a criação de uma empresa para atuar como Agressores, servindo tanto a FAB quanto qualquer outro potencial cliente. Vemos diversos equipamentos antigos, que modernizados, ainda são muito bons e baratos para pequenas e empobrecidas nações,… Read more »

Roberto Dias
Visitante
Roberto Dias

Carlos, entendo perfeitamente seu raciocínio, inclusive existem diversas empresas mundo afora explorando este filão, o problema é que a FAB é a força aérea do Brasil, não uma empresa, e a Embraer (defesa) possui diversos projetos em andamento e outros que nem fazemos ideia, com recursos esparsos para todos eles, então é melhor para ela investir no seu produto que ela conhece muito bem, do que mexer com algo que não é o foco da empresa.

José Luíz
Visitante
José Luíz

O F 5 foi um grande projeto, com uma aerodinâmica primorosa, basta verificar que com turbinas bem pequenas ele consegue um ótimo desempenho. Sua aviônica bem simples ótima para os países com forças aéreas com poucos recursos econômicos. Agora nem tudo são flores, visto que, como é um caça pequeno com asas bem pequenas, ele tem grande dificuldades com cargas externas. O que é facilmente transportado em um caça maior para o F 5 é um problema. Assim suas altas performances de voo são quando esta com as asas limpas sem cargas, no muito com o tanque alijável no pilone… Read more »

paddy mayne
Visitante
paddy mayne

Concordo. É realmente impressionante que duas unidades de um motor tão pequeno (45cm de diâmetro, 190 kg!) consigam dar uma performance supersônica a um avião.

Flanker
Visitante
Flanker

E essas duas J85 juntas, em pós-combustão, geram menos kg de empuxo do que 1 Spey Mk807 do A-1AMX.