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Fuselagem do Boeing 777X rompe drasticamente durante o teste de estresse

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SEATTLE – A Boeing teve um choque inesperado em setembro, quando os engenheiros de Everett colocaram a nova aeronave 777X em um teste extremo de sua força estrutural. No momento em que o teste se aproximava do nível de estresse desejado, uma despressurização explosiva rompeu a fuselagem.

A Boeing manteve os detalhes em segredo, mas fotos obtidas pelo Seattle Times mostram que a extensão do dano foi maior do que o divulgado anteriormente e que relatórios anteriores estavam errados sobre detalhes cruciais.

O avião de teste teve uma perda total, com a superfície da fuselagem rasgada bem atrás da asa. Uma porta de passageiro que explodiu e caiu no chão de fábrica foi um impacto secundário da ruptura inicial, localizada muito abaixo da porta.

A notícia relativamente boa para a Boeing é que, como o teste falhou de maneira explosiva com apenas 1% a menos de atender aos requisitos federais, quase certamente não será necessário fazer um novo teste. Os reguladores provavelmente permitirão provar por análise que é suficiente reforçar a fuselagem na área localizada onde falhou.

Pedida para comentar, a Boeing disse em comunicado na terça-feira que, embora ainda não tenha concluído uma análise detalhada do incidente, “o que vimos até agora reforça nossa avaliação prévia de que isso não terá um impacto significativo no projeto ou em nossos preparativos para o primeiro voo.”

FONTE: Seattle Times

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DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
6 meses atrás

Besteira, não deu nem para perceber…

Tadeu Mendes
Tadeu Mendes
Reply to  DOUGLAS TARGINO
6 meses atrás

Douglas,

Voce esta dizendo que a Boeing estaria indo para tras. Retroscedendo qualitativamente.

Como seria possivel, se uma empresa de renome mundial e fabricante numero um de jatos comerciais no planeta, entrar em um parafuso desses.

ROBERTO CAMPOS FREIRE
ROBERTO CAMPOS FREIRE
6 meses atrás

A Boeing parece que não sabe mais fazer excelentes aviões.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  ROBERTO CAMPOS FREIRE
6 meses atrás

Não só a Boeing, mas toda uma recente geração de engenheiros aeronáuticos americanos, em várias empresas diferentes. Nos últimos 10/15 anos é como se tudo tivesse se tornado mais difícil, apesar do farto aparato tecnológico de apoio à engenharia. E não só problema de projeto, mas de controle de qualidade também. Quase todo programa atrasa, não atinge requerimentos, tem sérios problemas. Não vejo tanta confusão, por exemplo, no setor automobilístico americano. Claro que os jatos hoje são muitíssimos mais complexos que os de 30/40 anos atrás, graças à eletrônica embarcada, mas mesmo assim, um 707 era um avanço assombroso em… Read more »

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Clésio Luiz
6 meses atrás

E outra: será que isso é reflexo de uma possível migração de talentos para a industria tecnológica do Vale do Silício, que hoje parece atrair talentos com mais facilidade do que outros ramos industriais? Afinal, a liderança dos EUA nessa área é muito maior que outros segmentos.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Clésio Luiz
6 meses atrás

Não é reflexo de nada, porque você está falando besteira.

Gordo
Gordo
Reply to  Clésio Luiz
6 meses atrás

Não duvido dessa migração já que todo mundo gosta de ganhar dinheiro sem o estresse de ter que projetar uma aeronave, ainda mais estando endividado já que não sai barato cursar engenharia em uma universidade de referência. O fato aí é que a Embraer vai segurar as pontas da Boeing tanto na area técnica quanto na financeira. As vezes me vem a cabeça que os EUA estão se tornando (de forma preocupante) uma nação de especulação financeira graças a força do dólar.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Gordo
6 meses atrás

O setor tecnológico é tão ou mais competitivo que o aeronáutico, não há menos stress ali, inclusive acredito que aja até mais já que tem que inventar uma tecnologia em um menor espaço de tempo.

AlissonL
AlissonL
Reply to  Gordo
6 meses atrás

Financeira? A Boeing tem dinheiro em caixa pra comprar a Embraer umas 20 vezes.:

Gordo
Gordo
Reply to  AlissonL
6 meses atrás

Pois é já pensei nisso, mas note que lá na crise de 2008 foi uma quebradeira nos EUA e não havia caido uma única bomba atômica lá. A bomba foi um sistema financeiro que prática negócios que poucos (ninguém) entende e que num certo instante parou de girar e só não foi pior por causa da interferência do Estado. Já vi muita empresa dita saudável quebrando e causando surpresa, mas de fato até onde sabemos a Boeing é saudável e muito rica (até a 3 anos atrás seus aviões também estavam entre os melhores do mundo). Bom partindo da premissa… Read more »

Henrique
Henrique
Reply to  Gordo
6 meses atrás

Tu que dizes, que comparação é essa de Embraer e Boeing?

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Clésio Luiz
6 meses atrás

clésio, acredito também que a quantidade de fornecedores que existem também gera esses problemas. A cadeia produtiva ficou enorme e mais difícil de controlar a qualidade!

Augusto L
Augusto L
Reply to  Marcelo Andrade
6 meses atrás

Besteira, quando era verticalizada da era mais difícil ainda.
O Supply Chain hoje horizontal só apresentar problemas em ramos onde a necessidade de muita inovação, não que o 777X não seja inovador, usa tecnologias do 787, mas também usa muitos conceitos ja estruturados é conhecidos, portanto é um risco muito menor que o proprio 787

Marcelo Machado
Marcelo Machado
Reply to  Clésio Luiz
6 meses atrás

Não faz sentido nenhuma a afirmação. Veja que o problema do MAX foi com o software! Coisa de gente do Vale do Silício!

A C
A C
Reply to  Clésio Luiz
6 meses atrás

Nos ultimos anos, levas de engenheiros experientes se aposentaram causando detrimento na transferencia de conhecimento. Para remediar, alguns dos antigos voltaram como contractors depois de aposentados mas muitos nao permanecem por muito tempo.

Isso nao eh “privilegio” da Boeing apenas, conheco um caso semelhante no BRasil tambem.

Sabemos bem que o maior ativo da Embraer adquirido pela Boeing nao foi a sua linha de produtos mas sim a base de conhecimento.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Clésio Luiz
6 meses atrás

Clésio.
Outra fator é a pressa em adiantar e aprontar os projetos. Para torna-los produtos a serem colocados no mercado. Sem os exaustivos testes que o produto requer. Tudo para dar mais satisfações ao mercado e aos acionistas.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Antonio Palhares
6 meses atrás

São os “bean counters” (contadores de grãos) que ao que parece, estão queimando o filme da Boeing, especialmente na área de controle de qualidade. Aqueles KC-46 entregues com detritos de pós-produção na fuselagem foram uma grande mancha no nome da empresa.

Chris
Chris
Reply to  Clésio Luiz
6 meses atrás

A unica coisa que mudou.. É que hoje em dia existe Internet…

Dando espaço a toda noticia e a espalhando na velocidade da luz… Fora dar voz a todos.

Somos 2 ”zé ninguém“ ! Mas… Estou aqui no Japão, lendo até a sua opinião.

Isso sempre aconteceu.. So não precisamos mais depender da seleção e edição do Jornal Nacional, pra sabermos das notícias. Como era ha 20-30 anos.

Salim
Salim
Reply to  Chris
6 meses atrás

Exato, hj somos menos inteligentes porem muito bem informado. Teste e para isso, fica chocado quem não é do ramo. Faltando um por cento da carga final, na prática não teria risco, com reforço tecnicamente bem feito segue jogo.

Francisco Ferreira
Francisco Ferreira
Reply to  Clésio Luiz
6 meses atrás

Querem reduzir custos a todo custo, então tenta o fazer aviões descartáveis, como os carros. Só esqueceram que os aviões caem.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Clésio Luiz
6 meses atrás

Esse teria sido um dos motivos do interesse da Boeing na Embraer, a qualidade dos engenheiros da Embraer, com isso eles injetariam sangue novo no seu quadro de engenheiros!

Cavalo-do-Cão
Cavalo-do-Cão
Reply to  Fabio Araujo
6 meses atrás

“Fabio Araujo Esse teria sido um dos motivos do interesse da Boeing na Embraer, a qualidade dos engenheiros da Embraer, com isso eles injetariam sangue novo no seu quadro de engenheiros!” A Boeing não quer investir em desenvolvimento…Ela quer apenas mão de obra barata e qualificada!..A engenharia da Embraer, mesmo sem investimentos em R&T é muito boa…Logo, é um negócio da China capturar esse pessoal a um custo bem baixo!…A Embraer vai virar uma fabricante de peças, quando muito uma Spirit pra eles!..Afinal, a Boeing detém a tecnologia de ponta, atrás da Airbus, claro!..Podem vender mais avião que a Airbus,… Read more »

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Clésio Luiz
6 meses atrás

Antigamente um engenheiro tinha mais poder de decisão na compra de materiais e escolha de fornecedores, hoje isso vai na maioria das vezes para o setor de compras e nem sempre o melhor fornecedor é o escolhido e sim o mais barato e na engenharia o mais barato pode terminar saindo mais caro, e isso é muito mais perceptível na engenharia de precisão!

Fernando
Fernando
Reply to  Fabio Araujo
6 meses atrás

Aqui, sabemos bem o que é isso rsrs. E quando o calo do meu cliente que comprou barato dói, muitas vezes vou lá eu, que tenho mais qualidade e engenharia, para dar aquela mãozinha em apoio técnico que o “baratinho mas ordinário” não dá. Os caras dizem poder vetar tecnicamente fornecedor que não tem qualidade e desempenho, mas não tem conseguido fazer isso valer perante a área de compras.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Reply to  Clésio Luiz
6 meses atrás

Aliás era essa a fala dos jornalistas americanos quando da compra da Embraer. “Como se transfere o ITA para os Estados Unidos?”

kaleu
kaleu
Reply to  Clésio Luiz
6 meses atrás

Não se esqueça da busca incessante para a redução de custos … concorrência acirrada com a Airbus, além das academias mais preocupadas em formar militantes engomadinhos que só fazem levantar bandeirinhas do aquecimento global ….

Sergio
Sergio
Reply to  ROBERTO CAMPOS FREIRE
6 meses atrás

“ÉÉÉ”…até parece que pegaram algum “virus” airbusTroide…..

Augusto L
Augusto L
Reply to  ROBERTO CAMPOS FREIRE
6 meses atrás

Não tem nada de não excelente ali, só especulação de quem não conhece nada. O texto é claro só aconteceu em menos 1% dos testes de acordo com as normas.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Augusto L
6 meses atrás

Aeronaves não são infalíveis são feitas de acordos com os padrões de segurança.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  ROBERTO CAMPOS FREIRE
6 meses atrás

‘A Boeing parece que não sabe mais fazer excelentes aviões.’

Se vc tirar o ‘parece que’ e o ‘excelentes’, a frase fica perfeita.

pangloss
pangloss
Reply to  Antoniokings
6 meses atrás

Kings, poderia nos dizer quantas vezes você já voou em aviões fabricados pela Boeing?
E quantas vezes você teve o imenso privilégio de viajar a bordo de aeronaves de fabricação russa ou chinesa, cujas indústrias você tanto admira?

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  pangloss
6 meses atrás

Que eu saiba, os aviões da Série MAX estão desse jeito que todos sabemos, os da Série NG estão com problemas estruturais nas asas e agora essa notícia.
Não sei quais os aviões que voei até hoje (exceto um Embraer novinho que eu lembro), mas, se puder escolher, certamente que descarto a Boeing na hora.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Antoniokings
6 meses atrás

Os da série MAX o problema é o software, o problema do texto não é exatamente um problema ja que foi descoberto em um teste, logo será modificado. Quanto a outros aviões, problemas casuais, não esperados, costumam aparecer durante o uso.

Tutu
Reply to  Augusto L
6 meses atrás

Na realidade, se observarmos de forma mais atenta, toda aviação está dando o seus deslizes, 737 MAX, 777X, A330 Neo voltando para fábrica, problemas nos motores do 787, A320 Neo e A220…

Cavalo-do-Cão
Cavalo-do-Cão
Reply to  pangloss
6 meses atrás

Eu daqui pra frente, nenhum…rs…

Chris
Chris
Reply to  ROBERTO CAMPOS FREIRE
6 meses atrás

Isso é um teste de desenvolvimento… O avião ainda nem sequer voou.

Se toda empresa faz testes, é porque sempre ha falhas. E sempre acham muitas… Coisa muito normal

Fernando EMB
Fernando EMB
Reply to  Chris
6 meses atrás

A Boeing está sim com um problema de falta de engenheiros. Eles não conseguem repor sua mão de obra na mesma velocidade em que engenheiros deixam a empresa… Isso dito por gente diretamente envolvida com a questão. E pior… Quando atraem um engenheiro jovem eles não o retém por muito tempo. Os jovens de lá na faz tempo não querem ficar atrás de um computador, numa empresa enorme, sem muita liberdade, e cheia de regras e procedimentos. Querem ir para uma start up onde podem usar sua criatividade com liberdade. Ganhar uma grana rápido, e ir viver surfando na Califórnia,… Read more »

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Chris
6 meses atrás

Chris, relaxa, não dá para falar muita coisa séria por aqui. É tudo engenheiro ultra galático e todo mundo sabe de tudo, cifras, segredos, estatísticas, envelopes, etc, etc, etc… me espanta muito sermos um Pais tão decrépito nesses últimos 20 anos com tanto talento que há por aqui…

Repito, que bom que o teste foi bem feito! É para isso que serve, para descobrir pontos fracos/falhos nos equipamentos.

JOSE MARIA FURTADO
JOSE MARIA FURTADO
Reply to  Chris
6 meses atrás

Não ouço falar de avião explodindo em teste desde há muito tempo atrás. Aliás, pensando bem e fazendo longo esforço de memória, pois já tenho 67 anos de idade, nunca escutei – nem li – a respeito de nenhum avião explodindo em teste…

Mattos
Mattos
Reply to  ROBERTO CAMPOS FREIRE
6 meses atrás

Isso se chama teste de esforço estrutural. A Embraer tambem faz e destroi fuselagens. Quanta ignorância aeronáutica.

Fulcrum
Fulcrum
Reply to  ROBERTO CAMPOS FREIRE
6 meses atrás

Pra mim é a complexidade e não o retrocesso do capital intelectual.

Antunes 1980
Antunes 1980
6 meses atrás

Por isso a Airbus está vendendo mais do que a Boeing.

REGIS
REGIS
6 meses atrás

se reforçar a areá danificada, quem garante que não vai quebrar em outro ponto da aeronave sem um novo teste.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
6 meses atrás

Tá aí a resposta pra quem ainda se perguntava o porque da Boeing precisar mais da Embraer do que o contrário.

Astenolvaldo
Astenolvaldo
Reply to  Filipe Prestes
6 meses atrás

Por causa de uma rachadura num teste? Nenhum teste da Embraer falha?

Augusto L
Augusto L
Reply to  Astenolvaldo
6 meses atrás

É pra isso servem os testes. Para quando estiverem operacionais não falharem, isso só não passa de notícias alarmista.

Diego
Diego
Reply to  Filipe Prestes
6 meses atrás

Pra limpar o tobias do tio rico.

Tadeu Mendes
Tadeu Mendes
Reply to  Filipe Prestes
6 meses atrás

Só faltava essa pérola. Dizer que a Boeing precisa mais da Embraer que ao contrário.

JuggerBR
JuggerBR
6 meses atrás

“o que vimos até agora reforça nossa avaliação prévia de que isso não terá um impacto significativo no projeto ou em nossos preparativos para o primeiro voo.”

Põe um Band Aid, Silver tape, Araudite ou ainda Super Bonder e já pode decolar…
Essa é a solução MacGyver…
Triste fim da superioridade americana em engenharia.

Vilela
Vilela
6 meses atrás

Não é uma boa notícia para investidores… a aeronave deu perda total e a fadiga foi a menos de 1% para atingir o valor máximo permitido pelas normas. Ou seja, com 99% do limite de fadiga a aeronave teve perda total! Não foi um dano que seja viável reparar. O incidente com o Emb Millenium (o nome feio) foi sério, levou a aeronave à cargas muito superiores ao projetado e a mesma após manutenção voltou a voar. Essa é a grande diferença.

Mktin
Mktin
Reply to  Vilela
6 meses atrás

A perda total era esperada, para isso servem os testes estáticos de carga

jorge domingos
jorge domingos
6 meses atrás

AFINAL É A BOING QUE VAI ALAVANCAR A EMBRAER OU É A EMBRAER QUE VAI SALVAR A BOING !! LAMENTÁVEL . A DOUGLAS – FAMOSA PELOS SEUS DC3 – COMEÇOU ASSIM E TERMINOU SENDO ENGOLIDA.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  jorge domingos
6 meses atrás

A Boeing é famosa em encampar outras empresas e enterrá-las de vez com o encerramento de seus projetos e produtos.
Melhor colocar as barbas de molho.
Não duvide que os produtos de origem EMBRAER sejam encarrados se tiverem demanda considerada ‘levemente’ insuficiente.

Augusto L
Augusto L
6 meses atrás

Alguns ai estão tirando conclusões precipitadas, testes servem para isso, a única conclusão que podemos fazer com essa notícia é que estão se preocupando em faze-los.
Estão fazendo críticas só porque o MAXX sofreu falhas no desenvolvimento e estão generalizando para o resto, sem argumento valido nenhum.
Aviões sofrem falhas, todo projeto no seu ciclo de vida sofre mudanças mesmo após estar operacional, isso acontece com todos os projetos sem exclusividade. Se pegarem um projeto antigo não há nenhum ponto exclusivo melhor do que os atuais.

Antunes 1980
Antunes 1980
Reply to  Augusto L
6 meses atrás

Então vai lá e voe no 777X. Se você acha o projeto tão seguro assim.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Antunes 1980
6 meses atrás

Eu vou tranquilamente não acredito em notícias slarmistas e fake news

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Augusto L
6 meses atrás

Eu li reportagem em que pilotos americanos não deixavam a família voar nos 737 MAX.

Junior
Junior
Reply to  Antoniokings
6 meses atrás

Tem comissários de bordo da American que estão solicitando para não trabalhar com os 737 MAX quando os mesmos voltarem a operar

Augusto L
Augusto L
Reply to  Junior
6 meses atrás

Essas notícias ja foram dismentidas a anos.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Antoniokings
6 meses atrás

Eu vi, fiquei assustado… saiu no Global Times…

Washington Menezes
Washington Menezes
Reply to  Augusto L
6 meses atrás

Desculpe, mas o PA não está fazendo fake news, Você pode até não concordar com a notícia, mas desacreti- lá é ser leviano.

Flanker
Flanker
Reply to  Antunes 1980
6 meses atrás

Mas, Ele não fez nem seu primeiro voo ainda…hehehehe

Sérgio Luís
Sérgio Luís
6 meses atrás

A Embraer vai resolver o problema!

Ph4nt0m
Ph4nt0m
6 meses atrás

Besteira, conheço um martelinho do ouro que resolveria isso fácil e barato.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Ph4nt0m
6 meses atrás

De lá de São José dos Campos…Todos conhecemos.

jagderband#44
jagderband#44
6 meses atrás

Esse blog do PA está infestado de tudólogos. Tudo bem que as pessoas levam a cabo sua ideologia nos dias atuais aqui no Brasil.
Essa notícia não tem nada de mais, isso é um teste de engenharia.
Eu sou engenheiro e onde trabalho fazemos testes seguindo NT (DIN, SAE, AISI etc) todos os dias e todos os dias ocorrem falhas. Veja bem, o teste é realizado com esse objetivo!!!
Meu Deus do céu.

JuggerBR
JuggerBR
Reply to  jagderband#44
6 meses atrás

Então devemos nos calar pois somente o sapiente e onisciente Engenheiro sabe das coisas?
Bem vindo a era da opinião total. Todos tem opinião e fazem questão de expô-la.
Certa ou errada…

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  JuggerBR
6 meses atrás

Opinião sem conhecimento é inútil.

Por isso estudar é importante, quer seja em sua área de atuação profissional, quer seja em temas que sejam hobbies.

Mas não faltam pessoas que sofrem de legorreia, em todos os ambientes, infelizmente.

RENAN
RENAN
Reply to  EduardoSP
6 meses atrás

Eduardo menosprezar o conhecimento Tácito é um enorme erro.

Portanto reflita sobre sua fala
Abraço

Flanker
Flanker
Reply to  JuggerBR
6 meses atrás

Então coloque assim: Eu penso, Eu imagino, Minha opinião, No meu entender, etc….E não colocar sua opinião como se fato fosse!!

Pedro Alcantara
Pedro Alcantara
Reply to  JuggerBR
6 meses atrás

Opinião é que nem bunda. Não é porque tens uma que precisa dar.

jagderband#44
jagderband#44
Reply to  JuggerBR
6 meses atrás

Não quis dizer isso Jugger, pelo contrário.
Mas criticar um empresa por causa de um teste de engenharia, me desculpe, isso é uma total falta de discernimento.

marcelo baptista
marcelo baptista
Reply to  JuggerBR
6 meses atrás

Não, não precisa se calar, mas tem duvidas, questione.
Opinião sem fundamento não ajuda, gera mais duvidas.

GripenBR
GripenBR
6 meses atrás

No MAX eu não voo mais.

nonato
nonato
Reply to  GripenBR
6 meses atrás

Só no ATR agora, né…

J R
J R
6 meses atrás

que fase…

Dudu
Dudu
6 meses atrás

Não existe isso de “apenas 1% a menos”!
Ou passou no teste ou não.
Não se pode tratar com normalidade isso.Essa história de dizer que coisas assim são comuns na engenharia é falta de sensibilidade,pois não estamos falando de motor de carro que dá sempre problema,e sim de algo que vai transportar mais de cem pessoas.
Não dá pra chamar o guincho lá encima.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Dudu
6 meses atrás

Mas é assim que é medido não existe projeto 100%, todas as aeronaves tem taxa de problemas e a requisitos de até onde um erro pode ocorrer de acordo a sua gravidade e quais medidas tem que ser tomadas para reduzi-los, sim reduzi-los.

Dudu
Dudu
Reply to  Augusto L
6 meses atrás

Augusto L:
A questão não é o projeto ser 100%,e sim passar 100% no referido teste.Teste esse que tem parâmetros estabelecidos por anos de estudo e pela experiência adquirida em desastres anteriores.
Esse erro me parece bem grave,pois sem dúvida ocasionaria a queda do avião.

Nilton L Junior
Nilton L Junior
6 meses atrás

Parece que a Boeing é a bola da vez, não sou engenheiro, creio que aqui no site tenha quem seja e possa opinar com mas propriedade, mas estou achando essa matéria capciosa.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
6 meses atrás

É impressionante a quantidade de problemas que a Boeing vem enfrentando nos novos aviões, tanto problemas operacionais, como de materiais deixados dentro dos KC-46 como falhas em projetos como neste caso e no caso do 737, é bronca, me pergunto se isso não é um problema gestão de querer cortar custos onde não se pode cortar custos, na engenharia não dá para cortar custos de qualquer maneira!

JOSE MARIA FURTADO
JOSE MARIA FURTADO
Reply to  Fabio Araujo
6 meses atrás

A Boeing vai beijar a lona, vergada sob o peso das despesas financeiras, dívidas com fornecedores e otras cositas mas. Mas será salva pela intervenção do governo americano, que vai desmembrá-la em dois pedaços principais, militar e civil. Não é pra menos: só com os Max ela tem mais de 400 bilhões de dólares a faturar nos próximos anos. O problema é: resistirá se, nos próximos dois anos, houver um novo acidente com este modelo? Alguém mais compraria um Max? Alguém.mais voaria nele?

Fernando EMB
Fernando EMB
6 meses atrás

Estou acostumado com ensaios de desenvolvimento de aeronaves. Não me lembro de ter visto um dano desta magnitude numa fuselagem. A reportagem não é clara. Mas por ser uma descompressão explosiva… Então a aeronave estava pressurizada. Outra coisa que não ficou claro é se se tratava de uma aeronave completa (um protótipo), ou de um corpo de prova de ensaios estruturais. Sem saber disso… Conclui-se que ou era um teste de sobrepressão ou então ocorreu durante a campanha de fadiga. De qualquer maneira estas longe de ser um evento corriqueiro ou normal, mesmo tratando-se de um ensaio. Quanto aos efeitos… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Fernando EMB
6 meses atrás

É o caso de voltar pra prancheta?

FernandoEMB
FernandoEMB
Reply to  Rinaldo Nery
6 meses atrás

Provável… mas é difícil de dizer qualquer coisa com estas informações.

Aerococus
Aerococus
Reply to  Fernando EMB
6 meses atrás

Fernando, nada melhor do que ler a notícia original:

https://www.seattletimes.com/business/boeing-aerospace/boeing-777xs-fuselage-split-dramatically-during-september-stress-test/

Era um ensaio de flexão da asa até a carga ultimate. Os caras falharam há 1% do limite ultimate. Vejo que a estrutura está “quasi-ótima”. Pela regra (que vale pra todos os OEM), basta um reforço estrutural e demonstração por análise.

Aerococus
Aerococus
Reply to  Aerococus
6 meses atrás

Idealmente, a estrutura teria que falhar com 1.5 da carga limite. No teste do 777X, falharam com 1.48. Falhar com mais que 1.5 significa levar metal pra passear durante todas as décadas de operação. A realidade é essa. E a regra permite tratar a falha com reforço estrutural… e a vida segue.
Voo no 777x sem problema algum e levo minha família junto.

Fernando EMB
Fernando EMB
Reply to  Aerococus
6 meses atrás

Aerococus… Obrigado. Sendo no ensaio de carga ultimate da asa, entao concordo contigo. É que a notícia não dizia isso (talvez intencionalmente para causar …).
Na boa… Isso é coisa de imprensa mal intencionada.

Aerococus
Aerococus
Reply to  Fernando EMB
6 meses atrás

É mesmo! A notícia está mal escrita. E só confunde mais o pessoal aqui no fórum.

Recomendo aos editores publicar a notícia original (a que eu coloquei no link) pois está bem didática.

Flanker
Flanker
Reply to  Aerococus
6 meses atrás

Você quis dizer que voARÁ no 777x sem problema algum e levARÁ sua família junto, correto?

Aerococus
Aerococus
Reply to  Flanker
6 meses atrás

Obrigado pela correção. É isso mesmo: eu voarei e levarei minha família junto.
Só isso que tem para acrescentar?

Rommelqe
Rommelqe
Reply to  Aerococus
6 meses atrás

Concordo plenamente Aerococus. Se o valor citado fosse relativo à quantidade de ciclos vividos até a ruptura/colapso e se o mesmo estiver correto, apenas 1% de desvio (teria atingido 99% da vida em fadiga prevista) provavelmente está dentro do valor aceitável por norma. Algumas vezes determinamos o valor aceitável como sendo o obtido nos ensaios MENOS a tolerancia de norma; se fosse esse o caso, como se tratariam de ciclos de carregamentos o que poderia até ser estabelecido é reduzir, por exemplo, o número de decolagens /pressurizações/ pousos garantidos de, digamos, 10.000 ciclos para, digamos 9.900. Mas como vc bem… Read more »

Rommelqe
Rommelqe
Reply to  Rommelqe
6 meses atrás

Só acrescentando: do link cita-se que ….” As the test neared its climax, weighted pulleys had bent the jet’s giant carbon composite wings upward more than 28 feet from their resting position. That’s far beyond the expected maximum deflection in normal flight of about 9 feet, according to a person familiar with the details.” Vejam só, a asa flexionou até 28 pés (algo em torno de 8 metros!!) que é tres vezes maior do que o valor máximo previsto em projeto (9 pés). Alem disso os carregamentos e as tensões correspondentes também são extremas e em condições de teste…Sem querer… Read more »

Rommelqe
Rommelqe
Reply to  Rommelqe
6 meses atrás

Mais alguns detalhes: ” All this simulated the loads in a flight maneuver where a pilot would experience a force of 3.75 G, compared to the maximum of 1.3 G in normal flight. The combination of the bending forces on the wing and fuselage created a high compression load on the bottom centerline of the fuselage — the keel — according to the person, who asked for anonymity because the details are sensitive. Federal certification regulations require engineers to ratchet up the forces until they reach “ultimate load” — defined as 1.5 times the “limit load,” which is the maximum… Read more »

Cavalo-do-Cão
Cavalo-do-Cão
Reply to  Aerococus
6 meses atrás

Falhou perto da carga final, o que significa que precisa ser corrigido, mas a FAA de lá está dizendo que está tudo bem e que não tem “problema nenhum”…A Airbus teve o mesmo problema com o A380…A asa não passou no teste de estresse, mas foi consertada, refeita e aprovada….

Flanker
Flanker
Reply to  Cavalo-do-Cão
6 meses atrás

FAA de lá? De lá onde??

Salim
Salim
Reply to  Cavalo-do-Cão
6 meses atrás

Conforme texto testado a 1,5 vezes carga ruptura, falhou com 1.48, passou bem acima projetado. Teste e feito para isto, garantir parâmetros de projeto e reforçar ptos mais vulneraveis. Se falhasse perto ou abaixo de 1x ai teria voltar prancheta. O 737 max, como a maioria aviões atuais voam pendurados no computador ( uns mais outros menos ) qualquer situação náo prevista software e náo treinada em simulador fica cada vez mais difícil equipe a bordo corrigir.

Marcos10
Marcos10
6 meses atrás

Acho que não é caso de voltar para a prancheta, mas de determinar as causas.
Não sei se foi do C-17, em que a asa se rompeu durante fase de testes, sendo descoberto depois que a mesma havia sido submetida em uma carga muito maior que o programado.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
6 meses atrás

Que sorte que tiveram, ainda bem que o teste foi bem feito e serviu para evitar inúmeras catástrofes no futuro.

RENAN
RENAN
6 meses atrás

Amigos Falhas ocorre por uma enorme quantidade de fatores. Como elencados aqui pode ser falta de qualidade ( processo ou material, ou mesmo os dois) Um bom projeto tem que prever uma tolerância, onde mesmo que atinja o máximo do recomendado tenha x porcento de folga. Por exemplo impotético uma chapa de aço irá trabalhar com 100 kgf/cm2 isso é especificação de operação. Ao realizar os cálculos chega a uma chapa comercial de 0,75 cm de espessura para atender a este esforço. Mas está chapa por ter vidas envolvidas existe uma norma que indicará o fator de tolerância vamos dizer… Read more »

nonato
nonato
6 meses atrás

“uma despressurização explosiva” rompeu a aeronave.
Não entendi.
A estrutura não suportou a força aplicada ou houve uma explosão por outra causa e rompeu a fuselagem?
Se o problema foi a fuselagem, não entendi porque o software do projeto não previu o nível de resistência da fuselagem.
Hoje em dia não se trabalha mais com “trial and error” como há 60 anos.

rafa
rafa
6 meses atrás

Se a parte não tem que se mover, então silver tape.
Se a parte tem que se mover, então WD40.

Mattos
Mattos
6 meses atrás

sso é previsto quando se faz teste de esforço estrutural. Quanta ignorância desses jornalistas. Estive lá e passei mais de um mês. Estão fazendo uma limpa.

Delfim
Delfim
6 meses atrás

Me dei ao trabalho (pouco) de pesquisar e li que há 2 modelos de 777X, o 777-8 e o 777-9, sendo o -9 com fuselagem alongada, daí que provável que tenha sido este que explodiu no teste de seus acréscimos na fuselagem.
Aliás, tais acréscimos em geral se situam perto das asas ?
.
Melhor a fuselagem explodir nos testes que em uso. Lá em cima não há acostamento. Não há nada de vergonhoso nisso.

Guilherme Poggio
Reply to  Delfim
6 meses atrás

Delfim, em geral sim. Mas há casos e casos. Quando o C-130 foi alongado para dar origem ao L-100 o aumento ocorreu com a inclusão de dois “plugs”, um antes e outro depois da seção da asa. Já quando a própria Lockheed transformou o Electra em P-3 Orion ela “cortou” um pedaço da fuselagem apenas na parte antes da asa.

Haroldo
Haroldo
6 meses atrás

Acho que faltou comentar, que a pressão interna no momento da explosão era de xyz vezes mais do que a pressão em situação mais crítica com passageiros a bordo.

Tadeu Mendes
Tadeu Mendes
6 meses atrás

Melhor falhar em teste em terra, do que explodir no ar. O 737 MAX ja foi traumatizante o suficiente.

Posso estar errado, mas essa estoria de outsourcing a manufatura de varios componentes de jatos para outras companias que talvez nao tenham um criterio de Garantia de Qualidade e Controle de Qualidade a altura dos requisitos da Boeing, poderia ser a raiz do problema.

O software do 737 MAX estava cheio de bugs. Mal seria culpa de software engineering ou foi hackeado (com dizem em portugues), ou seja; sabotado?

Tadeu Mendes
Tadeu Mendes
6 meses atrás

Viajei em diferentes aeronaves da Boeing, Lockheed, Embraer e Airbus.

Mas nada se compara ao espetacular L-1011 500 TrisStar da Lockheed Corporation.

Miami > San Francisco – Pan American – 1982
comment image

https://i61.photobucket.com/albums/h61/AgentX20/Gemini%20200/TristarPanAm001.jpg

Tadeu Mendes
Tadeu Mendes
Reply to  Tadeu Mendes
6 meses atrás

Em um espaço de 15 dias, no mês de Junho de 1982, viajei nas três maiores aeronaves comerciais daquela época.

Rio > Miami – 747 Aerolíneas Argentinas
Miami > San Francisco – L-1011 500 Pan American
New York > Rio – DC 10-30 Varig.

Para um entusiasta da aviação como eu, foi a realização de um sonho.

A Pan Am faliu. A Varig faliu. A Aerolíneas Argentinas ainda existe.

O 747, o L-1011 e o DC 10-30 ainda voam pêlo mundo agora.

Parece que A-380, da Airbus, foi o que têve a linha de produção mais curta.

Cavalo-do-Cão
Cavalo-do-Cão
6 meses atrás

Eles vão consertar?…Os mesmos executivos que fizeram as escolhas que levaram ao fracasso?…Este avião tem o mesmo nível de pressurização interna que o 787 a 6.000 pés…Mas escolheram usar alumínio em vez de compósitos mais confiáveis que os 787 usam…Se querem pressurizar a 6.000 pés, porque não escolheram usar a fuselagem composta mais cara do 787?…Porque os executivos ainda estão tentando economizar dinheiro e as pessoas ainda estão em perigo para que possam obter bônus maiores…Eles não aprenderam com a bagunça do 737…isso levanta a questão, podemos acreditar no que a Boeing diz e são suas novas aeronaves confiáveis?… É… Read more »

Fernando EMB
Fernando EMB
Reply to  Cavalo-do-Cão
6 meses atrás

Seu Nick demonstra bem seu nível intelectual. Que festival de besteiras seu post. É de se lamentar.

Diego
Diego
6 meses atrás

São nessas notícias que a gente pensa, “nossa os anti venda EMBRAER estavam certos” Vendemos nossos cérebros, a nossa indústria com enorme potencial em jatos regionais, pra essa empresa fadada ao fracasso. Eles que precisavam da Embraer, não o contrário.
Eu avisei. Pode dar certo a venda? Pode. Mas a chance de desbancar as grandes, essa não volta mais, nem os engenheiros.
La se foi nossa huawei da aviação.

Fernando EMB
Fernando EMB
Reply to  Diego
6 meses atrás

Diego… Viajou na maionese heim…

Joel Robinson
Joel Robinson
6 meses atrás

Quantos “especialistas” em aeronáutica . Como Eng. Aeronáutico com 10 anos na Embraer e 4 na Varig fiquei impressionado…

Bruno Vinícius Campestrini
Bruno Vinícius Campestrini
6 meses atrás

O pessoal aqui têm que se acalmar. Dar errado em um TESTE não é demérito, dar errado após ser colocado em operação que é. Isto posto, quando leio comentários se baseando nisso para dizer que a maior empresa aeronáutica do mundo, com mais de 100 anos de história está “fadada ao fracasso”, não tenho outra reação que não rir. Acidentes acontecem, erros de projeto acontecem, mas declarar o fim da Boeing por isso é, como dizia minha bisavó, colocar a carroça na frente dos bois.

USP
USP
6 meses atrás

Sabes que vejo diferente , como Engenheiro de Materiais, entendo que a ruptura na estrutura metálica ocorrerá após uma sequencia de tensões mecânicas e ensaios – stress number, e isto é esperado. A chave é onde ocorrer a ruptura, realizar reforços!

frapal
frapal
6 meses atrás

Pelo menos não “solta pecinha”. A fuselagem completa vai para o brejo……

Bispo
Bispo
6 meses atrás

Se tem X vai da PT …né Eike .. hilarious off

Wellington Góes
Wellington Góes
6 meses atrás

Como é mesmo a estória da salvação da Embraer?!

Juliano
Juliano
6 meses atrás

Acho um pouco de sensacionalismo , eram testes e que levaria a aeronave ao seu limite , quando se chega este ponto, quase sempre acontece alguma coisa , mas como o teste é para verificar estes problemas eles podem corrigir depois , a mídia agora vai focar tudo que é falha na boeing , pois tiveram aqueles problemas nos aviões dela no passado recente , meio que a mídia pega no pé um pouco , vários fabricantes tiveram problema no começo depois vão se aperfeiçoando e melhorando aqui e ali . Segui o jogo .