terça-feira, dezembro 7, 2021

Gripen para o Brasil

Guerra das Malvinas deu um susto nos militares brasileiros

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Por Alexandre Galante

Pesquisando no arquivo digital da revista Veja sobre as matérias publicadas durante a Guerra das Malvinas em 1982, encontramos essa matéria intitulada “Menos manteiga – Guerra faz o Brasil rever suas defesas”, na edição nº 716 de 26 de maio de 1982, que tratava da preocupação dos militares brasileiros com relação aos armamentos empregados pelos argentinos.

A matéria diz que os militares foram surpreendidos pelo poder de fogo exibido pela Argentina.

O texto relembra alguns fatos interessantes, como o plano da FAB e da Marinha do Brasil para equipar o porta-aviões Minas Gerais com jatos de ataque, o que acabou acontecendo somente no final dos anos 90, quando a MB recuperou o direito de operar aeronaves de asa fixa e adquiriu os A-4 Skyhawk do Kuwait.

A questão do baixo percentual dos gastos militares em relação ao PIB também é abordada, assim como a preferência de alguns ministros em investir na indústria bélica nacional.

A FAB tinha acabado de perder seu sexto Mirage III em acidente*, enquanto investia no projeto AMX com a Itália.

*Em 1980 já haviam sido recebidos três aviões de reposição usados, dos estoques franceses, do tipo monoposto, conforme contrato de 1977. E em 1983 seria assinado contrato de dois aviões do tipo biposto. Outros contratos de compras de usados na França, nos anos 80 e 90, continuariam a compensar as perdas.

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Adriano RA

Por incrível que pareça, quase 40 anos depois das lições ensinadas pela Guerra das Malvinas, ainda não temos a capacidade de ataque a navios que os argentinos tinham naquela época, e que por pouco não decidiu a guerra.

Fernando "Nunão" De Martini

Sim, não ter até hoje mísseis ar-mar integrados a jatos de combate é um dos grandes mistérios inexplicáveis da FAB.

Analisando a história dá pra entender, explicar e até justificar diversas decisões ruins (ou indecisões) ao longo do tempo, mas a persistência dessa lacuna, por quase 4 décadas, é praticamente indefensável, por mais boa vontade que se tenha.

Flanker

Eu sempre tento ver a coisa pelo lado bom ou achar uma justificativa plausível para as decisões da FAB….mas, essa lacuna, de um míssil antinavio integrado a um caça É algo injustificável e indefensável. E mesmo a existência desse míssil no inventário da FAB é algo bem novo, na figura dos Harpoon dos P-3AM. Acho que ainda há alguma rusga ou desentendimento entre FAB e Marinha quanto ao uso desse tipo de armamento. Será que a FAB pensou que os AM-39 Exocet , que equipavam os SH-3A (e futuramemte voltarão, agora equipando so AH-15B) da MB eram suficientes?

Maynard Conde

Fogueirinha de vaidades e pouco fogo em respostas às duzias de países que nos cobiçam..

Rogério

O Exocet não é opção. O míssil em questão tem código de desativação e a Inglaterra EXIGIU esses códigos depois de perder dois navios. E GANHOU!
Não dá pra confiar em armamento estrangeiro muito sofisticado.

Augusto L

O Brasil hoje tem uma quantidade irrisória de harpoons lançados por P-3.
O bom é que eles tem quase 300km de alcance.

karlos

boa…Qual país no mundo tem mísseis com 300 km de alcance ?

Major Maverick

Vamos olhar os Tomahawk nortes americanos. Sdds

rui mendes

Harpoons com 300km de alcance??? Isso não existe, têm bem menos, nem metade dos 300km, eles têm.

Claudio

Os mais recentes empregados pelos USA tem alcance maior que 200km

Pablo

Desculpa a pergunta, mas com os gripens não virão misseis RBS15?

Flanker

Não está definido ainda. Mas, deveria vir, com certeza. Caso contrário, é subutilização da aeronave. Se não for o RBS-15, que se já qualquer outro míssil antinavio.

Bardini

Não se tem notícia de que a FAB tenha comprado esse míssil.

Augusto L

Tem sim, inclusive aqui no aéreo e naval também, se me lembro bem foram umas 8 unidades.
E sim a versão comprada pelo Brasil tem um alcance de 270 km.

Eduardo

8 unidades??????

Testa 1 ou 2 e sobram 6 somente…

Ahhh, fala sério FAB! Gastam num avião, sobressalentes, treinamento e etc….e na “ponta de lança” que é o mais importante ficam de miserinha?

Flanker

Olha, se for confirmada essa compra e nessa quantidade, provavelmente é uma quantidade inicial . E míssil tem prazo de validade. Loyes postediores podem bir…e virão. Só precisamos aguardar a confirmação dessa compra.

Daniel

Corrijam se eu estiver enganado, mas para testes não precisa “queimar” o armamento. O teste é realizado de forma eletrônica (virtual) em voo real.
Somente utilizam o tiro real quando está perto de vencer a validade do míssil.

MMerlin

A notícia mais recente referente ao RBS-15 que li está aqui: http://tecnodefesa.com.br/misseis-e-sistemas-de-ataque-do-gripen-da-fab-conheca-a-lista/

Pela notícia, ao que parece foi adquiria a versão MK3. Seguindo a linha de compra do Meteor, poderiam ter adquirido a versão MK4 do RBS-15 que possui 300km+ de alcance. Mas, ao que parece, existe uma comunalidade entre ambos, permitindo uma upgrade parcial.
Mas apenas dou a compra como certa quando tiver confirmação pela FAB.

Gallito

Vocês não estariam esquecendo do “MICLA-BR” ou Míssil de Cruzeiro de longo Alcance que o Brasil esta desenvolvendo !

Space Jockey

Sim, mas eles ainda não chegaram.

Mauricio R.

Os Gripens estão sendo comprados inicialmente, para prover defesa aérea.
A multifuncionalidade deve vir depois, pelo menos é o que eu espero.

Marcelo

não estão no pacote inicial já divulgado pelos meios de comunicação, creio que há uma matéria no G1, com os armamentos já contratados.

R22

Quem viu a matéria e leu pelo menos uma parte dos comentários sabe que o problema da situação das nossas FA não é simplesmente culpa de um governo ou outro. A mentalidade do povo, a educação, a própria ignorância em relação a necessidade de termos FA de respeito é simplesmente algo risório. Investir nas FA não dá voto. Isso é o que importa aos nossos governantes. Os atuais projetos em andamento e que consideramos de suma importância como no caso do Gripen, Prosub, Corvetas, só estão “em dia” porque estão movimentando bilhões em dinheiro nos bolsos dos políticos. Caso contrário… Read more »

Vitor Bruno Fonseca Rodrigues

Se comprarmos mísseis, armas, bombas ou qualquer outra traquitana para defender o País, faltarão recursos para pagamento de soldos, aposentadorias e pensões, que são muito mais importantes…

José

Pagar soldos decentes e garantir a aposentadoria segura dos militares e TÃO importante quanto adquirir armamentos e tecnologias de ponta. Afinal tais equipamentos só funcionam se forem operados por militares bem preparados e motivados. E no mundo capitalista a única coisa que motiva é o $$$

Blind Mans Bluff

Desculpe, mas o Vitor nao se referiu a isso. Sabemos que um soldado ganha muito mal. Mas nao eh segredo que os altas patentes vivem como a antiga realeza colonial. Nada atipico em se tratando de Brasil. Diplomatas, juizes e altas patentes publicas tambem o fazem. Faz parte da heranca cultural maldita Brasil colonia.

EduardoSP

O problema não é nem tanto a remuneração dos ativos ser considerada alta, mas eles se aposentarem a partir dos 48 anos de idade com remuneração integral e paridade com a remuneração da ativa. Com a reforma isso vai mudar, os servidores civis vão ter de trabalhar até os 65 anos, sem remuneração integral e sem paridade e os militares vão se aposentar com 35 anos de serviço, sem idade mínima, com remuneração integral e paridade. Ou seja, vão se aposentar a partir dos 53 anos de idade, uns 12 anos a MENOS do que os servidores civis. Dá para… Read more »

Carvalho2008

Deveria ser oferecida oferecido a transferência ao Serviço Público a partir dos 52 anos e lá atuar na ativa até os 65. São profissionais altamente treinados e capacitados. Se desejar aposentar aos cinquenta e dois, entra com todas as reduções do teto.

carvalho2008

Eu realmente faria isto, pois temos um fenomeno graças a Deus até mesmo mundial….não há guerras em escala e o homem chega hoje aos 80 e logo aos 100, mas apesar da longevidade crescente, o vigor fisico exigido de prontidão de batalha não pode ser exigido de alguem de 50 anos. Então voce ficará cada vez mais com gente extremamente capacitada e funcional de elite, sem que possam exercer funçao de combate. Deveria existir um programa para converter as outras funções do serviço publico. isto aliado a conversão do serviço militar masculino obrigatorio para Serviço Publico Obrigatorio Unisex em todas… Read more »

Agnelo

Eu voto em passar a ganhar hora extra, plantão, aquela hora noturna q é mais cara, periculosidade… eu voto!
E pode trocar tudo por banco de hora também!!!!
Da pra ir pra reserva com 15 anos…

Salim

caro Agnelo, o salário não é alto, a comparação com salários do Brasileiro comum que e cruel. O correto seria 80% da força ter tempo serviço de 5 anos ( cada força e função pode variar) teremos homens bem treinados, jovens, uma reserva qualificada e nao teria pressão das aposentadorias e pensões. Também passar para servidor Civil funcoes burocraticas pela Clt. daria uma bela redução também. Com este orçamento daria para investir muito mais em novos equipamentos, munições de ponta com qtde razoável e treinamento/manutenção tropa.

Agnelo

Prezado
Concordo com “passar funções burocráticas” para servidores civis.
Quanto aos temporários, concordo em parte. Não sei se 5 é o número. Cada Força, com suas especificidades, tem de determinar seu tempo.
O EB tem aumentado o número de Temporários, e vejo muita diferença já há anos.
Vc não comentou, mas está no escopo dos temporários: Quanto aos recrutas, nem sempre é ruim o seu emprego. Depende do preparo e em qual missão. Mas, é bom lembrar q o Sv Mil Obrigatório o é para o jovem E para as Forças.
Sds

Rinaldo Nery

Esqueceu do FGTS…

TukhMD

FGTS é roubo do dinheiro do trabalhador, não é vantagem nenhuma. E vocês milicos sempre com essa ladainha tonta quando alguém fala das barbeiragens da previdência das ffaa. Se escolheu ser militar já sabia das especificidades da carreira.

Nilton L Junior

Matou a pau.

Diego

Idem com relação à SAM

Marcelo

Antes tarde do que nunca, teremos Harpoons nos P-3s. Não são jatos, mas tem alcance superior à estes. Os Gripens poderão ter, se for o desejo e houver verba, o RBS-15, que terá a integração à aeronave paga pela Suécia. Ou, aí creio que depende de muitos se(s) uma versão aérea do MAN-1, ou até mesmo um MICLAS anti navio, esse sim mais parecido com o RBS-15, pelo uso do turbojato, seria fantástico, mas…

Ilan

Adriano RA, Fernando “Nunão” de Martini, é isso mesmo. Disseram tudo. A Guerra das Malvinas foi uma lição, um exemplo para como um país deve se preparar. E, bela matéria.

Marcelo Andrade

Gente, li na TeD que os a FAB comprará mísseis RBS-15 antinavio para os F-39, confere?

glasquis7

Nem jatos capazes de lançar misseis Anti navios tem.
Na FAB quem tem essa capacidade são os P3

Lúcio Sátiro

Bem, espero que em breve a vinda do Micla resolva essa situação.

karlos

A GRÃ BRETANHA veio com um grupo pouco maior que a turma de folga no fim de semana.Nunca cogitou de invadir a Argentina,o que poderia ter feito.

Alexandre

Exatamente meu caro , uma pergunta que fica martelando minha cabeça , será que os ingleses apelariam para o uso de armas nucleares , ao observar que a derrota seria iminente ? há relatos que eles tinham submarinos nucleares na região do conflito .

Pedro Bó

Provavelmente a escolha da FAB para equipar o A-11 recairia nos A-4 também. Não me recordo se o Super Etendard poderia operar no velho “Mingão”, e os Harrier provavelmente teriam custo proibitivo.

Fernando "Nunão" De Martini

Sim, segundo as memórias (então ainda recentes) do ministro Maximiano Da Fonseca, desde 1979 (e não dias antes da reportagem, como está na mesma) vinha tratando da aquisição de um lote de A-4 usados de Israel, junto com a FAB, que os operaria no Minas Gerais. Mas Delfim não liberou a verba, que até era módica, na época.

Augusto L

Mas a MB comprou uns Sea Kings italianos que podiam disparar o Exocet.

Flanker

Os ASH-3D italianos e os SH-3D, passaram por modernização e ficaram todos designados como SH-3A, que possuía um radar em radome sob o nariz/cabine, o que lhe permitia operar com o AM-39 Exocet. Os SH-3H comprados usados na USN não receberam esse radar, portanto não operavam o Exocet, entretanto , possuíam um sonar muito mais capaz que o dos SH-3A. Então, os A faziam ASuW e os B, ASW.

Delfim

Tenho nada a ver com isso não :))

Camargoer

Olá Nunão. Talvez o problema fosse a disponibilidade de moeda estrangeira. O país passava pela crise da dívida externa e a prioridade de moeda estrangeira era para manter o comércio externo, principalmente a importação de petróleo. Já vi várias entrevistas do Delfin Netto explicando que a maior parte dos empréstimos de bancos estrangeiros era para cobrir a importação de petróleo.

Camargoer

Olá Colegas. O mais curioso é o valor estimado para reequipar as forças armadas. 2,5 trilhões (de cruzeiros) em 10 anos. Considerando um orçamento da ordem de R$ 80 bilhões por ano, seria o valor numérico de 30 anos dos gastos militares em reais.

Amaury

Desculpe mas vc está misturando Cruzeiros com Reais e aí o seu cálculo não tem sentido. 2,5 trilhões de cruzeiros em maio de 1982 equivaleriam a 15 bilhões de dólares. Isso tomando a cotação de 1 dólar a 163,55 Cruzeiros no final de maio de 82.
Em 10 anos 1,5 bilhão de dólares por ano.
Se descontar a desvalorização do dólar no período pode-se imaginar um valor atual na casa de 2,3 BILHÕES de Reais ao ano.

Camargoer

Caro Amaury. Por favor, perceba a expressão “valor numérico” para deixar claro que a intenção era fazer uma brincadeira com os números, nada mais que isso. Em nenhum momento há uma comparação entre os valores das duas moedas (reias e cruzeiros). Fico tentado a não desculpa-lo por isso (brincadeira). Na verdade, agradeço seu alerta, até para evitar que outros colegas sejam induzidos ao erro. Serei mais claro nos próximos comentários quando apresentar estatísticas e estimativas mais elaboradas (como a que você fez) e quando estiver apenas fazendo um comentário despretensioso. Valeu amigo.

Amaury

Claro meu amigo. Sem problemas. Se pareceu que fui rude no comentário te peço desculpas. Aliás gosto muito de suas colocações embora não consiga acompanhar sempre as discussões. Grande abraço

Camargoer

Caro Amaury. Concordei com observação sobre o erro que seria misturar reais e cruzeiros. Eu devia ter sido mais claro. Por isso disse que não iria desculpa-lo mas agrade-lo. Obrigado pelo abraço.

M65

Uma das lembranças desta Guerra foi o estrondo e tremor das janelas dos prédios no centro do Rio e Niterói, em plena manhã no horário comercial, porém não sabiamos o motivo. Só descobrimos depois que foi a missão de intercepção dos F-5.da Base de Sta.Cruz do Bombardeio Vulcan.

Clésio Luiz

E o gaiato do piloto do Vulcan, poucos anos atrás, ainda deu uma entrevista basicamente dizendo que deu um olé na defesa aérea da FAB, só sendo interceptado quando se aproximava da pista… Isso é o que dá tratar bem os outros, fazem chacota de você.

Elías

O piloto Inglês, não quis “humilhar” ninguém, mas ele estava certo, em se tratando de defesa nacional, eles só foram “descobertos” já muito dentro de nosso espaço aéreo.
O que eu acho é que já tinha havido um contato com nossa força Aérea, pra mim foi só encenação tudo aquilo.

Wagner

Foi descoberto a 200 NM e interceptado a mais de 100 NM do litoral. Muito diferente do que você relata.
fonte:
https://youtu.be/cr9z5TR_iJo

Lá do “Hoje no mundo militar”.

Juarez

Wagner, o piloto do F 5 so conseguiu estar visual para o tiro a poucas milhas da cabeceira do Galeão. Se fosse um ataque real, a vaca tinha ido para o brejo.
Esquece está conversa para boi dormir de sites transcrevendo versões “oficiais” do fato.

Space Jockey

Pode ser, mas se aconteceu assim o piloto foi canalha em contar vantagem, pousou só no cheiro do combustivel.

Juarez

Clésio, ele não falou nenhuma mentira, se fosse real, a BASC tinha virado pó.

Mauro

Então me explica por que os ingleses nunca conseguiram se quer interditar o funcionamento da pista do aeroporto de Puerto Argentino, que nem se quer era defendida por caças. Essa pista operou por toda a guerra, e os poucos danos que recebia dos Vulcan eram rapidamente reparados, a ação dos Vulcan foi inútil, no máximo funcionou como ação psicologica, nao fizeram virar pó nem o que vieram para atacar. Não tenha a menor dúvida, se esse Vulcan toma qualquer atitude hostil naquele momento, ele teria sido sumariamente abatido, são caçadores, amigo, tá no sangue. Um dos pilotos de F5 já… Read more »

Marcelo Machado

A ideia era incutir na mente dos Argentinos a possibilidade de os Vulcans um dia voltarem com armamento nuclear.

Rafael M. F.

Deu um olé? Os caras imploraram por socorro, estavam com a sonda de reabastecimento quebrada, pousaram no Galeão à beira de uma pane seca, não teriam QAv nem para arremeter caso a tentativa de aterrissagem falhasse.

Esse cara é um fanfarrão…

Um amigo meu serviu na PA nessa época e fez a guarda do Vulcan. Inclusive com fotos. Vou ver se consigo, digitalizo e mando para cá.

Dudu

Clésio:
Pior é que é..

Salomon

Mentira dele, foram plotados muito antes. Posso garantir.

Rinaldo Nery

Tive o prazer de servir, na AFA, com o Maj Coelho ¨Coré¨, um dos pilotos dos F-5, nos idos de 91 a 94. Um gentleman.

Caio

Precisam de outro susto, para sairem desse comodismo luxuoso rm que vivem.

Space Jockey

Precisa continuar a pressão sobre a Amazônia, se esse discurso continuar talvez o país acorde, mas eu acho que lá fora eles não são burros, acho que não vão mais dar com a língua nos dentes.

Salim

Parece que o susto passou rápido. Entre os dez maiores orçamentos defesa mundo. Infelizmente sem mudar mentalidade de pgto salários e pensões e focar na pronta defesa patria com equipamentos modernos, munição em quantidade/ variedade e treinamento profissional da tropa. Talvez na próxima geração de comando apareça.

Clésio Luiz

Falam mau do F-104G na Alemanha, mas a frota de Mirage IIIE na FAB teve perdas tão ruins quanto, com a diferença sendo a perda de pilotos.

Flanker

A aquisição inicial de Mirage III pela FAB foi de 16 exemplares. Após, a partir de 1980, para repor as perdas, foram adquiridos outros 16 exemplares. Quando o modelo deu baixa, em final de dezembro de 2005, havia mais ou menos uma meia-dúzia em operação.

Fernando "Nunão" De Martini

A cadeira de ejeção do F-104 era uma vergonha de ruim (e nem estou falando da que ejetava para baixo).

Eleazar Moura Jr

Pena a FAB não ter adquirido o Viggen no.inīcio dos anos 70, para mim o melhor caça europeu dos anos 70 e boa parte da década de 80!

_RR_

De fato.

Sem sombra de dúvidas de minha parte, era uma máquina superior a tudo o que os demais europeus puseram no ar nos anos 70… Aliás, foi o primeiro a explorar a fundo o conceito de multifuncionalidade como conhecemos hoje, bastando trocar os módulos do computador central para mudar o caça de função ( eliminando assim a necessidade de tipos dedicados a defesa aérea e ataque )… Só me pergunto sobre o custo de mante-lo… Não creio que seria algo que a FAB pudesse pagar…

Alexandre Esteves

Além de não ter sido testado em combate, o J-35 foi concebido para a defesa aérea de um país pequeno, um pouco maio do que o Estado do Piauí.
Algum colega saberia informar a autonomia de vôo entre o J-35 e o F-103E, para fins de comparação?

Daniel

Corrija se eu estiver errado, mas a Suécia ofereceu o Draken, não o Viggen.

JOSE CARLOS RANGEL TOLEDO JUNIOR

Os ingleses, colegas da OTAN, ainda não tinham curado as feridas da segunda guerra, e se recusaram a vender aos alemães sua versão mais moderna de assento ejetor.

Agnelo

Nunca consegui entender essa ideia de ejetar pra baixo….

Space Jockey

O fazedor de viúvas…

Francisco Herês

O F-104 foi apelidado de caixão voador.

Adriano Luchiari

Widow maker

Mosczynski

Quando o PT comandou o Brasil achei que era coisa da esquerda o desinvestimento na defesa, mas lendo a reportagem de 1982 vejo que já era ruim na época dos militares. O PT só seguiu o fluxo e o problema são as lideranças.
Se trocassem o nome Brasil por qualquer nome de país da América Central ninguém ficaria alarmado…

Robsonmkt

Ao contrário. No governo do PT foram decididos os EC-725, os Mi-28, os Scorpene, os Guarani, os Guepard, os Gripen, os IA-2 e os KC-390. Após a década de 70, foi o maior período de atualização das Forças Armadas brasileiras.

Salim

Compras políticas. Ec725 e mi28 empurrados goela abaixo da força Até hj com problemas. Gripen era para decidir em 2001 estamos até hj sem aviões, erro estratégico tremendo. Guepard quantidade para fazer desfile, os manpads fazem mais, ai sim Boa compra. Kc390 ai sim Embraer deu show até agora. Scorpene, toda aquela estrutura para pouca produção, quebrou marinha, Se não conseguimos manter 5 Tupis qual a nossa ilusão. Urgente mudar mentalidade e focar objetivo.

Vinicius Momesso

Mi 28 cheio de problemas? Então as notícias publicadas aqui na trilogia são inverídicas.

Tamandaré

De onde diabos vocês tiraram esse suposto Mi-28? Não há nenhum HAVOC por aqui! Vocês estão confundindo-o com o Super Hind (Mi-35).
Esse sim foi empurrado goela abaixo aos FABianos…

Salim

Tamandaré, obrigado, Mi35.

Mauro Cambuquira

Pensei no mesmo..

Sagaz

Tudo que teve a mão podre dessa organização criminosa em “investimento” certamente teve algo em relação a politicagem ou vantagem escusa.

JS666

MDS, nos governos PT os orçamentos militares foram recordes históricos, em termos brutos, um atrás do outro. Só estabilizaram com a crise em 2014. Apenas a FAB conseguiu transformar isso em investimento e aquisições.

Camargoer

Caro JS666. O EB implementou o programa Guarani e a MB o ProSub. O MinDef implementou um programa transversal de heliicopteros para as 3 forças. O custo de Itaguaí também deve ser colocado na conta da MB.

Salim

Camargoer, depois de 14 anos de PT com investimentos milionários, vc está dizendo que valeu. Marinha, para defesa so um sub operacional, e a Barroso. Aereo, F5 se desdobrando com derby. Exército, tanques chegando fim vida, sem atgms em quantidade mínima, sem defesa aerea de ponto suficiente, meios terrestres obsoletos, Guarani não aguenta combate sozinho, sisfrom congelado. Se não mudar cabeça do comando vamos continuar nesta situação pífia. Defesa e sério, eles não estão focando no necessário ( não tem falta dinheiro defesa, tem mau uso do mesmo )

Camargoer

Caro Salim. Eu evito emitir juízo de valor (mesmo nos casos em que tenho posição formada). Podemos focar no mérito Nosso colega JS666 disse que apenas a FAB conseguiu implementar um programa de investimento (talvez seja o KC390 ou o F39, não está claro, mas são dois programas importantes, bilionários e de longo prazo). Nesse contexto, odas as forças implementaram programas estratégicos que terão, talvez mais uma década até serem concluídos. Os programas que você mencionou (V34, S34) estavam paralisados por anos. Era conclui-los ou abandona-los definitivamente (a decisão da MB foi correta). A primeira Cruzex mostrou os problemas da… Read more »

Alexandre Esteves

Época da divisa: “Mínimo de segurança; máximo de desenvolvimento”.

Vovozao

23/11/19 – sábado, btarde, passados 37 anos, ainda não aprendemos nada, não temos FA’s para um país que está entre as 10 maiores economias, vivemos de equipamentos militares de 2a mão (compras de oportunidades), com pouquíssimas exceções vendidas por outras nações quando retiradas de suas FA’s. Muitos cegos irão criticar, mais está é a verdadeira realidade que vive nossas FA’s, verbas contingenciadas, orçamento irrelevante para a nossa realidade, um grande inchaço nas FA’s (mais militares que a realidade). Até quando…..

Space Jockey

Até quando meterem o pé na porta sem avisar, daí tudo acaba.

DOUGLAS TARGINO

E grande parte disso é culpa dos próprios militares, que a cada dia querem maiores salários, maiores contingentes e maiores mordomias.

fewoz

Exatamente, Douglas. Mas é sempre muito mais fácil criticar “us pulítico” ou “us americanos malvados” por tudo. O problema do Brasil é a má administração em todos os setores. É uma anomalia que mais de 80 (ou mais) do orçamento seja destinado ao pessoal. Alguém sabe qual o percentual em outros países?

Matheus Santiago

Em uma rápida pesquisa sobre o percentual gasto dos principais países da OTAN, vi que variavelmente eles gastam cerca de 40% a 50% em pessoal. Eu pesquisei três países da OTAN como a Alemanha, França e Canadá, só que contrabalanceando, eles investem em compras de novos equipamentos cerca de 23% a 28% do orçamento militar, assim sendo muitos desses exércitos são capacitadamente modernos. Alguns países por exemplo ocultam os verdadeiros gastos com pessoal como o próprio EUA, no orçamento de gastos não incluem os veteranos de guerras que são bem altos, cerca de US$183 bi, o que elevaria o percentual… Read more »

Gustavo

O nosso orçamento militar, em termos brutos, é bastante alto. É maior do que o orçamento militar de Israel, Espanha, Emirados Árabes, Itália, Canadá… O problema é que enquanto esses países gastam com R&D, treinamento e armamento, mantendo FFAA enxutas e capazes, o Brasil gasta praticamente tudo com salários e pensões.

Camargoer

Olá Gustavo. O Chile também destina 75% dos recursos do MinDefesa deles para salários e pensões. Você pode conferir isso no orçamento publicado pelo governo do Chile.

Sérgio Melo

Pensei imediatamente em per capita. A soma das populações dessas nações mal atingem a nossa. Espanha faz parte da OTAN, assim como a Itália e Canadá. Tem orçamentos compatíveis com essa realidade. Israel tem suas necessidades especificas e é, em grande parte, subvencionado pelos EUA. E todos eles também tem seus aposentados e salários ativos. O que parece saltar aos olhos é uma administração focada, equilibrada e justa destes países, interessados em manter a segurança de seus povos. Nada a ver com sinecuras abundantes que vemos por aqui…

Luís Henrique

A maioria dos países NÃO incluem pagamento de aposentados no orçamento militar. Nós incluímos e gira em torno de 50% do valor total. Então para compararmos o nosso orçamento com outros países, temos que dividir nosso orçamento no meio.

Augusto L

Os países citados pelo matheus incluem, e só gastam cerca de 40-50 % em gasto de pessoal, o Brasil gasta cerca de 70% em pessoal.

Eduardo

O Brasil gasta mais de 80% em pessoal.

Camargoer

Caro LM. Diferentes países podem apresentar seus orçamentos um pouco diferentes uns dos outros. Contudo, quando uma organização como o Sipri faz um levantamento de gastos militares sempre inclui os gastos com os inativos nas contas. A comparação entre países só faz sentido incluindo o gasto com pessoal ativo e inativo (o mesmo para educação)

Luís Henrique

Camargoer, o SIPRI deixa bem claro que os valores apresentados podem incluir ou Não os gastos com pessoal inativo. Do SIPRI: …SIPRI includes two areas of spending that are not always considered military expenditure by national governments or other sources. The first is military pension payments. ….This description represents in some sense an ‘ideal’ definition of military expenditure; in practice it is not possible to apply it to all countries, since this would require much more detailed information than is available about military budgets and off-budget military expenditure. While in many cases military spending can be identified outside the main… Read more »

Rodrigo

Ok então que militaresnque vão para o INSS mas com salário de INSS teto de 5k.
Sem problemas.

Peter nine nine

Sincerente, o mundo teria de dar uma volta enorme para algum dia o Brasil ser propriamente invadido por uma força externa. Qual o país no mundo que teria a coragem de se envolver numa complicada cruzada dessas? Não se trata de neutralizar a força militar, que, se fosse hoje, não seria tão difícil, mas sim do que vem depois (policiamento, manutenção de tropas no terreno, manutenção da paz social e política, etc, etc), o Brasil nunca será invadido, no verdadeiro sentido da palavra, e tão pouco existem vizinhos que tenham o poder e vontade daí consequente, de armar grandes problemas…… Read more »

Space Jockey

Uma tarde triste pra boa parte do país… mas a vida segue.

Clésio Luiz

Que nada SJ, em cada torcedor de outro time, existe um flamenguista querendo sair do armário 🙂

Camargoer

Olá Clésio. Acho que a coisa nem é binária. E ternária. 1) Ama o Flamengo, 2) Odeia o Flamento. 3) Ama o Corinthians (os outros podem amar ou odiar o Flamengo, mas odiarão o Corinthians. Esclareço. Apenas um corinthiano sabe o que é ser conrinthiano. Quem entende é corinthiano como eu. Quem não sabe, não adianta explicar.

Dudu

Camargoer:
Se permite que eu me intrometa,Flamenguistas e Corinthianos realmente são atores de eventos anormais e estranhos,que não tem explicação razoável.

Alex Faulhaber

Eu admito, não torço pro flamengo mas tenho um pouco de flamengo sim mas eu deixo no vaso e dou descarga.

peter nine-nine

Se assim o é, não percebo porque, afinal, que interessa de que clube o brasileiro é? O que interessa, aqui em específico, é que uma equipa BRASILEIRA venceu um clube ARGENTINO.
Quando o clube que alguém apoia deixa de competir numa competição internacional/regional (com mais que uma nação participante), a lógica é apoiar o clube do seu país, que ainda se encontre a jogar, deixando de importar o seu nome, origem e cidade, mas sim a sua NACIONALIDADE.

Dudu

peter nine-nine: Respeitosamente,discordo de sua lógica. As competições em que importa a nacionalidade são as que a seleção participa.Essa sim representa o país.
Até porque o torcedor do clube que ganha título corneteia o rival.
Um abraço.

José

Vejo muitos aqui tratando da questão de efetivos e salários de forma muito simplista. Em primeiro lugar, para um país de dimensões continentais como o Brasil e difícil saber se é melhor possuir um efetivo grande ou um efetivo reduzido e altamente profissional. Lembro que autores especializados em todo mundo já desenvolveram esse tema a exaustão e ainda não Tem resposta. Quanto a questão dos salários lembro que armamentos de ponta só funcionam com eficiência se forem operados por tropas capacitadas e motivadas. Senão e sucata inútil. E, no mundo capitalista a única coisa que motiva é o $$$. O… Read more »

Vovozao

24/11/2019 – domingo, bdia, José, você fala que para operar equipamentos de ponta, temos e teremos que pagar bons salários, sim até concordo, porém hoje podemos contar nos dedos (20), que não chegamos a metade (Gripen’s, Sub classe Riachuelo, FC Tamandaré, (tudo no futuro, ou seja ainda não operacionais)), o restante já são testados ou compras de oportunidades, retirados de outras forças militares e colocado a venda para nações que não possuem tecnologia e/ou não investem em tecnologia (caso do Brasil), tudo que compramos usados, poderíamos caso quiséssemos e houvesse investimento construir/produzir aqui; vide China anos 60, até treinar em… Read more »

Marcelo Machado

Os salários no Judiciário são astronômicos. Um oficial de justiça ganha tanto quanto um general e, ainda assim, não tem nenhuma motivação para o trabalho. O que motiva é disciplina, foco, organização, cobrança, profissionalismo, eficiência… NÃO É SALÁRIO ALTO!!

Moulin

Temos um problema orçamentário quase eterno, ou pelo menos dsd q me entendo por gente, daí decorre nossa fraca capacidade de defesa. Quanto ao excesso de pessoal, uma das saídas é o Temporário, 8 anos. Não vislumbro qq encrenca c nossos vizinhos, muito menos c os distantes; pessoal da ativa também pensa assim. Um susto igual à Malvinas é sempre bom, desperta de alguma letargia tal como “”mar de almirante” e/ou “céu de brigadeiro”.

Space Jockey

O nosso problema orçamentário é uma desculpa, falam que se o PIB crescer vai ter investimentos mas é MENTIRA, em 2010 crescemos 7,5 %, um ritmo de China e alguem viu investimento de grande vulto nos navios no foguete, em mísseis ?!? Não, não houve, somos um dos países mais ricos do mundo mas não gostamos de investir em defesa. e o pouco que gastamos nisso é mal administrado.

Flanker

Só corrigindo:

Foram encomendados, novos, 17 exemplares:
13 F-103EBR – 4910 a 4922
04 F-103DBR – 4900 a 4903

Posteriormente, foram adquiridos, em vários lotes, 15 e empates usados da França.
09 F-103EBR – 4923 a 4931
06 F-103DBR – 4904 a 4909

Flanker

Exemplares*

ESCHILETTI

Por falar em porta-aviões, lembro-me que na segunda metade da década de sessenta um Gloster Meteor, após algumas tentativas, pousou com sucesso no porta-aviões Minas Gerais. Talvez a marinha ou aeronáutica tenham fotos do momento histórico

Flanker

Sério?? Nunca ouvi falar sobre isso!! Tens alguma fonte? Como ele parou no convoo, sem possuir gancho de pouso?
Já vi pousos de C-130 em NAe doa US Navy, mas o tamanho do convoo de um NAe nuclear nem se compara com o do Minas…fora que o C-130 pode usar o passo reverso de suas hélices no pouso…e um Meteor contaria unicamente com os freios…..

Marcos10

Creio que haja alguma confusão. De fato desconheço que a MB tenha feito algum pouso com Gloster Meteor no NAe Minas Gerais. A Royal Navy chegou a testar o Gloster Meteor para operações navais, com uma série de adaptações deste. Mas os testes foram no Illustrius, um navio com deslocamento maior que o Vengeance.

Wilson Marcos Santos

Posso estar enganado, mas não era um NAE Nuclear, mas sim o USS Forrestal. lider de sua classe. Segue link da matéria específica sobre o assunto:
https://www.aeroflap.com.br/veja-isso-lockheed-c-130-hercules-pousando-em-um-porta-avioes/

Flanker

Pode ser o Forrestal, Escrevi de cabeço. Mesmo assim, o Forrestal era muuuito maior que o Minas Gerais.

Leandro Costa

Desconheço isso. Sei que a Fleet Air Arm modificou alguns Meteor e os testaram algumas vezes em pousos e decolagens à bordo de NAe’s, mas não sei nada sobre FAB e MB.

Amaury

Nunca ouvi ou li nada parecido. GLOSTER no Mingão? Sei não amigo, mas acho que suas lembranças estão te sacaneando

Flanker

Não se pode dar 100% de crédito para uma publicação assim, ainda mais em revista não- especializada. Porém, se for verdade, eu fico admirado com a colocação do general citado na matéria da Veja daquela época, em que ele se diz surpreendido pela capacidade bélica e dos equipamentos que eram usados pela Argentina. Como assim? A Argentina, na época, era o maior rival e possivel risco de conflito com o Brasil. Temos 3 estados que fazem fronteira com esses país. Inteligência Militar eles não conheciam?? Não tinham ao menos 1 informante dentro da Argentina para manter o EB e as… Read more »

M65

Verdade! Estranhei quando li que desconheciam o poderio do vizinho, algo improvável. Deve ser isso mesmo “cortina” e interesse em mais verbas.

_RR_

Flanker, Não creio na hipótese de uma colocação alarmista, pois entendo que a mesma não precisaria de um uso real das armas para ser feita. Vamos entender que as armas navais a serem introduzidas no período, em particular o Exocet, eram ainda relativamente desconhecidas no que diz respeito a potencialidade ( a estréia desta última arma, aliás, foi o conflito nas Falklands ). No início dos anos 80, o mundo passava por uma transição tecnológica no que diz respeito a guerra naval, com a introdução dos mísseis sea skimming. Não se contemplava com exatidão os efeitos do uso dessa arma… Read more »

Antunes 1980

O Brasil de hoje é inferior a Argentina de 1982.
Força aérea e aviação naval simplesmente não existem em nível minimamente aceitável em relação a países europeus e asiáticos.

Os russos vieram até aqui, e a miopia ideológica não permite abrir negociações para alguns MIG-35 ou até mesmo SU-30.

Pensar que o mimi foi tão grande pela tal transferência tecnológica da Saab; que menos de 2 anos depois a Embraer foi vendida para a Boeing, e de nada serviu o tal FX-2.

Reparem que o Brasil sempre escolhe de forma tardia e equivocada.

Antonio Palhares

Antunes 1980. Todo país que tem o minimo de vergonha na cara. Tem que decidir como vai se defender. No caso do Brasil, pode desenvolver sua base industrial de defesa sem olhar para estas frescuras ideológicas. O programa espacial parou. Não pode assinar tratados lesivos aos interesses nacionais, como o não desenvolvimento de tecnologias de mísseis balísticos e não proliferação de armas nucleares. Isto sem contrapartida alguma. Está mais que provado que é isto que garante o respeito e segurança dos países sérios que recursos a defender. A guerra das Malvinas e o entrevero da lagosta, nos provou de que… Read more »

Carvalho2008

Tenho uma opinião muito particular sobre um balanço desarmas entre Brasil e Argentina a época do conflito

Reconheço que possuíam armas mais modernas tecnicamente falando, mas o mix brasileiro parecia ser melhor adequado e efetivo naquele cenário

Um caso sui generis em que equipamento inferior seria mais efetivo que o superior justamente por ser mais tolerante a burradas

Carvalho2008

Por mais incrível que pareça, acho que o Xavante mesmo sendo muito inferior ao A4, teria feito uma diferença positiva caso numa hipotética realidade virtual, a Argentina possuísse o mesmo inventário brasileiro de equipamentos. Parece absurdo não é mesmo? Mas veja que a guerra corre uma linha sinuosa de causa e efeito. Argentinos possuíam os Mirage, Dagger, A4, e Pucaras Se fosse o inventário brasileiro, Mirages em qtde limitada, uns 40 F-5 e um lastro do faz tudo com 126 Xavantes. Fica nitido que o volume e inventário de caças a reação de 1a linha de combate Argentina era superior… Read more »

carvalho2008

Argentinos tinham 12 MB-339, mas destes, apenas um grupamento de 6 foi organizado nas Ilhas em uma pista mais afastada. O problema é que o Alto Comando Argentino apesar de ter estruturado uma boa base em Port Stanley, ele foi configurado para uma guerra terrestre com os Pucaras. Ou seja, alem de nao possuirem nas ilhas um vetor de combate aereo, tambem nao tinham um vetor para combate em velocidade no mar. A combinação disto resultava em um controle dos Ingleses sob o ambiente aereo. Devemos atentar que o controle aereo sempre precisa alem de ser superior no combate ar… Read more »

Augusto L

Carvalho o SAS destruiria qualquer aeronaves que eles poderiam colocar la, portanto não ia fazer diferença.
Ate os Harriers tinham capacidade de ataque contras as aeronaves em solo.

Carvalho2008

Mais ou menos. O ataque Sas foi surpreso, embora isto numa guerra seja absurdo não é mesmo?! Óbvio que o inimigo vai tentar infiltrar… Mas o SAS conseguir infiltrar mais uma vez seria o fim da picada…e isto independe do avião ser um Pucara ou F15… O Harrier não alteraria o resultado e não pretendo alterar resultado em nenhum dos encontros de combate ar ar. Mas veja que o Harrier já estava no extremo de suas funções. Não haviam Harriers suficientes, ele era subsônico e tinha perna curta Como se não bastasse, ele era obrigado a fazer não apenas um… Read more »

Carvalho2008

Os Harriers já estavam no limite do que podiam fazer…eles eram superiores em qualquer encontro, mas não se conseguia provocar mais encontros interceptações ou bombardeios do que já faziam Eram poucos para o tamanho da missão, eram lentos e pouco alcance. Era por isto que apesar de suas vitórias em todos os encontros, os A4 continuavam uns após os outros a chegarem e atingirem os navios O Harrier mesmo não sendo um CDF, tinha de fazer não apenas um anel de defesa, mas dois anéis. Um sobre absorta que ficava atrás das ilhas a 200 km e outro à frente… Read more »

Carvalho2008

Maledeto corretor…

Digo… um anel sobre a frota 200 km atrás da ilha, e outro em frente à ilha, para bloquear os ataques aéreos argentinos…

Carvalho2008

O Sas conseguir destruir os Pucaras já foi o cúmulo…seria o fim da picada conseguirem infiltrar mais uma missão dentro da base…mas isto não tem relação para com o avião uma vez que o risco é inerente a guerra e pode acontecer com um Pucara, F15, F22 ou o que quer que seja….reprisar o ataque de infiltração embora possível, seria improvável por duas vezes seguidas…

Flanker

Os submarinos argentinos foram totalmente ineficazes, mas os britânicos afundaram o Belgrano e, com isso, provocaram a retirada de toda a Esquadra Argentina do TO. Qiem lutou comtra a Frota Britânica foram os aviões da FAA e do CANA.

carvalho2008

Sim, a frota de subs britanica conseguiu fazer um Kill e botar medo o suficiente na marinha argentina o suficiente pare se encolher no porto. Mas mesmo assim, quando falo do fiasco da guerra submarina de ambos os lados, refiro-me a incapacidade britanica de acertar o ceguinho maneta Ara San Luis que insistia em fazer 4 a cinco ataques a queima roupa não acertando para sorte deles nenhum navio. E se os argentinos tivessem os nove ssk´s brasileiros? nesta hipotese de realidade alternativa de contar com nossas opções de inventario da época? Dos nove ativos, ao menos 3 a 5… Read more »

Santiago

“Nós não sabíamos que eles (argentinos) estavam tão bem equipados, admitiu um General 4 estrelas”. Até hoje, paracem que esses Generais, Almirantes e Brigadeiros vivem no mundo da lua🌘

Robsonmkt

O Brasil de 82 se surpreendeu com o poderio militar da Argentina, padeiro esse que não foi páreo ao poderio britânico. Isso mostra o quanto estávamos defasados.
Isto também mostra o quanto nossa inteligência e a atividade dos nossos adidos militares era ineficiente na coleta de informações básicas acerca de nosso principal vizinho.

Mercenário

Robsonmkt,

Detalhe: uma força expedicionária britânica.

Imagina se fosse o contrário e as Falklands fossem perto da Europa. A guerra nem teria ocorrido.

Vitor Bruno Fonseca Rodrigues

O Brasil de 82, aliás o Mundo, se surpreendeu quando a Seleção foi eliminada na Copa do Mundo, o resto é conversa fiada…

Willber Rodrigues

Tomamos um susto na WWII
Tomamos um susto na Guerra da Lagosta
Tomamos um susto na Guerra das Falklands ( “Malvinas” é o c@ramba… )

Quando foi que não tomamos um susto ou não fomos pegos de calças na mão?

Luís Henrique

Eu acabei de tomar um susto agora, lendo seu texto. Mais um brasileiro, sul-americano defendendo um país europeu que está a uns 14 mil km de distância a controlar uma ilha grudada no continente sul-americano pertencente ao território argentino.
O império britânico diminuiu muito, mas continua com suas colônias em pleno século 21 e tem sul-americano aplaudindo.

Marcos Cooper

As ilhas são da Inglaterra, simples assim! Quer vc goste ou não…
Aceita logo e pare o mi mi mi.

Luís Henrique

Se a ilha fosse grudada aqui no Brasil e com o mesmo histórico, o Sr. Teria a mesma opinião?

Marcos10

Todos reclamam da Inglaterra, mas ninguém reclama da França, que tem a Guiana Francesa como um território ultramarino, não grudada, mas dentro do próprio território sul-americano.

Willber Rodrigues

Quem chegou primeiro na ilha foram os ingleses.
Quem sempre manteu a ilha foram os ingleses.
Quem venceu na última guerra foram os ingleses.
Então as ilhas, eram, são, e vão continuar sendo chamadas de Falklands, nome dado pelos ingleses.

O resto é conversa fiada.

Vasconcelos

As ilhas são de quem tem “bala na agulha”, no caso, os ingleses. O dia em que os argentinos reverterem isso e tiverem culhões, ai sim poderão se apropriar das ilhas.

Sergio Cintra

Tomamos um susto quando o “ÓLEO” nos atacou e nem sabemos a cara do “inimigo”.
Estamos tendo um monte de “SIS…algo” e armas e drogas continuam a entrar, “dark ship” continuam a passar e barrigas a engordar!
Falta compromissos, falta profissinalismo, falta “garra” e devido a “inconsequencia cultural” continuaremos a tomar susto!

leonidas

Foram surpreendidos? Isso é uma piada e das sem graças, como assim surpreendidos? Não havia nenhum arsenal oculto nas forças argentinas só demonstrado na guerra das Malvinas. Alias as deficiências logicísticas e estratégicas dos argentinos são simplesmente indesculpáveis para uma nação que se dá ao luxo de iniciar uma guerra de agressão. Tão patético quanto a incapacidade militar argentina em não reconhecer seu amadorismo e limitações na condução da guerra, é saber que esse tipo de força tenha pego a Forças Armadas Brasileiras de surpresa no tocante a seu “poderio”. Mas também isso explica o fato da razão pela qual… Read more »

Lúcio Sátiro

Para mim ,essa birrinha entre a Marinha e a FAB acerca de a quem tinha o direito de voar asas fixas foi uma das maiores cretinices que já houveram em nossa história militar.

Matheus Santiago

Se torna uma birrinha equivalente a criação de uma guarda costeira no Brasil. Falta nesse país militares e presidentes corajosos para impor certas mudanças estruturais, sobretudo no setor militar. E sem falar que guarda costeira nem seria subordinado à MB, mas estão tendo essa briga toda com os comandantes. Se com uma suposta criação da guarda costeira estão fazendo esse barulho todo, imagina então propor um CFN separado da Marinha de Guerra, aí então é que os comandantes navais ficariam loucos de raiva. Outro problema é o nosso Estado-maior(EMCFA), que do ponto de vista hierárquico é uma aberração. É praticamente… Read more »

Mion

O que já ouvi muitas vezes, é que a FAB e a MB só não foi mais bem equipada nessa época devido a embargos.

Alexandre Souza

Uma pergunta não quer calar… Por que “Menos manteiga”?

Marcos10

Paul Samuelson (Prêmio Nobel de Economia), em “Introdução a Economia”, em um de seus capítulos cita que há limitações de gastos. Você tem de optar por gastar com canhões ou manteiga, uma curva de possibilidades. Não há como elevar os gastos dos dois ao mesmo tempo.
No caso brasileiro, poderíamos colocar Meios x Salários.

Argos

Estava pensando a mesma coisa… Será que é alguma gíria da época?

Fila

Existe uma expressão quanto ao uso do dinheiro público: canhões ou manteiga…

João Bosco

E a história, depois de quatro décadas quase , está se repetindo… mal temos uma Marinha de Guerra, um exército regular para o tamanho do país e uma Força Aérea sem capacidade defesa contra vetores mais atualizados. Fico imaginando, e espero que nunca chegue a acontecer, um conflito naval entre as forças brasileiras contra alguma nação estrangeira pela posse de algum arquipélago – Fernando de Noronha, por exemplo – com a atual realidade de nossas forças. A Guerra das Malvinas deixaram lições e ainda acho que não aprendemos muito sobre ela.

Alexandre Esteves

FN, Trindade ou São Pedro e São Paulo não desperta interesse. A preocupação não apenas das nossas autoridades navais mas de toda a sociedade brasileira é sobre os recursos minerais da elevação do Rio Grande, e a longo prazo, a Antártica.
A curto ou médio prazos, os aquíferos subterrâneos (guarani e amazônico).

Carlos alberto P

Nada de novo. Muita gente, pouco material. E investimentos megalomaníacos pra diversão dos nossos milicos. Beto carreiro que se cuide, porque o parque de diversões não muda.

Foxtrot

Assustou os militares nacionais mas não apareceram nada com isso.
Se aprenderam as novas gerações já esqueceram e estão cometendo os mesmos erros do passado ou até piores.
Como tudo no Brasil as lições só são aprendidas no sufoco e quando se passa o sufoco se esquece tudo.

Ricardo Bigliazzi

A unica coisa que realmente diferenciava o Brasil da Argentina eram os Super Etandard, de resto era tudo igual.

Duvido que num conflito próximo não tivéssemos pelo menos 30 F-5 e 10 Mirage em condições de voo, fora os Xavantes (dezenas) e a Tucanada (outras dezenas) toda.

carvalho2008

sim, eu acho que por incrivel que pareça, os Xavantes fariam a diferença….eles cumpriram um bom e importantissimo papel na guerra de Angola x Africa do Sul….

Voando rasante, era o avião escolhido e unico a atuar em bases mais a frente dos demais.

Os outros sofriam com a poeira.

Eles voavam baixo e rapido para escapar sem ser vistos pelos caças inimigos acima

Alfa BR

Naquela época nós tinhamos sistemas antiaéreos portáteis?

Flanker

Manpads, não. Só canhões antiaéreos.

rdx

O EB já tinha recebido 04 Marder com mísseis Roland 2. Algumas fontes citam 50 mísseis.

Salim

R dx, 4 marder e zero em relação tamanho Brasil, na prática estamos bem abaixo do mínimo necessário. Coerente somente a centena de Tucanos, porem sem caça para cobertura fica difícil. Sendo otimista gripen operacional em 2023, se não cortarem verba.

Flanker

O Tucano começou a ser entregue à FAB em 1983.

carvalho2008

Os xavantes podiam levar 4 bombas de 250 kg mais combustivel ou ate 6 bombas de 125 kg….carga externa total era de 1800 kg…

Delfim

Os Comandantes não tem culpa, tem que se virar com o que tem, aquisição não depende apenas deles, com certeza se houvesse recursos haveria mais.

Willber Rodrigues

Com todo o respeito, mas a partir do momento em que nossas FA’s tem mais altos oficiais e gente com estrelas no ombro do que FA’s muito melhor equipadas do que a gente, como os países da OTAN, e que a folha de pagamento come 80% da verba da Defesa, então não dá pra culpar apenas os nossos governantes…
É claro que o governo adora tesourar a verba da Defesa, ou demorar pra liberar a verba, mas não foi o governo que deixou a MB ter quase 80 mil pessoas, mesmo que com apenas meia dúzia de meios.

Agnelo

O exército da França TODO não cumpre o q o nosso cumpre só na Faixa de Fronteira.

TukhMD

Vdd. No Mali estão fazendo figuração. Na fronteira o exército é porreta, não deixa passar nenhuma agulha, imagina armas e drogas… ah vá…

Santiago
Willber Rodrigues

E desses 5 bilhões, quanto disso vai virar salário, e quanto vai disso virar compras de srmamento ou investimento em P&D?

Agnelo

Nada vai virar salário.

Jeferson

É necessário lembrar que mesmo em tempos de governo militar as nossas forças armadas não eram tão bem equipadas assim, como muitos ficam alardeando por ai, porém, entretanto, todavia, a visão sempre foi a desenvolvimento de uma indústria nacional de defesa, claro que muitas empresas abriram e faliram, mas deste pensamento que brotou e vingou a Embraer, Avibras, Imbel e AMRJ, que em equipamentos militares fabricam o AMX, C-390, Astros, IA2, submarinos marinha convencionais e nuclear, fora que existem programas de misseis, aéreos, Navais, entre outros tantos programas militares…agora em tempos de comparação com a Argentina, saindo de 1982 para… Read more »

Kornet

Recebemos uma ameaça explicita da França recentemente, e se com isso não mudarmos ,teremos u FAs só de enfeite pra desfile e ACISO.
Passa ano e entra ano e pouca coisa evolui,e vem o Global Firepower dizer que somos 13° do mundo na frente de Israel,Indonésia,Paquistão,Austrália,Espanha,Canadá,AS,Polônia é de lascar,´so se for por outros critérios,pq por poderio militar não somos mesmo.

Space Jockey

Na frente do Pakistão ??!! KKKKKKk

Matheus Santiago

Essas comparações são pura perda de tempo. Numa análise verdadeiramente crítica e detalhista, veríamos muito mais a qualidade dos equipamentos, a disponibilidade, a formação e o nível das tropas profissionais de cada exército, e não apenas questões quantitativas de cada força. Deixe-me dar um exemplo hipotético, se o Brasil tiver uma quantidade um pouco maior de caças do que o Chile, mas os mesmos serem inferiores, as estatísticas apontam para um Brasil mais forte militarmente, o que é totalmente nonsense. A outra parte é necessariamente ver como está a disponibilidade das aeronaves e a formação dos pilotos e a quantidade… Read more »

Luís Henrique

Eles consideram um guerra em grande escala. Fatores como tamanho do território, tamanho da população, número de reservistas, PIB, indústrias, reservas, etc.
Todas essas coisas fariam grande diferença em uma guerra total e prolongada.

Já se for comparar somente o pessoal da ativa e os equipamentos em uso, iríamos para uma posição muitíssimo pior.

Matheus Santiago

Considerar PIB, território, economia e outras coisas é avaliar o potencial dese país numa Guerra Total, e hoje isso é considerado o fim do planeta, militarizar toda uma economia para produzir equipamentos militares é suicídio, seria uma guerra totalmente diferente da SGM. Se eles colocam nas estatísticas isso que você está me dizendo, então ele só está comparando as forças no fim do mundo, até porque militarizar uma economia como a Rússia, que é considerado no campo econômico, um anão, já estaríamos a beira da extinção, principalmente se a produção russa priorizar armas nucleares.