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Problemas intratáveis ​​do F-35 continuam

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Por Sean Kennedy

Não deve ser surpresa saber que o programa F-35 Joint Strike Fighter (JSF) continua lutando para fornecer aeronaves confiáveis.

Em uma audiência de 13 de novembro de 2019 diante do Comitê de Serviços Armados da Câmara, o diretor de testes e avaliações operacionais do Departamento de Defesa (DOD) Robert Behler afirmou que nenhuma das três variantes do F-35 atende às cinco principais métricas de confiabilidade ou manutenção do Pentágono. De acordo com o diretor Behler, “a adequação operacional da frota do F-35 permanece em um nível abaixo das expectativas de serviço … para todas as variantes, as aeronaves estão quebrando mais frequentemente do que o planejado e demorando mais para serem consertadas”.

O Government Accountability Office (GAO) também encontrou falhas de confiabilidade no programa F-35. De acordo com um relatório do GAO de 13 de novembro de 2019, a frota do JSF foi aterrada cerca de 30% do tempo entre maio e novembro de 2018 devido a peças de reposição insuficientes. Em novembro de 2018, “havia um estoque de cerca de 4.300 peças de reposição aguardando reparo em depósitos ou fabricantes”.

O programa JSF há muito tempo serviu de poster para as aquisições de defesa. Em desenvolvimento há quase 18 anos e oito anos em atraso, os custos totais de aquisição agora ultrapassam US$ 428 bilhões, quase o dobro da estimativa inicial de US$ 233 bilhões. Um artigo da Bloomberg em 22 de abril de 2019 observou que os custos de operação e manutenção ao longo da vida do sistema de armas mais caro da história totalizarão aproximadamente US$ 1,2 trilhão, ou 20% a mais que o US$ 1 trilhão relatado em abril de 2015 pelo GAO.

Muitas das dificuldades com o programa F-35 podem ser atribuídas à decisão de desenvolver e adquirir a aeronave simultaneamente. Sempre que problemas foram identificados, os contratados precisavam voltar e fazer alterações nos aviões que já estavam montados, aumentando os custos gerais. Falando no Fórum de Segurança de Aspen em 24 de julho de 2015, a então secretária da Força Aérea Deborah Lee James afirmou: “A maior lição que aprendi com o F-35 é nunca mais voarmos uma aeronave ao mesmo tempo em que a construímos.”

Infelizmente, o Pentágono repetiu esse erro ad nauseam. Em 28 de outubro de 2019, o DOD anunciou um contrato de US$ 34 bilhões com a Lockheed Martin, a principal fabricante, para adquirir 478 JSFs. É altamente provável que mais dinheiro seja necessário para modernizar essas aeronaves, pois um relatório do GAO de 5 de junho de 2018 constatou que ainda existem grandes deficiências tecnológicas no JSF.

De acordo com o GAO, em sua “corrida para cruzar a linha de chegada, o programa tomou algumas decisões que provavelmente afetarão o desempenho da aeronave, a confiabilidade e a capacidade de manutenção nos próximos anos”. Isso inclui a opção de solucionar as falhas existentes após o início da produção em cadência total. O relatório identificou 966 “deficiências em aberto” no programa JSF, incluindo 111 problemas que “precisam ser corrigidos”.

Parece que o desastre de compras do JSF deve continuar no futuro. Dado seu histórico, é improvável que os contribuintes obtenham trégua em breve.

FONTE: Citizens Against Government Waste (Cidadãos Contra o Desperdício do Governo)

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Antunes 1980
Antunes 1980
6 meses atrás

Por isso a Alemanha fugiu desta bomba relógio comedora de dinheiro.
O pragmatismo germânico fez o Thyphoon ser a escolha mais do que acertada.
Até o F-18 SuperHornet e o F-16 Viper são mais mais “confiáveis” que o Stealth norte-americano.
Mas não podemos negar que o F-35 já emplacou muitas vendas por aí, já o SU-57 ainda engatinha no mercado internacional.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Antunes 1980
6 meses atrás

O que me lembra um documentário sobre o A-380, aonde explicaram os motivos de atraso do projeto. Muito bom por sinal.
Basicamente, os mesmos que expus sobre o F-35 ali embaixo: novas tecnologias, novos materiais e linha de produção.
O aumento nos custos e no prazo também foram enormes.

Sergio
Sergio
Reply to  MMerlin
6 meses atrás

…e olha no que deu o projeto do A-380…..
Demorou tanto a estar disponibilizado que o mercado “mudou a visão” de negócio…..
Jatos menores e modernos compensam mais que um “maracanã” voador muito custoso…..

MMerlin
MMerlin
Reply to  Sergio
6 meses atrás

O cancelamento da produção do A-380 não foi ocasionada pela demora e sim, pela percepção de que o maior não é o melhor.
O projeto tinha a ideia de redução de custos com a diluição pelo maior número de passareiros transportados, o que não se confirmou pós lançamento.
No fim das contas, os anos de atraso trouxeram um alívio para a companhias. Uma vez que 80 compras da aeronave foram desfeitas, o prejuízo ficou apenas para a Airbus.
Fora o cancelamento, ficaram as inúmeras patentes registradas durante o desenvolvimento.

Wagner
Wagner
Reply to  MMerlin
6 meses atrás

Espera um pouco… Você diz que o cancelamento não se deu em função da demora, mas disse que os anos de atraso desfizeram 80 compras deixando a Airbus no prejuízo por causa do cancelamento ??? Pode isso, Arnaldo?

Coutinho
Coutinho
Reply to  Antunes 1980
6 meses atrás

Ainda acho muito cedo para aparecerem encomendas de SU-57. Talvez depois que os aparelhos da Russia estiverem voando em seus esquadrões surja interesse internacional.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
6 meses atrás

De acordo com um relatório do GAO de 13 de novembro de 2019, a frota do JSF foi aterrada cerca de 30% do tempo entre maio e novembro de 2018 (…)´´ Vendo pelo lado um copo meio cheio ou meio vazio´´, independente de qual a causa da frota ter sido aterrada, isso significa que em 70% do tempo ela esteve disponível, não? Qual seria a média de disponibilidades de aeronaves de uma força aérea em tempos de paz? Muitas das dificuldades com o programa F-35 podem ser atribuídas à decisão de desenvolver e adquirir a aeronave simultaneamente.´´ A fonte de… Read more »

MMerlin
MMerlin
Reply to  Willber Rodrigues
6 meses atrás

A complexibilidade deste projeto foi muito alta desde o princípio.
Novas tecnologias, novos materiais, rede de produção e distribuição diversificada…
Claro que traz seus benefícios, mas aumenta muito os riscos de atraso do projeto.
E a matéria deixa claro: peças de reposição. Com fabricas distribuídas em várias partes do globo, fica difícil garantir a logística.
Possivelmente as fábricas não estão conseguindo repor o estoque mínimo tão rápido quanto produzem.

Kemen
Kemen
Reply to  MMerlin
6 meses atrás

MM- fabricas distribuidas em diversas partes do globo não é exclusivo dos F-35. O Eurofigther e varios outros tiveram essa forma de produção, o nosso KC-390 também. Os aviões com maior verticalização de produção em relação ao pais, são os chineses, os russos, franceses e os norte americanos, justamente pela capacidade e interesse de produzirem tudo ou muita coisa localmente no que se refere a aviação.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Kemen
6 meses atrás

A diferença de países envolvidos na produção entre estes dois projetos e o F-35 é razoável. São 9 países (F-35) contra 4 (Typhoon) e 1 (KC-390). Veja bem, estou falando em parceria de produção e não compra de equipamentos estrangeiros. É necessário levar em consideração também o expertise de produção da composição dos países. O Typhoon conta, excluindo a França, com os 4 maiores países da Europa. A complexibilidade da logística é bem diferente. E estamos analisando apenas a questão de reposição de peças, o que com certeza afeta a manutenção das aeronaves. O projeto do F-35 tem sim inúmeros… Read more »

Petardo
Petardo
Reply to  MMerlin
6 meses atrás

Apenas uma correção: o KC-390 tem três países envolvidos na produção. Brasil, Portugal e Argentina.

Wagner
Wagner
Reply to  MMerlin
6 meses atrás

Olha a logística da Boeing e da Airbus no mercado civil e depois me diz se é possível um monte de empresas, construindo peças de alta tecnologia e espalhadas por vários países, manter a disponibilidade de milhares de aeronaves por todo o mundo. Esse esquema F-35 é um ralo de dinheiro usado para deixar pouca gente muito rica e talvez uma fonte polpuda para orçamento off records (black budget). Não percebo justificativa plausível para essa logística e engenharia porca.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  MMerlin
6 meses atrás

Ok, realmente e um programa extremamente ambicioso e que usaria muitas tecnologias não maduras e não testadas. Realmente, atrasos e estouro de custos seria o normal.
Mas o fato de adquirir as aeronaves ao mesmo tempo em que as falhas do projeto ainda eram corrigidas e o caça ainda era testado foi de um erro titânico.

Rprosa
Rprosa
Reply to  Willber Rodrigues
6 meses atrás

Me desculpem aqueles que colcoam a cuklpa pelos inúmeros problemas do F-35 na tão propalada inovação, as sejamos racionais, o F-35 foi idealizado amais de 20 anos, entrou em linha de produção a 13 anos, e mesmo assim nãos e conseguiu resolver todos os problemas de desenvolvimento, o F-35 está atrasado 8 anos, e mesmo com uma gestação tão duradora, não possui capacidade de combate, e isso tudo e culpa da inovação, que inovação e esta vez que muitos sensores do F-35 já estão sendo upgradeados, que inovação e esta que causa tantos problemas do software de combate, que inovação… Read more »

MMerlin
MMerlin
Reply to  Rprosa
6 meses atrás

O F-15 está desde a década de 70 até hoje em atividade.
São mais 40 anos de serviços prestados.

Sérgio Luís
Sérgio Luís
6 meses atrás

Quando surgir uma notícia boa desse “Deus Vivo” ele estará obsoleto!

Pathfinder
Pathfinder
Reply to  Sérgio Luís
6 meses atrás

Tem notícias boas! Mas aqui você não vai encontrar.kkk
*coloque no google algo como ” F-35: Taxa de missão aumenta para todas as variantes”

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  Pathfinder
6 meses atrás

Uai mas ele nem consegue alcançar um obsoleto tupolev da guerra fria!?!
Do conta ñ parceiro!

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Pathfinder
6 meses atrás

Vai encontrar sim, postei outro dia mesmo um comentário com uma dezena de links de notícias boas sobre o F-35, dos últimos dois meses, pra outro comentarista que disse a mesma coisa. Mas quem se surpreende com a avalanche de notícias ruins sobre o caça, nessa última semana, pelo jeito não reparou em alguns detalhes das notícias, como esse: “ Em uma audiência de 13 de novembro de 2019 diante do Comitê de Serviços Armados da Câmara, o diretor de…” Nos últimos dias está havendo audiências no Legislativo dos EUA, onde divulgam e questionam muitas informações com pessoal ligado ao… Read more »

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
6 meses atrás

Nunao O problema é o seguinte! Essa aeronave está sendo “propósitalmente” preservada, poupada por demais! Isso ñ é por acaso, nas atuais condições dos teatros de operações seria um erro expor o F-35 e com o advento dos S-300 e S-400 isso será postergado ainda mais.O “prejuízo” seria incalculável ” talvez o fim do programa “se ele for abatido. Ele ñ é furtivo o suficiente para entrar “ileso”na Síria e nunca será pois a furtividade tem que contar com fatores que ñ existem Síria. É óbvio que o governo americano ñ “vai liberar” a atuação do F-35 contundente antes dos… Read more »

Kemen
Kemen
Reply to  Sérgio Luís
6 meses atrás

Já estaremos mortos, pois mesmo depois de obsoleto ou retirado de serviço, não deve ter noticia boa. A não ser alguma operação com sucesso de bombardeio terrestre a terroristas ou insurgentes num pais em desenvolvimento ou do terceiro mundo.

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  Kemen
6 meses atrás

Kemen
É isso aí !

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
6 meses atrás

F-35: a……..

Tu-160: “come poeira aí otário…”

Contribuinte americano: “Eu sou uma piada para você?”

Lockheed Martin: “Stonks!”

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
6 meses atrás

Rapaz tirando as picapes americanas, o resto da engenharia americana é deprimente…

Gabriel Galdino
Reply to  Defensor da liberdade
6 meses atrás

Esse sabe o que fala, deve entender tanto de engenharia quanto o zé da padaria.

Jagderband#44
Jagderband#44
Reply to  Defensor da liberdade
6 meses atrás

Só pelo “rapaz” no início da frase, já dá para saber de onde você é.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Jagderband#44
6 meses atrás

Aposto que pensou que eu sou baiano kkkk. Não sou baiano, mas a Bahêa fica a 1 km da minha casa. Dá para atravessar a nado. 😅

Maurício.
Maurício.
6 meses atrás

Até hoje eu não entendo como esse caça desperta tanto amor e ódio ao mesmo tempo, e isso vindo de brasileiros, se ao menos ele fosse o próximo caça da FAB tudo bem, mas nem isso. Quem tem que se preocupar com os gastos da aeronave são os americanos e seus parceiros de projetado/futuros operadores. Acho que a questão ideológica é que coloca esse caça como o “salvador do mundo ocidental” ou como “um total desastre”. Para mim ele não fede e nem cheira, ele será um bom caça quando estiver full operacional mas nunca será um F-22, até porque… Read more »

Antoniokings
Antoniokings
6 meses atrás

Como dito antes, é um abacaxi caro demais para abandonar agora.
O jeito é ir levando.

Claudio Moreno
Claudio Moreno
Reply to  Antoniokings
6 meses atrás

Tejas – americano. Não dá mais pra voltar atrás…

CM

Sérgio Luís
Sérgio Luís
6 meses atrás

Estas cédulas de dólar me faz lembrar da lava jato!

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
6 meses atrás

A fonte é “ótima”… recomendo a leitura (sempre é bom checar a fonte).

O site é daquele que usam o famoso ditado espanhol: “Si hay gobierno, soy contra”

Segue o jogo:

https://www.cagw.org/reporting/2019-prime-cuts

Obs.: Enquanto clamamos por subsidios para um monte de setores de nossa economia, quando não pela estatização de tudo este “ótimo” site americano é o mais capitalista do universo.

Guilherme Poggio
Reply to  Ricardo Bigliazzi
6 meses atrás

Ricardo Bigliazzi, você pode concordar ou discordar do autor (direito seu), mas o que ele fez foi resumir o relatório do GAO, um órgão público, apartidário e associado ao Congresso americano.

Sugiro entrar diretamente no site do GAO e ler o documento mais recente deles sobre o F-35.

JuggerBR
JuggerBR
6 meses atrás

Pra mim são dois os erros do JSF: – Querer que um único avião faça varias funções, algumas incompatíveis, tornando o desenvolvimento caro porque é inédita o grau de complexidade envolvido, melhor seria três ou mais aviões especializados como foi nos F-Teens, com desenvolvimento muito mais simples. – Um único avião significa um único fabricante, ainda por cima com um contrato que estrangula o comprador e não o contrário, qualquer despesa é por conta de quem compra e não de quem quer vender, vários aviões diferentes seriam feitos por vários fabricantes, até mesmo a Saab podia entrar nessa. Os problemas… Read more »

Jagderband#44
Jagderband#44
6 meses atrás

Boa tarde. Hoje é dia 19/11, é eu estava esperando alguma notícia negativa envolvendo F35, uma vez que ontem o blog não publicou nada de ruim a respeito.

Blayke
Blayke
Reply to  Jagderband#44
6 meses atrás

Como assim cara….. quais as boas notícias do F 35 não publicadas aqui ???

Culpe os americanos por estarem divididos com s aeronave. Metade quer mais e outra não. Vira algo parecido com campanha política, onde em vez de propostas só é feita acusação um contra o outro.

Ao MEU ver uma parte quer outro projeto (como o centuri) pois cansou dos gastos do F 35, aí fica nisso de publicar relatórios negativos com tanta frequência e mais

Fico vendo pessoas achar que a culpa é do P.A.

Guilherme Poggio
Reply to  Jagderband#44
6 meses atrás

Fui no relatório original e retirei parte do resumo executivo. Veja como bate com o texto do autor acima.
comment image

Blayke
Blayke
Reply to  Guilherme Poggio
6 meses atrás

Opa. Parece que o meu comentário passou o sentido errado.

Não quis dizer que essa matéria é boa notícia.

Quis dizer que o P.A. não vem sendo parcial com as postagem a respeito do F 35 mostrando só más notícias.

Att.

leonidas
leonidas
6 meses atrás

Ainda acho que com todos os problemas que são inerentes a um caça inovador a US Navy, como a USAF e USMC não poderiam prescindir de ter um caça furtivo da categoria do F 35. E apesar de todos os defeitos, a US Navy poderá dispor de um caça furtivo operacional em seus Naes coisa que a China ainda esta correndo para obter e não há como saber o estado e a eficiência dos caças furtivos Chineses. O J 20 Chines não tem a exposição que o F 35 ou o F 22 tiveram imaginem como anda o projeto do… Read more »

Wardog
Wardog
6 meses atrás

É isso q da fazer projeto convergente

Nao e o 1ro aviao p todos q tentam empurrar, nao sera o último

Como nos ensinam jack trout e al ries: ideias ruins nunca morrem

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
6 meses atrás

Os EUA deveriam ter tocado esse projeto sozinho e em sigilo como faz com o B21.

Ozawa
Ozawa
6 meses atrás

“A maior lição que aprendi com o F-35 é nunca mais voarmos uma aeronave ao mesmo tempo em que a construímos …” Mas isso precisava ser aprendido??!! Não seria óbvio??!! Ao menos em dias de “paz”. É certo que durante a Segunda Guerra Mundial, com todo o contexto imperativo daquele momento que dispensa maiores comentários, os Estados Unidos, no avanço acelerado e necessário do seu bombardeamento estratégico de longo alcance na frente do Pacífico Central, produziu inicialmente, por exemplo, 100 aeronaves B-29 das quais apenas 10 funcionavam nos parâmetros mínimos aceitáveis. E do tipo em desenvolvimento sairiam as únicas aeronaves… Read more »

JT8D
JT8D
6 meses atrás

Não há mais palavras para descrever esse desastre. Esse programa é uma b…O avião em sí é bom, mas a administração do projeto foi o maior fiasco da engenharia de todos os tempos. Tem que ser muito baba ovo pra achar que todas essas cag… se devem à inovação. Inovador era o Concorde, e nem por isso ele teve um décimo dos problemas desse tatu voador. E olha que naquela época praticamente nem tinha computador. Se o programa espacial americano tivesse sido tão mal administrado, eles estariam tentando chegar à lua até hoje

Dudu
Dudu
6 meses atrás

Ah beleza agora são só 111 problemas…

Manock
Manock
6 meses atrás

Já pode voar quando tá relampeando?

francisco Farias
francisco Farias
6 meses atrás

Os norte-americanos são muito bons na arte da propaganda. Até hoje insistem na mentida dos irmãos Wright. Aqueles dois caipiras colocaram asas em uma bicicleta e falharam em todas as tentativas de voar a partir do solo, mas afirmaram, sem terem nenhuma prova que tinham inventado o avião. Essa mentira é repetida até hoje pelos seus compatriotas. Eles sabem que não é verdade, mas insistem em querer enganar as pessoas que acreditam neles. Da mesma forma estão fazendo com esse tal de F-35. São falhas de todos os tipos, mas a propaganda em torno dele é imensa. Se fosse no… Read more »

Sergio
Sergio
6 meses atrás

NÃO É POSSÍVEL.
Esta continuidade de vendas do F-35 só pode ter um nome. “CORRUPÇÃO”…..
Não entra na minha cabeça um projeto que não atende nem os requisitos básicos de segurança ainda continuar na prateleira da Lockheed aviation, e ainda receber “incentivos” ($$$) para a continuidade do projeto !!!!!

tadeu54
6 meses atrás

Continuo defendendo minha lei !
É, a Lei do F-35:
” Não importa quando, o F-35 vai sempre precisar de mais 5 anos e 500 bilhões de dólares para ficar pronto ! ”
P.S. : É um plágio descarado da piada dos físicos nucleares sobre os reatores a fusão !