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Saab testa novo pod ‘jammer’ no Gripen

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A Saab realizou os primeiros testes de voo com seu novo pod avançado EAJP (Electronic Attack Jammer Pod), com resultados bem-sucedidos em 4 de novembro de 2019. As interfaces do pod com o hardware e o software da aeronave, bem como o controle e o monitoramento da cabine foram testados durante o voo.

O objetivo do novo pod EAJP da Saab é proteger aeronaves contra radares por sofisticadas funções de interferência, bloqueando assim a capacidade do oponente de atacá-los. O primeiro voo marca uma etapa importante do programa de desenvolvimento do pod.

A Saab está aprimorando suas capacidades de ataque eletrônico e o novo pod avançado é um elemento importante desse desenvolvimento. O EAJP é um forte complemento aos recursos internos de ataque eletrônico do sistema de guerra eletrônica altamente avançado a bordo do novo caça Gripen E/F da Saab. Também pode ser usado em outros tipos de aeronaves. O pod faz parte da família de sistemas de guerra eletrônica Arexis da Saab.

“Realizamos os testes de voo com um caça Gripen e este novo pod é uma parte importante do desenvolvimento de nossa nova capacidade de ataque eletrônico”, diz Anders Carp, vice-presidente sênior e chefe da área de negócios de Surveillance da Saab.

Os sistemas de guerra eletrônica também são usados ​​para autoproteção, detectando passivamente sistemas de radar e mísseis hostis, protegendo a aeronave ou plataforma usando contramedidas ativas e passivas. A guerra eletrônica ofensiva, também conhecida como ataque eletrônico, envolve o envio ativo de sinais de interferência para bloquear os sensores nos sistemas de defesa aérea do inimigo, para que eles não constituam mais uma ameaça.

A Saab é fornecedora líder de sistemas de guerra eletrônica, incluindo sofisticada tecnologia de interferência, e fornece soluções avançadas há mais de 50 anos.

FONTE: Saab

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JPC3
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JPC3

Gripen vai ter a capacidade eletrônica mais moderna conhecida no ocidente.

Guilherme Poggio
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Guilherme Poggio

O “Gripen G” (só uma brincadeira com o EA-18G) será um diferencial no campo de batalha.

Antonio Palhares
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Antonio Palhares

Poggio.
Com a mais absoluta certeza.

Rommelqe
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Rommelqe

Concordo Poggio, é o que tenho dito aqui várias vezes. Por isso que o F39F vai ser um sucesso de vendas e com uma participação brasileira muito mais intensa do que no monoposto.
A FAB deveria, ao meu ver, no segundo lote adquirir pelo menos mais um esquadrão na versão “Gripen G(!)”….abs

Bosco
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Bosco

A bem da verdade o EA-18G e os F-35C com pods NGJ que estarão operacionais em 2020 deverão ser as aeronaves com a mais avançada e abrangente capacidade de ataque eletrônico.
Mas a lista é grande. Não podemos nos esquecer que russos e israelenses , dentre outros, também têm sistemas de ECM extremamente avançados.

Carlos Campos
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Carlos Campos

pelo que Li o POD da SAAB seria equivalente à NGJ, fora que o Growler leva até 3 pods e o Gripen já vem com arexis integrado e agora mais o POD, só não o vejo supeior ao F35 devido ao radar do mesmo ser um meio potente para ataque eletrônico

Bosco
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Bosco

Carlos,
Não me referi exatamente ao pod mas sim ao avião. O EA-18G numa configuração de ataque eletrônico completa deverá levar 5 pods, sendo um na linha central específico para baixa frequência, dois sob as asas para média frequência e mais dois para alta frequência.
Quando ele tiver disponível os tanques conformais ele ainda poderá levar mísseis HARM/AARGM.

Bosco
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Bosco

Carlos, O Arexis é um sistema de autoproteção baseado num moderno RWR e num sistema de interferência de autoproteção baseado em tecnologia DRFM dotado de matriz AESA de GaN. Sem dúvida é um sistema que parece ser muito bom. O F-18E/F Super Hornet/EA-18G também possui seus sistema de autoproteção baseado em dispositivos RWR, interferidores ativos de autoproteção de estado sólido e tecnologia digital, dispersores de chaffs e flares e lançadores de decoys rebocados descartáveis. São tidos como os mais avançados até hoje mas aparentement não possuem todas as características em estado da arto do futuro Arexis completo. Digo “completo” porque… Read more »

Carlos Campos
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Carlos Campos

no Gripen vão ser 2, obrigado pelas respostas.

FighterBR
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FighterBR

Ata. Coloca aí o F-18G

Gustavo
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Gustavo

o que já era bom, vai ficar ainda melhor.

Dod
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Dod

Uma duvida, um caça de 4/5 geração pode facilmente fazer missões usando POD de guerra eletronico e ñ ser detectado no campo de batalha, então pq se pensar em ter um caça de 5 como f-35?Pq se o avião tem uma boa contramedida eletronica e impede de ser detectado, ñ faz sentido trocar aviões que são bons e baratos por outros que são caros e que fazem a mesma missão.Aquele abraço gosto muito da pagina. 🙂

Felipe
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Felipe

Um avião com capacidade de ataque eletrônico ativo está obviamente avisando o oponente que ele está operando na área, a eletrônica tornará difícil os meios anti-aéreos conseguirem travar nele, mas eles vão saber que ele está vindo e terão algum tempo para se preparar pro ataque.
A vantagem dos aviões furtivos é o fator surpresa, como sua defesa é passiva, o alvo só saberá que está sendo atacado quando já tiver pouco tempo de resposta.

Dod
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Dod

Muito bom Felipe, obrigado pela a resposta.

Guilherme Poggio
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Guilherme Poggio

O Galante tem ótimas histórias da época em que a MB fazia treinamentos com a ala aérea dos CBG da USN. Na tela dos antigos radares das Niterói simplesmente aparecia um “corredor de boas vindas” onde não se detectava nada. Era um EA-6B Prowler “puxando a fila” de um grupo de ataque composto por A-6 Intruder e A-7 Corsair II. Sabia-se que eles estavam chegando por ali. Não se sabia quantos nem quando, mas o ataque era iminente e as contra-medidas nulas. Frota totalmente indefesa.

Space jockey
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Space jockey

Caramba, que abismo tecnológico…!

Carlos Campos
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Carlos Campos

por esse motivo seria bom ter um F35 B e um TRIESTE para proteger a esquadra de ataques aéreos

Observador
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Observador

A guerra eletrônica é uma das medidas que um caça de 5ª geração adota. Mas não é apenas isso.
Imagine um Gripen com alto potencial de guerra eletrônica, porém com um desenho sem superfícies planas, voltado a não refletir emissões de radares, coberto com material radio absorvente, baias para esconder seus misseis e bombas dos radares inimigos, canopi feito com material anti refletivo de ondas eletromagnéticas, sistema para resfriar as emissões térmicas da aeronave, etc.
Esta é a diferença entre a 4ª e 5ª geração.
O caça não é furtivo apenas virtualmente, mas também na física.

Bosco
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Bosco

Dod,
Da mesma maneira que há as ECMs (contra medidas eletrônicas) que tentam interferir nos radares inimigos estes radares implementam as ECCMs (contra contra medidas eletrônicas) que visam anular a capacidade de interferência.
Um atacante não tem como saber se seu ataque eletrônico está surtindo efeito pelo fato do alvo poder ter capacidade avançada de ECCM.
*Só de curiosidade, havia uma versão do míssil PAC-1 do Patriot (MIM-104B) que era atraído pelas emissões de ECMs das aeronaves inimigas.

Dod
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Dod

Caraca que doidera!!! Vai chegar um dia que as tecnologias vão ser tão avançadas que ñ vai ter o que inventar mais. Muito bom saber, vi uma materia uma vez que o Gripen-E tem uma iluminação radar menor que “0,1”.
fonte: https://www.quora.com/Is-Gripen-E-stealth

Alfredo Araujo
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Alfredo Araujo

Isso realmente não existe… rs
O que “motiva” o avanço tecnológico, principalmente no meio militar, é justamente algo ter sido superado por, ou querendo superar, outra tecnologia…

Antunes 1980
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Antunes 1980

Desconfio que a Rússia também tem uma grande capacidade de guerra eletrônica.

KC418E—Sukhoi Su-24MK/MK2 export variant

• L-175М10-35—Sukhoi Su-35

• L-175V Khibiny-10V—Sukhoi Su-34

•L-265 Khibiny-10M/L-26510M—Sukhoi Su-35S (installed in wingtip pods rather than underwing containers)

• Khibiny-U—Sukhoi Su-30SM

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Marcos
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Marcos

Pode ter certeza que a Rússia é uma das mais capazes na guerra eletrônica

Carlos Campos
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Carlos Campos

Bom disso eu sei que eles são bons, pois tem que compensar o fato de não ter 5G operante, vou atrás dos pods deles,os Israelenses são top também.

Kemen
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Bosco
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Bosco

Kemen,
Só lembrando que esse pod de ataque eletrônico não foi adquirido pela FAB.