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A-29 completa 15 anos de operação na FAB

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Protótipo do Super Tucano, designado YAT-29

Aeronave de caça é operada pelos Esquadrões Joker (2°/5° GAV), Escorpião (1º/3º GAV), Grifo (2º/3º GAV) e Flecha (3º/3º GAV), além do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), também conhecido como Esquadrilha da Fumaça

Em outubro de 2004, três aeronaves A-29 Super Tucano pousavam na então Base Aérea de Natal, atual Ala 10, e chegavam ao Esquadrão Joker (2°/5° GAV) para o início de uma nova era na Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira (FAB). À época, o Coronel Fábio Alvarez Lannes era o Comandante do 2°/5° GAV.

Ele contou que a chegada da nova aeronave permitiu uma mudança significativa no processo de instrução dos novos pilotos de caça, uma vez que a análise de dados, antes e após o voo, passou a ser uma aliada dos alunos e instrutores. “A facilidade de planejar as missões de navegação e ataque permitiram atingir níveis cada vez mais altos de precisão. Após o voo, as estações de debriefing detalhavam e registravam os erros e acertos em cada manobra, auxiliando o piloto no seu desenvolvimento”, analisa.

O A-29 Super Tucano é uma aeronave monomotor, turboélice, que conta com uma interface homem-máquina avançada, aliando precisão na navegação e ataque a um baixo custo de operação. Possui iluminação de cabine plenamente compatível com padrões NVG (sigla em inglês para Óculos de Visão Noturna) e sensores de imageamento infravermelho, essenciais nas missões de Apoio Aéreo Aproximado, Controle Aéreo Avançado e Reconhecimento Visual. Além do Joker, os Esquadrões Escorpião (1º/3º GAV), Grifo (2º/3º GAV) e Flecha (3º/3º GAV), sediados, respectivamente, em Boa Vista (RR), Porto Velho (RO) e Campo Grande (MS), também operam o A-29.

A-29 Super Tucano da FAB

O atual Comandante do 2°/5° GAV, Tenente-Coronel Aviador Leandro Barbosa Ferreira Pinto, destacou que a chegada da nova aeronave permitiu uma atualização doutrinária no Curso de Especialização Operacional na Aviação de Caça (CEO-CA) e uma preparação mais robusta dos novos pilotos de caça. “Com isso, nas Unidades Aéreas do Terceiro Grupo de Aviação, os alunos terão acesso aos equipamentos especiais da aeronave, como os óculos de visão noturna e sensor de visão infravermelho, podendo explorar as capacidades da aeronave em cenários mais próximos dos conflitos atuais”, ressalta.

Nesses 15 anos de operação na FAB, o A-29 se fez presente em diversas operações de defesa do espaço aéreo, como nos grandes eventos ocorridos no Brasil, entre eles a Jornada Mundial da Juventude, a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos Rio 2016. Além disso, participa da defesa aérea das fronteiras brasileiras e da interceptação de aeronaves ilícitas na região Amazônica.

“O A-29 reflete a alta qualidade da indústria aeronáutica brasileira e o compromisso da Força Aérea com o desenvolvimento da nossa Base Industrial de Defesa”, destaca o Chefe da Divisão de Preparo Operacional da Subchefia de Avaliação e Doutrina do Comando de Preparo, Coronel Aviador Ricardo Guerra Rezende, um dos integrantes do Grupo Alfa, que participou dos estudos de implantação da aeronave, em 2004.

Super Tucano visto em corte (clique na imagem para ampliar)
Super Tucano visto em corte (clique na imagem para ampliar)
Cockpit do A-29
Cockpit do A-29

Demonstração aérea

Em julho de 2015, o A-29 passou a ser a aeronave operada pela Esquadrilha da Fumaça em suas demonstrações, após dois anos de implantação operacional e logística do avião. Passados mais de quatro anos, já são 214 demonstrações, com execução de manobras e acrobacias em todas as regiões do país e no exterior.

“As cores da Bandeira Nacional em nossos Super Tucanos permitiram ao Esquadrão de Demonstração Aérea divulgar as capacidades da indústria nacional. O avião nos permitiu encher de orgulho os brasileiros ao verem uma aeronave nacional realizar voos precisos, dispondo da robustez necessária para a defesa aérea do nosso país”, destaca o Comandante da Esquadrilha da Fumaça, Tenente-Coronel Marcelo Oliveira da Silva.

FONTE: Força Aérea Brasileira

168 COMMENTS

  1. deram uns sustos nesses 15 anos, mas foi a melhor decisão possível da FAB naquele momento.
    Que avião! Que venham muito mais anos de voo, céus de brigadeiro e presença para o A-29.

    • Não duvido que o A-29 é o melhor na sua proposta.

      Mas pelos comentários na matéria… Da impressao que estão falando do F-22 ! Heheh

      Fiquei até com vergonha ! Acredito que nossa indústria pode produzir coisas bem mais avançadas.

      • O Super Tucano é o melhor avião para o tipo de missão que foi projetado! Portando a Embraer ainda produz o avião mais avançado da sua categoria!!!
        O que é vergonhoso é não conhecer um produto nacional de excelente qualidade e essa qualidade já é comprovada em combate em diferentes lugares do mundo!!

        • Exatamente o que quis dizer… Com o “dentro da sua categoria”.

          No mais.. Até o KC-390 é um avião tecnicamente bem mais complexo e evoluído.

          Só não concordo em sugerir que um “Onix” é o melhor que o Brasil tem.. Eqto ha até Ferraris aí, pelo mundo. E até mesmo no Brasil !

          Um Onix seria o melhor qdo o assunto é custos e ir no supermercado, apenas isso.

          • o KC tu deve comparar com um concorrente direto, assim como o A-29 deve ser comparado com o AT-6, F-22 com um SU 57 e assim por diante. Como tu quer com quer comparar uma ferrari com onix?
            Super Tucano é o melhor que tem, assim como o KC provavelmente será o melhor para o fim que ele foi fabricado. Não misture as coisas, tem outras armas complexas de excelente qualidade que nossa indústria fabrica, então fale bobagem!

    • Pq não temos grana para desgastar equipamento sensível, no caso do A29, essa foto certamente era de algum ensaio pois tem até um artigo mostrando que o uso de misseis é caro e ineficiente para o tipo de missão da aeronave.

    • Mas esse também era um senhor equipamento na época em que surgiu (se não me engano, o primeiro caça com trem de pouso retrátil a servir em grandes números em qualquer força aérea). Entretanto, por ter aparecido em uma fase de transição, seu desempenho foi rapidamente superado por modelos mais avançados que surgiam em diversos países.

    • Chegou a ser o melhor caça do mundo, durante a Guerra Civil Espanhola, até aparecer o Me-109.
      Fez parte daquela maracutaia na qual Stálin cobrou, em ouro, o apoio aos republicanos espanhóis: 475 I-16 foram fornecidos.

      • Cobrou? Não, roubou todo o ouro da reserva republicana numa operação de pirataria e nunca devolveram! Devido a isso e a ingerencia da URSS na guerra civil, os espanhois enviaram um contingente permanente de 50.000 soldados (morrem 1.000 manda mais 1.000) para o louco alemão reforçar suas tropas na URSS.

          • Russos? Esta se referindo ao povo russo? Colega sinceramente não entendi. Não sou partidário de análises de seleção de ascendentes por DNA, e tenho suficiente cultura para distinguir entre pessoas normais ou dirigentes criminosos e asassinos que tentaram destruir o mundo em que vivemos. Na nossa constituição consta algo sobre raça, credo ou côr, se lembra.

          • Já foi à Russia?
            Fiquei 10 dias em Moscow e 8 dias em São Petersburgo.
            Os “comunistas”, desgraçados estão melhores que nós.
            Lojas lotadas, obras para todo lado, gasolina a R$ 2,50, ruas limpas, asfalto um verdadeiro tapete até nas periferias.
            Muitos veículos novos, um percentual baixíssimo de pedintes e moradores de rua, posso falar que é quase zero.
            E não é só no centro não, nas periferias também não se vê pedintes e moradores de rua.
            O rio Moscou que deu origem ao nome da cidade e o Rio Neba de São Petersburgo, são limpos. É possível caminhar em qualquer hora do dia nas margens, sem sentir aquele famoso cheirinho de merda do rio Tieté e de outros rios Brasil afora.
            Fiz o passeio de barco nos dois rios.
            Fui de moscow para São Petersburgo em um trenzinho vagabundo que faz só 250 km por hora.
            Não vi a bandeira vermelha com a foice e e o martelo em lugar nenhum.
            Muitos aqui gostam de falar sem conhecimento de causa.
            A próxima será o expresso Transiberiano de Moscou a Pequim.

          • marcus, tudo bem acredito, e também atualmente a Russia não é mais comunista, não é mais URSS, mas tem gente que acredita que ainda são comunistas. Não tenho tendência politica nenhuma, os extremos são preocupantes, principalmente quando se chocam, admiro os povos pela sua cultura, pelo respeito que tem pelos outros povos e principalmente quando recebem bem os estrangeiros.

          • A Russia, depois de 300 anos de monarquia, e quase 90 anos de tirania, já não é comunista no sentido marxista da definição.

            Virou uma nação capitalista e burgêsa, de pois de tanta tragédia.

            A única nação autenticamente leninista é a China.

            Um Estado completamente worelliano. A China é o país mais paranóico do mundo atual.

          • Deixa disso colega, não posso manifestar minha opinião? Estamos numa democracia, não leve a mal tá, nem sei que comentario pode ser esse… de “Marcos Cooper”

          • Aqui temos uma discussão semcsentidp, por culpa de falta decailas de português. Um, não escreve com vírgulas, tornando a interpretação do que escreve uma missão complicada e o outro nao6sabe interpretar texto.
            Kemen, o Marcos Cooper disse que alguém negativou o comemtario6que você fez mais acima.
            Marcos Cooper deveria ter escrito assim:
            “Daí, vem uma criatura que negativa seu comentário, Kemen.”
            Kemen deveria ter lido com mais atenção e sabido interpretar o texto do Cooper.

      • Primeiro caça com trem de pouso retrátil a entrar em serviço em uma força aérea.

        Mesmo na época da invasão alemã à CCCP, ainda era um adversário formidável, apesar de já obsoleto. E segurou o rojão dos primeiros dias da Barbarossa. Inclusive formando ases, como Boris Safonov, com 14 vitórias individuais e seis compartilhadas, voando com um I-16.

        Era bem armado, mesmo comparado com caças mais modernos. Comparando: as oito .50 do P-47 disparavam 9 kg de chumbo em uma rajada de 3 segundos. O I-16 Typ. 24 disparava 14 kg, com duas ShKAS de 7,7 mm e dois ShVAK de 20 mm.

        • Rafael,
          Bem lembrado o fato de que algumas versões do caça tinham canhões de 20mm, mas é importante frisar que elas representaram apenas cerca de 10% dos mais de 7000 I-16 produzidos. Na época da invasão alemã, a grande maioria dos I-16 só tinha quatro metralhadoras de 7,62mm.

          • Metralhadoras essas que disparavam com o dobro da cadência das equivalentes ocidentais. As ShKAS russas chegavam a impressionantes 1.800 rpm, o dobro das suas contrapartes européias.

            O problema do I-16 era sua baixa persistência, já que carregava metade da munição que um Me-109 transportava.

          • Esse detalhe da quantidade de munição eu não lembrava. Nesse caso, essa persistência não era só baixa, era baixíssima. Pois se as metralhadoras têm o dobro da cadência mas a aeronave leva metade da munição de sua adversária, então o tempo total disponível para disparos é 1/4 do que o inimigo dispõe.

          • É bom lembrar que independente de ideologias, a União Soviética só conseguiu suas vitórias com o apoio do ocidente. Estavam em colapso, logo depois da traição nazista, que renunciou ao pacto Molotov-Ribentropp. Sob constante ataque nazista, não tinham linhas de suprimento. Antes mesmo do ataque japonês, os americanos já enviavam ajuda material aos ingleses, que repassavam parte para a URSS. Após a entrada dos EUA na guerra, isso se intensificou, e foram dadas as condições da virada. Desconhecer isso, melhor, negar isso, é esquisito.

          • S M, é verdade, e o povo russo, com o pais em pleno regime comunista teve uma perda estimada de 22 milhões de pessoas na Segunda Guerra mundial, maior que a atual população do Chile. Vimos em reportagens a invasão da França, os bombardeios sobre Londres, os outros paises que foram invadidos, mas o maior impacto foi na guerra entre os dois paises que tinham suas politicas internas completamente opostas.

          • Sérgio, o maior programa de construção de caças da história foi da CCCP, que até o fim da guerra construiu 37.000 caças Yak-1/3/7/9. Sem contar os La-5/7, os MiG e os LaGG.

            Só de T-34 foram construídos 85.000 tanques.

            Não nego que a ajuda material aliada nos primeiros dias da invasão alemã foi essencial para os russos poderem reorganizar sua máquina de guerra que tinha sido toda evacuada para leste. Mas dizer que só conseguiram suas vitórias graças a isso é desconsiderar o gigantesco esforço de guerra empreendido pelos russos.

          • O comentário foi para alguns sujeitos mais pra cima que já estavam querendo partir pra briga. Apenas recomendei que se amassem mais, porém, acho que alguns sujeitos mais belicosos confundiram meu comentário com pacifismo estilo hippie alienado e soltaram o dedo na negativação.

            Tá difícil pra se fazer entender nesses tempos de odes à inteligência íctica.

        • Essa frase quem cunhou foi o comunista Delfim Netto sobre o comunistériomo governo brasileiro nos anos 1970: “O Brasil é o único país capitalista sem capital”.

  2. O A-29 é um dos melhores projetos da Embraer, atendeu às especificações da FAB em todos os requisitos propostos. Aeronave que cumpre bem sua missão, deveria ter um novo lote encomendado com sistemas atualizados, para posterior elevação das aeronaves em operação ao novo padrão. Penso assim porque se a frota de F-39 se limitar aos 36 encomendados, sobrarão apenas os A-29 para “substituir” os A-1A/B, que mesmo com poucos modernizados, em alguns anos terão que ser desativados.

          • O projeto era uma parceria internacional de três empresas, duas italianas, Aermacchi e Alenia, e uma brasileira, Embraer.

            Cada empresa fabricava partes diferentes da aeronave e elas eram enviadas para montagem final em linhas da Italia e do Brasil. Nem a Itália fabricava o todas as partes do avião nem o Brasil.

            Então o seu comentário de fabricar AMX NG “sob licença” não faz sentido., está fora do contexto da aeronave.

          • Para um AMX NG ser fabricado hoje, vésperas de 2020, praticamente 20 anos depois que os últimos exemplares deixaram as linhas de montagem e mais tempo ainda depois que as fábricas de componentes entregaram suas peças para as linhas, seria preciso recuperar projetos (provavelmente parte em papel, parte em sistemas de computador não mais usados) ferramental, pessoal com conhecimento de detalhes sobre a aeronave etc.

            Poderia ser viável fazer isso uns 15 anos atrás, quando a Embraer ainda tentava um cliente internacional para o avião. Hoje isso teria que ser um novo projeto.

          • Nonato, o AMX foi um projeto de 3 empresas: Embraer, Aeritalia e Aermacchi, essas duas hoje são Leonardo. Cada uma das 3 fazia sua parte….o que a Embraer fazia, as outras duas não faziam e vice-versa.
            Não há lógica em criar um “novo” AMX…..o substituto dos atuais AMX na FAB é o F-39. Não há também muita lógica em desenvolver uma aeronave dessas para exportação. Caças subsônicos estão entre os turboélices de alto desempenho, como o A-29 e os caças supersônicos, como o F-39. Custam caro para entregar pouca coisa mais que um A-29 e não entregam o que um F-39 é capaz. O AMX foi um ótimo vetor para a época em e foi concebido,mas hoje as coisas mudaram muito. Ele, modernizado, cumpre muito bem a função, mas o futuro não é de aeronaves subsônicas a jato.

  3. Uma história de sucesso apoiada pelo esforços de pilotos de esquadrões que operavam então AT-27 Tucano. Muito das doutrinas e táticas vislumbraram a necessidade do A-29 que orgulhosamente completa 15 anos de operação.

  4. Excelente aeronave surgida da realização das necessidades da força pela Embraer.
    Mas ao invés de dormirmos sobre os louros, e hora de iniciar estudos sobre um MLU. Acredito que a FAB já tenha algum grupo pensando nisso, afinal, um dos trabalhos dos militares é pensar nas contingências futuras.

  5. Falando em Super Tucano, FAB e consequentemente números, eu acredito fortemente que parte do número de 28 KC-390 poderá ser cortada após incorporação na força, e estes ou vão acabar sendo vendidos ou repassados em forma de Leasing para outro ou outros países, já que não vai ter espaço para essas aeronaves em uma Esquadrilha da Fumaça…
    .
    No mais, modernizar esses Super Tucanos é mais uma conta que vem pela frente.

      • A FAB não manteve em operação todos os Super Tucanos que comprou, tanto que foi daí que surgiram os Super Tucanos para o EDA.
        .
        O EDA poderá até receber um KC-390 para apoiar a movimentação logística nas suas apresentações.

        • Acho muito improvável a sua teoria do EDA um dia operar um KC-390 dedicado a apoiar o esquadrão, Bardini. Não faria sentido algum dentro das diretrizes de mobilidade e concentração de meios.

          • Era o que se falava em 2013/2014, que o EDA receberia uma aeronave de transporte para fazer o apoio logístico…
            .
            A parte de ser KC-390 é minha teoria, já que também serviria como propaganda e etc.

          • Escalar um KC-390 operado por esquadrão de transporte para apoiar deslocamentos específicos do esquadrão seria algo normal, mas não a operação de um jato de transporte pelo EDA, baseado na AFA.

          • O EDA é apoiado pelos C-105 dos esquadrões Onça e Arara. Não faz o menor sentido manter uma aeronave de transporte cativa ao EDA….O cargueiro é requisitado quando necessário e , terminada a missão do EDA, volta para sua Unidade de origem e vai cumprir suas missões de rotina.

  6. Seria interessante se daqui uns 5 anos começassem uma modernização que permitissem levar A-Darter e SDBs. Com pouquíssimos Gripen, e o A-29 levando esses armamentos, seria uma boa ajuda em eventual conflito e um fator plus para exportações.

    • Fico pensando: pq não colocar uns a-darter nuns Ipanemas por aí tbm, pra aumentar nosso poder de dissuasão? Num eventual conflito eles param de pulverizar e vão dar uma ajuda pros tucanos.

    • Um BVR não parece fazer sentido, mas as SDB sim, pois ajuda o avião aumentar as quantidades de bombas embarcadas. Nisto sim, aposto que se os EUA encomendarem o ST, logo veremos este tipo de equipamento pendurado nele.

  7. So sinto falta de um esquadrào em São Gabriel da Cachoeira, local, alias, também pra um esquadrão de helicopteros quando a FAB completar a dotaçào desejada do black hawk.

  8. Alguém dos frequentadores assíduos do PA sabe dizer qual a vida útil do A-29, desconsiderando eventual modernização? e se modernizado?

  9. “Aeronave de caça…” ????

    Ataque.

    A melhor em seu setor e de grande potencial de crescimento em tempos de orçamentos curtos, projetos de preços astronômicos e tantos conflitos assimétricos.

    Um F35 custa uns 90.000.000 (lotes atuais, que já abateram custos enormes de desenvolvimento) e tem hora de vôo por volta de 40.000 doletas

    Um A29 custa uns 12 milhões e hora de vôo por cerca de 1.500 dólares.

    Se for para marretar alvos de menor valor estratégico e em área menos contestada, vai um tucaninho.

      • São complementares, Marcelo, cada um com seu espaço. A USAF, por exemplo, opera VANTs armados de vários tipos faz bastante tempo e ainda assim tem um programa para adquirir turboélices de ataque como o AT-6 e o A-29.

        Se esses turboélices tripulados não fossem considerados úteis ou estivessem ficando irremediavelmente obsoletos, não estariam sequer sendo cogitados pela USAF, que tem VANT a dar com pau.

      • VANT tem sérias limitações para fazer apoio aéreo aproximado. O piloto de VANT não tem a consciência situacional que um piloto de avião tem (é como voar um simulador de voo em uma tela de computador). Além disso, tem a questão do delay, o drone só recebe o input do operador alguns segundos depois, limitando seu emprego em missões em que uma manobra rápida e precisa é necessária.

  10. Seria o momento de realizar estudos para sua substituição?

    Sabendo que o A-29 é uma avião vencedor em sua atuação, 15 anos de uso seria um momento oportuno de investir em uma plataforma que pudesse ser mais avançada, estruturalmente, mais barata e potencialmente mais flexível?
    .
    Ou ao menos levantar as possibilidades futuras tendo como base esses dados de 15 anos?

      • Não sou Antunes mas as duas respostas são óbvias.

        EDS.
        Gavião Peixoto.

        Se a empresa fará isso, por conta própria ou solicitada por operadores da atual aeronave, só o futuro vai dizer. Mas esse é o nome da empresa e esse é o local de seu principal complexo industrial dedicado a esse mercado.

    • Um VANT/UAV armado, nisso é que tem de ser investido, o Irã tá pra provar isso, executam vários serviços sem o temor da perda de vidas. temos que olhar pro futuro.

    • Seria “Mega Tucano”, “Advanced Tucano” ou “Hiper Tucano”?
      .
      Daqui 15 anos vamos estar voando essas mesma aeronaves e pensando como serão os próximos 15 anos delas em operação…

      • Podiam chama-lo de Carcará, para continuar na linha de aves nativas brasileiras.

        Aliás, seria legal ler relatos de pilotos que tiveram a oportunidade de voar essa belíssima máquina, sobre como ela se comporta vis-a-vis outros turbohélices, etc. Se alguém tiver links para compartilhar, agradeço!

    • Mestre Antunes,

      É muito dificil projetar uma aeronave melhor que o Super Tucano.

      Aparentemente, ela tem um equilibrio de custos X requisitos dificil de mexer.

      O CAS COIN demanda que o avião tenha velocidade baixa. Como ele não é um interceptador, este requisito dispensa o Transonico ou subsonico alto.

      Poderia se pensar em melhorar seu cruzeiro ou velocidade final para o transito e a rapida chegada na area de operação, mas isto envolveria ou um motor bem mais potente que o PT6A ou um bimotor….o que elevará o custo de operação e uma motorização que talvez não seja tão disponivel e mundialmente ofertada como o PT6…

      Entenda que CAS COIN demandam uma economia de combustivel muito alta, pois é desejado que o avião possa ficar voando de 3 a 6 horas ininterruptas sobre areas de apoio…mais motor, mais consumo….mais velocidade, mais consumo….e tudo isto reduzira o tempo de voo e autonomia tão essenciais…

      A EDS tem total condição de fazer um avião ou com velocidade maior, ou carga de combate maior, ou alcance maior….o problema é o equilibrio ideal entre tudo isto…aumenta-se um lado, perde-se outro….

      Um item que acho seria interessante ao Super Tucano, era que ele fosse um Short Take Off Landing…um STOL para pistas bem pequenas e curtas, tal como o Bronco…

      • Caro Carvalho,

        O ponto que eu vejo de um Super-Tucano mais veloz, é que ele hoje é limitado à interceptação de aeronaves não identificadas mais lentas. Caso essa aeronave seja a motor a reação, como jatinhos, o A-29 não pega e você tem de lançar mão dos caças, hoje F-5 e depois o F-39.

        A Colômbia utiliza o A-29 para interceptação de aeronaves de traficantes de drogas. Tem ajuda de AWACS americanos para ajudar no controle e identificação. Mas quando a aeronave ilegal é mais veloz, eles tem de utilizar Dragonflys (projeto antigo e aeronaves muito rodadas). Tem uma matéria muito interessante na revista S&D atual sobre as forças colombianas falando sobre isso.

        Aí vem a questão: Sabemos que a Colômbia precisa de um vetor mais veloz para interceptação de jatinhos ilegais… Mas e o Brasil?
        Será que esses casos aqui não são a exceção da exceção e aí sejam insuficientes para justificar tal requisito? Porque na exceção da exceção, põe F-39 mesmo (desde que em números suficientes) para colar e interceptar.

        Abs.

        • Ok, entendo….mas interceptação para o A-29 era secundario….

          Para aumentar a velocidade afim de fazer frente a um jatinho…so sendo outro jatinho…mas ai a hora voo aumenta, o custo de motorização aumenta…autonomia tende a diminuir….

          Então super Tucano mais veloz é inviavel….

          Teria de ser outro avião

          • “interceptação para o A-29 era secundario…”

            Não sei. Era? Quando ele foi projetado no projeto SIVAM, fazia parte de suas funções interceptar aeronaves ilegais de pequeno porte, além da função de destruir pistas clandestinas. Eu vejo a função de treinador como secundária…
            Mas tem especialistas aqui que podem pontuar bem melhor que eu sobre essa parte.

            “Para aumentar a velocidade afim de fazer frente a um jatinho…so sendo outro jatinho…” e “Teria de ser outro avião”.

            Sem sombra de dúvida. Esquece A-29 M+BR Turbo… Tem de ser outra aeronave como um desses Lift adaptados para caças pequenos, estilo KAI FA-50 ou Alenia M-346… Ou um Fadea Pampa III (brincadeira!!! rs.).
            Aí volto à questão. Há o requisito para investir numa aeronave assim? Acho pouquíssimo provável. Duvido a EDS embarcar numa dessas.

          • Sim você tem razão

            O problema de um novo jato é que apesar de conseguir algumas vantagens, se perderá em outras ou no máximo empataria com aquelas que o super tucano já resolvem é muito bem. Se ele não existisse ok, mas implementar algo novo para ganhar em duas ou três características detonam a viabilidade do projeto.

            É o caso do Pampa, ele ganha na velocidade, mas perde feio na persistência de voo e alcance.

            Todo caso, fosse um jato o novo projeto, eu não teria dúvidas de adotar um conceito de motores externos ao estilo do A10, para que a fuselagem fique livre para acomodar o máximo de combustível

            Como seria um treinador com viés secundário de LIFT e nesta casa dos 800-900km hora, não seria uma aerodinâmica tão ruim para este tipo de envelope de voo, afinal, não seria um dogfighter pleno certo?

            Existiu um projeto de 1983 chamado Skyfox da Boeing. Nele da para perceber as enormes vantagens que este tipo de configuração proporciona.

          • Carvalho, partindo desse pressuposto, essa aeronave poderia usar os motores de outra aeronave dentro do inventario da FAB, como os Phenons.
            .
            Essa aeronave poderia substituir os banderullhas tb?

          • Não é simples

            Veja quantos requisitos estamos falando:

            CAS, COIN, treinador, e ainda deseja_-se Stol, patrulha aew e ISR, é muita coisa.

          • Quando vc separa as funções e se a demanda é por pouca qtde, você pode conseguir em separado, produtos bem eficientes e baratos

            Você perguntou sobre atuar como os Por é para tanto, existe por exemplo a solução do Tecnan P2006T quase ultraleve de 1200 kg mas que é equipado com o excelente radar seasprey 5000, 4 tripulantes, opera na faixa de vigilância da ZEE entre 50 a 200 milhas e tem 6 horas de autonomia. Encaixa perfeitamente com os distritos navais sendo simples e econômico com dois motores de 100hps cada

            http://coastalsurveillance.biz/wp-content/uploads/2018/03/P2006T-MRI-low.jpg

          • Então Sobre A Pergunta: – O skyfox poderia realizar treinamento, cas, coin, patrulha inclusive naval???

            Sim, poderia e bem até os dias de hoje! !! Mas apesar de suas virtudes, não vingou e apenas Portugal havia encomendado e o projeto cancelado. Ele não era charmoso como o Hawk que estava surgindo, havia muitos Dragonfly usados, e o aermachi 326 faia a festa, todos já consolidados há algum tempo e um projeto novo em meio a isto requisitada na realidade caças supersônicos de alto desempenho. Não se demandava nas mentes daquela época um faz tudo como nos tempos de hoje.

            A questão agora é:

            Valeria a pena construir algo parecido agora?? Provavelmente não pois o produto final deveria ter um ciclo de vida para utilidade pelos próximos 30 anos. Talvez novas ou mais características tivessem de ser implementadas.

          • Existe nesta mesma categoria, alem do Tecnan tambem o Diamond MPP. Motor a Pistão de 180 HP a diesel.

            Excelentes para patrulha de ZEE a custos baixissimos, tem um alemão que voou da California ao Hawai 2 mil milhas nele direto sem escalas….apenas os coloco aqui, para se ter em mente que quando se pensa em uma habilidade apenas no projeto, surgem de mercado que podem suplantar facilmente os atrativos pretendidos e encalhar a empreitada.

            Inglaterra, Chile e outros ja usam pequenos aviões assim a custos muito baixos que deixam ate um A-29, dependendo da missão, parecendo um F-22 de exagero de custo operacional ou aquisição. Então, melhorar os parametros de um faz tudo como o A-29 é dificil…

            https://www.youtube.com/watch?v=xHHcH1meTOE

          • Uma configuração de avião que talvez pudesse reunir as características do A-29, velocidade 750-800 km/hora, persistência de 6 horas, carga >1,5 ton, alcance, alem de tudo isto implementar a mais:

            a) Capacidade STOL ou EXSTOL ( extreme short take of landing)

            b) Carga de transporte, COD, pessoal

            Ou seja aumentar as caracteristicas da MULA para atrair e continuar atraindo um mercado civil e militar para os proximos 30 anos…

            Talvez resgatar uma configuração de aeronave parecida com o XF5U….era feio e esquisito….mas sensacional em varias dimensões de avaliação.

          • A interceptação era missão secundária sim. E pra interceptar jato, teremos uma aeronave chamada F-39. É pra isso que ela foi adquirida.

          • O A-29 não foi ¨projetado no Projeto SIVAM¨. Houve uma coincidência temporal, e utilizamos o SIVAM como mais um forte argumento para a aquisição do avião. Os ROP não foram baseados no SIVAM.

      • São exatamente essa linha de considerações que quis levantar, mesmo sem saber de todas.
        .
        Mudança de materiais podem ser um caminho na relação peso/capacidade/raio de ação.
        .
        Uma possível necessidade da marinha relacionada a futura substituição dos A4 poderia ser um para um passo ao STOL da linhagem do Tucano, mas certamente não baratearia a aeronave. Ainda que um P29 possa ser um caminho (Carcará é uma ave de rapina que dá seus pulos nos Recifes pernambucanos – imagino que em outras praias tb).
        .
        Um UAV/VANT nacional é um outro caminho interessante, com radar ar/ar e ar/terra/mar, ainda que de maneira passiva. Ter alguns sempre no ar em áreas vazias podem ser um recurso valioso. Acidentes como o petróleo no Nordeste poderiam ser observados pelos seus sensores?

        • Mestre Rinaldo Nery,

          Você já abordou esta questão das asas antes. Por favor de uma palhinha sobre qual seria a expectativa com o desenho próprio que deveriam construir. Quais as características poderíamos esperar?

    • A FAB segue, por linhas tortuosas, as designações da USAF. “F” é caça, “A” ataque, etc. O Mirage III virou F-103, que não foi utilizado na USAF. Mirage 2000, F-2000. JAS-39, F-39. O AMX virou A-1, mas o Skyraider já tinha saído de operação.

      Já o A/T-29 acabou sendo honrado pela USN/USAF, que adotaram A-29 como designação.

      • Sim, é séria. Como o avião tem equipamentos dos EUA, não precisaria de autorização deles para venda?
        A Nigéria não precisou recentemente de uma autorização dos EUA para poder comprar os Supertucanos?

        • Para um fabricante americano de algum componente específico (que esteja numa lista de componentes considerados sensíveis pelo governo dos EUA) vender esse componente para uma fábrica de aeronaves de outro país, é sempre preciso que a empresa americana fornecedora desse componente seja autorizada a vender.

          Mas a aeronave em si não é de uma empresa americana, é de uma empresa brasileira, então não compete ao governo americano autorizar ou não que o governo brasileiro compre essa aeronave da empresa brasileira. O máximo que o governo dos EUA pode fazer é impedir a venda de algum componente da lista de itens sensíveis fornecidos por empresas americanas, e esse item não poderia ser importado para instalação na aeronave.

    • “O melhor treinador avançado”, há controvérsias. Mas é uma ótima solução para nós.
      Já “o melhor em COIN”… Não tenho a menor dúvida! Além da efetividade e alta capacidade, esse monstrinho é de um custo-benefício excelente!

      Projetaço!

  11. Talvez eu tenha a impressão que muitos aqui tem. Um excelente avião para cumprir todas as missões em um cenário de baixa intensidade.
    Só penso que, deveríamos ter uns 7 gavs destes…
    Um mais no oeste do Amazonas, outro nos limites do Acre com o Amazonas, um em Cuiabá e por fim, um último no Paraná.
    Seria o ideal para prover defesa e patrulhamento aéreo de fronteira seca. Poderia até agregar em cada base, uns vants.
    Seria top!

    • Concordo, Cuiabá pode ser questionável pois a área já é coberta pelos esquadrões de Porto Velho e Campo Grande, mas um esquadrão em São Gabriel da Cachoeira/AM, um em Cascavel/PR e um em Santa Maria/RS, além do existente em Boa Vista/RR dariam cobertura aérea a toda faixa de fronteira seca.

      • Já vi uma entrevista na revista Força Aérea com o Comandante da Aeronáutica anterior, que tem-se em mente a construção de uma base na região de Cuiabá (MT). Segundo ele: “Centro geodésico da América do Sul”. Bem como na região de Palmas (TO), “Centro geodésico do Brasil”. Ele não disse para que esquadrões e para quais funções elas serviriam.

    • P J – Eu até iria mais longe… porque não pensar em um Super Tucano sem piloto, já estão desenvolvendo aviões sem piloto, ou controlados por outros aviões ou mesmo com parte do operação por programação pré inserida, é coisa do futuro, mas talvez não tão distante assim.

      • Acho preferível projetarem um drone raiz, já todo feito para ser drone, creio que um Super Tucano sem piloto nem para alvo teria uso, pelo preço e performance.Se não me engano numa das matérias recendes sobre o Gripen foi perguntado sobre um Gripen sem piloto e a Saab falou que é melhor um drone feito desde o início.

      • Kemen, o vetor do jeito que está deve operar por pelo menos mais uns 20 anos pelo histórico da FAB, um UAV seria interessante partir do zero ou as opções disponíveis no mercado, conforme o orçamento permitir…Quanto ao ST, seria interessante melhorar a sua capacidade de sobrevivência, comunicação e aquisição de alvos…e novos armamentos…deixa-lo apto para as ameaças atuais e futuras…

  12. Repetindo resumidamente algo que já falei anos atrás…
    No caso de uma WW3 catastrófica os ST serão o que muitos países vão se lamentar de não terem adquirido.
    O grau de sofisticação dos caças à jato modernos será fatal para a reposição dos destruídos e avariados em combate.
    Por incrível q possa parecer os aviões, mais simples de colocar no ar, serão decisivos.
    O ST especializado será rei.

    Os americanos precavidos que não pisem na bola ao não realizarem uma boa encomenda do Super Tucano.

    • depende…

      Para voar e executar sua missão, o ST precisa que o espaço aereo não possua caças a reação do inimigo voando livremente….

      entao seria um cenario em que o dominio aereo ja foi estabelecido…ai eu concordo….

      mas para estabelecer o plenamente dominio aereo, caças como F-35 e F-22 são necessarios….

      então seria algo como possuir uma massa critica de caças de 5a geração focada exclusivamente a eliminar a força aerea adversaria e alvos de grande complexidade…depois,viriam os super Tucano fazendo a limpeza de larga escala e nas posições de media e baixa complexidade…e que são sempre a maioria…

      Os EUA certamente ja pensaram nisto….o problema é que mesmo para eles faltou bala para as qtdes de F-22 e F-35…

      • Olá Carvalho,
        Verdade,
        E é justamente para quando não mais houver jatos que o ST vai poder imperar.
        Repare que até a WWII os tornos mecânicos, escondidos em casas pelo Japão, iam mantendo a máquina de guerra japonesa produzindo armas e peças de reposiçao. Este foi inclusive um dos motivos dos terriveis bombardeios incendiários nas cidades daquele país.
        Porém muitas das peças de hoje precisam de máquinas super sofisticadas, como as que produzem peças eletrônicas, cabeamentos opticos e de variadas capas, inclusive os plásticos precisam de enormes refinarias para serem produzidos. Assim, no momento que essas fábricas e suas máquinas deixarem de existir será impossível em fundo de quintais se reproduzir o que faziam.
        Coisas que rapidamente voltarão:
        Os motores com carburador, as lâmpadas de filamento, transmissões de rádio analógicas, navegação pelo Sol de dia e pelas estrelas à noite, telefonia por cabo etc.
        Motores com turbo jato e sistemas digitais depois de panes nao servirão mais por impossibilidade de se fazer peças complexas.
        Mesmo o ST resistirá voando apenas se receber várias adaptações. Porém será o melhor tecoteco nos ares. E como superioridade aérea é tudo – quem o tiver vai subjugar os outros.
        É aquela coisa… Melhor prevenir…
        Comprem ST!
        Quem avisa amigo é.

        • Sei não, o nosso S.TUCAno é um avião moderno, seu motor turbohélice não se equivale em nada aos motores a pistão da II Guerra, deve ter Fadec e um monte de auxílios eletrônicos, sua turbina pode até ser relativamente simples, mas duvido que se construam pás e outras peças para ela em tornos de fundo de quintal, deve empregar materiais compósitos na estrutura e sua cabine é glass cockpit cheia de telas eletrônicas. Caças como o F-35 e o Rafale devem ter proteção contra PEM por serem projetados para lançarem armas atômicas e operarem em ambiente nuclear, já o Super Tucano, por ser um avião mais simples talvez não tenha o mesmo nível de proteção. Resumindo, não vai ser tão fácil assim, talvez seja melhor contar com o Ipanema mesmo

        • Mesmo um ST necessita de uma grande cadeia de suprimento

          Mas sua descrição remete muito ao conceito que chamaria de asymmetric technological warfare

          Isto é:
          Você possuir uma massa de equipamentos de baixo custo porém com tecnologia suficiente é perfeitamente adaptado a guerra assimétrica afim de dissuadir ou inviabilizar uma invasão.

          Neste quesito, você foca na defesa de desgaste do adversário quando a batalha de primeira linha foi perdida e agora o adversário passa da fase de destruir suas forças para ocupar você
          Existem equipamentos que são consagrados e recusam se a morrer como o canhão sem recuo.

          Drones tem um espaço enorme de crescimento em doutrinas assim

          Um A29 seria inviável pois ele depende de grande suporte e pistas, mas girocopteros dedicados por exemplo poderiam operar de qualquer lugar…. são pequenos como um carro e cabe em qualquer garagem de qualquer bairro

          As munições inteligentes ficaram menores viabilizando coisas do gênero

          O exemplo que você deu apesar de tudo é extremamente válido.

          Lembrei também do excelente De Haviland Mosquito, avião fabuloso que obrigou os oficiais a engolirem a empáfia de decretar que um avião de madeira era coisa do passado e incapaz naqueles dias de guerra

          Quando o bicho voou, ficaram perplexos com a velocidade e harmonia de linhas de um avião em que as peças eram de madeira e que seria montado por carpinteiros comuns espalhados por toda a Inglaterra

  13. O A-29 é um marco na nossa aviação militar, pena que algumas das operações COIN no futuro, podem vir a ser substituidas por Drones armados, espero que passe um bom tempo até que essa nova modalidade operacional se consolide.

    • Ainda vai um tempo….pergunte a qualquer piloto, a visão ocular humana é 3D é imbatível para consciência situacional no CAS

      Você perde muita visão e sentimento espacial geográfico atrás do console

  14. Apesar de ser uma excelente aeronave, está na hora de se pensar em um substituto, ou até mesmo em uma atualização radical. Já há competidores no mercado internacional se aproximando do A-29 e é questão de tempo para aparecer um competidor mais forte.

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