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Saab quer oferecer Gripen à Índia pela metade do preço do Rafale

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Caça Saab Gripen E

Em uma entrevista ao ThePrint, o diretor da Saab India Ola Rignell destaca a eficiência do Gripen, sua oferta para a Índia e os problemas relacionados às suas vendas ao Paquistão

Nova Délhi: Enquanto a Índia busca adquirir 114 novas aeronaves de combate multifuncionais médias (MMRCA) para reforçar sua força, a empresa de defesa sueca SAAB propôs uma completa transferência de tecnologia (ToT) e produção local de seu caça Gripen em “metade” do custo da alternativa francesa Rafale.

O presidente da Saab India e diretor administrativo (CMD) Ola Rignell fez as reivindicações de custos em uma entrevista ao ThePrint, mas acrescentou que não ficaria surpreso se a Índia aceitasse mais 36 caças Rafale nos próximos anos, contornando o processo em andamento para adquirir novos jatos em maior número.

“A Índia comprou 36 caças Rafale da França de prateleiras. A Saab e o Brasil também assinaram um contrato em 2015 para a venda e fabricação local de 36 Gripen. O custo foi metade do valor do negócio indiano”, disse Rignell, referindo-se ao acordo de US$ 4,68 bilhões do Brasil com a Saab para fabricar o Gripen localmente.

“Estamos montando um ecossistema de aviação inteiro no Brasil. E a experiência e o conhecimento que o Brasil está ganhando com essa manufatura estão sendo usados ​​por eles para projetar seus aviões de combate autóctones”, afirmou o CMD da Saab India.

Em 2012, o Eurofighter da EADS e o Rafale da Dassault Aviation emergiram como vencedores da concorrência MMRCA de 2007, sendo a última a mais barata. Mas as negociações do contrato ficaram paralisadas sobre os preços. Três anos depois, o governo Modi cancelou as prolongadas negociações e decidiu comprar 36 caças Rafale em condições “fly-away” em um acordo de 7,87 bilhões de euros.

Agora, a França está oferecendo outros 36 caças Rafale em um acordo de governo a governo. Mas esses números não serão suficientes, tendo em vista os requisitos do MMRCA da Força Aérea Indiana (IAF).

Durante a entrevista da semana passada, Rignell falou sobre o que a empresa está oferecendo à Índia, suas expectativas e a questão em torno de suas vendas ao Paquistão.

Primeiro caça Rafale indiano

 

‘Gripen mais barato que Rafale’

Em conversa com o ThePrint, Ola Rignell destacou a eficiência dos aviões de caça monomotor da Saab em relação ao Rafale, que está sendo chamado de um divisor de águas para a IAF na região devido ao seu pacote de armas.

O Gripen tem o mesmo pacote de armas do Rafale, incluindo o míssil ar-ar Meteor, disse Rignell.

“Todos os mísseis da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) estão integrados ao Gripen. O único que está faltando é o SCALP, porque é um míssil francês. Mas se a Índia quiser, também podemos integrar o SCALP, embora o Gripen já tenha um substituto”, disse Rignell.

Ele ressaltou que o fabricante europeu de mísseis MBDA, que fabrica o Meteor e o SCALP, realmente encontrou o Gripen como o jato mais maduro para testar seus mísseis.

A “MBDA testou o Meteor em um Gripen. Eles acharam o Gripen o mais maduro. Oitenta por cento dos testes de tiro com o Meteor foram feitos a partir de um Gripen”, disse ele.

Rignell acrescentou que o Gripen sempre será mais barato em comparação com o Rafale nos custos do ciclo de vida, devido à sua construção monomotor.

Caça Saab JAS 39E Gripen voa com mísseis Meteor
Caça Saab JAS 39E Gripen com mísseis Meteor

‘Não ficaria surpreso’

O chefe da Saab na Índia disse que a empresa de defesa está oferecendo o melhor negócio para o país, mas não ficará surpreso se a Índia optar por comprar outros 36 jatos Rafale da França.

“Eu não ficaria surpreso”, disse Ola Rignell. Mas ele observou que os 36 jatos adicionais não atenderão aos requisitos da IAF.

“Os 36 Rafales originais foram comprados quando a IAF precisava de 126 jatos MMRCA. Agora existe um RFI (Pedido de Informações) para 114 aeronaves. 36 Rafales adicionais ainda não cumpririam o que a IAF na verdade não apenas quer, mas precisa”, disse ele.

Índia e França já falaram sobre a proposta para 36 jatos Rafale adicionais, mas Nova Délhi não divulgou nenhuma informação sobre essa mudança.

Saab 2000 da Pakistan Air Force

Nenhum novo acordo com o Paquistão

Embora a Saab ofereça os caças Gripen para a Índia, também está fornecendo o sistema de aeronaves de alerta antecipado ao Paquistão – uma questão que perturbou a Força Aérea Indiana.

O Paquistão usou o sistema de aeronaves de alerta antecipado fabricado pela Saab para coordenar seu ataque a uma instalação militar indiana em Jammu e Caxemira um dia após o ataque de Balakot no início de fevereiro de 2019.

Durante sua visita à Suécia em junho deste ano, o Air Chief Marshal B.S. Dhanoa expressou seu descontentamento com a empresa de defesa por fornecer ao Paquistão sistemas de alerta antecipado e também oferecer ao mesmo tempo caças Gripen à Índia.

Nova Délhi é de opinião que será difícil fazer negócios com um país que também arma o inimigo.

Numa tentativa de pacificar a IAF, Ola Rignell insistiu que a Saab não está vendendo novos produtos ao Paquistão.

Ele também apontou que todos os candidatos negociaram com o Paquistão e outros ativos também foram usados ​​na ação pós-Balakot.

O Paquistão empregou caças franceses Mirage e F-16 americanos.

No entanto, Rignell permaneceu descomprometido com as vendas futuras para o Paquistão, dizendo que o governo sueco decide sobre esses assuntos e não a empresa.

“Até onde eu sei, não estamos vendendo novos produtos para esse país (Paquistão). Existe uma encomenda antiga e estamos cumprindo nossa obrigação contratual”, afirmou Rignell.

A Força Aérea do Paquistão encomendou três novas aeronaves de alerta antecipado Saab 2000 em 2017 para complementar as que foram destruídas em um ataque terrorista à base aérea de Minhas cinco anos antes.

Rignell acrescentou que fazia parte da reunião na Suécia quando Dhanoa levantou a questão e foi exatamente isso que foi dito a ele.

“Estamos tentando vender o mais recente AWACS (Sistema de Alerta e Controle Aéreo) – Golden Eye – para a Índia. Nós os vendemos para os Emirados Árabes Unidos. (Mas) a Índia já está trabalhando em seus sistemas autóctones”, disse ele.

A Índia opera o AWACS IL-76 ‘Phalcon’, bem como o avião de alerta antecipado Embraer ‘Netra’.

FONTE: ThePrint

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MFB
MFB
10 meses atrás

Esse povo da Índia parece com aqueles acumuladores. Voa? Então compra. Que coisa mais errática. Uma mistura de equipamentos sem fim.

nonato
nonato
Reply to  MFB
10 meses atrás

É para não ficar refém de embargos.
Independência.

Observador
Observador
Reply to  MFB
10 meses atrás

Enquanto isso em Dharavi tem-se a média de um banheiro para cada 120 habitantes. Prioridades duvidosas, e o povo sofre. E tudo isso para manter dentro da Índia uma região que não quer ser da India; e para fazer fazer cara feia para um vizinho cada vez mais poderoso, por causa de meia dúzia de montanhas desabitadas, é “pacabá”

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Observador
10 meses atrás

A questão sanitária na Índia não se resolve com dinheiro, mas com mudança cultural. Lá muitos tem a mentalidade antiquada, que não quer instalações sanitárias dentro de casa, tal qual era no interior do Brasil no século passado. Aqui, mesmo gente pobre, quando pode, constrói banheiros e uma fossa, independente da ajuda governamental. Lá muitos preferem se aliviar no meio do mato à construir um “cagador” dentro de casa.

Pangloss
Pangloss
Reply to  Observador
10 meses atrás

Observador, as montanhas são a nascente de diversos rios importantes da India.
Daí sua importância.
O resto é discurso, e nada além.

teropode
Reply to  Observador
10 meses atrás

Quanta besteira em um curto espaço, então se as tentativas paulistas e sulinas de se separarem do Brasil tivesse alcançado êxito estaria de bom tamanho .

Gil
Gil
Reply to  Observador
10 meses atrás

Já no Brasil o povo tambem sofre e sequer podemos garantir nossa soberania territorial, Cachemira sempre vai ser indiana, já a Amazonia…

Nostra
Nostra
Reply to  Observador
10 meses atrás

Dharavi has more the 20,000 small scale manufacturing units , small scale and medium scale companies producing finished goods and IT products inside the slum.

Dharavi slum has a GDP of 1+ billion dollars 2011.
24 countries had GDPs smaller than Dharavi slum in 2011.

Now that amount has most probably tripled.

And they export majority of their goods to US , Europe , Africa, middle East etc .

Ironic isn’t it ?

Any slum that productive elsewhere in the world ?

M.A.K
M.A.K
10 meses atrás

Cada vez mais fica demonstrado que o Brasil fez um bom, senão mesmo um ótimo negócio com a aquisição do Gripen.

teropode
Reply to  M.A.K
10 meses atrás

Se pararem apenas nas 36 unidades o negócio foi péssimo.

Juvenal
Juvenal
Reply to  M.A.K
10 meses atrás

Trocou um caça excelente por um bonzinho com a desculpa de ser mais barato de operar. Se a Índia for esperta vai ficar com Rafale.

Nostra
Nostra
Reply to  Juvenal
10 meses atrás

If things go as planned it will be Rafale all the way.

The ball is in the court of the French.

If they deliver on the promises as stipulated then it’s win win for both India and France

The 114 single engined aircraft tender is a back up plan or rather a bargaining tool

João Moro
João Moro
Reply to  Juvenal
10 meses atrás

Mas que simplória essa sua comparação…

João Girardi
João Girardi
Reply to  Juvenal
9 meses atrás

Sim, aí o Macron vetava o Rafale e a gente ficava chupando o dedo.

Antunes 1980
Antunes 1980
10 meses atrás

Mais um erro comercial da SAAB, se a ideia de que negociar significa baixar demais seu preço, para chegar a um acordo, está errado!
Um preço mais baixo não vai fazer o negócio melhor, mas só diminuir a margem da empresa e deixar uma impressão ruim perante o mercado. O objetivo é chegar a um acordo construindo valor em sua oferta.
Seu eu fosse cliente, começaria a desconfiar da qualidade de um produto muito mais barato que o do concorrente.

Nilton L Junior
Nilton L Junior
10 meses atrás

É samba do hindu bipolar

Carta Branca
Carta Branca
10 meses atrás

É complicada a decisão indiana pois realmente não tem opções ideais, mesmo que tenham já comprado 36 Rafales, o problema é que precisam de uma aeronave 4.5+ Gen ocidental (não podem depender de um único mercado devido a seus potenciais adversários) cujo projeto se mantenha atualizando por muitas décadas, ou seja, tem que ter escala suficiente para que a atualização não tenha custo proibitivo, mas que projeto de 4.5+ gen hoje vai ter escala suficiente pra isso? A Saab nos promete que vai investir em atualizações por décadas mas não tem como garantir, nem os franceses podem garantir que vão… Read more »

Kemen
Kemen
10 meses atrás

Acho que a SAAB não deveria entrar nessa “furada”, se ofereceu os Gripen a preço de liquidação é porque sabe que tem outro no começo da fila, isso desfavorece este exelente caça. O Rafale é bom, melhor ainda com AESA e com os ultimos misseis desenvolvidos, mas a sua operação é cara e quando forem trocar partes vão sentir a “facada”. A India depois dos Scòrpene, se direcionou para fornecimentos franceses, acho que saiu de vez dos novos fornecimentos russos, talvez por causa dos negócios anteriores entre russos e chineses. Israel também vem puxando sua fatia desse mercado grande comprador… Read more »

Naamã
Naamã
10 meses atrás

Esse Ola deve estar doidão.A Índia nunca comprará Gripen,porque isso seria uma admissão de que o Tejas é o maior fracasso da aeronáutica militar dos últimos 30 anos.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  Naamã
10 meses atrás

Já eu acho o contrário. o Gripen tem boas chances por lá. O Tejas já tem seu diagnóstico é sabido por eles que não atenderá a mesma limhavdevfrente que o Gripen atuaria

Thiago Aiani
Thiago Aiani
10 meses atrás

“manufatura estão sendo usados ​​por eles para projetar seus aviões de combate autóctones”
O cabra otimista!! Rsrsrs

teropode
Reply to  Thiago Aiani
10 meses atrás

Cai de mesa quando li isto kkkkkk

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  Thiago Aiani
10 meses atrás

Eu ri muito, de onde esse cara tirou isso?????
É muita mentira pra enganar bobo.

Gabriel BR
Gabriel BR
10 meses atrás

Paga a metade do preço do Rafale e leve uma aeronave com 50% de desempenho do mesmo…espero que a força aérea indiana não caia nesse erro.

JT8D
JT8D
Reply to  Gabriel BR
10 meses atrás

O Gripen tem mais que 50% da velocidade do Rafale, tem mais que 50% do alcance do Rafale, tem mais que 50% da manobrabilidade do Rafale, tem mais que 50% do teto de serviço do Rafale, seu radar tem mais que 50% do alcance do radar do Rafale e sua relação potência/peso é mais do que 50% da do Rafale. Por outro lado, tem menos de 50% do custo operacional do Rafale. Então sua continha de padaria não fecha

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  JT8D
10 meses atrás

Pergunte aos técnicos da Força Aérea Suíça o que eles acharam desse seu avião…

Flanker
Flanker
Reply to  Gabriel BR
10 meses atrás

Eles avaliaram o Gripen C ou o Gripen E?

Lucianno
Lucianno
Reply to  Gabriel BR
10 meses atrás

O gripen ficou em ultimo lugar na concorrência suíça que analisava aspectos técnicos. Daí a SAAB fez uma proposta agressiva em termos de preço ao governo suíço que fez um plebiscito pedindo autorização para a população para comprar o ultimo colocado em vez do primeiro que foi o Rafale. A população rejeitou a compra dos gripens.

General Ramos
General Ramos
Reply to  Lucianno
10 meses atrás

Rejeitou pq a população achou que não era necessário comprar aviões. E uma país pacífico. Foi este o motivo somente.

Alcy Junior
Alcy Junior
Reply to  JT8D
10 meses atrás

Só não concordo no quesito alcance. O Rafale não teria alcance maior?

JT8D
JT8D
Reply to  Alcy Junior
10 meses atrás

Tem, mas está longe de ser o dobro

Lucianno
Lucianno
Reply to  JT8D
10 meses atrás

JT8D, é o gripen ou a nave espacial do Luke Skywalker? Onde estão estes dados?

O Rafale tem maior/melhor alcance de radar, maior/melhor alcance de IRST, maior/mais prolongada velocidade supercruise, maior alcance transportando o mesmo peso, mesmo teto de serviço, maior limite “g”.

Porque Índia, Arabia Saudita, Egito, Qatar, Kwait, países em zona de guerra compraram Rafale ou Typhoon e não quiseram o gripen? Nestes casos não teve influencia dos USA!

Nostra
Nostra
Reply to  Gabriel BR
10 meses atrás

I seriously don’t know on whom the joke is

Saab chief Comparing the costs of a single engined jet to a twin engined jet

That is meaningless

Delfim
Delfim
10 meses atrás

“E a experiência e o conhecimento que o Brasil está ganhando com essa manufatura estão sendo usados ​​por eles para projetar seus aviões de combate autóctones”.

É o F-39F biposto por acaso ?

Mauricio R.
Reply to  Delfim
10 meses atrás

Que não passa de ser somente uma implementação, usando a tecnologia desenvolvida pelos suecos.
Tem projeto nenhum ai.
É somente fafupe e fapone.

Adriano RA
Adriano RA
10 meses atrás

O primeiro vôo do Rafale C aconteceu em maio de 1991 e o primeiro de produção foi incorporado em 2000/2001. Ainda que muitos sensores tenham sido atualizados recentemente, o avião emprega uma infinidade de itens pensados nas décadas de 80 e 90. Podem interferir pouco no desempenho de combate mas o custo de substituição é bem mais alto…. Quem lida com a manutenção do A-1 pode falar melhor quanto custa obter peças… Já o Gripen E, ainda que tenha herdado design dos versões anteriores, teve sua lista de equipamentos/componentes completamente atualizada e pensada com vistas à logística pelos próximos 20… Read more »

Lucianno
Lucianno
Reply to  Adriano RA
10 meses atrás

O primeiro vôo do gripen acorreu em 1988, há mais de 30 anos, ou seja um projeto mais antigo do que o Rafale. Da mesma maneira que o gripen foi atualizado, o Rafale também foi, aliais no projeto estão previstas constantes atualizações para o mesmo continuar em serviço até 2070 segundo a AA. A Índia está comprando a versão F3R que é totalmente atualizada, com o radar e o IRST melhores do que os do gripen, e com capacidade de interferência eletromagnética. A Dassault já tem o financiamento do governo francês para o Rafale de 4ª geração, enquanto que o… Read more »

Gil
Gil
10 meses atrás

Desejo ver o Gripen E na India só para ver ele em combate com os caças do Paquistão.

João Moro
João Moro
Reply to  Gil
10 meses atrás

Seria um bom teste, já que o pessoal destas bandas vira e mexe criam umas escaramuças. Assim poderíamos ter uma maior noção da capacidade do Gripen em situações reais de combate.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
10 meses atrás

Todo mundo, incluindo a Saab, que não está cego pela história do “gripen melhor caça do mundo” sabe que qualquer produto de manutenção complexa precisa de escala para ser longevo em termos de viabilidade econômica, não tem muito milagre, uma peça ou outra vc até da um jeito mas uma hora a conta pesa, isso fica muito claro no mercado automotivo com seus famosos “micos”. O Gripen é bom mas atento ao fato de que ele não vende, o bicho não deslancha e isso tem potencial de colocar um final bem triste na história deste namoro com o Brasil, ToT… Read more »

sergio ribamar ferreira
Reply to  Carlos Gallani
10 meses atrás

Sr. Carlos Gallani boa noite. Aeronave que na minha opinião é excelente e continua sendo o F16. Excelente manutenção, atualmente com novas versões. Peças de reposição a perder de vista. Se houve erros quanto a quedas e batalha em que o F16 foi abatido(Índia/Paquistão) a culpa é do piloto. Não adianta ter se não sabe operar. O Gripen saindo do papel e se tornando realidade e a empresa Saab diminuindo valor( tiro no pé). O F16 seria ideal para nossa FAB mesmo com a produção do Gripen. a Lockheed Martin já propôs implantar uma fábrica em nosso país. Negociações poderiam… Read more »

Lucianno
Lucianno
Reply to  Carlos Gallani
10 meses atrás

O Gripen foi o ultimo caça da SAAB que no futuro será apenas uma fornecedora de peças e componentes para BAE Systems no Tempest.

Nostra
Nostra
10 meses atrás

SaaB best learn their lesson and ask their government minister to keep his mouth shut on the internal matters on another country to whom they are trying to sell the jets

Because as things stand , Swedish big mouth minister has literally ruined any remaining chances of Saab wining the contract.