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Colômbia quer 20 caças bimotores para substituir os Kfir

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Boeing F/A-18E Super Hornet
Boeing F/A-18E Super Hornet

O site LATAMilitary noticiou que o analista de defesa Erich Saumeth, em conversações com parlamentares colombianos, confirmou que o foco da Força Aérea Colombiana agora é adquirir 20 caças bimotores pesados para substituir os caças Kfir.

Anteriormente, estava analiasando o Eurofighter Typhoon da Airbus, o F-16V Block 70 da Lockheed Martin e o JAS-39 Gripen NG da SAAB.

Mas agora com a nova diretriz, além do Eurofighter Typhoon, o F/A-18E/F Super Hornet da Boeing é outro candidato que também está sendo analisado.

Nenhuma negociação real entre a Boeing e a Força Aérea Colombiana foi reconhecida até o momento, mas as provisões e a aprovação necessária do Congresso não devem ser consideradas improváveis. O Super Hornet da Boeing foi oferecido para o programa de caça FX-2 da Força Aérea Brasileira.

Foi dito que a Colômbia está interessada em um caça pesado para garantir uma vantagem militar qualitativa (QME – Qualitative Military Edge) em comparação com caças vizinhos atuais e futuros, também com o alcance e as provisões para realizar operações aéreas sobre o mar e ser compatível com seus tanques e sistemas de reabastecimento em voo dos seus caças.

Ainda assim, muitas preocupações surgem sobre cortes orçamentários que afetariam sua prontidão, embora o apoio político e financeiro necessário para uma aquisição de caças pesados ​​pareça estar em vigor.

A atual taxa de disponibilidade dos Kfir é de 50% devido a um conjunto de situações, tanto cortes orçamentários quanto os altos custos no suporte da aeronave.

307 COMMENTS

  1. Agora haverá maior incremento tecnológico em termos de aviação de caça na região. Brasil com Gripen E/F, Chile com F-16 C/D Block 50 ( ou 52, não lembro) e Colômbia talvez com F/A 18 E/F.

        • O Gripen E é o caça mais avançado do mundo junto do F-35. Isso segundo revistas e especialistas internacionais.

          Não entendo o motivo ou mania, de rebaixar o avião. Deve ser doidera mesmo.

          • Dentro da categoria monomotor… Acredito que o melhor é o F-35 seguido de uma boa briga entre Gripen E e F-16V !

            Ja os bimotores (aqueles que podem carregar muito mais armas, com desempenho igual ou superior), é uma outra história ! Com apenas o F-35 sendo realmente páreo, porque pode abate-los sem chegar perto ou ser detectado.

          • Chris, na verdade o mais importante para diferenciar o Porte dos caças é o peso que ele consegue carregar, e sim a potência do motor ou dos motores também influencia. Mas não importa se tem 1 ou 2 motores.
            O F-35 A por exemplo, possui 1 motor, mas chega a 31.750 kg de peso máximo. Como ele pesa vazio 13.154 kg, ele consegue carregar + de 18,5 toneladas entre combustível e armamentos.
            Para comparar o Super Hornet carrega 15.380 kg.
            O Rafale 14.500 kg. E o Gripen E 8.500 kg.
            A potência com 1 único motor bate em quase 20.000 kg/F, praticamente a mesma potência do Super Hornet com 2 motores, e bem mais que os 15.500 kg/F do Rafale com 2 motores.

            Portanto possuir 1 ou 2 motores não define a categoria de peso do caça, sem falar na geração.
            O F-35 é de 5a geração e é um caça Pesado.
            O Rafale é médio e o Gripen é leve e ambos são de 4a geração.

          • A questão não é ser avançado ou nao. O Gripen vai muito bem, nessa area !

            Num combate mano-a-mano… Faz pouca diferença ter 1 ou 2 turbinas.

            Mas para ataques a alvos fixos ou multiplos. Maioria das missões. Os biturbo são muito mais capazes, pois podem levar muito mais armas.

            Não colocam 2 turbinas neles pra servir de enfeite.

          • Então empatou em quantidade de armas. Mas a chance de cumprir a missão com dois caças é maior do que com um (se um é abatido ou erra o alvo, o outro pode ser bem sucedido). Além do que mais caças tem mais chance de saturar as defesas inimigas e podem fornecer cobertura mútua numa estratégia de guerra centrada em redes. Além disso os colombianos dificilmente vão operar o F-15. O SH já é mais do que eles podem manter

          • Chris, depende do caça e da potência da turbina.
            O F-5 é bimotor e tem potência bem menor que o Gripen que é monomotor.
            Já o F-35 com 1 motor é mais potente que Eurofighter e Rafale, ambos bimotores.

          • Luis Henrique.
            Com estas informações, cada país vai ter as informações para definir quais caças lhe convêm de acordo com suas características e necessidades. Obrigado.

          • Um Gripen F biplace comandando e acompanhado por dois drones tipo Loyal Wingman carrega mais armas, tem mais alcance e maiores chances de sobrevivência… o futuro é não colocar todos os ovos numa só cesta.

          • Essa “mania” tem dois motivos.
            1º O lado político fala muito alto na hora de escolher.
            2º $$$$$$$$$$ Poder de convencimento em dólar. E olha que esses vendedores tem muita “lábia”.

          • Rapaz haja desinformação…
            Su 35, Su 32, Su 30 MK, Rafale, Eurofighter, Mig31, Gripen, F15 atualuzado…
            Agora o melhor é o F22 filho…
            F35, Chingling J31, Su 57 ainda precisam mostrar serviço para serem os melhores…
            Ae tem o Gripen Ng que está no meio do caminho…

          • Minuteman
            O Gripen é uma aeronave que se enquadra nesse ditado!
            ” Beleza e fixas técnicas ñ põe a mesa!”
            O SH poz, põe e ainda está pondo!
            Outra coisa o problema desses suecos esta na falta de experiência real e fico tentando descobrir onde foi que eles ( Suecos ) dispararam pelo menos um tiro de canhão contra alguém!

          • Sérgio, os Gripen toda hora encontram com caças russos em seu espaço aéreo ou bordejando ele. Achar que os suecos são uns inocentes é desinformação. Para a Suécia, a Guerra Fria não acabou. E os Gripen atuaram na crise da Líbia, em 2011. Cumpriram apenas missões de reconhecimento porque o Parlamento Sueco não autorizou missões ofensivas. Mas missões de reconhecimento são perigosas, pois são as primeiras e as últimas sobre os alvos.

          • Alexandre Fontoura
            Por favor!
            Se ele disparou ou disparar pelo menos um tiro do Mauzer em um oponente por favor nos informe!
            Fora isso é somente ficha técnica!

          • Minuteman

            O Gripen E com certeza sera mais avançado que os Typhoon, Rafale, Su-35, SH , F-16V, F-15 X ou de qualquer lixo chines…

            Mas nao sera melhor que o F-35 ou o SU-57 nao …

          • O Rafale F3R de terceira geração é mais avançado que o gripen. Agora o Rafale F4 de quarta geração, a entrar em serviço em 2021 estará 20 anos a frente do gripen E

          • Minuteman

            Os seus comentários costumam ser bem corretos. Mas nesse, vc errou e falhou à grande…

            “O Gripen E é o caça mais avançado do mundo junto do F-35.”

            Não, não é.
            O fato de se quer por o Gripen E/F na mesma frase que o F-35 e considerar o Gripen tão avançado quanto o F-35, demonstra bastante ignorância e falta de conhecimento sobre o assunto, é também um insulto à USAF e muitas outras forças aéreas por todo o mundo, e também a todo os profissionais, pessoal “nerd” e também menos “nerd” da Lockheed Martin (e de todas as outras grandes empresas parceiras como a BAE Systems Inc. e a Northrop Grumman por exemplo… ), responsável pela criação e desenvolvimento do F-35.

            Caças como pelo menos o F-15SA/QA, F-16V Block 70/72, F/A-18 Super Hornet Block 2/3, F-22A, Eurofighter Typhoon tranche 3 e Rafale F3-R são tão ou mais avançados que o Gripen E/F.

            “…
            Isso segundo revistas e especialistas internacionais.
            …”

            LOL KKKK
            SQN

    • A meu ver seria muito mais interessante para a Colombia os F-16V 70/72 ao invez do F/A 18. Se estão falando em 20 F-18, então da para ser 30 F-16, mesmo assim a um custo inferior tanto na compra quanta no operacional. Devem estar sofrendo do efeito Blefe Venezuela, que sem duvida não consegue manter voando mais que 4 de suas aeronaves altamente dispendiosas.

    • Complementando sua informação sobre o Chile, 46 F-16 algums C/D Block 50 e os A/B MLU foram atualizados também para Block 50) + 15 F-5 Tiger III.

  2. Bom, caso isto se confirme, F-16 e Gripen estão fora.
    Su-35 também, por questões políticas (obs: não tenho nada contra o avião em si)
    Sobram Eurofighter, Rafale, F-18 e, quem sabe, F-15.
    Veremos.

      • O preço do Rafale deve ser bem negociável agora. O pessoal zombava do Rafale e agora já foi exportado. Não duvido da Colômbia comprar.

          • Claro que tem.
            O Paquistão tem mais de 400 caças.
            Taiwan tem quase 300 caças.
            Turquia tem mais de 200 caças.
            A Colombia tem o orçamento de defesa MAIOR que todos os 3 acima. Não da para ter 20 caças modernos?
            Claro que da.

          • Até tem o orçamento maior,mas cá entre nós,se eles fossem os caras , eles não estariam com dificuldade operacional e certamente estarias anos luz em avião de caça no continente,seja em quantidade e qualidade.

          • A Colômbia tinha uma preocupação muito maior no combate às FARC. Por isso eles investiram muito mais em forças terrestres, blindados, helicópteros, grande efetivo de homens, etc.
            Agora que o perigo das FARC diminuiu consideravelmente e surgiu um vizinho perigoso, é natural a Colômbia investir em equipamentos mais voltados a guerra convencional.
            Claro, mantendo o padrão de qualidade dos serviços públicos na América do Sul, não vai chegar nem perto do que fazem os europeus ou asiáticos com seus orçamentos. Mas 20 caças não é muito. Da para manter com folga.

          • Ainda mais agora que entrou uma nova turma na política colombiana , se pensaram que com o fim dos conflitos a grana iria sobrar , quebraram a cara kkklkkkkkkkl

    • Acho que eles só decidirão quando chegarem ao final das contas em cada proposta e ver o que dá pra comprar e manter com o orçamento que possuem. Até lá, qualquer caça ocidental de mercado estará na mesa. Os russos e chineses estarão fora, mesmo que participem de eventual licitação.

        • Sim. Quase todos. Rss.
          A Venezuela comprou F-16 Na década de 80. Nós estamos com F-5 em 2019. Rss.
          Chile com F-16, Peru com Mirage 2000 e MiG-29, Equador com Kfir, Colômbia com Kfir, Venezuela com Su-30 e o Brasil sil sil com F-5.
          Ainda bem que os Gripen estão chegando, porque é vergonhoso um país do nosso tamanho operando F-5 Como único e principal caça.

          • Caro Luis. É uma questão de calendário. Apenas um país por vez terá os caças mais novos… até o momento que um outro país adquirir os dele. No início da década de 70 a FAB tinha esquadrões de Mirage III e F5E novos. Ao longo de 50 anos, as outras forças foram adquirindo caças que eram mais novos sucessivamente.

        • Não disse que que vamos operar o F-15. Apenas que por questão de importância entre os países, seria mais natural ter F-15 aqui no que na Colômbia.

      • Seria maravilhoso ver um F-15 E aqui na região. Mas eu duvido. Acho muito mais provável o Super Hornet que é bem mais barato de adquirir e para operar.

    • A própria matéria fala que eles têm problemas de orçamento para manter os Kfir voando!

      Qual o custo da hora de vôo de um Kfir? Tenho certeza que a hora de vôo do Eurofighter, Rafale e F-15 são vários múltiplos da resposta.

      Se forem comprar caças novos, com certeza irá cair no colo do F-16 ou Gripen, mais para o americano devido a grande proximidade militar entre Colômbia e EUA.

      Se forem caças de prateleira, aí podem conseguir um bom negócio via FMS e tentar F-18, mas terão dificuldades para pagar a manutenção.

      Vamos ver as novas informações que surgirem…

    • Se dinheiro não fosse problema, 20 F 18 e 10 F 15 passava a régua.
      Um growler também é bem vindo. Inclusive para o Brasil.
      Uns três growlers…

      • Com o Gripen dedicado a guerra eletrônica chegando, e dois PODs para ele sendo desenvolvidos no estado da arte, para futuramente serem comprados, iríamos precisar de Growler para que?

  3. Colômbia operando SH?
    Rapaz…..quem diria.
    Tudo depende da oferta que a Boeing e a forma de pagamento do tipo “carnê das Casas Bahia”.
    Seria interessante nosso vizinho operando essa aeronave.

    • No final a pressao dos EUA devem falar mais alto em cima dos F-16 mesmo sendo monomotor. Mas caso os colombianos estejam com grana mesmo, deve ir de F-18 usados!

        • Para manter a linha de produção ativa.
          F-16s estão sendo vendidos em pequenas quantidades e para países ‘secundários’ ou ‘terciários’.
          Se bem que o F-18 também não anda bem no quesito encomendas.
          Vamos aguardar.

          • E qual seria a vantagem em manter a linha de produção do F-16 ativa em relação/detrimento à linha de produção dos Super Hornet? Porque como o MPB77 disse abaixo, isso não faz sentido.

          • Pelo fato do F-18 ainda ser capaz de receber encomendas de algum país ‘mais avançado’.
            Até dos EUA.
            Ainda teria potencial.
            O F-16, não.
            Seu mercado seria esse mesmo.
            Colômbia, Bulgária, Eslováquia e etc.
            Pequenos países com orçamentos apertados para a Defesa.
            Em tempo: Se não me engano, a Marinha americana encomendou alguns F-18 no início do ano.

          • Existem outros clientes comprando o F16, a linha de produção do F18 esta mais ameaçada que a o F16, e como agora só serão caças bimotores restou o F18 de competitivo, os chineses que poderiam ser uma opção mas saem em desvantagem política já que a Colômbia é aliada e parceira dos EUA!

          • Na verdade, também não são “extra” Otan. São “parceiro global” Otan, por uma questão geográfica, foram aceitos assim por toda a Otan. O status deles e diferente do nosso e da Argentina. Acho que eles tem mais beneficios, é obrigações. Como comportar tropas Otan em seu território, e de mais desconto em materiais europeus.

          • Caro Kemen. O Brasil comprou caças suecos, submarinos franceses e fragatas/corvetas alemâes. E vendeu sua empresa aeronáutica para os EUA.

          • Fabio, é o que sempre digo, Long Live the Falcon ^^
            O F-16 concorre com aeronaves décadas mais novas, precisamente porque quando foi lançado, estava décadas a frente do seu tempo. Um avião que, actualmente, convenhamos que meio “standard”, continua a ser uma boa dor de cabeça para o eventual inimigo e/ou concorrente.

    • Desculpe, não faz sentido.
      Se tiver que privilegiar um dos dois, a Casa Branca deve dar uma “força” para que seja o SH em detrimento ao F-16.
      Duas razões: mantém a linha daquele caça pesado mais tempo aberta – US Navy “curtiu” a ideia – e de quebra ajudariam a Boeing, mantendo outra fornecedora ativa de aeronaves militares para fazer sombra à Lockheed e seu F-35 (e o próprio F-16).
      Sds.

    • Porque adquirir o F-16 Em vez de Super Hornet? Eu não vejo vantagem. O Super Hornet possui quase o mesmo preço de compra e quase o mesmo custo de hora de vôo.
      Seu radar é cerca de 30% maior e entrega maior alcance de detecção, o que lhe da uma vantagem no combate BVR.
      Ele leva mais armas e combustível, voa mais longe. E o principal, está em produção para a marinha americana, o que vai garantir peças por muitos anos e melhorias, upgrades também. Já o F-16 não esta mais em produção para a força aérea americana desde 2005. É um Caça que está sendo substituído no seu país produtor e maior operador.
      Para que gastar dinheiro com um caça que esta em fim de carreira se pode investir em um que está em um estágio bem mais novo, entrega mais e possui custos competitivos?

      • A maioria dos outros clientes também o está a retirar ou, a vender e a estudar substituto.
        Pessoalmente não vejo sequer sentido em comprar 4g numa altura em que, para quem tem pouco orçamento, se devia era analisar a eficácia do 5g, para estudar substituto.

  4. Não conseguem manter os Kfir, conseguiram manter 20 SH ou Typhoons ?
    Tenho observado países como Bulgária, Eslováquia, Croácia, Taiwan etc, correrem atrás de F-16, agora Colômbia querendo um bimotor…E o Gripen E, será que não sobrará nada para ele ?

    • Se faltam a eles, a nos tambem! Ou você acha que o Supers EB/FAB/MB tem equipamentos ‘ultra modernissimos’ e ‘Nota 10’ em manutenção? Se depender de ‘prontidão de combate’ a AMERICA DO SUL pode entregar a paçoca e o pe-de-moleque.

    • A questão é que tipo de forças armadas um pais pode ter, uma é a ideal a outra é a real, ou seja para muitos estados a imposição da realidade define a que possível.

    • Super Hornets são relativamente mais fáceis de manter do que Kfirs. Pela idade, quantidade fabricada e disponibilidade de peças, fora consumo com motores mais modernos, do que os velhos e possantes J79.

      Mas se os EUA os presentearem com uns dois KC-135 recauchutados, não me espantaria se de repente surgissem uns F-15C/D modernizados e com estrutura reforçadas, mas agora os Super Hornet são muito favoritos. Acho que seria um bom momento para alguém aqui do Brasil sentar com os Colombianos e ter uma conversa super franca em relação à custos operacionais, compatibilidade e de como o Gripen atenderia à todas as necessidades, caso não fosse irreversível o fato de estarem procurando bi-reatores.

      • Leandro você colocou uma questão relevante o tal custo esse é grande detalhe, não sei se o governo bozo ou qualquer outro que venha estar no comando das forças armadas tem esta disposição de fornecer, vai que o negócio empaca.

    • Querer todo mundo quer… quem não consegue manter um monomotor, quer um bimotor? Ok, mas a hora que o corte orçamentário vier, em vez dos atuais 50%, terão quanto?

      • Analisando os caças de 1a linha, o Super Hornet é um dos mais baratos de adquirir e de manter.
        O custo da hora de vôo é muito próximo da do F-16. Aliás a última vez que pesquisei ele estava mais barato de operar que os F-16 C da USAF. Isso para as forças americanas.

    • Rapaz… Quanto mais tempo passa, mais eu concordo com a decisão da FAB, que optou pelo Gripen. Com o aumento das tensões globo a fora, deve aumentar cada vez mais a procura e utilização, das modernas aeronaves steath, de 5° ou 6° geração. A tendência será, as aeronaves de 4° geração ou menos, servirem mais para dissuasão, através de números de disponíbilidade, é realizando missões de interceptação (visando o custo mais baixo de operação). Quando o teatro mudar com vários furtivos sendo operados pelo mundo afora, (algo que não deve demorar). Quem tiver estes caças pesados, com auto RCS, e de custos proibitivos de operação, manutenção e modernização, vai se arrepender amargamente, pela escolha que fizeram. Vão ter um elefante branco, no meio da savana.

      • Exato, ao tempo que toda tecnologia um dia fica obsoleta, os radares se desenvolvem na velocidade da computação, que não é a mesma da evolução dos caças. Logo, o custo terá de ser pago e quem pagou muito, obrigatoriamente diminuiu seu tamanho, aumentou seus gastos e a relação custo beneficio poderá ser uma das piores da história.
        óbvio que isso não quer dizer que não vale a pena investir em um caça stealth, afinal, dos 193 países do planeta, quantos possuem uma tecnologia stealth ou “anti-stealth”? A pergunta é, quem REALMENTE precisa dela?
        Enfim, os caças 4,5g terão muito tempo de estrada ainda, e a guerra em rede e eletrônica são as mais eficiente e continuarão a ser. E nisso, o Gripen E é o melhor junto com o Growler e talvez com o SU-35.

    • Tudo igual. Depende de treinamento, míssil, radar, tática, awacs etc. Sou mais Gripen + Meteor e nossa doutrina contra Colombia de SH + AIM-120.

    • Ehehe, sei que o pessoal não gosta de Super-Trunfo e de fato não funciona com uma análise tão subjetiva… Maaas, o SH tem alcance e raio de ação menores que o Gripen e carregam 2t mais de mísseis/bombas. De resto, vai muito do alcance dos radares, da potência dos motores, capacidade de supercruise, etc…

        • JPC3, o raio de ação, evidentemente, varia conforme a carga transportada, perfil da missão etc. Mas, mesmo levando em conta todas essas variações, existem dois dados muito interessantes para se comparar Super Hornet com Gripen E, quando estão apenas com o combustível interno:

          1 – Os motores são os mesmos GE F414 (com mesma potência / consumo específico etc, as diferenças são mínimas, relacionadas à aplicação em avião monomotor ou bimotor).

          2 – O Gripen E leva cerca de 3,4 toneladas de combustível internamente. O Super Hornet leva aproximadamente 6,8 toneladas.

          Ou seja, o Super Hornet e o Gripen E levam, por motor, praticamente a mesma quantidade de combustível: 3,4t. Então, guardadas as diferenças de arrasto, altitude ideal de cruzeiro etc, apenas com o combustível interno a lógica diz que eles têm alcance parecido.

          Mas quando se compara ambos os aviões levando tanques externos de grande capacidade, o Super Hornet consegue um raio de ação maior, levando uma carga de armamento também maior que a carga possível pelo Gripen. Mas a diferença não é tão grande assim.

          Em boa parte das missões reais que se vê em conflitos recentes no Oriente Médio, e que frequentemente incluem reabastecimentos em voo, caças como Rafale e Super Hornet têm levado um ou dois pares de bombas guiadas e um par de mísseis ar-ar, além de tanques externos, ficando bem longe do máximo de armamentos que podem transportar. Numa configuração moderada dessas, o raio de combate do Gripen E não será muito diferente (mas, quando levarmos em conta cargas mais pesadas de armamentos, a capacidade máxima do Gripen E certamente é menor que ambos).

      • Douglas, o Super Hornet possui alcance de translado um pouco inferior ao Gripen E. Esse alcance é SEM armas e com o máximo de tanques externos de combustível, apenas para mover o caça de uma base para outra.
        Preparado para o combate, o Super Hornet possui mais alcance e maior raio de ação.
        Leva muito mais combustível e por ser mais pesado e mais potente, ‘sofre’ menos com a carga de armas. Já o Gripen por ser mais leve e menos potente, acaba sofrendo mais com cargas de armas mais pesadas, que à medida que aumentam, degradam o alcance da aeronave mais do que ocorre com o SH ou outros caças pesados.

    • A maiores vantagens do SH em relação ao Gripen são a capacidade de carga superior, mas julgo a do Gripen suficiente, e um raio de ação maior, especialmente carregado já que agora o SH conta com tanques conformais.

    • F-18 Super Hornet. O Gripen devem ser bom, mas como monomotor… ainda por cima pequeno.

      Para paises continentais como o Brasil, os SH seriam perfeitos.

      Para a Colombia que um pouco maior que Minas Gerais, o Gripen seria a melhor opcao.

        • Num combate mano-a-mano… Faz pouca diferença ter 1 ou 2 turbinas.

          Mas para ataques a alvos fixos ou multiplos (Missões mais comuns). Os biturbo são muito mais capazes, pois podem levar muito mais armas/tanques externos.

          Não colocam 2 turbinas neles pra servir de enfeite.

          • Nem sempre. Caças são bimotores por uma razão principal: atingir uma relação empuxo-peso próxima de 1:1. Se ele conseguir isso sendo monomotor, ele será preferencialmente monomotor. Poucas cargas bélicas superam 3,5 ou 4 ton. O resto é combustível.

        • Equação simples e resolver:

          As distâncias e a carga bélica. Dois motores poderosos são melhorers que um motorzinho que tem que impulsionar o avião e ainda ter levar o pêso do armamento ao mesmo tempo.

        • Você ainda pergunta?
          Na Suécia, uma aeronave de baixo alcance vai para qualquer lugar.
          No Brasil, não.
          Se sai de Anápolis não chega a Porto Alegre ou a Roraima, sem reabastecer.

          • Meu caro, um Gripen NG pode sair de Santa Maria no RS e ir até Manaus, AM, com seu alcance de 4.070km, sem reabastecer e ainda sobra combustível. Para vc ter uma ideia do que é isso, basta lembrar que os dois C-130 da FAB que levaram os corpos dos jogadores da Chapecoense mortos no acidente na Colômbia, voaram 2.700km de Manaus a Chapecó, em Santa Catarina. Mesmo o JAS39C (versão atual do Gripen), tem autonomia suficiente (3.200km) para ir de Canoas a Manaus. E o raio de combate do Gripen NG em configuração ar-ar é de 1.300km. Da pra ir de Anápolis a Porto Alegre e voltar.

          • Menos Alexandre, menos… A distancia de Anápolis até Porto Alegre é de 1.500 km, então não dá para ir e voltar. Aliás não dá nem para ida.

          • Raio de combate de 1.300 km só se for com 2 ou 3 tanques externos e 4 ou 6 AAMs.

            Tem alguns que fazem isso sem tanques extras.

          • E você acha que um F-15 voa de costa a costa nos EUA sem reabastecimento aéreo?

            Quando se faz traslado de aeronaves é isso aí. Você simplesmente envia as aeronaves de um lado para o outro do país para realocação de forças e isso tudo é planejado de antemão numa boa. Traslado não influencia em NADA em matéria de combate.

            Ou você acha que alguma aeronave decolaria de Anápolis para fazer interceptação em área de fronteira?

      • A maior vantagem do Gripen E são as TOTs. Se a Colômbia não precisa disso, o SH é muito melhor. Custa pouca coisa a mais mas é maior, leva mais armas, possui maior raio de ação e tem um radar AESA com mais alcance.
        É superior em missões BVR. E tem o financiamento americano e treinamento.

        • Por outro lado o Gripen E possui o Meteor integrado. Uma suíte de guerra eletrônica mais nova, que promete ser melhor. Um sensor IRST acoplado à aeronave. E é mais ágil para combates dogfight.
          Se for o Super Hornet Block 3, ai eles terão um IRST também.

      • De onde tirou a ideia de que o Gripen, por ser “pequeno e monomotor” não tem autonomia para o Brasil? Primeiro, o Gripen NG não é pequeno. Tem o porte de um Mirage 2000. É um caça médio e tem maior autonomia (4.070km) do que os dois outros finalistas do FX-2, o Rafale (3.700km) e o Super Hornet (3.330km).

  5. Sem entrar no mérito do custo da operação desse caça, caso se concretize teremos um vizinho muito bem equipado em termos de força aérea.

      • Olá Tadeu. Eu acho que a comparação seria mais ampla. O post diz que a disponibilidade do Kfir é de 50% (qual seria a disponibilidade do F18?). Com o apoio da Russia, talvez eles tenham resolvido os problemas da disponibilidade do Su30 (sem considerar os F16). Em condições ótimas, o Su30 é superior ao F18.

      • Bem Tadeu, hipoteticamente teria que envolver outras variáveis por exemplo qual modelo de F-18 viria, depois doutrina e treinamento, eu ficaria com opinião de ambos estariam em igualdade a diferença seria nos detalhes.

          • Em suite eletrônica o Gripen E e comparável a um Growler com o Iris-T do BlockIII. O Meteor do Gripen levaria vantagem. A questão treinamento, só se fossem os americanos.

  6. Minha torcida no FX-2 era pela Super Vespa, uma pena que não ganhou, agora duvido muito que a Colômbia tenha grana pra comprar e operar eles, aposto que vão de F-16 retrofitados.

    • Nada que o FMS, bem como uma substancial ajudas americana não resolva, entre operar o Typhoon com aporte europeu e os F-18 com aporte e suporte americano, acho quem não há duvidas quem leva.

    • Caro TJ. Minha torcida no FX2 era pelo Rafale, mesmo sabendo que a decisão racional seria o Gripen. Contudo, no FX original eu torcia pelo F39C.

  7. o Brasil com o pequenino Gripen NG, a Colombia com possíveis SH, o Chile com seus Block 52>…
    qual a vantagem do Gripen sobre esse dois “adversarios” citados?? sem contar os Sukois…

    • Há vantagens e desvantagens. Mas no caso do teatro aéreo, as vantagens estão com o Gripen brasileiro. Provavelmente serão mais baratos de operar do que tanto Super Hornets, F-16C/D Block 52+, F-16A/B MLU e bem mais baratos de operar do que um Su-30. Não devemos ter qualquer problema em matéria de manutenção em todos os níveis, já que teremos aeronaves fabricadas localmente, e temos muito mais experiência e vetores de apoio. Nossas aeronaves não operariam sozinhas, mas sim em conjunto com os E-99, o que faz toda a diferença em qualquer cenário de combate moderno, além do fato de que também serão aeronaves novas, com suíte de aviônicos moderníssima.

      Não estou, de forma alguma desmerecer os F-16 Chilenos, os Su-30 Venezuelanos ou os prováveis Super Hornets Colombianos. Todas essas são EXCELENTES aeronaves e tenho quase certeza de que os pilotos Chilenos acumulam mais horas de vôo do que os nossos, mas ainda assim, em termos de apoio operacional, acho que estamos mais bem servidos.

      • mas fazendo a seguinte comparação: quantos pontos de carga tem cada um?? todos os três utilizam o mesmo tipo/classe de armamento? os radares/sensores são similares? o RCS são similares? qual o raio de ação de cada um??

      • Sem falar que a assinatura radar/IR do Gripen é menor, ganha o combate quem viu o inimigo primeiro, e entre o Meteor e os outros mísseis fico com o nosso.

    • A grande vantagem do Gripen NG em relação a todos estes aí é sua suite de guerra eletrônica e a hora vôo e os aviônicos, o Gripen é o uns dos caças mais avançados nestes sentidos se não o mais.

      • Jhenison Fernandez

        “…
        o Gripen é o uns dos caças mais avançados nestes sentidos se não o mais.

        O Gripen E/F tem uma boa suite EW mas nada demais, de melhor e de novo quando comparado com as suites EW de caças como:

        F-15SA/QA:
        -AN/ALQ-239 DEWS (RWR/ESM/ECM…)

        F/A-18E/F Super Hornet Block 2/3:
        -AN/ALR-67(V)3 (RWR/ESM…) + AN/ALQ-214(V)4/5 IDECM (ECM)

        F-22A Raptor:
        -AN/ALR-94 (RWR/ESM/ECM….)

        F-35A/B/C Lightning II:
        -AN/ASQ-239 (RWR/ESM/ECM…)

        Eurofighter Typhoon (pelo menos os tranche 3):
        -Praetorian DASS (RWR/LWR/ESM/ECM…)

        Rafale (pelo menos os da versão F3-R):
        -SPECTRA (RWR/LWR/ESM/ECM…)

        *NOTA
        Destes caças que mencionei, o F-22 e F-35 tem os seus radares como parte do seu sistema de EW e podem usá-los como um poderoso jammer.

        • Ao que parece o F-16 block 70 também tem essa capacidade de jamming, para mim esse é o principal ponto a ser melhorado no Gripen, a Saab já tem a tecnologia, só que só irá implementar com investimento, acho valer a pena

      • Ainda não.
        Gripens E/F + E-99 + Meteor + A-Darter + AV-MTC + pintira RAM + data link com radares e vetores de terra ar e mar + fusão de dados.
        Além de (possivelmente) POD Arexis + POD aero lançavel de interferencia (descrito pela Saab como mosca irritante) + Briter Cloud.
        Agora sim as capacidades estão completas. Daria trabalho a qualquer um.

          • Sim Carlos, porém para ser capaz de saturar o radar inimigo super lotando de alvos falsos, ou até mesmo usar bloqueio de barragem (técnica capaz de bloquear uma ampla faixa do espectro eletromagnético) é necessário muita capacidade de interferência. Por que você acha que o F-18 Growler por exemplo, usa vários PODs de interferência, e não um só?

          • o gripen vem com duas antenas para isso equivalente a dois pods, e ainda é nitreto de gálio, a faixa eletromagnética é maior que o ALQ99 do Growler

          • O que se sabe é que a suíte EW Arexis interna garante a autoproteção da aeronave. E foi isso que quis dizer ali em cima sobre o Arexis, onde nenhuma aeronave da AS possui algo que seja sequer próximo ao que o F-39E terá. Isso responde a pergunta de onde está a vantagem do “pequenino” Gripen.

            Claro que é possível incluir alguns PODs adicionais e formar uma aeronave dedicada a EW. Mas acho muito cedo ainda para falar sobre um Gripen “Growler”. Seria um sonho meu ter vetor assim sendo operado aqui. Deverá ficar bem irado!

            Já usamos o Skyshield, israelense, no AMX, que deve ser beeeem mais barato que o Pod Arexis da SAAB. Não sei se o Skyshield será integrado ao Gripen e não faço ideia se valerá o esforço.

          • O Skyshield já está na FAB desde 2013, acho pouco provável ele interferir em sistemas modernos ou modernizados, dotados de proteção eletrônica e capacidade de salto de frequência.
            Como a FAB já tem experiência e desenvolve doutrina em EW, seria interessante avaliar futuramente a aquisição de novos PODs atualizados.
            Vale lembrar que os da SAAB que apareceram numa matéria aqui, ainda estão em desenvolvimento e participando de testes.
            Realmente ainda é cedo para dizer qualquer coisa, mas ao meu ver a FAB deveria acompanhar isso de perto, porque pode somar capacidades, pelo que a matéria apontou.

          • ele pode vir a levar mais um pod, porém atualmente ele é o caça de quarta geração mais avançado no quesito de guerra eletrônica, na frequencia de que o sistema dele interfere nem o Rafale e o Growler tem a mais capacidade, o Growler ainda tendo que possuir pod para fazer ataque eletrônico, só quem supera atualmente é o F35.

          • O Arexis pode tornar-se um dos poucos sistemas de interferência qualificados no âmbito da OTAN com a próxima geração de pods de interferência eletrônica da Raytheon, que permanece em uso nos jatos EA-18G Growler.
            “Nosso foco no momento é fazer o jammer de escolta – um pod para ir em algumas aeronaves para acompanhar um pacote de ataque”, disse Perrer Bedoire, diretor de marketing e vedas de guerra eletrônica da Saab.
            O sistema deve permitir que caças convencionais realizem missões de interferência do radar do radar inimigo e, assim, proteja o restante das aeronaves em voo. A característica especial do sistema da Saab é que ele pode congestionar os radares de frequência muito baixa nas bandas UHF e VHF graças às antenas adaptadas. Estes se parecem com asas colocadas em ambos os lados do casulo. O sistema também é equipado com uma antena AESA que pode bloquear o radar nas bandas S e L. O Arexis não é usado apenas para interferência e pode ser usado passivamente para detectar o radar inimigo. A Saab acredita que aeronaves de caça de dois lugares são mais adequadas para trasportar o pod devido à carga de trabalho associada ao uso do sistema. A Saab também está pensando em um conceito de jammer que pode ser incorporado em um drone. Este sistema seria muito menos potente, mas o drone poderia se aproximar de seu alvo para realizar uma interferência de curto alcance.

    • O Gripen é um caça fantástico para quem não tem uma real necessidade de utilizar, ideal para países que não tem nenhuma expectativa de se envolver em um conflito, isto devido ao baixo custo de operação. Tanto que nenhuma força aérea importante adquiriu o Gripen.

      • A Suécia adquiriu. É uma força aérea que tem a Rússia “logo ali”, a poucos minutos. E eles confuam sua defesa aérea ao Gripen. É óbvio que, por ainda estar em desenvolvimrnto e com uma linha de produção ainda em fase inicial, o avião não esteja ainda na mira de muutas forças aéreas, como ocorreu recentemente na Suíça.

        • Mas é lógico que a Suécia adquiriu, ela é a fabricante. A Suécia não aguenta um dia de guerra com a Rússia. Como a Suécia não tem possibilidade de encarar a Rússia mesmo, prestigiam o produto nacional.

      • Dá uma lida na participação do Gripen em exercícios internacionais em que até piloto de Typhoon ficou surpreso, isso porque era a versão C do Gripen… Compra de caças não evolve só critérios técnicos, mas também políticos.

    • Tá de brincadeira? O Gripen não deve em nada, ele tem melhorias para para conciencia situacional dos pilotos tipo o WAD, sua fusão se sensores é muito boa, seu sistema de guerra eletrônica consegue esconder mais de uma aeronave, e é de nitreto de gálio, enquanto o SH vai ganhar um pod para fazer guerra eletrônica em frequência de até 40GHz. tem integrado um dos melhores se não o melhor míssil do mundo o METEOR, eleé barato de manter, ou seja os pilotos vão treinar muito, fazendo deles ótimos caçadores. não existe nada que o SH faça que o Gripen não possa fazer, o F16 block 52 é inferior ao gripen NG

    • Gripen não é bem “pequenino”. É um caça médio. O Gripen JAS39A era um caça leve, com PMD de 12,5ton. No JAS39C, esse PMD já foi para 14ton. No JAS39E (NGl, o PMD é de 16,5ton. É o porte de um Mirage 2000. Tem vários pontos em que ele se destaca em relação ao F-16C Block 50 e ao Super Hornet. Em relaçao aos Su-30 venexuelanos, nem se fala.

  8. Com certeza irão comprar um caça “made in USA”, basta ter um conhecimento mínimo de geopolítica para entender o motivo, ainda mais com o aumento da tensão com a Venezuela. Como existe uma possibilidade real de conflito, é muito mais seguro e sensato investir em equipamentos dos aliados americanos, não somente pela qualidade dos caças, mas também pelo suporte que os americanos dão aos seus aliados (treinamento, suporte logístico, assessoria estratégica, informações de satélite, etc.) basta observar os conflitos ocorridos nos últimos 50 anos onde quase sempre a nação apoiada pelos USA levou a melhor.

  9. O maior problema para qualquer força aérea é prontidão de seus vetores. Embora todos os aviões citados na matérias sejam espetaculares, acaba que o melhor deles para a Colômbia será o que tiver a proposta mais em $$$ conta. De resto… são todos excelentes aviões e que servirão muito bem ao objetivo de manter a soberania do país.

  10. Acho que desta vez, finalmente o F-18 irá operar na AL.
    Deve levar, embora ao meu ver, não sei se valeria a pena (custo x benefício).
    Seria mais prudente se fossem de F-16V ou Gripen.

  11. Caças bimotores? Já elimina de cara o Gripen e o F16! Depois de anos adotando caças de um motor agora vão partir para bimotores, o custo de manutenção vai subir muito!

  12. Apesar de bom, FMS não é tudo. Ter bala na agulha pra operar é tão importante quanto adquirir. Se quiser otimizar a relação qualidade x custo a FAC deveria ir de F-16 block 70 Gripen E. O F-18 bimotor com certeza gasta bem mais tempo e dinheiro no consumo de combustível e manutenção desses motores. As vezes a solução simples nem sempre é a mais óbvia.

    • O Super Hornet possui o MENOR valor de hora vôo em todo o inventário de caças dos EUA. Ele é mais barato que o F-16 C que chega em U$ 22 mil e o SH em U$ 18 mil.
      E no custo de aquisição compete com o F-16, em torno de U$ 66 mi para a Us Navy.

    • Ou o Macri fecha logo com o FA-50 ou os argentinos vão ficar só com os Pampas e Pucarás voando na Força Aérea e os únicos supersônicos serão os caças da Marinha!

      • Quero ver quem vai topar fechar numa hora dessas…. Quem fechou negócios com a Argentina fechou, e está rezando muito para eles conseguirem honrar os pagamentos. Quem não fechou, com certeza recuou.

    • Caro John. Uma coisa é a decisão soberana do povo argentino de fazer suas escolhas políticas. Outra coisa são os problemas orçamentários das forças armadas argentinas. A oposição está na frente porque a população está insatisfeita com o governo. Agora, programas militares são mais longos que ciclos políticos. O melhor é quando sucessivos governos mantenham os programas militares implementando ajustes, ao invés determinar bloqueios sem critério.

      • Mas Camargoer ninguém tá falando da decisão soberana dos Argentinos, eles estão quebrados, e pelo visto os planos políticos do próximo governo são de gasto em áreas não militares, ou seja não é possível dissociar uma coisa outra, se vc não tem uma resposta para o colega não defenda seus políticos de preferência sem nem levar em consideração a pergunta original.

        • Caro Carlos. Minha opinião sobre os candidatos na argentina é irrelevante (aliás, por ser secreto, também é irrelevante em quem votei no Brasil). Seu comentário aguçou minha curiosidade sobre os planos de governo das duas chapas. As propostas da oposição são coerentes, inclusive reconhece as dificuldades das forças armadas. Por outro lado, a página da chapa governista não disponibiliza o plano de governo (a página do facebook também não ajuda). Continuo defendendo que programas militares (como o Prosub e FX2 no Brasil, por exemplo) podem levar 10 ou até 20 anos para serem implementados, por isso bloqueios de recursos sem critérios são muito prejudiciais do que a interrupção parcial de programas de curto prazo.

          • Camargoer vc continua a tentar desvoncular o mundo da política dos contexto das forças armadas da Argentina é impossível fazer isso, em quem vc votou eu não quero que diga, eu tenho certeza em quem vcnão votou, mas hj na Argentina temos uma perspectiva economica fraca que vai manter um certo nível ou pouca melhora, no futuro governo teremos uma perspectiva economica horrível, logo menos recursos para as forças armadas.

          • Caro Carlos. Acredito que o debate político pode e usar sempre deve ser feito sobre ideias, não sobre partidos ou fulanos. Algo como conversar sobre futebol sem precisar falar dos times. Tenho certeza que o ambiente econômico interfere nos gastos militares, assim como entendo que a política interfere no ambiente econômico. Contudo, tenho a impressão que é um erro avaliar programas estratégicos (que duram vários décadas) considerando os ciclos políticos e econômicos, que são mais curtos. Esse tipo de análise levaria ao erro de encerrar ou adiar programas importantes nos períodos de baixa e superdimensionar os programas em períodos de alta. As vezes parece ser uma boa ideia ler a bíblia para saber sobre vacas gordas e magras.

      • Caro Diogo. Sugiro a leitura de um artigo do Mises Brasil “Cambalache – a história do colapso econômico da Argentina”. Geralmente, eu recomendo autores à esquerda ou com uma visão desenvolvimentista, mas tenho o hábito de consultar muitas fontes do Mises. Particularmente, essa artigo que sugeri faz um histórico dos problemas econômicos da Argentina ao longo do Sec.XX. Tenho a impressão que pode ser um equívoco achar que os problema econômico da Argentina se resuma e uma disputa eleitoral para presidente. Alguns colegas gostam de lembrar que todo problema complexo tem uma solução simples e errada.

        • Caro Camargoer, obrigado pela sugestão, o artigo é riquíssimo em informações. Já escrevi por duas vezes para você e não sei porque não é publicado…

          • Ola Diogo. Legal. O assunto é bem complicado, mas também é fascinante. Acho que se a gente começar a estudar a história econômica e política da Argentina temos a chance de entender muita coisa que aconteceu no Brasil. O que acho difícil é me livrar do senso comum. Acho engraçado a “negativação” da turminha do fundão. Pessoal emburrado né? Um grande abraço meu Colega.

  13. O interessante e que o Brasil sempre reclama que nao tem dinheiro para operar jet fighters com o F-18 Super Hornet, da foto.

    Alquem me explica aonde a Colombia vai conseguir dinheiro para comprar e operar um baita jato como esse?

    • Podem até comprar, mas fico só imaginando eles sendo uma Venezuela dois: comprou um bom avião, mas não tem metade operacional por falta de dim dim.

    • Apenas necessidade. Não esquecer que a Colombia possui relações muito especiais com o Tio Trump. Se bobear chega o avião com os pilotos juntos.

      Segue o jogo

    • Caro Tadeu. A Colômbia usa cerca de 3% de seu PIB em defesa, enquanto o Brasil usa 1,3%. Essencialmente, a FAC são 20 Kifir e 24 A29 (a FAB são 50 F5M, uns 15 AMX operacionais, uns 95 A39). A FAC planeja 20 F18, a FAB adquiriu 36 F39. Além disso, o post faz a ressalva sobre os cortes orçamentários. Primeiro vem a diretriz, depois a negociação, e por fim a execução…. tem muita coisa para ser avaliada.

      • Caro Camargoer,

        Você sabe melhor do que eu que; 1.3% do PIB brasilero é centenas de vêzes maior em valor nominal do que os 3% do PIB colombiano.

        Mesmo que a Colômbia gastasse 30% de seu PIB com a defesa,. o Brasi com seus parcos 1.3% do PIB investido na defesa , ainda gasta muito mais que a Colômbia.

        E olha que as pensões, soldos e benefícios, devoram mais de 50% do orçamento.

        • Caro Tadeu. Os gastos da Colômbia são da ordem de US$ 10 bilhões por ano (3,4% do PIB) e do Brasil são US$ 23 bilhões (1,3% do PIB). Para comparação, o Chile tem um orçamento da ordem de 1,5% do PIB. Eu nunca estudei o orçamento da Colômbia para avaliar quanto eles usam com pessoal (ativo e inativo), custeio e investimento. Caso eu encontre algum número, colocarei aqui.

          • Caro Camargoer,

            Não esqueça de incluir os gastos do MinDef colombiano, com a Polícia Nacional da Colômbia, a qual possui um efetivo maior que as três fôrças juntas.

          • Olá Tadeu. Encontrei alguns dados sobre o orçamento para defesa e segurança (assim chamado pelos colombianos) para 2019. Seriam $ 32,2 bilhões de pesos (ou US$ 11,2 bilhões). Pessoal ativo ($ 15,7 bilhões, 49%), pensões (S 7,7 bilhões, 24%), investimento ($ 1,4 bilhão, 4%), saúde (?) ( $ 3,1 bilhões, 9,6%) e o resto custeio. Portanto, eles usam 73% do orçamento para pessoal, 4% para investimento (cerca de US$ 490 milhões), 9,6% para saúde (eu não sei que é isso exatamente) e 13,8% para custeio. Abração.

    • Tadeu, o Brasil também teria condições de operar com o SH. Inclusive ele estava na shortlist. Se ele tivesse um custo proibitivo, não teria sido finalista do FX2. Só não venceu por problemas da espionagem americana. Senão teria vencido e nós já estaríamos operando as primeiras unidades.
      No início de 2019 foi divulgado que o Super Hornet possui custo de hora de vôo de U$ 18 mil e o F-16 C está em U$ 22 mil. Portanto o SH é o caça MAIS BARATO para operar em toda a frota de caças americanos.
      Para compra ele também possui um preço interessante de pouco mais de U$ 60 mi a unidade (pelado).

        • Pelo que foi divulgado eles autorizaram apenas parte do código fonte, a parte para integrar novos armamentos. Na proposta estava incluso a criação de um rig aqui no Brasil da Boeing, justamente para gerenciar estas tots e possíveis integrações de armamentos nacionais.

          Mas a oferta sueca em TOT foi a melhor de todas.
          Teve um vazamento que dizia que teve nota 9 em TOT, contra 8 dos franceses e 2 dos americanos.
          Porém no final, foi dito que os americanos melhoraram a proposta.

          • Olá Luis. Teve muito boato e um pressão via mídia. Eu lembro de “vazarem” que a Boeing iria transferir a linha do F18SH para o Brasil (fico preocupado é se levarem as linhas da para lá), Acho que a SAAB ganhou porque era a melhor proposta para a FAB. Acho que “versão” sobre espionagem da NSA ter sido a razão para o Gripen ganhar serviria apenas para melhorar a imagem da Boeing em outras concorrência.

      • Mas a NSA espiona todo mundo. Dentro e fora do território americano.

        A birra do governo petista, foi por causa das corrupções que vieram a tona, e foram parar nos relatórios da CIA e da Casa Branca.

        Mas você acha que iria sobrar dinheiro do orçamento alocado para o MinDef. para cobrir os gastos com a aquisição, treinamento e operações com o SH.

        • Sim, eu acho. A proposta da Boeing era de cerca de U$ 6 bi. O Gripen saiu por cerca de U$ 5 bi. E o custo de operação do SH na Us Navy está em torno de U$ 18 mil. Os americanos incluem tudo, até salários dos pilotos, pessoal de apoio, etc.
          A FAB estimou o custo da hora vôo do Gripen E em U$ 10 mil, mas não sei se na nossa avaliação foi incluído tudo, da mesma forma que os americanos fazem.
          Portanto acho que a diferença não seria muito grande não.

          A Janes fez um estudo onde o Gripen C tinha custo de hora vôo de U$ 4.700 e o Super Hornet pouco mais de U$ 11 mil.
          Do C para o E, terá um aumento no custo.
          O SH seria mais caro sim, mas não acho que seria impeditivo.

          • De onde você tirou esse valor da hora de vôo do Gripen E, nunca vi nenhum pronunciamento da FAB a respeito disso.

        • Caro Tadeu. A ideia que a Boeing perdeu a concorrência pela “birra” de um governo serve apenas para desmerecer o mérito da SAAB. Os processos dentro do governo é mais complexo que a decisão de uma pessoa. É preciso lembrar que o Senado precisou aprovar o contrato e o financiamento (por exemplo a lei 13.181, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2015).

      • Na verdade, não foi a espionagem, mas a ausência de um pefido firmal de desculpas do Obama, como ele fez com a Angela Merkel, tambêm espionada.

  14. O Brasil poderia comprar também um esquadrão de F18 ou F15 para fazer um HI LOW e deixar baseado em anapolis. Nao é possivel a colombia com F18 ,a venezuela com SU30 peru com mig eo chile cheio de F16 .sendo que o brasil so com gripen .ta algo errado !

  15. Eu acho que vai dar Super Hornet. não porque ele seja muito superior ao Typhoon nem nada. mas porque ele é o mais barato. logo tem o custo beneficio superior. o Super Hornet é uma excelente aeronave com uma boa capacidade em qualquer cenário. principalmente na America do sul e com um custo muito menor em aquisição/hora de voo se comparado ao Typhoom

  16. Estamos na iminência de vermos o Chile perder o posto de ter o melhor avião em operação nas Américas. O F-18 é uma belíssima ave, o verdadeiro cavalo de batalha multiuso da USAF.

  17. Lembrei agora da Áustria. Iam comprar Gripen ou F-16, mas apareceu um lote de Typhoon de segunda mão semi-novos no precinho, mais baratos que o Gripen até. Teve até austríaco que chamasse os suecos de ladrões.

    Para quem operava Saab Draken, o olho cresceu e compraram sem nem olhar os dentes nem perguntar qual era o problema para vir com um preço tão baixo.

    Aí negão, com o passar do tempo perceberam que era caro de operar, não dava para atualizar para as versões mais novas por causa da estrutura da fuselagem diferente, finalmente a fixa caiu.

    Agora estão chorando e procurando uma alternativa mais barata de operar.

    Os Suíços foram outros que apostaram no “bimotor para mostrar respeito”, agora os Hornet deles só operam em horário comercial.

    Áustria e Suíça. Agora imaginem a Colômbia indo de “bimotor pesado”… OS Sukhois dos vizinhos deles passam a maior parte do tempo no chão, mesmo tendo combustível a vontade.

    Parafraseando o comentarista daqui do PA, Juarez: ter não significa poder operar.

    • Áustria e Suíça adotaram políticas de severas restrições orçamentárias, estão “cercadas” de tropas da OTAN por todos os lados e por isso não tem interesse em gastar com armas.
      Não menospreze a Colômbia, pois o orçamento deles é muito superior de Áustria e Suíça e eles estão preocupados com a Venezuela.

        • Olá Cesar. O orçamento da Suíça em 2018 foi US$ 4,7 bilhões, da Áustria foi US$ 3,3 bilhões, Austrália US$ 26,7 bilhões, índia US$ 66 bilhões, Brasil US$ 27,7 bilhões , Chile US$ 5,5 bilhões, e Colômbia US$ 10,,6 bilhões.

          • O Camargoer já respondeu!
            De uma maneira geral todos os países europeus tem reduzido drasticamente o orçamento militar.

  18. Se confirmar tal interesse … Quase ctz q vão de SH /F-18…. De segunda mão…o q seria mt interessante
    Pacote com 20 aeronaves novas n saia por menos de 4bi de doletas ,aja vista alguns contratos recentes ( nosso fx com 36 estava orçado em 7 no n e? )….irreal pra Colombia esse momento..

    • As propostas do F-X2:
      Saab- 39 bilhões de coroas suecas (equivalentes a US$ 5,4 bi em dez de 2013, mas em 2015, quando o contrato foi assinado, as Coroas Suecas se valorizaram e o valor ficou pelo equivalente a US$4,7 bi),
      Boeing – US$ 6,6 bilhões
      Dassault – US$ 8,8 bilhões.

      • Caro Alexandre. Além dos valores cheios, é preciso considerar a disponibilidade de financiamento (parcial ou total), carência, prazo e taxa de juros. Os suecos ofereceram 100% de financiamento (sem contrapartida), 8 anos de carência, 20 anos de prazo e taxa anual de 2,1% (acho que era 2,5% mas durante a negociação foi modificada).

  19. Tá aí um oponente à altura! Se ñ mais “Forte”!
    Esplêndida aeronave e fará frente tranquilamente ao Gripen!
    Outra coisa já provou que é bom de briga e ainda é a “espinha dorsal”do US Navy !
    Se comprar perderemos a hegemonia na América Latina mesmo com o Gripen!

  20. Estou achando que esse desejo de bimotor é mais uma especulação do Erich Saumeth. Interesante… “em conversações com parlamentares colombianos” ? A Força Aérea é a que decide, esse disse-me-disse soa estranho.

      • GFC_RJ, o motivo é que, devido às contenções orçamentárias ainda resultantes da crise econômica da década passada, somadas à obrigações contratuais de cada parceiro do programa Eurofighter adquirir X caças cada um, uma alternativa é vender os caças das versões iniciais de produção, cja modernização para o padrão mais recente tem custo proibitivo.

        O fato é que mais de um operador de Typhoon está oferecendo caças usados, dos primeiros lotes de produção, para continuarem adquirindo a versão mais recente.

    • Em se tratando de caças com produção a pleno e, principalmente pela possibilidade de a US Navy abrir mão de unidades destinadas a ela já na linha de produção, isso é plausível, se a opção for mesmo pelo Super Hornet. Mas, e daí? Teremos os Gripen NG a partir de 2021.

    • Caro Renan. Acho improvável. A FAB já está com pilotos, engenheiros e mecânicos em treinamento (entre outras providências). Caso a FAC assinasse o contrato no fim do ano (improvável), levaria mais um ou dois anos para treinar as equipes. A FAB já estaria com os primeiros F39 em Anápolis operacionais.

  21. Acho dificil a Colombia embarcar em bi-reatores, o dinheiro lá não esta sobrando. Eles devem saber o que querem e podem comprar, exceto pelo suposto desejo de contrabalançar o teórico poder aéreo do vizinho do leste e com isso contam os que oferecem bi reatores, opino que o mais indicado para a FAC seriam Gripen ou F-16. Também acho óbvio que a pressão politica externa e interna impediria qualquer compra de aeronave da China ou da Russia.

  22. O mais logico para a Colômbia seria adotar um caça americano seja o F-16 ou o F-18 mesmo, pela aproximação entre os 02 países e pelos EUA em parte depende da Colômbia na América do sul, podem ate conseguir um descontinho

  23. Serão FA-18 E/F novos, via FMS. A Colômbia vai comprar o que os EUA mandar, porque se o bicho pegar com a Venezuela quem vai salvar a pele da Colômbia será os EUA.
    Além disso o governo americano está fazendo o possível e o impossível para empurrar o caça da Boeing por essas bandas. É muita pressão política/econômica. Nós mesmos escapamos por muito pouco

  24. Comprar é o de menos. A questão é/será manter e operar uma máquina biturbina, os custos são bem mais elevados que os de um monoturbina. Sobre o Super Trunfo acima,rs;

    1ª – Gripen E(NG), F-16 V e F-35 são de categoria diferente de Su-57, Su-35, Mig-35, J-20, Rafale, Typhon, F-15 X e F-18 E/F ;

    2ª – Gripen E(NG) supera o F-16 V na eletrônica embarcada, tem super cruise etc. só perdendo, e nem tão gritantemente, pro F-35;

    3ª – Rafale ,seguido do Typhon, encabeça a lista dos biturbina (enquanto Su-57, J-20, F-15 X e Advanced Hornet não entram em operação).

    Minha opinião é claro.

  25. Não sei não…infelizmente querer não é poder, essa categoria de caça é muito custosa fora toda a mudança na doutrina…aposto minhas fichas em um caça monomotor mais leve.

  26. Já houve alguma matéria sobre conflitos envolvendo forças aérea sulamericanas? Quantos conflitos já houve e quais? Seria muito bom ter matérias a esse respeito. Eu me lembro da Guerra do Cenepa entre Peru e Equador em 1995 em que houve aluns combates entre as forças aéreas. Já entre o Peru e o Chile não sei se já houve confronto entre as forças aéreas, mas em 1975 quase estourou uma guerra entre eles. Não me lembro de outros confrontos recentes, mas seria bom se pudessem fazer matérias históricas que mostrem um pouco do nosso continente!

  27. compra um muito caro de manter depois fica igual os da venezuela: vedete de desfile. Creio que terão bom senso de fazer um escolha viável.

  28. O Brasil perdeu a maior oportunidade de ser o primeiro operador do F-18 na America do Sul, e a Colombia não é Burra ela sabe das vantagens das tecnologias desse caça, e para piorar o cenário a Boeing comprou a EMBRAER, acho que vamos ter um mix de Gripen + F-18, não têm como… A FAB deve ter 36 Gripens + 24 F-18 E/F para poder atender toda a demanda operacional da defesa aero-espacial. A MB fica com 24 F-18 E/F para o futuro NAE em 2035.

    • Caro Filipe. A FAB também perdeu a oportunidade de ser a primeira operadora de Rafale na América do Sul. Contudo será para sempre a primeira operadora de Gripen na América do Sul. Creio que a FAB tenha sido a primeira a operar F5E na América do Sul e a Venezuela foi a primeira a operar F16, muito antes do Chile (e também a primeira e única a operar Su30). Posso estar enganado, mas creio que a Argentina foi a primeira a operar Gloster Meteor, antes da FAB.

    • Calma meu jovem. É melhor no momento o Brasil ficar com um caça geração 4.5, de baixo custo de operação, manutenção é modernização, que ainda é capaz de rivalizar com os outros. Para no futuro, por volta de 2035-2040 com os Gripen já modernizados, pensar em adquirir um 5° ou 6° geração, para operar em conjunto com os Gripen modernizados.
      É melhor do que ter que contar com F-18 até 2050, voando pouco, não sobrar grana para pensar em outro caça, devido ao elevado custo de operação e manutenção. Para no fim das contas o F-18 ter o mesmo fim dos Mirage 2000, virar sucata ultrapassada. Vale lembrar o motivo dos F-5 que chegaram antes dos Mirage, que eram melhores, ainda estarem aí. Pense a respeito.

    • Quanto a MB, seria interessante se eles avaliassem a possibilidade, de uma parceria de desenvolvimento de um novo caça V-TOL, a ser desenvolvido entre Brasil, Suécia e Reino Unido, que unisse o que há de melhor nos projetos do Gripen M e do Harrier, com alguns upgrades. O resultado poderia ser um V-TOL, geração 4.5 de baixo custo de venda, operação, e manutenção, se comparado ao F-35.
      Além de atender a MB podendo operar no seu porta helicópteros, venderia como picolé no deserto, já que não tem coisa parecida no mercado, fabricar ou comprar porta aviões está cada vez mais complicado, aposto que os britânicos e suecos também iriam querer algumas unidades.

    • Cara kkkkkk, não aguento mais escrever isso, mais vou escrever de novo, brother embraer defesa e segurança nao esta no acordo com a boeing saca, nao esta, nao foi vendida saca, tira um print ai mano, so pra garantir

  29. Após a aquisição, o Brasil cairá para a segunda colocação no ranking de poder aéreo no continente sul-americano, correto?

    Colômbia- F/A-18 SuperHornet
    Brasil – Gripen NG
    Chile – F-16 Block 50/52
    Venezuela – SU-30 MKI
    Peru- MiG-29 SMP
    Uruguai, Bolívia, Paraguai e Argentina = teco-teco.

    • Isso do ranking de poder aéreo depende de várias coisas…
      Depende se a Colômbia vai mesmo comprar Super Hornets ou não…
      E se sim, depende também de quantos vão comprar.
      E por último, mas talvez o mais importante, depende também do nível/qualidade e quantidade de todas as outras forças e aeronaves (como aeronaves AEW&C e aviões tanque etc…) que cada Força Aérea tem. E aqui a FAB parece ser melhor que a FAC, hoje.

      btw, os Su-30 da Venezuela não são os MKI. Su-30MKI é da Índia só.
      Os Su-30 da Venezuela são os Su-30MKV que são basicamente o mesmo que os Su-30MK2 que a China tem/usa, mas só que para a Venezuela.

  30. “A atual taxa de disponibilidade dos Kfir é de 50% devido a um conjunto de situações, tanto cortes orçamentários quanto os altos custos no suporte da aeronave.”

    Fui……………….

  31. Como a Colômbia vai pagar os F-18 SH é problema deles. Eu chutaria em café. Os gringos adoram café colombiano.
    Lembrando que o BR pagou os Meteor com algodão. Contrapartida comercial/offset não é de hoje.
    .
    Se conseguirem o F-18 SH block 3 com capacidades e alcance extendidos, vão ficar mal não… em alguns parâmetros serão os melhores caças do ConeSul.

  32. Seria incrível ter esse caça na Força Aérea da Colombia mas será que conseguirá manter a prontidão necessária? Até para o Gripen NG aqui tou achando dificil… O próprio texto da reportagem acima alerta para isso: “…Ainda assim, muitas preocupações surgem sobre cortes orçamentários que afetariam sua prontidão, embora o apoio político e financeiro necessário para uma aquisição de caças pesados ​​pareça estar em vigor.”

    • Poisé

      Manutenção, armamento, reposições em geral….

      Haja café…..

      Cobre um Santo, descobre todos os outros….

      A Colômbia depende muito das exportações do café para fazer frente a outras necessidades.

  33. Vai ser Typhoon usado mesmo, a Espanha deve ter feito um preço camarada para se livrar dos seus Typhoons mais antigos para liberar orçamento para a versão mais recente ou uma possível compra do F-35.

    • A força aérea da Suécia já sinalizou para a SAAB que quer um caça geração 4+. Se a própria Suécia pensa assim não serei eu quem vai dizer que o Gripen está no estado da arte. Que é um avião testado e de baixo custo de produção sabemos. Como modelo de exportação vai bem no terceiro mundo. No primeiro não é mais considerado para frotas futuras.

  34. A galera, ao invés de debater numa boa, não o fazem, é um querendo impor ao outro a certeza da incerteza que possuem… A pessoa não pode fala uma letra a mais que o outro já vem com 4 pedras nas mãos defendendo aquilo que ele “acha” que é…

  35. Olha… Acho que a Colômbia deveria ir de Gripen NG também… Um caça que será operado por países aliados como o Brasil e poderá ter interoperabilidade conosco. Mas como já foi escrito na reportagem, pesa são os corte orçamentários… Com isso a China vai começar oferecer seus caças para Colômbia o que deveras temeroso. Vamos torcer que os EUA financiem alguma coisa para seus país aliado.

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