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Esquadrão Pacau – 1º/4º Grupo de Aviação, completa 72 anos

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O Esquadrão Pacau (1°/4° GAV) completa 72 anos de história no dia 29 deste mês de julho. O profissionalismo e a dedicação dos seus tripulantes deram ao Esquadrão Pacau o título de “A Sorbonne da Caça”.

Como componente operacional da ALA 8 (Manaus/AM), o Esquadrão Pacau tem como missão cumprir as ações de defesa aérea, escolta e varredura, a fim de contribuir para o preparo dos esquadrões subordinados ao Comando de Preparo, como parte das Asas que Protegem o Brasil.

Criado em 1947 em Fortaleza-CE, foi ali que o Esquadrão se destacou pela tarefa de formar líderes da aviação de caça. A missão deu à capital cearense o apelido de “A Sourbonne da Caça” e à bolacha do 1°/4° GAV a imagem do bulldog Tetéu como o instrutor que avisa aos seus alunos: “Tô Lhe Manjando”.

Transferido para Natal em 2002, o Esquadrão Pacau foi a última unidade de caça da Força Aérea Brasileira a operar os jatos AT-26 Xavante.

Depois de voar com os A-28, B-25, P-47, F-80, TF-33, começou a voar os AT-26 a partir de 1973.

O 1°/4° GAV começou a ser transferido para Manaus em 2010, para voar os F-5EM modernizados pela Embraer.

Embraer EMB-326 Xavante (AT-26 na FAB)
F-5M da FAB baseados em Manaus
F-5EM do 1°/4° GAV baseados em Manaus
Base Aérea de Fortaleza, nos anos 70, primeira sede do Esquadrão Pacau
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DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
11 meses atrás

Viva nossas forças armadas. Quando passa um super tucano aqui já saiu correndo feito louco para ver, imagina morar perto de uma base como essa, eu pirava. Moro na Paraíba.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  DOUGLAS TARGINO
11 meses atrás

Eu queria dar a sorte de ver um ST, mas aqui nos céus de Uberlândia, sabe-se-lá Deus porque, os F-5 são absurdamente comuns. Pra ter uma ideia, 4 anos atrás enquanto eu fazia minha mudança, já fui recebido com um no céu de casa!
Aliás, se algum forista souber a razão de ser tão comum avião de caça da FAB no triângulo mineiro… Poucas semanas atrás vi até mesmo um KC-390 duas vezes numa só saída de casa!

Alex Faulhaber
Alex Faulhaber
Reply to  Fernando Turatti
11 meses atrás

Se não me engano há uma área de treino por aí.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Alex Faulhaber
11 meses atrás

No caso aqui, eles devem vim de fortaleza ou é do Rio grande do Norte. Literalmente fazem aqui como rota de treinamento/fiscalização aérea, pois sempre fazem o mesmo caminho e etc.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Alex Faulhaber
11 meses atrás

Acho curioso virem pra tão longe das bases com tanta frequência, mas como já disse outras vezes, fico bem feliz que embora antiquados, nossos aviões funcionam e nossos pilotos estão sempre no ar! Melhor F-5 voando que su-30 na base.

Denis
Denis
Reply to  Fernando Turatti
11 meses atrás

Fato.

Cristiano Salles
Cristiano Salles
Reply to  Fernando Turatti
11 meses atrás

Não sabia disso…, aqui perto é a Embraer, e raramente vejo aviões militares por aqui, só mesmo os de passageiro da Embraer…

J R
J R
Reply to  Fernando Turatti
11 meses atrás

Na minha cidade, Presidente Prudente, se via muito aviões da AFA, mas faz tempo que não vem mais.

Cristiano Salles
Cristiano Salles
Reply to  DOUGLAS TARGINO
11 meses atrás

Verdade…, eu moro em Taubaté-SP, é o dia inteiro helicópteros do exército voando, devido ao CAVEX, eu já fico doido…, o mais bonito e o barulho mais bonito para mim é o PHANTER…, imagina o pessoal que mora em Anápolis e no Rio de Janeiro…

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Cristiano Salles
11 meses atrás

Oi Cristiano, terra boa Taubaté, passo muito por aí quando vou à SP. Moro no RJ mas tenho muita vontade de viver nestas cidades médias, tipo Taubaté, SJC, etc. Tem tudo e mais um ar de interior. então, aqui no RJ, apesar de ter a Base Aérea de Santa Cruz, não vemos nem escutamos muito os F-5 pois a Base é muito afastada do Centro, quase já no município de Itaguaí indo para o sul, Costa Verde. Lá o pessoal deve ouvir mais. Aui a gente vê muito mais os C-130 Hércules por causa da Base Aérea do Galeão e… Read more »

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Reply to  Marcelo Andrade
11 meses atrás

Olá Marcelo Andrade, BOA NOITE !!!, pensei que vocês vissem os F-5 direto ai no Rio de Janeiro, devido a base aérea de Sta. Cruz…, como é bom um site de discussões de assuntos que a gente gosta, pois a gente pensa uma coisa e na realidade é outra…, legal saber que a nossas forças armadas, apesar da contingência financeira ainda está operacional, devido a vários depoimentos de várias regiões do Brasil aqui no site…, a região aqui é boa, más as industrias automobilísticas que são o forte aqui, estão bem ociosas…, devido a crise no Brasil e a fraca… Read more »

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Cristiano Salles
11 meses atrás

Meu pai e avó moram super perto do CAvEx e já vi uma porrada de vezes os helicópteros voando em bando, uma beleza! Já fiz uma visita lá guiada(um militar que serviu com meu pai fez esse agrado). Uma beleza de base! Deu pra ver os novos ec-225, além da diferença entre um esquilo original e um modernizado. A diferença é brutal nos painéis.

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Reply to  Fernando Turatti
11 meses atrás

Legal Fernando…, agora no final do ano, eles abrem para visitação a base (CAVEX), só que é tanta gente que trava a cidade e ás vezes a Dutra…, acho legal pegar um dia da semana e ir visitar, sem ser dia especial…, de segunda a sexta, é só chegar lá e os soldados guiam a pessoa…, a base é bem grande e bonita…, abraços…fique com DEUS…>>>

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Cristiano Salles (Taubaté-SP)
11 meses atrás

Exatamente! Não é como se eu fosse VIP haha só dei a sorte de ser guiado por um conhecido, o que deixa a todos mais confortáveis. Minha bronca foi nunca ter visto os blackhawks, que eventualmente aparecem por lá!

Denis
Denis
Reply to  DOUGLAS TARGINO
11 meses atrás

Fala aê, conterrâneo. Quando eu era moleque, morava no sítio, em São Mamede, e via os F-5 passarem baixinho durante os treinamentos. Comecei a gostar de aviação militar naquela época, meados dos anos 80. Realmente é uma felicidade ter uma base aérea tão (relativamente) próximo e, melhor ainda, estar no caminho do itinerário dos treinamentos. É muito legal mesmo.

Marcel Ribeiro de
Marcel Ribeiro de
Reply to  DOUGLAS TARGINO
11 meses atrás

DOUGLAS TARGINO, lembro-me muito bem quando morava em Guarabira (interior da Paraíba) presenciei muitas vezes xavantes e tucanos passarem baixo. Saia correndo como um louco pela casa para tentar ver o máximo de tempo possível. Hoje moro em João Pessoa e vejo bastante os Super tucanos passarem por aqui.

Matheus
Matheus
11 meses atrás

Vida longa ao Pacau. No início do ano passado receberam a visita da USAF. Pra participar do Red Flag não sei o que virou…

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Matheus
11 meses atrás

Sao 6 F5EM ainda em Manaus ou aumentaram o numero se caças ?

Matheus
Matheus
Reply to  Leonel Testa
11 meses atrás

Ainda 6 Unidades.

Maurício.
Maurício.
11 meses atrás
Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
11 meses atrás

Quando tiver pelo menos 36 Gripens em solo brasileiro aí eu direi que temos uma força aérea de respeito…

pedroptdc
pedroptdc
Reply to  Sincero Brasileiro da Silva
11 meses atrás

Marromenos… Suécia tem 108.

luiz antonio
luiz antonio
11 meses atrás

Meus cumprimentos ao PACAU. Condições operacionais unidas na Amazônia distinguem esse grande Esquadrão da Força Aérea Brasileira. Seu Lema é muito apropriado para definir suas missões: “Não espere nada cair do céu – Derrube você mesmo!”
A La Chasse

luiz antonio
luiz antonio
Reply to  luiz antonio
11 meses atrás

correção: “..condições operacionais únicas…”

Douglas Rodrigues
Douglas Rodrigues
11 meses atrás

Que foto a dos anos 70!
Era de algum evento em específico? Pois noto ali uns F-103, e aquela quantidade enoooooorme de Xavantes… Também gostaria de saber quais aviões que o Esquadrão opera agora.

Sergio Prado
Sergio Prado
Reply to  Douglas Rodrigues
11 meses atrás

Contei 39 F-5 e 6 Mirage III EBR…
Estou enganado???

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Sergio Prado
11 meses atrás

Olha Sergio, pra min não são F-5 , são Xavantes, pelos menos os que aparecem ao lado os Mirage , já no “fundo” mais a esquerda não da pra ter certeza….

No mais parabéns ao esquadrão Pacau !!! 72 anos é tempo de caça hein. …

Sergio Prado
Sergio Prado
Reply to  Rodrigo
11 meses atrás

…verdade….

João Motta
João Motta
Reply to  Sergio Prado
11 meses atrás

39 AT 26 Xavantes e 6 Mirage.

Flanker
Flanker
Reply to  João Motta
11 meses atrás

Contem com calma, ampliem a foto….são 40 AT-26, 5 F-103E e 1 F-103D. Em frente aos AT-26, do outro lado do pátio de estacionamento, há 6 aeronaves, difíceis de identificar pela qualidade da foto, mas acredito que são F-80 ou TF-33, que operavam no esquadrão antes do recebimento dos AT-26.

Sergio Cintra
Sergio Cintra
Reply to  Flanker
11 meses atrás

Flanker
Do outro lado são T-25 com pintura de camuflagem.
Tem história deles na Base Aérea de Fortaleza.

Abraços

Flanker
Flanker
Reply to  Sergio Cintra
11 meses atrás

Valeu, Sérgio. A nitidez da foto está bem baixa.
Abraço

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
11 meses atrás

Nao da pra entender a logica por trás das distribuições das unidades das nossas forças armadas, nossos carros de combate ficam todos (ou quase todos) no rio grande do sul, nossos astros ficam todos (ou quase todos) em Goiás, nossa frota fica no rio de janeiro e todos os nossos caças (ou quase todos) em Anápolis.

Por favor Me corrijam se estou errado, mas me parece que nao tem no nordeste muitas unidades importantes da defesa do País…

luiz antonio
luiz antonio
Reply to  Entusiasta Militar
11 meses atrás

Creio que a FAB deverá preencher essa “brecha enorme” no Nordeste com algumas unidades do F-39, talvez em Natal, ou então, através de unidades desdobradas de Anápolis, se bem que, neste último caso não seria muito eficaz uma. ação de defesa aérea tão distante da base. Entendo que com a chegada do F-39 e suas primeiras operações ficará patente a necessidade de novos lotes se quiserem prover Defesa Aérea de FATO

Matheus
Matheus
Reply to  luiz antonio
11 meses atrás

Não há a necessidade de caças em Natal. Veja a distribuição de caças em uma força aérea como a da Austrália e do Canadá por exemplo. Em caso de necessidade de interceptação no nordeste pode decolar F-39 de Santa Cruz.

Wellington
Wellington
Reply to  Matheus
11 meses atrás

Recentemente houve um incidente com barcos de pesca na região, que outro meio de intimidação seria melhor que um caça supersônico?

Sergio Cintra
Sergio Cintra
Reply to  luiz antonio
11 meses atrás

Amigos, vamos “confabular” com os botões! Existem 2 pontos de vista para analises. O Político e o Estratégico. -O “Estratégico”: Uruguai, norte Argentino e o Paraguai precisa-se de “Cavalaria” – guerras passadas foram assim, então concentra-se blindados. Subindo a fronteira temos o Pantanal, que ninguém (força armada regular) passa e depois é mato, mato e rios caudalosos. Ladário da conta. O resto da fronteira é “voadeira” e meios aéreos. Sudeste onde temos produção e portos importantes (Santos e Rio). Concentra-se a 1a. esquadra. Nota-se que cobre o sul marítimo. Também importante! Na Região Norte, aí esta o grande problema atual!… Read more »

luiz antonio
luiz antonio
Reply to  Sergio Cintra
11 meses atrás

Desculpe mas se algum estrategista considerou deslocamento de 3 horas para qualquer fronteira, esqueceu o conceito de interceptação de defesa aérea. Para conflitos de média duração e superioridade aérea até que tem sentido. Se for missão de interceptação em 3 horas não teriam mais nada a proteger.

Douglas Rodrigues
Douglas Rodrigues
Reply to  Sergio Cintra
11 meses atrás

Parabéns pela explanação Sérgio, acredito que faz total sentido essas estratégias… Mas fariam muito mais sentido se a logística fosse melhor, com trens, aeroportos/bases aéreas melhor equipadas, rodovias que formam artérias duplicadas e de ótima qualidade, esse seria o Brasil ideal, e estamos longe de chegar nesse ponto, qm sabe daqui a alguns anos isso mude… Ainda acredito que o número de caças Gripen deve chegar aos 108 para sanar as baixas dos F5 e futuramente dos A1. Cada esquadrão teria 18 unidades, distribuindo esses caças para 6 esquadrões (Manaus/AM, Natal/RN, Santa Cruz/RJ, Canoas/RS, Anápolis/GO com 2 esquadrões) e claro… Read more »

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
Reply to  Douglas Rodrigues
11 meses atrás

Douglas,
Voce esta bem otimista falando em 108 gripens, porque eu nao acredito que o numero passe dos 56 caças, a menos é claro que a FAB rompa com a ideia de vetor único e compre muitos LIFT’s para substituir os AMX-A1 por serem mais baratos que um caça moderno e talvez assim pudêssemos ter 03 ou 04 esquadrões de defesa aérea.

sergio ribamar ferreira
Reply to  Entusiasta Militar
11 meses atrás

Com o devido respeito, Sr. Entusiasta, acredito apenas nos trinta e seis.

sergio ribamar ferreira
Reply to  sergio ribamar ferreira
11 meses atrás

Grande abraço.

Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Cristiano Salles (Taubaté-SP)
Reply to  Sergio Cintra
11 meses atrás

Legal, não havia pensado por esse ângulo…

Flanker
Flanker
Reply to  Entusiasta Militar
11 meses atrás

Carros de Combate, temos distribuídos em 2 RCC e 3 RCB no RS, 2 RCC no PR e 1 RCB no MS; Os Astros, todos, ficam em Formosa/GO; Os caças, atualmente, temos 3 esquadrões no RS, 1 no RJ, 1 em GO e 1 no AM, além de 4 esquadrões de AT-29, sendo 1 em MS, 1 em RO, 1 em RR e 1 no RN. Quando forem recebidos, os 36 F-39 ficarão em Anápolis….Mas, provavelmente serão distribuídos para outros esquadrões posteriormente, principalmente se, e quando, forem recebidos os exemplares de um segundo lote. Em Natal, no RN, temos a… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Flanker
11 meses atrás

É A-29. Não existe AT-29.

Flanker
Flanker
Reply to  Rinaldo Nery
11 meses atrás

Claro, Rinaldo……tô careca de saber disso! Acho que fiquei com o AT-26 na cabeça, após escrever um comentário mais acima, onde citei o AT-26….é óbvio que não existe AT-29….existem somente o A-29A e o A-29B, dos quais a FAB adquiriu 33 e 66 unidades, respectivamente.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
11 meses atrás

Foi uma decisão muita sábia trazer o esquadrão Pacau para cá para Manaus. A resposta a invasão do espaço aéreo tão extenso como a Amazônia ficou muito mais eficaz.

Maurício Carvalho
Maurício Carvalho
Reply to  Luiz Trindade
11 meses atrás

Mas parece que só podem operar a plena capacidade a partir do aeroporto Eduardo Gomes. Na época das olimpíadas, vi que um elemento de F-5 ficou de prontidão em SBEG. Talvez o Cel. Nery possa esclarecer isso.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Maurício Carvalho
11 meses atrás

O F-5 não decola full combustível de Ponta Pelada. Nem com subalares. Somente com centerline. A pista, que tinha 2108 m, foi reduzida para 1800 m por conta da instalação da barreira. Full armado e combustível só opera de Eduardo Gomes. O PACAU deveria ter sido transferido para Boa Vista (2700 m de pista). Mas, quando questionei o cmt do COMGAR o mesmo me mandou calar a boca. Bastaria a construção de instalações para o Alerta DA em Eduardo Gomes (dois hangaretes, paiol para os mísseis e cartuchos, e instalações da equipe de Alerta). Aquele hangar da foto foi desmontado… Read more »

Kommander
Kommander
Reply to  Rinaldo Nery
11 meses atrás

Muito bacana a explicação do Rinaldo, parabéns!

Mauricio Carvalho
Mauricio Carvalho
Reply to  Rinaldo Nery
11 meses atrás

Obrigado pela explicação Cel. O vai vem de F-5´s em SBEG é constante, quase que diariamente os vejo em voo rasante sobre o aeroporto.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Mauricio Carvalho
11 meses atrás

Treinamento de procedimento ILS. Em Ponta Pelada só tem procedimento LOC.

Bravo Sierra
Bravo Sierra
Reply to  Rinaldo Nery
11 meses atrás

Padrão COMGAR/COMPREP de responder questões difíceis… Nada mudou atualmente

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Rinaldo Nery
11 meses atrás

BABV sempre foi e é o destino correto.

Num 2° lote de F39 quem sabe o AC mude de pensamento e o transfira.

“Cala a boca” …. mesmo, na lata ?

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Rinaldo Nery
11 meses atrás

Bela resposta Cel. Nery mas ainda penso que foi mais salutar instalar aqui em Manaus. As questões de pistas ainda podem ser resolvidas. O que eu me solidarizo com o senhor foi essa resposta infeliz do então comandante do COMGAR. O problema ainda continua sendo que ainda existem oficiais que se acham com rei na barriga. Entre oficiais e seus subordinados deve haver hierarquia mas com respeito.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Luiz Trindade
11 meses atrás

Luiz, não há como estender a pista de Ponta Pelada. Só na cabeceira 27, mas há um imenso igarapé. Difícil aterrar.
Não me incomodei com a resposta. Vida militar é assim mesmo. E o cmt do COMGAR até gostava de mim. Senão não teria questionado a decisão dum 4 estrelas. Mas ele me dava essa abertura.

Rafael
Rafael
11 meses atrás

Mais importante que quantidade de aeronaves deveria ser a capacidade logística e de sobrevivência das bases ,por exemplo no oriente médio e adotado o sistema de HAS com múltiplas pistas de taxiamento e estruturas de suporte e apoio subterrâneas além de pistas reforçadas de concreto e áreas de dispersão que aumentam a capacidade de aguentar ataques aéreos, parece que no Brasil nenhuma base adota sistema parecido mesmo as bases próximas de centros indústrias e estrategicos. Alguém poderia explicar já que para um leigo e difícil compreender porque nossos aeroportos militares parecem estruturas tão desprotegidas.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Rafael
11 meses atrás

Porque não temos hipótese de ataque premente. A maioria das Bases foi um aproveitamento de aeródromos, alguns construídos pelos norte americanos. A única Base construída do zero foi Anápolis.

Flanker
Flanker
Reply to  Rinaldo Nery
11 meses atrás

A BASM, atual Ala 4, também foi construída com essa finalidade. Desde as primeiras décadas do seculo XX, a aviação militar (do Exército) possuía um aeródromo em Santa Maria, sediado na localidade do Boi Morto, onde hoje situam-se a maioria das Undades do EB em Santa Maria, tendo sediado, entre outros, o 3° Regimento de Aviação, precursor do 1°/14° GAV, esq Pampa, transferido mais tarde para Porto Alegre e após, Canoas. A atual sede da Ala 4, localizada no bairro Camobi, foi inaugurada em outubro de 1971, então como Base Aérea de Santa Maria. Foi construída com a finalidade de… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Flanker
11 meses atrás

Isso mesmo. Obrigado pela explanação. E o TB Bambini foi o Centauro 01. TB Saito e Rossato também passaram por lá.

Denis
Denis
11 meses atrás

Eu gostaria muito de ver a FAB operar equipamento de ponta, em sua totalidade, algum dia. Sei que é uma quimera, mas digo isto porque nossa força aérea, desde a sua criação, sempre foi elogiada pelo seu material humano, em cumprir com brilhantismo as suas missões, com equipamento de capacidade limitada. Pelo menos temos o orgulho de saber que os nossos bravos são respeitados em todas as partes do mundo. Parabéns aos fabianos, e muito obrigado.

Fred
Fred
11 meses atrás

Quantos aviões possuem um esquadrão de caça?

Flanker
Flanker
Reply to  Fred
11 meses atrás

Depende de vários fatores. Doutrina, capacidade logística, capacidade orçamentária, meios disponíveis, etc. A média, pelo mundo, nas principais Forças Aéreas, é em torno de 18 células por esquadrão. Muitas vezes, em outros países, são 12 células. As vezes, até menos, como é o caso do Pacau, que opera apenas 6 células de F-5EM. O Jaguar opera ao redor de 10 células de F-5EM/FM. Grupo de Caça e Pampa operam ao redor de 12 células cada um. Com o recebimento dos 36 F-39, inicialmente o Adelfi e o Jaguar contarão com 18 células cada um.

Daniel F Botura
Daniel F Botura
11 meses atrás

A alguns anos atrás, vivi alguns meses em Campos dos Goytacazes-RJ, la vi P-3 e F-5, algumas vezes, mas aqui em Mirassol-SP, onde sempre vivi, ja vi KC-390 e “paqueras”…….básico