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Nova Zelândia seleciona o Lockheed C-130J como transporte militar preferido

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Lockheed C-130J
Lockheed C-130J Super Hercules

Por Jamie Freed

SINGAPURA (Reuters) – A Nova Zelândia anunciou nesta terça-feira que selecionou o C-130J Super Hercules, da Lockheed Martin, como o substituto preferido de cinco velhos aviões de transporte militar C-130 Hercules, uma escolha em linha com seus aliados mais próximos.

O gabinete buscará informações detalhadas sobre os custos por meio do processo de venda militar estrangeira (FMS) dos EUA, disse o ministro da Defesa da Nova Zelândia, Ron Mark, acrescentando que o governo estimou anteriormente o custo em mais de NZ$ 1 bilhão (US$ 659,50 milhões).

“Depois de considerar cuidadosamente a gama de aviões militares de transporte aéreo, o Super Hercules foi selecionado, pois oferece o alcance necessário e capacidade de carga útil, além de satisfazer plenamente os requisitos da NZDF”, disse ele em uma declaração referindo-se à Força de Defesa da Nova Zelândia.

“Precisamos de um desempenho comprovado, e esta aeronave é testada e aprovada. Não podemos correr riscos com o que é uma das nossas capacidades militares mais críticas”, disse Mark.

Um porta-voz da Lockheed Martin disse que sua empresa estava entusiasmada em receber a Nova Zelândia na família de operadores da C-130J. Os Estados Unidos, o Reino Unido, a Austrália e o Canadá, aliados próximos da Nova Zelândia e outros membros da rede de compartilhamento de informações Five Eyes, todos têm esses aviões.

A Airbus SE havia proposto seu A400M e a Embraer SA lançou seu KC-390 para substituir os transportes Hercules da década de 1960, segundo fontes da indústria com conhecimento do assunto.

Um porta-voz da Airbus disse que sua empresa respeitava a decisão da Nova Zelândia, mas acrescentou que o A400M se provou em serviço com as principais forças aéreas do mundo.

A Embraer não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

Mark disse que nenhuma decisão final do contrato foi feita para o C-130J em números, custos detalhados ou implicações de financiamento e orçamento. Um plano comercial deve progredir para o gabinete no próximo ano, disse ele.

No ano passado, a Nova Zelândia concordou em comprar quatro aviões Boeing P-8A Poseidon por NZ$ 2,34 bilhões, incluindo os custos de treinamento para fortalecer sua capacidade de patrulhamento marítimo.

OBS: (US$ 1 = 1,5163 dólares da Nova Zelândia)

FONTE: WHTC

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Delfim
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Delfim

Qual a quantidade comprada ? Só cita que substituirá 5.

Chevalier
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Chevalier

Lockheed venceu a Boeing… kkk

Grozelha Vitaminada Milani
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Grozelha Vitaminada Milani

e a Airbus!

BILL27
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BILL27

O KC 390 vai suar para conseguir vender mais do que 100 unidades

DOUGLAS TARGINO
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DOUGLAS TARGINO

Talvez até venda com a ajuda dos EUA, mas se fosse apenas o brasil, não passaria de 30 unidades brasileiras e umas 30 para outros países a mais dentro de uns 15 anos.

Edison Castro Durval
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Edison Castro Durval

A previsão era de cerca de 700 possibilidades no mundo todo, atualmente já foram vendidos 28 aviões então para 10% faltam 42, não acha difícil chegar a 100 unidades.
Difícil mesmo é conseguir agradar a todos isso nem o Cristo conseguiu, aliás uma pergunta, porque o fracasso de outras pessoas lhe agrada tanto??
Isso lhe ajuda a viver melhor??
É apenas curiosidade.
Vida longa e próspera.

marcus
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marcus

Compraram por serem aliados dos EUA. Com certeza o KC390 é muito mais moderno.

BILL27
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BILL27

Que lance de fracasso de outros me agradar brother ???TA viajando ?
Só pq eu vejo o C 130J como um sucessor natural de quem ja opera o C130 antigo ,vc ta achando que to desejando fracasso do preojeto ,sendo que eu acho este avião lindo e muito capaz ? Isso é minha opinião pessoal e não um desejo. Cada uma …

Alfredo Araujo
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Alfredo Araujo

No dia em que venderem computadores com injeção de Rivotril, bem no botão de liga/desliga, esse tipo de comentário vai ficar mais raro…
Vc está certo, o C130J é o sucessor natural de quem já opera o C130 antigo. Isso é um fato ! O KC390 tenta quebrar esse paradigma com um avião mais performático, em todos os sentidos, por um preço competitivo (calcanhar de aquiles do A400) !

teropode
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O Doberman não deixa passar nada , será o patrocinador russo ? Vc tá errado cara , 700 aparelhos gerais , a EMBRAER disse que o mercado vai absorver 700aparelhos nos próximos 20 anos , ela não afirmou que serão 700 KC390.

Salim
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Salim

Acredito que a entrada em serviço aqui e em Portugal ficara visível a rapidez bem maior do KC, maior carga útil e custo operacional competitivo. Com 2 KC se fara o trabalho de 3 hercules dando ao KC vantagem tática e operacional testada e comprovada em campo tornando sua compra vantajosa. Exercícios da OTAN com participação Portugal será a grande vitrine para levar KC ao sucesso.

Vitor Silva
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Vitor Silva

Isso é que ter fé e acreditar no sucesso do KC-390. Vamos aguarda e trocer para isso aconteça, mas olha que o caminho é muito arduo ,duro e longo, até ao sucesso deste vetor de transporte.
Até lá temos que controlar a ansiedade, pois é o que nos resta…

Augusto L
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Augusto L

Se uma correção, o KC-390 não faz o serviço de 2 Hércules, não contra a versão J que é o Super Hercules

Salim
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Salim

A velocidade cruzeiro do KC e bem superior a dos hercules, 870 x 520 km/h o que leva a esta constatação. Lembro também que a velocidade maior e teto vôo maior, resulta em maior capacidade de sobrevivencia em ambiente contestado. Só entrando em serviço terá possibilidade de mostrar na pratica, pois do mundo real ninguém escapa e o KC deverá cumprir tudo o que e esperado dele.

Salim
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Salim

Também temos a capacidade KC de 26ton contra 20 ton do hercules j30.

Edison Castro Durval
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Edison Castro Durval

FMS essas três letrinhas comandam a brincadeira, vai ser inevitável abrir uma fábrica do KC nos EUA.

E isso não é necessariamente ruim, vamos ser mais pragmáticos e menos ideológicos.
“O tempo é senhor de todas as verdades” é esperar e torcer pelo melhor.
Vida longa e próspera a todos.

LucianoSR71
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LucianoSR71

Estava escrevendo e não havia lido seu comentário, vamos na mesma linha.
Abs.

GFC_RJ
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GFC_RJ

Concordo, Sr. Edison.

A realidade é essa. Além do Super Hércules ser um monstro de competidor, contra o FMS é como começar o jogo com 2 gols de desvantagem.

Impossível prever futuro, somente especulações intuitivas. Apenas creio que as vendas mundiais massificadas deverão “decolar” mesmo só desta forma: Montagem nos EUA + FMS.

Fabio Jeffer
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Fabio Jeffer

Se for assim vamos ter nosso parque fabril esvaziado. Não concordo com essa afirmação

Edison Castro Durval
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Edison Castro Durval

Caro Fábio, FMS é para equipamentos militares, nada impede que o processo seja o mesmo que o do Super Tucano, Fabricação no Brasil, montagem nós EUA.
O problema na perda da nossa industrialização e bem maior do que simplesmente uma montadora nós EUA e devido a falta de vontade política no investimento no desenvolvimento de tecnologia e mudanças tributárias.

Mauro
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Mauro

Super Tucano também só iria vender para a FAB… hoje tem deputado no Congresso dos EUA implorando para que se compre o A-29 para apoio de tropas americanas e países amigos que lutam contra o terrorismo.
Portugal bem ou mal fez a sua parte… país que só quer o venha a nós e o vosso reino nada, merece é um “adíos” do Brasil… só papinho furado de fabricar mais e mais partes e nada de comprar. Abre o olho capita, estás acendendo vela pra santo errado, véi.

Alfredo Araujo
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Alfredo Araujo

Diferente… muuuuito diferente ! Os EUA não fabricam (no momento) nenhum avião turbo-hélice para realizar CAS/COIN… Já o Brasil, fabrica desde a década de 80, um avião desses que já foi experimentado em combate, tem mais de 1 dezena de operadores mundo afora, etc… E calha do momento das FAA americanas “clamarem” por um avião capaz de realizar CAS, com um boa persistência em combate, robusto, e o principal, com um valor de hora de voo baixo… . Situação muuuuuito diferente se formos falar de aviões de transporte, tipo de avião que eles, americanos, são os principais fabricantes do mundo,… Read more »

LucianoSR71
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LucianoSR71

O C-130 é uma excelente aeronave, mas o FMS desequilibra a competição, extrapolando as comparações meramente técnicas, por isso me parece ser fundamental a entrada da Boeing p/ viabilizar uma maior igualdade de condições. É melhor vender bem mais c/ menos lucro e manter a produção por vários anos, possibilitando até novas versões c/ maior capacidade, por exemplo, gerar empregos no Brasil ( ele não será produzido totalmente nos EUA ), royalties p/ o Estado Brasileiro e impostos que não dividir os lucros, ter poucas vendas e vida curta – o que traria ainda um ônus na manutenção dos adquiridos… Read more »

Carlos Campos
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Carlos Campos

Bom acredito que o Brasil devia ser mais agressivo, não ouvi falar de o KC390 ir lá NZ, então acho que devia ter ido, o BNDES devia financiar, financiamos porto para país que mal tem o que exportar, metrô para miseráveis, demos refinaria para cocaleiros, compramos refinaria velha pelo preço de uma mega refinaria. bora financiar a venda de aviões que geram empregos de alto nível, inovação tecnológica, e etc;

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

O avião foi demonstrado na NZ.

Renan
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Renan

Alguém sabe mi dizer qual e o limite que os EUA financiam em equipamentos militares via FMS e em quantos anos geralmente são financiadas, desde já agradeço.

Defensor da liberdade
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Defensor da liberdade

Oxe o KC-390 deveria levar essa. Cadê o chanceler brasileiro que não foi fazer lobby ou marketing para o governo neozelandês? Ah me esqueci, o cara está mais preocupado em saber se o nazismo era de esquerda ou de direita, e se a terra é redonda ou quadrada, ou um hambúrguer gigante … O nível dos ministros do atual governo é igual ao nível do mandatário e seu guru, o Jim Jones da Virgínia: patético, quase um espetáculo circense. Daqui a pouco Bolsonaro se rende à seita terraplanista e anti-ciência igual ao seu guru.

Wellington Rossi Kramer
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Wellington Rossi Kramer

O “Defensor da Liberdade” deve ser o pseudônimo do Marco Villa que foi banido da Jovem Pan por falar bobagens.

João Moro
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João Moro

Mas que comentário politizado e parcial..

Defensor da liberdade
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Defensor da liberdade

E por que não seria?

Bardini
Visitante
Bardini

KC-390 só vai vender mais que meia dúzia de unidades se os americanos comprarem…

GFC_RJ
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GFC_RJ

Caro amigo, Bardini.

Isso é outra questão.

Para se ter acesso ao FMS, necessita como premissa de uma linha de montagem nos EUA. Mas para se construir esta linha, precisaria de uma intensão forte de encomendas do próprio EUA (premissa da premissa).

Não vi até hoje nada muito convincente sobre um possível interesse de compras por parte deles. Já viu algum interesse a respeito?

Grozelha Vitaminada Milani
Visitante
Grozelha Vitaminada Milani

Resultado normal e esperado!

Vitor Silva
Visitante
Vitor Silva

E não foi apresentada uma contra proposta por parte da Boeing/Embraer, isto é assim, desiste-se logo no primeiro combate, até ao lavar dos cestos é vindima. acho eu.
Todos sabemos que o KC-390 não têm histórico, provas dadas em zonas de guerra ou em situações limite. e mesmo a nível de fiabilidade e segurança em voo. Mas a LM também já passou pelo mesmo, talvez tenha havido persistência, resiliência, agressividade comercial para além das qualidades associadas â marca e ao vetor em causa.

Mauricio R.
Visitante

Não gostei, torcia para o C-2.

Mathrus
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Mathrus

Ué?
Agora ninguém reclama sobre a Boeing ter participação no marketing do KC né?
Quando a m*rda agarra todo reclamante fica pianinho.

Fabio Jeffer
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Fabio Jeffer

Esses típicos países aliados dos EUA preferem comprar um fusca dos americanos do que comprar o KC390

Antunes 1980
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Antunes 1980

Brasil, Portugal e talvez Argentina.
Tem mais algum país interessado em receber os KC-390?
Será que a Boeing já pensou em modificar o KC-390 para outras versões como AWACS, REVO ou mesmo uma versão armada?
Não seria interessante ampliar o portfólio?

Matheus
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Matheus

Boeing não manda em nada nesse projeto, informe-se.

Vitor Silva
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Vitor Silva

Ou então uma nova versão, de maior comprimento, tal como acontece com o C-130H, pode levar um a dois anéis e o comprimento do mesmo, aumenta significaticamento.
Mas penso que ainda não é o timing certo, até lá tem-se que recuperar uma parte dos custos do projeto de desenvolvimento.

francisco Farias
Visitante
francisco Farias

A Boeing só vai se dedicar a vender o KC-390 quando a EMBRAER Defesa for encampada por ela.
Após o fracasso nas vendas do KC-390 as vozes privatizantes vão começar a fazer campanha pela venda do restinho que ficou da EMBRAER. É assim que funciona.

Matheus
Visitante
Matheus

É estatal? Não?
Porque você esta com essa tipica mentalidade derrotista tupiniquim?
Certeza que voce queria mesmo é que voltasse a ser estatal ou que virasse pó em 10 anos.

João Moro
Visitante
João Moro

O KC 390 é um aparelho novo. Assim como o Super tucano, com uma quantidade maior de horas de voo, as demais nações ficarão menos inseguras de investir no KC 390.

Tiago
Visitante
Tiago

Lobby rola solto ali

Luiz Trindade
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Luiz Trindade

A Embraer vai responder o que? Não tem comprovação do KC 390 em palco operacional real. Infelizmente eles escolheram o que comprovadamente dá certo com eles. A Embraer tá demorando demais com o KC 390.

João Moro
Visitante
João Moro

O comentário tava indo bem até você dizer a última frase…

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

João , espera você ler o do amigo Hélio, lá embaixo!!! Morri!!!!

Rafael
Visitante
Rafael

Nem todo mundo e afim de comprar protótipos que ainda não estão em operação nem mesmo no país de origem,eles foram apenas pragmáticos.

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

Só que o “país de origem” comprou 28!!!

Rafael
Visitante
Rafael

Quantos estão voando em unidades operacionais ?

Augusto L
Visitante
Augusto L

O KC não tem uma vantagem operacional tão grande contra o Super Hércules, para se justificar custar mais e com o avião da Lockheed ja sendo provado em combate e tendo FMS, fica ainda mais difícil.

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

Augusto, tudo no KC-390 é melhor que o Hércules, o problema é o dindin! FMS é fogo! O KC-390 ainda está entrando em serviço e vai atingir o IOC , assim começará a ser mais notado, tudo normal e seguindo conforme o script! O pessoal aqui quer tudo pra ontem!!!

Hélio
Visitante
Hélio

E tinha gente que jurava de pé junto que o C 390 iria tomar mercado do Hércules.
Isso que é a política de campeãs nacionais, deram um projeto inútil na mão da Embraer só para ela ganhar dinheiro. Se tivessem investido o dinheiro gasto no 390 em uma família de motores e aviônica, teríamos uma independência tecnológica infinitamente maior, mas não, tem que dar dinheiro para a campeã nacional, que logo tratou de negar ser nacional para se vender para uma empresa monopolista estrangeira.

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

Caramba!!! Ganhou o troféu de besteira comentada do dia!!! essa doeu!!!

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

Show!!! a gente iria ter um motor e uns aviônicos!!! E ia fazer o que com eles???

MARCOV
Visitante
MARCOV

O modelo que venceu a concorrência, como também as anteriores, é o C-130J-30, a versão alongada do C-130J que leva mais tropa aerotransportada.
https://australianaviation.com.au/2019/06/royal-new-zealand-air-force-to-get-c-130j-30-super-hercules/

Kommander
Visitante
Kommander

Esqueçam essa porcaria de Boeing, antes a gente sabia viver sem a Boeing, agora é Boeing pra lá, Boeing pra cá. O KC-390 foi feito visando a FAB, as exportações são apenas um bônus. (;

Justin Case
Visitante
Justin Case

A declaração oficial de que o C-130J foi escolhido porque está testado e tem baixo risco é praticamente um reconhecimento de que seu concorrente de mesma classe (KC-390) tem capacidade militar superior.
O que acham?
Abraços,
Justin

Rommelqe
Visitante
Rommelqe

Concordo contigo, caro Justin. Acho tambem que a NZ esta sendo conservadora em funçao das missoes previstas envolvendo grandes distancias (ate ai vantagem do KC390) e pistas rusticas (sem instalaçoes mais completas para apoio de mnutençao basica), que constituem um dos principais pontos a serem certificados e devidamente comprovados pela aeronave brasileira. Concordas?
Abraços

Justin Case
Visitante
Justin Case

Ê isso. O resultado final provavelmente foi definido pelo peso do fator risco na matriz de avaliação, informação a qual nao temos acesso.
Abraço.
Justin

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Perfeito, valeu a regra entre o novo e o que já conhecemos.

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Ótima análise e conclusão.

Luiz Floriano Alves
Visitante

O projeto do KC deve ter opção de multi-missão. Assim fica mais atrativo para o operador militar. Cargueiro, passageiro, ambulância, reconhecimento marítimo, ASW, bombardeiro (com opção de asas de alta altitude), STOL (pq não?)lançador de para quedas (ainda se pensa nisso?).