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Northrop Grumman entrega primeiro E-2D Advanced Hawkeye ao Japão

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O primeiro E-2D Advanced Hawkeye da JASDF, serial 91-3471

TÓQUIO – A Northrop Grumman Corporation concluiu sua primeira entrega de um E-2D Advanced Hawkeye à Força Aérea de Autodefesa do Japão (JASDF) em 29 de março.(Nota do Editor: a divulgação só foi feita no dia 30 de maio).

Em novembro de 2014, o Ministério da Defesa do Japão selecionou competitivamente o Northrop Grumman E-2D para atender a um requisito emergente de alerta aéreo antecipado de última geração.

“A parceria de longa data da Northrop Grumman com o Japão está começando um novo capítulo com a entrega do primeiro E-2D da JASDF”, disse Jane Bishop, vice-presidente e líder da equipe de produtos integrados, Northrop Grumman. “Esta aeronave fornece um aumento significativo na capacidade de alerta e vigilância antecipada para superar as necessidades de segurança em evolução do Japão.”

O Japão opera o Northrop Grumman E-2C Hawkeye desde 1983 e é o maior operador E-2 fora dos EUA. O E-2D oferece um salto de duas gerações na tecnologia de radar, permitindo que a aeronave rastreie ameaças em um alcance estendido. A aeronave também pode ser usada em assistência humanitária e capacidade de socorro a desastres para coordenação civil de emergência.

O E-2D oferece interoperabilidade com sistemas de aeronaves de última geração e aliados da Marinha dos EUA para apoiar a cooperação de segurança regional. Para garantir o sucesso a longo prazo da frota de E-2D do Japão, a Northrop Grumman está fornecendo suporte contínuo à JASDF nas áreas de manutenção e manutenção, em coordenação com várias empresas japonesas.

A Northrop Grumman é uma empresa líder global em segurança que fornece sistemas, produtos e soluções inovadores em sistemas autônomos, cyber, C4ISR, espaço, ataque e logística e modernização para clientes em todo o mundo.

FONTE: Northrop Grumman / FOTOS: Spotter @tate_zou no Twitter

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Delfim
Delfim
1 ano atrás

Considerando que “a aeronave também pode ser usada em assistência humanitária e capacidade de socorro a desastres para coordenação civil de emergência”, acho válido um turboélice. Mas do ponto de vista puramente militar, com o dragão logo ao lado baforando chamas, uma aeronave mais veloz movida a reação teria maior capacidade de sobrevivência.

Señor batata
Señor batata
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Delfim creio q questão seja decolagem, turboélice tendem a precisar de menos pista para decolar, soma isso com melhor resistência a detritos e q ele pode operar em porta-aviões. Daí me parece sua resposta.
Tchau e abraços.

Delfim
Delfim
Reply to  Señor batata
1 ano atrás

Se eles vão decolar dos futuros porta-aviões japoneses, sem catapulta e gancho de parada, é incerto.

Señor batata
Señor batata
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Delfim eu não creio q eles serão operados no izumo, no caso eu citei PA pelo fato da aeronave ser capaz de operar nesse tipo de situação, por isso possui certas características. Em um paralelo podemos observar q o F35B q foi projetado pra operar embarcado tem boas características pra outras funções (o próprio Japão tá aí para provar, vai operalo em pistas pequenas).
Boa noite a abraços.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Delfim
1 ano atrás

mas ele não fica invisível no campo de batalha, é protegido pelos caças, eu acho que ser turbo hélice dada suas missões não é algo que o atrapalhe ou tire vantagens.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Delfim
1 ano atrás

O que um AEW pode fazer em ¨assistência humanitária e capacidade de socorro a desastres para coordenação civil de emergência¨? Acho que perdi essa aula no 2°/6° GAV…

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

Também não operam na zona quente, ficam longe da área de alcance do opositor.

BILL27
BILL27
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

A própria Northrop Grumman diz isso . Então vc deve ter perdido mesmo

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  BILL27
1 ano atrás

É, conheço pouco de AEW…

Salomon
Salomon
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

Também pensei nisso. Óbvio que é para dourar a pílula.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Poderiam ter feito uma variante do P1.

Leandro Assis
Leandro Assis
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Essas aeronaves não serão operadas no izumo e nem em outro similar pois estes Navios apenas poderão operar aviões com as características do F-35B. A utilização das hélices se dá pelo baixo custo hora desses aviões, permitindo que fiquem muito mais tempo no ar a um curto reduzido. A USN sempre mantém um desses no ar monitorando os entornos de seus strike groups. Com motores a jato, o custo seria muito maior e o consumo além dessas aeronaves não necessitam ter muita velocidade

Sérgio Luís
Sérgio Luís
1 ano atrás

Abram os olhos japoneses!
Os chineses sabem das experiências da unidade 731 do exército imperial japonês na China!
Quem apanha não esquece!

Marcos10
Marcos10
1 ano atrás

O que é aquela caixa para tomada de ar que parece existir, além da parte superior, somente do lado direito?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Marcos10
1 ano atrás

Pode ser refrigeração do próprio radar.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

A superior entendi que provavelmente seria para isso mesmo. Mas realmente estranhei a lateral. Mais estranho ainda é que parece ter somente de um lado.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

Realmente é só do lado direito.
Aos 7′ do vídeo abaixo dá para ver essa “tomada de ar”. Realmente não sei do que se trata e de como compensam o arrasto.
https://youtu.be/54qqzSVSJ7g

Tiger 777
Tiger 777
1 ano atrás

A China conseguiu fazer uma corrida armamentista no Pacífico, agora que aguente…

Rafael
Rafael
1 ano atrás

Eles vão ter F-35B e E-2D agora só falta o porta-aviões que para eles construírem não demora nada.e só para provocar os chineses eles poderiam batizalo de Akagi que foi o primeiro porta aviões da frota combinada da IJN

Flamenguista
Flamenguista
1 ano atrás

Plataforma carissima…..so ricos msm.

Rommelqe
Rommelqe
1 ano atrás

Entendi que o interesse no E-2D esta centrado na caoacidade de operar em pistas mais curtas e menos preparadas. O Japão, em caso de guerra, poderia dispersar essas aeronaves entre inumeras pistas espalhadas por suas inumeras ilhas e locais mais ermos, coisa impossivel para um Sentry.

Bardini
Bardini
Reply to  Rommelqe
1 ano atrás

“Não é isso”
.
Não é “só” isso…

Rommelqe
Rommelqe
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Prezado Bardini, entendi, o link que postou deixa claro. Como o E-2D ja tras no seu DNA essa “colaboraçao naval” é um vetor pronto para a açao imediata neste cenario. Abraços.