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Testes do Gripen E estão adiantados, diz Saab

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Saab Gripen E 39-9
Saab Gripen E 39-9

Aeronaves de teste 39-8 e 39-9 lançaram o míssil MBDA Meteor

LINKÖPING, Suécia – Os testes de voo do caça Gripen E da Saab estão se movendo mais rápido do que o previsto, de acordo com Eddy de la Motte, vice-presidente e chefe da unidade de negócios Gripen E/F da fabricante sueca Saab.

De la Motte disse em uma coletiva de imprensa que os testes para disparar o míssil Meteor da MBDA foram realizados por aeronaves de teste 39-8 e 39-9 no norte da Suécia. “Planejamos duas semanas para os testes e conseguimos fazer tudo em um”, observou o executivo, acrescentando: “Estamos aproveitando cada hora de teste de voo mais do que esperávamos, o que está ajudando o progresso do programa.”

Hoje o envelope de voo está sendo ampliado, com 9g sendo atingido no início deste mês, segundo a empresa. O piloto de testes Marcus Wandt explicou que, embora a aeronave seja mais pesada que o Gripen C, “a agilidade ainda está presente porque é mais forte e suporta muito bem seu peso”. Wandt e seus cinco colegas voaram 125 horas de testes.

O primeiro Gripen E para a Suécia será entregue este ano à força de teste e avaliação composta de pessoal da Saab e da Força Aérea Sueca.

A primeira das 36 aeronaves encomendadas pelo Brasil (28 monopostos E e 8 bipostos F) por US$ 4,16 bilhões será entregue à Força Aérea Brasileira em 2021, mas os primeiros pilotos chegarão à Suécia em janeiro de 2020 para começar o treinamento.

Caça Saab JAS 39E Gripen voa com mísseis Meteor
Caça Saab JAS 39E Gripen com mísseis Meteor

Mikael Franzen, vice-presidente e chefe da unidade de negócios Gripen Brasil, explicou que as duas linhas de produção para a aeronave – uma na Suécia e uma no Brasil – seriam usadas para produzir aeronaves que podem ser encomendadas por outros clientes no futuro.

Franzen disse que oito aviões serão construídos por brasileiros na Suécia (quatro do modelo F e quatro do E) para garantir que os brasileiros fiquem totalmente à vontade com os processos de construção, e 15 serão construídos no Brasil por brasileiros e 13 por suecos na Suécia.

O Gripen F de dois assentos, desenvolvido especificamente para o Brasil é 65 cm mais comprido que o Gripen E e possui sistemas e displays idênticos aos monopostos.

FONTE: Defensenews

134 COMMENTS

  1. Ai sim .!! So precisava ser pelos menos uns 48 nesse primeiro lote pra trocar 1 por 1 com os F5 e manter pelo menos o mesmo numero de caças, embora evidentemente a capacidade dos F39 sejam muito superiores

      • Um míssil desses por aeronave e nada é a mesma coisa, na verdade, é melhor ficar com nada, assim não perde dinheiro.

        O minimo do minimo é 4 por aeronave.
        para se atuar em missão de ataque ao solo com alguma capacidade de se defender contra ameaças aéreas.

        o certo seria 8 por aeronave.

          • Em missão de supremacia aérea ele leva 6 misseis (8 por aeronave seria para manter 2 em reserva) da pra considerar que uma carga padrão seria 4 AIM-120D e 2 AIM-9X os últimos usados para combate em curta distancia. porem fique sabendo, se chegar ao Dogfigth ele já não vai ter mais misseis.

          • As pessoas positivando esse comentário sem sentido me faz crer que o numero de leigos nesse blog é maior do que eu imaginava

          • As pessoas sempre positivam críticas ao Gripen porque acham que é um caça medíocre, ou porque acham que as entregas estão atrasadas, ou porque acham que foi muito caro ou porque são viúvas dos outros caças ou porque são haters ou porque são trolls.

  2. Parece ser mesmo um ótimo avião. Todas as noticias que vejo no Mundo sobre esse avião são as melhores possíveis.

    Acredito que temos uma excelente plataforma para os próximos 30 anos.

      • Porque existem coisas a pronta entrega que oferece uma capacidade semelhante. quem quer uma aeronave nas capacidades de um Gripen mas não quer esperar compra um F-16V por exemplo.

        Mas me diz ai, porque o MiG-35 não vende?

        • Victor, num primeiro momento eu perguntei o fato da matéria, mas eu te respondo; o Gripen é um Lift, mesma categoria, em tese, do F-16. Binômio disponibilidade e capacidade o Viper dá de 1000 x 0 no gripen, infelizmente para nós.
          O Mig-35, é um projeto atual derivado do Mig-29, assim como, o Gripen NG é um projecto atual do Jas39.
          A comercialização do Gripen Ng foi oferecida ao Brasil no ano de 2004, já se passaram 15 anos e está em testes ainda. Ao contrário senso do Mig-35 que foi ofericido a sua venda em 2017, conforme matéria da Bloomberg e do próprio PA:

          “A Rússia está visando vendas de exportação de pelo menos US$ 10 bilhões para o novo caça MiG-35, o jato mais avançado do país, já que se prepara para oferecer a aeronave comercialmente no próximo ano.
          As negociações estão em andamento com mais de 30 países que voam o MiG-29 mais velho sobre a atualização de suas frotas existentes ou a adição de aviões extras, disse Ilya Tarasenko, diretor-geral da Russian Aircraft Corp. MiG, colocando um valor para as ambições de vendas para o avião pela primeira vez.”

          https://www.aereo.jor.br/2017/11/16/moscou-quer-vender-mig-35-para-mais-de-30-paises/

          • Por acaso, me passa a taxa de disponibilidade do Gripen… A aeronave está na fábrica passando por testes, como você pode saber a disponibilidade a nível de esquadrão ou fábrica. E cada uma…

          • Pampapoker, não tem como porque ninguém utiliza fora a Suécia. A África do Sul os mantém armazenados porque não tem dinheiro para utilizá-los.

          • O avião que o Brasil comprou, ninguém utiliza ainda, nem a Suécia, pois está em desenvolvimento. Os JAS-39 C e D são operados pela Suécia e África do Sul (que mantém alguns armazenados, e não todos)….além desses dois países, esqueceu da República Tcheca, Hungria e Tailândia.
            Se o Gripen é um LIFT, e você o coloca na mesma categoria do F-16, mostras que não sabes o que é um caça leve e nem o que é um LIFT. Portanto, volte a estudar, te informar e tente novamente mais tarde.

          • Estamos falando de Gripen E/F, que se encontra na fábrica passando por testes, não do Gripen C/D que é utilizado pela força aérea sueca.

          • Tamandaré, sim é um Lift. É um caça de defesa de ponto. Seus dados se aproximam do F-16 bloco 70. Leia a classificação dos caças.

          • “Lead-in fighter training (LIFT) utilises advanced jet trainer aircraft with avionics and stores-management capability that emulate operational fighter planes”

            Você ta falando muita porcaria como se fosse alguém que tivesse algum conhecimento

            LIFT são caças de treinamento avançado, F-16V e Gripen são caças e ponto. caças multifunção.

          • O Gripen entrou em operação em 1988, portanto há mais de 30 anos, não é um projeto moderno. Não existem muitas diferenças entre o Gripen e o F-16 bloco 70 do ponto de vista de capacidade operacional.

          • O SU-35 ? Desde 1988 (SU-27), também é um projeto antigo, considero o SU-35 uma modernização do SU-27. Lembrando que trata-se de um caça de superioridade aérea e portanto de uma categoria diferente do Gripen e do F-16.

      • A compra de um caça é principalmente uma decisão política. Você acha que países dependente dos USA como o Japão, Israel, Canadá ou Coreia do Sul, irão comprar um caça que não seja americano? Ou qual a chance da Venezuela comprar um caça que não seja Russo/Chines?
        No caso do Gripen, o grande atrativo é o preço, pois é um caça bom e barato, o grande concorrente do Gripen nas vendas internacionais são os F-16 usados, os quais USA tem centenas estocados e são entregues modernizados para os países aliados.

      • Porquê há milhares de F16 velhos sendo oferecidos de graça para nações secundárias, além é claro da pressão política exercida pelos grandes players para a venda de seus produtos novos,

        • Ainda acho que o Gripen é bem superior ao F-16. O que me espanta é saber que tem gente que acha que tudo que tem selo americano, é melhor… Já imaginaram se a China ou Rússia pensassem assim? O que move o mundo, são os desafios.

  3. Míssil francês, radar italiano, motor americano, sistemas de armas/cockpit/trem de pouso ingleses e o pessoal acha que o Brasil terá o domínio tecnológico do caça… A Suécia faz somente a “carcaça” do Gripen, tudo que precisa de um domínio tecnológico mais apurado vem de outros países.

    • Mas ainda assim, desenvolver a plataforma, e unir todos esses componentes, exige um alto grau de tecnologia e conhecimento, estes que estão sendo compartilhados com o Brasil.

    • Isso só vem a provar que, não podemos em hipótese alguma, arrumar ‘treta’ com nenhum desses paises a prêmio de ficar sem ‘peças de reposição’. Ser independente vem a um custo ‘altíssimo’ que poucos paises ousaram em ser.

      • É isso aí Vinicius, se por acaso, alguém ameaçar o mosso sufrágio em 10 anos, mais ou menos, nós com 28 unidades, do gripen ng, do modelo monoposto os quais são de defesa e ataque, bem superestimado, 8 biplace são para treinamento, para cubrir o Brasil inteiro, o que impossível, não poderemos nos dar ao luxo de perder nenhuma celula em um possível combate. Uma eventual surtida contra o Brasil de 20 Su-30, ou 20 F-16, e, ou 20 F-18 estaríamos acabados, sem chance. Nem digo, de Su-35, Rafale, EF2000, F-15, F-22, daí é tiro ao pato, sem chance. Poderíamos, num primeiro momento, ter alguma dissuasão, mas num segundo momento já era. Isso com muito positivismo e boa vontade de termos gripens nom total disponibilidade. Algum mais incauto poderia dizer: mas os nossos gripens são melhores, baixo Rcs, irist, e outros argumentos de legolândia…

        • voce criticando a “legolandia” porem afirma que 20 aeronaves (diversas) sem apoio, sem cobertura AWACS, sem apoio ECCM e etc… seriam suficientes para desbancar 28 unidades do Gripen NG.

          se a gente conseguir um Kill rate de 1:1 nesse cenário nós já vencemos. com perdas pesadas, mas vencemos.

          Baixo RCS deve ser um dos fatores mais importantes em um combate aéreo de media/longa distancia. digo que os mais importantes são ECM, ECCM, RCS e um Radar capaz.

          Tirando o F-22 dos citados ai em cima, nenhuma outra aeronave tem um fator extremamente determinante que mostre em um combate 1VS1 que ela ira sempre sair vencedor contra um Gripen

          (F-22 tem a vantagem de ser furtivo e poder escolher quando o combate vai acontecer e como vai acontecer e ainda assim não é 100% de chances de que ele irá vencer sempre)

          As outras aeronaves apesar de serem muito distintas umas das outras possuem algo em comum no combate 1VS1 todas elas vão detectar seus inimigos antes de entrarem no envelope de ação do seu míssil mais comum e é seguro acreditar que pra assegurar uma Kill todas vão esperar entrar na NEZ

          alcance máximo dos misseis mais comuns das aeronaves usadas:
          R-77-1: 110Km
          AIM-120C-7: 110km
          AIM-120D: 160km
          MBDA Meteor: 160Km (???) NEZ é de 60km (a mesma do AIM-120D)
          R-27EM: (versão com maior alcance, porem não a mais usada) 170Km (???)
          MICA: 80km

          Levando em consideração que o Gripen NG pode empregar o AIM-120C-7, AIM-120D e MBDA Meteor, eu não vejo uma vantagem tão gritante de nenhum dos lados.

          • Victor Felipe, quem for nos atacar, hipoteticamente, terá Awacs, também. Com certeza. Não será nenhum desavisado. Não sou contra o gripen apenas teriamos que ter aos “enxames” e não contagotas.
            O R-77 é de 148 km o seu alcance, corrigindo o seu dado.
            Um caça como Su-35 por exemplo derruba um NG sem ao menos o piloto saber o que houve, que foi derrubado. Até o Su-30 tem condições de engajar o Gripen antes. Você tem que proteger os Awacs com caças de supremacia aérea e não de defesa de ponto. A Primeira coisa a ser feita é derrubar os Awacs com caças de supremacia aérea intercepdadores de longo alcance, não temos. Você fica Broderagem, pedindo quórum, e esquece do que uma escalada de grandes proporções pode provocar. 1 ou 2 NG para proteger o Awacs, 4 ou 5 NG para interceptar e o resto do país como fica?? Não tem como, é insultar a mínima inteligência. Talvez a paternalista veja algum sentido, fora isso não tem como. Temos que ter muitos gripens uns 200, ou uns 70 F-15, ou 50 Su-30, e ou 40 Su-35. Compre um atlas e veja o tamanho do Brasil e compare com o da Suécia. Veja que caças os EUA utilizam, A Rússia Utiliza, a China Utiliza, Israel Utiliza, depois você me conta. Austrália, também. A França, Alemanha, são países menores em território do que o nosso, logo vê quais os caças que eles operam. A Índia é o melhor exemplo de diversidade de caças, tem os seus defeitos em organização, parece, mas ninguém mete a mão com ela.

          • Foi você que indicou uma situação hipotética onde 20 caças sozinhos viriam contra a força aérea brasileira. mas me esclareça, como um Su-35 iria engajar e derrubar um Gripen sem que o Gripen saiba da localização dele? por favor me elucide. eu não vejo nada que indique isso. (e o Alcance do R-77 é menor que o do R-77-1)

          • Gostaria de esclarecer também que o Gripen apesar de ter um alcance curto natural de uma aeronave menor e monomotor ele não é um “caça de defesa de ponto” essa classificação inclusive não existe mais.

          • Essa história de defesa de ponto é ridícula. O Gripen E tem raio de ação de 1300km, praticamente o mesmo dos outros caças do FX-2. Aliás essa é a maior diferença entre os Gripen C/D e o Gripen E. Mas ficam repetindo essa mentira um milhão de vezes.

          • JT8D, uma mentira contada mil vezes vira uma verdade. Não sei aonde isso acontece mas o povo que pratica isso acredita. Aqui ficam repetindo o mantra do Gripen curto alcance e caça leve para que vire verdade, coisa que já foi exaustivamente rebatida com fatos e números. Fazer o que? Tem entusiastas que só gostam do tamanho e da forma das aeronaves.

        • Só gostaria de saber se algum País dotado dessas aeronaves vão atacar o BRASIL (com excessao quem tenha o SU-30 e o SU-35) se são aliados e estão sob supervisão dos Americanos , e o Brasil é aliado dos Americanos.

      • Num caça como o Gripen, se vc bater boca com um fornecedores, fica sem as peças daquele fornecedor específico. Se o negócio for feio a ponto de não se retomarem as relações com tal país em poucas décadas, você ainda tem a opção de substituir apenas aquele componente.

        Já um caça como o dos americanos, russos ou franceses, teve “treta” com eles, ficam sem peças do avião inteiro.

        Aí você pesa as opções e decide o que é melhor. O avião inteiro, ou só alguns componentes dele.

        • Clésio, no fim eu acho que fica seis por meia dúzia, se o negócio for feio como você disse, chegando a envolver até mesmo a relação entre os países, você não acha que americanos não iriam tomar as dores dos ingleses ou o contrário? Isso sem contar os outros parceiros.
          No fim um ia tomar a dor o outro por livre ou espontânea pressão e daria no mesmo se o caça fosse apenas de um determinado país.
          Veja o caso da Huawei, o caso é com o governo americano, veja quantas empresas já cancelaram produtos e serviços com a Huawei, isso sem falar dos países que tomaram as dores americanas e também estão deixando a Huawei na mão.
          Bom, não sei se me fiz entender, mas é isso que eu acho.

    • É mesmo? E quem fez suite a eletrônica e desenvolveu os códigos fonte? Você acha que desenvolver a fuselagem e estrutura de uma caça como o Gripen é simples?

    • A mesma lenga-lenga de sempre. A lockheed Martin, a Boeing e a Dassault também não fabricam radares e motores. Dai-me paciência …

  4. Se isso indicar uma entrega mais rápida eu ficarei feliz.

    A gente precisa de no minimo 72 desses…

    E eu sinceramente acho esse numero bem baixo.

  5. Me pergunto
    Como pode levar 1 ano para montar o gripen do Brasil
    Pois a notícia que o primeiro avião para o Brasil já recebeu até a o display,
    Ou os suecos vão ficar fazendo testes da aeronave antes dos pilotos brasileiros, ou eles vão cumprir o cronograma só entrego na data marcada mesmo que fique pronto 6 meses antes.

    Uma boa parceria com certeza só espero que o Brasil horror todos os compromissos assumidos nas datas estabelecidas. Pois bom pagador terá novo crédito no futuro.

    Me parece que os suecos são bons em cumprir o que prometem.
    Abraço

    • Os Suecos estão aguardando o Brasil fazer o pagamento pelos caças, por isso a demora, e tem gente falando que iremos comprar 100 Gripens. Não ficaria surpreso se o Brasil reduzir a compra de 36 caças.

    • Se trata de caças no estado da arte. Não é uma linha de montagem de um carro. São realizado testes sim, configurações etc. O tempo para entrega do primeiro não será igual para os demais. Particulamente nao vejo motivos para essa pressa, ao que vejo que o cronograma segue dentro do previsto.

  6. Talvez eu esteja enganado mas os Gripens não iriam começar a chegar por aqui no segundo semestre deste ano?Houve algum atraso?

    • 2019 eles entragam a aeronave, que vai passar por trocentos testes.
      .
      2021 começa o IOC com eles operando na FAB… Sempre foi essa a data. Tem até contrato de suporta para 2021-2026.

      • “Bardini

        2019 eles entragam a aeronave, que vai passar por trocentos testes.”
        .
        Quais os testes, Bardini???
        Será que vai passar em testes de combate real como os F-16 de Israel? Ou Vipers Americanos??
        Se for esses testes eu acredito. Fora isso é só uma obturação de justificativa.

          • E aí? Não sabe quais os testes ainda?? Sofismar sobre a qualidade dos outros caças vossa senhoria sabe. Patético.

          • Testes como aqueles realizados em qualquer aeronave em desenvolvimento. Testes de integração de todos os sistemas da versão brasileira, que não é idêntica à sueca. Testes, retestes e novos testes de cada sistema, sua interação com os outros sistemas. Avaliações e resultados de comportamento em voo e em solo com as mais variadas configurações de cargas de armas, com os mais variados niveis de combustível, etc, etc…tudo isso, com participação de engenheiros e militares brasileiros. Você acha isso pouco? Você acha que o avião do seu avatar não passou por tudo isso….e não sei se não continua passando, pois vendas externas, por enquanto, estão bem escassas, né?

    • O piloto do banco traseiro do Gripen F é um piloto aprendiz, um piloto com pouca experiência, então ele está praticando para que um dia venha a comandar um caça sozinho, antes disso, ele deve passar por essa experiência de aprendizagem, como co piloto e um piloto mais experiente no comando.
      Alguns aviões mais complexos usam um segundo piloto como oficial de guerra eletrônica ou oficial de armamentos.

      • Mauro, não poste bobagem. O aluno senta no posto dianteiro. O instrutor no traseiro. Quem comanda a aeronave é o aluno. Não existe na aviação militar ¨piloto e copiloto¨.

    • Boa pergunta a sua. Particularmente, eu acho que a FAB fez certo tendo em vista o seu próprio conceito de formação de novos pilotos de caça. Tirar um piloto do A-29 e colocar dentro de um Gripen monoposto pode ser pouco produtivo. Não por risco, afinal existe o ótimo simulador, mas por troca de experiências com pilotos mais experientes. Acho que é por isso que a FAB tem um verdadeiro “fetiche” pelo F-5F.
      Além disso, a versão biplace do Gripen é plenamente operacional e a FAB deve vislumbrar opções de emprego (operacional) dessa versão que os suecos não vislumbram.

    • Não da para por um avião de milhões de dólares nas mãos de um piloto recém formado. Bi place para o piloto orientar o novato na operação.

      • NENHUM recém formado vai voar o F-39. Um Tenente/Capitão, ao chegar lá, já voou o suficiente. E já é qualificado Líder de Esquadrilha de Caça.

  7. Meu Deus como tem viuva ainda chorando, gente vamos dar um tempo, quando o caça estiver voando na FAB e começar a sair os relatórios de operação vai ser possível fazer comparação pra todos os gostos.

    • Concordo. Não acho que é momento para condenar, nem montar um pedestal para o Gripen. Como todas as outras aeronaves acredito que ele tenha pontos positivos e negativos. Ao meu ver os pontos que ainda podem ainda nos surpreender, são os radares (ainda sem confirmação de capacidades) de acordo com as propagandas, somados integração de dados, veem até caça steath, e a capacidade de guerra eletrônica, que também promete milagres. Isso tudo só dá para avaliar na hora do combate.

    • Paulo, IRST por enquanto só na maquete do Gripen E mesmo, na minha opinião já deveria estar nesses 39-8 e 9, tenho a mesma dúvida que você.

      • Cara… IRST, Radar e IFF já voaram e foram testado no Gripen DEMO a anos. Estão usando aquele espaço para abrigar sistemas de aquisição de dados para os testes.

        • Bardini, eu falei IRST, nem toquei em radar, quando eu comentei que o IRST por enquanto só na maquete, eu sabia que alguém ia se morder, me mostra uma imagem do Gripen E voando com o IRST instalado, não me venha falar de Gripen DEMO, o Gripen da FAB é o E, não o DEMO.

          • Bardini, ainda continua mordido…o link que você postou é do Gripen DEMO, posta um link com o Gripen E, ou você acha que depois quando colocarem o IRST no Gripen E eles não vão testar novamente? Daqui alguns meses o aéreo solta uma matéria com o título: Gripen 39-xx testa o sensor IRST, vamos ser sinceros Bardini, sem mimimi típico de alguns, essa tecnologia os americanos já utilizam a mais de meio século, a minha colocação ao Paulo foi que na minha opinião esses Gripen 39-8 e 9 já deveriam estar com o IRST instalado, se você discorda e acha que o sensor ainda não precisa estar nessas aeronaves o problema é seu.

          • Bardini, lamento te informar mas o link que você postou é do Gripen DEMO, eu pedi do Gripen E, quando você tiver um link do Gripen E testando o sensor aí você tenta novamente.
            Pelo visto você acha que quando colocarem o IRST no Gripen E esse não vai precisar fazer mais testes com o sensor.
            Volto a repetir, na minha opinião os Gripen 39-8 e 9 já deveriam estar com o sensor instalado, se você não concorda o problema é seu.
            Espero que esse comentário não seja deletado, a política do blog anda estranha, é rígida com alguns, já com outros…

          • Vou ali pegar uma talhadeira e uma marreta, quem sabe assim vai entrar na tua cabeça que esse sensor já foi testado…
            .
            O Gripen DEMO, vulgo 39-7 nada mais é do que a PLATAFORMA DE TESTES de sensores e aviônicos que seriam embarcados no Gripen E. Foi ali que muita coisa do projeto base foi validada. Hoje tem-se o 39-7 ainda voando aviônica e sensores, 39-8 FTI e a plataforma/estrutura, 39-9 FTI e sistemas e o 39-10 estava esses dias sendo notícia com os testes de motor, sendo que o 39-10 que é último protótipo vai entregar o peso correto, fechar os testes de plataforma e sistemas.
            .
            “Volto a repetir, na minha opinião os Gripen 39-8 e 9 já deveriam estar com o sensor instalado, se você não concorda o problema é seu.”
            .
            ISSO JÁ FOI FEITO NO 39-7…

          • Bardini, saiu duas respostas minha pra você antes porque o primeiro comentário simplesmente tinha sumido, depois apareceu os dois comentários.
            Voltando ao tema, eu sei que já foi testado no DEMO, mas terá que ser testado novamente no E, e como essa tecnologia não é um bicho de sete cabeças, já deveria estar no 39-8 e 9, como você gosta de dizer, eu sou um “viúva do SH e Rafale”, na minha opinião já “poderíamos” estar voando com qualquer um desses caças, e não testando o projeto de um, você pode até achar que eu torça contra o Gripen E mas a verdade é que eu tenho muito medo desse projeto acabar como um AMX 2.0, mas isso só o tempo dirá.

    • Paulo, IRST por enquanto só na maquete do Gripen E, na minha opinião já deveria estar no Gripen 39-8 e 9.
      Tenho a mesma dúvida que você.

  8. @Meio OFF

    A Saab anunciou a criação de uma planta aeronáutica em Indiana, Estados Unidos.

    Agora a Boeing já pode transferir a construção dos Gripens NG BR para lá

      • A nem viu, a turma do pessimismo evoluiu pra “senhores da desinformação”. Tá osso!!! Parecem crianças guiadas pelas gravuras e tentando conversar com adultos.

    • Gostaria que você, assim como qualquer outro que compartilhe da mesma ideia/opinião, explique, de forma embasada e convincente, como a Boeing, que adquiriu a divisão de aviões comerciais da Embraer, vai conseguir transferir para os EUA a linha de montagem de uma aeronave adquirida pela FAB e que está sob responsabilidade da SAAB e da divisão militar da Embraer, lembrando que essa divisão não fez parte das negociações com a Boeing.

  9. Quanto ao titulo da matéria, não gosto de ser negativista.
    Mas fato é que o Gripen está atrasado. Não a entrega. Mas desde a ideá inicial. Pelo tempo de desenvolvimento desde o contrato fechado e valores gastos no esforço, a FAB poderia ter proposto a fabricantes como a Saab e (ou) outras interessadas, um desenvolvimento em conjunto, de um caça com diferenciais mais marcantes, de 5ª ou 6ª geração. Já que, pelo jeito não tinham tanta pressa assim, para esperar 5 anos, para receber um por ano. Se tivesse entrado em esforços como os do J-20, SU-57 ou “algum concorrente de esforço internacional”, estaríamos também na fase de fim de testes. Agora só resta torcer, para que os concorrentes de 5ª geração, não cumpram tudo o que prometem, ai sim poderemos estar próximos da vanguarda.

  10. 36 caças custam o mesmo que uma Embraer.
    e agora, vamos fazer o que com a transferência de tecnologia??????
    vamos construir caças?
    vamos fabricar mais aviões civis?????

    Alguém vai reembolsar o povo brasileiro por comprar isso, dar a Embraer e agora não usar para nada?

    como fica isso?????

    • Pela milionésima vez: somente a parte de aviões comerciais da Embraer foi vendida, a parte de aviões militares continua brasileira

      • colega bom dia. Todo mundo aqui sabe que a parte militar não foi vendida. Não estou me referindo a isso. O que digo é: Vai fazer o que com essa tecnologia comprada da SAAB? Vai projetar o mais novo caça do Brasil e entrar no concorrido mercado mundial cheio de lob? Vai utilizar essa tecnologia em aeronaves civis, melhorando assim a qualidade dos seus produtos? Claro que não. Então porque compramos essa transferência? Pense nisso. Quem paga essa conta?

        • A Embraer Defesa e Segurança pode sim se associar à Saab no desenvolvimento da próxima geração de caças da empresa. E a Embraer Defesa e Segurança também pode utilizar essa tecnologia em seus produtos (aviões executivos e militares).
          Além disso a transferência de tecnologia foi uma decisão estratégica da FAB. Pergunte ao Coronel Nery, ele pode te explicar melhor

        • Ufaaaaa…que questionamento mais tacanho esse o seu. Alguma dessas tecnologias podem e serao usadas pela embraer em plataforma de jatos executivos tambem, ou voce acha q isso so se aplica aa aviacao comercial de porte ??? Ainda, quem sabe num futuro (Brasil, pais do futuro que nunca chega) rsrsrsr isso possa ser aplicado. Se alguem aqui tiver uma bola de cristal, por favor se manifeste, as opinioes ainda estao abertas e sao livres rsrsrsrsrs. Sds

          • Vocês estão se esquecendo de algo muito importante. São 4Bi de dólares para desenvolver jatos executivos? Isso foi o valore da Embraer inteira. E mais, quando foi acertado o negocio de transferência para o desenvolvimento futuro da Embraer, não havia nenhuma negociação entre Boeing e Embraer, isso ocorreu depois de fechar com a SAAB e até os mesmos foram pegos de surpresa. A intenção era repetir a receita AMX, uma indústria completa, e não uma fatia e migalhas qualquer. Eu sempre fui a favor do negocio com a SAAB e a transferência. Mas agora nesse formato. Me desculpem mas está errado são 4Bilhões de dólares. Dava até para participar do projeto F35 com essa grana.

    • OSEIAS,

      Bem pensado kkkkkk

      Daqui a 30 ou 40 anos os caças vão estar soltando pecinha e obsoletos e a Embraer, agora Boeing, vai estar lucrando muitas verdinhas com a modernização dos Gripen NG da FAB

  11. O paciente tá em fase terminal, respirando por aparelhos e chega a boa notícia que a cura já está em fase de testes e com o cronograma bem adiantado. Maravilha!!!

  12. Diante de tudo o que foi comentado, só resta uma pergunta: por que o Comando da Aeronáutica escolheu o Gripen duas vezes, uma no governo FHC e outra no governo Dilma?

  13. O caça possui ótimas características, a ToT vai oxigenar os institutos de pesquisas tecnológicas e faculdades federais , a FAB vai eliminar o GAP de quase vinte anos , porém o ritmo de LESMA e as ameaças do contigenciamentos sã o preocupantes.

  14. Ainda veremos a FAB com seus 108 Gripen’s a defender e guardar os céus do Brasil. A melhor escolha com certeza e ainda,creio eu, entraremos de sola no projeto SAAB JS-2020 o Gripen stealth ! 😉

  15. NO sentido de ajudar, a atividade de ECM pode ser defensiva ou ofensiva. Em sendo ofensiva é denominada de “ataque eletrônico”. Em geral a ECM é utilizada para “interferir” em radares (de vigilância ou de controle de tiro) e em sistemas de comunicação.
    Um exemplo de ECM defensivo é quando um caça é atacado por um míssil guiado por radar e este lança chaffs para desviar o míssil.
    A ECM defensiva pode se dar através de: lançamento de chaffs, interferidores ativos de autoproteção, decoys rebocados, decoys ejetáveis, etc.
    Um exemplo de ECM ofensivo é quando um caça como o EA-18G compõe um pacote de ataque e utiliza seus interferidores de alta potência para interferir nos radares de vigilância inimigos de modo a proteger todo o pacote da defesa AA.

    Já a ECCM é sempre “ofensivo”. Ou seja, é a capacidade que um sistema tem de mitigar ou anular a ECM defensiva do inimigo. Claro, para que isso ocorra quem implementa a ECCM tem que ser alvo de atividade de ECM, daí seu caráter eminentemente defensivo. Por exemplo, se o caça X usa seu radar para trancar num caça Y e este usa ECM defensiva para interferindo no radar do caça X , este implementa ECCM para tentar bloquear a ESM do inimigo (de modo a se defender da ECM inimiga) e fazer com que seu radar volte a trancar no caça Y.
    A ECCM se dá de diversos modos: salto de frequência, home on jam, etc.

    • DSC,
      Se entregarem tudo que promete parece que será muito efetivo tendo em vista combinar o que há em sistemas em estado da arte no tocante à ECM ativa (DRFM, tecnologia AESA em GaN), no chamado sistema Arexis.
      E há também o decoy ativo ejetável baseado em tecnologia DRFM, o Britecloud.
      Vamos confiar que nossos Gripens venham mesmo com todos esses recursos.

      • O Arexis parece combinar as funções de ECM defensivo e ofensivo. Geralmente a ECM ofensiva é feita por aviões de ataque eletrônicos dedicados como o EA-18G.
        O pod de ECM israelense utilizado pela FAB tem capacidade de ECM ofensivo, mas o Gripen NG parece que o terá como padrão incorporando à célula.

  16. Acredito que se o Gripen E/F não conseguir emplacar nenhuma venda para Áustria, Bulgária,Canadá,Colômbia,Croácia,Filipinas,Finlândia ou Suíça.
    Infelizmente ficará evidente que há limitações técnicas e de custo, em relação aos seus concorrentes.

    • Nada a ver !!! Cada um com sua visão estratégica, sua demanda e forma de operar fora, é claro, loby e preferencias . Muitas variáveis numa escolha .

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