Home Aviação Comercial Air Peace seleciona o jato E195-E2 e se torna primeiro operador dos...

Air Peace seleciona o jato E195-E2 e se torna primeiro operador dos E2 na África

3667
27

Port Louis, Ilhas Maurício, 3 de abril de 2019 – A Embraer assinou um pedido firme de 10 jatos E195-E2 com a Air Peace, maior companhia aérea da Nigéria. O pedido foi divulgado hoje, durante o Airline Business Seminar da Embraer na África, realizado nas Ilhas Maurício. Com este pedido, a Air Peace se tornará o primeiro operador dos E-Jets E2 na África. O contrato inclui direitos de compra para mais 20 jatos E195-E2. Com todos os direitos de compra sendo exercidos, o contrato tem valor de USD 2,12 bilhões, com base nos atuais preços de lista. O pedido será incluído na carteira de pedidos firmes (backlog) da Embraer do segundo trimestre de 2019.

A Air Peace iniciou operações em 2014 e, desde então, tem crescido rapidamente. A companhia aérea é atualmente a maior da África Ocidental. Com a aquisição do E195-E2, a aeronave mais nova, eficiente e confortável do segmento, a companhia aérea pretende atender à significativa demanda inexplorada no mercado africano.

O Presidente e CEO da Air Peace, Allen Onyema, afirmou que “o novo E195-E2 da Embraer apresenta um desempenho operacional maravilhoso. Também é incrível nos tornarmos a primeira companhia a operar o E2 no continente africano. Já contamos com os jatos ERJ145 em nossa frota e conhecemos o alto padrão dos produtos da Embraer.”

“A Air Peace possui o tipo de espírito pioneiro que a Embraer adora. A companhia foi criada para oferecer oportunidades de trabalho altamente qualificadas ao povo da Nigéria e impulsionar a conectividade, o que significa contribuir para a economia da região. A Air Peace tem sido bem-sucedida em seus dois objetivos, se tornando uma companhia aérea de sucesso e rápido crescimento. É ótimo tê-la embarcando no programa E2”, disse Arjan Meijer, Chief Commercial Officer da Embraer Aviação Comercial.

Meijer continuou: “O mercado africano apresenta oportunidades significativas para as companhias aéreas fornecerem a conectividade de que o Continente precisa. Aeronaves, no entanto, devem ser dimensionadas corretamente para desenvolver essas rotas de maneira lucrativa: mais de 90% dos voos intra-africanos partem com menos de 150 passageiros a bordo. E mais de 70% dos mercados são servidos com menos de um voo por dia.”

Subsidiária da Air Peace, a Air Peace Hopper começou a operar seis ERJ145 no ano passado, em rotas curtas. Essa experiência com os produtos da Embraer, aliado aos inegáveis ​​benefícios econômicos do dimensionamento correto de aeronaves foram fatores-chave na escolha do E2.

A Embraer é líder mundial na fabricação de jatos comerciais com até 150 assentos. A companhia conta com 100 clientes em todo o mundo operando os jatos das famílias ERJ e E-Jets. Apenas para o programa de E-Jets, a Embraer registrou mais de 1.800 pedidos firmes e 1.500 entregas, redefinindo o conceito tradicional de aeronaves regionais.

Sobre a Embraer

Empresa global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

DIVULGAÇÃO: Embraer

27 COMMENTS

  1. Escolheu oque tem de melhor no mercado em todos os aspectos.
    Contra o E195-E2 não tem para Airbus A220 ou Sukhoi Superjet 100

  2. Uma versão desta máquina nos moldes do P-8 Poseidon e habilitada a lançar o ManSup entre outros armamentos desta classe e tbm uma versão Awacs !!! Sonhar não custa nada, ainda!!!rs
    Nada contra a compra do Poseidon de prateleira e idem pro Wedgetail.

    • Tomcat4.0, eu não sou perito como vocês, mas me veio a cabeça a seguinte pergunta.

      Porquê a Embraer não projeta um bombardeiro?
      Encima de uma dessas plataformas de 195- E2!
      Maior e até mais robusta para longo alcance.

      Sei que somos um país pacífico, porém nunca é demais não é?
      Enfim, é só questinamento.
      Desde já obrigado!

    • Tenho um desenho desta versão patrulha naval do 190 que vocês iam adorar mas infelizmente não sei como postar aqui, nem sei se posso.

    • P-8 com MANSUP?! E-190/195 E2 em versões AEW&C e MP, com a Boeing sendo a dona dos projetos?! Tu não és daqueles que apoiam a “Joint Venture”?! Tu não tens muita noção de como as coisas funcionam no mundo real, não é mesmo?!

  3. A Boeing fez um ótimo, fantástico negócio e único da história!
    Mão beijada
    De graça
    Mamão com açúcar
    Um velho casando com uma novinha!
    Não falta definições!
    O que mais?!?!

  4. Parabéns a todos os colegas de Embraer por mais este contrato. Mas ainda precisamos de muitos mais para ter um carteira de pedidos dos E2 sólida. Então vamos todos a luta… O caminho é longo. E espero que ganhemos impulso nas vendas agora com a Boeing na jogada.

    • Essa carteira de pedidos (que não se limita aos E2), só pelo fato de não ser balizada em generosos descontos, já se demonstra sólida.

      O resto é justificativa fajuta, para querer endossar essa parceria caracu.

  5. Com tudo isso minha conclusão é que as latas de sardinha que os aviões se tornaram não é culpa da Boeing e sim de seus clientes as companhias aéreas. A Boeing como qualquer empresa que vise o lucro produz o que seus clientes querem e não vice versa, por ela ate a classe turística teria o espaço de uma primeira classe. Sou de uma geração que teve o privilegio de voar 707,DC-8, Convair 990 mas com a primeira crise do petróleo de 1973 as coisas mudaram e nunca mais fora as mesmas, o nome do jogo agora é eficiência.
    Segundo se você acha que para atravessar a barreira do som basta colocar motores mais potentes e pau na maquina você esta muito enganado, o simples rompimento da barreira do som requer uma tecnologia completamente diferente da que é usada para projetar aparelhos sub-sônicos, haja visto que só agora a Embraer esta aprendendo com a SAAB através do programa Gripen como se faz isso, implica um gasto substancial de combustível sem contar o problema do “sonic boom” que ate agora os projetistas ainda não sabem muito bem como solucionar.
    Por fim, voar sempre sera um risco, novas tecnologias também, claro que isso não é uma desculpa para o desespero e agonia na morte de passageiros e tripulação e sei também que ao colocar meu pé dentro de um avião pode ser meus momentos finais mas também sei que voar é estatisticamente o segundo meio de transporte mais seguro do mundo e carro é talvez o menos seguro mas quando guio eu não me preocupo com isso porque deveria me preocupar quando estou voando?

  6. A Embraer vender ou deixar de vender jatos para o Brasil deixara de ter qualquer significado, uma vez que a linha de produção sera desativada por aqui.
    Lembrando que a Embraer como fabricante deverá desaparecer em relação a estes aviões, logo, não vejo mais qualquer relevância nessa empresa para ser comemorada.

    • Ah é? Você deve estar bem por dentro dos termos do acordo e dos planos para saber isso né… ?!?
      Mais uma mãe Dinah por aqui…

  7. Uma venda a menos para o A220! paradoxalmente isso é bom para o consórcio europeu pois a cada avião vendido a Airbus perde US$ 14 milhões, fato esse que desagrada pretensos “descendentes de canadenses”….rs!

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here