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Saab na LAAD 2019

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A Saab estará presente na edição de 2019 da LAAD International Defence and Security com seu amplo portfólio de soluções para a terra, o ar e o mar. Além da réplica em tamanho real e do simulador do caça Gripen, os visitantes poderão conhecer as soluções navais, como o navio de contramedidas de minagem (MCMV) e o sistema de gerenciamento de combate 9LV; as soluções terrestres como o Sistema de Baixa Altura Telecomandado RBS 70 NG, além do portfólio de Treinamento e Simulação que inclui simulação viva e virtual.

Com forte confiança no país, vislumbrando reforçar sua relação de longo prazo e sólida com o Brasil e a América Latina, a LAAD, que acontece entre os dias 2 e 5 de abril, no centro de exposições Riocentro no Rio de Janeiro, é considerada pela Saab um importante espaço para encontrar potenciais parceiros e clientes. Além disso, a feira é também uma importante arena para discutir o futuro da indústria de defesa e segurança na região, principalmente num momento em que ocorrem muitas mudanças de cenários em todo o mundo.

“A América Latina é uma região estratégica para a Saab, com grande potencial de mercado. Mas, mais do que isso, tem uma potencialidade imensa para grandes parcerias. Além de fornecer produtos e serviços, buscamos desenvolver, em parceria com as empresas nacionais, a indústria de defesa local, a exemplo do que já ocorre no Programa Gripen brasileiro”, aponta Marianna Silva, diretora geral da Saab no Brasil.

Como uma empresa completa de defesa e segurança, a Saab vai levar, para seu estande, uma ampla gama de produtos altamente tecnológicos para atender às necessidades das três forças: Marinha, Exército e Aeronáutica. Algumas dessas soluções já estão em uso na América Latina como o RBS 70, Sistema Míssil de Baixa Altura Telecomandado e a nova geração da solução, o RBS 70 NG, recém adquirida pelo Exército Brasileiro, além de soluções para treinamento e simulação, cujo primeiro contrato de treinamento Vivo na região foi assinado pela Marinha do Brasil, em 2007, para o fornecimento de simuladores de armamento portátil.

Cockpit do mockup do Gripen NG

Os visitantes da feira também poderão fazer fotos no cockpit da réplica em tamanho real do Gripen e visitar o simulador de voo do caça adquirido pela Força Aérea Brasileira.

Dentre os produtos que a Saab apresentará na LAAD, estão:

  • Caça Gripen, incluindo réplica em tamanho real e simulador
  • Navio de contramedida de minagem MCM
  • Sistemas de radares naval
  • Família de radares de superfície
  • Sistemas de controle de armas
  • Veículo submarino operado remotamente Double Eagle
  • Sistema de gestão de combates 9LV
  • Sistema de mísseis antinavio RBS 15
  • Sistema Míssil de Baixa Altura Telecomandado RBS 70 NG
  • Soluções para treinamento e simulação

A Saab apresentará suas soluções no Pavilhão 3, estande J.10.

RBS 70 NG
Um modelo do míssil antinavio RBS15 Mk4 é carregado no mockup do caça Saab Gripen E - foto:James Williams/staff
Um modelo do míssil antinavio RBS15 Mk4 sendo carregado no mockup do caça Saab Gripen E – foto:James Williams/staff

DIVULGAÇÃO: MSLGROUP/Publicis Consultants

21 COMMENTS

  1. Sem dúvidas, o caça perfeito para as nossas necessidades. Não vou mentir que não queria ver o Vespão por aqui, mas o Gripen é top.

    • Melhor seriam os AGM-158C LRASM, que tem um alcance de mais de 500 km e uma certa capacidade autônoma de adquirir alvos. O Gripen E conseguiria levar dois. Como o mesmo tem um raio de combate “air-to-ground” máximo entre 1300-1500 km, dependendo da configuração (sem REVO), já se teria uma certa capacidade AD entre 1800 a 2000 km a partir da costa. Mas teria de ver se os EUA venderiam.

      Mas sem uma plataforma ISTAR como o RQ-180 (stealth, para operar em área “contestada”), não adiantaria muito. Acho que o MQ-4C Triton ou o Avenger, não sobreviveriam por muito tempo. Neste caso, o Brasil teria de desenvolver algo.

      Se o LRASM tiver um alcance de uns 550 km, teoricamente daria para lançar o míssil ainda fora, ou quase no alcance, do radar de um Hawkeye ou do KJ-600 chinês, aproveitando o horizonte radar.

      Lembrando que o míssil de cruzeiro chinês CJ-10, que pode ser lançado tanto dos destroiers Type 052D (já ativos) e 055 (em construção), quanto dos subs Type 093 (já ativos), tem um alcance estimado entre 2000 a 2200 km.

      Claro que tudo isso é teórico.

      • Não vejo os EUA vendendo o RQ180 para ninguém, é uma aeronave que passou muito tempo “escondida” vai saber que tecnologias ela deve possuir, eu acho que deveríamos ir de Avenger, ele é furtivo, na vdd vejo ele como melhor para patrulhar nosso mar do que um Navio de patrulha, é mais barato, pode ser armado, pode vetorar mísseis de longo alcance, podendo atingir o inimigo bem antes de ele chegar na nossa costa, tem que aquele drone da Boeing o Loyal Wingman, mas é para a Austrália um parceiro de primeira linha. também não vejo o Brasil o comprando, estamos no inicio do namoro com os EUA, não acredito que eles esteja dispostos a entregar todos os “brinquedos” que eles possuem.

        • Carlos, também acho que os EUA não vão vender os RQ-180 para ninguém.

          O ideal (na minha opinião) seria um VANT HALE (High Altitude Long Endurance) “stealth” com o F414G sem pós-combustor e com o trem de pouso (e tudo o que desse para utilizar) do Gripen E, para diminuir custos de desenvolvimento e ter a maior comunalidade possível de sistemas.

          Comparar a capacidade de patrulha / esclarecimento marítimo de um HALE com a de um navio é até covardia… Mas eu não sei se o almirantado da MB é “sensível” a essas questões.

          Lembrando que o Brasil, se não estiver enganado, tem responsabilidade SAR até cerca de quase 2000 MN (aprox. 3500 km) da costa.

          • poxa mas pq essa trabalheira toda que vc falou se o Avenger vem pelado por 17 milhões de dólares, acredito que ele é o suficiente, a não ser que vc defenda o Brasil desenvolver um Drone com parceria com os EUA.

          • O Avenger é um projeto que já tem uns 10 anos e nunca “emplacou”. A USAF o testou no Afeganistão e não deu em nada.

            O HALE poderia ser desenvolvido com a Saab, e acredito que poderia interessar a países como Israel e Índia, por exemplo.

    • acredito que a MB tem que bater o pé e pedir verba para colocar uma turbina no Mansup, que eu saiba o Brasil já tem os Penguin, se for para comprar um novo melhor seria o NSM e o JSM da mesma empresa, logicamente mais caros pq são talvez os melhores mísseis anti-navio do mercado

    • Nao sei se ainda consegue fazer o cadastro, mas fui em praticamente todas desde 2005. Esse ano não vou poder ir, infelizmente. Vale à pena tentar se cadastrar no site, e pelo menos fazendo esse credenciamento você não paga nada.

    • Carlos, sim, maiores de 18 anos. menores nem acompanhados pelos responsáveis. Se você se cadastrar no site do evento, não paga entrada. Lá o preço é de 150,00 reais. Eu sempre vou pela minha empresa pois tb aproveito a feira para um network, apesar de não ser da área de defesa. Se puder ir, recomendo, não fai se arrepender. Eu trago um monte de revistas e panfletos todas as edições!!

    • Rio de Janeiro, no RioCentro, na Barra da Tijuca. de 2 a 5/04 , acho que de 10 às 17hs. Ela é Bienal, sempre anos ímpares. A última foi no meio da crise e o ar estava pesado. Acho que a deste ano será muito mais feliz!!! rsrsrs

  2. Serão 108 no total, 36+36+36 , 3 lotes de 36 Gripens NG (para substituir os 56 F-5M e 53 AMXs), sendo o forte desse caça a Guerra Electrónica, teremos a FAB ao nível das melhores Forças Aereas do Globo. A MB será Top de desenvolver um NAE com o Sea-Gripen.

  3. Eu tava torcendo para os Rafales, mais agora to torcendo para esse gripen ser o melhor caça para a força aerea, esse missil é bonito em, mas torcendo para uma versão do MAN-1 nesse caça lindo, e quem sabe uma versão do missil da avibras.
    Como eu queria ir nessa feira.

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